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O controle de segurança do YouTube é bem severo em relação a conteúdo sensual em vídeos. No entanto, de acordo com a jovem Aimee Davison, as regras não servem para todos. Inconformada com a “censura” em um vídeo seu onde ela alega não haver nenhuma cena picante, a menina resolveu lançar um protesto: “Salvem os Seios”.

Campanha polêmica pede mais consciência na restrição de idade do YouTube (Foto: Reprodução)

O motivo da irritação é simples: quando os vídeos passam a ter restrições de vídeos, também há limitações para os anunciantes, o que impede os usuários de ganharem dinheiro com as gravações. Davison explicou que há a velha história do “dois pesos e duas medidas” nestes casos.

“Tem um vídeo de um comediante entrevistando uma mulher com seios fartos chamada Jordan Carver. Ela faz café para ele pegando o creme e o açúcar de dentro do sutiã. E ele tem anúncios sem problemas. Uma vez, eu publiquei um vídeo em que apareci na banheira, mas toda coberta pela espuma de banho, não dá nem para ver os meus seios, e ele acabou restrito”, comentou.

Segundo ela, o YouTube pode marcar seu vídeo como impróprio pelo simples fato de falar sobre seios, ter seios grandes ou usar uma roupa decotada. Mesmo que as gravações não tenham conteúdo relacionado a sexo. A jovem destaca ainda que as interpretações sobre as regras do YouTube de conteúdo inapropriado são muito vagas e acabam sendo coniventes com alguns usuários e duras demais com outros.

“É um absurdo. E eu espero que, caso isso continue, pelo menos os anunciantes possam fazer suas propagandas também nos vídeos com categorias de maiores de 18 anos, caso eles optem por isso. Com certeza, haveria muita gente interessada, na minha opinião. Infelizmente, hoje não há nenhuma opção de anúncio para vídeos desta categoria e isso tem que parar”, completou.

A jovem lançou uma petição online com o objetivo de conseguir cinco mil assinaturas para tentar chamar a atenção do YouTube para a sua campanha. Confira o vídeo do protesto abaixo:


Via Daily Dot

Katherine Losse, uma das primeiras integrantes da diretoria do Facebook, resolveu contar sua experiência no maior site de relacionamentos do planeta. O resultado é um polêmico livro, que ainda não chegou ao Brasil, chamado “The Boy Kings” (Os Reis Meninos).


O polêmico livro da ex-funcionária do Facebook ainda não chegou ao Brasil (Foto: Reprodução)

Contratada em 2005 e demitida em 2010, Losse trata de assuntos curiosos na publicação, como o machismo e a hierarquia da companhia, o processo criativo em torno de funcionalidades, além de detalhes “íntimos” do dia a dia dos empregados da empresa.

Algumas revelações não passam de fofocas diárias, enquanto outras têm certa relevância. Losse diz que se demitiu da rede social porque o propósito para o qual a página foi criada "estava se perdendo".

Ela revela ainda que as poucas mulheres que trabalham no local são constantemente assediadas e recebem propostas indecentes, além de terem que usar camisas com fotos de Mark Zuckerberg no aniversário dele. Um outro exemplo de assédio moral era incentivar os empregados a morar perto do trabalho para o caso de alguma emergência.

Segundo a ex-funcionária, o Facebook se tornou "um exército". Ela afirma que a intenção de Zuckerberg e seus soldados era de conquistar o mundo – o que o fundador sempre garante ser possível por meio de uma empresa.

Katherine revela que, depois que outras redes sociais começaram a fazer sucesso, a ordem que vinha de cima era simples: tentar incorporá-la, ou por meio de aquisição (como no caso do Instagram) ou desenvolvimento de características parecidas (citando o Foursquare) com o lançamento do Places. Para a autora, nasceu ali uma obsessão em busca do topo.

Ela ainda conta sobre algumas funcionalidades que acompanhou e nunca saíram do papel, além de falar sobre seu acesso a qualquer conta de qualquer usuário do mundo – independente de suas configurações de privacidade.

