Nos Siga no Mastodon Mundo MS

mund ms.com

O conhecimento é fascinante!

Escolha a categoria

Estudo internacional liderado por pesquisadores da Unesp analisa a densidade da nuvem que formou o Sistema Solar para explicar o tamanho do planeta vermelho


Marte: simulações ainda não permitiram explicar como Marte se formou nem por que tem 10% da massa da Terra.

Os modelos de formação dos planetas rochosos do Sistema Solar desenvolvidos nas últimas duas décadas têm sido bem-sucedidos na explicação da origem de Vênus e da Terra – com tamanho similar – e de Mercúrio, que tem apenas 5% da massa da Terra.

As simulações computacionais de alta resolução, no entanto, ainda não permitiram explicar como Marte se formou nem por que o planeta tem apenas 10% da massa da Terra.

Segundo os pesquisadores, a questão é intrigante, já que os quatro planetas são constituídos pelos mesmos embriões planetários – corpos celestes com dimensões similares aos planetas atuais – que se fundiram ao longo de dezenas de milhões de anos.

Uma equipe internacional de astrônomos – formada por pesquisadores do Brasil, dos Estados Unidos, da Alemanha e da França e liderada pelo Grupo de Dinâmica Orbital & Planetologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), no campus de Guaratinguetá – realizou recentemente uma série de simulações demostrando que o tamanho de Marte pode estar relacionado à densidade da nebulosa protossolar – a nuvem de gás e poeira que deu origem ao Sistema Solar – na região orbital do planeta.

Resultado do Projeto Temático “Dinâmica orbital de pequenos corpos”, realizado com apoio da FAPESP, o estudo foi descrito em um artigo publicado em fevereiro no The Astrophysical Journal, da American Astronomical Society.

O trabalho foi destacado por John Chambers, pesquisador do Departamento de Magnetismo Terrestre da Carnegie Institution for Science, dos Estados Unidos, em um artigo publicado na edição de maio da revista Science.

“A maioria das simulações de formação dos planetas terrestres do Sistema Solar não consegue gerar um objeto do tamanho e na órbita de Marte, que está a 1,5 unidade astronômica [UA, equivalente a aproximadamente 150 milhões de quilômetros] de distância do Sol”, disse Othon Cabo Winter, pesquisador do Grupo de Dinâmica Orbital & Planetologia e coordenador do projeto, à Agência FAPESP.

“Esses modelos geram um corpo na órbita de Marte com tamanho equivalente mais ou menos ao da Terra, o que é muito grande”, disse o pesquisador, coautor do artigo ao lado de André Izidoro, que atualmente realiza pós-doutorado no Observatoire de la Côte d'Azur (OLCD) em Nice, na França.

Grand Tack

De acordo com Winter, um dos modelos já propostos para tentar explicar a formação de Marte é o chamado “Grand Tack”, desenvolvido por pesquisadores do OLCD.

O modelo presume que na formação do Sistema Solar, há 4,5 bilhões de anos, a órbita de Júpiter – o planeta gigante mais próximo de Marte – migrou de sua atual posição, em 5 UAs do Sol, para perto da órbita do planeta vermelho, a 2 UAs do Sol.

Ao se aproximar da órbita de Marte, Júpiter teria cruzado o cinturão de asteroides e varrido a maioria dos embriões planetesimais (corpos sólidos feitos de poeira cósmica e gelo, semelhantes aos asteroides e cometas) e planetários situados no cinturão ou próximos da órbita do planeta vermelho para mais perto do Sol.

Por isso, a massa de Marte e do cinturão de asteroides foi reduzida e o material planetesimal e planetário acabou participando da formação da Terra e de Vênus, estima o modelo Grand Tack.

Por causa das interações gravitacionais com a nebulosa solar e com Saturno, contudo, Júpiter teria retornado à sua órbita atual. “Esse modelo é válido, mas bastante questionável porque é muito improvável que isso realmente tenha acontecido”, disse Winter.

Modelo alternativo

Para desenvolver um modelo alternativo ao Grand Tack, os pesquisadores brasileiros, em cooperação com colegas do OLCD, além do Instituto de Astrobiologia da agência espacial norte-americana (Nasa) e do Instituto de Astronomia e Astrofísica da University of Tübingen, na Alemanha, realizaram uma série de simulações do fluxo de gás e poeira dentro da nebulosa protossolar durante a sua formação.

As simulações sugerem que o material fluiu em direção ao Sol, movendo-se a velocidades diversas, em diferentes distâncias da estrela. Na região entre 1 e 3 UAs do Sol, a nebulosa protossolar pode ter sofrido perda ou redução (depleção) de matéria equivalente a entre 50% e 75% de sua densidade.

A perda desse volume de “blocos de construção planetários” pela nebulosa protossolar nessa região, próxima da órbita de Marte, teria causado a redução da massa final de Marte e o crescimento da Terra e de Vênus, supõe o modelo.

“Estudamos diversos parâmetros e concluímos que, se houve uma depleção de matéria entre 50% e 75% da nebulosa protossolar na região entre 1 e 3 UAs, há mais de 50% de chance de ter sido formado um planeta com massa similar na atual órbita de Marte, além da Terra, de Vênus e alguns poucos objetos no cinturão de asteroides”, disse Winter.

“O modelo é bem completo, porque abrange não só o problema da formação de Marte, mas mantém e consegue gerar os outros planetas terrestres com suas massas e atuais órbitas”, avaliou.

Possíveis contribuições

Na avaliação de Winter, o novo modelo fechou uma lacuna que havia no modelo de formação do Sistema Solar, indicando que o perfil de densidade de massa da nuvem protossolar não era uniforme e sofreu depleções. “Esse dado pode ter implicações em estudos para tentar explicar a formação do cinturão de asteroides, por exemplo”, indicou.

