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Casamento arranjado parece uma coisa antiga, mas em muitas cidades da China esse tipo de acordo ainda é comum. O resultados destes arranjos, porém, são imprevisíveis. Recentemente um noivo cujo casamento foi arranjado pela família ficou tão chateado que quando viu sua noiva pela primeira vez tentou se afogarFoto: Reprodução Mirror

O caso aconteceu na cidade de Shiyan, na província central da ChinaFoto: Reprodução Mirror

O The Mirror relata que antes de tentar tirar a própria vida Kang Hu, de 33 anos, surpreendeu os convidados, familiares e amigos, quando pediu desculpas à noiva Na Sung, de 30 anos, dizendo que ela era "muito feia" para se casarFoto: Reprodução Mirror

Depois da declaração pouco educada, ele saiu do local onde havia se encontrado com a noivaFoto: Reprodução Mirror

Kang tem gostos muito exatos para mulheres e estava sendo forçado a se casarFoto: Reprodução Mirror

Depois que deixou a noiva e os convidados o homem foi visto caminhando ao longo do rio no qual ele repentinamente se jogouFoto: Reprodução Mirror

Transeuntes viram Kang caindo nas águas do rio e chamaram a polícia, que rapidamente chegou e começou o resgate Foto: Reprodução Mirror

O noivo desesperado teve que ser içado para fora da água pelos salva vidasFoto: Reprodução Mirror

Kang foi levado às pressas ao hospital, onde os médicos disseram que ele estava numa condição estável de saúde. Mais tarde, ele explicou seus atos dizendo que se sentia mal sobre o que aconteceu, mas a noiva não era o que ele esperava. 

—Meus pais tinham arranjado isso e eu não conseguia ver nenhuma saída para além do suicídio
Foto: Reprodução Mirror

Você já se imaginou vivendo em uma casa subterrânea? Em Rothenstein, Alemanha, um luxuoso abrigo foi construído subterraneamente.

O abrigo consiste em vários apartamentos acoplados a piscinas, restaurantes, teatros, ginásios e também um serviço próprio de helicóptero.

O Bunker é capaz de resistir a agentes químicos, explosões nucleares, tsunamis, terremotos, ou qualquer outro tipo de catástrofe.

Batizado de "Europa Vivos", o abrigo está sendo mencionado como uma forma de se escapar do fim do mundo e é comparado à mansão do bilionário responsável pela magnífica construção, Robert Vicinio, porém, com absurdas capacidades de salvar vidas.


Em Rothenstein, Alemanha, um luxuoso abrigo foi construído subterraneamente e é protegido contra explosões nucleares.

Ainda não foram revelados os preços exatos de cada apartamento, mas o Bunker é avaliado em, aproximadamente, 1,1 bilhões de dólares, ou seja, provavelmente, somente os mais ricos terão acesso ao abrigo.


Para aqueles que adquirirem um espaço no Bunker, serão oferecidos 762 metros quadrados, além da possibilidade de poder adicionar piscinas, teatros, entre outros.

As famílias terão também acesso a um hospital, uma padaria e muitos restaurantes. Além disso, contarão com salas de aula, televisões, salas para oração, entre muitas outras possibilidades de lazer.


Além de 70 mil metros quadrados de espaço subterrâneo, o Bunker também possui uma área acima do solo, que abrange cerca de 13 mil metros quadrados.

A tecnologia abaixo do solo é surpreendente. O abrigo possui seu próprio sistema de segurança, água, energia, ventilação, sem contar os modernos equipamentos de proteção a explosões.


O abrigo também terá um estoque de espécies animais, um cofre de DNA e, em casos de desastres, seus moradores voarão para os aeroportos mais próximos.

Na verdade, o Bunker foi construído pelos soviéticos durante a Guerra Fria. Hoje, ele se encontra em processo de reforma, iniciado pela empresa Vivos, localizado na Califórnia.


A empresa é responsável também por outros abrigos, e garante que as famílias residentes nos mesmos, são abastecidas com alimentos e outras necessidades por até um ano, sem a necessidade de se deslocarem.



















Fonte: DailyMail

Uma mulher que se envolve com homens ricos em troca de dinheiro contou como terminou um noivado com um homem que amava, tudo porque ele não era multimilionário.

