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Dois britânicos se tornaram os primeiros a cruzar o Oceano Índico a remo sem um barco de ajuda.

James Adair e Ben Stenning, remadores amadores quase sem qualquer treinamento, são os terceiros na história a remar tal distância (3.200 milhas náuticas, ou 5.555 km), segundo o organizador do evento, Simon Chalk.

No entanto, a chegada da dupla a seu destino final, nas Ilhas Maurício, 116 dias após zarpar da Austrália, foi dramática.

No domingo, com pouca luz e já tendo avistado a costa, os dois escaparam da morte por um triz quando seu barco de 23 pés (7 metros) virou, atingido por uma onda gigante.

Eles foram atirados no mar, à mercê de ondas imensas que ameaçavam jogá-los contra rochas próximas.

"Era uma parede d'água", disse o londrino Adair, 30 anos.

"O céu ficou preto. Sabíamos que seríamos engolidos. Quando nos atingiu, foi um turbilhão de água branca. Nossos remos se foram, fomos jogados para fora do barco, tudo foi destruído. Pensamos que íamos morrer".


Lutando para salvar o que podiam, os dois agarraram alguns rojões que tinham reservado para as comemorações na hora da chegada. Com os dedos amortecidos pelas horas de remo, os remadores acabaram se cortando ao lançar os rojões no ar.

"Eu estava sangrando muito devido a cortes na minha perna, então Ben ficava olhando embaixo d'água para ver se havia tubarões", disse Adair. "Cada vez que uma onda nos jogava para o fundo, nos agarrávamos um ao outro".

"Sabíamos que tínhamos de sair dali", disse Ben Stenning, 31 anos, nascido no Quênia. "Tínhamos de ir para longe daquelas rochas, ou seria o nosso fim".

TRONCOS FERIDOS
Quando a noite caiu e a lua surgiu no horizonte, um helicóptero de resgate sobrevoou o mar à volta deles com luzes de busca, mas não conseguiu ver a dupla, que acenava freneticamente.

Com seu barco capotado, o equipamento destruído e espalhado pelo mar e sua antena quebrada, os dois tiveram de tomar uma decisão de vida ou morte: abandonar o barco danificado ou ficar junto com a embarcação na esperança de um resgate?

Eles decidiram nadar para a costa, mas correntes fortes tornavam quase impossível que eles chegassem à terra.


Eles acabaram sendo empurrados para cima de recifes. Engatinhando por cima dos corais para fugir da arrebentação, vestidos apenas com shorts rasgados, ali ficaram, com as costas todas cortadas pelos recifes pontiagudos.

Nesse meio-tempo, uma frota de barcos de moradores da ilha já procurava pela dupla, após um alerta do oficial de navegação dos remadores, baseado nas Ilhas Maurício. Ele acionou o alarme quando perdeu contato pelo rádio.

As famílias dos britânicos, que tinham voado para a ilha para encontrá-los, estavam preocupadas, sabendo que apenas o barco capotado havia sido encontrado, sem qualquer sinal dos remadores.

Então, por puro acaso, um dos barcos de resgate encontrou um dos remos perdidos. Ele flutuava próximo ao local onde a dupla estava naufragada, sobre os recifes.

A distância entre aquele ponto e a terra ainda era grande. Desidratados, os dois tremiam de frio e exaustão.

Ao ver o barco, Adair e Stenning gritaram por socorro e assoviaram. Deu certo.

Usando colchões, a tripulação do barco arrastou a dupla pelos recifes até a embarcação, antes de levá-los até suas famílias.

"Houve algumas lágrimas naquele momento", disse Adair. "Eram os primeiros rostos que vimos depois de 116 dias".


Adair e Stenning estão agora se recuperando em terra.
Eles custam a acreditar que, fazendo turnos alternados de três horas cada um, dia e noite, com pouquíssima experiência ou treinamento, conseguiram bater um recorde mundial do remo.

O barco de mais de US$ 24 mil, construído especialmente para eles, pode ter sido destruído.

Estranhamente, os dois estão muito orgulhosos do seu mascote, o ursinho Paddington Bear.