O modelo também poderá contribuir em pesquisas na área de astrobiologia – área do conhecimento na interface entre astronomia, biologia, química, geologia e ciências atmosféricas, entre outras disciplinas –, relacionadas a objetos vindos de Marte em direção à Terra, além de estudos de planetas extrassolares, afirmou.

“Os objetos e planetas extrassolares já descobertos atingiram a casa do milhar e têm uma distribuição muito variada e diferente dos corpos do Sistema Solar”, disse Winter. “O modelo que desenvolvemos pode auxiliar a entender como eles foram formados.”

O artigo Terrestrial planet formation in a protoplanetary disk with a local mass depletion: a successful scenario for the formation of Mars, de Winter e outros, pode ser lido por assinantes do The Astrophysical Journal aqui.

Aqui estão algumas dicas profissionais tradicionais que deveriam ser questionadas - ou simplesmente ignoradas


Mulheres em reunião: muitas das "regras" que faziam sentido antes não funcionam para essa geração

Quando converso sobre assuntos profissionais com a minha mãe, muitas vezes sinto como se viéssemos de dois planetas diferentes.

Ela trabalha como advogada há mais de 30 anos e, muitas vezes, foi uma das poucas, se não a única, mulher fazendo o que ela faz, no lugar em que trabalha.

Eu, por outro lado, trabalho para uma revista com uma seção dedicada exclusivamente às Mulheres, publicada em um formato que não existia quando a minha mãe começou a trabalhar (as interwebs), e a maioria das pessoas com quem trabalho diretamente, inclusive chefes, são mulheres. Mais uma vez, planetas totalmente diferentes.

Considerando esses fatores, muitas das "regras" de carreira que faziam sentido para a minha mãe e sua geração não funcionam para mim e para a minha geração.

Aqui estão algumas dicas profissionais tradicionais que as mulheres deveriam questionar, ou simplesmente ignorar -- seja por estarem ultrapassadas ou, sinceramente, por nunca terem feito muito sentido mesmo.

1. "Nunca recuse uma oportunidade de fazer networking."

Getty Images

É bom estabelecer conexões profissionais (as estimativas sugerem que aproximadamente 70% dos empregos são conseguidos através de networking), mas a ideia de "fazer networking só por fazer" está equivocada, segundo Vanessa Loder, palestrante, coach executiva e CEO da empresa Akoya Power.

"As pessoas acham que precisam tomar um café e fazer contato com todo mundo, e acabam se desgastando bastante".

Loder (que tem um MBA de Stanford e trabalhou no mercado financeiro antes de começar a A-koya) aconselha aos clientes que aceitem reuniões com pessoas que despertam a sua curiosidade, ainda que não saibam explicar por quê.

"Talvez você ache alguma pessoa ou função fascinante, e tenha a intuição de que você gostaria de conversar com a pessoa e descobrir mais", ela disse.

"Eu realmente aconselho às mulheres a seguir essa intuição e ouvir aquela voz interna".

2. "Acima de tudo, pense de forma estratégica."


É claro que a estratégia tem os seus limites. Se você só explora as oportunidades de carreira que parecem ter uma ligação direta com o seu emprego, você acaba perdendo muita coisa boa.

"Siga o seu coração e a sua intuição, e vá para reuniões ou aulas que você sente que são certas para você, ao invés de forçar a barra", disse Loder.

Talvez não haja nenhum resultado daquela aula de fotografia, ou da entrevista de emprego em outra área totalmente diferente. Mas talvez isso te leve por um caminho inusitado e interessante.

Ou como Steve Jobs comentou certa vez -- "você não consegue ligar os pontos olhando para frente; você só consegue fazer isso olhando para trás".

3. "Reduza o seu plano de cinco anos."

Ao ponderar o "plano de cinco anos", aquele que ninguém gosta, não pense pequeno; pense em expansão.

"Quando eu encorajo os meus clientes a visualizar como eles querem que as suas vidas estejam em cinco anos, eu peço que eles pensem tanto na vida profissional quanto pessoal - e aí peço que eles pensem ainda maior", disse Loder.

Imagine o que você quiser e depois acrescente um "alvo de superação", além disso.

E peça aos seus amigos que se envolvam também, já que talvez consigam imaginar possibilidades para você que você mesmo não consegue ver.

A tendência é pensar no plano de cinco anos como uma forma de simplificar as coisas.

"[Mas] o objetivo é pensar o mais abrangente e ousadamente possível", afirmou Loder.

4. "É bom fazer várias tarefas ao mesmo tempo..."

Como a Presidente e Editora Chefe do HuffPost Arianna Huffington disse: "Nós achamos que fazer várias coisas ao mesmo tempo é ser eficiente, que nos poupa tempo. Mas na verdade, a ciência mostra que não é possível fazer múltiplas tarefas ao mesmo tempo -- o que fazemos é trocar de tarefas e é uma das coisas mais estressantes que fazemos".

E além de estressante, é ineficiente. "As pesquisas indicam que leva de 10 a 20 minutos para focar a nossa energia novamente em um projeto quando ele é interrompido", disse Emily Seamone, conselheira de transição de carreira e de trabalho e estilo de vida.

Concentre-se em apenas uma coisa ao mesmo tempo. É mais eficaz e você manterá a sua sanidade.

5. "…e intervalos longos sem trabalhar não ficam bem no currículo".


Getty Images
Ficar um tempo sem trabalhar, seja por escolha ou devido às circunstâncias, antes era considerado um sinal de alerta em um currículo, mas isso mudou.

Não importa se você passou tempo viajando, desenvolvendo um novo projeto, criando um filho ou ajudando a sua família e amigos, a chave é "vender" esse tempo de intervalo para os recrutadores.