Descrevendo-se como um “bebê de açúcar”, a estudante de enfermagem da Universidade West Coast, EUA, Alex Munoz, de 26 anos, contou que terminou seu relacionamento de três anos com Caesar Romero, de 32 anos, dono de uma empresa de construção, de quem era noiva.

Segundo a moça, embora o antigo parceiro fosse “muito bom e bonito”, ele não podia dar-lhe o que ela queria: uma vida luxuosa.

Isso porque Alex estava acostumada a ter relacionamentos com homens mais velhos e multimilionários antes de conhecer Caesar.

Alex Munoz, de 26 anos, estudante de enfermagem da Universidade West Coast, EUA, contou ter rompido seu noivado porque seu parceiro não era multimilionário.

Ela contou que se encontrava com outros homens duas vezes por semana enquanto namorava com o empresário, e disse que estava se tornando paranoica por ter que esconder seu telefone e iPad dele para evitar que seus casos fossem descobertos.

Alex, então, decidiu romper com o noivo, embora o amasse, de acordo com o que ela mesma relatou.

Seus “namorados” já gastaram cerca de R$ 1.200.000 com ela. Um deles comprou-lhe um carro, outro uma casa e outro uma pantera e cavalos.

Seu principal “namorado” ganha cerca de R$ 85 milhões por ano e paga mais de R$ 80 mil por ano a ela, apenas para ter sua companhia.

“É um acordo mútuo, eles gostam de passar o tempo comigo e eu gosto de passar tempo com eles também”, afirmou a estudante.

Alex também dirige sua própria empresa de limpeza que ela criou com o dinheiro de outro namorado.

Sua família e amigos estão cientes de sua opção de vida e ela também confessou seus casos a Caesar.

Fonte: Mirror e DailyMail

Em 2013, a CIA revelou a exata localização a Área 51 em Nevada
Gabriel Garcia, de INFO Online

São Paulo - Existem extraterrestres em algum lugar do universo, mas com certeza eles não estão na Área 51, que realmente existe.

Quem disse isso foi ninguém menos do que o administrador da Nasa, o Major Charles Bolden. As declarações foram dadas durante uma conversa com crianças inglesas, promovida por um programa de televisão local.

Perguntado por uma menina de 10 anos se ele acreditava em alienígenas, Bolden foi direto: "Acredito que iremos encontrar um dia outras formas de vida, se não em nosso Sistema Solar, então em outro sistema solar — algum dos bilhões de sistemas solares do universo".

O major Bolden também admitiu que a Área 51, base onde o governo americano supostamente mantém extraterrestres capturados, realmente existe. Mas, segundo ele, o que acontece lá é menos empolgante do que se imagina.

"Existe uma Área 51", Bolden disse. "Mas não é o que muitas pessoas pensam. Já estive em um lugar com esse nome, mas era apenas um centro de pesquisa e desenvolvimento convencional. Eu nunca vi alienígenas ou espaçonaves quando estava lá".

Em 2013, a CIA revelou a exata localização a Área 51 em Nevada, dentro de uma série de documentos divulgados pela agência americana.

Ainda segundo os documentos, a base foi criada na Segunda Guerra Mundial, como estoque de armas para a Força Aérea. Mais tarde, se tornou um depósito de lixo nuclear e base de testes para aviões espiões.

Durante a conversa com as crianças inglesas, o major Bolden também afirmou que uma das principais razões pelas quais os seres humanos ainda não pousaram em Marte foi por causa da ausência de banheiros adequados nas espaçonaves.

"Nossas capacidades técnicas ainda não estão onde queremos. Precisamos de melhores suportes de vida, precisamos de um banheiro que não quebre no caminho e que continue funcionando quando pousarmos em Marte. Banheiros são coisas importantes", disse.

Por fim, as crianças perguntaram se a chegada do homem à Lua foi forjada, como afirma uma das teorias da conspiração mais famosas.

"Não tenho dúvidas que fomos para a Lua e não tenho dúvidas que iremos até Marte enquanto vocês estiverem vivos", disse Bolden.

