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© ReproduçãoA China já abriga algumas das megacidades que crescem mais rápido no mundo. Agora há um plano para oficialmente fundir várias metrópoles ao redor de Pequim em uma super-megalópole, que vai abrigar o equivalente à população do Sul e Sudeste brasileiro em uma área pouco menor que o estado de São Paulo.

O New York Times teve acesso a documentos de planejamento que mostram como Pequim quer levar a maioria de suas operações governamentais e fábricas para os arredores da cidade, e acelerar as obras para conectar essas áreas.

O objetivo é consolidar a densa área metropolitana chamada Jing-Jin-Ji em uma megarregião economicamente unida. Ela tem 130 milhões de habitantes, seis vezes a população da área metropolitana de Nova York:

Ela se espalharia por 210.000 km², aproximadamente o tamanho do Kansas, e teria uma população maior do que um terço dos EUA. E ao contrário de áreas metropolitanas que cresceram organicamente, Jing-Jin-Ji seria uma criação deliberada. Sua peça central: uma expansão enorme do transporte ferroviário de alta velocidade, para que seja possível se transportar entre as principais cidades dentro de uma hora.

Durante anos, as políticas restritivas de crescimento em Pequim empurraram os moradores e a indústria para fora da cidade, rumo a subúrbios em Tianjin e Hebei que se urbanizaram rapidamente. Mas a construção de serviços necessários nessas comunidades, como escolas e hospitais, foi mais devagar. O transporte é um problema enorme, por exemplo, com trajetos de 40 km que podem levar até três horas:

A infraestrutura também não acompanhou o ritmo. Até recentemente, o transporte ferroviário de alta velocidade não conseguia conectar muitas cidades vitais nos arredores de Pequim, assim como muitas estradas. Relatórios de planejamento dizem que a área tem 18 estradas “decapitadas” – artérias principais construídas em um dos três distritos, mas não vinculadas uma a outra. Uma estrada termina em uma ponte sobre o rio quase seco que separa Yanjiao de Pequim, e permaneceu inacabada por anos.

O plano prevê a eliminação das estradas decapitadas até 2020, e a construção de uma nova linha de metrô. Além disso, o plano atribui funções econômicas específicas para as cidades: Pequim vai se concentrar em cultura e tecnologia. Tianjin vai se tornar uma base de pesquisa para a manufatura. O papel de Hebei está em grande parte indefinido, embora o governo tenha lançado recentemente um catálogo de indústrias menores, tais como mercados têxteis por atacado, a serem transferidos de Pequim para cidades menores.

Muitas das ferrovias de alta velocidade necessárias para conectar a região já estão sendo construídas, assim como quilômetros de torres necessárias para abrigar trabalhadores que se mudarem para a área.

Outros países também têm planos para construir megacidades a partir do zero: a Turquia, por exemplo, está decidindo um local para o seu novíssimo centro econômico.

Mas Jing-Jin-Ji tem uma dinâmica política e o suporte financeiro para que isso aconteça. O plano tem o apoio do presidente Xi Jinping e poderia obter um grande impulso se Pequim (mais especificamente, a cidade próxima de Zhangjiakou) receber os Jogos Olímpicos de Inverno em 2022.


Foto por CobbleCC/Wikimedia

O que você acha de ter o seu nome, CPF e endereço disponibilizados em uma base de dados online acessível por qualquer um? E mais: essa empresa lucra com isso, vendendo informações mais detalhadas de cidadãos por até 80 reais. Esse site existe. No ar desde junho, o Tudo Sobre Todos vende informações pessoais que, de alguma maneira, se tornaram públicas. Em uma pesquisa por nome completo ou CPF, a página mostra o bairro, o CEP e uma lista dos vizinhos gratuitamente, mas dados adicionais podem ser comprados. São eles RG, CPF, registro profissional, local de trabalho e links para perfis nas redes sociais. 

Cada dado pode ser consultado mediante a compra de um crédito. São três planos que um internauta pode contratar: um básico de 9,90 reais, que dá 10 créditos, um super de 24,90 reais, que confere ao consumidor 30 créditos e um profissional que custa 79,00 reais e dá um pacote de 100 créditos.

Em testes realizados por INFO, foram exibididos dados relativamente recentes. Em um caso, o endereço correto apareceu para uma pessoa que se mudou há dois anos. Porém, em outro teste, o endereço antigo apareceu para uma pessoa que se mudou há cinco anos. 

