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Dessa vez, ele trouxe a discórdia para Chicago, cidade que decidiu se rebelar contra cinco letras (T-R-U-M-P) na fachada do seu segundo maior prédio


Letreiro de Donald Trump em prédio de Chicago


O bilionário Donald Trump está metido em mais uma polêmica.

Dessa vez, ele trouxe a discórdia para Chicago, nos Estados Unidos, cidade que decidiu se rebelar contra cinco letras (T-R-U-M-P) na fachada do seu segundo maior prédio, prédio esse que o próprio bilionário construiu.

Como conta o site Business Insider, Chicago tem orgulho de sua riqueza arquitetônica e, uma vez que Trump decidiu na última semana colocar um letreiro gigantesco em frente ao rio – uma parte turística – algumas personalidades da cidade vieram a público para criticar a medida do bilionário excêntrico.

Entre eles, está o famoso arquiteto Blair Kamin, vencedor de um prêmio Pulitzer.

"Adeus, espaço público gracioso. Olá, beco porcaria", escreveu ele, em sua coluna no jornal Chicago Tribune.

"Acorde, Chicago: o exercício autoindulgente de Trump – que o prefeito, por meio de um porta-voz, chamou de "terrível" na última quarta-feira e disse que queria remover – é um tiro de advertência na batalha por uma grande ribeira", acrescentou.

Nem o próprio arquiteto que desenhou o prédio para Donald Trump poupou criticas ao letreiro, que será iluminado por LEDS durante a noite e vai ocupar um espaço de aproximadamente 260 metros quadrados no prédio de 96 andares.

"É de mau gosto", sentenciou Adrian Smith ao Wall Street Journal.

Trump, que não é de ficar calado, também saiu em defesa de seu letreiro, que ainda precisa de uma licença da prefeitura para continuar no local.

No Twitter, ele publicou que Kamin pode ser "o pior crítico de arquitetura no mercado".

.@BlairKamin Blair, you may be the worst architectural critic in the business but thanks for your nice reviews about Trump Chicago & sign PR

E acrescentou, ainda em entrevista ao Journal: "Acontece que é uma coisa boa para Chicago, porque eu tenho a marca mais sensacional no mundo".

Ainda segundo o Wall Street Journal, Trump investiu US$ 73 milhões do seu próprio bolso e tomou um empréstimo de em US$ 640 milhões nesse projeto imobiliário, que só vingou mesmo após a recuperação da crise de 2008.

Versão especial limitada detém novo recorde de Nurburgring para tração dianteira


Megane RS 275 Trophy-R: Apenas 15 mercados selecionados ao redor do mundo receberão o modelo, no fim deste ano

 A Renault apresentou nesta segunda-feira (16) o Megane RS 275 Trophy-R. Trata-se de uma edição especial limitada que ostenta um importante item em seu currículo: o recorde de tempo de volta em Nurburgring Nordschleife para carros com tração dianteira (7min54s36).

Megane RS 275 Trophy-R

A altíssima performance do modelo pode ser explicada com a redução do peso em 100 kg na comparação com o Megane RS 275 Trophy, graças à remoção dos bancos traseiros, dos materiais acústicos, do rádio e do sistema de ar-condicionado, bem como a troca dos bancos convencionais por um de policarbonato, da Recaro.

Megane RS 275 Trophy-R

Em relação à motorização, o bloco é o já conhecido 2.0 turbo de quatro cilindros, que entrega 271 cavalos de potência e 36,7 kgfm de torque. O Megane RS 275 Trophy-R foi equipado com sistema de exaustão de titânio feito pela Akrapovic, amortecedores Öhlins Road & Track e pneus Michelin Pilot Sport Cup 2.

Interior do novo Megane RS 275 Trophy-R

Apenas 15 mercados selecionados ao redor do mundo receberão, no fim deste ano, o Megane RS 275 Trophy-R, num total de 250 unidades produzidas. Ainda não se sabe quais serão esses países, tampouco o preço estipulado pela Renault.

Confira abaixo o vídeo da volta do recorde:

Nenhum país da América Latina investe tanto quanto o México no Brasil - e vice-versa. No turismo e em automóveis, as trocas são intensas.


