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          A artista autodidata Nathanna Érica tem um talento peculiar para o desenho e a arte, atualmente residindo na cidade de São Paulo/Brasil, A talentosa artista já conquistou milhares de fãs em suas redes sociais com lindas ilustrações ao estilo contos de fadas e fantasia, Nathanna tem seu estilo próprio principalmente por fazer boa parte de suas artes em papel com recortes.


           Nathanna sempre gostou muito de desenhar, seu amor pelo desenho vem de muito pequena,
mas apenas a um tempo atrás ela começou a considerar arte como uma carreira a ser seguida, e não apenas um hobby. Ela largou toda a sua carreira no Direito em 2015, e desde então tem trabalhado como artista.


           As suas principais inspirações do passado, na maior parte de sua infância como muitas outras crianças de sua geração, foi definida pelos primeiros filmes de animação e a magia da era do Renascimento da Disney, a artista cresceu com um amor intenso por tudo relacionado a contos de fadas e fantasia. A sua arte também é frequentemente influenciada pelo estilo das ilustrações Mid-Century Modern, e filmes e séries clássicas, principalmente dos anos 50 e 60, algumas das suas coisas favoritas na vida.


           Em seu trabalho a artista tanto usa as técnicas de forma digital, como também a forma tradicional, sendo que seu material favorito para a construção de suas artes feitas com recortes é papel e guache. Quando Nathanna começou a trabalhar com papel, descobriu que com esse meio - que rapidamente se tornou o seu favorito -, ela percebeu que poderia desenvolver ainda mais sua arte em termos de texturas, movimento e cor. Para a artista, esses três elementos são essenciais para cada peça que cria.

                                                                theartofnathannaerica

            A artista trabalha com a Disney desde 2019. Seu primeiro trabalho foi com a The Walt Disney Company Brazil, a mesma foi responsável por criar as artes para a campanha Cinderella 70 Years, em comemoração aos 70 anos de lançamento do filme, em 1950. Mais recentemente, suas artes fizeram parte do livro "Contos sobre Coragem e Gentileza", que reúne 14 histórias inéditas sobre cada uma das 12 princesas e as 2 rainhas da Disney, parte da campanha "Ultimate Princess Celebration". Atualmente, a artista é ilustradora freelancer na Disney Publishing Worldwide, ela esta trabalhando em mais um projeto a ser divulgado em breve, Nathanna conta ao Mundo MS que sobre esse projeto ainda não pode nos dar muitos detalhes!, mas a julgar por seus trabalhos anteriores, já temos uma ideia de que vem coisa boa por aí.

                                                                             theartofnathannaerica

             A ilustradora estudou Animação Digital e Clássica na Faculdade Melies durante 1 ano, tendo muita aptidão para o mundo da arte e ilustração, Nathanna foi autodidata com relação à maior parte do seu conhecimento sobre desenho e arte.


Ao perguntarmos quais os seus projetos futuros, a artista nos revela.
"Eu sempre tenho muitos projetos em mente, mas primeiro quero finalizar todos os trabalhos que estão em andamento para poder voltar a focar no meu portifólio e futuramente conseguir um trabalho como artista de desenvolvimento visual em um estúdio de animação no exterior. Dedinhos cruzados!"


Por ter nascido em um país tão tropical igual o Brasil, as ilustrações de Nathanna transbordam muita cor e vida, a artista nos enche de orgulho e nos sentimos representados pelo seu grande talento digno de artista dos estúdios Disney.

Antonio e mãe foram tentar a sorte nos EUA e acabaram abandonados por um parente Foto: Arquivo Pessoal

Um jovem estudante que morou nas ruas conseguiu emprego na NASA vai começar um Ph.D. em ciências aeroespaciais. Uma verdadeira guinada na vida.

Antonio Macias, de 25 anos, foi de Cuba para Houston, nos EUA, com sua mãe e passou muitas dificuldades.

Mas, em 5 anos, o imigrante cubano aprendeu inglês, concluiu um mestrado e agora vai trabalhar na maior agência espacial do mundo.

Barreiras
Mãe e filho saíram de Cuba, passaram pela Venezuela, Equador e finalmente, em 2015, cruzaram a fronteira do México para chegar aos Estados Unidos.

“Se morrermos, morreremos juntos e se formos salvos, seremos salvos juntos. Juntos para tudo, então não vou ficar aqui e você em outro lugar. Juntos!”, disse Milda, mãe de Antonio na época.

Moradores em situação de rua
Depois de conseguirem permissão para entrar nos EUA, mãe e filho chegaram a Houston, no Texas e foram para a casa de um parente.

Nem bem chegaram, eles foram abandonados por este parente em frente ao estacionamento Catholic Charities. A partir daí foram dias vagando pelas ruas, sem saber o que iam comer no dia seguinte.

“Não sabíamos o que íamos fazer, estávamos totalmente perdidos em uma nova cidade, sem dinheiro, sem amigos, também com pouco conhecimento do idioma”, disse Antonio.

Além disso, ele contou que no começo eles estavam com muita fome, por falta de dinheiro.

Felizmente, algum tempo depois, Antonio conseguiu um emprego e, embora não falasse inglês e o salário fosse baixo, era o suficiente para conseguir comida para ele e sua mãe.

Depois, eles conseguiram alugar uma casa e Antonio começou a aprender inglês. Do inglês, foi para a Universidade do Texas em Austin, onde se formou com honras e recebeu várias condecorações.

Além disso, ganhou o reconhecimento do governo dos Estados Unidos e várias honrarias pelo excelente trabalho em pesquisas científicas para o universidade.

Emprego na NASA
Graças ao seu magnífico desempenho acadêmico, a NASA ofereceu um emprego em um laboratório especializado em missões e otimização de espaçonaves.

“Realizei meu sonho de trabalhar na NASA. Passei vários dias pensando e isso me deixou muito orgulhoso”.

“Tenho muito orgulho de mim mesmo e da minha mãe porque ela sempre me empurra muito para progredir, para ser melhor e para trazer à tona a melhor versão de mim ”, comemora o jovem.

Agora, o imigrante cubano já está se mudando para Atlanta para fazer um doutorado em ciências aeroespaciais no Instituto de Tecnologia da Geórgia para expandir seu conhecimento na área.

Com informações: Nation/El Hispano

Fotografia de ciclistas do Império Russo - Domínio Público/ Creative Commons/ Wikimedia Commons

Com rodas grandes, assimétricas ou revestidas com pneus, as bicicletas são um meio de transporte bastante popular há décadas

Esse veículo de propulsão humana que hoje briga por espaço nas ruas das cidades, nasceu antes do carro. No início era apenas lazer, mas depois da devastação que as duas grandes guerras deixaram, especialmente na Europa, a bicicleta passou a ser vista como meio de transporte. E o ciclismo transformou-se também em importante esporte.

A partir do final dos anos 1960, com o crescimento do movimento da contracultura americano e a crise mundial do petróleo, ela foi reconhecida como uma possibilidade de locomoção ecológica. A seguir, sua história:

Anos 1810 - Draisiana
Esquema de uma Draisiana / Crédito: Domínio Público/ Creative Commons/ Wikimedia Commons

Nasce na Alemanha a draisiana, uma bicicleta sem pedais. Feita de madeira, tinha guidão, um rudimentar sistema de freios e até ajuste de altura do selim para poder ser usada por pessoas de várias estaturas.

Para fazer o brinquedo se movimentar era só apoiar os pés no chão, sair andando ou correndo e, assim que se chegasse ao equilíbrio, levantar os pés. O barão Karl von Drais (daí o nome) patenteou a ideia em 12 de janeiro de 1818.

Anos 1860 - Velocípede
Jornal com ilustração de velocípede / Crédito: Michel delmotte/ Creative Commons/ Wikimedia Commons

Pierre Michaux, um carroceiro de Brunel, na França, redesenha a draisiana e cria um quadro de ferro e um sistema de propulsão por alavancas e pedais nas rodas dianteiras. Ele presenteia o filho de Napoleão III com um modelo, o que abre as portas comerciais.

Na mesma época, outro francês, Pierre Lallement, diz ter inventado antes o mesmo velocípede. Lallement se muda para os Estados Unidos e patenteia seu invento em 1866. Ao mesmo tempo, surgem as rodas com aro de aço, freios e tração traseira por corrente.