Segundo os criadores, as informações vêm de cartórios, decisões judiciais publicadas, diários oficiais, fóruns, bureaus de informação, redes sociais e consultas em sites públicos na internet. A reportagem de INFO falou com um dos responsáveis pelo site no Facebook, que se recusou a se identificar ou revelar sua nacionalidade (embora a conversa tenha ocorrido em português). Para ele, o serviço não fere a privacidade dos cidadãos. "Não encaramos dados abertos como dados privados. É o que temos como opinião."

No entendimento da advogada Gisele Arantes, sócia do escritório Assis e Mendes, o serviço é totalmente "ilegal e repreensível". "Segundo nossas leis, ele ofende a constituição, os direitos civis, o código de defesa do consumidor e também o Marco Civil", disse Gisele à INFO. "Estamos vivendo em uma época em que tudo pode ocasionar algum tipo de fraude. Seja fraude de documentos, abertura de crédito em nome de outra pessoa ou qualquer coisa desse tipo."

Gisele também levanta a hipótese de os dados serem provenientes de invasões cibernéticas a bancos de dados, como, por exemplo, o da Receita Federal. A advogada acredita que o Ministério Público deva investigar o caso. Mais de duas mil pessoas partilham dessa visão e pedem a investigação por meio de um abaixo-assinado.

No LinkedIn, a Top Documents LLC, responsável pelo Tudo Sobre Todos, diz ser uma empresa internacional de notícias que mostra dados de fontes públicas para facilitar a pesquisa de informações para quem precisar delas. O site indicado como o oficial da companhia é o bigspy.com, que está fora do ar. A reportagem encontrou apenas este e-mail relacionado ao site: topdocumentsllc@yahoo.com.

A página da empresa no Facebook data de 18 de junho de 2015 e tem pouco mais de 200 curtidas. Lá, é possível encontrar também a história de uma suposta usuária do serviço que encontrou o seu pai após muitos anos sem saber de seu paradeiro.

Segundo a página de contato da Tudo Sobre Todos, a Top Documents LLC está localizada na Ilha Mahé, no Oceano Pacífico. No entanto, o domínio do site é da Suécia e o endereço IP consultado por INFO nesta tarde aponta para a França. 

Foto por: Reprodução
Ilha Mahé, local que seria a base da empresa dona do Tudo Sobre Todos 

A confusão não é à toa. Essa prática de camuflagem dificulta a responsabilização da empresa, já que uma ordem judicial pedindo a remoção de dados levaria cerca de dois anos para se concretizar. A outra opção seria entrar com um processo contra a empresa na Ilha Mahé, o que pode ser caro e não garante um resultado positivo, visto que o país tem legislação diferente da brasileira.

Questionados sobre o motivo do registro internacional, o representante do Tudo Sobre Todos disse não haver muito o que falar, já que "não há um motivo especial para isso".

Depois de saber tudo isso, o usuário pode se perguntar como ele pode remover as suas informações pessoais do cadastro do site. Infelizmente, o responsável pelo site disse a INFO que isso é impossível:

"Ainda não temos uma política sobre isso. Apenas queremos atender nossos clientes e a população em geral da melhor forma possível, e torná-los satisfeitos. Remover pessoas do nosso sistema não deixaria ninguém satisfeito, já que os dados ainda existem e estão na internet, apenas facilitamos a busca. Por outro lado, quem estiver procurando um amigo, familiar há muito não visto ou um amor de infância nunca teria a certeza de que a pessoa ainda existe, já que nossa database estaria incompleta. Estamos discutindo isso seriamente, e abertos a opiniões. Claro que ao procurar de fato opiniões do público, o máximo que conseguimos foi agressividade por medo do desconhecido então acabamos filtrando estas opiniões, mas opiniões filtradas não são de fato tão relevantes."

Por ora, você continuará com seus dados expostos no Tudo Sobre Todos – querendo ou não.

Dica do leitor Jovane Pires. 

Manifestação deve reunir cerca de 3 mil taxistas no centro da cidade

Um protesto de taxistas contra o aplicativo de transporte Uber provoca dificuldades aos motoristas cariocas na manhã desta sexta-feira (24). A manifestação começou desde o fim da madrugada, quando os motoristas fecharam a pista sentido centro do Aterro do Flamengo, na zona sul.

Por lá, eles se concentraram no Monumento dos Pracinhas. De outros pontos da cidade, como Ilha do Governador (zona norte), Barra da Tijuca (zona oeste), Gávea (zona sul), Realengo (zona oeste) e Del Castilho (zona norte), saíram carreatas de manifestantes em direção ao Aterro.

A Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio (CET-Rio) divulgou nessa quinta (23) um plano de contingência para evitar problemas no trânsito. De acordo com ele, o Aterro do Flamengo ficará interditado até o fim da manhã, quando a manifestação está prevista para terminar.

O local, onde são esperados cerca de 3 mil taxistas, servirá como ponto de encontro para uma carreata que irá até a sede da prefeitura, na Cidade Nova (zona central), onde os motoristas de táxi esperam ser recebidos por autoridades.

Como resposta ao protesto, o Uber decidiu oferecer nessa sexta-feira duas viagens gratuitas entre 7h e 19h com o preço equivalente a 50 reais para o usuário que digitar o código "RIONAOPARA" no aplicativo.

Reid Hoffman, cofundador do LinkedIn, admitiu, ainda que com relutância, que a rede social precisa de melhorias de design.

Durante sua participação na conferência Brainstorm Tech, da revista Fortune, Hoffman respondeu a pergunta de Jourdan Urbach, diretor de tecnologia da plataforma de vídeos Ocho, que quis saber se a interface difícil de ser usada do site era uma decisão tática da empresa.

O cofundador disse que não e terminou afirmando que o LinkedIn precisa de algumas reformas para deixá-lo mais intuitivo.

"Olhe, nós trabalhamos nisso, nós podemos estar trabalhando em um ritmo mais lento do que o que deveríamos. Penso que as pessoas acham o site muito confuso. Isso é verdade e definitivamente podemos fazer mais. Há pessoas trabalhando nisso todos os dias e, de fato, sabem como fazer o trabalho. Nós temos muitas funcionalidades complicadas. Não é só fazer o upload de uma foto e clicar em 'gostei'", declarou Hoffman, insinuando que sites com menos funções são mais fáceis de usar, como o Facebook.

Confira a participação de Hoffman no Brainstorm Tech no vídeo abaixo.

Planeta Kepler-452b é 60% maior que a Terra e orbita a estrela Kepler 452.
Informação foi divulgada nesta quinta-feira pela agência espacial americana.

Concepção artística mostra o exoplaneta Kepler-452b, o primeiro com tamanho aproximado da Terra a ser encontrado em uma zona habitável (Foto: NASA/JPL-Caltech/T. Pyle) 

Cientistas da Nasa divulgaram nesta quinta-feira (23) que descobriram um exoplaneta com características muito similares à Terra e que orbita uma estrela semelhante ao Sol. 

O planeta Kepler-452b foi chamado pelos cientistas de "primo distante" da Terra. Ele é 60% maior e tem boa chance de ser rochoso, embora sua massa e composição ainda não tenham sido determinados. 

Ele demora 385 dias para dar uma volta completa ao redor de sua estrela, chamada de Kepler-452, astro do sistema que está a 1.400 anos-luz de distância da Terra.

Comparação feita pela Nasa mostra o Sol e a Terra (esq.) e a estrela Kepler-452 com o planeta Kepler-452b (dir.) (Foto: NASA/JPL-Caltech/T. Pyle) 

Essa estrela é um pouco mais velha que o Sol (tem "só" 1,5 bilhão de anos a mais), tem a mesma temperatura, é 20% mais brilhante e possui um diâmetro 10% maior. 

Os achados desta quinta foram publicados no periódico "The Astronomical Journal". Com a descoberta, aumentou para 521 o total de exoplanetas descobertos pelo satélite Kepler. 

'Condições necessárias para a vida'
Em comunicado divulgado pela Nasa, Jon Jenkins, chefe do projeto do satélite Kepler, disse que a descoberta fornece uma oportunidade de entender e refletir sobre o ambiente em evolução da Terra. 

[...] Devem existir todos os ingredientes e as condições necessárias para a vida existir
neste planeta" 
Jon Jenkins, chefe do projeto do satélite Kepler 

"É inspirador considerar que esse planeta já vive há 6 bilhões de anos na área habitável dessa estrela, mais do que a Terra. Isso é uma oportunidade substancial para a vida surgir, devem existir todos os ingredientes e as condições necessárias para a vida existir neste planeta", afirmou o pesquisador. 

Além desse achado, foram descritos ainda outros 11 candidatos à planeta que também estão em zona habitável. 

