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POR Daniela Barbosa, de EXAME.COM
Se você pudesse escolher uma música para ser a trilha sonora do dia do seu nascimento, aquela canção especial para lembrar um dos momentos mais importantes da sua vida, qual melodia seria?

O site Playback.fm pode te dar uma força nessa decisão. Isso porque ele desenvolveu ferramenta que aponta a música mais tocada naquela data.

Basta colocar o dia, mês e ano do seu aniversário, que o mecanismo aponta a música mais tocada no dia do seu nascimento e o clipe.

Por se tratar de um site americano, a música indicada na data era a mais tocada nos Estados Unidos. Normalmente, são músicas clássicas que fizeram sucesso não só lá, mas no mundo todo.

O site desenvolveu também uma ferramenta que mostra o filme de maior bilheteria no mercado americano no dia do seu nascimento.

Descubra a música de sucesso na data do seu aniversário, aumente o volume, aperte o play e boa diversão!

por Gizmodo Conceito artístico da sonda Curiosity da NASA se aproximando de Marte. Imagem via NASA/JPL-Caltech Depois de assistir a um debate de duas horas sobre a missão Mars One na semana passada, acho que finalmente entendi qual é o problema dela. Não é que a empresa está quebrada. É que ainda não temos tecnologia para sustentar a vida humana em Marte, e o pessoal da Mars One não admite isso.

Na semana passada, um debate público aconteceu durante a Mars Society Convention, nos EUA, com presença do co-fundador da Mars One, Bas Lansdorp, e pesquisadores do MIT e críticos do projeto, Sydney Do e Andrew Owens. O tópico do debate era simples: "A Mars One é viável?" Isso é, podemos começar a enviar duplas de colonizadores humanos para uma viagem apenas de ida para Marte a cada 26 meses a partir do início dos anos 2020 e esperar que eles sobrevivam?

Do e Owens dizem que não, porque as tecnologias necessárias para manter uma colônia em Marte ainda não estão maduras. Para fortalecer o argumento, os dois apresentaram uma versão condensada de uma análise de viabilidade bastante detalhada que publicaram no ano passado. Essa análise mostra basicamente que a missão Mars One (da forma como está sendo vendida para o público) vai falhar porque os astronautas passarão fome, os habitats vão pegar fogo, eles vão ficar sem peças de reposição, ou alguma combinação desses fatores.

Landsdorp discorda. Durante o debate, ele insistiu em dizer que todas as tecnologias necessárias para as colônias em Marte "já existem". Mas ele se recusou a dar detalhes, repetindo comparações metafóricas entre seu sonho pessoal e a missão Apollo 11.
Sugerido pela Windows Store 

Como os dois lados -- ambos bastante comprometidos com a missão de chegar a Marte -- conseguem ver essas coisas de forma tão diferente? É porque um dos lados fez uma análise cuidadosa de todos os dados, enquanto a outra fala um monte de besteira, sabe que está falando um monte de besteira, e mesmo assim continua brincando com nossos sentimentos e com nosso sonho de chegar a Marte.

Precisamos de basicamente dois tipos de tecnologia para humanos viverem em Marte - considerando, claro, que já temos foguetes e espaçonaves para chegar lá. Em primeiro lugar, é necessário desenvolver tecnologias que ajudam a dar suporte à vida - os equipamentos dentro dos habitats marcianos que vão reciclar o ar, a água e os nutrientes, garantindo que gases como CO2 e oxigênio permaneçam em equilíbrio. E então temos o que engenheiros chamam de tecnologia de recursos de utilização in situ. É a tecnologia que precisaremos para extrair recursos em Marte. Para o Mars One funcionar, precisaremos extrair água do solo marciano para beber, e nitrogênio e oxigênio do ar para criar uma atmosfera. Toda essa tecnologia, segundo Lansdorp, já existe.

© Reprodução

Será?

Se você forçar um pouco a barra, a resposta pode ser sim. Em relação ao suporte à vida, o Mars One frequentemente compara seus sistemas propostos aos que já estão em funcionamento na Estação Internacional Espacial. É uma comparação justa. Os sistemas de assistência de vida na ISS já provaram funcionar muito bem em um ambiente espacial e sob condições de microgravidade. Então não há motivos para, na teoria, esse sistema não funcionar em Marte.