Seamone sugere ser breve, profissional e se possível, ligar a sua experiência com algo profissional. E não sinta-se nem um pouco culpado.

"Se você sentir-se inseguro, a pessoa que vai lhe entrevistar vai perceber, ao invés, de você dizer 'Eu tive uma oportunidade incrível, ou, eu desenvolvi tal projeto, ou eu ajudei a cuidar da minha irmã", Loder afirma. "Assumir a experiência com confiança é bem mais importante do que o 'intervalo'."

6. "Preparação, preparação, preparação."

Katty Kay e Claire Shipman argumentam na recente matéria da capa da revista Atlantic, "Homens sub-qualificados e despreparados não pensam duas vezes sobre mergulhar de cabeça. Qualificadas demais e superpreparadas, muitas mulheres ainda ficam receosas". As mulheres só se sentem confiantes quando acham que são perfeitas. Ou praticamente perfeitas.

Por conta disso, Loder encoraja os clientes a "ir mais devagar" e entender a diferença entre estar suficientemente preparado e ficar enlouquecido.

Ela citou um de seus mentores, uma professora na universidade de Stanford que experimentou improvisar uma palestra. Ela descobriu que con-seguiu se sair muito bem, e ficou até mais relaxada e tranquila.

7. "Você precisa seguir a sua paixão."

Não há dúvida de que fazer algo que você simplesmente adora, profissionalmente, é maravilhoso -- "mas lembre-se de que isso nem sempre garante um emprego estável ou um bom salário", Seamone disse.

Não sinta-se derrotada se o seu emprego atual não é necessariamente tudo aquilo que você sonhou, nem sinta-se obrigada a transformar cada uma de suas paixões (o seu amor por escrever, ou, quem sabe, cozinhar) em uma carreira.

E, lembre-se também, de que pode levar algum tempo para descobrir qual é essa paixão.

As pessoas precisam de tempo para conhecerem a si mesmas "profissionalmente", afirmou Seamone.

Ainda que o seu emprego não acenda uma chama ardente dentro do seu coração, ele ainda pode lhe conduzir por caminhos novos e interessantes.

8. "A sua personalidade de trabalho e a sua personalidade real são pessoas diferentes."


GettyImages
Existem limites para o quanto você pode se soltar no escritório e o que é aceitável em uma empresa tipo startup é provavelmente bem diferente do que é aceitável em um ambiente de trabalho coxinha.

Mas a ideia de que você precisa de alguma maneira ser uma versão mais séria de si mesma (ou de praticamente qualquer coisa) quase não existe mais -- e não faz nenhuma falta.

"O papel do sucesso no mundo profissional pertencia tradicionalmente a um homem branco durante muito tempo, e muitas culturas ainda consideram que esse é o padrão", disse Loder. "Mas a maneira de ser mais feliz -- e de causar um impacto -- é ser autêntico”.



O Google Brasil concluiu nesta sexta-feira duas semanas de testes do "Projeto Loon" - que pretende usar balões para levar internet a áreas remotas - em Teresina e Campo Maior, no Piauí. Foram feitos dois lançamentos com a tecnologia no Brasil, o primeiro em 28 de maio e o segundo, hoje.



Com os balões, a turma da nona série da escola municipal Linoca Gayoso Castelo Branco, na comunidade de Água Fria, teve sua primeira aula com acesso à internet, enquanto um balão sobrevoava a região e transmitia o sinal LTE para uma antena especial instalada no telhado. A aula de geografia, então, incluiu ferramentas como a Wikipedia e o Google Earth.


O teste com a escola marca a primeira vez que o Projeto Loon usou a tecnologia LTE para conectar pessoas por meio dos balões. Participam da iniciativa no Brasil a provedora de internet Vivo e a Telebras, responsável pela infraestrutura de telecom.

O ministro das comunicações, Paulo Bernardo, acompanhou o lançamento dos balões e disse que o "governo federal considera prioridade o avanço do uso da internet em todas as camadas da população e em todas as regiões do Brasil”, reconhecendo a necessidade de disponibilizar fibra óptica, satélites, equipamentos fixos ou móveis.

Como nasceu


Desenvolvido no laboratório Google X, no Vale do Silício, o Project Loon pretende utilizar redes de balões de gás hélio, capazes de voar por 100 dias e equipados com antenas Wi-Fi, para levar conexão a áreas sem internet.

Os balões são capazes de subir à estratosfera, atingindo altitudes de 20 km – duas vezes mais do que aviões. Nesse ponto, os ventos são lentos, com velocidades entre 8 km/h e 32 km/h. Além disso, a tecnologia do Google utiliza uma série de algoritmos para calcular a velocidade do vento e usá-la a favor do projeto.

Os balões são feitos de plástico inflável e projetados especialmente para suportarem altas pressões. Eles ainda são equipados com paraquedas que ajudam a controlar a altitude do voo. Segundo o Google, cada aparelho é capaz de fornecer internet a uma área de 40 km de diâmetro. A velocidade da conexão é comparável à internet 3G brasileira.






Baseado no livro best-seller homônimo de John Green, o filme “A Culpa é das Estrelas” estreia hoje nos cinemas. O longa-metragem conta a comovente história de Hazel Grace Lancaster (Shailene Woodley), uma jovem que, desde os 13 anos de idade, luta contra um câncer.

Sem se enxergar como uma adolescente comum, ela é forçada pelos pais a participar de um grupo de ajuda. É nessas reuniões que ela conhece Augustus Waters (Ansel Elgort), que mudará a forma como ela encara a vida, o amor e a doença.

