Nos Siga no Mastodon Mundo MS

mund ms.com

O conhecimento é fascinante!

Escolha a categoria

Espíritos nobres
Thinckstock
Uma pesquisa global realizada com 145 nações pode nos dar um sentido renovado de fé na humanidade.

O mais recente Índice de Caridade, da fundação britânica Charities Aid Foundation, listou as nações mais generosas do mundo com base em três comportamentos: doação de dinheiro para instituições de caridade, tempo dedicado ao trabalho voluntário e a ajuda prestada a um estranho em necessidade.

Uma das surpresas do relatório é de que a prosperidade econômica de uma nação não se traduz automaticamente em generosidade.

Neste ranking, os Estados Unidos, por exemplo, aparecem em segundo lugar, atrás de Mianmar, que se encontra mais de 130 posições abaixo dos EUA quando o assunto é PIB per capita.

Em fato, apenas cinco dos países que aparecem entre os 20 mais generosos do mundo são membros do G20, grupo das maiores economias do mundo.

Lugares menos abastados, como Sri Lanka e o Quênia aparecem à frente de emergentes, como China, Rússia, Índia e até mesmo do Brasil, que surge em 105º, caindo 25 posições em relação ao ranking anterior.

Clique nas imagens e conheça as nações mais inclinadas a ajudar o próximo.

1º Mianmar
Thinckstock

 Pontuação geral: 66% 



Categoria
Pontuação (%)
Ajudar um estranho
55
Doação de dinheiro
92
Tempo dedicado ao voluntariado
50
 *A Charities Aid Foundation lembra que doar dinheiro para a caridade é um ato popular no Mianmar por questões religiosas.

2º Estados Unidos
Patrick Gruban/Wikimedia Commons
 Pontuação geral: 61%
CategoriaPontuação (%)
Ajudar um estranho76
Doação de dinheiro63
Tempo dedicado ao voluntariado44

3º Nova Zelândia

Phil Walter/Getty Images

Pontuação geral: 61%
CategoriaPontuação (%)
Ajudar um estranho65
Doação de dinheiro73
Tempo dedicado ao voluntariado45
4º Canadá
 Thinckstock
Pontuação geral: 60%
CategoriaPontuação (%)
Ajudar um estranho69
Doação de dinheiro67
Tempo dedicado ao voluntariado44

5. Austrália

Thinckstock
 Pontuação geral: 59%
CategoriaPontuação (%)
Ajudar um estranho66
Doação de dinheiro72
Tempo dedicado ao voluntariado40

6º Reino Unido

Thinckstock
 Pontuação geral: 57%
CategoriaPontuação (%)
Ajudar um estranho63
Doação de dinheiro75
Tempo dedicado ao voluntariado32

7º Holanda

Russ2009/Flickr/Creative Commons
Pontuação geral: 56%
CategoriaPontuação (%)
Ajudar um estranho59
Doação de dinheiro73
Tempo dedicado ao voluntariado36

8º Sri Lanka

MalcomBrowne/Flickr/CreativeCommons
Pontuação geral: 56%
CategoriaPontuação (%)
Ajudar um estranho60
Doação de dinheiro59
Tempo dedicado ao voluntariado48

9º Irlanda

Getty Images
 Pontuação geral: 56%
CategoriaPontuação (%)
Ajudar um estranho59
Doação de dinheiro67
Tempo dedicado ao voluntariado41

10º Malásia

Getty Images
 Pontuação geral: 52%
CategoriaPontuação (%)
Ajudar um estranho62
Doação de dinheiro58
Tempo dedicado ao voluntariado37

11º Quênia

Goran Tomasevic / Reuters
 Pontuação geral: 52%
CategoriaPontuação (%)
Ajudar um estranho74
Doação de dinheiro39
Tempo dedicado ao voluntariado43

12º Malta

Thinckstock
 Pontuação geral: 51%
CategoriaPontuação (%)
Ajudar um estranho50
Doação de dinheiro78
Tempo dedicado ao voluntariado26

13º Bahrein

Adam Jan/AFP
Pontuação geral: 51%
CategoriaPontuação (%)
Ajudar um estranho71
Doação de dinheiro51
Tempo dedicado ao voluntariado30

14º Emirados Árabes Unidos

Flickr Vision/Getty Images 
Pontuação geral: 50%
CategoriaPontuação (%)
Ajudar um estranho69
Doação de dinheiro59
Tempo dedicado ao voluntariado22

