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Primeiros testes com humanos, apenas para atestar a segurança do composto, devem ter início no segundo semestre deste ano

Karina Toledo, da

Getty Images


Doenças cardíacas: grupo tratou ratos portadores de insuficiência cardíaca com Alda-1 durante seis semanas

 Uma molécula sintética descoberta por pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, e da Universidade de São Paulo (USP) demonstrou, em ensaios pré-clínicos, potencial para se tornar uma aliada no tratamento da insuficiência cardíaca e de outras doenças. Os primeiros testes com humanos, apenas para atestar a segurança do composto, devem ter início no segundo semestre deste ano, com apoio privado.

Denominada Alda-1, a droga é capaz de ativar uma enzima chamada ALDH2 (aldeído desidrogenase-2), existente na mitocôndria e essencial para o bom funcionamento de todas as células, inclusive as cardíacas.

“Essa enzima tem uma enorme importância para a célula, pois ajuda a evitar o acúmulo de aldeídos – moléculas tóxicas e altamente reativas produzidas pela célula. Cada vez mais, a deficiência de ALDH2 tem sido associada a diferentes tipos de doença”, contou Julio Cesar Batista Ferreira, professor do Departamento de Anatomia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP e coordenador da pesquisa apoiada pela FAPESP no Brasil.

Em um experimento recente, realizado durante o mestrado de Kátia Maria Sampaio Gomes – sob orientação de Ferreira e com Bolsa da FAPESP –, o grupo tratou ratos portadores de insuficiência cardíaca com Alda-1 durante seis semanas e observou um aumento de 40% na capacidade do coração de bombear sangue.

Os resultados foram divulgados na edição de junho da revista Cardiovascular Research. O projeto venceu a Olimpíada USP de Inovação 2013 na categoria “Prova de Conceito”.

O modelo animal usado na pesquisa simula uma das principais etiologias da insuficiência cardíaca: o infarto agudo do miocárdio. Para induzir o problema no rato, os cientistas amarram uma de suas artérias coronárias. A falta de irrigação sanguínea causa a morte imediata de aproximadamente 30% das células cardíacas. As restantes passam a trabalhar dobrado para compensar a lesão e acabam entrando em colapso. Após um mês, o animal já apresenta sinais de insuficiência cardíaca.

“Iniciamos o tratamento com Alda-1 quatro semanas após o infarto induzido, quando os animais já apresentavam uma função cardíaca prejudicada. Após seis semanas de tratamento, observamos aumento de 40% no volume de sangue bombeado no grupo que recebeu a droga. Já no grupo placebo a função cardíaca havia caído ainda mais”, contou Ferreira.

Primeiros achados

A Alda-1 foi descoberta ainda durante o pós-doutorado de Ferreira, realizado em Stanford com apoio da FAPESP.

Em um estudo publicado em 2011 na revista Science Translational Medicine, o grupo demonstrou que, ao ativar a enzima ALDH2 nas células cardíacas, a Alda-1 poderia proteger o coração após um infarto.

“Hoje, sabemos que o excesso de aldeídos prejudica diretamente o metabolismo mitocondrial, resultando em menor produção de ATP (adenosina trifosfato, molécula que armazena energia) e maior liberação de moléculas reativas como os radicais livres e os próprios aldeídos. Com o metabolismo prejudicado, a célula acaba morrendo. Nesse sentido, a Alda-1 tem um papel importante, pois protege a célula desse colapso metabólico induzido por excesso de aldeídos”, explicou Ferreira.

A ALDH2 tem justamente a missão de eliminar os aldeídos, mas sua atividade costuma estar diminuída em células cardíacas após um infarto ou em pacientes com insuficiência cardíaca. “Os próprios aldeídos em excesso acabam inativando a ALDH2 e ela não consegue removê-los de forma eficiente, criando um ciclo vicioso que resulta na morte celular”, explicou Ferreira.

No artigo de 2011, os cientistas mostraram que uma das drogas mais usadas em pacientes infartados para promover a vasodilatação – a nitroglicerina – inibe ainda mais a atividade da ALDH2, acelerando o processo de morte das células cardíacas. Mas experimentos com ratos indicaram que esse efeito deletério da nitroglicerina poderia ser neutralizado se, concomitantemente, a Alda-1 fosse administrada (leia mais em http://agencia.fapesp.br/14904).

Em uma revisão recente publicada na revista Physiological Reviews, os grupos de Stanford e da USP discutem mais amplamente o papel da ALDH2 e as oportunidades terapêuticas de substâncias capazes de ativar a expressão dessa enzima.

“Como os aldeídos são capazes de entrar na circulação e ligar-se a proteínas de órgãos distantes, nossa hipótese é que o tratamento com Alda-1 poderia evitar o efeito cascata que costuma ocorrer em pacientes com insuficiência cardíaca e acometer outros órgãos”, disse Ferreira.

Ao comparar amostras de sangue de pacientes com insuficiência cardíaca e de pessoas saudáveis, o grupo de Ferreira observou um nível três vezes maior de aldeídos circulantes. “Estimamos que no coração o nível seja 10 vezes maior”, disse o pesquisador.

Ensaios clínicos

Sob a coordenação de Daria Mochly-Rosen, professora do Departamento de Biologia Química e de Sistemas de Stanford, o grupo da universidade norte-americana criou a startup Aldea Pharmaceuticals para tentar transformar a Alda-1 – ainda uma droga experimental – em um produto comercial.

“Eles acabaram de obter financiamento privado para iniciar o ensaio clínico de fase 1, que basicamente tem o objetivo de avaliar a toxicidade da molécula em indivíduos saudáveis. Se os testes forem bem-sucedidos, poderão ter autorização para testar em portadores de uma determinada doença”, explicou Ferreira

Inicialmente, porém, o foco da Aldea – que não tem participação brasileira – não serão os pacientes com insuficiência cardíaca e sim portadores de uma mutação no gene da ALDH2, que afeta 600 milhões de pessoas no mundo (45% da população oriental, sendo a mutação mais frequente no mundo) e as torna mais suscetíveis aos efeitos nocivos do álcool – substância que ao ser metabolizada libera grande quantidade de aldeídos.

“Essa mutação reduz a atividade da ALDH2 em até 95%. Pessoas com essa mutação têm mais chance de desenvolver doenças associadas ao álcool, como câncer de esôfago. E, mesmo sem beber, têm maior risco de sofrer de doenças cardiovasculares e neuronais pela dificuldade de se livrar dos aldeídos”. A Alda-1 é capaz de aumentar a atividade da ALDH2 mutante em até 10 vezes, apresentando um grande potencial terapêutico para os indivíduos portadores da mutação”, contou Ferreira.

A Aldea deve testar ainda a eficiência da molécula Alda-1 na prevenção de problemas decorrentes do consumo excessivo de álcool e no tratamento emergencial de pacientes em coma alcoólico. Segundo Ferreira, a linha de doenças cardíacas também é uma das que a startup pretende investir no futuro.

“Os pesquisadores de Stanford estão fazendo uma série de estudos para otimizar a molécula, modificando sua estrutura a fim de torná-la mais solúvel, com efeito mais prolongado e com menor toxicidade. Nós temos um contrato para testar essas variantes nos modelos de nosso laboratório”, disse Ferreira.

A este ritmo, o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko poderia encher uma piscina olímpica em cerca de 100 dias, segundo a Agência Espacial Europeia



Uma sonda da Agência Espacial Europeia (ESA) descobriu um cometa que “emite” água para o espaço numa quantidade equivalente a dois pequenos copos a cada segundo, mesmo estando à distância congelante de 583 milhões de quilômetros do sol - quase quatro vezes a distância da Terra ao astro.






A esse ritmo, o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko poderia encher uma piscina olímpica em cerca de 100 dias, segundo a ESA.

As primeiras observações sobre a emissão de vapor de água foram realizadas com ajuda de um instrumento de microondas da sonda Rosetta, o MIRO, no dia 6 de junho, quando a sonda estava a cerca de 350 mil quilômetros do cometa.

"Nós sempre soubemos que veríamos o vapor de água proveniente do cometa, mas ficamos surpresos ao detectá-lo tão rápido", diz o cientista Sam Gulkis, pesquisador encarregado do MIRO no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena, Califórnia, EUA.

A água é um dos principais componentes voláteis de cometas, juntamente com o monóxido de carbono, metanol e amoníaco.

Determinar as alterações na taxa de produção de vapor de água e outros gases, e como este corpo gelado se move ao redor do sol, é importante para a ciência que investiga cometas.

Mas também é vital para o planejamento da missão, porque quando a sonda Rosetta se aproxima do cometa, a emissão de gás pode alterar o seu próprio caminho.

Uma startup chamada MicroCHIPS trabalha em um implante contraceptivo que pode ser controlado remotamente

Lynda Sanchez/Flickr


Casal abraçado na cama: startup desenvolve chip contraceptivo controlado remotamente

Uma startup americana está trabalhando em um novo método contraceptivo. É um chip que pode ser controlado remotamente sem fio.

A MicroCHIPS, sediada em Massachusetts, nos Estados Unidos, pretende lançar o produto em 2018. Antes disso, o chip passará por testes clínicos. A empresa trabalha desenvolvendo tecnologia para o mercado médico. Entre seus produtos estão sistemas para consultas médicas à distância.

O chip deverá ser implantado por baixo da pele em regiões como abdômen ou o braço. Suas medidas são 20 x 20 x 7 milímetros.

Ele funciona liberando diariamente uma dose de hormônio, o levonorgestrel, que já é utilizado em uma série de contraceptivos. Sua grande inovação é a capacidade de que seja controlado remotamente.

Com os comandos, será possível desativar o contraceptivo e ativá-lo com poucos cliques. Isso também será interessante para que médicos possam reajustar a dosagem que é liberada no corpo da paciente sem que seja preciso fazer uma cirurgia.

Curiosamente, a ideia para o contraceptivo surgiu após a visita de Bill Gates aos laboratórios de Robert Langer no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). O visitante perguntou a Langer se seria possível criar um contraceptivo que pudesse ser ativado e desativado pela mulher.

O professor do MIT, que faz parte do corpo de diretores da startup, desenvolveu o implante com alguns colegas. A tecnologia foi, então, licenciada à MicroCHIPS, que agora trabalha nela para chegar a um produto final.



Fãs de Linkin Park podem comemorar. A banda volta ao Brasil ainda este ano na turnê do álbum The hunting party. Segundo o jornalista José Norberto Flesch, a banda se apresenta em Brasília no dia 19 de outubro e em mais cidades ainda a serem anunciadas. Boatos dão conta que a apresentação seria parte do festival Circuito Cultural Banco do Brasil, que em 2013 trouxe nomes como Red Hot Chili Peppers e Stevie Wonder para apresentações no país.

Entre os artistas cotados para edição deste ano, Kings of Leon, MGMT e Paramore são quase dados como certos, além do proprio Linkin Park. O disco The hunting party atingiu o número 2 nas paradas britânicas, sendo superado apenas pelo disco Ultraviolence, de Lana Del Rey.

Confira clipe de Until it's gone:

Caso de regulador financeiro chama atenção para epidemia de mortes por excesso de trabalho na China, um fenômeno que tem até nome: guolaosi

Getty Images


A China está em um processo acelerado de crescimento e desenvolvimento que tirou milhões da pobreza, mas está deixando outras vítimas pelo caminho.

Não se trata dos mortos em obras ou vítimas da violência comum, e sim daqueles que morrem de tanto trabalhar.

São 1.600 chineses por dia, de acordo com a China Radio International, controlada pelo estado. A estimativa do China Youth Daily de 600 mil pessoas por ano é levemente maior.

É difícil chegar a um número confiável porque a ligação entre o trabalho e a saúde é muitas vezes nebulosa, mas alguns casos já se tornaram notórios, como o de Lin Jianhua, de 48 anos, que trabalhava há 26 como regulador do sistema financeiro oficial.

No final de abril, ele morreu depois de passar a noite inteira preparando um relatório.

Seus empregadores lançaram um comunicado afirmando que para aprender com o caso, os chineses deveriam "ser como ele, sempre firme em seus ideiais e crenças, o interesse geral, leal à causa do partido e das pessoas, à contínua luta sacrificando tudo".

A rede social de microblog Sina Weibo, uma espécie de versão chinesa do Twitter, é cheia de relatos e reclamações de funcionários sobre empregadores que os pressionam a trabalhar cada vez mais e por longos períodos.
No centro financeiro de Pequim, 60% dos trabalhadores reclamam de trabalharem além do limite legal de duas horas extras por dia, de acordo com uma pesquisa realizada por Yang Heqing, reitor da Escola de Economia do Trabalho da Universidade Capital de Economia e Negócios, citada pela Bloomberg.

A morte por excesso de trabalho tem até nome: guolaosi na China e korashi no Japão.

Mas o fenômeno não é exclusivamente asiático: em agosto do ano passado, ficou notório o caso do estagiário no Bank of America em Londres que morreu depois de praticamente virar três noites.



O estudo que o Facebook e as universidades de Cornell e da Califórnia fizeram para avaliar a influência emocional que os usuários da rede sofrem uns dos outros agora pode ser feito por qualquer um.

Uma programadora e artista norte-americana recriou a experiência com um plugin do Chrome, com o qual é possível ter uma ideia do que foi feito.

Lauren McCarthy explica que sua extensão, chamada Facebook Mood Manipulator, foi desenvolvida com o Linguistic Inquiry World Count (LIWC), mesma base usada pelo Facebook para cuidar da análise linguística - e que só capta expressões em inglês.

Só que, ao invés de ficar no escuro, como ocorreu com os 700 mil envolvidos no estudo, o usuário pode escolher se prefere se sentir mais positivo, emocional, agressivo ou aberto através de um controle que surge no topo à direita da rede social.



O Fantástico realizou um concurso para eleger a Musa da Copa através de imagens de belas mulheres captadas nos estádios. Renata Coradini, que é do setor de criação visual do Sbt, foi eleita a mais bonita entre as candidatas do programa dominical da Rede Globo. De acordo com informações da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez na Folha de São paulo, a Globo disse saber que Coradini é funcionária da emissora concorrente, mas que não discrimina ninguém na brincadeira. (Aratu)

Patricia Domínguez veio ao Brasil para, a princípio, acompanhar de perto o que prometia ser uma digna defesa de título da sua seleção, a atual campeã mundial Espanha. No entanto, o que a repórter espanhola testemunhou foi um adeus precoce da Fúria, eliminada ainda na primeira fase da competição. Sem o time de Iniesta e companhia para torcer, a jornalista agora engrossa a torcida por outra equipe: a seleção brasileira.

Com quase 2 mil seguidores no Instagram, Patricia posta fotos com bastante frequência. Na maioria das publicações, manifesta o carinho pela seleção de Neymar e companhia, como quando pintou as unhas de verde e amarelo, ou também quando fez uma selfie com a bandeira do Brasil ao fundo.

- Vamos, Brasil - disse ela, em uma publicação recente.







Cerca de cem pessoas se reúnem na véspera do jogo decisivo das quartas
de final do mundial para ensaiar novos gritos de incentivo aos jogadores


Por Juscelino FilhoFortaleza, CE

A torcida tem sido uma das armas da Seleção Brasileira nesta Copa do Mundo. Da arquibancada, os gritos de incentivo aos jogadores começa desde o hino, sempre cantado à capela até o fim. Para o jogo decisivo desta sexta-feira (4), contra a Colômbia, os cearenses querem inovar. Houve até ensaio para afinar a melodia e decorar a letra das novas músicas.

Ensaio das novas músicas teve bateria e muita empolgação (Foto: Juscelino Filho)

Com bateria, cavaquinho, caixas de som e muita empolgação, cerca de cem pessoas participaram do último ensaio na véspera do jogo das quartas de final. Leandro Mendonça, gerente de marketing da empresa responsável pela ação, explicou que a ideia é inovar na hora de torcer dentro do estádio.

- Queremos levar a festa para dentro dos estádios. A gente viu que tinha oportunidade de trazer coisas novas para incentivar a Seleção. Estamos com duas novas músicas: Camisa amarela e Explode Castelão. Estamos treinando, fazendo vários ensaios e chamando as pessoas pelas redes sociais para fazer uma festa muito bonita lá no Castelão - explicou.

Antônio Júnior é um dos que irá levar a novidade para dentro do estádio. Ele foi ao ensaio na véspera do jogo e aprovou a iniciativa.

- Acho bacana. Os cantos são sempre os mesmos. Inovar de vez em quando é bom. Acho que tem tudo para fazer sucesso amanhã e continuar para os próximos jogos - pontuou.

Ideia é levar novos cânticos para as arquibancadas nos jogos do Brasil (Foto: Juscelino Filho)

Brasil e Colômbia entram em campo na Arena Castelão nesta sexta-feira (4), pelas quartas de final da Copa do Mundo. A bola rola a partir das 17 horas.

Além das cantoras, Carlinhos Brown , Santana, Wyclef e Alexandre Pires se apresentarão em 13 de julho


A Fifa confirmou nesta quarta-feira (02/7) os nomes de Shakira e de Ivete Sangalo na cerimônia de encerramento da Copa do Mundo do Brasil. As duas cantoras, Carlinhos Brown, Santana, Wyclef e o pagodeiro Alexandre Pires se apresentarão em 13 de julho, no Maracanã, às 14h20.

Shakira, que marcará presença em um Mundial pela terceira vez, disse estar emocionada com a chance. "Tenho uma profunda relação com o futebol, por motivos óbvios (a cantora se refere ao marido Piqué, jogador do Barcelona), e entendo perfeitamente o que a Copa do Mundo significa para muitas pessoas. Os torcedores abraçaram essa música (La La La) de forma incrível", disse a popstar ao site da Fifa.

O brasileiro Carlinhos Brown, que se apresentará ao lado da colombiana, ressaltou o sucesso do evento esportivo. "A Copa do Mundo emocionou a todos nós, e haverá um momento em que sentiremos falta de tudo isso", ressaltou.

Wyclef Jean relembrou a infância ao comentar a notícia. "Poder me apresentar na cerimônia de encerramento da Copa do Mundo me remete aos primeiros anos da minha infância em Croix-des-Bouquets, Haiti, quando o simples ato de chutar uma bola de futebol nas ruas do meu vilarejo era um privilégio e uma honra."

Abertura

A cerimônia de abertura, realizada em 12 de junho, dividiu opiniões. Nas redes sociais, algumas pessoas criticaram a performance de Claudia Leitte, Pitbull e Jennifer Lopez. Os três cantaram a música oficial do torneio, We are one.

Assista ao clipe das músicas da Copa do Mundo:

Dar um jeito (We will find a way)





La La La (Brazil 2014)




We are one



Por Franco B.

O Rijksmuseum, museu de arte famoso de Amsterdã, precisava de uma maneira de anunciar ao público que, depois de dez anos de ausência, suas maiores obras estavam de volta ao acervo.

Foi então que tiveram a ideia: recriar uma das obras mais famosas do mundo—‘A Ronda Noturna’, de Rembrandt—ao vivo e a cores, dentro de um shopping center. A ideia foi brilhante e o resultado — fantástico.



O texto no fim do vídeo significa, “Nossos heróis estão de volta”, que foi o título da campanha.

O vídeo original foi feito pela ING Nederland.

Só é possível chegar de avião ou barco em São Gabriel da Cachoeira, município amazonense que detém o título de pior distribuição de renda do país


Barco leva suprimentos pelo Rio Negro para a cidade de São Gabriel da Cachoeira (AM)

Localizada no meio da Amazônia e com mais de 90% de sua população composta por 23 diferentes povos indígenas, São Gabriel da Cachoeira (AM) está bem longe de poder desfrutar da fatia do bolo conquistado pela 7ª maior economia do mundo, o Brasil.


O vice-prefeito de São Gabriel da Cachoeira (AM), Domingos Camico Agudelos (PPS)

Às margens da bacia do Rio Negro e mais de 850 Km distante da capital Manaus, só é possível chegar até o município de 40 mil habitantes com barco ou avião.

Mas o isolamento da cidade mais desigual do país não é apenas geográfico. Na opinião do vice-prefeito Domingos Camico Agudelos (PPS), o local também foi esquecido pelos governantes nas últimas décadas.

“Nós sabemos dos grandes problemas do nosso município, mas enquanto não for criada uma política pública específica, abrangente e compartilhada pelos três governos (municipal, estadual e federal), eles não serão resolvidos”, afirmou Camico a EXAME.com.

Com índice de Gini de 0,8, São Gabriel da Cachoeira não apenas lidera o ranking dos municípios mais desiguais do país, como também apresentou piora nas duas últimas décadas, segundo o Atlas do Desenvolvimento Humano 2013, da ONU.

O movimento está na contramão do país, que melhorou no mesmo período e atingiu 0,5. O índice de Gini vai de 0 a 1. Quanto mais próximo de zero, melhor.

Embora a distribuição de renda seja apenas um dos parâmetros para medir o desenvolvimento de uma região, ela pode indicar falhas na autossuficiência do modelo econômico, o que provoca alta dependência de programas assistenciais como o Bolsa Família.

“São Gabriel não tem referencial econômico, mas não é por falta de potencial. A agricultura familiar ainda é predominante e de baixa produção, sendo apenas uma pequena parte do excedente comercializada”, diz o vice-prefeito.

Segundo Camico, uma das únicas fontes de renda alternativas é aquela gerada pelos poucos cargos no funcionalismo público. Para ele, isso não significa, no entanto, que a cidade seja comandada por partidos.

“As comunidades (indígenas) são muito organizadas e a população tem consciência política, tanto é que dificilmente um prefeito é reeleito, o que faz com que a rotatividade no poder seja alta”, afirma.

Os motivos
Por que então a desigualdade só piorou? Segundo o vice-prefeito, há dois motivos prioritários. O primeiro deles é a dificuldade logística da região, onde a maior parte do transporte só é possível por meio pluvial.

“Nós ainda estamos reivindicando junto ao governo federal uma parceria para levar energia elétrica para todos. Imagina o quanto é difícil levar atendimento de saúde para essa população”, afirma Camico.

O outro problema apontado pelo vice-prefeito é a falta de recursos para a educação.

“Nós temos 235 ‘escolas’, mas somente 70 têm prédios próprios, e que estão sucateados. Os professores se viram dando aula em suas próprias casas ou em centros comunitários”, disse. “Como as classes têm poucos alunos, a verba acaba indo quase toda no salário e deslocamento, pois não há estrutura adequada”.

Embora os índices de educação tenham melhorado – a exemplo da taxa de analfabetismo da população acima de 15 anos, que foi de 33% em 1991 para 14% em 2010 -, a porcentagem da população adulta com ensino fundamental completo ainda é baixa (43%).

Já o total que possui ensino superior completo é ainda mais alarmante, não chegando a cinco por cento (4,38%), menos da metade da média brasileira (11,2%).



Sabe qual é o cúmulo do atraso? Deve ser chegar tarde demais para o seu próprio funeral. Foi o que aconteceu com uma mulher na França. Marie-Louse Malca queria ser enterrada ao lado de seu marido, em Villenave d’Ornon, perto de Bordeaux. Quando morreu, sua família tratou de fazer com que seu desejo fosse cumprido.

No último dia 11 de janeiro, estavam todos os parentes e amigos reunidos no cemitério da cidade, mas o corpo de Marie-Louise não estava lá. A funerária atrasou no preparo do corpo e a cerimônia aconteceu sem a presença da morta. O corpo de Marie-Louise só foi enterrado no lugar um dia depois.

A família estuda processar a funerária por danos morais.


(Fonte: UOL)



Um jovem de 24 anos foi preso em Busti, no estado de Nova York (EUA), depois que entrou em um restaurante da rede Applebees fantasiado de Coringa e assustou os clientes, segundo reportagem da emissora de TV “WGRZ”.

De acordo com as autoridades, Aaron Chase entrou no restaurante e se sentou na área do bar e pediu alguma coisa. No entanto os funcionários pediram para Chase sair do local, pois ele estava sem dinheiro.

Após se recusar a deixar o restaurante, Chase teria importunado outros clientes. Um funcionário do restaurante chamou a polícia após o jovem ignorar vários pedidos para sair do local.

(Fonte: G1)

A aeromoça russa Tatiana Kozlenko foi demitida da companhia aérea “Aeroflot” depois de postar uma foto na qual há uma mão erguendo o dedo médio para passageiros de um voo. A ex-funcionária, no entanto, diz que foi vítima de um “mal entendido”, e que não seria ela na imagem, de acordo com o site russo de notícias “Plentagos News”.

“Peço ajuda e apoio aos meus amigos! Esta foto é velha, e essa não é a minha mão. Nem mesmo o avião é da companhia”, lamentou Tatiana no “Vkontakte”, uma versão russa do Facebook. A Aeroflot tomou conhecimento da situação depois que a suposta foto começou a se espalhar pela rede, juntamente com o perfil de Kozlenko.

Em sua página no Twitter, a companhia aérea limitou-se a dizer que “postar essa foto mostra a atitude de Tatiana em relação aos passageiros e sua função” e que a ex-funcionária “reconheceu a culpa quando conversou com os superiores”.

(Fonte: G1)

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