Anos 1870 - Roda gigante
Ilustrações de James Starley e suas invenções / Crédito: Domínio Público/ Creative Commons/ Wikimedia Commons

James Starley, um inglês apaixonado por máquinas, repensa o velocípede e cria um
modelo diferente, feito de aço, com a roda cheia de raios, pneus de borracha maciça e
um sistema de freios inovador. Tinha a roda dianteira bem maior que a traseira, o que fazia dela a máquina de propulsão humana mais rápida.

Como os pedais eram fixos no eixo da roda, quanto maior o diâmetro, maior a distância percorrida e também a velocidade a cada pedalada. As rodas eram fabricadas com base na medida das pernas do proprietário.

Anos 1880 - Pneus
A primeira bicicleta com pneus e de John Boyd Dunlop / Crédito: Domínio Público/ Creative Commons/ Wikimedia Commons

As bicicletas até aqui pecavam pela falta de conforto e pela dificuldade que as pessoas sentiam em manter-se estáveis sobre elas. As rodas diminuem, e com isso a sensibilidade aos buracos da rua e irregularidades do chão aumenta.

O escocês John Boyd Dunlop cria então uma câmara de ar para as rodas da bicicleta do seu filho em 1888. Isso e o domínio da tecnologia na transmissão por corrente tornam a condução da bicicleta suave e mais fácil, o que populariza o seu uso.

Anos 1890 - Segurança
Imagem meramente ilustrativa de bicicleta / Crédito: Brosen/ Creative Commons/ Wikimedia Commons

É a grande evolução do design. Aqui surge o quadro trapezoidal, usado até hoje. A configuração com duas rodas de mesmo tamanho e o ciclista pedalando entre elas traz segurança e facilidade ao deslocamento.

Além disso, surgem os primeiros modelos de alumínio, três vezes mais leve que o aço. A uniformização da produção das rodas e dos tubos transforma a bicicleta em um meio de transporte simples, eficiente, seguro e barato. Assim começa sua popularização.

Anos 1900-1940 - Ciclismo esportivo
Competição de ciclismo em 1960 / Crédito: Bundesarchiv, Bild 183-75236-0001 / CC-BY-SA 3.0/ Crative Commons

Enquanto os Estados Unidos estão em construção e com espaço para absorver o carro, a Europa segue devastada após duas guerras. Assim, os países europeus adotam políticas de transporte de massa e uso racional do espaço, tornando a bicicleta um meio de transporte. Nesse período surgem os primeiros modelos com freio, marcha e cubo com roda livre, o que permite continuar em movimento quando o ciclista para de pedalar. O ciclismo esportivo se torna popular.

Anos 1950-1960 - Mountain bike
Atleta praticando montain bike / Crédito: Tom Johnson, Sedona Magazine/ Creative Commons/ Wikimedia Commons

A bicicleta começa a perder espaço para as motocicletas e vespas, e a indústria passa a fabricar modelos com formas parecidas com as das motos. O americano James Finley Scott modifica a sua para andar em trilhas e subir montanhas. Assim surge, em 1953, o primeiro esboço da mountain bike, que vira febre algumas décadas depois. Nesse período, a bicicleta se populariza entre as crianças e ganha ares de brinquedo.

Anos 1970-1980 - BMX
Competição de BMX / Crédito: Fabrizio Tarizzo/ Creative Commons/ Wikimedia Commons

Nasce nos Estados Unidos a BMX, um modelo que vira febre mundial, o maior desejo das crianças e que torna a bicicleta uma nova possibilidade para o esporte e lazer. Nessa época também surgem os primeiros movimentos pró-bicicleta como alternativa de transporte ecologicamente correto e ideal para a saúde. A mountain bike melhora o design para ficar mais leve e resistente e vira uma febre em vários países. No Brasil é o modelo predominante.

Anos 1990-2000 - Tecnologia
Imagem meramente ilustrativa de jovem em bicicleta / Crédito: Alfredo Borba/ Creative Commons/ Wikimedia Commons

A tecnologia vira a maior aliada das bicicletas, que passam a usar o que existe de mais moderno em nome de performance e segurança. O ciclista pode finalmente fazer o que quiser com a sua bike, inclusive tudo aquilo que sonhava quando era criança. Surgem os modelos levíssimos, feitos com fibra de carbono, mesma tecnologia usada nos carros de corrida, freio a disco, câmbio eletrônico com a transmissão feita sem cabos.

Anos 2010 - Mobilidade
Imagem meramente ilustrativa / Crédito: papagnoc/ Creative Commons/ Wikimedia Commons

A bicicleta como meio de transporte passa a fazer parte do repertório mundial. Por isso, os modelos dobráveis e as elétricas ou com pedaladas assistidas ganham as ruas. A geometria flat foot também é um avanço nesse sentido, pois boa parte das pessoas tem medo de usar a bicicleta por não conseguir colocar os pés no chão quando parada. A americana Electra desloca a caixa de movimento central para a frente, assim a perna do ciclista fica esticada ao pedalar e ele pode apoiar o pé no chão sem descer do selim.

Inscrição deixada pelo rei Nabonido na Arábia Saudita - Divulgação/Saudi Press Agency

No último mês, arqueólogos descobriram o mais longo texto cuneiforme já encontrado na Arábia Saudita, que apresentava figuras possivelmente religiosas

Nabonido foi o último a governar a Babilônia, enorme império que, durante o seu auge, se estendeu pelos territórios que iam do Golfo Pérsico até o Mar Mediterrâneo. Durante grande parte de seu reinado, o rei viveu na Arábia Saudita, o que até hoje não tem uma explicação clara para especialistas.

Como ressalta o portal LiveScience, existem historiadores que destacam as divergências entre Nabonido e os sacerdotes e oficiais da Babilônia para esclarecer a longa estadia do governante na região que viria a ficar conhecida como o país do Oriente Médio. Ele reinou a civilização entre 556 e 539 a.C., antes de perdê-la para Ciro da Pérsia.

O rei Nabonido representado em uma estela de Haran / Crédito: Klaus-Peter Simon via Wikimedia Commons

Embora esse seja um mistério histórico que ainda não foi desvendado, a Arábia Saudita possibilitou uma série de descobertas arqueológicas relacionadas ao governo do último rei da Babilônia nos últimos séculos. Uma delas foi, inclusive, feita no último mês, anunciada pela Comissão Saudita para Turismo e Patrimônio Nacional no dia 13 de julho.

Pesquisadores descobriram uma inscrição de 2.550 anos deixada em nome do rei Nabonido. O impressionante achado surpreendeu a comunidade científica e foi repercutido ao redor do mundo, especialmente pela possibilidade de trazer novas informações sobre o período.
A inscrição do último rei

A região de Al Hait, no norte da Arábia Saudita, é conhecida por guardar uma série de locais antigos, entre muitos que remontam ao período que Nabonido reinava na Babilônia. Já foram encontradas instalações de água, artes rupestres, restos de fortalezas, obeliscos, inscrições e muitos outros vestígios históricos.

No passado, o local era conhecido como Fadak e possui registros arqueológicos de períodos distintos, que vão desde o primeiro milênio a.C. até o começo da era islâmica, como relatou o portal SmithSonian. Hoje, a região fica na cidade de Hail e tem “grande importância”, segundo os especialistas informaram pelo Twitter.


A mais recente descoberta foi feita em uma pedra de basalto no mesmo sítio arqueológico. Segundo o Ministério da Cultura da Arábia Saudita, trata-se da inscrição cuneiforme mais longa já encontrada no país até agora, com 26 linhas de texto que foram assinadas em nome do rei Nabonido.

Além da extensa passagem, a pedra mostra algumas gravuras no topo que apresentam o próprio governante babilônico segurando um cetro e outras figuras interessantes, que ainda estão sendo examinadas por uma equipe de especialistas. A descoberta foi feita recentemente, então as conclusões ainda são poucas.

Os arqueólogos destacam uma cobra, o sol, uma flor e a representação de uma lua crescente que foram cravadas no local há pelo menos 2.550 anos. Acredita-se que as gravuras tenham significado religioso e que estejam relacionadas ao reinado do último governante da Babilônia, possivelmente dando detalhes sobre o período histórico.

Como ressalta o jornal britânico Daily Mail, alguns cientistas ressaltam a possibilidade das imagens estarem ligadas às divindades do panteão mesopotâmico, como a estrela de Ishtar, o disco alado do deus sol Shamash e o crescente da divindade lunar Sin.

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