A ideia do livro, obviamente, é desmistificar um pouco a imagem de que Mark Zuckerberg é um grande gênio trabalhador e um ótimo patrão. Além, é claro, de mostrar que o que pode parecer um emprego dos sonhos pode acabar se tornando uma tarefa complicada. Segundo a ex-diretora, há regras rígidas, como sempre estar usando o Facebook, nunca sair cedo, fazer hora extra se necessário e, claro, nunca falar mal da plataforma.

Via The Boy Kings



Na última quinta-feira (5), o programa Na Moral, com Pedro Bial, debateu sobre o assédio no trabalho.

Vivendo um momento conturbado com o governo, críticas nas redes sociais e queda de ações na bolsa, a TIM Brasil apresentou nesta sexta-feira, 13 de julho, sua aposta para o futuro. Trata-se do Live, um serviço de banda larga residencial que promete disponibilizar um link de 90 Mbps para o modem na casa do usuário. O TechTudo testou o serviço em São Paulo e atingiu uma velocidade real de 86 Mbps, muito superior a que é entregue na prática em média no Brasil.


Transformador de fibra para cabo (Foto: Nick Ellis)

O serviço utiliza uma solução híbrida que leva a fibra óptica até um transformador instalado em um poste que fica localizado em até no máximo 400 metros das residências. A partir dali já faz a ligação usando os cabos de energia já instalados nos prédios ou casas. Em nossos testes, tivemos um bom desempenho na exibição de vídeos com resolução 4K no YouTube, apesar do serviço ainda passar por alguns limites externos de outros provedores.

A TIM aposta que o consumidor de banda larga está interessado realmente na velocidade que contratou, e vai oferecer o Live a partir de setembro, por enquanto só no Rio de Janeiro e em São Paulo, com uma cobertura de até 80% dentro destas cidades.

Banda larga?

Em uma daquelas coisas que só acontecem no Brasil, os provedores de banda larga atualmente têm o direito de só entregar 10% da velocidade prometida em contrato, e é por isto que a nossa Internet está longe de ser considerada banda larga pelos padrões internacionais.

Presidente da TIM Fiber (Foto: Nick Ellis)

Segundo Rogério Takayanagi, presidente da TIM Fiber, “o brasileiro é o povo mais conectado do mundo, mas no ranking de velocidade, estamos em quadragésimo.”
Uma das razões para que isto aconteça é que a nossa rede de telefonia foi pensada para voz e não para a transmissão de dados.

No Brasil, até 80% das residências estão mais distantes do que 2km das centrais telefônicas, enquanto em países desenvolvidos, esta média é de 20%. Takayanagi diz que com “mais de 2 km da central telefônica, fica impossível entregar via cabo mais do que 2 Mbps”.

Rede de fibra óptica

Com a compra da AES Atimus, empresa do grupo Eletropaulo, a empresa se tornou a proprietária de uma rede de fibra óptica já instalada em mais de 5.000 km em São Paulo e no Rio. A proposta do Live é oferecer um serviço de banda larga de alta velocidade com um custo baixo de instalação, tanto para o cliente quanto para a própria TIM. Com a proximidade entre a fonte de fibra óptica e o modem instalado dentro das casas, o serviço oferece velocidade e constância, o que é muito importante hoje em dia, quando queremos deixar todos os nossos dados armazenados na nuvem, ou seja, em servidores online.

Hotspots Wi-Fi

A TIM planeja ainda instalar hotspots Wi-Fi para oferecer acesso de qualidade em locais onde o Live não consiga chegar a 400 metros das casas, como a Rocinha no Rio de Janeiro e Paraisópolis em São Paulo. O projeto é chegar a 10 mil hotspots até o final deste ano.

Sem combo

A TIM garante que o serviço vai ser lançado de acordo com a nova regulamentação do setor, que prevê um mínimo de 60% da velocidade real prometida. Entre outros diferenciais em relação a concorrência, o serviço não tem multas por quebra de contrato, a TV por assinatura é opcional (oferecida em uma parceria com a SKY) e não existe combo com telefone fixo ou valor promocional com validade de 3 meses.