“A Culpa é das Estrelas” (“The Fault In Our Stars”)
Direção: Josh Boone
Duração: 125 minutos
Gênero: Drama
Elenco: Shailene Woodley, Ansel Elgort, Nat Wolff, Willem Dafoe
Links: Site oficial, IMDb e Rotten Tomatoes


Ela é a primeira rapper de seu país a cantar usando o véu. Mesmo ameaçada de morte, continua a lutar pelo direito das mulheres através de suas letras


A jovem Mayam Mahmoud, com seu véu, parece uma mulher egípcia comum.

Exceto por um detalhe: ela é uma rapper. A primeira do seu país.

Aos 19 anos, subiu no palco do Arabs Got Talent, em outubro do ano passado.

Sua performance de rap chamou a atenção do Egito e do mundo árabe. Para o bem e para o mal.

Muitos elogiaram seu talento. Mas religiosos extremistas consideraram um absurdo uma mulher cantar uma música de rap. Por isso, ela recebeu uma ameaça de morte.

Com suas letras, Mayam combate uma dura realidade de seu país: o assédio e o abuso sexual que as mulheres sofrem.

Com o hip hop e o rap, ela também quer deixar claro que ninguém deve dizer a uma mulher como agir ou se vestir.

“Eu quero que as pessoas saibam que as mulheres, principalmente as mulheres que usam o véu islâmico, podem fazer o que quiserem. Não há uma ação ou um trabalho proibido para elas”, disse Mayam ao Global Post.

Em uma de suas músicas, ela passa uma mensagem dura e direta aos homens (em tradução livre do inglês): "Eu não serei aquela a ficar envergonhada. Você flerta, você assedia e você não vê nada de errado nisso. Mas mesmo que pareçam apenas palavras, não são flertes, são pedras".

Apesar de não ter se qualificado para a final do show, muitas mulheres egípcias ficaram tocadas pela mensagem feminista de suas canções.





Mayam

Mayam Mahmoud cresceu em Embaba, um bairro pobre do Cairo. Estudou ciências políticas e tem uma carreira paralela como modelo.

Ela cresceu em um Egito cujos casos de violência sexual e assédio para com mulheres são corriqueiros.

De acordo com uma pesquisa da Thomson Reuters, o Egito é o pior país árabe para as mulheres. A escalada de grupos islâmicos extremistas na política torna a situação das mulheres ainda mais delicada.

A ONU, por exemplo, levantou dados que mostram que 99,3% das mulheres egípcias já sofreram assédio sexual.

Esses números foram suficientes para Mayam perceber que algo precisava ser dito.

“As garotas estão sempre paranoicas, ficam preocupadas quando têm que andar até a escola, por exemplo. As mulheres, assim, raramente saem de casa”, disse.

As grandes influências de Mayam? Nada de hip hop ocidental, Eminem ou Kanye West. Segundo ela, sua mãe é sua grande influência. Desde os 12, ela lhe incentivou a ler e escrever.

Quando a poesia virou letras de rap, seus pais ficaram preocupados no começo, considerando o rap uma atividade "pouco feminina".

Mas logo mudaram de ideia e a ajudaram a gravar uma música em um estúdio em Alexandria.




Rap contra rap

O rap de Mayam é uma resposta ao rap dos homens do Egito. Segundo ela, muitos rappers homens cantam músicas que falam que a culpa pelos assédios e abusos é das próprias mulheres, porque “usam certas roupas ou maquiagem”.

Suas músicas, agora, incomodam os ultraconservadores do país, que consideram totalmente inapropriado uma mulher, usando um véu, cantar e aparecer em programas de entretenimento.

"Quem disse que feminilidade é sobre vestidos? Feminilidade é sobre inteligência e intelecto", diz um de seus raps.

A repressão e até a ameaça de morte não pararam Mayam.

Em Londres, ela ganhou o prêmio Index Freedom of Expression, por defender o direito das mulheres.

No Facebook, ela se juntou a amigos para criar a página “Carnival of Freedom”, onde mulheres de todo o país podem postar fotos delas participando de atividades normais, mas que no país são proibidas ou “obscenas”. Jogando futebol, por exemplo.

A escolha do rap foi por causa de sua maneira particular de “se expressar de modo mais livre”. Além disso, a cena do hip hop e do rap é muito forte no país, ainda que os artistas mais ouvidos sejam os americanos, como Jay-Z.

“Minhas letras falam das experiências reais das mulheres. Elas me contam suas histórias e eu relato a dor delas através do rap”, disse.

“Ninguém mais, além de nós mesmas, pode relatar a dor da mulher egípcia”, conclui.

Instituto Médico-Legal da Holanda anunciou que já pode datar com precisão impressões digitais


Digitais são examinadas: descoberta permitirá determinar a idade das digitais

Haia - O Instituto Médico-Legal holandês anunciou nesta quarta-feira que já pode fazer a datação com precisão das impressões digitais, uma importante descoberta, que permitirá determinar a idade das digitais deixadas na cena de um crime.

"É uma descoberta muito importante", assegura Marcel de Puit, pesquisador do IML e especialista em impressões digitais, enfatizando que se trata de um achado mundial inédito.

"A polícia geralmente nos pede para datar as impressões achadas na cena de um crime. Poder datar as impressões permite determinar quando um potencial suspeito se encontrava no local do crime ou que impressões são pertinentes ou não para uma investigação", acrescenta.

Quando uma pessoa toca um objeto, deixa uma impressão, a marca de sua pele, que é constituída por suor e gordura, além de colesterol, aminoácidos e proteínas.

"Os componentes químicos destas impressões podem ser analisadas. Algumas desaparecem com o tempo e é a proporção desses elementos químicos em relação aos outros que permite datar a impressão", explica.

Se as condições de conservação da impressão forem conhecidas - o calor e o frio terão uma diferente influência nos componentes químicos -, será possível datá-la com certa exatidão, com uma margem de um ou dois dias, e isso até 15 dias depois de ter sido deixada. Além desse tempo, este método é ineficaz", concluiu.