Mas como Owens lembrou durante o debate, os sistemas de suporte de vida na ISS são consertados e substituídos com bastante frequência, aproveitando partes de reposição que estão na Terra e podem facilmente ser enviadas para o espaço.

"Uma das coisas que aprendemos com a ISS é que esses sistemas precisam de reparos," disse Owens. "A ISS passa cerca de 3 meses entre o envio de novos suprimentos. Quando as coisas dão errado, é só voltar para casa."

Mas no plano Mars One teríamos um período de 26 meses entre a chegada de novos suprimentos, e nenhuma embarcação de retorno para os colonizadores caso as coisas saiam do controle. Isso significa - como explicaram os pesquisadores do MIT na análise de viabilidade e no debate - que precisaremos enviar uma imensa quantidade de peças de reposição junto com cada tripulação que sair em direção a Marte. E, de acordo com os cálculos de Do e Owens, precisaremos de três cápsulas SpaceX Dragon cheias dessas peças para cada duas pessoas em uma tripulação, apenas para garantir uma chance de sobrevivência de 50% para elas.

As peças de reposição são tão importantes que os custos de reabastecimento da missão sobem a cada dois tripulantes adicionais enviados pela Mars One. A primeira equipe precisa levar partes para usar por conta própria. Já a seguinte precisará transportar peças para si mesma e para a equipe anterior - e assim por diante.

"Os custos de reabastecimento de uma série de viagens só de ida para Marte vão subir de modo insustentável com o passar do tempo," explicou Owens. Isso é verdade, ao menos até que os humanos consigam coletar todos os recursos necessários em Marte. Como lembrou Owens, "se quisermos colonizar Marte de maneira sustentável, precisamos desenvolver habilidades de fabricação."

Isso nos leva a outra tecnologia que o projeto Mars One precisa: extração de recursos in situ. Novamente, o pessoal da Mars One diz que nenhuma tecnologia nova precisa ser inventada, e com isso eles querem dizer que os processos físicos básicos necessários para a extração de recursos de Marte já são conhecidos.

Claro, os processos físicos básicos necessários para construir reatores nucleares também são conhecidos. Entender conceitualmente como extrair água, oxigênio e nitrogênio de Marte é muito diferente de efetivamente extrair isso de lá. Essas tecnologias são, na melhor das situações, experimentais, e elas ainda não foram testadas nem no espaço e nem em Marte.

E a tecnologia necessária para fabricar essas peças de reposição - que provavelmente incluem misturas de plásticos e metais - não existe. Para ser justo com ele, Lansdorp admitiu isso, e destacou que é uma área importante no desenvolvimento de um recente design conceitual feito pela Paragon para o projeto.

"O que é realmente importante é que precisamos começar a produzir as coisas localmente em Marte," disse Lansdorp. "Eu gostaria de ver propostas de como construir um habitat com materiais locais."

© Fornecido por Gizmodo A Mars One diz que a tecnologia de suporte a vida vai ser criada com base em sistemas da ISS. Imagem via NASA. A propósito, a NASA recentemente anunciou um desafio de impressão 3D solicitando propostas que consigam fazer exatamente isso. Se tem alguma coisa que os dois lados concordaram ontem foi que a sustentabilidade a longo prazo dos acampamentos em Marte depende totalmente de criarmos infraestrutura para fabricação de coisas no Planeta Vermelho.

Certo. Então por que a Mars One fala em enviar humanos para Marte quando a tecnologia crítica para isso claramente ainda não existe? Porque eles estão tentando atrair investidores. A Mars One, como você já deve saber, não tem dinheiro nenhum.

Toda a argumentação de Lansdorp durante o debate envolvia dinheiro. Quando a Mars One tiver milhões de dólares à disposição, a tecnologia será criada. Mas não é bem assim: por que as pessoas deveriam investir no seu conceito de tecnologia perigosa sendo que você ainda não tem essa tecnologia?

"Não discordamos que a questão do suporte à vida possa ser facilmente solucionada, mas esses problemas são muito complexos," disse Do. "É como um castelo de cartas - se uma coisa quebrar, a estrutura toda cai. Mas não é possível avaliar viabilidade de um programa quando ele não tem um conceito. Se você ainda está desenvolvendo os conceitos, então você ainda não tem um plano."