Modem do LIVE TIM (Foto: Nick Ellis)

A empresa também garante que não vai existir qualquer restrição, limite ou franquia de banda no serviço, incluindo aí o temido 'traffic shaping'. Flavio Lang, diretor de marketing da TIM Brasil, diz que o Live “será oferecido sem obrigação contratual, assim o cliente só fica no serviço se estiver gostando”. As informações sobre preços e planos ainda não foram divulgadas pela TIM.

Se a partir desta semana começarem a aparecer em sua página publicações de marcas que você não curte no Facebook, calma! Isso não é nenhum bug. A rede social está implantando aos poucos uma nova funcionalidade, baseada nos gostos dos seus amigos, e que posta mensagens das páginas que eles curtem nos murais de seus contatos. Mas a novidade está gerando polêmica, afinal, sequer pedem sua autorização para isso.

Feed do Facebook está ganhando cada vez mais novidades (Foto: Reprodução)

Nos últimos dias, diversos usuários recorreram aos fóruns de tecnologia de todo o mundo para expressarem sua insatisfação com o que estava ocorrendo – e que a princípio parecia ser um erro. Muita gente entrava em seu perfil no Facebook e encontrava, no feed de notícias, publicações de páginas que sequer sabiam que existiam. Mas no fim das contas, o Facebook confirmou que se trata de uma nova funcionalidade.
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“Para ajudar pessoas a encontrarem novas páginas, eventos e informações interessantes, disponibilizamos posts de páginas que os amigos "curtem". Estes posts vão incluir conteúdo social destes amigos e, obviamente, respeitarão as configurações existentes”, explica a companhia.

No entanto, não há como impedir que isso aconteça. Caso você não queira receber este tipo de mensagem, vai ter que removê-las uma por uma manualmente. O que você acha da ideia: estimula, de fato, a busca por novas páginas, ou é mais um caso de “invasão” ao seu perfil?

No Facebook, às vezes aparecem posts que nenhum amigo seu curtiu, de uma página que você não curtiu. O que acontece?






No Facebook, às vezes aparecem posts que nenhum amigo seu curtiu, de uma página que você não curtiu. O que acontece? Esta prática do Facebook já dura alguns meses, mas voltou a chamar a atenção.

Isso acontece porque seus amigos curtiram a página. Daí, o Facebook a recomenda para você, exibindo um de seus posts no Feed de notícias. Parece inofensivo, certo? Mas esse conteúdo pode ser inconveniente e até vergonhoso.

No ZDNet, Ed Bott diz que viu no seu feed diversos posts políticos, vindos de páginas que seus amigos “curtem”. Só que nenhum amigo curtiu os posts em si. E estes não são posts patrocinados: é o Facebook que os coloca no feed, como explica a própria empresa:

"Para ajudar as pessoas a encontrar novas Páginas, eventos e outras informações interessantes, elas agora podem ver posts de uma Página que um dos seus amigos curte. Estes posts vão incluir o contexto social dos seus amigos que curtem a Página e vão respeitar todas as configurações existentes."

Foi a mesma explicação dada à Folha, quando posts do Luciano Huck e Marcelo Tas começaram a surgir no feed de brasileiros sem explicação aparente: era porque alguns amigos seus curtiram a página deles. Não precisa curtir os posts: só a página já é o bastante.

Isso é muito irritante. O Facebook diz que “as pessoas podem optar por esconder esses posts”, mas a experiência de Ed Bott foi outra:

"Você pode ocultar histórias individuais à medida que aparecem, mas você não pode impedir a página de postar de novo, e de novo, e de novo. E mesmo que você remova seu amigo completamente do feed de notícias, os posts forçadamente compartilhados aparecem. A única forma de acabar com isto é deixar de ser amigo da pessoa cuja identidade no Facebook está sendo abusada."