O urso de brinquedo, réplica de um popular personagem de livros infantis, perdeu apenas uma de suas galochas após a longa jornada de mais de 5.000 km pelo oceano.

Uma estudante japonesa caiu do lado canadense das cataratas do Niágara, que ficam na fronteira entre o Canadá e os Estados Unidos.

Veja:



Acredita-se que a estudante tenha perdido o equilíbrio, sem conseguir sobreviver à força das águas.
A turista Kari Wilson, que estava ao lado da estudante no momento da queda, afirma que ela estava sentada em uma mureta, com uma perna para cada lado.
As buscas pela estudante prosseguem.


Uma nova pesquisa aponta que pares de aves do mesmo sexo têm relacionamentos tão estáveis e duradouros como os casais de pássaros do sexo oposto.
Os cientistas da Universidade da Califórnia Berkeley e da Universidade Saint-Etienne, na França, analisaram o comportamento de mandarins (Taeniopygia guttata), aves canoras que cantam para seus parceiros, em um hábito apontado como algo que fortalece o relacionamento do casal.
Segundo os pesquisadores, pares formados por aves do mesmo sexo cantam e cuidam um dos outro da mesma forma que os casais formados por aves do sexo oposto.
Julie Elie
Casais de aves do mesmo sexo podem ter relação estável, aponta estudo
Casais de aves do mesmo sexo podem ter relação estável, aponta estudo
A pesquisadora americana Julie Elie, que liderou o estudo, afirma que os resultados mostram que "relacionamentos entre animais podem ser mais complexos do que apenas um macho e uma fêmea que se encontram e se reproduzem".
Elie e os outros pesquisadores da equipe se interessaram pelo comportamento dos mandarins, pássaros que estabelecem relacionamentos que duram a vida toda e são muito sociais.
Os machos cantam para os parceiros, e os pássaros alisam as penas uns dos outros, além de dividir um ninho. "Eu me interesso em como eles estabelecem os relacionamentos e como usam a comunicação acústica em suas interações sociais", disse Elie à BBC.
"Minhas observações me levaram a um resultado surpreendente: indivíduos do mesmo sexo também interagem de uma forma associativa, como pares de machos e fêmeas", afirmou.
O estudo foi publicado na revista especializada Behavioural Ecology and Sociobiology.
Observação
Julie Elie e seus colegas de pesquisa, Clementine Vignal e Nicolas Mathevon, da Universidade de Saint-Etienne, criaram jovens mandarins em grupos do mesmo sexo. Mais da metade dos pássaros formaram pares com outra ave.
A equipe então monitorou os pássaros para captar sinais de que os pares estavam totalmente ligados.
Segundo Elie, pares de aves que formaram casais ficavam lado a lado e faziam ninhos juntos. Eles também se cumprimentavam tocando os bicos.
No estágio seguinte da pesquisa, os cientistas introduziram fêmeas nos grupos de pares de machos. De oito machos que já tinham formado casais do mesmo sexo, cinco ignoraram completamente as fêmeas e continuaram interagindo com o parceiro macho.
Segundo os pesquisadores, as descobertas indicam que, mesmo entre aves, o impulso para encontrar um parceiro é bem mais complicado do que simplesmente a necessidade de reprodução.
"O relacionamento de um par entre espécies socialmente monogâmicas representa uma parceria cooperativa que pode dar vantagens para a sobrevivência. Encontrar um parceiro social, não importa seu sexo, pode ser uma prioridade", diz a cientista.
Outros exemplos
Além dos mandarins, existem outros exemplos de casais do mesmo sexo entre aves.
Entre gaivotas e albatrozes monogâmicos, este tipo de relacionamento dá às fêmeas a chance de criar filhotes sem um parceiro macho.
"Fêmeas copulam com machos, e então criam os filhotes juntas", afirma a pesquisadora Julie Elie.
Em cativeiro, ocorreram pelo menos dois casos de pinguins machos formando relacionamentos longos entre si quando existiam fêmeas disponíveis.
Talvez o caso mais famoso seja o de dois pinguins machos, Roy e Silo, do zoológico do Central Park, de Nova York. Eles formaram um casal e não deram atenção para nenhuma fêmea durante pelo menos um ano.
Eles até construíram um ninho juntos e chocaram um ovo doado a eles por um dos tratadores.