A Mars One não tem a tecnologia que precisa para levar a missão adiante, mas espera ter assim que conseguir financiamento. Tudo bem. Muitas pessoas estão trabalhando para encontrar uma forma de tornar acampamentos espaciais realidade.

Mas se a tecnologia não está pronta, parece loucura falar em enviar humanos para viver em outro planeta.

O pessoal da Mars One admitiu durante o debate que "as tripulações precisariam ser bastante inovadoras" para solucionar problemas não previstos para sobreviver em Marte. Claro, esperamos que os primeiros colonizadores terráqueos em Marte sejam algumas das mentes mais brilhantes da Terra. Mas por que não focar em enviar sondas não-tripuladas para Marte primeiro, para tentar desenvolver a tecnologia de fabricação e de extração de recursos que precisaremos? Por que não fazer tudo o que for possível para garantir que os primeiros humanos em Marte tenham ferramentas à disposição para encarar o maior desafio de sobrevivência humana na história?

"Minha posição", disse Do, "é que devemos ter toda a tecnologia desenvolvida antes de partirmos. A outra opção é downscale: tentamos orbitar ao redor de Marte e voltamos. E essa é apenas uma sugestão. Para solucionar problemas de inviabilidade você precisa flexibilizar custos, agenda e dimensões de escopo."

"Esses problemas não são impossíveis de solucionar," disse Owens. "São muitos grandes desafios que exigem muitos pesquisadores e tempo. Nós acreditamos que se vamos enviar humanos para Marte, precisamos ter o desenvolvimento e maturidade tecnológica para isso."

O problema com a Mars One é que a empresa está quebrada, desorganizada e seu projeto meio que é só um esboço. É a Mars One que quer colocar a carroça na frente dos bois. Tecnologia não é algo que acontecerá enquanto os humanos estiverem em Marte. Se queremos que esses humanos sobrevivam, precisamos ter a tecnologia 100% pronta antes de enviar pessoas em uma viagem sem volta.

Nem Todos os grandes acontecimentos da história ou momentos importantes puderam ser eternizados em forma de fotografia, mas a partir do século 19 a fotografia possibilitou a humanidade eternizar momentos que talvez na época não dessem tanta importância, mas que no passar dos anos se tornariam relíquias para o mundo, seja pra relembrar em momentos de nostalgia, para estudo ou apenas para termos de comparação, a verdade é que certas fotos do passado nos traz a vontade de voltar no tempo para tentar viver uma época mágica, talvez na pele de algum personagem histórico ou até mesmo um ator ou cantor famoso. 

Confira abaixo algumas fotos históricas.

CAFETERIA DA DISNEY – 1961

CHARLIE CHAPLIN AOS 27 ANOS – 1916

CONSTRUÇÃO DA TORRE EIFFEL, JULHO DE 1888

CONSTRUÇÃO DO CRISTO REDENTOR.

CHE GUEVARA E FIDEL CASTRO.

SARCÓFAGO DE TUTANKAMON

O ÚLTIMO TIGRE DE TASMÂNIA – 1933

FILMANDO O LEÃO PARA O CLÁSSICO LOGO DA MGM EM MEADOS DE 1916

HUGO GERNSBACK E SUA TELEVISÃO PORTÁTIL – 1963

TITANIC – 1912

MONA LISA LOGO APÓS A II GUERRA MUNDIAL

A RAINHA ELIZABETH DURANTE SEU SERVIÇO MILITAR NA II GUERRA MUNDIAL

OS BEATLES NO INÍCIO 1960

MARTIN LUTHER KING E SEU FILHO REMOVENDO UMA CRUZ QUEIMADA QUE OS MEMBROS DA KKK DEIXARAM EM FRENTE A SUA CASA – 1960

NAGASAKI, 20 MINUTOS DEPOIS DA EXPLOSÃO DA BOMBA ATÔMICA – 1945

SEGREGAÇÃO RACIAL NA CAROLINA DO NORTE 1937 e 1943

ÚLTIMOS PRISIONEIROS ABANDONANDO A ILHA DE ALCATRAZ – 1963

UMA PRAIA DA AUSTRÁLIA – 1900.

UM DOS PRIMEIROS MCDONALD´S. em meados de 1940

VEÍCULO EM 1900

Não é raro encontrar algum conhecido postando fotos de comida pelas redes sociais, mas certamente nenhum deles chegou a um aspecto tão interessante quanto as imagens fotografadas por Adrian Mueller. Ele, que vive em Nova Iorque, realizou uma parceria com a food stylistTakako Kuniyuki e deu uma nova vida ao #foodporn.