15º Noruega

 Reprodução/YouTube/SOSbarnebyerNorge
Pontuação geral: 49%
CategoriaPontuação (%)
Ajudar um estranho55
Doação de dinheiro60
Tempo dedicado ao voluntariado32

16º Guatemala

 REUTERS
Pontuação geral: 49%
CategoriaPontuação (%)
Ajudar um estranho68
Doação de dinheiro38
Tempo dedicado ao voluntariado41

17º Butão

 Paula Bronstein/Getty Images
Pontuação geral: 49%
CategoriaPontuação (%)
Ajudar um estranho53
Doação de dinheiro55
Tempo dedicado ao voluntariado38

18º Quirguistão

 Wikimedia Commons / alexeya
Pontuação geral: 49%
CategoriaPontuação (%)
Ajudar um estranho53
Doação de dinheiro57
Tempo dedicado ao voluntariado36

19º Tailândia

Dario Pignatelli / Bloomberg 
Pontuação geral: 48% 
CategoriaPontuação (%)
Ajudar um estranho44
Doação de dinheiro87
Tempo dedicado ao voluntariado14

20º Alemanha

Thinckstock
Pontuação geral: 47%
CategoriaPontuação (%)
Ajudar um estranho61
Doação de dinheiro49
Tempo dedicado ao voluntariado32


O Telescópio Espacial James Webb será um grande avanço para a astronomia quando estiver pronto em 2018. Mas os astrônomos já estão pensando sobre a próxima grande missão: um telescópio orbital de 12 m que vai procurar provas de vida fora da Terra.

Representantes da AURA (Associação de Universidades para Pesquisa em Astronomia) querem um observatório espacial que vai procurar respostas para duas questões profundas. Um: se estamos ou não sozinhos no universo. Dois: como os blocos de construção do nosso universo evoluíram ao longo do tempo.

Esta missão futura, que só será lançada nos anos 2030, tem um objetivo incrivelmente ambicioso. Ela requer uma nave espacial mais avançada do que qualquer coisa que os seres humanos já construíram: um telescópio com dez vezes o poder de visão do Hubble.

© Reprodução

Na reunião da Sociedade Astronômica Americana, um astrônomo disse: "estamos falando de um Hubble HD".

"O caminho para

Modelo em escala do Telescópio Espacial James Webb. Ele é enorme! (Imagem por Northrop Grumman)

Mas precisamos exatamente de algo maior para capturar a luz fraca emitida a partir de mundos distantes. Nós já detectamos milhares de exoplanetasutilizando fotometria de trânsito, mas fotografamos diretamente apenas um punhado. E todos os planetas que "vimos" são bolas de gás em erupção, mundos maiores do que Júpiter e que quase certamente não são habitáveis.

© Fornecido por Gizmodo James Webb Space Telescope (JWST)

"Com a tecnologia moderna, nós não temos a capacidade de obter imagens de um análogo ao sistema solar", disse Batalha. "É nessa direção que queremos seguir."

Para vislumbrar planetas pequenos e rochosos na zona habitável de estrelas brilhantes do tipo G (como o nosso Sol), e vasculhar as atmosferas por sinais de vida, precisamos de um telescópio com uma abertura enorme. Esse telescópio precisa suprimir a luz das estrelas por um fator de dez bilhões. E ele tem que estar no espaço, além da neblina que obscurece nossa atmosfera.

Mas o sucessor do JWST não estará apenas procurando vida. Ele também vai nos ajudar a aprender como os blocos de construção da matéria evoluíram ao longo do tempo cósmico - em certo sentido, sondando uma questão ainda mais fundamental sobre a origem da vida.

"Se queremos ir a partir do Big Bang para bioassinaturas, você precisa entender a evolução dos átomos no universo", disse John O'Meara, da Saint Michael's College (EUA), astrofísico que estuda a formação de galáxias.

O'Meara tem objetivos diferentes para o sucessor do JWST. Ele quer compreender a formação e movimento de elementos em grandes escalas. "Como e onde o ciclo de vida de átomos evolui?", disse O'Meara. "Como é que chegamos ao oxigênio que você está respirando? Para responder a essas perguntas, precisamos dos últimos dez bilhões de anos de interações em gases e galáxias."