Um navio movido a energia solar chegou nesta segunda-feira a Hong Kong, depois de seis dias de difícil navegação por causa das condições meteorológicas nas Filipinas, e se tornou a primeira embarcação deste tipo a atravessar o mar da China.
A superfície da embarcação serve como "gerador solar" e ela pode navegar, inclusive, sem insolação direta, pois a energia produzida é armazenada em uma bateria.
No trajeto de mil quilômetros, que separam as Filipinas de Hong Kong, o navio passou por condições delicadas, entre a monção e as tempestades tropicais, declarou a equipe suíça responsável pela iniciativa.
Alex Hofford/Efe
O PlanetSolar começou a volta ao mundo em 2010, em Mônaco, e espera-se que termine em 2012
O PlanetSolar começou a volta ao mundo em 2010, em Mônaco, e espera-se que termine em 2012
Em Hong Kong, o catamarã, chamado PlanetSolar, participará de vários eventos.
A embarcação começou sua volta ao mundo em setembro de 2010, em Mônaco, e espera-se que termine em maio de 2012.
O objetivo do projeto é que o navio passe oito meses no mar, movido unicamente pela energia solar para provar que o sol é uma fonte confiável para o transporte ecológico de pessoas e mercadorias pela via marítima.


O agronegócio sairia ganhando se visse a Amazônia como galinha dos ovos de ouro. Se a floresta morre, as chuvas na região secam, e o lucro evapora junto.
É o que pensa o biólogo americano Thomas Lovejoy, 69, pioneiro nas pesquisas sobre a região amazônica.
Quando visitou a floresta pela primeira vez, em 1965, ele era um jovem biólogo à procura da maior aventura possível. Pai de gêmeas cariocas, de férias no país, defendeu que o cuidado com a Amazônia seja parcelado entre várias nações.
*
Folha - O sr. afirma que a devastação na Amazônia pode chegar a um limite, a partir do qual o sumiço da floresta seria um caminho sem volta. Estamos perto?
Thomas Lovejoy - O Banco Mundial pôs US$ 1 milhão num estudo que projeta pela primeira vez os efeitos de mudança do clima, queimada e desmatamento juntos. Os resultados sugerem que poderia haver um ponto de inflexão em 20% de desmatamento [da floresta original]. Estamos bem perto, 18%.
Isso significa que áreas do sul e sudeste da mata vão começar a secar e se transformar em cerrado. É como jogar uma roleta de dieback [colapso] na Amazônia.
Com o desmatamento subindo de novo, qual é o prazo para esses 20%?
Não fiz cálculos, mas não tomaria muito tempo. Pode ser cinco anos, se continuar assim. Claro que [a devastação] traz implicações para os padrões de chuva, incluindo as áreas agroindustriais de Mato Grosso e mais ao sul, até o norte da Argentina.
O ex-governador [Eduardo] Braga [AM] costumava dizer ao ex-governador [Blairo] Maggi [MT]: Sua soja depende da chuva no meu Estado.
Quais as consequências para a agricultura?
Agricultura e economia teriam menos chuvas. E elas dependem da chuva. Talvez não em São Paulo, mas mais ao oeste, com a água passando pelas hidrelétricas, em projetos como Belo Monte.
O sr. estuda a Amazônia há mais de quatro décadas. Quais previsões deram certo e quais passaram longe?
Meu primeiro artigo sobre a Amazônia, escrito em 1972, chamava-se Transamazônica: estrada para a extinção?. Não acho que alguém tinha a capacidade de imaginar a soma de desmatamento que ocorreu. Lembro quando as primeiras imagens de satélite saíram, nos anos 1980. Todos ficaram surpresos.
Também houve boas surpresas. Uma é a força da ciência brasileira aplicada na Amazônia. A outra é a consciência pública, que em geral é bastante alta no Brasil. E também a extensão das áreas protegidas, incluindo as demarcações de fronteiras indígenas. Tudo isso junto protege 50% da Amazônia, o que é impressionante.
Do jeito que está, o novo Código Florestal pode impedir o crescimento na produção de alimentos?
Não acho que precisemos enfraquecer o [atual] Código Florestal para aumentar a produção agrícola no Brasil.
No caso do gado, o uso médio da terra na Amazônia é de uma cabeça por hectare. Essa é a média mais baixa em qualquer lugar do mundo. É uma questão de organizar a imensa capacidade da Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária], um dos centros líderes de agricultura no mundo.
Comparado com os EUA, o Brasil tem legislação ambiental rígida. Lá, sequer estão na mesa criar coisas como a reserva legal. Pode soar paternalista dizer o que deve ser feito por aqui?
Só estou tentando pensar no que faz sentido para o Brasil, não necessariamente no que faz sentido o Brasil fazer para o resto do mundo. O atual Código Florestal é um dos mais visionários do planeta.
Nos EUA, temos de pagar o preço de não ter tido essa visão há muito tempo. E também não temos florestas tropicais, mais sensíveis.
Economia e ecologia têm a mesma raiz grega: oikos, que remete a casa. Não existe ser no planeta que não afete seu ambiente sem consumo e produzir desperdício. A questão da sustentabilidade está nos detalhes de quanto e como se faz isso.
Qual a sua avaliação do governo Dilma no debate?
Até agora, parece muito prático, sério. Como ela vai responder a qualquer que seja o Código Florestal será, claro, um grande teste.
Mas ter deixado claro que o governo Dilma não aprovaria a anistia [aos desmatadores] é um sinal bem positivo.
O que é perigoso, na lei, é a ideia de dar o poder de demarcar as reservas legais aos Estados. Se você vai administrar a Amazônia como sistema, precisa ser consistente.
O sr. conhece a senadora Kátia Abreu, uma das vozes da bancada ruralista?
Não conheço, mas diria a ela: Você precisa tomar cuidado para não matar a galinha dos ovos de ouro. E o ovo de ouro é a chuva.
O caos nas finanças globais tira os holofotes da questão ambiental?
Geralmente, quando há forte recessão econômica, muitas das coisas que causam problemas ambientais se enfraquecem. Alguns dos motores do desmatamento, como os preços da soja e da carne, enfraquecem quando a demanda é menor.
O Brasil é capaz de cuidar sozinho da Amazônia?
O BNDES tem de ser cuidadoso com os projetos de infraestrutura, pois há todos os outros países [amazônicos]. O Brasil não deveria segurar a responsabilidade sozinho. A Amazônia é um elemento-chave no funcionamento do mundo. É do interesse de outros países ajudar o Brasil.
Já chamaram o sr. até de espião da CIA. Há paranoia sobre um complô internacional para roubar a Amazônia?
Isso não tem fundamento. A pior forma de biopirataria é destruir a floresta.
Parte da comunidade científica minimiza o papel do homem no aquecimento global. O que o sr. acha?
Não há quase nenhum cientista com credibilidade que acredite nisso. Nos últimos 10 mil anos, a história climática do planeta foi bem estável. Agora, nós o estamos mudando. Está claro que 2 ºC a mais é muito para a Terra.


