Nos Siga no Mastodon Mundo MS

mund ms.com

O conhecimento é fascinante!

Escolha a categoria


Derya Sert, internada em um hospital perto de Antalya (sul da Turquia), é a primeira mulher no mundo a receber um transplante de útero de uma doadora morta, uma cirurgia que pode dar esperanças a milhões de mulheres no mundo que não podem ter filhos. Os médicos do hospital universitário Akdeniz realizaram com êxito este transplante em 9 de agosto nesta mulher de 21 anos, que nasceu sem útero, como ocorre com cerca de 5 mil mulheres no mundo.
"Estou feliz, animada, tudo se mistura", contou Sert, casada com um mecânico da região e que está hospitalizada faz uns seis meses. "Se Deus quiser, em breve teremos nosso bebê nos braços".
"Nunca tive medo da operação e jamais temi as dores pelas quais teria que passar. Este útero já é um dos meus próprios órgãos. Faz tempo que esperávamos por isto", desabafou Sert, explicando que sua família a ajudou muito.
Este foi o segundo transplante de útero realizado no mundo, depois de uma primeira tentativa na Arábia Saudita, em 2000. Esta intervenção foi realizada com uma doadora viva, mas fracassou depois de 99 dias e os médicos tiveram que retirar o órgão transplantado.
"Era um problema ter que lidar com uma doadora viva", explicou o cirurgião Omer Ozkan, que faz parte da equipe de oito médicos e outros sete especialistas que fizeram esta operação. "Durante essa cirurgia (na Arábia Saudita), a veia era curta demais para a anastomose (união) e o útero não estava bem assistido", acrescentou a ginecologista Munir Erman Akar, da mesma equipe.
Os médicos turcos pensam ter conseguido resolver este problema. Ao trabalhar com uma doadora já morta, eles puderam extrair mais tecido ao redor do útero e os vasos sanguíneos foram mais longos. Por outro lado, os remédios imunossupressores administrados para evitar a rejeição passaram por uma revolução nos últimos anos, acrescentaram os médicos.
No entanto, os especialistas demonstram prudência. "A operação transcorreu bem. Mas poderemos falar de êxito quando ela tiver seu bebê", disse o doutor Ozkan. "Por enquanto, estamos satisfeitos por constatar que o tecido está vivo" e que não houve rejeição.
Para ele, será preciso esperar pelo menos seis meses antes de confiar a paciente aos médicos que implantarão os embriões do casal. Durante a gravidez, há vários riscos, como a formação de anomalias congênitas por causa dos imunossupressores, e também riscos de um trabalho de parto antes da gestação chegar ao fim ou de um retardo do crescimento intrauterino, afirmou a doutora Akar. É importante reduzir as doses de medicamentos para garantir a saúde do feto durante toda a gravidez.

A imagem de arquivo mostra Ralph Steinman em uma conferência em Nova York. Foto: AP
A imagem de arquivo mostra Ralph Steinman em uma conferência em Nova York
Foto: AP

A universidade Rockfeller, de Nova York, informou que o canadense Ralph Steinman, um dos vencedores do prêmio Nobel de Medicina anunciado nesta segunda-feira, morreu três dias atrás, em decorrência de um câncer de pâncreas.

A universidade diz que Steinman foi diagnosticado com a doença quatro anos atrás e morreu no dia 30 de setembro. "Ele foi diagnosticado com câncer de pâncreas há quatro anos, e a vida dele se prolongou graças à aplicação de uma imunoterapia à base de células dendríticas que ele mesmo criou", dizia o comunicado da instituição.
As regras do Nobel estabelecem que não podem haver premiações póstumas, mas Goran Hansson, do Comitê Nobel, disse que eles não sabiam que Steinman estava morto. Ele afirma que o Comitê está revisando o regulamento do prêmio.
Steinman recebeu o prêmio ao lado do americano Bruce Beutler e do francês Jules Hoffmann. Os três foram laureados por seus trabalhos sobre o sistema imunológico.
Com informações de agências internacionais.

O prêmio Nobel de Medicina foi atribuído três pesquisadores por seus trabalhos sobre o sistema imunológico. Foto: AFP


O prêmio Nobel de Medicina foi atribuído três pesquisadores por seus trabalhos sobre o sistema imunológico
Foto: AFP

    O prêmio Nobel de Medicina de 2011 foi atribuído ao americano Bruce Beutler, ao luxemburguês Jules Hoffmann e ao canadense Ralph Steinman por seus trabalhos sobre o sistema imunológico, anunciou nesta segunda-feira em Estocolmo o comitê Nobel.

    "Os premiados do Nobel deste ano revolucionaram nossa compreensão do sistema imunológico ao descobrir as principais chaves de sua ativação", afirma um comunicado do comitê.
    "Beutler e Hoffmann compartilham metade do prêmio por seus trabalhos sobre o sistema imunológico inato. Steinman é recompensado por seus trabalhos sobre o sistema imunológico de adaptação", explica o comitê.
    Os dois primeiros dividirão metade do prêmio (10 milhões de coroas, US$ 1,48 milhão) e o canadense receberá a outra metade. Os três receberão o prêmio em uma cerimônia no dia 10 de dezembro em Estocolmo.
    AFP
    AFP - Todos os direitos de reprodução e representação reservados. Clique aqui para limitações e restrições ao uso.


    Crédito: Divulgação

    O Blog da Redação tem o orgulho de apresentar a bela Cinthia Fernandez. Nunca ouviu falar? Azar o seu, porque essa morena parece ser a maria-chuteira predileta dos boleiros argentinos e seu currículo é a maior prova disso.
    A gata acumula romances com alguns nomes famosos do futebol argentino, como o atacante Cristian Fabbiani, que atuou no River Plate, em 2009, e o zagueirão do San Lorenzo Jonathan Ferrari, cujo término do relacionamento fez a morena chorar em plena televisão argentina.

    Estrela maior do Bailando por um Sueño, espécie de Dança dos Famosos em uma versão para “los hermanos”, Cinthia namora agora outro zagueiro, talvez mais amável e compreensivo que o anterior, Iván Pillud, atualmente no Racing e que foi titular da seleção argentina na derrota para o Brasil, na quarta-feira, em Belém.
    Se você acha que a listinha acima não é o suficiente, saiba que em 2009 o jornal italiano Corriere dello Sport vinculou a estrela do baile argentino com ninguém menos que Diego Maradona. Tudo por conta de um ensaio sensual realizado para uma revista do país que levou o título “A modelo que ama a Maradona” em que a gata afirma que o ex-jogador era sua paixão.
    Maria-chuteira favorita dos boleiros argentinos, Cinthia Fernandez ganhou notoriedade participando da versão local do Dança dos Famosos e exibindo talento e beleza nos programas de televisão do país. Crédito: Divulgação
    Sem a popularidade que um romance com a lenda do futebol argentino lhe daria, cabe a Cinthia contentar-se com o atual namorado, seguir investindo na carreira de dançarina e continuar exibindo seu corpo em biquínis modestos. Pelo visto, uma das poucas preferências divididas entre brasileiros e argentinos.


    Foto: Reprodução de TV
    Sabe aquelas brincadeiras de academia, em que cada um fica falando que levanta mais peso que o outro? Pois é, essa daqui não deu muito certo. E foi bem doloroso.
    Não parece muito bem uma academia, mas o rapaz tentou levantar 800 pounds, ou 362,87 kg, no supino. A galera ajudou e, quando ele começou o movimento… Bem, não dá para descrever, mas podemos dizer que dói na gente.
    A imagem é forte e você assiste abaixo:


    Os custos de fabricação do novo tablet da Amazon.com, o Kindle Fire, serão de US$ 209,63, afirmou a consultoria IHS iSuppli nesta sexta-feira, mostrando como a gigante do comércio eletrônico está tendo um prejuízo financeiro inicial para fazer com que o aparelho chegue ao maior número possível de consumidores.
    Divulgação
    O Kindle Fire, tablet da Amazon
    O Kindle Fire, tablet da Amazon
    O executivo-chefe da Amazon, Jeff Bezos, divulgou o Kindle Fire na quarta-feira com um preço menor que o esperado: US$ 199.
    O lançamento motivou preocupações sobre uma guerra de preços no mercado de tablets de baixo custo, atualmente dominado por aparelhos que rodam o sistema operacional Android, do Google, de empresas como Samsung, Motorola Mobility e HTC.
    Justin Lane/Efe
    O executivo-chefe da Amazon, Jeff Bezos, mostra novos dispositivos da empresa
    O executivo-chefe da Amazon, Jeff Bezos, mostra novos dispositivos da empresa
    A IHS iSuppli disse que os componentes empregados na fabricação do Kindle Fire custam US$ 191,65. Despesas de fabricação adicionais levam o custo total para 209,63 dólares.
    De acordo com as estimativas da IHS iSuppli, a companhia pode perder pouco menos de US$ 10 em cada Fire vendido. Mas a Amazon está esperando que o aparelho estimule usuários a comprar mais produtos e serviços da empresa, compensando o prejuízo inicial.
    "O real benefício do Kindle Fire para a Amazon não será nas vendas de hardware ou conteúdos digitais. Em vez disso, o Kindle Fire, e toda a demanda por conteúdo que ele estimula, servirá para promover as vendas de todos os tipos de bens físicos que compreendem a maioria dos negócios do Amazon", disse a IHS iSuppli em comunicado.


    As concessionárias do serviço de telefonia vão iniciar as ofertas de internet banda larga com velocidade de 1 megabits por segundo (Mbps) ao custo mensal de R$ 35 a partir deste sábado (1º) em 344 municípios.
    O grupo das concessionárias que assinaram em junho os termos de compromisso, para iniciar a oferta enquadrada no PNBL (Programa Nacional de Banda Larga), é formado por Oi, Telefonica, Algar Telecom e Sercomtel.
    Cada concessionária se comprometeu a oferecer o plano popular de banda larga nas áreas onde prestam serviços na condição de concessionária pública. A expectativa do governo é que, até o final deste ano, outros 544 municípios brasileiros já disponham de ofertas de conexão à internet nas mesmas condições.
    O ministério informou que os termos de compromisso também preveem ofertas de atacado, destinadas a pequenos prestadores de serviços e a prefeituras. No primeiro momento, esta modalidade de serviços cobrirá 982 municípios.
    De acordo com o órgão, que foi responsável por conduzir as negociações, foi determinado que as empresas "não poderão fazer venda casada", obrigando o consumidor a comprar outro produto além da conexão à internet. Mas, por outro lado, as companhias poderão ofertar internet móvel onde não houver ainda conexão fixa.
    O ministério se comprometeu, em nota, a disponibilizar a lista completa dos municípios atendidos nesta primeira fase na próxima semana.
    MÓVEL
    Nos meses de julho e agosto, as prestadoras de telefonia celular TIM e Claro também anunciaram adesão ao PNBL. A TIM se comprometeu a levar internet rápida, a preço popular, para 1.000 cidades até 2012, enquanto a Claro declarou, na época, o início imediato da oferta.

    A mudança significa que consumidores poderão copiar um CD que compraram para outros aparelhos como iPods ou computadores domésticos.





    Reuters. Por Adrian Croft - A Grã-Bretanha sinalizará na quarta-feira que pretende legalizar a cópia de CDs ou DVDs para music players digitais ou computadores de uso pessoal, afirmou uma fonte do governo nesta terça-feira.
    A medida é uma das recomendações feitas em uma análise do cenário da propriedade intelectual na região, conduzida pelo professor universitário Ian Hargreaves neste ano, a pedido do primeiro-ministro David Cameron.
    O secretário de Negócios, Vince Cable, anunciará na quarta-feira a reposta do governo ao relatório de Hargreaves.
    Hargreaves, professor de economia digital na Cardiff School of Journalism, revelou que as leis de copyright britânicas, que já datam de 300 anos atrás, estavam obstruindo a inovação e o crescimento, além de afirmar que uma mudança poderia contribuir com quase 8 bilhões de libras (12 bilhões de dólares) para a economia.
    Cable anunciará que o governo acatará a recomendação de Hargreaves de legalizar a cópia privada ou a "mudança de formato" de obras protegidas por copyright se adquiridas por meios legais, afirmou a fonte.
    A prática já foi legalizada em países europeus, exceto por Grã-Bretanha, Irlanda e Malta.
    A mudança significa que consumidores poderão copiar um CD que compraram para outros aparelhos como iPods ou computadores domésticos.
    A medida não permite a difusão de conteúdo pela Internet sem a permissão do detentor dos direitos, como em sites de compartilhamento de arquivos.
    O governo também acatará outra recomendação de Hargreaves de introduzir uma exceção para os copyrights de paródias, disse a fonte.
    Isso tornará legal que comediantes parodiem o trabalho de outra pessoa sem a permissão do detentor dos direitos.
    O governo ainda não indicou que posição tomará quanto à outra recomendação --a introdução de uma plataforma para trocas digitais de direitos autorais por meio da qual as licenças de copyrights poderiam ser compradas e vendidas, ajudando a simplificar a forma como as empresas compram direitos de uso de determinados materiais.


     Clima frio e boas condições de infraestrutura são atrativos que diminuem o custo da empresa com eletricidade.

    (Fonte da imagem: The Wall Street Journal)


    A notícia de que a Google vai abrir um centro de dados com valor de US$ 273 milhões na cidade de Hamina, na Finlândia, deixou a região esperançosa de que isso vá atrair outros grandes nomes da tecnologia ao local. Devido ao clima frio e aos baixos preços cobrados pela eletricidade, a Escandinávia tem se mostrada cada vez mais atrativa para esse tipo de investimento.
    O centro de dados construído pela Google representa bem as mudanças ocorridas nos últimos anos na forma como as pessoas adquirem informação. O local da instalação costumava ser uma fábrica de papel, que viu seu lucro diminuído devido ao avanço dos meios digitais. Ironicamente, o complexo vai ajudar a gigante das buscas a ampliar ainda mais sua capacidade de oferecer serviços baseados na nuvem.
    A combinação entre uma estrutura que precisava de poucos ajustes para funcionar corretamente e o clima frio da região foram os principais fatores que levaram a companhia a investir no local.

    Economia de eletricidade

    “Quando se constrói um centro de dados, há vários itens envolvidos. É preciso levar em conta o custo da terra, das construções e do equipamento dos servidores. Mas o que tem sido o foco principal nos últimos anos é o custo do resfriamento dos equipamentos”, afirmou Al Verney, porta-voz da Google Benelux ao Wall Street Journal.
    Em 2010, a Google consumiu 2,25 terawatt-hora de eletricidade, quantidade semelhante ao que é gasto por 200 mil residências dos Estados Unidos. A maior parte da energia utilizada pela companhia foi empregada no resfriamento de equipamentos, razão pela qual regiões com climas frios se tornaram bastante atrativas para a companhia.
    O centro de dados em Hamina vai utilizar um sistema de resfriamento que aproveita a água do mar para manter a temperatura dos servidores em níveis aceitáveis. Ao usar recursos do próprio meio-ambiente, a companhia corta gastos e pode oferecer serviços mais estáveis, ao diminuir o risco de manutenções não planejadas devido ao superaquecimento de seus equipamentos.

    Região atrativa

    Outras cidades na região estão esperançosas de que outras empresas de tecnologia invistam no local e substituam velhas indústrias que já não se mostram lucrativas. A agência governamental Invest Sweden publicou uma lista com informações detalhadas sobre 50 locais ideias para a construção de centros de dados. Entre elas está um abrigo subterrâneo contra ataques aéreos e a antiga fábrica de impressão do maior jornal da Suécia.
    Além de oferecer um clima ideal para a manutenção de equipamentos, a área se destaca por oferecer estabilidade política e uma boa estrutura de fibra óptica. Além disso, a proximidade de países como a Rússia é estratégica para o crescimento do setor de internet, que vê na região uma ótima oportunidade de investimento.


    Estação de metrô de Nova York pode virar parque subterrâneo


    Um projeto de revitalização de áreas urbanas deterioradas tem chamado atenção em Nova York. O ex-engenheiro de satélites da NASA, John Ramsey, assumiu a função de arquiteto e integra a equipe formada por executivos e administrador financeiro. O grupo propõe a construção de um parque subterrâneo, a ser erguido em uma estação de metrô abandonada há mais de 60 anos, no bairro Lower East Side.


    O conceito de transformar construções antigas em parques não é totalmente inovador. Em 1993, a França construiu o primeiro parque elevado da história, o Promenade Plantée, com extensão de 4,7 quilômetros e totalmente montado sobre o trecho de uma antiga estrada de ferro desativada em 1969.


    Em Nova York também existe outro parque construído a partir de uma linha férrea abandonada. Em 1999, moradores se uniram contra a demolição da estrutura de 2.33km de extensão, que datava de 1934. Inaugurado em 09 de Junho de 2009, o High Line está localizado no centro de Manhattan e tem uma programação com eventos e aulas de yoga ao longo do ano.


    O desafio deste novo projeto, batizado como 'The Low Line', é levar a luz natural para baixo da terra. Para isso, serão utilizados cabos de fibras óticas e espelhos. De acordo com os realizadores, o parque vai possibilitar o crescimento de plantas e trazer mais um agradável espaço público para a cidade. O projeto será apresentado aos órgãos responsáveis e pode ser aprovado ou não.

    O ex-engenheiro de satélites da NASA, John Ramsey, propõe a construção de um parque subterrâneo em uma estação de metrô abandonada há mais de 60 anos, no bairro Lower East Side, em Nova York.

    Rock in Rio: 29 9 - 29 (Divulgação Rock in Rio)

    Joss conversou muito com o público durante o show. Fãs vibraram muito com cada uma das interações da cantora


    Rock in Rio: 29 9 - 2 (Divulgação)


    Mesmo com o sol forte, o Jamiroquai chegou cedo para o ensaio


    Rock in Rio: 29 9 - 3 (Divulgação)


    Usando roupas fresquinhas, as backing vocals soltaram a voz no Palco Mundo


    Rock in Rio: 29 9 - 4 (Divulgação)


    Enquanto isso, o restante da banda fazia os últimos ajustes para garantir um show espetacular para o público da Cidade do Rock


    Rock in Rio - 36 (AgNews)


    Herbert Vianna, do Paralamas do Sucesso, cantou o sucesso “Será”


    Rock in Rio - 37 (AgNews)


    Dinho Ouro Preto, fã confesso da banda, também cantou ao lado do time de astros. A banda Aborto Elétrico, primeira de Renato Russo, foi fonte de inspiração para a criação do Capital Inicial


    Rock in Rio - 38 (AgNews)


    A cantora Pitty apresentou a música “Índios” e também cantou ao lado dos colegas no bis


    Rock in Rio: 29 9 - 40 (AgNews)


    A novata Janelle Monáe subiu ao Palco Mundo na sequência

    Microsoft anuncia redução de preço do videogame e uma série de novidades sobre o futuro da marca Xbox no Brasil


    Modelo mais barato de Xbox nacional com Kinect custará R$1.099



    Modelo mais barato de Xbox nacional com Kinect custará R$1.099
    Um dia de excelentes notícias para o mercado nacional de games. Assim pode ser definida a apresentação da Microsoft na manhã desta terça-feira, 27.
    Através de dois eventos simultâneos, um em São Paulo, outro em Brasília, uma série de novidades sobre o futuro da marca Xbox no Brasil foram anunciadas.
    Na capital paulista, o gerente da divisão de games da Microsoft, Guilherme Camargo, foi o responsável pelo pronunciamento que teve início com apresentação sobre o histórico de pioneirismo da Microsoft com o Xbox no Brasil.
    Como complemento, um breve panorama ilustrou os números que comprovam o êxito do console no país e suas constantes reduções de preço, chegando ao total de nove dentro do período de seis anos desde a chegada do aparelho.
    Mas o assunto principal era mesmo a aguardada redução de preços em decorrência da possível fabricação do Xbox no Brasil. E foi o que aconteceu. Camargo anunciou que, a partir do próximo dia cinco de outubro, já será possível encontrar consoles oficialmente brasileiros com até 40% de redução no preço.
    A nova tabela diminui o valor do Xbox 360 com HD de 4GB de R$1.299 para R$799. O modelo mais robusto, com 250GB de HD e que antes custava R$1.599,00, agora passa a custar R$1.099.
    Os kits do Xbox nacional com o Kinect - que não terá fabricação nacional e continua sendo importado - também sofrem redução: o modelo com 4GB de HD com o Kinect passa a custar R$1.099, enquanto que o console com 250GB de HD também com o Kinect terá seu preço em R$1.399.
    Outra parte importante do pronunciamento se deu no momento da revelação dos parceiros da Microsoft nessa investida pela nacionalização do console e de seus jogos.
    A produção dos aparelhos - que terão seus componentes importados -ficará por conta da Flextronics, gigante do ramo de TI. Estima-se que a capacidade instalada de fabricação será de 17 mil unidades por semana.
    Os jogos First Party (produzidos pela própria Microsoft), que também terão produção no Brasil, estarão a cargo da Arvato Bertelsmann, que já produz jogos de grandes desenvolvedoras como a Disney.
    Ainda segundo Camargo: "Toda a ação no Brasil será complementada com o trabalho para a total localização dos jogos para o português , sendo que todos os jogos first party produzidos aqui serão legendados ou dublados ou em alguns casos , de acordo com pesquisa de mercado, receberão as duas opções".
    Sobre o preço dos jogos com fabricação nacional, Guilherme Camargo concluiu: "A produção local viabiliza de imediato a redução de preços, tornando possível o lançamento de títulos triplo A (como são chamados os grandes lançamentos) por R$129 e títulos de Kinect por R$99".
    Os primeiros jogos a fazer parte dessa lista são: Forza 4 (por R$129), Gunstringer + Fruit Ninja, Dance Central 2, Kinect Sports, Hallo Anniversary e Kinect Disneyland Adventures (todos por R$99).
    Antes de encerrar a apresentação, Guilherme Camargo e o time responsável pelo Xbox no Brasil comentaram ainda que outras novidades sobre o Xbox e a linha de games nacionais devem surgir na próxima semana em um showcase na cidade de São Paulo.
    O pronunciamento na capital federal teve o comando do presidente da Microsoft Brasil, Michel Levy.

    Vacina anti-HIV: sucessos iniciais


    Após décadas de esperanças frustradas, os desenvolvedores de vacinas contra o HIV estão se permitindo uma cautelosa atitude otimista. Em conferência realizada em Bancoc, na Tailândia, cientistas relataram indícios moleculares que ajudam a explicar o primeiro sucesso de um teste da vacina em humanos. O resultado pode indicar o caminho para a produção de mais vacinas no futuro.
    ''É possível afirmar que este foi até agora o experimento mais bem-sucedido’', afirma Adriano Boasso, imunologista do Imperial College de Londres.
    O estudo analisou amostras clínicas de um teste da vacina RV144 realizado anteriormente com mais de 16 mil pessoas. Em 2009, três anos após a aplicação da vacina, os cientistas relataram que, para os voluntários que receberam a vacina, a probabilidade de contrair a doença diminuiu 30 por cento em relação aos que receberam placebo.
    Os resultados modestos marcaram o primeiro sucesso de um teste da vacina em humanos – dois anos após o notório fracasso da vacina produzida pelo laboratório farmacêutico Merck. Porém, o teste da Tailândia também deixou os pesquisadores intrigados.
    Maior do que a soma das partes O regime de vacinação consistia em dois componentes que fracassaram quando sozinhos: a vacina primária ALVAC-HIV (vCP1521), que continha diversas proteínas do HIV, seguida da vacina de reforço AIDSVAX, feita de uma proteína da superfície do HIV. A primeira foi produzida pelo laboratório Sanofi-Pasteur, de Lyon, na França, e a segunda, pelo australiano VaxGen, de Brisbane. Contudo, duas das três medições usadas pelos pesquisadores para determinar se a vacina prevenia a infecção por HIV não revelaram diferenças que alcançassem significância estatística entre vacinados e o grupo de controle. No último estudo, os pesquisadores formaram uma equipe para examinar o sangue dos voluntários em busca de indicadores imunológicos diferentes das 41 pessoas que receberam a vacina e contraíram HIV em comparação com as 205 pessoas que não contraíram o vírus. A pesquisa foi realizada pela Universidade de Mahidol, em Bancoc, e pelo Programa de Pesquisas do HIV das Forças Armadas Americanas, em Washington.
    A investigação não foi concluída. Até o momento, porém, a equipe descobriu dois indícios moleculares que explicam porque para algumas pessoas a vacina preveniu contra o HIV, mas para outras não. Para os voluntários cujo sangue continha um anticorpo em forma Y denominado imunoglobulina G (IgG), que reconhece uma parte do envelope externo do HIV, denominada laço V2, a possibilidade de contrair o vírus era 43 por cento menor do que para os indivíduos cujos sistemas imunológicos não produziam esses anticorpos.
    Entretanto, os participantes que produziram grandes quantidades de outro tipo de anticorpo, denominado IgA, que reconhece diferentes partes do envelope do HIV, evoluíram desfavoravelmente no teste – a probabilidade de infecção era 54 por cento maior em comparação às pessoas que produziam esses anticorpos. Contudo, essa reação imunológica não tornava as pessoas mais suscetíveis de contrair o vírus do que os participantes que receberam o placebo.