Realizar essas duas metas científicas - a evolução da matéria e a evolução da vida - vai exigir um conjunto de instrumentos que fazem medições em diversos comprimentos de onda, incluindo visível, ultravioleta e infravermelho próximo.

Após combinar esses instrumentos de alta precisão com um espelho primário de 12 m, espelhos secundários, antenas de comunicação, propulsão, mais uma proteção contra a luz, teríamos uma das peças mais avançadas de tecnologia humana.

Felizmente, nós seremos capazes de aplicar todo o conhecimento que adquirimos planejando e construindo outros telescópios espaciais ao longo dos últimos cinquenta anos.

"Todo mundo deve sonhar grande", disse Marc Postman, do Space Telescope Science Institute. "Mas também devemos sonhar de forma inteligente. Queremos aproveitar o que aprendemos do Hubble, e o que aprendemos desde a concepção do JWST, o que aprendemos de estudar outras missões que não vieram a se concretizar."

Por exemplo, um grande desafio que os engenheiros do JWST enfrentaram foi como enviar um espelho com 6,5 metros de largura para o espaço. A solução? Um grupo de espelhos menores que se desdobram em órbita, como um origami espacial banhado a ouro.

"O James Webb nos ensinou muito sobre como construir um telescópio grande e segmentado no espaço", disse Postman. "Um telescópio de 8 ou 12 m terá que ser segmentado também."

Há ainda muitos desafios técnicos para se resolver, mas é por isso que nós estamos começando a pensar sobre o sucessor de JWST agora. Pode parecer que 2030 é um futuro distante, mas para os astrônomos, isso é um piscar de olhos cósmico.

"Uma história está se desdobrando", disse Batalha. "É uma história que leva um longo tempo - estes esforços realmente grandes da humanidade exigem muito tempo para planejar e executar. Estamos prestes de finalmente encontrar provas de vida fora da Terra", acrescentou. "Nós temos a capacidade de fazer isso, e nós sabemos como. Mas é um esforço de muitas décadas e gerações."

Imagem: conceito do Kepler-186F, um exoplaneta rochoso do tamanho da Terra, possivelmente na zona habitável de sua estrela (NASA/SETI/JPL)

A artista russa Asya Kozina passou anos fazendo do papel uma grande arte, e ganhou reconhecimento por seus vestidos de noiva deslumbrantes mongóis. Kozina explica sua motivação em Behance:

"As perucas históricas sempre me fascinaram, em especial as da época barroca,' Fala Kozina. 'Isto sim é fazer arte da arte, pela estética. Não tem nenhum sentido prático, mas é bonito. Neste caso o papel ajuda a ressaltar a forma geral e não nos importarmos com detalhes desnecessários."














Mais informações em: Facebook | Behance (via: designboom)

Quantas vezes você já entrou em um prédio percebeu que sua roupa combinava com a decoração? Gostaria de encontrar mais pessoas que passaram pela mesma situação ??

Vimos vários exemplos de pessoas vestidas igual o ambiente que estão. Fala pra gente qual das imagens abaixo te chama mais atenção.

Fonte: wickensworth

Fonte: digitalpoo



Fonte: Jaja321

Fonte: desconhecida

Fonte: desconhecida

Fonte: reddit.com

Fonte: beedat

Fonte: imgur.com

Fonte: desconhecida

Fonte: nickhuang109

Fonte: SmoothHookah

Fonte: desconhecida


Getty Images
Bill Gates: patrimônio estimado em 87,4 bilhões de dólares,

O fundador da Microsoft Bill Gates foi novamente considerado a pessoa mais rica do mundo. Desta vez, Gates ficou no topo do ranking das 50 pessoas mais ricas do mundo, elaborado pela consultoria Wealth-X, em parceria com o site Business Insider.

Segundo a consultoria, a fortuna do fundador da Microsoft chega hoje à cifra de 87,4 bilhões de dólares. Portanto, ele está “apenas” 20 bilhões de dólares à frente do segundo colocado, o espanhol Amancio Ortega, dono da rede de lojas de roupas Zara.

O biblionário da Microsoft é figura constante no topo das listas de maiores bilionários do planeta. No ano passado, ele esteve mais uma vez na primeira posição da lista da revista Forbes. 

Há anos Bill Gates tem se dedicado à filantropia, inclusive com a doação bilionárias para causas sociais. “O dinheiro não tem mais utilidade para mim depois de certo ponto. Sua utilidade está em construir uma organização e conseguir recursos para os pobres do mundo”, chegou a afirmar ao Telegraph, em 2013. 