Torcedores mexicanos com réplica da taça da Copa, antes de jogo contra o Brasil

O Brasil é um dos países do mundo mais fechados ao comércio internacional, enquanto o México é um dos mais abertos. Isso não significa que a relação entre os países seja ruim - muito pelo contrário.

Entre os países da América Latina, ninguém investe tanto no Brasil quanto o México - e vice-versa, de acordo com o Ministério de Relações Exteriores.

O comércio bilateral cresceu 206% entre 2003 e 2013 e hoje ultrapassa os US$ 10 bilhões. A troca é focada em produtos industriais, principalmente do setor automotivo.

Cerca de US$ 4 bilhões vão daqui para lá, mais da metade em máquinas e transportes em geral (57%). Já 44% dos cerca de US$ 6 bilhões que o Brasil importa do México é em carros.

Elton Freitas, membro da equipe técnica do DataViva, que compila os números, explica: "as peças ou partes dos veículos são produzidas no Brasil e exportadas para o México. Lá, os carros são montados e revendidos para o mercado consumidor local, brasileiro e mundial. Da mesma forma que importamos peças do México, montamos os carros e os revendemos."

O México tem um grande número de acordos comerciais, mas um peso desproporcional fica com o bloco NAFTA. Quase 80% das exportações mexicanas vão para os Estados Unidos.

O MRE espera que mais de 50 mil mexicanos venham para a Copa do Brasil. O Brasil está hoje em 5º lugar entre as nacionalidades que mais visitam o México e o fim da exigência do visto de turista, decidida no ano passado, deve ajudar ainda mais.

O total inclui gastos com hotéis, transportes, restaurantes e bares, segundo o Ministério do Turismo


Torcedores no Rio: somente ali, os gastos devem chegar a R$ 1 bilhão

           Turistas brasileiros e estrangeiros devem gastar um total de R$ 6,7 bilhões nas 12 cidades sede da Copa do Mundo, com o Rio de Janeiro sendo o principal foco dos gastos, segundo o Ministério de Turismo do Brasil.

O total inclui gastos com hotéis, transportes, restaurantes e bares, disse o ministro de Turismo, Vinicius Lages.

Somente no Rio, os gastos devem chegar a R$ 1 bilhão, enquanto Curitiba deve ser a cidade a receber menos gastos: R$ 297 milhões.

O Mundial vai gerar um fluxo de 3,7 milhões de visitantes para as 12 cidades sede, incluindo 600 mil turistas estrangeiros, segundo dados do Ministério.

"O País tem uma enorme janela de oportunidade (com a Copa do Mundo). Estamos preparando uma campanha para reforçar nossa imagem de destino para turistas. Recebemos 6 milhões de turistas por ano e isso é nada comparado ao nosso potencial", disse o ministro. Fonte: Dow Jones Newswires.

Imagem critica atuação dos policiais nos protestos contra o evento

De quinta-feira passada, 12, quando começou a Copa do Mundo no Brasil, até o dia 13 de julho, quando o evento chega ao fim, o Google fará gracinhas diárias com sua página inicial através de doodles.

Mas nada que a gigante de buscas fizer deve superar o doodle que um brasileiro criou para criticar a repressão policial aos protestos contra a Copa:


Via Tumblr.

"É o sotaque que faz ele ser engraçado pro resto do país?", perguntou um jornalista durante entrevista coletiva

O atacante Hulk foi questionado durante a entrevista coletiva deste domingo (15) sobre a relação da torcida nordestina com a seleção brasileira. Perguntado se era o sotaque que fazia as pessoas do Nordeste engraçadas para o resto do país ele demonstrou incômodo e respondeu: "não fazemos graça pra ninguém".

O Brasil enfrenta o México nesta terça-feira (17) e terá o apoio de torcedores cearenses no jogo que será disputado no Castelão. "O povo nordestino é tão diferente por que é engraçado, é o sotaque que faz ele ser engraçado pro resto do país? Qual é o diferencial do povo nordestino? Por que ele é tido como engraçado, principalmente o cearense?", perguntou um repórter durante a entrevista.