Contratar os profissionais errados pode custar bilhões, diz pesquisa. IBM, Natura e Nextel usam o LinkedIn para acertar em cheio na seleção. Veja como


IBM: empresa reduziu gastos com contratação em 40% com parceria com mídias sociais

Contratar as pessoas erradas sai caro. Segundo um estudo feito pela PwC e o LinkedIn, os gastos com desligamentos e seleções de novos funcionários em empresas de 11 países, somadas, podem chegar a 19,8 bilhões de dólares.

Participaram do levantamento companhias da Holanda, Reino Unido, Canadá, Singapura, Estados Unidos, Austrália, França, Alemanha, Índia, China e Brasil.

A pesquisa cruzou os dados das interações de 277 milhões de usuários da rede social corporativa com informações de 2.600 organizações clientes da consultoria.

O cálculo tomou como base a quantidade de demissões de pessoas com menos de um ano no cargo em cada país, dentro da amostra da PwC, levando em conta que o turnover dentro desse prazo é considerado evitável e indica erros durante o processo de recrutamento.

A partir daí, estimou-se quantos empregados teriam sido desligados no primeiro ano de contrato caso o desempenho de cada país fosse igual ao daquele com o menor índice (a Holanda, com 4,8% funcionários demitidos nos primeiros 12 meses).

Da diferança entre os dois dados, foi possível calcular qual era o "excesso" de admissões em um ano. Então, multiplicando esse número pelo custo por contratação, chegou-se ao valor que cada país poderia economizar se suas companhias escolhessem as pessoas adequadas para as vagas abertas.

Como encontrar as pessoas certas

Se a dificuldade das empresas em encontrar profissionais qualificados antes estava diretamente atrelada ao aquecimento do mercado, a partir de 2008, mesmo com a economia fraca, esse desafio continua crescendo.

Foi o que descobriu a consultoria PwC ao ouvir cerca de 1.200 presidentes de empresa de todo o mundo, durante 17 anos.

Para João Lins, sócio da PwC, muito provavelmente, esse novo cenário está ligado às novas tecnologias e possibilidades hoje existentes.

E, sendo assim, para que as companhias sobrevivam a ele, "reposicionar as práticas de recursos humanos é essencial", disse o executivo em um evento realizado pelo LinkedIn nesta quarta-feira, em São Paulo.

Isso significa que o tempo em que receber e analisar montes de currículos era o principal instrumento para uma empresa conseguir bons funcionários deve ficar para trás.

Com a grande quantidade de informações acessíveis pela internet e os ínumeros recursos para estudá-las sob diferentes recortes, o big data está se tornando um grande aliado do RH na hora hora de formar equipes.

Prova disso é que, na IBM, depois que a análise de dados e as redes sociais começaram a ser usados nesses processos, o gasto com contratações caiu cerca de 40%, segundo Alessandro Bonorino, vice-presidente global de aquisição de talentos da companhia.

No evento, em São Paulo, ele contou que há três anos, quando assumiu o cargo, cerca de 4 em cada 10 processos de recrutamento feitos pela organização precisavam do auxílio de um headhunter.

Hoje, pós a parceria com mídias sociais, essa dependência caiu para 10%. Ele diz que o apoio de profissionais especializados em achar talentos é importante em algumas áreas específicas, mas pode ser evitado naquelas de muita rotatividade.

De acordo com ele, só no último ano a IBM contatou mais de 1 milhão de candidatos a emprego nos 170 países em que ela atua.

O número de linhas telefônicas de celular irá superar o da população mundial em 2015, segundo relatório da Ericsson

Mulher no celular: só no 1º trimestre, foram registrados 120 milhões de novas linhas

Madri - O número de linhas telefônicas de celular irá superar o da população mundial em 2015, e a previsão é de que até o final de 2019, o mundo tenha 7,6 bilhões de assinaturas de banda larga e uma explosão do tráfego de dados devido, especialmente, ao consumo de vídeos e televisão a partir de telefones e tablets.

Assim informa o recente relatório do "Mobility Report" da multinacional Ericsson, por cujas redes circulam, atualmente, mais de 40% do tráfego móvel do mundo. A publicação, com dados de todas as regiões do planeta, foi apresentada nesta quarta-feira em entrevista coletiva, em Madri.

Só no primeiro trimestre deste ano, foram registrados 120 milhões de novas linhas telefônicas móveis.

Além disso, 65% de todos os telefones vendidos nestes três meses foram smartphones.

Em 2016, esses telefones de última geração superarão os básicos. Para 2019, o número de assinaturas de telefones inteligentes será de 5,6 bilhões. Só na Europa, o número rondará os 765 milhões.

O relatório revela que as linhas de celular aumentam a um ritmo de 7% a cada ano, e as assinaturas de banda larga móvel representam mais de 80% do total da escala mundial.

Para essa data, na Europa a cobertura LTE/4G rondará 80% e o número de assinaturas com essa tecnologia será de 30%, contra 85% nos Estados Unidos, e o tráfego móvel na Europa superará em 2019 cerca de oito vezes o de 2013.

O aumento do uso de dados móveis se deverá, especialmente, ao consumo de vídeos, que representa 50% do total.

O relatório destaca que a Europa é a região com maior nível de penetração móvel no mundo: a maioria de países alcançou esse marco há dois ou três anos.

Além disso, 62% dos alemães usam tablets, computadores portáteis ou smartphone para ver televisão ou vídeo.

O habito é comum na Europa ocidental e, especialmente, na Suécia. Na França, um de cada quatro entrevistados assiste vídeos em um telefone inteligente por mais de três horas semanais.