Juntos, os dois registraram a série Bubbles, que mostra um pouco do que acontece todos os dias em nossas cozinhas. Com uma lente macro, fotografaram algumas misturas sendo aquecidas em uma cozinha-estúdio. O resultado dessa parceria são imagens belas e surpreendentes ao mesmo tempo, que mostram como o ato de cozinhar pode ser alçado à categoria de arte.

Confere só:
Azeite de oliva, gordura de frango, vinagre balsâmico, sal, pimenta e vinho branco

Ginger Ale, whiskey e gelo

Vinagre de vinho tinto e azeite

Óleo vegetal, vinagre de arroz e molho de soja

Champanhe e pimenta caiena

Vinagre de vinho tinto, cidra e azeite

Azeite, vinagre de sumo de maçã, vinagre de arroz e molho de soja

Vinagre de arroz e azeite

Óleo vegetal e vinagre balsâmico

Todas as fotos © Adrian Mueller

Uber: seu sistema de contratação é falho, segundo denúncia

São Paulo – O aplicativo mais polêmico do momento, oUber, terá que se explicar mais uma vez para seus usuários. A empresa contratou 25 motoristas com antecedentes criminais – incluindo abuso sexual de crianças, assalto e assassinato – para circular pelas ruas de São Francisco e Los Angeles, na Califórnia.

A queixa foi apresentada ontem pelo gabinete do procurador distrital de São Francisco. “Muitas das informações que o Uber apresentou aos consumidores são falsas e enganosas”, disse George Gascón, procurador distrital de São Francisco, em uma conferência, segundo informações do site SF Gate.

A maioria dos motoristas listados pelo procurador tem passagens pela polícia por dirigirem bêbados. Um dos casos que mais chama atenção é o de um funcionário que passou 26 anos na prisão por assassinato. Ele está em liberdade condicional desde 2008.

Contratado pelo Uber em 2014, o motorista já fez 1.168 corridas. De acordo com Gascón, a empresa não conseguiu verificar os antecedentes criminais do homem, pois ele utilizou um nome falso para trabalhar com oapp.

Em outro caso citado pela denúncia, um motorista havia sido condenado por abuso sexual de uma criança de 14 anos. “Ele já fez 5.697 corridas para passageiros Uber, incluindo crianças desacompanhadas”, afirma o procurador.

Além destes dois, outro motorista foi condenado por sequestro com arma de fogo. Ele também tem outros antecedentes criminais, como roubo e tráfico de drogas. O restante dos funcionários denunciados pelo procurador cometeram crimes não violentos.
O que o Uber diz?

Desde dezembro do ano passado, o Uber tem tido problemas com as prefeituras de Los Angeles e São Francisco. As cidades entraram com um ação conjunta contra o serviço, afirmando que seus métodos de contratação são falhos.

O Uber verifica os registros criminais dos últimos sete anos de seus funcionários. Por exemplo, se uma pessoa é contratada em 2014, a empresa vai olhar tudo que ela fez até 2007. 

O Uber defendeu sua maneira de contratar em um post recente em seu blog. A empresa explicou que existe este limite de sete anos em muitas ferramentas de monitoramento de registros criminais. Um de seus concorrentes, o Lyft, utiliza o mesmo processo de contratação.

“A Assembleia Legislativa do Estado da Califórnia decidiu que sete anos é o suficiente para proteger o público e, ao mesmo tempo, dar a oportunidade de trabalhar e de se reabilitar para ex-detentos”, finaliza a publicação.

A cidade de São Francisco pede para que o Uber utilize o Livescan, uma ferramenta que usa a impressão digital para identificar todos os registros de uma pessoa. No entanto, a empresa resiste em empregar o método.

“Nós discordamos que o Livescan é um sistema melhor para triagem de motoristas do que o nosso controle. Além disso, o método inclui pessoas que foram presas, mas nem sempre processadas ou condenadas. Isso pode discriminar as minorias”, disse o Uber em um comunicado.

Por sermos os humanos atormentados que somos, adoramos imaginar o que aconteceria se um enorme cometa atingisse a Terra. Mas e se uma enorme rocha de gelo se chocasse contra o Sol? Uma equipe de astrônomos fez os cálculos para descobrir isso.

© Reprodução

"Já dei palestras sobre elas e as chamo de bolas de neve supersônicas no inferno", diz John Brown, astrônomo real da Escócia, à New Scientist.

À medida que pequenos cometas se aproximam do Sol, eles começam a se sublimar devido à intensa radiação, e acabam se quebrando em pedaços menores. Mas diversos cometas grandes já puderam passar pela camada externa do Sol, ou corona. Então, o que aconteceria se em vez de raspar a superfície, um destes corpos gigantes se chocasse contra a baixa atmosfera da estrela?

Primeiro, entrar na gravidade do Sol aceleraria o cometa a uma velocidade acima de 600 km/s e a atmosfera da estrela achataria o cometa como uma panqueca antes dele explodir feito uma bomba, liberando tanta energia quanto uma ejeção de massa coronal. A explosão pode até causar terremotos que enviam ondulações pela atmosfera. Aqui na Terra, provavelmente detectaríamos erupções de luzes UV e raios-x.

© Fornecido por Notícias ao Minuto

Em Istambul, na Turquia, existem cerca de 150 mil cães e gatos de rua. Pensando no bem-estar deles, uma empresa chamada Pugedon encontrou uma maneira brilhante de alimentá-los. Ela criou a máquina “Postos de Reciclagem Inteligentes”, que distribui comida e água em troca de garrafas plásticas recicladas.

Essa invenção tem dois benefícios: incentiva a reciclagem e alimenta os animais de rua. A garrafa plástica é colocada na parte de cima e a comida sai na parte de baixo. A máquina, inclusive, possui uma vasilha de água, para que as pessoas depositem o líquido que sobram em suas garrafinhas de plástico antes de reciclá-las.

O intuito da empresa é que o valor ganho com a reciclagem das garrafas cubra a ração.

© Copyright British Broadcasting Corporation 2015 A torre é inflada e guiada a partir de sua base, 20km abaixo

Uma empresa do Canadá patenteou uma ideia que pode simplificar as viagens espaciais do futuro: um elevador para a estratosfera.

Do alto de uma torre inflável de 20 quilômetros de altura, astronautas teriam um caminho consideravelmente mais curto até o espaço.

A ideia da Thoth Technology Inc. patenteada na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos poderia economizar até 30% do combustível usado em viagens espaciais, segundo a empresa.

"Astronautas subiriam 20 quilômetros de elevador elétrico. Do alto da torre, aviões espaciais poderiam ser postos em órbita em um estágio único, retornando para o alto da torre para reabastecer e voar novamente", afirmou o inventor do sistema, Brendan Quine.

Propulsão

A grande inovação do elevador espacial é a eficiência com que seria possível chegar até altitudes extremas, acima de 50 quilômetros.

Atualmente, para superar a gravidade, é necessária uma enorme propulsão, que apenas foguetes que expelem massa em alta velocidade são capazes de produzir.

© Copyright British Broadcasting Corporation 2015 Aviões espaciais poderiam decolar do topo da torre, poupando combustível

Quine diz que o elevador precisaria de muito menos energia para isso, já que não precisaria transportar esta massa de combustível usada como propulsão por foguetes.

Com a torre, a maior parte do voo vertical necessário para uma viagem espacial seria eliminada. A partir dos 20 quilômetros de altitude, seria necessário apenas voar na horizontal para entrar em órbita.

Embora o conceito de usar torres como atalho para o espaço não seja novo, ele sempre esbarrava na falta de materiais capazes de suportar o próprio peso em tamanha altitude.


O projeto de Quine elimina este problema ao utilizar uma estrutura leve, inflável e pressurizada. Ela seria guiada a partir da sua base e poderia, segundo a empresa, ser usada para geração de energia eólica e comunicações.

A presidente da Thoth Technology, Caroline Roberts, afirmou que a torre, aliada a novas tecnologias de foguetes em desenvolvimento por outras empresas, vão revolucionar o conceito de viagem espacial.

"Pousar em uma balsa no nível do mar é um grande feito, mas pousar 12 milhas (20 quilômetros) acima do nível do mar vai tornar viagens espaciais cada vez mais parecidas com viagens de avião."

© Copyright British Broadcasting Corporation 2015 Para permitir viagens espaciais no futuro, a empresa aposta no desenvolvimento de novas formas de voo 

Edgar Mitchell, o sexto homem a pisar na Lua, diz que visitantes alienígenas pacifistas tentaram criar a paz mundial durante a Guerra Fria, desativando mísseis durante testes de armas. Espere, isso não é meio que o enredo do filme O Dia em Que a Terra Parou?

Em uma entrevista recente ao Mirror Online, Mitchell diz acreditar que os OVNIs voavam em torno de bases militares durante a Guerra Fria, em uma missão para evitar uma guerra nuclear entre os EUA e a União Soviética.

© Reprodução

O ex-astronauta acrescentou: foram frequentemente derrubados por naves alienígenas. Havia muita atividade naqueles dias.

Nick Pope, pesquisador e ex-funcionário do Ministério da Defesa britânico, diz ao Mirror que a "ideia de que extraterrestres amantes da paz estão aqui para alertar a humanidade sobre nossos caminhos destrutivos" é popular entre aqueles que têm uma visão New Wave do fenômeno UFO.

Além disso, ele nota que, como Mitchell não revela suas fontes, "não podemos ter certeza de que essas pessoas estavam falando a verdade para ele, ou mesmo que elas estavam a par de qualquer nformação confidencial sobre OVNIs".

© Fornecido por Gizmodo edgar-mitchell 

Mitchell confessou à Bloomberg em 2013 que nunca viu um OVNI na vida: "considero-me muito bem informado, embora eu não tenha visto um 

Quando ele se aproximou do planeta que conhecemos como lar, ele foi preenchido com uma convicção interior tão certa quanto qualquer equação matemática que ele já tinha resolvido. Ele sabia que o belo mundo azul para o qual ele estava retornando fazia parte de um sistema vivo, harmonioso e completo - e que todos nós participamos, como ele se expressou mais tarde, "num universo de consciência".

Fotos por Andy Freeberg/NASA/Flickr e NASA

Oitavo trabalho da carreira dos mineiros chega em outubro

Os mineiros do Jota Quest revelaram que irão lançar mais um trabalho de inéditas pela gravadora Sony Music ainda este ano.

O oitavo álbum da carreira foi gravado no estúdio do quinteto em Belo Horizonte e mixado em Los Angeles com o norte-americano Jerry Barnes, colaborador de nomes como Nile Rodgers e Aretha Franklin, e Stuart Zender, baixista e produtor dos primeiros álbuns do Jamiroquai.

Ao todo serão 13 faixas que seguirão o mesmo estilo do antecessor "Funky Funky Boom Boom", com groove funk, disco e soul, mas ampliando as influências para o pop, reggae e baladas. Ainda sem título definido, o disco estará disponível a partir de outubro.


Cantora fará show da turnê "The Honeymoon" dia 25 no Allianz Park em São Paulo
A cantora Ariana Grande virá ao Brasil em outubro para uma única apresentação no Allianz Park em São Paulo. O show acontece no dia 25 e faz parte da turnê "The Honeymoon" que já passou por América do Norte, Europa e Ásia.

A etapa latino-americana da tour também terá shows únicos no México, Chile, Argentina e Porto Rico.

Os ingressos para o público em geral começam a ser vendidos dia 26 de agosto e custam de R$ 400 a R$ 660 com opção de meia-entrada e parcelamento em até três vezes. Dias 24 e 25 de agosto haverá pré-venda para os membros do fã clube da artista. A classificação etária é de 15 anos e quem tem de 06 a 14 anos poderá entrar acompanhado de responsável.

Os ingressos sem taxa de conveniência serão vendidos no Citibank Hall (Av. das Nações Unidas, 17.955 - Santo Amaro - São Paulo) diariamente, das 12h às 20h. Pela internet as vendas ocorrem aqui. Nesses pontos de venda as entradas serão vendidas com taxa de conveniência.

A Banda a-ha Divulgou Nesta Terça-Feira em sua página oficial do facebook uma prévia de uma nova música junto de uma lista de novas músicas que estarão presentes no novo Album "Cast In Steel".



Starting today, you can listen to excerpts from the forthcoming album “CAST IN STEEL” (September 2015) on YouTube....

Mais trechos de outras músicas serão adicionados nos próximos dias, segundo a publicação da banda.

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