"Eu não levo por esse lado. Até porque nós não fazemos graça pra ninguém. O povo nordestino é diferente porque a seleção não joga sempre lá", respondeu Hulk, que nasceu na cidade de Campina Grande, na Paraíba.

O atacante da seleção brasileira também foi motivo de preocupação durante o treino coletivo na manhã deste domingo (15). Ele saiu de campo com pouco mais de dez minutos depois do início da atividade com dores na parte posterior da coxa esquerda.

Durante a entrevista coletiva logo após o treino, Hulk amenizou o problema, mas não garantiu que estará 100% pronto para a próxima partida: "Senti um incômodo e saí por precaução. Estou bem, estou tranquilo, espero estar 100% para jogar daqui dois dias pela seleção", disse o atacante.


O ex-piloto Michael Schumacher deixou o Hospital de Grenoble, na França, após sair do coma, informou nesta segunda-feira a assessora dele, Sabine Kehm, em comunicado oficial. Ela agradeceu o apoio dos fãs durante os quase seis meses desde o acidente de esqui sofrido pelo alemão, mas manteve o mistério sobre a recuperação do heptacampeão mundial de F1.

De acordo com o comunicado, Schumacher ainda tem uma "longa fase de reabilitação" pela frente, que "acontecerá distante dos olhos do público".

Praticamente todo o período em que Schumacher esteve no Hospital de Grenoble foi cercado de mistérios, com poucas informações oficiais sendo divulgadas.

Ao longo dos quase seis meses desde o acidente sofrido em 29 de dezembro do ano passado, vários rumores foram noticiados na imprensa internacional e seguidamente desmentidos pela assessoria, como o boato de que Schumi sairia do hospital para ser tratado em casa, no começo do ano.

Confira o comunicado oficial da assessoria de Schumacher:

"Michael deixou o Hospital de Grenoble para continuar sua longa fase de reabilitação. Ele não está mais em coma.

Sua família gostaria de agradecer a todos os medicos, enfermeiros e terapeutas que o trataram em Grenoble, bem como os socorristas que o atenderam no local do acidente, que fizeram um excelente trabalho nestes primeiros meses.

A família também gostaria de agradecer a todas as pessoas que enviaram pensamentos positivos a Michael. Estamos certos de que isso o ajudou.

Para o futuro, gostaríamos de pedir compreensão, uma vez que sua posterior reabilitação acontecerá distante dos olhos do público."

Veja as empresas modelo em responsabilidade socioambiental segundo o ranking anual elaborado pela revista americana


Quem faz bem

A revista americana Newsweek divulgou sua lista anual de empresas com melhores práticas de sustentabilidade.

A avaliação é feita em parceria com a Corporate Knights, consultoria canadense especializada em responsabilidade social e desenvolvimento sustentável.

Foram levados em conta o desempenho na gestão de energia, água, resíduos, carbono (emissões de gases efeito estufa) e reputação.

Outros dois fatores importantes também contaram pontos: se a empresa possui um comitê de sustentabilidade e se o salário e bonificação dos executivos estão atrelados aos seus esforços verdes.

Veja a seguir as empresas com os melhores desempenhos nos quesitos analisados.



1 - Vivendi

Pontuação verde global 85,30 (de 100)
País França
Setor Telecomunicação
Gestão de energia 73,30
Gestão de carbono 67,80
Gestão de água 94,60
Gestão de resíduos 82,90
Reputação 87,70
Premia executivos por esforços verdes Sim
Possui comitê de sustentabilidade Sim
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2 - Allergan

Pontuação verde global 85,1 (de 100)
País Estados Unidos
Setor Farmacêutico/Saúde
Gestão de energia 72,2
Gestão de carbono 85,2
Gestão de água 61,1
Gestão de resíduos 82
Reputação 100
Premia executivos por esforços verdes Sim
Possui comitê de sustentabilidade Sim
*************************************************************************



3 - Adobe Systems

Pontuação verde global 84,4 (de 100)
País Estados Unidos
Setor Tecnologia da Informação
Gestão de energia 82,7
Gestão de carbono 87,1
Gestão de água 99,2
Gestão de resíduos 91,9
Reputação 51,4
Premia executivos por esforços verdes Sim
Possui comitê de sustentabilidade Sim
*************************************************************************