Gorilas, elefantes e outros animais foram fotografados durante mais de dois anos em um estudo pioneiro que produziu, com 420 câmeras ocultas em diferentes habitats do mundo, 52 mil fotos.
As imagens captam os momentos mais espontâneos dos animais, desde um pequenino rato até um elefante africano, gorilas, pumas, tamanduás e também caçadores armados.
Veja galeria de fotos
A análise dos dados fotográficos ajudou os cientistas a confirmar que a destruição do habitat tem um impacto direto e negativo sobre a diversidade e a sobrevivência dos mamíferos.
O cientista colombiano Jorge Ahumada, que é ecologista da Team (sigla em inglês de Tropical Ecology Assessment and Monitoring Network), do grupo Conservation International, coordenou a pesquisa, publicada na revista especializada "Philosophical Transactions", da Royal Society.
Para a empreitada, 420 câmeras foram colocadas em áreas protegidas do Brasil, Costa Rica, Indonésia, Laos, Suriname, Tanzânia e Uganda, sendo 60 em cada local estudado, que permitiram documentar 105 espécies.
Wildlife Conservation Society/France Presse
Macaca que vive na Indonésia em foto sobre mamíferos tirada por câmera-armadilha; veja galeria de foto
Macaca que vive na Indonésia em foto sobre mamíferos tirada por câmera-armadilha; veja galeria de foto
Wildlife Conservation Society/Associated Press
A câmera é aciona com a aproximação de um bicho, como na foto com o gorila-da-montanha; veja galeria de fotos
A câmera é aciona com a aproximação de um bicho, como na foto com o gorila-da-montanha; veja galeria de fotos
Após analisar as fotos feitas entre 2008 e 2010, os cientistas classificaram os animais por espécie, tamanho corporal e dieta, entre outras características.
Em seguida, determinaram que as áreas protegidas de maior extensão e as regiões de selva têm uma maior diversidade de espécies, tamanhos mais variados e animais que mantêm dietas mais diversas (insetívoros, herbívoros, carnívoros e onívoros).
"Os resultados do estudo são importantes, já que confirmam o que já suspeitávamos: a destruição dos habitats está matando, de forma lenta, mas sem dúvida, a diversidade de mamíferos de nosso planeta", afirmou Ahumada em comunicado divulgado pela organização.
O Conservation International ressaltou que 25% do total das espécies de mamíferos está em perigo e, por isso, a pesquisa contribui de forma bastante significativa para o conhecimento científico a respeito de como as ameaças locais como a caça excessiva, a conversão de terras para a agricultura e a mudança climática afetam os mamíferos.
"O que faz com que este estudo seja cientificamente pioneiro é que criamos pela primeira vez informação coerente e comparável dos mamíferos em escala global e estabelecemos assim uma linha de referência eficaz para avaliar a mudança", explicou o comunicado.
O uso contínuo desta metodologia permitirá comparar as transformações na natureza e tomar medidas específicas para salvar os mamíferos.
Desde 2010, foram instaladas câmeras em novos lugares, o que ampliou a rede de acompanhamento a 17 pontos do Brasil, Panamá, Equador, Peru, Madagascar, Congo, Camarões, Malásia e Índia.
"Esperamos que estes dados contribuam para uma melhor gestão das áreas protegidas e a conservação dos mamíferos no mundo todo", acrescentou Ahumada.


Um pesquisador japonês desenvolveu detectores de radiação que utilizam garrafas PET recicladas em sua fabricação. De baixo custo, a invenção serve para suprir a crescente demanda pelos aparelhos, após o terremoto e o tsunami que atingiram o Japão em março deste ano e provocou um dos piores acidentes nucleares dos últimos 25 anos.
Os detectores criados pelo professor assistente da Universidade de Kyoto, Hidehito Nakamura, em cooperação com a empresa Teijin, cortam em 90% o custo em relação aos equipamentos similares existentes, muitos dos quais são produzidos por empresas estrangeiras.
Chamado de Scintirex, constitui-se de uma resina de plástico que emite um brilho fluorescente quando exposta à radiação. A resina age como um sensor dentro dos detectores, permitindo medir o nível de radiação.
O novo material deve reduzir drasticamente os custos para detectores pessoais de radiação e para aparelhos maiores de monitoramento que serão usados pelo governo e empresas.
Apesar das descobertas de Nakamura terem sido publicadas no periódico científico "Europhysics Letter" no final de junho, o desenvolvimento do produto se acelerou por causa da crescente demanda.
EM CONTA
"Queremos ter um produto pronto até o final de setembro, para atender à crescente demanda após o terremoto de março", disse Toru Ishii, executivo de vendas da Teijin.
O departamento de relações públicas da empresa estima que os sensores para os detectores estarão disponíveis para organizações governamentais e empresas classificadas como prioritárias por aproximadamente US$ 130 dólares (R$ 206) -- um décimo do custo dos aparelhos atuais.
Por enquanto, uma empresa francesa domina o mercado de sensores de radiação. No entanto, Ishii disse que a invenção de Nakamura deve competir nesse setor.
O terremoto e o tsunami massivos de 11 de março destruíram a usina nuclear Fukushima Daiichi, na costa nordeste do Japão, desencadeando o derretimento das barras de combustível e provocando a pior crise nuclear desde Chernobyl, na Ucrânia, em 1986.


Biólogos de Cingapura projetaram uma bactéria sintética que detecta e destrói a Pseudomona aeruginosa, uma das principais causadoras das infecções hospitalares.
Os cientistas, que publicaram seu trabalho nesta terça-feira em "Molecular Systems Biology", esperam que esta tecnologia sirva para desenvolver novos métodos para combater bactérias que são cada vez mais resistentes aos antibióticos.
Apesar de estudos anteriores, os cientistas demonstraram o potencial das bactérias criadas para tratar infecções, e esta é a primeira vez que uma destas bactérias sintéticas consegue detectar e eliminar um patogênico específico em um cultivo de laboratório, disse um dos autores, Matthew Wook Chang, da Universidade Tecnológica Nanyang de Cingapura.
Segundo Chang, o próximo passo será experimentar em animais, antes que se possam realizar testes clínicos com humanos. O tratamento poderia administrar-se em forma de pastilha ou de bebida probiótica.
P. aeruginosa pode causar infecções respiratórias e gastrintestinais frequentemente letais em pacientes gravemente doentes e com o sistema imunológico fraco, sobretudo em hospitais. A bactéria é cada vez mais resistente aos antibióticos, o que torna mais urgente a necessidade de novos tratamentos, afirma o estudo.
Para combatê-la, os pesquisadores desenvolveram uma variante da Escherichia coli, uma bactéria presente no intestino dos humanos, que combinada com partes da própria P. aeruginosa pode detectá-la e destruí-la.
A vantagem deste sistema em relação aos antibióticos é que permite prevenir as infecções, assinalaram os autores. "Se nossas bactérias projetadas já estão presentes no intestino humano podem destruir os patógenos infecciosos enquanto que penetram no intestino, inclusive antes que se produza uma infecção grave", explicaram.

Ron Garan/Nasa/Reuters

Os astronautas que se encontram na ISS (sigla em inglês de Estação Espacial Internacional) também viram a chuva de meteoros Perseidas no último fim de semana.

Ron Garan, que se encontra na plataforma, tirou algumas fotos no sábado (13) e tuitou sobre o fenômeno que tradicionalmente acontece neste mês.

O meteoros em queda estava sob o céu da China, a aproximadamente 400 km da capital, Pequim, quando foi fotografado por Garan. Na foto, a imagem é bem pequena, mas a graça está no instantâneo que mostra no mesmo enquadramento o planeta Terra e parte da ISS.

Foto de meteoro tirada pelo astronauta Ron Garan, que se encontra na ISS; fenômento também foi visto da Terra 

Ron Garan/Nasa/Reuters

A chuva é formada com a passagem do cometa Swift-Turtle, o qual orbita o Sol a cada 133 anos 

A chuva é formada com a passagem do cometa Swift-Turtle, o qual orbita o Sol a cada 133 anos.

Em agosto, a Terra passa no interior da nuvem de detritos deixados pelo cometa que, formada por fragmentos de gelo e poeira, se choca com a atmosfera terrestre e se desintegra como se fosse explosões de luz.


O governo brasileiro dará suporte à apresentação no exterior de cantores brasileiros que emergiram no cenário musical nacional nos últimos anos.
A intenção é divulgar o trabalho realizado por esses artistas em mercados fonográficos expressivos, como os Estados Unidos. Ainda neste mês, as cantoras Tiê e Tulipa Ruiz terão o apoio do Itamaraty em apresentações na capital dos EUA, Washington, e em Nova York. Em setembro, o músico Marcelo Jeneci fará o mesmo roteiro.
A iniciativa faz parte do programa "Novas Vozes do Brasil", do Ministério das Relações Exteriores.
"O programa privilegiará o apoio a músicos que estejam em fase inicial da carreira e que já tenham seus álbuns de estreia lançados no país, com reconhecimento de público e crítica especializada", afirma trecho da nota divulgada pelo Itamaraty.
A partir do ano que vem, o ministério deve apoiar, a cada edição do programa, a realização de shows de cinco artistas brasileiros no exterior.


A banda brasileira Cansei de Ser Sexy (CSS) liberou nesta terça-feira seu novo álbum, "La Liberación", para audição no site da revista norte-americana "Spin". Para ouvir, clique aqui.
Após explodir em 2006 com músicas como "Alala", "Let's Make Love and Listen to Death from Above" e "Music Is My Hot Hot Sex".
O álbum novo tem várias participações especiais, entre elas, os vocais de Bobby Gillespie do Primal Scream em "Hits Me Like a Rock".
Divulgação
Foto da banda Cansei de Ser Sexy (CSS), que liberou novo álbum hoje
Foto da banda Cansei de Ser Sexy (CSS), que liberou novo álbum hoje


O vocalista do U2, Bono, está prestes a lucrar US$ 1 bilhão com seu investimento no Facebook. As informações são do jornal britânico "The Guardian".
A empresa de investimentos de Bono, Elevation Partners, comprou US$ 210 milhões em ações da rede social há quase dois anos. Nessa semana, o site foi avaliado em US$ 65 bilhões, o que significa que agora, as ações de Bono valem US$ 975 milhões.
A Elevation Partners foi avaliada em US$ 50 bilhões em dezembro passado.
Andre Penner/Associated Press
Bono, vocalista da banda U2, durante show no estádio do Morumbi em abril passado
Bono, vocalista da banda U2, durante show no estádio do Morumbi em abril passado


Um livro publicado sobre o autor de "O Senhor dos Anéis", J. R. R. Tolkien, vai virar filme, informa o site da revista "Hollywood Reporter".
O escritor do livro, Steve Hillard, recentemente conseguiu se livrar de um processo que alegava que o livro "Mirkwood: A Novel About JRR Tolkien" infringia os direitos autorais da obra. Os dois lados concordaram que o livro poderia ser vendido se deixasse claro que era meramente ficcional.
Tolkien é um dos personagens principais do livro, que conta a vida de uma mulher que tenta encontrar seu avô após descobrir documentos dados a ele pelo escritor.
"Mirkwood" vendeu cerca de 900 cópias pela Amazon.com.
Já o novo filme baseado na obra de Tolkien, "O Hobbit", que será dividido em duas partes, tem estreia prevista para dezembro de 2012 e 2013, respectivamente.
AP
O escritor J.R.R. Tolkien, morto em 1973
O escritor J.R.R. Tolkien, morto em 1973


anet Jackson e Lady Antebellum cancelaram os shows que fariam na Indiana State Fair nesta semana.
De acordo com o site da revista "Hollywood Reporter", os organizadores da feira anunciaram nesta segunda-feira que os artistas cancelaram os shows que fariam após a tragédia na Hoosier Lottery Grandstand no último sábado, que matou cinco pessoas e feriu dezenas.
O show de quinta-feira, com as bandas Maroon 5 e Train vai acontecer em um local diferente.
"Não parece a atmosfera certa para um show, sabe?", disse o guitarrista do Maroon 5, James Valentine, à revista "Billboard".
Dylan Martinez/Reuters
A cantora Janet Jackson durante show no Royal Albert Hall, em Londres, no último dia 30 de junho
A cantora Janet Jackson durante show no Royal Albert Hall, em Londres, no último dia 30 de junho


A MTV anunciou nesta terça-feira algumas das atrações do Video Music Awards (VMA) deste ano.
Entre elas, estão um tributo à cantora Britney Spears e uma homenagem a Amy Winehouse, morta no mês passado.
"Britney estará lá e também haverá um tributo a ela", disse a produtora executiva do VMA, Amy Doyle, à revista "Billboard". "Todas suas coreografias, roupas e vídeos vão ser imitadas", acrescentou.
Tony Avelar-27.mar.11/Associated Press
A cantora Britney Spears durante apresentação no programa "Good Morning America", em São Francisco
A cantora Britney Spears durante apresentação no programa "Good Morning America", em São Francisco

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