E o pior: isso pode ser vergonhoso. Um leitor diz à ZDNet que dois amigos curtiram a página de uma drogaria no Facebook. Então a drogaria fez uma promoção de lubrificante íntimo, e o post da promoção apareceu associado aos dois amigos. Eles não curtiram o post, só a página – mas isso já basta.

Então, rápido! Dê uma olhada no seu perfil do Facebook. O que você “curtiu”? Você realmente gosta disso? E você quer obrigar seus amigos a ver posts dessas páginas? O Facebook começou com esta prática em 9 de maio, mas parece que não vai parar tão cedo.




O Twitter é uma das redes sociais mais populares do mundo
Foto: AFP

RAFAEL GAZZARRINI


O Twitter é uma rede social em que há pessoas de todas as idades, inclusive crianças e menores de idade. Por este motivo, diversas marcas relacionadas a produtos adultos pediam continuamente para que o microblog criasse alguma maneira de restringir a idade dos seus próprios seguidores, pois havia uma preocupação legal em atingir apenas o público consumidor maior de idade.

Para atender a esses pedidos, o Twitter juntou forças com a empresa Buddy Media para desenvolver um método eficiente de filtragem ¿ tanto para as outras empresas quanto para os usuários da rede social. Depois de algum tempo de pesquisa, a parceria deu resultado e uma maneira eficiente de restringir a idade dos seguidores foi lançada esta semana.

As marcas que cadastrarem o seu perfil do Twitter aqui vão poder restringir os seus seguidores por idade. Ou seja, toda vez que alguém requisitar licença para seguir uma dessas empresas, um pedido de confirmação será enviado para a pessoa. Depois disso, é necessário confirmar a idade para conseguir a permissão e se tornar um seguidor.

A Apple admitiu que sua decisão de se retirar do programa de qualificação "verde" para produtos eletrônicos foi um erro e reincorporou-se ao sistema EPEAT (uma ferramenta de validação ambiental de produtos eletrônicos). A mudança aconteceu após várias agências do governo (como a prefeitura de São Francisco) e escolas que usam o EPEAT anunciarem que poderiam desistir de comprar equipamentos da empresa da maçã, incluindo iPads e os computadores Mac.

"Temos escutado de muitos clientes leais à Apple que estavam decepcionados ao saber que havíamos retirado nossos produtos do sistema EPEAT. Reconheco que isso foi um erro", disse o vice-presidente sênior de engenharia de hardware da empresa, Bob Mansfield, de acordo com a agência Reuters.

Nos últimos anos, a Apple tem promovido suas próprias regras "verdes". Recentemente, anunciou uma iniciativa interna para usar fontes de energia mais limpas em seus centros de dados na Carolina do Norte.

Os clientes contataram diretamente a Apple, o que representou uma "parte crítica" para o regresso da companhia ao registro, disse o presidente-executivo da EPEAT, Robert Frisbee.




Rio Vicary (ao centro), de apenas um ano, sofre da Síndrome de Angelman
Foto: Reprodução

O britânico Rio Vicary, de apenas um ano, sofre de uma rara doença genética que faz com que ele durma muito pouco. Ele tem a Síndrome de Angelman, o que significa que, provavelmente, ele não vá conseguir falar ou andar. Além de causar distúrbios de sono, a doença afeta o desenvolvimento intelectual. O menino também é albino, o que o deixou cego. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

Rio foi diagnosticado com a síndrome quando tinha apenas duas semanas de vida. Desde então, passou a maior parte da sua vida em hospitais, sendo monitorado por diversos médicos. Ele está recebendo tratamento especializado no Hospital Infantil de Sheffield. O apoio do serviço de saúde tem sido essencial para os pais do menino, Gemma e Wayne. "Como Rio não dorme e quer brincar o tempo todo, nós conseguimos ter uma trégua três vezes por semana. Sem isso, acho que não seríamos capazes de lidar com a situação", conta a mãe.

"Ele tem uma combinação de doenças, e nós só encontramos uma pessoa no mundo com as mesmas condições, uma menina de um ano na América. Nós rezamos que haja uma cura um dia", diz Gemma.

O menino é alimentado via traqueostomia - com um tubo inserido em seu pescoço. O aparelho foi instalado depois que ele se engasgou com leite. A mãe, que estava sozinha, ligou para a emergência para pedir ajuda. Ela bombeou o peito do menino e conseguiu mantê-lo respirando normalmente até a ambulância chegar.

Gemma tem que verificar se o tubo está sempre limpo. "O tubo é um salvador de vidas. Ele tosse o tempo todo e precisa que eu faça a sucção com o tubo. Mas, em breve, ele deve tirá-lo, e então nós vamos ouvi-lo pela primeira vez", afirma a mãe do menino. Segundo ela, Rio será capaz de produzir sons, mas nunca vai poder falar.

Agora, os pais do menino estão criando um quarto sensorial para ele em casa, para que ele possa passar mais tempo com seus irmãos, Cody, 7 anos, e Jayden, 4.

Síndrome de Angelman

A Síndrome de Angelman é um distúrbio cromossômico herdado da mãe, afetando uma entre 25 mil crianças. Os sintomas costumam aparecer após os seis meses de vida.

Pessoas com essa doença riem frequentemente, principalmente em resposta a estímulos. A hiperatividade e ficar agitando as mãos também são sintomas comum. Há tendência em beliscar, morder e agarrar crianças mais velhas. Os padrões de sono são muito alterados, mas esse sintoma diminui ao final da infância.

Leonardo Sakamoto

Mais uma vez os caçadores de baleias – Japão à frente – conseguiram barrar a criação de um santuário para esses mamíferos no Atlântico Sul. Durante reunião da Comissão Internacional Baleeira (CIB), que está sendo realizada no Panamá, 38 países votaram a favor do santuário contra 21 – era necessário 75% do total de votos. Apesar da proposta ter sido apresentada inicialmente pelo Brasil, em 1998, junto com a Argentina e o Uruguai, a dedicação do governo brasileiro para tentar aprovar o santuário, segundo especialistas no tema, deixou a desejar neste ano.



“A CIB é uma entidade muito anacrônica, com regras imbecis como essa exigência de 75% dos votos para aprovar qualquer medida de gestão significativa”, explica Truda Palazzo, diretor do Centro de Conservação Cetácea e um dos maiores especialistas em cetáceos do país, que está na reunião no Panamá. “Logo, o Japão, com sua corte de ilhotas e paisecos de governos vendidos, mais Noruega, Islândia, Rússia e China, contumazes criminosos oceânicos e opostos à conservação marinha, têm votos suficientes para barrar o santuário.” Palazzo foi um dos responsáveis pela proposta do santuário há 14 anos.

A política de compra de votos pela caça pode ser confirmada pela análise do almirante Ibsen Gusmão Câmara sobre o tema.‏ Precursor nos estudos e na defesa da vida marinha no país, também é um dos grandes especialistas em baleias do Brasil. Segundo o almirante, “há anos o Japão usa a estratégia de apoiar financeiramente pequenos países – ou outros não tão pequenos como a Mongólia – desde que eles se comprometam a votar na CIB de acordo com seus interesses”. De acordo com ele, o procedimento permite que os países caçadores impeçam a aprovação das propostas que não os interessem. “A imoralidade desse procedimento é evidente, mas não há como legalmente impedi-lo.”

O voto de países com pequena extensão territorial têm o mesmo valor que o de gigantes como Estados Unidos, Brasil e China. Desta vez, por exemplo, votaram com o Japão, as ilhas de Antígua, Kiribati, Nauru, Palao, St. Kitts, Santa Lucia e Tuvalu.

A avaliação de entidades ambientais que acompanham a CIB é que o representante brasileiro, embaixador Marcos Pinta Gama, é “competente e esforçado”. Porém, o atual Ministério das Relações Exteriores não estaria dando a devida atenção a essas discussões por desconsiderar temas ambientais como centrais. Ao mesmo tempo, segundo essas entidades, a política brasileira para mamíferos marinhos, executada pelo Ministério do Meio Ambiente, também estaria deixando a desejar.

A caça de baleias pelos japoneses tem sido disfarçada sob o pretexto de “pesquisa científica”, o que é admitido pelas regras da CIB. Dessa forma, mesmo que os animais capturados para “fins científicos” sejam depois enlatados e dispostos nas lojas japonesas (o aproveitamento comercial dessa pesquisa é permitido), eles não estão desrespeitando nenhuma moratória imposta à caça.

“Oficialmente, só através da atuação na CIB a ‘pesquisa científica’ poderia ser contestada. A intensidade com que o Brasil poderia fazê-lo depende do Itamaraty que, pelo visto, não deseja contrariar o Japão. Nos últimos anos, a atitude do Brasil tem sido de, moderadamente, assumir uma posição em favor das baleias, sem criar atritos”, analisa o almirante.

Se por um lado o Japão, com o apoio da Islândia e Noruega, tem conseguido enrolar a criação e o respeito a santuários que impediriam por completo a caça, por outro a paciência de alguns Estados com esse comportamento parece estar se esgotando.

“Países de maior projeção antártica, como o Chile, já avisaram ao Japão que essa frota que massacra ilegalmente baleias na Antártida, dentro de um santuário já existente, será apreendida se chegar perto das águas chilenas”, explica Palazzo. Em sua opinião, o Brasil deveria adotar medidas mais drásticas, incluindo apoiar a Austrália em sua ação na Corte de Justiça Internacional contra a caça japonesa, bem como dar apoio a uma investigação independente da corrupção japonesa na CIB. “Mas duvido que, em Brasília, haja coragem para qualquer ação mais drástica.”

Perseguir ou impedir a ação de navios japoneses com barcos de propriedade de qualquer governo seria considerado um ato de agressão. Hoje, isso fica a cargo de organizações não-governamentais, como o Greenpeace e o Sea Shepherd, que têm, sistematicamente e sem violência, colocado suas embarcações entre os baleeiros e suas presas.

Mas seria interessante imaginar o que aconteceria se uma coalizão de países um dia resolvesse fazer isso no lugar das ONGs. Algo inspirado na “Bill Aberdeen”, a legislação inglesa de 1845 que tornou legal o aprisionamento de qualquer embarcação utilizada no tráfico transatlântico de seres humanos. Neste caso, sem abordagem ou truculência, mas tornando a vida de japoneses que realizam “pesquisas científicas” e, consequentemente, dos que consomem subprodutos de baleias um pouco mais difícil.

O humorista Rodrigo Vieira Emerenciano, conhecido como Mução, comandou nesta segunda-feira seu primeiro programa de rádio após ser preso pela Polícia Federal, suspeito de pedofilia na internet. Ele abriu o programa negando as acusações que o levaram à prisão. Na última sexta-feira, o irmão do humorista, de 23 anos, assumiu a autoria dos crimes.

Em seu programa de rádio, Mução agradeceu o apoio "irrestrito" dos fãs que, segundo ele, sempre confiaram em sua inocência. Em mensagem transmitida ao vivo, o radialista afirmou que repudia "qualquer prática inaceitável de pornografia e pedofilia". Em outro momento, chegou a brincar com o episódio sobre sua detenção.

Perguntado sobre o significado da sigla "PF" (de Polícia Federal), ele respondeu "prato feito". "Com a fome que saí de lá, com certeza era prato feito", brincou.

Preso na quinta-feira em uma operação da Polícia Federal contra pedofilia na internet, Mução foi solto no início da noite de sexta-feira, depois que a 13ª Vara da Justiça Federal em Pernambuco expediu um alvará de soltura. O irmão do humorista, que não teve o nome revelado, assumiu os crimes.