Já na Itália e na Espanha, os consumidores de vídeo em smartphone fazem isso por mais de quatro horas semanais.

Pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT e ex-ministro de Saúde, Alexandre Padilha afirmou que o país não tem intenção de esconder favelas na Copa

Alexandre Padilha: "o Brasil não quer esconder as favelas ou os mendigos"

 Pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT e ex-ministro de Saúde, Alexandre Padilha afirmou nesta quarta-feira em um evento organizado pela Agência Efe que o Brasil não tem intenção de esconder favelas e moradores de rua durante a Copa do Mundo.

"O Brasil não quer esconder as favelas ou os mendigos, mas mostrar também um país que cresce cada vez mais, que gera empregos", disse Padilha durante a sétima edição do fórum "Efe Café da Manhã".

A oito dias do início do torneio, o ex-ministro afirmou que "nunca" viu tanta "febre" pela Copa como em competições anteriores.

"Passei por um quiosque e vi uma fila de umas 500 pessoas para comprar o álbum. Nunca vi essa febre nas Copas passadas", disse.

O ex-ministro de Saúde, que deixou o cargo para disputar o governo estadual contra candidatos como o atual governador Geraldo Alckmin, do PSDB, afirmou que o "Brasil já está vivendo" o torneio.

"O Brasil vai a viver a Copa com muito otimismo, inclusive pela própria seleção brasileira", comentou, acrescentando que o torneio é uma oportunidade para mostrar ao país "como ele é".

O pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT lembrou que o estado será "quartel-general" de 15 das 32 seleções durante o Mundial, que começa no próximo dia 12.

Durante o café da manhã, patrocinado pelo banco Santander Brasil, Padilha expressou seu desejo de que a seleção brasileira e a Espanha se encontrem na final, que será realizada no Maracanã.

"Vamos torcer muito para que o Brasil e a Espanha passem em primeiro em seus grupos e se encontrem na final", disse.

Padilha expôs a empresários, jornalistas e políticos convidados pela Agência Efe os desafios do PT no estado de São Paulo visando as eleições de 5 de outubro.


1. Um relacionamento sem joguinhos de quaisquer tipos. Um relacionamento direto, tipo sim ou não. Nada de talvez.

2. Uma pessoa que saiba valorizar um cuidado, mas que, quando necessário, também saiba oferecer o seu colo.

3. Liberdade. Não é porque estou namorando que eu tenho que viver 24 horas para você. Tenho uma vida e tenho amigos também.

4. Fidelidade acima de tudo, pois mesmo que olhemos para as mais lindas e gostosas mulheres, a parte decente masculina sempre optará por ficar única e exclusivamente com você.

5. Uma mulher que aceite elogios. Quando falamos que vocês estão lindas, ACREDITEM! Parem de menosprezar os nossos elogios para vocês ou falar que estão gordas toda hora. Chega um momento que realmente cansa.

6. Homens também gostam de surpresas, Mensagens de carinho e apimentadas durante o dia são muito bem-vindas.

7. Todos têm seus assuntos preferidos. Às vezes também é legal saber um pouco sobre o que o outro gosta. Não queremos que vocês virem experts no assunto, mas saber uma coisa ou outra é interessante.

8. Queremos mulheres, não meninas. Odiamos quando se reúnem com suas amigas e ficam com aqueles gritinhos típicos de garotas de 15 anos. Isso nos broxa. Riem, gargalhem, mas com pose. Mulheres têm pose, meninas se preocupam demais com o que os outros pensam e vivem num mundo superficial.

9. Mulheres com sex appeal. Tem de saber ser sexy, sem abusar e ser vulgar. E não é somente a vestimenta que mostra isso. O olhar e o jeito de falar também demonstram isso. Isso nos apetece e aumenta a atração.

10. Alguém com quem possamos compartilhar nossas fantasias sem sermos julgados.

11. Mulheres que saibam ouvir uma crítica sem ficar de cara virada.

12. Homens não gostam de mulheres subordinadas, que aceitam e topam de tudo. Dialogar e até discutir sobre algo, de forma respeitosa, também mexe com a gente. Atitude, personalidade e sinceridade criam respeito, confiança, bases da paixão e do amor.

13. Que ela seja parceira e aceite sair com todos nossos amigos por gosto, e não por se sentir obrigada a nos acompanhar.

14. Menos mimimi, desconfianças e inseguranças. Mais sexo, risadas e cuidado.

15. Uma companheira que nos ajude a enfrentar os problemas e que não nos julgue quando erramos.

16. Mais sorrisos – de preferência gargalhadas – e menos cara de bunda.

17. Boa pergunta… Depende do dia.

18. Quero estar com alguém com quem eu sei que terei o que conversar depois de 20, 40, 50 anos de casado.

19. Simplicidade, facilidade. Se quiser ser entendida, faça-se entender. Nem todo mundo é bom com meias palavras.

20. Que a mulher goste do homem pelo que ele É, e não pelo que ele TEM.

21. Quero uma mulher que não me veja como príncipe encantado. Não quero ter que preencher as expectativas fantasiosas femininas.

22. Quero sexo com a luz acesa.

23. Sarcasmo, bom humor e companheirismo.

24. Quero mais você, e menos interferência de sua família! Se posicione como uma adulta independente, por favor.

25. Nós, homens, adoramos ver uma mulher safada e sair com ela, mas claro que mulheres assim é apenas sexo e tchau. Num relacionamento, nós gostamos de uma mulher safada na cama, mas que com certeza não seja aquela piriguete fora do quarto. (Se não será apenas mais uma Safada piriguete vulgar).