4 - Kering

Pontuação verde global 83,6 (de 100)
País França
Setor Bens de Consumo e Vestuário
Gestão de energia 69,7
Gestão de carbono 70,2
Gestão de água 81,5
Gestão de resíduos 82,2
Reputação 90,1
Premia executivos por esforços verdes Sim
Possui comitê de sustentabilidade Sim
*************************************************************************



5 - NTT Docomo

Pontuação verde global 83,1 (de 100)
País Japão
Setor Telecomunicação e Serviços
Gestão de energia 81,7
Gestão de carbono 57,7
Gestão de água 90,5
Gestão de resíduos 90,6
Reputação 100
Premia executivos por esforços verdes Sim
Possui comitê de sustentabilidade Sim
*************************************************************************



6 - Ecolab

Pontuação verde global 82,6 (de 100)
País Estados Unidos
Setor Materiais
Gestão de energia 73,2
Gestão de carbono 80,1
Gestão de água 84,3
Gestão de resíduos 59,6
Reputação 90,1
Premia executivos por esforços verdes Sim
Possui comitê de sustentabilidade Sim
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7 - Atlas Copco

Pontuação verde global 77,2 (de 100)
País Suíça
Setor Equipamentos Industriais
Gestão de energia 78
Gestão de carbono 89,4
Gestão de água 81,9
Gestão de resíduos 87,4
Reputação 58,7
Premia executivos por esforços verdes Sim
Possui comitê de sustentabilidade Sim
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8 - Biogen Idec

Pontuação verde global 75,7 (de 100)
País Estados Unidos
Setor Farmacêutico e Biotecnologia
Gestão de energia 69,2
Gestão de carbono 82,7
Gestão de água 84,5
Gestão de resíduos 97
Reputação 53,4
Premia executivos por esforços verdes Sim
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9 - Compass Group

Pontuação verde global 75,3 (de 100)
País Reino Unido
Setor Serviços de Alimentação
Gestão de energia 74,3
Gestão de carbono 69,3
Gestão de água 91,3
Gestão de resíduos 83,9
Reputação 87,4
Premia executivos por esforços verdes Não
Possui comitê de sustentabilidade Sim
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10 - Schneider Electric

Pontuação verde global 75,3 (de 100)
País França
Setor Produtos elétricos e serviços
Gestão de energia 73
Gestão de carbono 71,9
Gestão de água 79,5
Gestão de resíduos 68
Reputação 57
Premia executivos por esforços verdes Sim
Possui comitê de sustentabilidade Sim






Eles dão exemplo.


A empresa SiliconReef, em parceria com o instituto de tecnologia C.E.S.A.R, lança hoje em Recife (PE) uma estação de carregamento solar para dispositivos móveis. Com seis pontos de recarga simultâneos, a estrutura atende gratuitamente a celulares, smartphones, MP3 players e navegadores GPS e funcionará até 13 de agosto.

A energia solar capturada pelo sistema é transformada em energia elétrica e armazenada pela estação para que possa ser "emprestada" para recarregar os aparelhos, mesmo à noite ou em dias nublados. Cada ponto possui um tipo diferente de conexão, de forma a ser compatível com os principais modelos do mercado.

A estação fica localizada na Praça do Arsenal, na rua do Bom Jesus, em frente ao museu arqueológico, no Recife Antigo.



Muita gente usou o Facebook para acompanhar a estreia do Brasil na Copa do Mundo, nessa quinta-feira, 12, independentemente de estarem ou não assistindo à abertura do evento pela TV. Dados da rede social mostram que, globalmente, 58 milhões de internautas estavam no site para isso.

Essa gente toda gerou 140 milhões de interações - postaram fotos, textos e curtiram coisas sobre a Copa.

São números que ultrapassam o Oscar deste ano em cinco vezes, pois o evento que mais repercute no cinema mundial foi acompanhado por 11,3 milhões de pessoas e gerou 25,4 milhões de interações.

Só no Brasil havia 16 milhões de internautas comentando a partida entre a seleção do país e a da Croácia, sendo responsáveis por 40 milhões de interações. O Brasil, aliás, foi o país que mais comentou a Copa pelo Facebook, seguido por Estados Unidos e Inglaterra.

O momento de maior repercussão foi o gol de Neymar que empatou o jogo em 1 a 1, seguido pelo pênalti convertido por ele para ampliar o placar em 2 a 1, e do apito final. Então vem o gol do Oscar que levou a partida aos 3 a 1 e, por fim, o gol contra de Marcelo que abriu o placar ainda no primeiro tempo para os adversários.

Sky lançou disco "Night time, my time" no final de 2013. Foto: Capitol/Divulgação

O apresentador Danilo Gentli recebeu em seu programa da última terça-feira (10), a cantora americana Sky Ferreira. Durante a conversa, Sky, que veio ao Brasil divulgar seu disco Night time, my time, foi surpreendida por uma pergunta inusitada de Danilo. "Você acha que as pessoas gostam de você por causa das suas músicas ou pelos seus peitos?" perguntou o apresentador. A brincadeira se deu pelo fato de Sky aparecer nua na capa de seu álbum. Constrangida, a cantora respondiu rindo: "Tenho certeza que pela música, mas os peitos ajudam se você for um pervertido".

A notícia chegou até a repercutir em sites musicais internacionais, como o Pitchfork, que definou como grosseira a atitude de Gentili.

Sky Ferreira nasceu nos Estados Unidos, mas é de descendência brasileira. Night time, my time é seu primeiro álbum de estúdio. Ela participou recentemente da Bangerz Tour, de Miley Cyrus, como atração de abertura.

Confira a entrevista da cantora no The noite, e clipe de You're not the one:








Um mundo de dispositivos conectados torna possível que bandidos tenham entrada permanente à sua casa


Mais ameaças virtuais: até 2020, 26 bilhões de dispositivos diferentes poderiam estar conectados à internet

Londres - Chegar em casa e encontrar um ferro de passar quente e roupas em brasas. Em breve, isso pode deixar de ser um sinal de esquecimento e significar que você foi hackeado.

Nos próximos anos, seu smartphone poderá trancar sua casa, ligar o ar acondicionado, checar se o leite está vencido ou até esquentar seu ferro de passar.

Uma grande notícia, exceto pelo fato de que toda essa conveniência também poderia possibilitar que criminosos abram suas portas, espiem sua família ou levem seu carro conectado ao esconderijo deles.

“À medida que essas tecnologias se tornam mais sofisticadas, elas abrem um espectro mais amplo de ameaças”, disse Gunter Ollmann, diretor de tecnologia da IOActive, empresa de segurança de tecnologia em Seattle.

Um mundo de dispositivos conectados torna possível “que os bandidos tenham entrada permanente à sua casa”.

O que a indústria chama de “internet das coisas” foi anunciado como a próxima onda de riquezas tecnológicas. Até 2020, uns 26 bilhões de dispositivos assim poderiam estar conectados à internet, frente a 3 bilhões hoje, estima a empresa de pesquisa Gartner.

É quase quatro vezes o número de smartphones, tablets e PC que estarão em uso.

A visão é conectar quase tudo: carros, geladeiras, lâmpadas e até privadas. Esqueceu-se de dar a descarga? Há um aplicativo para isso.

O problema é que a segurança de dados não costuma ser um grande foco para fabricantes de privadas, refrigeradores ou monitores para bebês.

Brechas de segurança nesses dispositivos poderiam permitir que bandidos interrompam a vida no lar, compilem dados pessoais valiosos ou até usem informações roubadas para extorquir dinheiro das vítimas, disse Ollmann.

Privada robótica sequestrada

A Trustwave, uma companhia de Chicago que ajuda clientes corporativos a combater o crime cibernético, sequestrou uma conexão Bluetooth que controla as privadas fabricadas pelo Lixil Group do Japão.

Isso poderia permitir que hackers levantem ou abaixem a tampa ou até jorrem um jato de água no bumbum do usuário, disse a Trustwave.

Até mesmo algumas empresas de tecnologia criaram dispositivos com proteção insuficiente. O grupo de Ollmann conseguiu penetrar em um sistema de automação de casas da Belkin International, fabricante de acessórios para celulares e roteadores Wi-Fi.

A caixa WeMo da Belkin é colocada sobre tomadas para controlar lâmpadas, ventiladores, cafeteiras e outros aplicativos através de um aplicativo de smartphone.

A IOActive descobriu uma forma de controlar esses interruptores, transformando-os em espíritos galhofeiros que poderiam ligar aquecedores e ferros de passar – um risco de incêndio e um desperdiço de eletricidade.

A Belkin disse que descobriu as vulnerabilidades e resolveu o problema antes mesmo de a IOActive descobri-las em um dispositivo mais antigo.

À medida que as tecnologias de automação do lar se espalham, os fabricantes de aparelhos devem educar os compradores quanto à segurança, disse John Yeo, diretor da Spiderlabs, unidade de pesquisa da Trustwave.

Isso incluiria salientar a importância de mudar as senhas predefinidas em tais dispositivos, que podem permitir que mesmo hackers relativamente inexperientes obtenham acesso.

As empresas que produzem a próxima geração de eletrodomésticos inteligentes não estão falando muito a respeito.

A Samsung Electronics, que fabrica máquinas de lavar roupa que podem ser monitoradas pelos usuários através dos smartphones, disse por e-mail que “leva a segurança dos seus produtos muito a sério” e monitora os riscos. A companhia não quis fazer mais comentários.

Embora não haja muitos hackers criminosos que almejem tais dispositivos atualmente, isso mudará quando existir uma forma confiável de ganhar dinheiro explorando-os, disse Sebastian Zimmerman, membro do Chaos Computer Club, coletivo alemão de hackers que faz campanha para aumentar a conscientização sobre a segurança e a privacidade.

Mercado negro
A maioria dos criminosos ignorou os celulares, disse ele, até que os aplicativos de banca móvel forneceram um modo de obter informações sobre contas e tornaram-nos alvos mais lucrativos.

“Depende do caso de negócios”, disse Zimmerman. “Assim que você encontrar aplicativos interessantes para explorar eletrodomésticos, tenho certeza de que as pessoas farão isso”.

“Há todo um pano de fundo para um mercado negro” onde os criminosos lucram ao assumir o controle de telefones e computadores, disse David Emm, pesquisador de segurança na empresa de softwares de segurança Kaspersky Labs.

“Veremos cada vez mais outros aspectos da nossa vida sendo levados a isso”.

Modelo já está disponível na rede autorizada em quatro cores: Preto Global, Branco Summit, Amarelo Lemon Peel, Cinza Ashen


Chevrolet Camaro conversível: conta com capota de lona totalmente rebatível







Depois de revelá-lo em setembro de 2013, durante o Salão de Frankfurt, a Chevrolet traz ao Brasil a variante conversível do Camaro. O modelo chega ao País com preço de R$ 239.900, mais caro do que na carroceria coupé, que sai por R$ 222.096.




Relembrando as características do modelo, vale mencionar que o Camaro conversível conta com capota de lona totalmente rebatível. O processo de abertura do teto leva 20 segundos e só pode ser feito com o carro parado, com o câmbio posicionado em “P” (Parking).

Por dentro, ele apresenta o sistema Heads-Up Display (HUD), trazendo informações sobre o funcionamento do carro. Além disso, é equipado com o sistema MyLink, oferecendo conexão Bluetooth, sistema de reconhecimento de voz, navegador e câmera de ré.

O modelo conta com motor 6.2 V8, que entrega 406 cavalos de potência e 56,7 mkgf de torque. O bloco conta com comado de válvulas continuamente variável e sistema de desligamento dos cilindros AFM (Active Fuel Management).

Para entregar toda a potência para as rodas traseiras, o Camaro conta com uma transmissão sequencial/automática de seis velocidades GR6, trazendo o conforto do modo automático e a esportividade na troca de marchas por meio de borboletas atrás do volante.

O novo Chevrolet Camaro conversível já está disponível na rede autorizada em quatro cores: Preto Global, Branco Summit, Amarelo Lemon Peel, Cinza Ashen.


Brasil e Croácia enfrentaram-se na primeira partida brasileira na Copa de 2006 – Getty Images/Shaun Botterill

Por Miguel Icassatti

A Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 começou para mim às 10h45 de hoje, 12 de junho de 2014. A essa hora saí de casa, no Jardim Paulista, rumo ao Itaquerão, para o jogo de abertura Brasil x Croácia – é a segunda vez que assisto a um jogo de abertura de Copa, aliás, e a segunda vez que este jogo é Brasil x Croácia.

Na primeira vez, em 2006, eu era um torcedor e cheguei a Berlim sem ingresso. Tive que morrer com 300 euros (o preço oficial era 65 euros) para conseguir um ingresso com um cambista, na porta do Estádio Olímpico de Berlim. Ele, o cambista, era brasileiro, claro.

Mas Deus também é brasileiro – e nasceu no Pari, e não no Belém – e eu explico por que acredito nisso: naquela hora em que comprava o ingresso do cambista, me perdi de um dos meus amigos. Estávamos em três.

Ao sair para procurá-lo, segui em direção à entrada do metrô, caminho pelo qual havíamos seguido. Faltava pouco mais de 15 minutos para o jogo começar. Enquanto eu trotava até a porta da estação, vi jogado no chão, na sarjeta, um ingresso.

Peguei-o, coloquei no bolso lateral de minha bermuda cargo e continuei trotando. Uns 200 metros adiante, na porta da estação de metrô, pude ver: era, sim, um ingresso para aquele jogo que estava prestes a começar.

Eu quase não acreditei.

De repente eu tinha dois ingressos na mão.


O que fiz, lógico, foi repassá-lo ali mesmo a um gringo – alemão, provavelmente – pelo mesmo valor que paguei: 300 euros.

Resumo da ópera: assisti ao jogo, só encontrei meu amigo no fim daquele dia e torrei uns 50 euros em cerveja, ao beber com uns croatas num pub perto do estádio.

Brasil x Croácia, de novo

Mas como eu dizia, este é meu segundo Brasil x Croácia. Par vir ao estádio, decidi ir de carro até a estação Anhangabaú e de lé tomar o metrô para Itaquera.

Eu vinha dirigindo bem pela Avenida Nove de Julho, até que, no túnel sob o Anhangabaú, o trânsito travou.

Pude ver, do lado de lá do túnel, no contra-luz, que nenhum carro saia do túnel. Pensei estar vendo algo como bandeiras, cabeças e o buzinaço não me deixava entender o que se passava.

O fluxo voltou, mas muito lentamente e puder ver que estava rolando uma manifestação. Por sorte, o CET, a polícia e até uns motoqueiros do exército intervieram e fizeram a coisa andar, ainda que lentamente.

Consegui pegar um retorno logo no fim do túnel e voltei para a estação do metrô.

Em 28 minutos eu desembarcava na estação Corinthians – Itaquera.

No vagão, puder ouvir sotaques de diversos lugares do Brasil: interior de São Paulo, Bahia, paulistano… E vi mexicanos, peruanos, colombianos e franceses. Todos numa boa.

“Lutem! Lutem por seu povo!”

Além daquele gol do Kaká, o que mais me marcou no Brasil x Croácia da Copa de 2006 foi o grito de guerra da torcida croata. Se o Brasil não saía do carnavalesco e bobinho “Leleleô, leleô, leleô, lelêo Brasil”, que não quer dizer absolutamente nada, os gringos gritavam, em um tom bélico, quase gutural, e com os punhos cerrados, a seguinte expressão:

“Uboj! Uboj! Za Narod Suoj”.

“Essa expressão quer dizer ‘Lutem! Lutem por seu povo!’”, disse-me há pouco na arquibancada o torcedor Zonimir Zuzu, de Bjeldvaz, interior da Croácia. “É um hino que passa um sentimento de esperança para o nosso povo, que se sente representado realmente por aqueles 11 caras em campo”.

Nunca é demais lembrar que a Croácia, assim como as demais repúblicas que formavam a ex-Iugoslávia, passou por uma guerra que dizimou milhares de pessoas, no início dos anos 90.

Zuzu, que esteve também naquele jogo em Berlim pela Copa de 2006, lembra-se que a Croácia jogava melhor que o Brasil, até que saiu o gol de Kaká. “No segundo tempo ficamos cansados e não conseguimos reagir. Espero que isso não aconteça de novo.”

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