De acordo com o advogado do humorista, Valdir Xavier, ele ficou em choque ao saber que o irmão seria o responsável pelos crimes. "Ainda é muito doloroso para o Rodrigo saber que tudo isso aconteceu", disse.

A operação DirtyNet prendeu mais de 30 pessoas e cumpriu diversos mandados de busca e apreensão. Foram encontrados tablets, discos rígidos e um notebook de propriedade do humorista que supostamente continham imagens de crianças e adolescentes em situação de abuso sexual.


Miniatura da bandeira dos EUA esteve abordo da última missão do ônibus espacial Atlantis, realizada em 2011
Foto: Thiago/vc repórter





Apaixonado pela Nasa e pelos assuntos espaciais. É assim que o analista de sistemas Thiago Lopes se define desde garoto. Esse fascínio pela agência espacial americana lhe rendeu um presente raro: uma miniatura da bandeira dos Estados Unidos que viajou a bordo da última missão do ônibus espacial Atlantis, realizada em 2011. Junto, ainda vieram diversas fotos e emblemas de outras missões espaciais.

"Quando criança sonhava em ser astronauta e sempre quis ter coisas relacionadas à Nasa. Agora, com 29 anos, consegui realizar parte dele", conta o morador de Campinas, localizada a 96 km de São Paulo.

Para conseguir esse presente, Lopes precisou de muita persistência. "Eu comecei a pesquisar na internet contatos de pessoas que trabalham na Nasa. Acabei encontrado o de uma senhora que trabalha em Washington no setor de eventos e, a partir daí, começamos a trocar emails".

Segundo o campineiro, a princípio a mulher ficou relutante em ajudá-lo, mas depois que ele explicou o sonho de garoto, ela decidiu enviar a rara correspondência. "Pelo o que pesquisei, antigamente era comum a Nasa enviar brindes para as pessoas lá nos Estados Unidos. Hoje em dia é mais difícil, se for para fora do país, ainda pior", conta.

Da cidade de Greenbelt, no estado de Maryland, até Campinas, foi uma jornada de três meses. Ao chegar no Brasil, o pacote ainda foi aberto pela alfândega, que após fiscalizar a correspondência, jogou a embalagem original fora, recortou o remetente e colou em outro envelope.

E foi no dia 6 de junho, aos gritos de "Não acredito! Não acredito!", que Thiago recebeu seu tão aguardado presente. No trabalho do analista, os amigos "piraram" com os brindes. Nem mesmo a mãe resistiu: "Ela é professora e pretende mostrar para os alunos dela em agosto", contou.

O fã de filmes como Armagedom e Apollo 13, pretende colocar a mini bandeira dos EUA em um quadro, devido ao seu valor histórico. Os demais brindes foram colocados em pastas plastificadas.



A Orion tem lançamento previsto para 2014
Foto: Bruce Weaver/AFP


A Orion, cápsula espacial da Nasa, chegou ao Centro Espacial John F. Kennedy, na Flórida, informou a Nasa nesta segunda-feira. A nave está sendo desenvolvida para levar astronautas para asteroides, para a lua e, eventualmente, para Marte, substituindo os ônibus espaciais.

A cápsula, construída pela Lockheed-Martin, tem lançamento previsto para 2014, a bordo de um foguete Delta 4 não tripulado - apesar de a nave ter sido projetada para levar uma tripulação de até quatro integrantes. "Não é um gráfico do Powerpoint, é uma nave espacial de verdade", brincou Bob Cabana durante a cerimônia para marcar a chegada da nave ao Centro.

O lançamento de 2014 vai testar a blindagem de calor, os paraquedas e outros sistemas da nave. Espera-se chegar a aproximadamente 5,5 mil km acima da Terra - para se ter uma ideia, a Estação Espacial Internacional (ISS) orbita a cerca de 380 km do planeta. Em seguida, a Orion deverá voltar com 84% da força que uma nave espacial voltando da lua teria. Humanos não voam a tantos milhares de quilômetros acima da Terra desde 1972, quando a Missão Apollo para a Lua chegou ao fim.