26. Não queremos apenas sexo! Queremos também carinho, atenção, respeito, amor… Afinal, também temos sentimentos.

27. Sinceridade, mesmo que doa. Pequenas e grandes mentiras destroem qualquer relacionamento.

28. Que não comentem relacionamentos antigos, nem para nos elogiar.

Descoberto por observatório mineiro e batizado de 2014 KP4, o asteroide de 600 metros de diâmetro poderia devastar um continente caso se chocasse com a Terra

Telescópio do observatório Sonear: depois de cometa, asteroide é descoberto no Brasil

São Paulo - Pela primeira vez, astrônomos amadores brasileiros localizaram um asteroide noespaço. Batizado de 2014 KP4, o objeto tem órbita que corta a da Terra e pode ter até 600 metros de diâmetro.

Por sorte, a inclinação de 10º em sua trajetória impede que o asteroide se choque com o nosso planeta. De acordo com os cientistas, isso poderia causar a devastação de um continente.

"Não foi fácil encontrar, foram muitos dias de busca", afirmou em nota o engenheiro Cristóvão Jacques. Ele é dono do observatório particular Sonear, responsável pela descoberta realizada em 20 de maio.

Confirmação

Após a identificação do 2014 KP4 pelos brasileiros, observatórios na Austrália e na Itália confirmaram a descoberta.

O asteroide é o segundo achado do Sonear, que já havia identificado em 16 de janeiro o cometa C/2014 A4 Sonear.


Criado por Jacques e outros dois amigos no fim do ano passado, o Sonear fica em Oliveira (MG) - cidade a 120 km de Belo Horizonte.

Segundo a Agência Espacial Brasileira, 90% dos asteroides que representam real ameaça para a Terra (com 1 km ou mais de diâmetro) já foram identificados. Ao todo, eles são cerca de mil.

Entretanto, centenas de milhares de outros objetos menores (como o 2014 KP4) ainda não foram identificados pelos cientistas.

Resultado dos testes com imunoterapia foi impressionante; tumores de paciente diminuíram consideravelmente e, depois de 4 meses, desapareceram por completo



Médico Christian Hinrichs, do Center for Cancer Research at the National Cancer Institute, e sua paciente

Aricca Wallace sofreu durante três anos com dores e sangramento irregular, mas seu médico lhe assegurou que estes eram efeitos colaterais do DIU que tinha implantado.

Segundo ele, os resultados de sua citologia eram normais, o que o levou a descartar a hipótese de que Aricca estivesse com câncer. Na verdade, porém, ela havia desenvolvido a doença.

Quando esta mulher de 34 anos, mãe de dois filhos, decidiu tirar o dispositivo intrauterino, depois do diagnóstico de câncer, a doença já tinha se propagado para o peito e para o abdômen.

"Um especialista me disse que a quimioterapia não poderia eliminá-lo", contou Aricca Wallace à AFP. "E que não teria mais que um ano" de vida, prosseguiu.

Era fevereiro de 2012. Meses depois, seu médico lhe disse que estavam fazendo testes com imunoterapia em pacientes encaminhados pelos Institutos Nacionais de Saúde a uma clínica nos arredores de Washington.

Aricca Wallace decidiu participar.


Os médicos iniciaram o tratamento eliminando um de seus tumores e coletando células imunológicas específicas, os linfócitos T, que o rodeavam e que desempenham um papel chave, ao atacar o vírus do papiloma humano (HPV).

O HPV é uma doença sexualmente transmissível que a maioria dos adultos adquire em algum momento da vida. Embora o HPV possa ser inofensivo, algumas cepas agressivas podem provocar verrugas genitais ou, inclusive, causar o câncer de colo de útero, de ânus, cabeça, pescoço, ou de garganta.

Setenta por cento dos casos de câncer de colo de útero, também conhecido como câncer cervical, são causados pelas cepas 16 e 18 do vírus do papiloma humano.

Aricca Wallace se submeteu a uma primeira semana de quimioterapia em doses fortes para desativar seu sistema imunológico. Em seguida, os cientistas fizeram nela uma infusão de 100 bilhões de suas próprias células T, cultivadas em laboratório com base naquelas retiradas do tumor.

Depois, ela teve de tomar duas doses de aldesleucina, um agente que ajuda a desenvolver as células imunológicas, mas pode causar importantes efeitos colaterais como hemorragias, vômitos, pressão baixa, febre e infecções.

"Tive a pior febre da minha vida", lembrou Wallace.

"Um verdadeiro milagre"
O resultado foi impressionante. Seus tumores diminuíram consideravelmente e, depois de quatro meses, desapareceram por completo.

Em 29 de maio, Aricca Wallace voltou à mesma clínica para fazer novos exames, que não mostraram rastro da doença, 22 meses depois de iniciado o tratamento.

"É um verdadeiro milagre", disse a mulher, hoje com 37 anos.

Ela foi a primeira pessoa diagnosticada com câncer de colo de útero para quem o novo tratamento funcionou.

Outra americana também viu desaparecer completamente seu câncer uterino metastático depois desse tratamento e, um ano depois, não tinha sinais da doença.

Elas são duas das novas pacientes que participaram do teste clínico. Uma terceira respondeu da mesma forma durante um curto período, mas o câncer reapareceu em seguida.

"Com apenas nove pacientes, não podemos dizer com certeza até que ponto este tratamento funciona", explica Christian Hinrichs, do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos (NCI, em inglês).

"Tudo o que sabemos é que pode funcionar", continua o pesquisador, que apresentou o estudo nesta segunda-feira na conferência anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco, em inglês), que acontece em Chicago.

A imunoterapia é um novo enfoque considerado promissor, que já deu mostras de ser eficiente especialmente contra o melanoma, o câncer de pele mais agressivo.

Segundo um estudo publicado no final de 2013, 40% das pessoas diagnosticadas com melanoma metastático que seguiram um tratamento de imunoterapia não apresentam sinais da doença sete anos depois.