Após polêmica, ministra da ecologia da França, Ségolène Royal, pediu desculpas publicamente após ter feito críticas ao produto Nutella, dizendo que o produto “destrói o planeta”.

Durante uma entrevista ao Canal+, na segunda-feira, 15, Royal fez criticas severas à marca e pediu que os consumidores parassem de consumir o produto.

“Nós temos de replantar muitas árvores por conta do massivo desmatamento, que contribuiu para oaquecimento global. Nós deveríamas parar de comer Nutella, por exemplo, porque ela é feita de óleo de palma”, disse a ministra.

Houve uma grande repercursão após a declaração, até mesmo o ministro do ambiente da Itália, Luca Galletti, disse para a francesa “dexar os produtos italianos em paz”.

A ministra usou seu perfil no Twitter para se desculpar.


 Foto: Youtube

Um usuário de um site de vendas na Alemanha, com codinome de (Der Juli), chamou a atenção após colocar a venda 16 objetos cortados pela metade no leilão online. Entre os objetos estão metade de uma cama, Iphone 5 e até mesmo um carro. Ele explica que se trata da divisão de bens após o término de um namoro de 12 anos.

  Foto: Youtube

  Foto: Youtube

  Foto: Youtube

 Foto: Youtube


 Foto: Youtube

Em um vídeo publicado no Youtube, o usuário ainda manda mensagem para a ex namorada. Assista:


A lista de objetos inclui também: meia caixa de correio, meio aparelho DVD, meio aparelho de telefone, meio sofá, meio armário, meio aparelho de TV, entre outros.


 Foto: Youtube

Os valores dos objetos foram fizados em 1 euro e apenas o carro teve o maior lance até agora, que foi de 55 euros.

(Foto: Reprodução/Ebay.de)

(Foto: Reprodução/Ebay.de)

  Foto: Youtube

 Foto: Youtube

Conheça Kimberley Motley, a ex-miss e advogada que resolveu largar o conforto dos EUA para morar sozinha em Cabul e defender quem nunca teve defesa: meninas afegãs

POR Karin Hueck
Quem vê Kimberley Motley circulando de vestido florido e bolsa de pano no Rio de Janeiro, confortável entre caipirinhas e canapés de camarão, tem dificuldade de imaginá-la em seu ambiente de trabalho. A americana é advogada em Cabul, a capital do Afeganistão, onde passa nove meses do ano sozinha, morando em uma casa trancada por um portão de ferro e que apenas em dias bons conta com água corrente e luz elétrica. O dia a dia ela passa nas cortes, como a única advogada ocidental do país. Defende todos os estrangeiros que se veem metidos em problemas legais por lá - e não são poucos. Começou trabalhando com americanos, e hoje é a advogada oficial das embaixadas italiana, francesa e inglesa. Mas não foi isso que a tornou conhecida nos últimos dez anos. Kimberley ficou famosa por salvar afegãos - afegãs, principalmente - de encrencas.

Kimberley foi parar no Afeganistão em 2003, na primeira vez em que saiu dos EUA, como parte de um programa de educação do governo americano. A ideia era passar apenas alguns meses servindo de apoio legal para as bases militares, mas ela decidiu ficar por lá. Abriu um escritório de advocacia, avisou o ex-marido e os dois filhos pequenos (que hoje em dia são três, dois deles adolescentes) que não voltaria tão cedo para casa e se tornou residente de Cabul. Seu escritório era voltado para o lucro: a ideia era cobrar (bem) caro pelos serviços que prestava. Ela não esperava entrar no mundo das causas humanitárias, mas acabou tropeçando em tantas injustiças nos tribunais afegãos que foi isso que aconteceu. Sem querer, entrou em contato com alguns dos processos jurídicos que mais indignam o mundo ocidental: condenações de mulheres estupradas por parentes ou julgamentos de meninas vendidas para se casarem com homens com o triplo de suas idades. Kim não conseguiu ficar insensível aos problemas, e resolveu usar seus conhecimentos para ajudá-las. "Era uma questão de humanidade. Eu estava lá e podia fazer isso. Não tinha como não ajudar", diz. Encurralada, ela assumiu o papel de heroína.

Para ser respeitada, tento imitar o comportamento de um homem

A justiça afegã é falha e repleta dos problemas que se espera encontrar em uma nação que acabou de sair de uma guerra. Acusados de crimes vão para a cadeia sem julgamento, são julgados sem estar presentes, seus advogados de defesa não têm acesso ao processo a não ser que paguem propina, e mesmo quem trabalha no setor jurídico desconhece as leis. Em um país no qual a maioria das mulheres sequer pode sair de casa sem a autorização expressa de um membro do sexo masculino da família, os tribunais de justiça acabam dominados exclusivamente por homens. Nesse ambiente, Kimberley parece um alienígena. Além de usar apenas roupas ocidentais e não cobrir a cabeça com um lenço ("Para ser respeitada, tento imitar o comportamento de um homem"), a americana compra briga, aponta o dedo e até encosta nos homens que enfrenta nas cortes. É um gesto simples, porém cheio de significado: no Afeganistão, uma mulher pode ser condenada por adultério apenas por ficar no mesmo ambiente de um homem que não for seu parente. Kim não está nem aí. "É uma besteira", diz sobre essas leis. Prova disso é que dirige seu próprio carro e, na maioria dos dias, dispensa seguranças para andar por Cabul.

Kim anda sem véu e dirige o próprio carro

A advogada acredita que não é tão corajosa assim - mesmo depois de sobreviver a um ataque talibã contra um hotel em Cabul em março de 2014, no qual teve de ficar escondida por cinco horas e onde 13 pessoas morreram. Diz que aprendeu a lidar com situações adversas ainda na infância, que passou na periferia de Milwaukee, em Wisconsin, na única família inter-racial do bairro. (O pai é negro americano e a mãe é refugiada norte-coreana. Ambos se conheceram quando o pai serviu na aeronáutica na Guerra da Coreia.) Trabalhou desde cedo também: sua mãe a mandava para o campo cultivar verduras e grãos que deveriam durar até o inverno - assim como ela fazia na Coreia -, o que deixava Kim profundamente constrangida diante dos amigos de escola. Como cresceu em um bairro perigoso, aprendeu desde cedo os trejeitos da rua e o jeito escrachado, pose que manteve ao longo dos anos e que, ela jura, a ajuda a sobreviver no país machista em que trabalha. Até hoje, usa muitas gírias e palavrões para se comunicar.

Assim, é difícil conciliar a imagem da Kim durona com a da Kim que venceu o posto de Mrs Wisconsin (a versão dos concursos de Miss para casadas) em 2004. Desafiada por um amigo numa aposta, ela se inscreveu na disputa sem sequer saber passar maquiagem: "eu nem estava me esforçando!" - e acabou vencendo. Em 2004, disputou o Mrs America também e, desde então, se sente à vontade entre vestidos de gala, acessórios cintilantes e biquínis - tanto que pediu para ser fotografada para a SUPER usando apenas o duas-peças. Optamos pelas fotos que ilustram esta reportagem.

Murro em ponta de faca

Sahar Gul era uma menina de 12 anos quando foi vendida por um irmão para se casar com um homem de 30. Assim que se mudou, foi obrigada pelo marido e a sogra a se prostituir para ajudar nas contas do lar, o que recusou. Como castigo, acabou trancada num quarto e torturada: bateram nela com barras de ferro, queimaram-na com cigarros, arrancaram suas unhas. Quando tentou fugir e pedir ajuda para os vizinhos, eles a devolveram para o marido. Foram meses de tortura antes que sua própria família estranhasse o sumiço e conseguisse resgatar a menina. Kimberley pegou o caso e resolveu levá-lo até a Suprema Corte. Pediu indenizações e prisões para o marido, a sogra e o irmão que havia vendido a menina. "Foi a primeira vez que uma vítima de violência doméstica no Afeganistão foi representada na Justiça", diz Kim. Sahar ganhou a causa. Em um país onde maridos detêm direitos absolutos sobre suas mulheres, e onde não é raro que homens espanquem as esposas até a morte ou cortem seus narizes e orelhas em defesa da honra da família, o caso de Sahar não é pouca coisa. Hoje a menina vive num abrigo e frequenta a escola, embora viva aterrorizada que o ex-marido, recém-libertado da prisão, volte para matá-la.

Esse é apenas um de muitos casos igualmente tenebrosos (leia mais um no boxe ao lado) que renderam fama a Kimberley. Apesar de não falar uma palavra em pachto e não topar pagar qualquer forma de corrupção, ganhou 90% dos casos que assume. Em troca, conquistou visibilidade internacional (foi graças a eles que Kim recebeu o convite para falar no TED Global em outubro, no Rio de Janeiro, onde conversamos com ela). O alcance fora do Afeganistão é importante, porque a advogada ainda não sabe como vai ser a vida na hora em que as tropas americanas saírem do país no final de 2014. Ela pensa em trabalhar em outras jurisdições, e já pega casos na África e outros países da Ásia. Sonha também em ficar uma temporada no Brasil: "quem sabe consigo fazer algo de bom por aqui?" A julgar pelo estilo praiano, adaptada à vida carioca ela já está.

A solução que não foi

Gulnaz estava limpando a casa da família em 2009 quando o marido de sua prima a agarrou. Asadulla amarrou a adolescente, a ameaçou de morte e a estuprou lá mesmo. Foi assim que a menina engravidou. Quando procurou a polícia para denunciar o crime, acabou presa por adultério ainda que não fosse casada - seu estuprador que era. Ficou 18 meses na cadeia, onde deu à luz uma filha e só conseguiu sair de lá quando Kimberley Motley resolveu assumir o caso. A advogada lutou por meses nos tribunais e organizou um abaixo-assinado internacional, até que Gulnaz recebesse o perdão do presidente Hamid Karzai, em 2011. A menina foi inocentada e encaminhada para um abrigo de mulheres. Tudo parecia bem, e a história de final feliz circulou o mundo. Gulnaz e Kimberley viraram heroínas nacionais. Mas não acabou por aí. Logo ficou claro que Gulnaz não podia deixar o abrigo sem autorização de sua família, que, por sua vez, não queria nem saber da menina por causa da "desonra" do estupro. Na prática, ela estava presa de novo e - solteira e com uma filha pequena - sem lugar na sociedade afegã. Assim tomou uma decisão incompreensível para o resto do mundo: casou-se com seu estuprador e aceitou virar sua segunda esposa. Inacreditavelmente, o marido, que havia passado dois anos na cadeia, se viu como a parte lesada nesse arranjo. "Ela estava abandonada, se eu não tivesse uma consciência e me casado com ela, ainda estaria na rua. Foi muito duro para mim", disse Asadulla a um documentário inglês. Já ela é pragmática: "ele me desonrou, mas pelo menos assim a minha filha vai ter um pai". Sem ter como se salvar, Gulnaz mantém as esperanças para a filha.

Disclaimer: Essa matéria faz parte do Arquivo da Revista Superinteressante, e pode conter dados muito antigos que podem não condizer mais com a atualidade.

Se você já se sentiu culpado por dar aquela desculpa esfarrapada para fugir de um encontro, provavelmente esta mulher lhe fara se sentir um pouco melhor. De acordo com uma história publicada pelo The Mirror, Anna Gray, 29 anos, chegou a admitir que até fingiu sua própria morte para evitar sair com um cara.

A moça enviou a sua história à publicação explicando que ela tinha visto algumas vezes um rapaz que ela conheceu online, só que chegou um ponto em que ela não estava mais afim dele. No entanto, o homem não percebeu as dicas que ela estava dando e continuava insistindo em vê-la.

“Ele continuou mandando mensagens para mim e chegou um dia em que ele me enviou um texto dizendo: ‘Eu acho que precisamos nos encontrar esta noite! Eu estarei na sua casa daqui 30 minutos’”, revelou.

Para escapar, Anna fingiu ser sua irmã afirmando que ela estava no hospital com uma “doença grave”. Quando ele continuou persistindo na ideia de visitá-la, ela então soltou a bomba de que havia morrido.

Com o coração partido, o cara nunca mais respondeu. No entanto, Anna revelou que alguns meses depois, o homem em questão lhe enviou uma “mensagem horrível” após avistar o seu perfil em outro site de namoro. “Não posso culpá-lo por isso”, finalizou.

Fonte: POP

Com dificuldades de encontrar um marido, uma mulher de 40 anos decidiu apostar em uma forma curiosa na tentativa de achar um pretendente. Wina Lia publicou um anúncio em que coloca a casa à venda e se oferece como “noiva” do futuro comprador.

Lia publicou o anúncio no site Rumahdijual.com. Em entrevista à imprensa local, ela admitiu que está à procura de um companheiro. Ela destacou que só quer encontrar um homem sério que esteja disposto a se casar com ela.

A casa de 523 metros quadrados fica em Yogyakarta, na ilha de Java, na Indonésia, e foi colocada à venda por 999 milhões de rúpias indonésias (quase R$ 240 mil).

Fonte: G1

Homem observa erupção do Sinabung, em Tiga Serangkai(Foto:divulgação) 

Mais de 10.000 habitantes de zonas vizinhas ao vulcão Sinabung, no oeste da Indonésia, foram retiradas de suas casas desde o início de junho por causa das violentas erupções. Todos as pessoas foram alojadas em prédios públicos ou templos em Kabanjahe, uma cidade próxima na ilha de Sumatra. 

Ontem, o Sinabung registrava uma importante atividade vulcânica, projetando cinzas, pedras e fumaça a três quilômetros de distância, declarou uma fonte da estação de observação do Monte Sinabung, que fica a 2.500 metros de altitude. 

Segundo a fonte, pode levar semanas até o vulcão voltar a se acalmar. Em fevereiro de 2014, uma erupção do Sinabung causou a morte de 16 pessoas. Sinabung é um dos 129 vulcões ativos na Indonésia, um arquipélago situado no chamado “cinturão de fogo do Pacífico”. 

O vulcão Merapi, o mais ativo do país e localizado na ilha de Java, a 2.900 metros de altitude, registra desde 2010 uma série de erupções que já causaram a morte de 350 pessoas. As imagens do vulcão de longe mostram a chamada nuvem piroclástica, fenômeno natural que arrasta cinzas em um fluxo de gás a até 1500°C e podendo atingir grandes velocidades.

Da France Presse


A antológica cena de Marilyn no filme "O pecado mora ao lado", de Billy Wilder, em 1955(Foto:divulgação) 

Do Portal Metrópole

Um oficial aposentado da CIA de 78 anos de idade, Normand Hodges, fez uma série de confissões surpreendentes desde que foi internado no Hospital Sentara Geral. Ele afirma que cometeu 37 assassinatos para o governo americano entre 1959 e 1972, incluindo a atriz e modelo Marilyn Monroe.

Sr. Hodges, que trabalhava para a CIA por 41 anos como um agente com habilitações de segurança de nível superior, alega que ele foi muitas vezes empregado como um assassino pela organização, para assassinar indivíduos que podiam representar uma ameaça à segurança do país.

Treinadopor um franco-atirador e um especialista em artes marciais, o sr. Hodges diz que também tem uma experiência significativa com métodos menos convencionais de infligir danos aos outros, como venenos e explosivos.

Mr. Hodges jura que se lembra vividamente de cada um dos assassinatos que cometeu para a CIA. Ele afirma que todos os 37 dos assassinatos cometidos no solo americano foram ordenados por seu comandante, major James “Jimmy” Hayworth.

O homem idoso alega que cometeu seus assassinatos entre agosto de 1959 e março de 1972, num momento em que ele diz que “a CIA tinha sua própria agenda”. Ele diz que ele era parte de uma célula operacional de cinco membros que realizou assassinatos políticos em todo o país.

A maioria de suas vítimas era ativistas políticos, jornalistas e dirigentes sindicais, mas ele também afirma que matou alguns cientistas e artistas cujas ideias representavam uma ameaça para os interesses dos Estados Unidos.

Mr. Hodges diz que Marilyn Monroe permanece única entre as suas vítimas, já que ela é a única mulher que ele assassinou. Ele afirma que não se lamenta, no entanto, ele diz que ela se tornou uma “ameaça para a segurança do país” e teve que ser eliminada. “Tivemos evidências de que Marilyn Monroe não só tinha dormido com Kennedy, mas também com Fidel Castro”, afirma M. Hodges “Meu comandante, Jimmy Hayworth, me disse que ela tinha que morrer, e que tinha que parecer um suicídio ou overdose. Eu nunca tinha matado uma mulher antes, mas eu obedeci as ordens. Eu fiz isso para a América! Ela poderia ter transmitido informações estratégicas para os comunistas, e não podíamos permitir isso! Ela tinha que morrer! Eu só fiz o que tinha que fazer!”, narra.

Marilyn Monroe morreu em 5 de agosto de 1962, há 52 anos. O sr. Hodges afirma que ele entrou em seu quarto enquanto ela dormia e lhe injetou uma dose maciça de hidrato de cloral (um poderoso sedativo), misturado com Nembutal (a curta ação barbitúrico), causando sua morte.

A testemunha mais importante na história depois de o próprio sr. Hodges, é seu suposto comandante, major James Hayworth, que morreu de um ataque cardíaco em 2011. Dois dos outros três “assassinos da CIA” identificados pelo sr. Hodges também estão mortos, e o último, o capitão Keith McInnis, desapareceu em ação em 1968 e é dado como morto.



O assassinato de Marilyn Monroe

O livro The Murder of Marilyn Monroe: Case Closed (Em tradução livre: O Assassinato de Marilyn Monroe: Caso Concluído) trouxe à tona mais uma polêmica sobre a morte da atriz, mas continua com dúvidas sem resposta. A obra, assinada pelos jornalistas investigativos Jay Margolis e Richard Buskin, afirma que a atriz não se suicidou, mas sim foi assassinada com uma injeção letal numa ação orquestrada por Robert Kennedy.

Segundo a obra, a intenção era silenciar Marilyn para que não revelasse seu romance com Bobby e seu irmão John Kennedy, então presidente dos Estados Unidos. O temor surgiu depois de Bobby ter descoberto a existência de um diário, onde a atriz detalhou a relação com os dois.

Segundo a obra, Bobby teria contado com a ajuda do ator Peter Lawford, e do psiquiatra de Marilyn, dr. Ralph Greenson. Segundo os autores, o livro traz depoimentos de testemunhas oculares e outras entrevistas.

O livro cita uma confissão que teria sida feita por Lawford num acesso de culpa: ‘Bobby Kennedy estava determinado a calá-la, independentemente das consequências. Foi a coisa mais louca que já fiz e eu estava louco o suficiente para deixar que isso acontecesse”.

Segundo o livro, o assassinato teria sido supostamente testemunhado pelo enfermeiro James C. Hall, que chegou na casa do astro de cinema e viu o dr. Greenson aplicando uma injeção no coração da atriz.

Depois de um romance com JFK, Marilyn teria se encantado por Bobby. Apaixonada, ela teria ouvido de Bobby uma promessa de casamento. No entanto, quando Bobby começou a se afastar, a atriz passou a ameaçá-lo, dizendo que daria uma entrevista coletiva para revelar seus casos com os irmãos Kennedy e todos os segredos perigosos que sabia sobre a família.

E disse que tinha escrito tudo num pequeno diário, que mantinha escondido.

Nervoso, o irmão do presidente teria ido à casa da atriz na tarde do dia 04 de agosto de 1962 para encontrar o diário. Os dois brigaram e a atriz teria ameaçado Bobby com uma faca. Ele foi embora e retornou no mesmo dia à noite, com dois seguranças, e só saiu por volta da 10h30 da noite.

Mais tarde, a governanta da atriz, Eunice Murray, que teria se incomodado com os latidos incensantes do cachorro da atriz, pediu ao filho que fosse ver o que estava acontecendo. Norman Jefferies encontrou Marilyn deitada sobre a cama, com a cabeça caída para fora e chamou uma ambulância, suspeitando de overdose. Os enfermeiros chegaram e ainda tentaram uma massagem cardíaca para reanimá-la, mas não tiveram sucesso.

Após a morte, o livro afirma que os Kennedy teriam até subornado testemunhas para que nada fosse revelado. The Murder of Marilyn Monroe: Case Closed chegou às livrarias americanas no dia 3 de junho.

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