A busca de planetas similares à Terra é uma das maiores aventuras na pesquisa espacial, e embora já tenham sido detectadas centenas de planetas do tamanho do nosso e outros menores, eles circulam em órbitas próximas demais de suas estrelas para que haja água líquida em sua superfície.

Comparação entre o Sistema Kepler-452 e o Sistema Solar feita pela agência espacial americana, a Nasa (Foto: NASA/JPL-CalTech/R. Hurt)

Na semana passada, a New Horizons fez seu sobrevoo histórico de Plutão e suas cinco pequenas luas (Caronte, Styx, Nix, Kerberos, e Hydra). As imagens que a sonda retornou até agora são simplesmente incríveis (como a sonda está muito longe, vai demorar mais de um ano para recebermos todos os dados). Mas já vimos que Caronte é redonda e cheia de marcas. Vimos também que Plutão tem um coração estampado em sua superfície. E há uma outra coisa que os cientistas descobriram recentemente e que está escondida atrás de Plutão.

Uma cauda.

Saturno pode ter um sistema de anel glorioso, mas Plutão não fica atrás quando se fala em excentricidade: o planeta anão possui uma cauda de plasma. A notícia veio graças ao instrumento SWAP (Solar Wind Around Pluto). Conforme a sonda passou, a ferramenta fez leituras mostrando uma depressão e, como se vê, esta depressão é preenchida com íons de nitrogênio. 

Uma vez que a descoberta é recente, é atualmente desconhecido exatamente o quão grande essa cauda é ou o que leva a formar sua estrutura; no entanto, uma análise mais aprofundada dos dados deve permitir que os cientistas possam descobrir mais informações. Assim, embora sabemos que a cauda exista, nós teremos que esperar até agosto para aprender mais, período em que a New Horizons vai enviar de volta o próximo pacote de dados que incluirá informações relevantes sobre esta característica específica. Dito isto, na presente conjuntura, os cientistas pensam que a cauda é causada por vulnerabilidades na atmosfera de Plutão, como resultado do vento solar junto com o fato de que o mundo é muito pequeno. 

Em última análise, os ventos solares tiram porções maciças da atmosfera de Plutão que, em seguida, trilham atrás do minúsculo planeta anão. Para se ter uma ideia do que isso diz sobre o nosso sol, Plutão está a 5,9 bilhões de quilômetros. E os ventos da estrela podem até mesmo impactar mundos que estão realmente muito longe. [FromQuarksToQuasars]

A cantora americana Taylor Swift: nesta semana, ela anunciou o início das vendas dos produtos de seu disco "1989" na China. No país, contudo, este foi um ano delicado, violento e polêmico

 O sucesso de Taylor Swift é fácil de ser medido: com apenas 25 anos de idade, ela foi a cantora com mais vendas em 2014 e foi ainda eleita a mulher do ano pela revista Billboard. Já em 2015, desbancou Jay-Z e a Beyonce do posto decasal mais bem pago do mundo ao lado de seu namorado, o músico Calvin Harris.

Pois nesta semana, a cantora seguia normalmente com seus planos de negócio eanunciou o início das vendas de suas mercadorias oficiais na China. Entre os produtos ofertados estão dezenas de modelos de camisetas com estampas do seu último disco “1989”.

A história teria tudo para terminar bem, não fosse o fato de que Taylor corre o risco de estar no meio de uma enrascada diplomática e que pode terminar com a comercialização de seus produtos banida do território chinês.

Isto porque “1989”, além de ser o ano em que a cantora nasceu, é também o ano em que os chineses viveram um dos momentos mais violentos de sua história recente: o massacre da Praça da Paz Celestial (ou Praça Tienanmen), em Pequim. Como se não bastasse esta coincidência, as iniciais da cantora, as letras "T" e "S", correspondem ao nome da praça em inglês, "Tienanmen Square". 

O triste episódio ocorreu em 4 de junho de 1989, quando a praça estava há meses ocupada por milhares de manifestantes em protestos pró-democracia. Naquela madrugada, tropas do governo invadiram o local e atiraram contra as pessoas num massacre que jamais foi reconhecido pelo partido governante e cujo número exato de vítimas nunca foi confirmado.