Um segundo teste será realizado em 2017 usando o sistema de lançamento espacial da Nasa, que pretende colocar a cápsula em torno da lua, novamente sem tripulação. O terceiro teste, previsto para 2021, deverá incluir astronautas. Em 2025, a Nasa quer enviar astronautas para explorar um asteroide próximo a Terra, e em 2030 o objetivo será ir a Marte.

Com a aposentadoria dos ônibus espaciais, a Nasa depende da Rússia para enviar tripulações à ISS. Para quebrar o monopólio do País, a agência espacial fez parceria com quatro companhias interessadas em desenvolver naves espaciais para transportar astronautas do governo, bem como pesquisadores privados e turistas à estação e a outras órbitas próximas a Terra. O administrador da Nasa Charlie Bolden afirmou hoje que novas parcerias devem ser anunciadas neste mês.

Com informações da Reuters
















Bruce fez uma ligação externa de encanamento para ter água para sua casa 

Bruce montou a estrutura da casa dentro da aeronave sozinho. Tem sala, TV, banheiro, quarto e armário... e claro, a emoção de viver dentro de um avião 









Ao contrário de uma casa normal, a casa-avião não fica com o telhado branco e nem com a entrada obstruída pela neve quando é inverno nos Estados Unidos. As únicas partes que ficam cheias de neve são as asas e a base, adaptada por Bruce 

Bruce Campbell, 62, transformou a carcaça de um Boeing 727 em uma casa, com direito a banheiro, sala, cozinha, e armário.

O avião está há cerca de dez anos em um gramado no interior do Oregon, nos Estados Unidos, e Bruce vem desde então transformando e reformando o grandão sozinho.

De acordo com sua página na internet, ele gastou cerca de US$ 200 mil (coisa de R$ 400 mil) na compra e custos logísticos do avião.

Ele escolheu viver ali, pois acha que a madeira é um péssimo material para montar uma casa --e a maioria das casas nos EUA é feita de madeira-- e o formato quadrangular das casas é péssimo para terremotos, furacões e outras intempéries. Então tá.

E quem é que nunca sonhou em morar num avião?

Um jovem casal britânico mudou-se para um ônibus de dois andares por não terem dinheiro para a casa própria. Daniel Bond e Stacey Drinkwater, da cidade inglesa de Canterbury, compraram o veículo por 3 mil libras (menos de R$ 10 mil) e gastaram outras 11 mil libras instalando encanamento, cozinha e um quarto




Alguns detalhes originais do ônibus foram mantidos e o projeto já é considerado um sucesso.

Stacey fala que alguns amigos gostaram da idéia e também querem comprar seus ônibus para morar.

O casal pretende dirigir o veículo até a Cornualha, para o casamento deles, no ano que vem.

 A cidade do Rio de Janeiro conquistou neste domingo (1º) o título de Patrimônio Mundial como Paisagem Cultural da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). Na foto, aterro do Flamengo



Na foto, aterro do Flamengo Pedro Kirilos/Riotur




Na foto, a enseada de Botafogo Pedro Kirilos/Riotur

Na foto, o parque Aterro do Flamengo  Júlio César Guimarães/UOL

Na foto, as ilhas Cagarras vistas do mirante do Leblon  Júlio César Guimarães/UOL

Na foto, a praia de Copacabana, com o morro do Pão de Açúcar ao fundo Júlio César Guimarães/UOL

Na foto, montanhas do Rio vistas do centro da cidade Júlio César 

Na foto, a Marina da Glória e parte da baía de Guanabara com o morro do Pão de Açúcar ao fundo Júlio César Guimarães/UOL 


 Na foto, o morro do Corcovado visto do centro da cidade Júlio César Guimarães/UOL

 Na foto, a estátua do Cristo Redentor no morro do Corcovado envolta por nuvens Júlio César Guimarães/UOL

Na foto, a estátua do Cristo Redentor vista do centro da cidade Júlio César Guimarães/UOL

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