No entanto, essa técnica ainda está longe de ser generalizada, e os pesquisadores ainda devem determinar porque funciona em alguns casos, e não em outros.

O câncer de colo de útero afeta anualmente 530.000 mulheres em todo o mundo e causa a morte de mais de 270.000, a maioria em países em desenvolvimento, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Marc Benioff, da Salesforce.com, e Satya Nadella, da Microsoft

A Microsoft e a Salesforce.com, empresa especializada em computação em nuvem, anunciaram nesta quinta-feira a consolidação de uma parceria “estratégica e global”. De valores não revelados, o acordo visa aproximar os software de ambos os lados e “ajudar consumidores a extrair mais valor de nossos produtos”, como afirmou o CEO da MS Satya Nadella em coletiva por telefone.

Dona da solução de gerenciamento de relacionamento com clientes (CRM) de mesmo nome, a Salesforce.com é uma das companhias que mais tem crescido, em termos de consumidores, na área de Software as a Service (SaaS). Ela lançará, como parte da parceria, o Salesforce1 para Windows 8.1 e Windows Phone até 2015, e também integrará seu software ao Office 365, um dos focos da estratégia de expansão da gigante chefiada por Nadella.

Dessa forma, usuários de produtos da MS poderão acessar e gerenciar negócios em computadores e smartphones ou tablets. Além disso, os clientes serão capazes, pelo Salesforce, de abrir o conteúdo guardado na nuvem do Office e usar o OneDrive for Business como opção de armazenamento e dados, entre outras possibilidades.

Ainda como parte do acordo, a empresa de computação em nuvem adotará o Azure de forma mais ampla e continuará a usar o SQL Server, como ressaltou, na coletiva, o presidente Marc Benioff. A companhia de Nadella, por sua vez, também aumentará o uso das soluções da marca parceira.

Conforme disse o CEO da MS, a parceria entre as duas empresas tem tudo para durar, já que existe expectativa por parte dos consumidores. E o acordo parece ser até relacionada à visão mais “corporativa” do executivo, que foi vice-presidente da divisão de nuvem da gigante do software antes de assumir o cargo de chefia em fevereiro deste ano.

O atacante Neymar, principal esperança da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, é patrocinado por mais de dez marcas de vários segmentos


Neymar e Panasonic: a marca combinou música, tecnologia, futebol e a participação dos fãs


O atacante Neymar, principal esperança da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, é patrocinado por mais de dez marcas de vários segmentos.

O que fazer então para não ser apenas mais uma empresa na onda midiática do craque e conseguir, de fato, se destacar de alguma maneira e aproveitar o potencial da jovem estrela como produto?

A Panasonic, uma das primeiras marcas a fechar contrato com o atleta, ainda no inicio de sua carreira, apostou numa combinação explosiva entre música, tecnologia, futebol e a participação dos fãs.

A marca gravou algumas faixas compostas a partir de mensagens de apoio dos fãs, gritos de torcida e o som da bola em seus pés, além das dez melhores jogadas de sua carreira, segundo o público.

Para executar as músicas, uma mesa de som especial, em formato de chuteira.

O trabalho foi criado pela Dentsu, de Tóquio.

Confira o filme:

O planeta Kepler-10c é muito maior do que todas as super-Terras descobertas até hoje. "Ele é o Godzilla das Terras", disse o astrônomo Dimitar Sasselov


Kepler-10c: ele tem uma massa 17 vezes maior do que a da Terra

Uma equipe de astrônomos anunciou nesta segunda-feira (02) a descoberta de um novo tipo de planeta.

Este planeta é muito maior do que todas as super-Terras descobertas até hoje.

Por isso, os astrônomos dizem que esse planeta é uma mega-Terra.

"Ele é o Godzilla das Terras", disse o astrônomo Dimitar Sasselov. "Mas ao contrário do filme de monstro, Kepler-10c tem implicações positivas para a vida."

Kepler-10c orbita uma estrela como o Sol uma vez a cada 45 dias.

Ele está a cerca de 560 anos-luz da Terra, na constelação de Dragão.

Essa distância indica que ele está mais longe do que "Kepler-186f", o primeiro planeta descoberto fora do sistema solar com um tamanho comparável ao da Terra e em que pode existir água em estado líquido.

O nome Kepler-10c é uma homenagem ao nome do satélite que o detectou pela primeira vez, o Kepler.

Mas foi com ajuda de um instrumento do Telescópio Nazionale Galileo (TNG), nas Ilhas Canárias, que os cientistas mediram a massa desse planeta.

Foi durante essa análise que os astrônomos descobriram que o planeta pesava 17 vezes mais do que a Terra. Isso mostrou que Kepler-10c deve ter uma composição densa de pedras e outros sólidos.

Os astrônomos estimam que a idade do planeta é de 11 bilhões de anos.

Ou seja, Kepler-10c nasceu três bilhões de anos depois do Big Bang, a grande explosão que deu origem ao universo.

Essa é uma prova de que planetas do tipo terrestre também se formaram muito cedo na história do universo.

Essa descoberta faz os cientistas saírem em busca de planetas potencialmente habitáveis em regiões antes ignoradas, como nas estrelas mais antigas do cosmos.

$ok={Aceitar!} $days={7}

O "Minha Cidade em Foco" usa cookies para melhorar sua experiência. Saber mais

MKRdezign

{facebook#http://www.facebook.com/MundoMS} {twitter#http://twitter.com/MundoMSOficial} {google-plus#http://plus.google.com/+MundoMSOficial} {pinterest#http://br.pinterest.com/MundoMS/} {youtube#http://www.youtube.com/c/MundoMSOficial} {instagram#http://www.instagram.com/mundomsoficial}

Fale com o Mundo MS

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget