Rock in Rio: Os acertos e erros dos três primeiros dias

FAMOSIDADES


Por MÁRCIO OGATA, enviado especial ao Rock in Rio
RIO DE JANEIRO - A primeira parte do Rock in Rio terminou na madrugada desta segunda-feira (26). Foram três dias de uma mistura grande de estilos, com 15 bandas ou artistas tocando no palco Mundo. Isso sem contar nas arenas paralelas montadas na Cidade do Rock.
O festival retomará suas atividades na próxima quinta-feira (29), para mais quatro dias de shows.
A reportagem do MSN Entretenimento fez um balanço, com notas de 1 a 10, do que foi legal e do que não deu certo nesta primeira fase. Avaliamos desde a organização até as próprias estrelas da música. Confira isso nos próximos links.
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Nota 1: Assaltos na Cidade do Rock
A polícia militar diz que o número de ocorrências nos três primeiros dias (cerca de 300) é pequeno levando-se em conta as pessoas que estão no festival (aproximadamente 100 mil por data). Muitos fãs não fizeram boletim de ocorrência após terem suas carteiras e celulares furtados, o que poderia aumentar significativamente este número. Os seguranças contratados parecem incapazes e insuficientes para tentar barrar a ação dos criminosos.
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Nota 2: Filas para comer
Alimentar-se na Cidade do Rock é perder pelo menos 1 hora dos shows. Faltam mais opções e melhor treinamento aos funcionários para atender a quantidade de gente que está no Rock in Rio.
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Nota 3: Lixo e mais lixo
Um dos pilares da quarta edição é que seria um festival preocupado com o meio ambiente. Porém, o que se vê, após algumas horas na Cidade do Rock, é que o local mais parece um lixão. E umas das causas disso é o pequeno número de lixeiras. O público acaba jogando tudo no chão. Ah, e um detalhe: se falamos em meio ambiente, não podemos pensar em plástico, correto? Pois não é assim no Rock in Rio. Todos os lanches de uma lanchonete do evento só entrega seus sanduíches em um pequeno recepiente do material. 
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Nota 4: Trânsito e esquema de ônibus deixam a desejar
No único dia que o esquema de trânsito foi realmente testado - na sexta-feira (23) - a estratégia falhou. O percurso entre a zona sul do Rio de Janeiro até a Cidade do Rock não levava menos de 2h30. Apenas no fim de semana a chegada do público foi mais tranquila. Logo, prepare-se para o caos novamente na quinta e sexta-feira. Outro pilar deste Rock in Rio seria, na teoria, o esquema de ônibus fretado. Comprado com antecedência, o ticket ainda dava direito a escolher o melhor horário para o fã pegar o transporte. Porém, em alguns bairros, como Ipanema, a desorganização foi tamanha que muita gente perdeu os shows. Funcionários vendiam o mesmo ticket, que deveria ter sido comprado antes, na hora e deixavam os "espertinhos" passarem na frente de quem se planejou com antecedência.
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Nota 5: Line up equivocado
Claro que não dá para agradar gregos e troianos, mas existitiram até aqui alguns equívocos na formação da grade de apresentação. Não dá para entender, por exemplo, o Sepultura tocando em um dos palcos paralelos. E bandas sem muita expressão, como a Glória, abrindo os shows principais da noite. Outra mudança mal feita foi a inversão de horário entre Rihanna e Elton John. O fato deixou a apresentação da morena modorrenta, já que o público não conseguiu entrar na pegada do show com a apresentação de Sir Elton pouco antes. Até agora a maioria das apresentações deixaram a desejar. Muita expectativa para pouco resultado. Um exemplo disso é a própria Rihanna. Outro que decepcionou foi o Snow Patrol. 
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Nota 6: Homenagem
O Red Hot Chili Peppers fez bonito ao aceitar homenagear o filho de Cissa Guimarães, Rafael Mascarenhas, durante sua apresentação no sábado (24). O jovem, que morreu atropelado no ano passado, era fã da banda e faria aniversário justamente no dia da apresentação deles.
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Nota 7: Palcos paralelos
Realmente uma ótima ideia da organização a criação de outras atrações para entreter o público. O que não falta na Cidade do Rock é opção de diversão. A charmosa Rock Street consegue dar um clima especial e diferente no meio de uma multidão.
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Nota 8: Katy Perry
Não é à toa que emplacou cinco hits de seu álbum "Teenage Dream" na parada da Bilboard. Fez um show colorido, alegre e vibrante, cheio de hits. Ainda conseguiu colocar entre os tópicos mais comentados do Twitter o tal Julio de Sorocaba, após dar um beijo no rapaz em cima do palco.
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Nota 9: Metallica
Eles já vieram ao Brasil algumas vezes? Sim. Sempre tocam as mesmas músicas nos shows? Sim. Mas mesmo assim, fizeram uma apresentação impecável e fecharam a "noite do metal" com muito entusiasmo. Ainda teve uma bela homenagem a Cliff Burton, baixista que morreu em um acidente de ônibus, na década de 80.
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Nota 10: Slipknot
Os mascarados fizeram, até aqui, o melhor show da quarta edição do Rock in Rio. Mesmo quem não conhecia a banda ficou impressionado com a presença de palco do grupo. Conseguiu esquentar muito bem a plateia para o show do Metallica.
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