    Os pesquisadores ainda estão estudando esses resultados. Segundo Nelson Michael, diretor do Programa de Pesquisas em HIV das Forças Armadas, os resultados reasseguraram que a vacina protegeu alguns dos participantes do HIV e que o sucesso não significou um acaso estatístico. "Isso proporciona credibilidade biológica aos resultados da pesquisa inicial’', afirma. ''Isso sugere que os resultados da pesquisa com a RV144 estava relacionado à vacinação’'.
    O caminho a seguir Segundo Barton Haynes, diretor do Instituto de Vacinação Humana de Duke, em Durham, na Carolina do Norte, que coordenou o estudo de acompanhamento, afirmou em entrevista coletiva à imprensa que os resultados gerariam hipóteses para outros estudos. ''O que temos no momento são pistas que ajudam explicar porque a vacina funcionou. Nós não obtivemos resultados assim nos últimos 30 anos. Ele é muito importante para esse campo de investigação’'. Os pesquisadores já estão planejando verificar se anticorpos como os encontrados nos participantes exercem o mesmo efeito em primatas infectados com um vírus análogo ao HIV. Esses experimentos determinarão se as respostas imunológicas são responsáveis pelo sucesso ou fracasso da vacina em determinadas pessoas ou se estão apenas ligadas a fatores subjacentes.
    Em última análise, segundo Michael, as novas descobertas devem servir de orientação para pesquisas futuras e para o desenvolvimento de vacinas. A equipe está planejando realizar testes de acompanhamento de uma vacina semelhante com homossexuais masculinos da Tailândia – um grupo em elevado risco de contrair o vírus – bem como pesquisas na África do Sul, que necessitarão de vacinas que identifiquem um subtipo diferente do HIV.
    Com base nos últimos resultados, é possível que essas novas vacinas sejam remodeladas para estimular a produção de anticorpos IgG, que reconhecem o laço V2 do HIV, afirma Michael. ''Com certeza, essa pesquisa precisará do empenho de muitas pessoas, o que é positivo’', afirma.
    Outra pesquisa apresentada em Bancoc apoia a teoria de que atacar o V2 pode ser uma forma de combater o HIV. Segundo Michael, os vírus coletados dos participantes da pesquisa com a RV144 que contraíram o HIV possuem mutações nesta região, o que sugere que o laço V2 estava sendo atacado pelo sistema imunológico. Nesse meio tempo, foram realizados testes de uma vacina em macacos. Os animais que produziam os anticorpos que identificam o V2 estavam menos propensos a morrer em consequência do SIV, vírus da imunodeficiência que afeta macacos.
    Segundo Dan Barouch, imunologista da Escola de Medicina de Harvard, em Boston, que liderou o estudo com os macacos, ter observado reações imunológicas semelhantes em humanos e macacos que receberam vacinas diferentes forneceu garantias de que vale a pena pesquisar o laço V2. Porém, ele afirma que os pesquisadores não devem parar de procurar outras frestas na armadura do vírus.
    Por exemplo, Wayne Koff, vice-presidente sênior de pesquisa e desenvolvimento da Iniciativa Internacional de Vacinas contra a Aids, com sede em Nova York, aponta os anticorpos neutralizadores do vírus obtidos de pacientes infectados com o HIV de forma crônica como outra estimulante direção a seguir para a produção de vacinas. ''Este é um período de renascimento para o desenvolvimento de vacinas contra o HIV’', afirma.
    The New York Times News Service/Syndicate - Todos os direitos reservados. 