Desde então, a China mantém uma rígida política de censura de qualquer coisa que possa lembrar o caso. E na internet não é diferente. Uma das estratégias já usadas, lembra a Reuters, foi a censura dos números “6”, mês da tragédia, e “4”, o dia em que ela ocorreu, na rede social chinesa Weibo.
Repercussão

O governo chinês não emitiu qualquer nota sobre o assunto, assim como Taylor Swift. Nas redes sociais, contudo, desde que a coincidência foi notada, não faltaram manifestações. O cientista político Jonah Blank, por exemplo, questionou se os produtos não se tornariam um protesto velado em favor das vítimas do massacre. Veja abaixo alguns tuítes:




Os picos têm entre 800 e 1.600 m de altitude e estão a 800 km da outra cadeia de montanhas de Plutão
Gabriel Garcia, de INFO Online

A sonda New Horizons, que no último dia 14 realizou um voo rasante sobre Plutão, enviou novas imagens das montanhas de gelo localizadas na parte sudoeste do planeta-anão.

Os picos têm entre 800 e 1 600 metros de altitude e estão a cerca de 100 quilômetros dos Montes Norgay, a outra região montanhosa que a New Horizons fotografou na semana passada.

Essa nova cadeia de montanhas está a oeste da região congelada localizada dentro do "coração" de Plutão, batizada de "Planície Sputnik". Os pesquisadores acreditam que sua formação geológica é recente, com menos de 100 milhões de anos.

Do outro lado das montanhas, está uma região mais escura, chamada de "Cthulhu" pelos cientistas – uma referência ao monstro mitológico inventado pelo autor americano H. P. Lovecraft. Os geólogos da missão acreditam que ela deve ter se formado há bilhões de anos.

"Existe uma diferença sensível entre a textura das planícies mais jovens e congeladas a leste e o terreno acidentado e escuro a oeste", afirmou Jeff Moore, chefe da Equipe de Geologia, Geofísica e Mapeamento da New Horizons.

"Há uma interação complexa acontecendo entre a matéria escura e a matéria brilhante que ainda estamos tentando entender", disse Moore.

A imagem foi registrada pela câmera LORRI da New Horizons em 14 de julho, quando a sonda estava a 77 mil quilômetros de distância de Plutão.

A foto chegou à Terra apenas na segunda-feira (20), pois há um limite na quantidade de dados que a nave pode enviar simultaneamente ao centro de comando da Nasa.

A Nasa afirmou que irá divulgar novas fotos feitas pela New Horizons na sexta-feira (24).

"This opresses women" é, na verdade, uma campanha antiga da Redstockings
Do AdNews

 "Isto oprime mulheres", é o que diz um adesivo que foi colado em anúncios no metrô de Nova York. A iniciativa partiu de duas organizações que lutam pelos direitos das mulheres nos Estados Unidos, a National Woman's Liberation e Redstockings.

A ideia é chamar a atenção das pessoas para o modo como as mulheres são retratadas na publicidade.

"This opresses women" é, na verdade, uma campanha antiga da Redstockings. A organização utilizou o mesmo método na década de 1960 em anúncios publicitários da época que foram considerados sexistas pelas mulheres do coletivo.

Os adesivos geraram grande repercussão na internet. Usuários que notaram as intervenções resolveram fotografar o protesto e compartilhar nas redes sociais utilizando a hashtag "#ThisOppressesWomen".

Segundo as organizações, o fato de terem que resgatar uma campanha de mais de meio século atrás mostra como mesmo com tantos direitos conquistados pelas mulheres, a publicidade ainda continua veiculando a imagem da mulher da mesma forma objetificada de anos atrás.

Confira:


Os humanos podem voltar a pisar na lua em 2021 e até mesmo morar ali depois de outra década. A afirmação vem de um estudo conduzido pela NexGen Space LLC e financiada em parte pela Nasa

Anunciado no 46º aniversário dos primeiros passos da tripulação do Apollo 11 na superfície lunar, o estudo concluiu que a Nasa seria capaz de levar os humanos novamente para a lua em até cinco ou sete anos, construir uma base permanente 10 ou 12 anos depois disso e realizar tudo isso com o orçamento já existente para voos no espaço. 

No entanto, haja dinheiro para um projeto tão ambicioso. Por isso, uma saída encontrada para conseguir este feito seria aproveitar os voos comerciais conduzidos pela SpaceX, que são muito mais econômicos. Atualmente, a companhia de Elon Musk cobra US$ 4.750 dólares para cada quilograma enviado ao espaço em seu foguete Falcon 9. Para ter uma ideia do quanto esse custo é barato, voos do Apollo Saturn V cobram US$ 46 mil por quilo e ônibus espaciais custam US$ 60 mil para a mesma medida. 

Com essa economia, o presidente da NexGen que também participou do estudo, Charles Miller, afirma que a Nasa seria capaz de expandir sua exploração lunar sem ultrapassar os 4 bilhões recebidos para realizar voos espaciais. Isso porque, segundo a SpaceX, a próxima geração de foguetes da empresa, o Falcon Heavy, terá um custo semelhante ou até mais barato que o Falcon 9. 

No entanto, o estudo também prevê um número óbvio de riscos, já que construir uma base lunar pode ser algo imprevisivelmente rentável para as companhias que buscam retorno em seus investimentos. Ele também expões estratégias sobre como responder a problemas como a perda de um veículo no lançamento, perda de veículos para aterrisagem e até mesmo perda de tripulação. 

Há, ainda, o problema para conseguir suporte governamental. Para resolver isso, os pesquisadores propõem a formação de uma “Autoridade Lunar Internacional” para supervisionar o trabalho da Nasa e ser uma referência a modelos como o CERN. 

O estudo foi comandado por um time de 21 pessoas, incluindo ex-funcionários da administração da Nasa, membros da comunidade de voos espaciais comerciais e quatro ex-astronautas da Nasa. 

Fonte: The Verge

O nosso Universo, de acordo com as teorias de Einstein, possui cerca de 13,8 bilhões anos de idade e foi formado a partir de um ponto infinitamente pequeno.

Enquanto a maioria das pessoas aceita este modelo, os cientistas ainda não conseguem explicar o que aconteceu dentro deste pequeno ponto ou o que veio antes dele.

Agora, dois físicos propuseram um novo modelo que acredita que o Big Bang, na verdade, nunca aconteceu e que o nosso Universo não tem começo nem fim.

"A matemática e a teoria do Big Bang, em si, se anulam por conta dos infinitos”, disse Saurya Das, professor na Universidade de Lethbridge, no Canadá, em entrevista ao Dailymail. "Em outras palavras, a teoria prevê a sua própria morte. Ela também não explica onde esse estado inicial ocorreu”, completa.

Para ajudar a resolver este problema, os cientistas combinaram teorias da relatividade geral, que descreve as forças em torno de nós através da mecânica quântica, que rege pequenos objetos. Eles começaram com equações criadas pelo físico David Bohm, que na década de 1950 tentou usar a teoria quântica no lugar da equação clássica para descrever o caminho mais curto entre dois pontos em uma superfície curva.

Então, combinando isso com uma equação feita pelo professor Amal Kumar Raychaudhuri, da Presidency University, em Calcutá, Índia, os cientistas descreveram um fluido de pequenas partículas que permeia o espaço. Este fluido é a versão quântica da gravidade, apelidada de gráviton pelo Professor Das e pelo coautor Ahmed Ali Farag, da Universidade de Benha.

Eles mostraram que, diferentemente das trajetórias clássicas - que são caminhos de partículas no futuro ou passado - as partículas quânticas podem nunca se encontrarem. "Podemos analisar que, já que diferentes pontos do Universo na verdade nunca convergiram no passado, não pode haver um começo”, disse o Professor Das. "Durará para sempre. Também não terá um fim. Em outras palavras, não há nenhuma singularidade universal”,completou.

Mas se não houve Big Bang, qual é a origem do nosso Universo? "O Universo poderia ter existido e durado para sempre. Ele poderia ter passado por ciclos, pequenos ou grandes. Ou poderia ter sido criado muito mais cedo”, explicou Das. A teoria pode também vir a explicar a origem da matéria e da energia escura.

"Nós mostramos que um gigante Bose-Einstein de grávitons pode ter se formado muito cedo, ter durado para sempre, representando tanto a matéria quanto a energia escura", disse Das.

No final de 1990, os astrônomos descobriram que a expansão do Universo está acelerando devido a presença de uma energia escura. O modelo tem o potencial para isso, uma vez que o fluido cria força constante para fora, expandindo o espaço.

A massa de gráviton poderia fazer a sua densidade de fluido ter a mesma densidade observada do Universo de matéria escura. "É gratificante notar que tais correções simples podem, potencialmente, resolver tantos problemas de uma só vez", concluiu Das.

Fonte: DailyMail Foto: Reprodução / DailyMail

(Foto: reprodução)

Há algum tempo, principalmente com o Windows 10 e o Xbox, a Microsoft tenta se tornar mais “descolada”. A empresa, que sempre prosperou no segmento corporativo, quer que as pessoas também sintam afeição pelos seus produtos. O maior símbolo disso é o “ninjacat”, o gato ninja, que se tornou o mascote oficial-mas-não-oficial do Windows 10. 

O ícone surgiu como alguns adesivos colados em laptops dos funcionários da Microsoft, mas logo se espalhou entre a comunidade de entusiastas, e, principalmente, pelos participantes do programa Windows Insider, que estão testando o sistema operacional há alguns meses antes do lançamento. 

Originalmente, o gato estava montado em um unicórnio cuspidor de fogo, carregando a bandeira da Microsoft. A popularidade foi tanta, que agora a empresa também lançou versões do gato montado em um tiranossauro, com um dispositivo que aumente o alcance de seus minúsculos bracinhos, e em um narval, com pedaços de bacon presos em seu chifre. 

A empresa também incluiu um pequeno easter egg no Skype com alusão a esta brincadeira. Quando você manda a expressão (windows10) para um amigo, o seguinte GIF será apresentado:
Celebrando o momento, disponibilizou as imagens em tamanho grande para que as pessoas utilizem como papel de parede tanto nos PCs e tablets quanto nos celulares. Veja os links abaixo para baixar:

Propaganda da Perdigão: resposta à Seara no meio da briga entre BRF e JBS 


Duas gigantes do setor alimentício vêm travando uma batalha judicial no campo da publicidade há algumas semanas. 

De um lado, a BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão. Do outro, a JBS, dona da Seara. Entre elas, comerciais e estratégias de marketing para dominar o mercado dos presuntos, salsichas, linguiças e outros alimentos processados. 

Quando Sadia e Perdigão se fundiram, criando a BRF, em 2011, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) exigiu que a Perdigão ficasse de fora de alguns segmentos do mercado por um período.

Nesse intervalo, a Seara da JBS aproveitou a brecha para investir pesado e dominar o setor. Recentemente, contratou a apresentadora Fátima Bernardes para ser sua grande estrela e garota-propaganda. 

Agora, com a volta da Perdigão na concorrência, a BRF tenta retomar o espaço perdido. 
Seara x Sadia 

A briga mais recente começou depois de uma nova propaganda da Seara, que brincou com a semelhança dos nomes Seara e Sadia e a primeira letra "S" das palavras. 

Duas crianças falam que querem "aquele presunto que começa com 'S' e termina com 'A'". A mensagem induz o consumidor a lembrar, claro, da Sadia. Quando falam sobre as qualidades e vantagens do produto, deixam claro que estão falando da Seara. 

Mas, sutilmente, a comparação entre as duas concorrentes foi feita. A criação foi da agência WMcCann. 

A BRF não gostou nem um pouco e pediu a suspensão da campanha, pedido acatado pela 3ª Vara Cível da Capital no dia 8 de julho. 

Mas, no dia 13, o Tribunal de Justiça de São Paulo revogou a suspensão do comercial. O caso ainda não tem desfecho certo, mas deverá ser resolvido nos tribunais. 

Sadia x Seara 

No mesmo período, uma campanha da Sadia foi notificada pelo Conar (Conselho de Autorregulamentação Publicitária) depois de denúncia da Seara.

Tsunami no Japão: no fim de semana foi realizada uma cerimônia para celebrar o nascimento da nova cidade, que por enquanto contará com 833 moradores 

Da EFE

Tóquio - A cidade de Tamaura-nishi, a primeira a ser reconstruída após ter sido completamente devastada pelo tsunami de 2011, recebeu nesta terça-feira seus primeiros 833 moradores, quatro anos após a tragédia que abalou o nordeste do Japão

Segundo o jornal local "Asahi", os moradores do novo município, situado na província de Miyagi, são sobreviventes de outras seis cidades também destruídas no terremoto de magnitude 9 e no tsunami ocorrido minutos depois no desastre de março de 2011. 

Até então tinham sido construídos novos pequenos e dispersos núcleos em zonas agrícolas da região, mas nenhum com essas dimensões e com um centro urbano consolidado como é o caso de Tamaura-nishi.

A cidade de Iwanuma, situada ao sul de Sendai e na qual 180 pessoas morreram devido ao tsunami, é outra onde os trabalhos de reconstrução estão mais avançados, mas que ainda prosseguem quatro anos e quatro meses depois do desastre. 

Depois de Iwanuma ter escolhido seu novo território em novembro de 2011, representantes das seis comunidades começaram a se reunir periodicamente a partir de julho de 2012 para elaborar em consenso o projeto do novo município. O custo total foi de 19,6 bilhões de ienes (US$ 157 milhões). 

No fim de semana foi realizada uma cerimônia para celebrar o nascimento da nova cidade, que por enquanto contará com 833 moradores divididos em 315 casas. A maior parte deles viveu nos últimos quatro anos nos precários imóveis construídos pelo governo após a tragédia.

Fontana di Trevi, em Roma, na Itália: 

Da EFE

Roma - Ratos e mais ratos invadem todas as noites a famosa Fontana di Trevi, em Roma, e aterrorizam moradores e turistas, que falam de uma "deterioração sem fim" da cidade, enquanto a prefeitura alega que dará uma solução "o mais rápido possível". 

O município garantiu à Agência Efe que está em conversas com as empresas responsáveis pela limpeza desde que o problema foi denunciado no jornal "Corriere della Sera" e que as redes sociais e turistas testemunharam o que vem acontecendo. 

O jornal fala em "ratos enormes, colônias de dez e até 20 exemplares" que a cada noite, na escuridão, que tomam posse da fonte.

"É um constante ir e vir de roedores de 20 centímetros de comprimento", diz a publicação. 

A fonte, em obras de restauração há mais de um ano, é invadida por ratos que "sobem pelas estátuas, se escondem debaixo de andaimes, correm pela praça" e aparecem "mortos" no monumento barroco mais célebre de Roma. 

Os roedores "se tornaram moradores noturnos de um dos principais pontos da cidade" e deixaram "horrorizados" os turistas, que "tiram fotos para lembrar de uma Roma cada vez mais degradada". 

Esta foi a desagradável surpresa que as espanholas Carmen e Elena encontraram ao visitar a fonte por volta das 23h de sábado após jantarem no centro, momento no qual viram "dois ratos cruzarem de lado a lado a base da fonte". 

Depois, na praça diante da fonte, "saiu um rato gigantesco", disse Carmen à Agência Efe, impressionada com "o que acontece em uma capital da Europa e em um lugar turístico". 

Esta foi "a terceira vez" que a jovem, que vive em Roma há dois meses, vê ratos na cidade, uma presença que ocorre, na sua opinião, pela "falta de higiene incrível". 

A jovem percebeu uma limpeza "muito deficiente" nas ruas, com casos como o de "três garrafas e uma casquinha de sorvete, que ficaram durante três semanas em um ponto de táxi diante do Coliseu sem que ninguém os recolhesse". 

Os romanos também lamentaram a presença de roedores em um dos símbolos da cidade e compartilharam através das redes sociais críticas à gestão do prefeito Ignazio Marino. 

"Roma, sempre pior", comentou um usuário, enquanto outro respondeu que "pelo menos os roedores são cidadãos romanos e estão em sua casa, não como muitos turistas que sujam as ruas". 

Preocupados estão também os funcionários de restaurantes próximos, como Simone, garçom em um local diante da fonte e que disse que, "se o problema não for resolvido, os comerciantes estarão perdidos". 

"Ninguém quer se sentar em uma praça e ver ratos, mesmo que estejam na Fontana de Trevi", afirmou. 

Por sua vez, a presidente da Associação de moradores do Centro Histórico de Roma, Viviana Piccirilli, ressaltou que se trata de um "problema preocupante" que ocorre devido ao grande "calor" e à "sujeira" da capital. 

"Não é só um problema da administração pública. Os ratos saem porque faz calor, buscam água. É evidente que as obras pioraram a situação, mas também os restaurantes e os turistas, com o lixo, têm culpa. É um problema também de civismo", acrescentou. 

"Não é possível que haja um policial em cada esquina. O lixo não pode ser jogado em qualquer parte, é preciso ter mais respeito com os lugares delicados", frisou. 

As obras de restauração da Fontana di Trevi, famosa por ser palco do sensual banho da atriz sueca Anita Ekberg em "La Dolce Vita" de Federico Fellini (1960), começaram em junho de 2014 e devem durar até o último trimestre de 2015, segundo os cálculos da prefeitura de Roma. Orçada em 2 milhões de euros, a reforma é financiada pela empresa de moda italiana Fendi. 

Inaugurada em 1735, a obra de Nicola Salvi, segundo um projeto de Gian Lorenzo Bernini, é a fonte monumental barroca mais famosa de Roma é uma das mais famosas e fotografadas do mundo.

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