Também aparecem no topo da lista da Wealth-X o mega investidor Warren Buffett, CEO da Berkshire Hathaway, Jeff Bezos, fundador da Amazon, e os irmãos David Koch e Charles Koch, donos da Koch Industries. Dentre os 50 bilionários listados, 29 vivem nos Estados Unidos e 46 são homens.

Mario Anzuoni/Reuters
Rihanna: o serviço de streaming Tidal, criado por Jay-Z, sócio da Rihanna, declarou que o álbum estará disponível no site
Da AFP

A estrela do R&B Rihanna lançou seu oitavo álbum, o esperado "Anti", o qual tem sua pré-estreia oferecida com exclusividade por uma página de música on-line.

"Anti" chegou sem aviso, na tarde de quarta-feira; poucas horas depois do lançamento da primeira canção do álbum, "Work", em que também canta o rapper Drake.

O serviço de música online (streaming) Tidal, criado pelo rapper e empresário Jay-Z, sócio da Rihanna, declarou que o álbum estará disponível no site, exclusivamente para seus assinantes, durante uma semana.

A cantora pop assinou um contrato com a gigante Samsung - estimado em 25 milhões de dólares - para criar um site interativo dedicado ao "Anti", ao que somente é possível ter acesso através dos smartphones da marca sul-coreana.

O Tidal destacou que os usuários destes celulares que visitarem o site poderão fazer o download do álbum e aproveitar dois meses de assinatura gratuita do serviço de streaming.

Da mesma forma que outros novatos do mercado da música online, a plataforma de Jay-Z tenta competir com o pioneiro Spotify, que domina o setor.

Rihanna, que é uma das maiores nomes da música desde o lançamento de seu primeiro álbum em 2005, não produzia desde 2012.

Ela começará, em 26 de fevereiro, em San Diego, oeste dos Estados Unidos, uma turnê pelo país e pela Europa com 70 shows, informou seu promotor Live Nation.

Eddie Keogh/Reuters
Sylvester Stallone em lançamento de "Creed": "todo o mundo me dizia 'é uma ideia horrível, o que está fazendo?' porque pensavam que eu estaria no ringue"
Rubén Serrano, da EFE

Londres - Um Sylvester Stallone mais relaxado e irônico encarna outra vez o famoso boxeador Rocky Balboa em seu novo filme, "Creed: Nascido para Lutar", sobre o qual afirmou que "houve muita pressão" durante a filmagem porque o público "pensava que seria 'Rocky VII'".

Em entrevista à Agência Efe acompanhado pelo outro protagonista do filme, o jovem Michael B. Jordan, Stallone deixou claro que "Creed" não é uma sequência da saga do 'Garanhão Italiano', mas uma história derivada.

O filme, já em cartaz no Brasil, mostra a história de Adonis (Jordan), filho do eterno rival de Balboa e também boxeador Apollo Creed, que decide seguir os passos de seu pai e tenta convencer o personagem de Stallone para que seja seu treinador e o prepare para competir.

O veterano ator americano contou que, quando foi divulgado que Balboa voltaria às telas de cinema nove anos depois, teve que escutar comentários negativos.

"Todo o mundo me dizia 'é uma ideia horrível, o que está fazendo?' porque pensavam que eu estaria no ringue", relatou o ator que, sem terminar a frase, bateu seu punho fechado na palma de sua outra mão e começou a rir de forma zombadora.

Da mesma forma que esta é a primeira ocasião que Stallone deixa penduradas suas luvas de boxe e observa o mundo do pugilismo à certa distância, também é a primeira vez que não assina o roteiro de um filme protagonizada por seu alter ego.

No entanto, a tática parece ter dado certo já que sua interpretação de um Rocky Balboa aposentado lhe valeu o primeiro Globo de Ouro de toda sua carreira e inclusive uma indicação ao Oscar, reconhecimento que não conseguia desde 1977.

Com outra sonora gargalhada, Stallone admitiu ter sentido ciúmes de Jordan, que domina durante todo o filme o ringue de boxe, e ressaltou que, embora pensasse que ainda podia enfrentar algumas cenas de combate corpo a corpo, "na verdade não, não posso".