    FAMOSIDADES


    Por MÁRCIO OGATA, enviado especial ao Rock in Rio
    RIO DE JANEIRO - A primeira parte do Rock in Rio terminou na madrugada desta segunda-feira (26). Foram três dias de uma mistura grande de estilos, com 15 bandas ou artistas tocando no palco Mundo. Isso sem contar nas arenas paralelas montadas na Cidade do Rock.
    O festival retomará suas atividades na próxima quinta-feira (29), para mais quatro dias de shows.
    A reportagem do MSN Entretenimento fez um balanço, com notas de 1 a 10, do que foi legal e do que não deu certo nesta primeira fase. Avaliamos desde a organização até as próprias estrelas da música. Confira isso nos próximos links.
    Arquivo
    Arquivo
    Nota 1: Assaltos na Cidade do Rock
    A polícia militar diz que o número de ocorrências nos três primeiros dias (cerca de 300) é pequeno levando-se em conta as pessoas que estão no festival (aproximadamente 100 mil por data). Muitos fãs não fizeram boletim de ocorrência após terem suas carteiras e celulares furtados, o que poderia aumentar significativamente este número. Os seguranças contratados parecem incapazes e insuficientes para tentar barrar a ação dos criminosos.
    Arquivo
    Arquivo
    Nota 2: Filas para comer
    Alimentar-se na Cidade do Rock é perder pelo menos 1 hora dos shows. Faltam mais opções e melhor treinamento aos funcionários para atender a quantidade de gente que está no Rock in Rio.
    Arquivo
    Arquivo
    Nota 3: Lixo e mais lixo
    Um dos pilares da quarta edição é que seria um festival preocupado com o meio ambiente. Porém, o que se vê, após algumas horas na Cidade do Rock, é que o local mais parece um lixão. E umas das causas disso é o pequeno número de lixeiras. O público acaba jogando tudo no chão. Ah, e um detalhe: se falamos em meio ambiente, não podemos pensar em plástico, correto? Pois não é assim no Rock in Rio. Todos os lanches de uma lanchonete do evento só entrega seus sanduíches em um pequeno recepiente do material. 
    Arquivo
    Arquivo
    Nota 4: Trânsito e esquema de ônibus deixam a desejar
    No único dia que o esquema de trânsito foi realmente testado - na sexta-feira (23) - a estratégia falhou. O percurso entre a zona sul do Rio de Janeiro até a Cidade do Rock não levava menos de 2h30. Apenas no fim de semana a chegada do público foi mais tranquila. Logo, prepare-se para o caos novamente na quinta e sexta-feira. Outro pilar deste Rock in Rio seria, na teoria, o esquema de ônibus fretado. Comprado com antecedência, o ticket ainda dava direito a escolher o melhor horário para o fã pegar o transporte. Porém, em alguns bairros, como Ipanema, a desorganização foi tamanha que muita gente perdeu os shows. Funcionários vendiam o mesmo ticket, que deveria ter sido comprado antes, na hora e deixavam os "espertinhos" passarem na frente de quem se planejou com antecedência.
    Arquivo
    Arquivo
    Nota 5: Line up equivocado
    Claro que não dá para agradar gregos e troianos, mas existitiram até aqui alguns equívocos na formação da grade de apresentação. Não dá para entender, por exemplo, o Sepultura tocando em um dos palcos paralelos. E bandas sem muita expressão, como a Glória, abrindo os shows principais da noite. Outra mudança mal feita foi a inversão de horário entre Rihanna e Elton John. O fato deixou a apresentação da morena modorrenta, já que o público não conseguiu entrar na pegada do show com a apresentação de Sir Elton pouco antes. Até agora a maioria das apresentações deixaram a desejar. Muita expectativa para pouco resultado. Um exemplo disso é a própria Rihanna. Outro que decepcionou foi o Snow Patrol. 
    Arquivo
    Arquivo
    Nota 6: Homenagem
    O Red Hot Chili Peppers fez bonito ao aceitar homenagear o filho de Cissa Guimarães, Rafael Mascarenhas, durante sua apresentação no sábado (24). O jovem, que morreu atropelado no ano passado, era fã da banda e faria aniversário justamente no dia da apresentação deles.
    Arquivo
    Arquivo
    Nota 7: Palcos paralelos
    Realmente uma ótima ideia da organização a criação de outras atrações para entreter o público. O que não falta na Cidade do Rock é opção de diversão. A charmosa Rock Street consegue dar um clima especial e diferente no meio de uma multidão.
    Arquivo
    Arquivo
    Nota 8: Katy Perry
    Não é à toa que emplacou cinco hits de seu álbum "Teenage Dream" na parada da Bilboard. Fez um show colorido, alegre e vibrante, cheio de hits. Ainda conseguiu colocar entre os tópicos mais comentados do Twitter o tal Julio de Sorocaba, após dar um beijo no rapaz em cima do palco.
    Arquivo
    Arquivo
    Nota 9: Metallica
    Eles já vieram ao Brasil algumas vezes? Sim. Sempre tocam as mesmas músicas nos shows? Sim. Mas mesmo assim, fizeram uma apresentação impecável e fecharam a "noite do metal" com muito entusiasmo. Ainda teve uma bela homenagem a Cliff Burton, baixista que morreu em um acidente de ônibus, na década de 80.
    Arquivo
    Arquivo
    Nota 10: Slipknot
    Os mascarados fizeram, até aqui, o melhor show da quarta edição do Rock in Rio. Mesmo quem não conhecia a banda ficou impressionado com a presença de palco do grupo. Conseguiu esquentar muito bem a plateia para o show do Metallica.

    $ok={Aceitar!} $days={7}

    O "Minha Cidade em Foco" usa cookies para melhorar sua experiência. Saber mais

    MKRdezign

    {facebook#http://www.facebook.com/MundoMS} {twitter#http://twitter.com/MundoMSOficial} {google-plus#http://plus.google.com/+MundoMSOficial} {pinterest#http://br.pinterest.com/MundoMS/} {youtube#http://www.youtube.com/c/MundoMSOficial} {instagram#http://www.instagram.com/mundomsoficial}

    Fale com o Mundo MS

    Nome

    E-mail *

    Mensagem *

    Tecnologia do Blogger.
    Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget