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Mercedes-Benz misturou o novo CLA, fama e mulheres no vídeo mais caro do Super Bowl (R$ 32 milhões)


  • Mercedes-Benz misturou o novo CLA, fama e mulheres no vídeo mais caro do Super Bowl (R$ 32 milhões)
Ano após ano, o Super Bowl se consolida como maior evento esportivo do mundo em termos de televisionamento e comercial -- a edição número 47 da decisão do futebol americano, realizada no último domingo (3) entre Baltimore Ravens e San Francisco 49ers, foi vista em 52 milhões de lares nos Estados Unidos, além de ter sido retransmitida para todo mundo. Mas se o resultado do jogo é algo menor e de interesse praticamente restrito aos americanos (os Ravens venceram por 34 a 31), o espetáculo e seus eventos paralelos seguem comentados mesmo após a partida.
É o caso do show com a cantora Beyoncé, que animou o intervalo do jogo no estádio Superdome em Nova Orleans -- ao mesmo tempo em que foi acusado de ter causado um apagão na cidade --, e das milionárias propagandas exploradas cada vez mais pelas fabricantes de carros.

Para exibir um vídeo nos intervalos do Super Bowl, a rede de televisão CBS cobraUS$ 4 milhões (cerca de R$ 8 milhões) por espaços de 30 segundos. As marcas não se fazem de rogadas e abrem seus cofres não apenas para pagar a emissora, mas também para realizar produções que consigam atrair o público do jogo também durante o tempo em que a bola não rola -- tarefa ingrata, afinal o intervalo serve para que o torcedor saia da frente da TV para ir à cozinha, renovar o estoque de bebidas e petiscos, ou ao banheiro.
Quem mais abriu a mão foi a Mercedes-Benz, que gastou US$ 16 milhões (cerca de R$ 32 milhões) só com o espaço para seu comercial de quase 2 minutos, que divulga o novo CLA, sedã baseado na nova geração do Classe A e que é considerado um compacto premium nos Estados Unidos. A conta não inclui o cachê dos astros da propaganda, como o ator William Dafoe (no papel do diabo), a modelo local Kate Upton e o cantor de R&B Usher. Todos são coadjuvantes do jovem que busca todos os chavões atribuídos à posse do carro novo: fama, dinheiro e mulheres. O fato é que com pinta de esportivo e feito para fisgar o público jovem, o CLA vai custar menos de R$ 60 mil por lá. O charme do carro vale até um vídeo extra, que pergunta quem é mais sexy, o carro ou a modelo.
Na contra-mão, o grupo coreano Hyundai tratou de falar com a família americana com os comerciais de sua nova geração de SUVs -- o Hyundai Santa Fe, que chega com versões de cinco e sete lugares e cara de mau, e o Kia Sorento, com o qual os coreanos resolvem contar de onde vêm os bebês -- e do sedã Sonata Turbo, que não é lançamento, mas foi reforçado com motor 2.0 Turbo para aguentar a competição do novo Ford Fusion. Pelo mesmo caminho segue a Toyota com seu novo RAV4 e a atriz Kaley Cuoco, da série "Big Bang Theory", como um gênio que promete realizar os desejos da família ianque, inclusive o de tirar o estepe da tampa traseira do SUV.
A Audi também tenta assegurar seu espaço entre os consumidores americanos apelando à mãozinha da mãe para o filho formando: de S6, o garoto se sente confiante o suficiente para ter uma decisão ousada em seu baile. Por aqui, o alemão é carro de gente grande e custa pelo menos R$ 450 mil. Ousada também é a propaganda principal da Kia, que divulga o novo Cerato (Forte para o mercado norte-americano) num vídeo controverso e até violento -- o carro também chega ao Brasil este ano, mas numa comedida versão 1.6 flex de 128 cavalos (o mesmo motor do Hyundai HB20).
Como não é preciso ser bad-boy para gerar polêmica nos Estados Unidos, a Volkswagen conseguiu ser o centro das discussões com um vídeo totalmente "paz e amor", que embala o novo Fusca no ritmo do reggae, mas foi mal-visto por fazer isso usando atores brancos, de terno e gravata num escritório, em tom bem humorado.

QUANTO VALE O SHOW

  • Cheia de cifrões é também a premiação do Super Bowl: o jogador Joe Flacco, quarterback do Baltimore Ravens, foi eleito melhor jogador da partida (MVP) e recebeu o recém-lançado Chevrolet Corvette Stingray 2014. O esportivo só chega às lojas no final do ano e ainda não tem preço oficial definido -- em leilão, uma unidade semelhante foi arrematada por US$ 1,1 milhão.

Uma adolescente alemã a procura de um emprego foi direcionada, pelo Escritório de Trabalho de Augsburg, no sul da Alemanha, para trabalhar em um bordel. A prostituição é uma atividade legalizada e regularizada no país.

A garota de 19 anos contou nesta quarta-feira (6) ao jornal local Augsburger Allgemeine Zeitung que ficou horrorizada quando abriu uma carta referente à sua colocação no mercado de trabalho pelo órgão público, informando-a que seu perfil estava alinhado ao posto de garçonete no Coliseu Augsburg.


Dono do primeiro bordel legalizado dos EUA é eleito para cargo público5 fotos3 / 5
4.dez.2012 - Garotas que trabalham no bordel Rancho Mustang em Sparks, Nevada (EUA). Lance Gilman, o proprietário do local, vai ocupar uma cadeira no Conselho de Comissários do condado de Storey



Ativistas do Femen protestam contra exploração sexual e prostituição17 fotos1 / 17
25.jan.2013 - Ativistas do Femen, grupo feminista de origem ucraniana, seguram tochas como protesto contra a prostituição no distrito de Herbertstrasse, em Hamburgo, no norte de Alemanha

A USP (Universidade de São Paulo) aparece em 19° lugar em ranking de universidades do mundo mais citadas na internet. O Ranking Web of Universities ou Webometrics, divulgado pelo Conselho Superior de Pesquisas Científicas, traz 500 universidades.

O levantamento é baseado no impacto que as publicações científicas das instituições de ensino têm na internet. Entre as 500 instituições listadas, aparecem 12 brasileiras, todas são públicas, sendo nove federais e três estaduais.

As dez primeiras posições são ocupadas por universidades norte-americanas, estando a Universidade de Harvard na liderança.

Além da USP, a UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) em 129º, a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), em 177º lugar e a UnB (Universidade de Brasília), na posição 181. A UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) está em 205º, a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), em 241º, a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), em 254º, a Unesp (Universidade Estadual Paulista), em 294º, a UFF (Universidade Federal Fluminense), em 312º, a UFPR (Universidade Federal do Paraná), em 364º, a UFBA (Universidade Federal da Bahia), em 444°, e a UFC (Universidade Federal do Ceará), na posição 482.

O levantamento avalia as universidades quanto a qualidade do conteúdo publicado, levando em consideração as citações externas ao domínio da página universitária em que a publicação aparece. Além disso, os centros de ensino são avaliados quanto a presença --o número total de páginas hospedadas no domínio da universidade; abertura de arquivos anexados (.pdf, .doc, .docx, .ppt) disponíveis em sites relacionados; e excelência - trabalhos acadêmicos presentes em grandes publicações internacionais.


Pesquisa

A pesquisa é divulgada semestralmente desde 2004. O objetivo, de acordo com o site da divulgação, é motivar as universidades a aumentarem a presença na internet. "Caso a performance da instituição estiver abaixo da posição esperada de acordo com a excelência acadêmica que tem, as autoridades deveriam reconsiderar a política na rede e promover um aumento no volume e na qualidade das publicações eletrônicas", informa a metodologia do levantamento.

* Com informações da Agência Brasil



Conheça as 10 melhores universidades latino-americanas segundo o ranking da QS10 fotos1 / 10
1ª posição: USP (Universidade de São Paulo), Brasil 

José Luiz Datena (Band) já pagou metade dos R$ 20 milhões relativos às multas contratuais exigidas pela Record na Justiça.

A emissora exigia quase R$ 50 milhões do apresentador, que deixou a rede antes do fim do contrato em duas ocasiões: 2003 e 2011.

O acordo entre as partes foi fechado no final de 2012, por iniciativa do âncora.

Ele está quitando o montante com dinheiro e imóveis, como um apartamento em Higienópolis (zona central de SP) e uma casa no Guarujá (litoral paulista).

A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta quinta-feira (7).

Divulgação/Band
José Luiz Datena no programa "Brasil Urgente"

Além dos três novos episódios, estúdio quer lançar histórias focadas em personagens menores da série



O presidente e diretor-executivo da Walt Disney Company, Bob Iger, confirmou que o estúdio tem planos bem mais ambiciosos para o universo de Star Wars, em um enorme projeto que vai além dos três novos episódios prometidos.

Arquivo RS: em 1983, George Lucas estava às voltas com O Retorno de Jedi, desfecho da primeira trilogia Star Wars. Ele já se preocupava com o futuro da saga e como aproveitaria o tempo livre quando deixasse essa história para trás.

Iger disse, em entrevista à CNBC, que gostaria de aproveitar a chance para acabar com os boatos a respeito das novidades sobre a franquia criada por George Lucas e cujos direitos foram adquiridos pela Disney ao comprar a Lucasfilm por US$ 40,5 bilhões, em outubro de 2012.

"Tem havido especulações sobre filmes derivados que estariam em desenvolvimento e eu gostaria de confirmar que, de fato, estramos trabalhando em alguns deles", disse Iger. Ele afirma que Larry Kasdan, roteirista de Episódio V: O Império Contra-Ataca (1980) e Episódio VI - O Retorno do Jedi(1983), e o produtor Simon Kinberg, de X-Men: Primeira Classe, estão "trabalhando em filmes de personagens que não fazem parte da saga completa de Star Wars".

O primeiro desta nova leva de filmes, Episódio VII, tem previsão de estreia para 2015 e será dirigido por J.J. Abrams. "Nós ainda prevemos fazer os filmes VII, VIII e IX, ao longo de seis anos, começando em 2015", completou Iger. "Mas alguns outros também serão lançados neste período."

O presidente do estúdio, contudo, não confirmou a forte especulação de que o primeiro longa derivado será baseado no personagem Mestre Yoda, pequenino, orelhudo e verde Jedi, como havia sido noticiado pelo site AICN. Já George Lucas, que agora trabalha como consultor, teria sugerido uma produção sobre o criminoso Jabba The Hutt.


Um grupo de adolescentes estava jogando 'Call of Duty'
Foto: Reprodução

Policiais suecos invadiram uma casa onde vários adolescentes jogavam Call of Duty em Estocolmo, na Suécia, no último sábado (26), após a chamada de uma pessoa que ouviu tiros e gritos pedindo ajuda. As informações são do site UPI.

De acordo com a agência de notícias sueca TT, pedestres que passavam próximo ao apartamento ouviram barulhos que, na verdade, eram do personagem do jogo, que foi baleado várias vezes e gritava por socorro. Na sequência, as autoridades foram acionadas e mandaram 10 policiais ao local, que forçaram os jovens a saírem da casa.

Já fora do apartamento, tudo foi esclarecido e a polícia deixou o local, sem realizar nenhum registro ou detenção.



Britânica afirma que problema foi causado por uma lente de contato
Foto: The Sun / Reprodução

Uma britânica de 42 anos afirma que perdeu um olho devido a um fungo em uma lente de contato. Jacqueline Stone comprou lentes descartáveis pela internet e diz que elas causaram uma rara infecção. As informações são do site do jornal britânico The Sun.

A britânica, moradora da região de Essex, diz que usou uma vez as lentes e se sentiu desconfortável com elas. "Quando eu fui tirá-las, a esquerda ficou presa no meu olho", conta. Ela foi a um médico, que lhe deu algumas gotas de colírio. Dois dias depois, a mulher voltou ao hospital, já que ainda sentia desconforto no olho - e novamente recebeu apenas um colírio.

"Uma bolha branca de pus começou a se formar sob a minha pupila e estourou, se espalhando pelo meu olho", diz Jacqueline, que é professora de matemática. "Eu comecei a gritar. Meu filho de 15 anos chamou uma ambulância e eu recebi morfina, mas isso não acabou com a dor. Eu dei à luz duas vezes e nada se compara a isso."

Foi somente em outro hospital que Jacqueline diagnosticada com uma infecção com um fungo Fusarium - segundo os Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), esse tipo de problema é muito raro. Boa parte do olho foi destruída pela infecção, incluindo 70 nervos. Ela teve que tomar remédios fortes, que causaram vômito e até hemorragia interna.

Ela passou por 22 operações, mas os médicos acabaram por remover o olho. "Ele poderia ter me matado. Agora eu temo que o fungo volte se eu ficar doente", diz. A professora agora processa a fabricante da lente (Alcon EyeCare) e os hospitais que a atenderam e não identificaram o problema - de Broomfield e o Moorfields.

A empresa diz que investigou o caso e não achou conexão entre a infecção e o uso da lente. O Moorfields disse que vai revisar o atendimento prestado, enquanto o outro hospital afirmou que coopera com a investigação.


O presidente do Instituto Campus Party, Bruno Souza, e o diretor-geral da Campus Party Brasil, Mario Teza, comandam o encerramento da festa
Foto: Reprodução

DÉBORAH SALVES E ISMAEL CARDOSO

A sexta edição da Campus Party Brasil encerrou oficialmente na noite deste sábado com o recorde de participantes e atividades. A cerimônia no palco principal do Anhembi Parque, casa da sede neste ano, foi descontraída, com brincadeiras com participantes, palavrão e muito "uooo".

Mário Teza, presidente da edição brasileira, e Bruno Souza, presidente do Instituto Campus Party, citara, o recorde de 7.631 campuseiros de todas das 27 unidades federativas, além de mais de 20 países. Foram 5,5 mil participantes acampados, e um investimento de R$ 22 milhões. Ao todo, 400 atividades somaram mais de 500 horas de conteúdo nos sete dias da maior festa geek do planeta neste ano também foi a maior da história do evento no País.

Teza reforçou a importância de os campuseiros darem suas sugestões para a organização, e citou os palestrantes Buzz Aldrin, astronauta que pisou na Lua, e Nolan Bushnell, criador do Atari, foram escolhidos a partir das opiniões dos participantes. As sugestões para 2014 e para a Campus Party Recife - confirmada para julho deste ano na capital pernambucana - são enviadas no formulário de inscrição deste ano.

A cerimônia de encerramento da festa em São Paulo também teve premiações de concursos realizados durante a sexta Campus Party Brasil. O jogo de ping pong com smartphone premiou a dupla vencedora com dois iPhones 4S, por exemplo, e o do Firefox OS deu, além de smartphones, uma entrevista de emprego no Facebook para o criador do aplicativo que foi 1º lugar. Houve também prêmios em dinheiro e oportunidades de treinamento profissional na área de empreendedorismo.

Ao final, um rapper americano do projeto Music Changing Lives se apresentou com show de música. A primeira canção ele dedicou às vítimas da tragédia em Santa Maria (RS), no dia 27, quando 231 pessoas morreram em um incêndio em uma boate. Enquanto cantava o refrão "Deus do céu, por favor, lembre-se do meu nome", o telão do palco principal exibia os nomes das vítimas e imagens de canais de TV mostrando o trabalho de resgate no último domingo.

Campus Party Brasil 2013


A sexta edição da Campus Party Brasil, uma das maiores festas de inovação, tecnologia e cultura digital do mundo, acontece entre 28 de janeiro e 3 de fevereiro no Anhembi Parque, em São Paulo. Na Arena do evento, 8 mil pessoas têm acesso à internet de alta velocidade e a mais de 500 horas de palestras, oficinas e workshops em 18 temáticas, que vão desde mídias sociais e empreendedorismo até robótica e biotecnologia. Cinco mil desses campuseiros passam a semana acampados no local.

A 6ª edição traz ao Brasil nomes como o astronauta Buzz Aldrin, um dos primeiros homens a pisar na Lua, e o fundador da Atari, Nolan Bushnell. Em sua sexta edição em São Paulo, a Campus Party também teve no ano passado a primeira edição em Recife (PE). O evento acontece ainda em países como Colômbia, Estados Unidos, México, Equador e Espanha, onde nasceu em 1997.

Nas edições brasileiras anteriores, o evento trouxe ao País nomes como Tim Berners-Lee, o criador da Web; Kevin Mitnick, um dos mais famosos hackers do mundo; Al Gore, ex-vice-presidente dos Estados Unidos; Steve Wozniak, que fundou a Apple ao lado de Steve Jobs; e Kul Wadhwa, diretor-geral da fundação Wikimedia,que mantém a Wikipédia.


A mulher que teve o couro cabeludo arrancado quando andava de kart no Beto Carreiro World, em Penha (SC), na manhã de sábado, passou por uma cirurgia durante a noite de ontem e foi encaminhada ao CTI, de acordo com informações da assessoria de imprensa do parque. Segundo a assessoria, o último boletim médico do Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí, para onde Fernanda Breyer, 22 anos, foi levada, diz que a cirurgia foi bem sucedida, mas o quadro da paciente é grave.

Fernanda se acidentou depois que parte do seu cabelo se enroscou no motor do kart. A assessoria afirmou que foram seguidos todos os procedimentos de segurança para evitar o acidente e que antes de andarem no kart as pessoas assistem a um vídeo de orientação.

A polícia fez perícia no local para determinar as causas do acidente. Os médicos do parque fizeram o atendimento inicial e a ambulância do Beto Carreiro encaminhou a jovem ao hospital. Por meio da assessoria, o parque afirmou que sente muito pelo ocorrido e que está prestando todo o auxílio necessário à vítima e aos seus familiares.

Já pensou em Daniel Day-Lewis (embaixo, à esq), de "Lincoln", concorrendo ao Oscar de melhor ator com Jessica Chastain (em cima, segunda da esq para a dir.), de "Na Hora Mais Escura"


  • Já pensou em Daniel Day-Lewis (embaixo, à esq), de "Lincoln", concorrendo ao Oscar de melhor ator com Jessica Chastain (em cima, segunda da esq para a dir.), de "Na Hora Mais Escura"
Será que Meryl Streep, Anne Hathaway e Helen Mirren realmente precisam de uma categoria apenas para mulheres –um tipo singular de ação afirmativa– para conquistar um dos acessórios favoritos de Hollywood, um Oscar, um Emmy ou um troféu do Sindicato dos Atores?
Em uma sociedade que se inclina constantemente para a neutralidade de gênero, os prêmios "separados mais iguais" que dividem os atores em um campo e as atrizes em outro têm um cheiro de anacronismo mofado.
É verdade, a Associação para Mulheres na Ciência dá prêmios para encorajar o sucesso das mulheres em campos dominados pelo homem. Mas para marcar feitos duradouros, será que seus membros pensariam em um Prêmio Nobel de Física das Mulheres?
Em disputas de intelecto ou arte, será que gênero importa?
"Não envolve força da parte superior do corpo", observou secamente Gloria Steinem sobre as exigências para representar.
A separação de atores e atrizes está perdendo espaço na indústria. As atrizes frequentemente afastam a distinção ao chamarem a si mesmas de "atores", permanecendo ombro a ombro com seus pares masculinos.
Afinal, as recepcionistas há muito deixaram de existir nos salas de espera dos cinemas. E as autoridades de Defesa disseram recentemente que o Pentágono eliminará a proibição de mulheres em combate.
Getty Images
Há muita concorrência na vida e eu acho que somos diferentes... As mulheres certamente estão em desvantagem quando se trata de volume.
Naomi Watts, indicada ao Oscar por "O Impossível"
O Sindicato dos Atores pende para a neutralidade com seu troféu chamado o Ator, apesar de separar as honras de melhor interpretação por um ator masculino e um ator feminino.
Isso abre a porta, mas apenas levemente. Escancarem a porta para que a interpretação majestosa de Daniel Day-Lewis em "Lincoln" e a acerada de Jessica Chastain em "Na Hora Mais Escura" disputem o grande prêmio!
"É uma ótima ideia", disse Mark Andrews, o roteirista-diretor do desenho animado "Valente". "No final, todos nós somos contadores de histórias e eu não acho que, quando definimos um personagem, o gênero seja um grande fator definidor."
Em todos os outros campos premiáveis, incluindo direção, roteiro ou fotografia, todo mundo, homens e mulheres, o disputam, disse Andrews.
Isso poderia ser um progresso na teoria para os intérpretes, mas não na prática, segundo Sally Field, indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante por "Lincoln". "Se fizerem isso, não haverá mais atrizes lá (no palco)", ela disse. O percentual de papéis é muito maior para os atores. Sempre foi assim."
Naomi Watts, a indicada ao Oscar de melhor atriz por "O Impossível", concorda. "Há muita concorrência na vida e eu acho que somos diferentes", ela disse. "Sim, nós devemos ter as mesmas coisas o máximo possível (...) (mas) a vida já é uma batalha e há muitos bons papéis escritos para homens. As mulheres certamente estão em desvantagem quando se trata de volume."
A rapper Nicki Minaj, que está considerando lançar uma carreira de atriz, tem uma posição pragmática a respeito do assunto. "Você vê todas aquelas divas na plateia parecendo tão bonitas, e todas elas querem vencer umas às outras", ela disse. "É entretenimento."
Hathaway, na disputa do prêmio de atriz coadjuvante no Oscar por "Os Miseráveis", considera a divisão de gênero "uma questão incrível digna de um debate incrível". "Será que posso conceber um mundo onde representação seja um conceito sem gênero? Absolutamente. Se eu acho que acontecerá tão cedo? Não", ela disse.
Como Field apontou, o principal desafio é que as mulheres têm menos papéis de peso do que os homens. Ironicamente, isso é obscurecido pela paridade artificial no palco a cada ano, nos shows de premiação. Cinco mulheres disputam, cinco homens disputam, dois vencedores são coroados.
Getty Images
Será que posso conceber um mundo onde representação seja um conceito sem gênero? Absolutamente. Se eu acho que acontecerá tão cedo? Não.
Anne Hathaway, disputa prêmio de atriz coadjuvante no Oscar por "Os Miseráveis"
Então, qual é o problema? Uma checagem rápida dos números deixa claro: as mulheres corresponderam a um terço dos personagens nas 100 maiores bilheterias em 2011, segundo o Centro para o Estudo das Mulheres na Televisão e no Cinema, da Universidade Estadual de San Diego, na Califórnia.
Isso, apesar das mulheres corresponderem a mais da metade da população americana e, segundo a pesquisa anterior do centro, o resultado não é uma anomalia.
Nesse contexto, a líder feminista Steinem vê uma razão legítima para a manutenção dos prêmios de representação separados. Quando dois grupos desiguais são combinados, é o menos poderoso que perde, ela disse, assim como a dessegregação nas escolas americanas no século 20 levou a demissões em massa de diretores e administradores negros.
Tom O’Neil, editor do site de previsão de premiações "Gold Derby", disse que forças poderosas estão posicionadas contra quaisquer mudanças em Hollywood. Os shows de premiação tentam rotineiramente adicionar categorias movidas por celebridades, não eliminá-las, para aumentar o quociente de "glamour" do show, ele disse, assim como para mascarar o tratamento desigual da indústria às mulheres. "É criminoso", concluiu sem rodeios.
Nos bastidores das categorias de cinema e TV nas quais os sexos competem, as mulheres raramente sobem ao palco nas cerimônias de premiação. O Oscar começou em 1929, mas foi apenas em 2010 que a primeira mulher, Kathryn Bigelow, foi premiada como melhor diretora (por "Guerra ao Terror"). As estatísticas novamente deixam as coisas claras: as mulheres foram responsáveis por magros 9% dos diretores das maiores bilheterias de 2012, apontou um novo estudo da Universidade Estadual de San Diego.
Vamos dar a Sally Field, ganhadora do Oscar em duas ocasiões, a palavra final no debate. As atrizes "devem estar em uma categoria a parte porque elas SÃO uma categoria a parte", ela disse. "Elas enfrentam dificuldades próprias específicas para sobreviver neste negócio que os atores, que sejam abençoados, não enfrentam."
(Sandy Cohen e Anthony McCartney, redatores de entretenimento da "AP", contribuíram com reportagem)
Tradutor: George El Khouri Andolfato


Charlie Sheen diz em entrevista que não gosta de "The Big Bang Theory"

O ator Charlie Sheen afirmou em uma entrevista ao jornal "The Guardian" que não gosta da série "The Big Bang Theory" e que anda mais tranquilo após passar por problemas com drogas e bebidas. "Eu vejo a mudança, a evolução, da pupa para crisálida. A percepção que as pessoas têm de mim é sempre despedaçada quando me conhecem".


Sheen contou que ainda está aprendendo a lidar com seus "impulsos verbais" e que hoje pensa um pouco mais no que fala: "Noventa por cento do que eu digo é besteira, mas dez por cento é ouro. E você nunca sabe quando vai acontecer, então tem que prestar atenção sempre", brinca.


O ator de 47 anos falou para o jornal que detesta a série "The Big Bang Theory" e demonstrou desprezo por Chuck Lorre, produtor da série, que também é responsável por "Two And A Half Man".


"Você tem que pensar nas séries que a minha série (Two And A Half Man) ajudou a lançar. Sinto muito, mas The Big Bang Theory é uma m*, é uma série estúpida e fraca, que fala sobre gente fraca. Eu adoro a molecada que faz o programa, torço muito por eles porque sei com quem eles estão lidando. O fato deles ainda estarem lúcidos é um milagre. Sabe de uma coisa? Ele é um homem mau e eu me livrei dele já tem um tempo".


Sheen também contou que seu espetáculo de stand-up, que aconteceu em 2011 foi uma maneira para ganhar dinheiro rápido, mas se sentiu muito estressado com as críticas do público: "Aquilo foi uma bomba. Em um domingo eu matei a pau, na sexta-feira foi uma porcaria".


"Não sei como sobrevivi a isso, não sei como não joguei a toalha em Detroit, foi um desastre. Todo mundo ligava de outras cidades para cancelar o show, ia responder processos. Foi uma merda, sabe?", finaliza.


Programadores brasilienses criaram aplicativo em 28 horas
Foto: Bruno Santos / Terra
ISMAEL CARDOSODireto de São Paulo

Foi para provar que os geeks também amam, os programadores de Brasília Michel Carmo Lopes, 24 anos, e Flávio de Olveira Silva, 23, criaram o aplicativo Kiss Me. Programado em apenas 28 horas, os dois viraram a noite de quinta para sexta-feira e lançaram neste sábado, penúltimo dia de Campus Party Brasil, o serviço que permite que os participantes do evento se conheçam e marquem encontros.

"A gente misturou o conhecimento que já tinha com as palestras sobre start-ups. Aprendemos que para montar uma empresa tem que conhecer a 'dor' do cliente, vimos os conceitos de gamificação, para aprender a tornar o negócio lucrativo e divertido", afirmou Michel. A dupla veio para a Campus com o objetivo de ter uma iniciativa nova, mas a ideia para o app surgiu dentro do Anhembi mesmo.

"A gente viu pessoas mexendo umas com as outras e não tinham coragem de se falar. Na internet é diferente. O cara pode tomar um toco e ninguém vai saber", afirmou.

O funcionamento é simples: depois do cadastro, o usuário escolher se está interessado em homens ou mulheres, e o sistema vai mostrando fotos aleatoriamente. O usuário pode "mandar um beijo", dando uma nota para a pessoa, ou "tentar a sorte". Se tentar a sorte, a outra pessoa recebe um aviso, e pode aceitar a paquera e marcar um encontro ou "dar um toco".

Por enquanto, o serviço só funciona para quem está acessando a internet na rede interna da Campus. A dupla diz que vai avaliar a aceitação da ferramenta para ver se lança o produto lá fora também.



Campus Party Brasil 2013


A sexta edição da Campus Party Brasil, uma das maiores festas de inovação, tecnologia e cultura digital do mundo, acontece entre 28 de janeiro e 3 de fevereiro no Anhembi Parque, em São Paulo. Na Arena do evento, 8 mil pessoas têm acesso à internet de alta velocidade e a mais de 500 horas de palestras, oficinas e workshops em 18 temáticas, que vão desde mídias sociais e empreendedorismo até robótica e biotecnologia. Cinco mil desses campuseiros passam a semana acampados no local.

A 6ª edição traz ao Brasil nomes como o astronauta Buzz Aldrin, um dos primeiros homens a pisar na Lua, e o fundador da Atari, Nolan Bushnell. Em sua sexta edição em São Paulo, a Campus Party também teve no ano passado a primeira edição em Recife (PE). O evento acontece ainda em países como Colômbia, Estados Unidos, México, Equador e Espanha, onde nasceu em 1997.

Nas edições brasileiras anteriores, o evento trouxe ao País nomes como Tim Berners-Lee, o criador da Web; Kevin Mitnick, um dos mais famosos hackers do mundo; Al Gore, ex-vice-presidente dos Estados Unidos; Steve Wozniak, que fundou a Apple ao lado de Steve Jobs; e Kul Wadhwa, diretor-geral da fundação Wikimedia,que mantém a Wikipédia.

A primeira remoção no mundo de um coágulo em uma menina de três anos foi realizada na sexta-feira no hospital Regina Margherita, em Turim, na Itália. A menina teve uma isquemia na artéria basilar do cérebro. A criança, nascida em Turim e filha de pais de Bangladesh, passou mal na terça-feira, 29 de janeiro. Depois de ser internada no hospital Maria Vittoria, foi transferida para o Regina Margherita, onde recebeu o diagnóstico.

De acordo com informações da Agência Ansa, após a análise, o caso foi assumido pela equipe de neurorradiologia do hospital Molinette, liderada pelo professor Mauro Bergui, que decidiu realizar a cirurgia. Através de um cateter instalado na virilha, os médicos chegaram até o seu cérebro, onde introduziram um stent na artéria. A menina está internada na ala de pediatria universitária do hospital, onde se encontra acordada, come e começa a recuperar todas as suas funções. Ainda apresenta alguns problemas do lado direito do corpo, mas os médicos acreditam que, com o tempo, ela vai se recuperar.


Minami Minegishi em foto tirada em 2012. Cantora raspou os próprios cabelos como autopunição por ter passado a noite com jovem de outro grupo pop
Minami Minegishi em foto tirada em 2012. Cantora raspou os próprios cabelos como autopunição por ter passado a noite com jovem de outro grupo pop
Uma cantora japonesa de 20 anos, Minami Minegishi, pediu desculpas públicas, chorou e raspou o cabelo por ter passado a noite com um jovem cantor. Ídolo teen, Minegishi faz parte do grupo pop AKB48, que proíbe suas integrantes de manterem relacionamentos amorosos durante a vigência de seus contratos, uma imposição que tem por objetivo preservar sua imagem de pureza diante dos milhões de seguidores que fantasiam com essas lolitas.

Na manhã do dia 17 de janeiro, no entanto, o tabloide "Shunkan Bunshun" publicou uma foto da jovem saindo da casa do também cantor Alan Shirahama, que faz parte de outro grupo pop, o Generations. Na imagem, a cantora aparece usando um boné preto, máscara e uma grande jaqueta, provavelmente na tentativa de não ser reconhecida.

Nesta sexta-feira (1º), o criador do grupo, Akimoto Yasushi, disse que ela seria rebaixada ao posto de estagiária do grupo, como punição pelo "transtorno causado pelo escândalo".

Poucas horas depois, a cantora publicou um vídeo no YouTube, se desculpando pelo seu "mau comportamento"."Peço perdão às outras integrantes da AKB48, à minha família, aos funcionários da minha produtora pelas preocupações que possam ter tido após a leitura de um artigo que apareceu hoje", chora a cantora, apelidada de Mii-chan e que é uma das integrantes mais idolatradas do AKB48.

"Como membro sênior, é minha responsabilidade servir de exemplo para as integrantes mais jovens", disse ela, chorando. "Meu comportamento é indesculpável, impensado e sem consciência para uma pessoa que é membro sênior", disse ela.

Neste vídeo, visto mais de quatro milhões de vezes em 24 horas, Minami Minegishi acrescentou "ter decidido sozinha" castigar sua conduta "impensada e imatura" raspando a cabeça, uma imagem dura que incomodou muitos japoneses.

Com 48 integrantes, o AKB48 (derivado de Akihabara 48) é um dos grupos teen mais populares do Japão e foi criado em 2005. Em 2009 e 2010, vários singles do grupo ficaram com o primeiro lugar das paradas japonesas. Em 2012, o grupo ganhou o próprio animé e fez com que o single "Give me Five!" vendesse mais de 1 milhão de cópias na semana de lançamento. Minegishi faz parte do grupo desde sua criação, em 2005.

*Com informações da AFP




Se dever, o juro pega; se poupar, a inflação come

Quando o brasileiro fica devendo no cartão de crédito, ele pode ver a sua dívida dobrar em apenas oito meses. Já quando põe dinheiro na poupança, o tipo de aplicação mais popular, tem que esperar nada menos que 14 anos e um mês para ver o seu capital multiplicar por dois.

Mesmo depois de toda essa espera, o poupador não teria muito o que comemorar. Seu rendimento já teria sido superado, com folga, pelo aumento dos preços, que, pela taxa de inflação atual, duplicariam em menos tempo.

Considerando os juros praticados em dezembro, veja quanto tempo alguns tipos de dívida levariam para dobrar.


Tipos de dívidas

Juros (% ao ano) Juros (% ao mês) Quantos meses leva para dobrar
Cartão de crédito 192,94 9,37 8
Cheque especial 146,83 7,82 9
Empréstimo pessoal em financeiras 124,21 6,96 10
Comércio 61,22 4,06 17
Empréstimo pessoal em bancos 41,42 2,93 24

Fonte: Anefac

A linha referente ao comércio pode ser lida da seguinte forma: quando o consumidor parcela uma compra em 17 vezes, com os juros citados, ele paga o dobro pelo produto, em comparação com o preço à vista.

Poupança versus inflação
A poupança tem hoje uma rentabilidade de 5,075% ao ano (0,41% ao mês) e assim ficará enquanto o Banco Central mantiver a Selic, taxa básica de juros, nos atuais 7,25% ao ano. A instituição já disse que o juro básico continuará nesse patamar por um tempo “suficientemente prolongado”.

A taxa básica de juros em um nível baixo, quando em tempo de preços comportados, é claramente um dado favorável para a economia. No entanto, não se pode esquecer que a poupança hoje está rendendo menos que a inflação. No ano passado, o IPCA, índice oficial de preços, teve alta de 5,84%, ritmo que, se fosse mantido, faria o custo de vida dobrar em 12 anos e quatro meses.

Segundo analistas consultados pelo Banco Central, esse cenário não deve mudar muito no curto prazo. A expectativa é de que a inflação atinja 5,67% em 2013 e 5,5% em 2014.

É verdade que a situação já foi pior para os devedores. Em janeiro de 2011, por exemplo, o juro no cartão de crédito estava em 238,3% ao ano, o que fazia uma dívida dobrar em sete meses e mais que triplicar em um ano. Mas as condições do poupador também já foram melhores. Naquele mesmo ano, a poupança rendeu 7,5%, com um ganho de 0,94% acima da inflação.

Em tempo: quem ainda tem aplicação na poupança feita na época da regra antiga (até 3 de maio) conseguiu um ganho real. A rentabilidade, no ano passado, foi de 6,47%, ou 0,6% mais que a inflação, segundo cálculos da consultoria Economatica. Nos últimos dez anos, diz a empresa, o melhor momento do poupador foi em 2006, quando o ganho real atingiu 5,1%.

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