Apesar de encarnar um Balboa duro e exigente que submete seu pupilo a intensos treinamentos, tanto diante como por trás das câmaras ambos atores mantêm uma relação fraternal misturada com um humor descontraído.

"Tentávamos manter sempre o espírito pai e filho porque se você vai a um local de treinamento verá que aquilo não é tão sério, porque se não seu cérebro explode", comentou Stallone, ao que Jordan acrescentou "Ou te consome".

O jovem ator, que já dividiu a tela com Keanu Reeves e Zac Efron, entre outros, negou ter sentido pressão por fazer parte de "Creed" e teorizou que "Rocky reconhece a si mesmo em Adonis", o que faz com que ambos personagens "se necessitem ao mesmo tempo", mas demoram em admitir.

Para assinar as palavras de seu companheiro, Stallone ressaltou que "quando Adonis aparece, Rocky se dá conta que seu mundo ficou muito pequeno e só quer desaparecer porque já não tem nada pelo que viver".

"Essa é a 'moral' do filme: de unir-se apesar de serem diferentes em todos os níveis", explicou Stallone enquanto gesticulava com suas mãos.

Trabalhar ao lado do ator de 70 anos permitiu a Jordan, de 28, escutar seus sábios conselhos na hora de colocar-se em cima do ringue e de lidar com a imprensa.

"No início lhe disse que se retirasse, que estava acabado", brincou Stallone, que prosseguiu enquanto piscava um olho: "Depois lhe expliquei que, quando desse entrevistas, o melhor era não dizer nada".

"Ele me disse que eu devia falar com o olhar", completou Jordan enquanto deixava transparecer um sorriso.

Quando perguntados sobre se o público voltará a ver Balboa e Adonis trabalhar juntos, Stallone apressou-se a deixar claro seu desejo enquanto Jordan posava seus olhos sobre ele: "Espero que sim".

Após a resposta do mestre, o discípulo assimilou a mensagem e cravou: "Eu espero isso também".

Reprodução/NASA
Sol: o outro equipamento é o experimento de raios X e gama GRIPS
Elton Alisson, da AGÊNCIA FAPESP


A Nasa, agência espacial norte-americana, lançou com êxito, no dia 18 de janeiro, um balão estratosférico que transporta dois equipamentos científicos voltados a estudar o Sol. O lançamento foi feito em McMurdo, base dos Estados Unidos na Antártica.

Um dos equipamentos é o Solar-T: um telescópio fotométrico duplo, projetado e construído no Brasil por pesquisadores do Centro de Radioastronomia e Astrofísica Mackenzie (CRAAM), da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em colaboração com colegas do Centro de Componentes Semicondutores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O outro equipamento é o experimento de raios X e gama GRIPS (sigla em inglês de Gamma-ray Imager / Polarimeter for Solar Flares), da University of California em Berkeley, nos Estados Unidos, no qual o Solar-T foi acoplado.

Desenvolvido com apoio da FAPESP, por meio de um Projeto Temático e de um Auxílio à Pesquisa-Regular, o Solar-T é o primeiro instrumento científico do gênero construído no país, após 15 anos de pesquisa e desenvolvimento.

Além da FAPESP, o projeto contou com recursos do Fundo Mackenzie de Pesquisa (MackPesquisa), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), da Nasa, do AFOSR (sigla em inglês de Air Force Office of Scientific Research), dos Estados Unidos, e do Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (Conicet), da Argentina.

“O desenvolvimento do Solar-T representa uma oportunidade de qualificação brasileira em tecnologia espacial avançada que pode dar origem a novos projetos em satélites, por exemplo, e contribuições para a Estação Espacial Internacional”, disse Pierre Kaufmann, pesquisador do CRAAM e coordenador do projeto, à Agência FAPESP.

“Estamos desenvolvendo um projeto em colaboração com o Instituto Lebedev de Moscou para instalar telescópios de detecção de frequências em terahertz na Estação Espacial Internacional, e o sucesso da missão do Solar-T é uma condição necessária para qualificarmos a tecnologia que desenvolvemos”, afirmou.

O balão estratosférico transportando o Solar-T e o GRIPS – que juntos pesam mais de 3 toneladas – está voando a uma altitude de 40 mil metros e circum-navegará a Antártica por um período entre 20 e 30 dias.

Enquanto sobrevoar o continente gelado, o Solar-T deverá captar a energia que emana das explosões solares em duas frequências inéditas, de 3 e 7 terahertz (THz), que correspondem a uma fração da radiação infravermelha distante.

Situada no espectro eletromagnético entre a luz visível e as ondas de rádio, essa faixa de radiação permite observar mais facilmente a ocorrência de explosões associadas aos campos magnéticos das regiões ativas do Sol, que muitas vezes lançam em direção à Terra jatos de partículas de carga negativa (elétrons) aceleradas a grandes velocidades.

Nas proximidades do planeta, essas partículas atrapalham o funcionamento de satélites de telecomunicações e de GPS e produzem as auroras austrais e boreais.

A radiação das explosões nessa faixa do infravermelho distante também torna possível uma nova abordagem para investigar fenômenos que produzem energia em regiões ativas que ficam entre a superfície do Sol, a fotosfera, onde a temperatura não passa dos 5,7 mil graus, e as camadas superiores e mais quentes: a cromosfera, onde as temperaturas alcançam 20 mil graus, e a coroa, que está a mais de 1 milhão de graus (leia mais).

“Essas frequências de 3 e 7 terahertz são impossíveis de serem medidas a partir do nível do solo porque são bloqueadas pela atmosfera. É necessário ir para o espaço para medi-las”, disse Kaufmann.

Para fazer as medições, o Solar-T conta com um aparato composto por dois fotômetros (medidores de intensidade de fótons), coletores e filtros para bloquear radiações de frequências indesejáveis (infravermelho próximo e luz visível), que poderiam mascarar o fenômeno, e selecionar as frequências de 3 e 7 terahertz (leia mais).

Os dados coletados pelo telescópio fotométrico são armazenados em dois computadores a bordo do equipamento e transmitidos compactados à Terra, por meio de um sistema de telemetria, valendo-se da rede de satélites Iridium. Os dados transmitidos à Terra são gravados em dois computadores no CRAMM.

“A transmissão dos dados obtidos pelo Solar-T para a Terra garante a obtenção das informações coletadas caso não seja possível recuperar os computadores a bordo do equipamento, porque as chances são muito baixas”, afirmou Kaufmann. “A Antártica é maior do que o Brasil, tem pouquíssimos lugares de acesso e não há como controlar o lugar onde o balão deve cair.”

De acordo com o pesquisador, os dois fotômetros THz, os computadores de dados e o sistema de telemetria do Solar-T estão funcionando normalmente, alimentados por duas baterias carregadas com energia capturada por painéis solares.

Logo após o rastreador de explosões solares ter sido acionado, no dia seguinte ao do lançamento do balão estratosférico, o equipamento já começou a enviar dados para a Terra.

Os dados terão que ter precisão de apontamento e rastreio do Sol de mais ou menos meio grau. Esse nível de precisão deverá ser assegurado por um sistema automático de apontamento e rastreio do GRIPS, com o qual o Solar-T está alinhado.

“Por enquanto, ainda não houve nenhuma grande explosão solar captada pelo Solar-T. Mas, caso ocorra, o equipamento poderá detectá-la e enviar os dados para analisarmos”, disse Kaufmann.

Série de tentativas

O balão estratosférico foi lançado com sucesso pela equipe da Nasa após sete tentativas frustradas, iniciadas em dezembro de 2015.

As tentativas anteriores falharam porque na hora do lançamento mudaram as condições de vento no solo, na atmosfera superior e na estratosfera (a 50 quilômetros do solo).

A combinação das condições meteorológicas de solo e a média e alta altitude é crítica e muito difícil de ser determinada pelos sistemas de previsão de tempo, explicou Kaufmann.

“Como a operação de lançamento é muito cara, envolve dezenas de pessoas, veículos e, eventualmente, até aviões, a margem de risco tem que ser mínima”, disse.

“Não tivemos que pagar nada pela missão porque fomos convidados pelo grupo de pesquisadores do experimento GRIPS a participar do projeto após apresentarmos o Solar-T em uma conferência internacional. Estávamos à procura de um lançador para o telescópio e tínhamos até um projeto de ter um lançador próprio.”

Segundo o pesquisador, o custo da realização de experimentos espaciais, como o Solar-T, com balões estratosféricos é muito menor em comparação ao uso de satélites.

Algumas das razões pelas quais o balão estratosférico foi lançado agora é porque a circulação estratosférica de vento – o chamado vórtex – em volta do Polo Sul é favorável nessa época do ano. Além disso, o Sol também nunca se põe no Polo Sul nesse período do ano.

Dessa forma, é possível coletar ininterruptamente a luz emitida pelo Sol. “Mesmo agora, em que o Sol está em uma fase de queda de ciclo, a chance de detectar uma explosão razoável, observando por 24 horas diariamente e em um período entre 20 e 30 dias em que o Solar-T ficará na estratosfera, é muito boa”, avaliou Kaufmann.

Na avaliação do pesquisador, se o lançamento do Solar-T não fosse feito agora dificilmente seria possível realizá-lo no ano que vem, quando o ciclo de explosões solares deve cair ainda mais.

“Já estávamos nos aproximando da chamada ‘janela do verão’ [quando o Sol se põe no Polo Sul]. Seria muito difícil convencer a Nasa a investir em uma nova missão”, estimou.

A navegação do balão estratosférico transportando experimento GRIPS com Solar-T – denominado de voo NASA 668N – pode ser acompanhada pelo site.

Para os fãs do filme "A Origem", com certeza irão saber que não é uma sequencia do filme, mas mesmo assim não deixa de ser fascinante. Esta serie de imagens do artista turco Aydin Büyüktas mostra as ruas de Estambul distorcidas como paisagens surreais para desafiar a perspectiva do espectador.

"Vivemos em lugares que a maioria das vezes não nos chama a atenção, lugares que transformam nossas memórias e o artista dá uma nova dimensão," diz Aydin. "Estas obras buscam deixar o espectador a sós junto a uma paisagem surpreendente, um ponto de vista irônico, multidimensional e romântico." 

O projeto esta inspirado originalmente no romance satírico de Edwin A. Abbott, "Flatland: O Romance de muitas dimensões." É uma história de um mundo bidimensional ocupado por figuras geométricas.













Mais informações em: Facebook | Instagram (via: designboom)

Espaço: o programa espacial russo se centrará na exploração da Lua, onde os astronautas russos pretendem chegar no final da próxima década
Da EFE

Moscou - A Rússia planeja ter sua própria estação orbital por volta de 2024 ou 2025, quando a Estação Espacial Internacional (ISS) deixará de funcionar, anunciou nesta terça-feira o subdiretor da corporação Energuia, Vladimir Soloviov.

A coluna vertebral da plataforma russa será formada por um laboratório espacial (MLM), um módulo de acoplamento (UM) e outro energético-científico (NEM), segundo a agência "Interfax".

O primeiro dos cinco módulos com os quais contará a estação, o MLM-U, será enviado à ISS já em 2017, explicou Soloviov, engenheiro do consórcio que fabrica as naves espaciais Soyuz.

Além disso, a estação contará com o apoio do aparelho espacial automático Oka-T, onde os inquilinos da futura estação russa realizarão experimentos.

No entanto, todos estes projetos estão pendentes do programa espacial para 2025 que será aprovado em março e cujo orçamento incluirá vários cortes devido à profunda recessão na qual está imersa a economia russa.

Segundo anteciparam hoje fontes do setor, o programa espacial russo se centrará na exploração da Lua, onde os astronautas russos pretendem chegar no final da próxima década.

Os Estados Unidos, que enviaram uma dúzia de astronautas à superfície lunar entre 1969 e 1972, cancelaram as últimas três missões Apolo por seu custo excessivo, e desde então não voltou ao satélite.

A extinta União Soviética, que tinha enviado o primeiro homem ao espaço exterior em 1961, Yuri Gagarin, suspendeu seu programa lunar imediatamente depois, com o que pôs fim à corrida espacial durante a Guerra Fria.

Os problemas de orçamento foram justamente os que, nos últimos anos, levaram EUA, Rússia e os demais países envolvidos na ISS a ampliar seu funcionamento, primeiro até 2020 e depois até 2024.

$ok={Aceitar!} $days={7}

O "Minha Cidade em Foco" usa cookies para melhorar sua experiência. Saber mais

MKRdezign

{facebook#http://www.facebook.com/MundoMS} {twitter#http://twitter.com/MundoMSOficial} {google-plus#http://plus.google.com/+MundoMSOficial} {pinterest#http://br.pinterest.com/MundoMS/} {youtube#http://www.youtube.com/c/MundoMSOficial} {instagram#http://www.instagram.com/mundomsoficial}

Fale com o Mundo MS

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget