Nos Siga no Mastodon Mundo MS: REDES SOCIAIS

mund ms.com

O conhecimento é fascinante!

Navegando pela categoria "REDES SOCIAIS"

A empresa incluiu pizzas no cardápio brasileiro desde a última sexta-feira, 10

Subway: empresa incluiu pizzas no cardápio brasileiro desde a última sexta-feira, 10 (Twitter/Reprodução)

Uma pizza do Subway, rede de fast-food conhecida por fazer sanduíches, chamou atenção ao viralizar no Twitter nesta terça-feira, 14. A empresa incluiu pizzas no cardápio brasileiro desde a última sexta-feira, 10. 

A foto foi postada por um usuário identificado como Tiago Luiz, na noite de segunda, 13. “Isso aqui é a pizza de vocês? Deu até tristeza só de olhar”, revoltou-se, fazendo referência ao visual atípico do produto que lhe foi entregue.

“Pedimos desculpas e já estamos apurando o ocorrido. Fomos surpreendidos com o seu caso e gostaríamos de esclarecer que esta pizza não está nas especificações que acreditamos serem as ideais”, informou o perfil oficial do Subway no Twitter.

Reprodução Twitter

Em nota, a Subway informou que a pizza é uma novidade implementada no cardápio de parte dos restaurantes Subway desde a semana passada e que “tem tido uma boa aceitação do público”. “Fomos surpreendidos com as publicações no Twitter que mostram as pizzas montadas totalmente fora das especificações corretas. Estamos apurando o ocorrido para que sejam dadas as devidas tratativas e reforçando os protocolos de preparo junto aos franqueados para que todos tenham uma boa experiência de consumo”, afirmou a rede de fast-food.

Fonte: Exame


Com mais de 100 mil seguidores, o inseto posta fotos de suas viagens e conscientiza seus fãs sobre a importância da preservação ambiental


Os gatos, cachorros e até mesmo coelhos já tiveram os seus momentos de fama no Instagram. Desta vez, os holofotes vão para a Bee, a primeira abelha influenciadora digital do mundo, com mais de 100 mil fãs no Instagram. Em seu perfil, ela compartilha sua rotina, viagens pelo mundo, aulas de ioga e até mesmo os seus artistas favoritos, como Beyoncé.


Mesmo com os belos cliques nas paisagens mais famosas do mundo, o perfil é na realidade fictício e foi idealizado pela instituição francesa Beefund Foundation, que luta pela preservação das abelhas. O principal objetivo da página é conscientizar a sociedade sobre a importância da espécie.


A página visa conquistar uma grande quantidade de seguidores para atrair marcas que possam financiar ações de proteção e preservação das abelhas. Por isso, ao seguir a Bee, você pode ajudar na causa.

Preservação

“Se as abelhas desaparecerem da face da terra, a humanidade terá apenas mais quatro anos de existência”, alertava Einstein. 



REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

A vida desses insetos é crucial para o equilíbrio do ecossistema e também para a vida humana. A nível alimentar, elas são responsáveis pela polinização de dois terços de todos os alimentos que consumimos.


Além disso, elas são responsáveis em realizar a polinização de 80% das plantas e muitos produtos de consumo humano dependem desse processo. Fora que o setor da apicultura emprega e ajuda a economia brasileira.


A maior preocupação das organizações, como a Beefund Foundation, é o uso excessivo de agrotóxicos e pesticidas nas plantações que matam diariamente as abelhas, colocando em risco todo o ecossistema.


Reprodução / Instagram

E ela não foi a única jovem condenada por seus posts na rede social.

Sahar Tabar, que ganhou as manchetes ao ser comparada com uma versão zumbi da Angelina Jolie no Instagram, foi presa no Irã por “crimes como corrupção juvenil”, acusada de blasfêmia, incitação a violência, obtenção de renda por meios inadequados e incentivo de jovens à corrupção.

De acordo com BBC, as autoridades judiciais prenderam a jovem, identificada como Fatemeh K., depois que pessoas fizeram denúncias sobre ela.

Reprodução / Instagram

O jornal Het Nieuwsblad divulgou que uma investigação foi aberta contra Sahar quando seguidores fizeram "várias queixas", pois ficaram incomodados com suas fotos no Instagram, nas quais usa maquiagem e photoshop para mudar a aparência.

Ela não é a primeira influenciadora iraniana a enfrentar problemas legais. Em 2018, Maedeh Hojabri, de apenas 18 anos, foi sentenciada a um ano de prisão e 91 chibatadas por publicar vídeos dançando no Instagram.



A pena só foi suspensa após a jovem se declarar culpada em um canal de televisão estatal, dizendo que embora estivesse consciente de ter violado certos "padrões morais" impostos pelo governo, esta não era a sua intenção. Segundo suas palavras, ele só queria ganhar mais seguidores na rede social.

De acordo com o The Guardian, Maedeh teve que se justificar com o seguinte comunicado oficial: “Eu não fiz isso para atrair a atenção. Eu só tinha alguns seguidores e fiz os vídeos para eles. Eu não pretendia motivar outras pessoas a fazer o mesmo… Eu não trabalhei com uma equipe ou recebi treinamento. Eu só fiz ginástica”.

A Anistia Internacional relata que, embora o Instagram não seja proibido no Irã, o Facebook, o YouTube e o Twitter estão bloqueados.

Fonte: Metro jornal

Billie Eilish ultrapassa Maisa e se torna a adolescente mais seguida do Instagram
Foto: Getty Images / PureBreak
Deu ruim para a Maisa viu, gente? A brasileira acaba de perder o posto de adolescente mais seguida no Instagram para Billie Eilish. Apesar da pouca diferença de seguidores, parece que a cantora americana é o novo foco da galera e todo mundo quer saber o que ela faz através das redes sociais. E aí, você já está seguindo a jovem?

Billie Eilish possui 23,5 milhões de seguidores no Instagram
Foto: Getty Images / PureBreak
Billie Eilish se tornou a adolescente mais seguida do Instagram recentemente e acabou ocupando o lugar que até então era de Maisa Silva, a estrela do SBT. Apesar de ter ficado famosa há pouco tempo, a americana conseguiu conquistar todo mundo com a sua música e o seu estilo despojado, indo na contramão do que tem feito sucesso atualmente. Ou seja, todo mundo quer saber mais sobre Billie Eilish e acompanhar o seu dia a dia através das redes sociais. Até o fechamento desta matéria, a cantora estava com 23,5 milhões de seguidores e a brasileira logo atrás com 23,4 milhões.

Billie Eilish tem um estilo diferente que desperta a curiosidade dos seguidores
Foto: Getty Images / PureBreak
Para nossa surpresa, Maisa não ficou chateada com a situação. Na verdade, para a apresentadora faz mais sentindo desse jeito. "Agora sim faz sentido pra mim, uma americana! Hahahah nunca entendi como era eu", escreveu em seu Twitter. A protagonista de "Cinderela Pop" havia conquistado a posição de adolescente mais seguida do Instagram no início de 2019, quando ultrapassou Millie Bobby Brown, a estrela de "Stranger Things". Apesar de ser uma jovem muito consciente, é realmente engraçado pensar que uma brasileira era a adolescente mais seguida no mundo inteiro.

Maisa é ultrapassada por Billie Eilish e deixa de ser a adolescente mais seguida do Instagram
Foto: Instagram / PureBreak
De qualquer forma, estamos falando apenas de números, né? Não importa se Maisa, Billie Eilish ou Millie Bobby Brown ocupam o primeiro, segundou ou terceiro lugar dessa lista, isso não altera em nada o talento delas ou a importância que possuem para a Cultura Pop. Inclusive, a nossa querida Maisera fechou contrato com a Netflix e irá protagonizar alguns filmes da gigante de streaming. Arrasou, né?

Maisa possui 23,4 milhões de seguidores no Instagram
Foto: AGNews, Francisco Cepeda / PureBreak

Maisa ainda é a adolescente brasileiras mais seguida do Instagram
Foto: Instagram / PureBreak

Via: PUREBREAK

Kevin Systrom: executivo admitiu que deixou o comando da rede social porque as coisas não iam bem (Justin Sullivan/Getty Images)

Divergências com Mark Zuckerberg seria o motivo da saída dos fundadores do aplicativo

Nesta segunda-feira, 15, o ex-presidente executivo do Instagram Kevin Systrom admitiu que deixou o comando da rede social porque as coisas não iam bem. “Ninguém sai de um emprego quando tudo está incrível”, disse o executivo a jornalistas. A declaração rescende os comentários da imprensa especializada americana, que justificava a saída dos fundadores do Instagram devido a divergências com Mark Zuckerberg.

Criadores do Instagram, Systrom e o brasileiro Mike Krieger deixaram a rede social em setembro, justificando que precisavam de um tempo livre para explorar a criatividade. Nesta segunda, Systrom confirmou que a decisão foi impulsionada pelo clima dentro da empresa, que não era das melhores para os dois.

“Quando alguém deixa alguma coisa é porque obviamente há razões para sair. Ninguém sai de um emprego quando tudo está incrível” disse acrescentando que não possui ressentimentos quanto ao dono do Facebook.

O executivo disse que antes de tomar a decisão conversou com Krieger sobre o legado que eles gostariam de deixar ao mundo. Segundo Systrom, a dupla percebeu que o Instagram já era autossuficiente e que os dois estavam prontos para tentar uma nova empreitada.

“Ficamos nos perguntando coisas como ‘O que queremos conquistar? É algo ligado a receita? É número de usuários?’ E todas as respostas pareciam ser muito ocas, disse exemplificando que não gostaria de ter como legado selfies ou hastags.

Via: Estadão Conteúdo

© Fornecido por Unilogic Media Group Ltda Mark Zuckerberg

Mark Zuckerberg abriu seu coração sobre o difícil ano que está enfrentando no Facebook. Depois dos problemas com o vazamento de dados da Cambridge Analyitica em março e a forte queda no preço das ações da empresa, o CEO postou em seu perfil oficial na rede social sobre como pretende contornar a situação. Para ele, levará ao menos três anos para arrumar a casa.

Ele ainda falou sobre a questão da interferência externa nas eleições intermediárias, que acontecem neste ano nos Estados Unidos. Recentemente, o Facebook foi convocado para explicar ao Senado como pretende colaborar para evitar possíveis problemas e prestar esclarecimentos.

“Tenho gasto muito tempo nesses problemas e assim que as coisas acalmarem eu devo descrever uma série de notas apontando o que estou pensando sobre eles e os passos para resolvê-los”, escreveu.

Embora acredite que o projeto para fazer a rede social mais segura tanto para os usuários quanto para evitar interferência externa, ele ainda informa que o Facebook começou a trabalhar em cima disso já no ano passado, de forma que, em 2019, já seja um ambiente melhor com os problemas resolvidos.

Zuckerberg ainda falou sobre liberdade de discurso dentro da plataforma. Para ele, é preciso garantir que as pessoas possam dizer o que pensam, contudo é necessário fazer com que todos tenham um ambiente seguro para isso.

Atualmente, foi adicionada à plataforma a verificação de publicidade e também mais detalhes sobre quem está investindo em anúncios na rede social. Para Zuckerberg, somente isso “já colabora para mitigar o problema”.

O CEO enfrenta problemas com privacidade e interferência em questões políticas desde o caso Cambridge Analytica em março, quando vazaram dados de mais de 87 milhões de usuários. A suspeita é de que as informações tenham sido usadas para favorecer a campanha que elegeu Donald Trump presidente dos Estados Unidos em 2016. Ainda, também há suspeitas de que a Cambridge Analytica tenha relação com o Brexit, que culminou na saída do Reino Unido da União Europeia.

Fonte: Facebook
Por: Wagner Wakka

(Lucas Agrela/Site EXAME)

Empresa planeja um app de mensagens para concorrer com WhatsApp e iMessage

O Google prepara um novo rival para o WhatsApp. De acordo com reportagem do site de tecnologia The Verge, a empresa planeja uma solução parecida com o iMessage, dos iPhones, para o seu sistema móvel Android.

O aplicativo ainda não teve seu nome divulgado, mas ele fará parte do serviço de mensagens de texto padrão do Android. Assim como os rivais, será possível enviar conteúdos multimídia aos seus contatos. Para viabilizar o serviço, a empresa já fechou parcerias com 55 operadoras de telefonia móvel.

O Google já fez diversas tentativas de criar um serviço de mensagens que seja amplamente usado. O mais recente entre eles é o Allo, mas há também o Hangouts e, antes, havia o Google Talk. O app de mensagens padrão do Android também já foi integrado ao Hangouts, mas isso mudou em 2016. Vale lembrar que há também o Duo, que serve apenas para videochamadas–algo que o WhatsApp pode fazer também.

Enquanto o WhatsApp é o aplicativo de mensagens mais usado no Brasil–como indica o ranking de downloads da App Annie–, o iMessage ainda é muito popular nos Estados Unidos, onde o iPhone tem o preço mais acessível do mundo.

Ainda não há previsão de lançamento do novo app de mensagens do Google.



Facebook: rede social estaria estudando lançar versão sem anúncios (Stephen Lam/Reuters)

Zuckerberg há muito tempo considera essa alternativa para solucionar um dos problemas pelos quais as pessoas dizem sair da rede social

O Facebook vem realizando pesquisas de mercado nas últimas semanas para determinar se uma versão sem propagandas e paga através de assinaturas estimularia mais gente a entrar na rede social, segundo pessoas a par do assunto.

A empresa já havia estudado essa opção anteriormente, mas agora existe um impulso interno maior para concretizá-la por causa do recente escândalo do Facebook relativo à privacidade dos dados, disseram as pessoas. Os planos não são sólidos e talvez não avancem, de acordo com as pessoas, que pediram anonimato porque as discussões são privadas.

O Facebook preferiu não comentar a possibilidade de um serviço sem propagandas baseado em assinatura. O CEO Mark Zuckerberg e a diretora de operações Sheryl Sandberg passaram boa parte da conferência sobre os resultados do primeiro trimestre divulgando os benefícios da rede patrocinada por anúncios, que, segundo eles, possibilita que a empresa chegue à maioria das pessoas, em todos os níveis de renda. Mas esta não é a única maneira de administrar a companhia.

“Sem dúvida, pensamos em muitas outras formas de monetização, inclusive assinaturas, e sempre continuaremos considerando tudo”, disse Sandberg.

Durante seu depoimento no Congresso dos EUA no mês passado, Zuckerberg deixou a porta aberta para a opção da assinatura. “Sempre existirá uma versão do Facebook que seja gratuita”, disse ele.

Zuckerberg há muito tempo considera essa alternativa – não para substituir o modelo de negócios da rede social, mas para remover um motivo comum apontado pelas pessoas como causa para abandonar o serviço. A empresa gerou praticamente todos os seus US$ 41 bilhões em receita no ano passado com a venda de propagandas segmentadas com dados de usuários. Pesquisas internas da empresa nos últimos anos concluíram que os consumidores não seriam receptivos a uma opção de assinatura, porque considerariam o Facebook ganancioso ao pedir dinheiro por algo que a companhia afirmou que seria sempre gratuito, disseram as pessoas.

Agora, o Facebook acredita que o sentimento do consumidor pode estar mudando. A empresa enfrenta uma crise de confiança pública depois que um desenvolvedor forneceu informações pessoais de milhões de usuários do Facebook para a Cambridge Analytica, uma empresa de consultoria política que trabalhou na campanha presidencial de Donald Trump nos EUA em 2016. As notícias sobre o vazamento de dados geraram dúvidas sobre as informações que o Facebook coleta sobre as pessoas para as propagandas e sobre se os usuários são rastreados e segmentados de maneiras que eles não esperam ou não entendem.

A empresa, com sede em Menlo Park, na Califórnia, vem realizando uma ampla análise de seus negócios para identificar maneiras de eliminar possíveis falhas de segurança e, de forma mais geral, reconquistar a confiança dos usuários e melhorar sua experiência. A empresa tem sido receptiva a mudanças que um ano atrás seriam impensáveis, como classificar editores de notícias de acordo com a confiabilidade e permitir votar a favor ou contra comentários.

Os executivos também têm enfrentado perguntas difíceis dos funcionários, como, por exemplo, se o Facebook deveria oferecer propaganda política. Sandberg disse à Bloomberg News no mês passado que a rede social deve continuar aceitando anúncios políticos para promover a liberdade de expressão.

Por Sarah Frier, da Bloomberg

CEO da rede reconheceu que empresa 'não fez o suficiente' para evitar danos

CEO do Facebook Mark Zuckerberg chega a reunião com senador Bill Nelson - ALEX WONG / AFP

WASHINGTON — O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, disse ao Congresso dos Estados Unidos em um depoimento escrito, divulgado nesta segunda-feira, que a rede de mídia social não fez o suficiente para evitar o mau uso e se desculpou. O CEO assumirá a responsabilidade pela falha de sua rede social em proteger os dados privados de seus usuários, segundo o documento de seu testemunho, um dia antes da audiência ante parlamentares americanos.

"Está claro agora que não fizemos o suficiente para impedir que essas ferramentas sejam usadas para causar danos", disse ele em um depoimento escrito divulgado pelo Comitê de Energia e Comércio da Câmara dos EUA.

Na semana passada, Zuckerberg admitiu que o Facebook provavelmente levará "alguns anos" para resolver os problemas sobre o uso irregular de dados privados de usuários da rede. No testemunho escrito, o presidente-executivo destaca que a empresa "deveria com certeza ter percebido a interferência russa antes", em referência às eleições presidenciais americanas.

"Não tivemos uma visão ampla da nossa responsabilidade, e isso foi um grande erro", acrescentou. "Foi um erro meu, e eu sinto muito. Eu comecei o Facebook, eu o administro e sou responsável pelo que acontece aqui".

No depoimento escrito, Zuckerberg também disse que os principais investimentos do Facebook em segurança "impactarão significativamente a lucratividade daqui para frente". O CEO está se reunido com parlamentares dos Estados Unidos na segunda-feira, antes dos depoimentos de dois dias no Congresso, que começam nesta terça-feira.

Em declarações ao site de notícias "Vox", Zuckerberg afirmou que um dos problemas do Facebook é seu "idealismo", concentrando-se nos aspectos positivos de conectar as pessoas, e que "não passamos tempo suficiente investindo ou pensando em alguns dos usos negativos das ferramentas".

Veja o video do momento:



Via: O GLOBO / COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS


© Reprodução

A partir de agora, você não precisa ser um usuário selecionado, nem fazer gambiarras para reclamar muito no Twitter em 280 caracteres. Em testes desde setembro, o novo limite para tweets foi liberado para todas as pessoas na plataforma, então se prepare para o famigerado textão do Twitter. Os únicos excluídos da brincadeira são os usuários que escrevem em japonês, coreano e chinês, que, segundo o Twitter, conseguem se expressar utilizando menos espaço.

A plataforma ofereceu alguns dados para justificar a alteração. Segundo eles, 3,5% dos tweets em português e 9% dos tweets em inglês atingem o limite de 140 caracteres e que, por isso, muitas pessoas podem desistir de publicar alguma coisa. Entre as pessoas que puderam testar as publicações com 280 caracteres, apenas 0,2% dos tweets em português atingiram o espaço máximo. Além disso, 5% dos tweets enviados tinham mais do que 140 caracteres e 2%, mais do que 190 caracteres.

Ou seja, apesar do novo limite, são poucos os tweets grandões. Deve ser pelo fato de conseguirmos falar a mesma coisa em menos palavras, temos uma prova aqui:



Outro fator positivo apontado por Aliza Rosen, gerente de produto da companhia, é de que tweets maiores levam a mais engajamento, e as pessoas que testaram o recurso ganharam mais seguidores e passaram mais tempo dentro da plataforma. “As pessoas que participaram do experimento nos contaram que um maior limite de caracteres fez com que se sentissem mais satisfeitas com a maneira como se expressam no Twitter, de encontrar um bom conteúdo e com o Twitter no geral”, escreveu Rosen.

Pronto, pode ir lá fazer o seu textão no Twitter.  😊


Gizmodo
Alessandro Junior

Evan Spiegel é o bilionário mais novo a construir sua própria fortuna. Com 26 anos, ele tem US$ 2,1 bilhões

Cofundador e presidente do Snapchat, Evan Spiegel em entrevista no TechCruch Disrupt SF 2013 em San Francisco (Steve Jennings/Getty Images) 

 Quando o Snapchat começou a ganhar popularidade, muitos se perguntaram qual era o propósito de uma rede social na qual as fotos e textos desapareciam em segundos.

No entanto, o app ganhou o gosto de jovens e adolescentes, cansados das redes sociais convencionais. Isso porque os fundadores também eram bastante jovens. Evan Spiegel tinha apenas 22 anos quando criou a rede social, enquanto ainda era um estudante universitário.

Historicamente, fotografias são usadas para registrar e guardar grandes momentos da vida. O Snapchat, com fotos que se autodestroem em poucos segundos, quebra com conceito, explica Spiegel em um vídeo. “No Snapchat, usamos as fotos para conversar”, diz ele. “É uma expressão instantânea de onde estou e do que estou sentido”, explica.

Evan Spiegel é o bilionário mais novo a construir sua própria fortuna. Com 26 anos, ele tem US$ 2,1 bilhões, de acordo com a Forbes.

Ao contrário de outros bilionários de tecnologia mais discretos, Spiegel é conhecido por aproveitar sua riqueza. Dono de uma mansão de US$ 12 milhões em Los Angeles onde mora com sua noiva, a supermodelo Miranda Kerr, ele se presenteou com uma Ferrari depois de uma rodada de investimentos bem-sucedida na startup.

Infância e juventude
Assim como muitos bilionários no mercado de tecnologia, Spiegel foi uma criança tímida e com poucos amigos. Construiu seu primeiro computador quando ainda era pré-adolescente e passava os fins de semana nos laboratórios da escola. “Meu melhor amigo era o professor de computação, Dan”, disse ele em entrevista a Forbes.

Ele veio de uma família de classe alta na Califórnia. Sua mãe, Melissa, estudou direito em Harvard e seu pai, formado em Yale, atuou como advogado para grandes nomes, como Sergey Bin, do Google, e a Warner Bross. Com o divórcio dos pais, se mudou para a casa do pai, de onde saiu apenas para fazer faculdade e para morar com sua noiva.

Ele começou a estudar design de produtos em Stanford em 2010, onde conheceu Bobby Murphy, que estudava matemática e ciências da computação. Ele seria seu futuro sócio no Snapchat, criado em 2011 como um projeto para uma aula. Reggie Brown também foi um dos fundadores, mas deixou a companhia.

E, da mesma forma como outros empreendedores, Spiegel deixou a faculdade em 2012 para se dedicar exclusivamente ao Snapchat.
Zuckerberg vs. Spiegel

Pela pouca idade e por também ter abandonado a universidade para criar uma rede social, Evan Spiegel é comparado com Mark Zuckerberg, fundador e presidente do Facebook.

Zuckerberg também achou que os dois eram bastante semelhantes, tanto que enviou pessoalmente um e-mail a Spiegel, demonstrando interesse em conhecê-lo. Spiegel, no alto de seus 22 anos, respondeu: adoraria encontrá-lo, se você vier até mim.

O primeiro encontro ocorreu quando a startup ainda era uma recém-nascida, em 2013. Zuckerberg mostrou um novo produto que a rede social iria lançar, o Poke, que compartilhava imagens efêmeras.

“Era basicamente como se ele dissesse ‘nós vamos massacrar vocês'”, disse Spiegel em entrevista a Forbes.

Mas ele não cedeu. Assim que retornaram ao escritório, Spiegel e o cofundador Bobby Murphy encomendaram um livro para todos os seis funcionários da empresa. Era “A Arte da Guerra” de Sun Tzu.

Logo em seguida, o presidente do Facebook fez uma oferta para comprar o Snapchat por US$ 3 bilhões. Spiegel disse não.

Hoje, a companhia tem mais de 1.000 funcionários em três continentes, valor de mercado de US$ 25 bilhões e está preparando uma oferta pública de ações para o primeiro trimestre de 2017.

No entanto, Zuckerberg ainda não desistiu da briga. O Instagram, rede social que foi comprada pelo Facebook, lançou o Stories em agosto do ano passado, uma aplicação muito semelhante ao Snapchat.

Poucos meses depois, veio o contra-ataque do Snapchat, o seu primeiro produto físico.

Na Califórnia, de óculos escuros
Spiegel começou a namorar a super modelo Miranda Kerr em 2015 e logo ficaram noivos.

Na primeira viagem do casal – para Big Sur, região na Califórnia, Estados Unidos – ele começou a testar um novo produto, que foi a primeira investida da companhia em hardware.

Ele filmou todo o trajeto de sua caminhada nas montanhas, mas não com a câmera do seu smartphone. Ele usou óculos escuros, que receberam duas pequenas câmeras e conexão com o smartphone.

O aparelho grava vídeos de 10 segundos em primeira pessoa e os vídeos são circulares, mais semelhantes ao olho humano, diz Spiegel.

“Estávamos andando por entre as matas, pisando em galhos e troncos, olhando as árvores maravilhosas. Quando vi as filmagens mais tarde, eu podia visualizar minha própria memória. Era inacreditável. Uma coisa é ver as imagens de uma experiência que você teve, mas outra é ter a experiência da própria experiência. Foi o mais perto que já cheguei de me sentir como se estivesse lá, de novo”, disse na ocasião da inauguração do produto.

Ao mesmo tempo em que lançou os Spectacles, companhia mudou o seu nome para apenas Snap Inc., para sinalizar que é maior do que o aplicativo Snapchat. O aparelho começou a ser vendido em novembro por US$ 129.

A empresa facilitará para os usuários a marcação de artigos falsos em seus feeds e também trabalhará com parcerias para checagem de fatos

Facebook: a rede social disse que, se as empresas identificarem que uma notícia é falsa, ela será marcada como "contestada" (Reprodução)

O Facebook disse nesta quinta-feira que lançará várias ferramentas novas para evitar a disseminação de notícias falsas em sua rede social.

A empresa facilitará para os usuários a marcação de artigos falsos em seus feeds de notícias e também trabalhará com parcerias com empresas como o site de checagem de fatos Snopes, a ABC News e Associated Press, num esforço para verificar a autenticidade das histórias.

O Facebook disse que, se as empresas identificarem que uma notícia é falsa, ela será marcada como “contestada” e haverá um link para o artigo correspondente explicado o porquê.

A empresa disse que as notícias contestadas podem ser rebaixadas no feed de notícias, acrescentando que uma vez que um conteúdo for marcado, não poderá ser promovido.

O Facebook também eliminou a capacidade de falsificadores fazerem paródias com os nomes de domínio de publicações reais.

O Facebook enfrentou críticas duras por não conseguir conter notícias falsas na corrida presidencial dos Estados Unidos.

Por Reuters

Você já desejou que a Disney fosse real? Eu acho que todos nós já desejamos isso. Bem, adivinhem: a Disney é real! Você não acredita em nós? Vai acreditar quando vê estas imagens. 


Porque a princesa Jasmine de Aladdin é um ser humano de carne e osso.

Bem, ok, não é a princesa Jasmine REAL, mas certamente é a personagem mais convincente da Disney que já vimos. A Mulher das fotos se chama Olayinka Mia Noel, modelo e membro do grupo R&B XSO. Se disfaçou da princesa da Disney no Halloween e compartilhou as suas fotos no Instagram, e seus seguidores ficaram assustados com a semelhança.







Mais informações: Instagram

Kevin

A fotografia congela um momento específico e para o tempo. Por meio dela, é possível reviver o passado, congelado e eternizado em uma imagem.

Por outro lado, o fundador do aplicativo de fotografia mais usado hoje tem uma personalidade completamente diferente. Ao invés de admirar um momento que já passou, está sempre em busca do próximo passo, na velocidade da luz.

Inquieto e acelerado, Kevin Systrom, de 32 anos, é um dos bilionários mais jovens do mundo. Ele deve sua fortuna à venda do Instagram para o Facebook por US$ 1 bilhão – como ele tinha 40% de participação no aplicativo, ganhou nada menos que US$ 400 milhões.

A velocidade do negócio também impressiona: a rede social de compartilhamento de imagens foi vendida apenas dezoito meses depois do lançamento, sem qualquer faturamento ou plano de longo prazo e com apenas 13 funcionários.

A rapidez reflete a vida de seu fundador. Durante sua vida, Systrom nunca se manteve estático em uma mesma posição, saltou entre diferentes hobbies e se apressou para aprender o máximo que podia.

Cresceu nos subúrbios de Boston, onde jogava e desenvolvia seus próprios jogos e fez um curso de Photoshop. Durante seus anos de escola, foi DJ e presidente do clube de fotografia e do time de lacrosse.

Durante sua graduação em Stanford, participou do Mayfield Fellows Program, curso de nove meses para empreendedores.

Em uma viagem a Florença, substituiu sua câmera tradicional por uma Holga, equipamento vintage que tira fotos quadradas, uma das inspirações para o formato das fotos do Instagram.

Nesse meio tempo, ele começou a experimentar suas habilidades no desenvolvimento de aplicativos e começou a criar um programa para compartilhamento de imagens.

Foi quando o Facebook, que ainda era relativamente pequeno, fez sua primeira tentativa para atrair o empreendedor, mas Systrom recusou a oferta.

“Trabalhar em uma startup para ganhar muito dinheiro nunca foi algo importante para mim e por isso decidi terminar a graduação”, afirmou, ao contrário de muitos empreendedores que largaram a faculdade.

Outra diferença de Systrom em relação aos outros empreendedores bilionários é o seu estilo. Ao invés da eterna calça jeans de Elon Musk, Steve Jobs e Mark Zuckerberg, ele se veste de terno e gravata.

Getty Images


Depois de se formar em uma das mais prestigiadas universidades, seu primeiro emprego foi no Google. Aprendeu a programar e noções de engenharia na startup Nextstop.com, com colegas de trabalho.

Sua próxima empreitada foi a criação de um app cujo único objetivo era testar o que as pessoas mais queriam. O aplicativo, chamado de Burbn, era uma referência a Bourbon, uma das bebidas preferidas de Systrom.

O programa tinha muita informação: havia opções para fazer check-in, compartilhar fotos e vídeos, fazer planos com os amigos e jogar. “Fizemos demais de propósito. Estávamos tentando entender o que deixava as pessoas empolgadas”, afirmou ele

O primeiro investimento chegou rapidamente. Quando apresentou o projeto aos investidores Baseline Ventures e Andressen Horowitz, eles investiram US$ 500.000. Foi nessa época que o seu colega de faculdade, o brasileiro Mike Krieger, entrou na equipe.

Logo, descobriram que o principal atrativo do app era sua função de compartilhamento de fotos. Assim, souberam exatamente no que investir, sem perder tempo, e criaram o Instagram.

O aplicativo levou apenas oito semanas para ser desenvolvido. Os usuários também chegaram correndo: em apenas 24 horas, 25.000 downloads já haviam sido feitos. A marca de um milhão de usuários chegou em menos de três meses. 

A ideia dos filtros veio da sua então namorada, Nicole Schuetz, que queria tirar fotos mais bonitas. Em uma viagem à praia, Systrom começou a desenvolver o primeiro filtro, o X-Pro II, que existe até hoje. 

A primeira foto, dos pés dela e de um cachorro de rua, é bem menos glamorosa que o perfil atual do bilionário.

Hoje, o seu feed pessoal de fotos é muito mais glamoroso. Ele ostenta gravatas borboleta, viagens luxuosas, jantares em restaurantes chiques e drinks em localizações paradisíacas. 

Não poderiam faltar as selfies com celebridades, de David Luiz ao Papa Francisco, além de Karl Lagerfeld e Selena Gomez, que tem o maior número de seguidores na rede social.

Seu perfil reflete também o que faz mais sucesso em sua rede social, recheada de fotos bonitas de momentos memoráveis. Fica difícil distinguir o criador de seu retrato.


Mike
www.theverge.com

Michel "Mike" Krieger é um engenheiro de software e empresário brasileiro mais conhecido como o co-fundador do Instagram. Nascido em São Paulo, Brasil, Krieger em 2004 mudou-se para Palo Alto, na Califórnia para frequentar a Universidade Stanford, onde ele estudou sistemas simbólicos, ele conheceu Kevin Systrom. Os dois fundaram o Instagram em 2010. Ele é um graduado do programa de sistemas simbólico de Stanford, onde escreveu dissertação de seu mestrado em colaboração em comunidades médias na Wikipédia. Antes de fundar a Instagram, Mike trabalhou no Meebo como engenheiro de visualização.

Instagram
Depois que Mike se mudou para Califórnia, trabalhou um período em algumas empresas voltadas para internet, até ser convidado pelo amigo norte-americano Kevin Systrom (o outro criador do “Instagram”), para fazer parte de um projeto que estava sendo desenvolvido por ele. Inicialmente, a ideia dos dois era criar um aplicativo chamado “Burbn”, com o qual os usuários poderiam compartilhar sua localização, imagens e vídeos. Todavia, o produto foi considerado complicado e Mike e Kevin Systrom o simplificaram. No segundo semestre de 2010, eles colocaram na loja da Apple o aplicativo Instagram (junção das palavras ‘instant’ e ‘telegram’) após um árduo trabalho de concepção e programação. Dois anos depois, a empresa dos dois foi comprada pelo criador do Facebook, Mark Zuckerberg, por US$ 1 bilhão de dólares.

Getty Images
Emma Watson: atriz tuíta, em bom português '#EstuproNãoÉCulpaDaVítima'


 O caso da menina que sofreu estupro coletivo em uma comunidade no Rio continua repercutindo e mobilizando a internet no Brasil e no mundo.

No HuffPost Brasil você acompanhou a reações indignadas de alguns famosos ao caso em suas redes sociais.

O coro em prol do fim da cultura do estupro foi engrossado pela atriz Emma Watson, a inesquecível Hermione dos filmes da saga Harry Potter.

Na manhã deste domingo (29) ela tuitou a hashtag #EstuproNãoÉCulpaDaVítima.
Centenas de fãs brasileiros retuitaram a publicação da atriz, disparando elogios e agradecendo seu apoio na mobilização virtual.

Vale ressaltar que atualmente Emma Watson está engajada na promoção da campanha da ONU #HeForShe - que incentiva a discussão sobre a liberdade e igualdade entre os sexos.

EXAME.com
Instagram: o algoritmo da rede social sofrerá uma mudança radical nos próximos meses

 Em breve, a linha do tempo de seu Instagram não irá mostrar suas fotos com base na ordem cronológica. É isso mesmo que você leu: a rede social irá alterar o seu algoritmo para que as imagens apareçam de acordo com a popularidade dos usuários e outros sinais sociais.

Segundo o Instagram, a mudança se deve ao fato de que as pessoas não veem, em média, 70% do conteúdo apresentado em suas linhas do tempo. “O Instagram cresceu e ficou mais difícil acompanhar todas as fotos e vídeos que as pessoas compartilham”, afirma a empresa em um comunicado para a imprensa.

Desse modo, a nova apresentação dos vídeos e das fotos na sua linha do tempo será organizada a partir da probabilidade de você se interessar pelo conteúdo. Além disso, o algoritmo também irá analisar como é seu relacionamento com outros usuários e o momento em que a imagem foi publicada.

“Se o seu músico favorito compartilhar um vídeo do show da noite passada, a publicação estará esperando por você quando acordar, independentemente de quantas contas você segue e em qual fuso horário vive”, explica a rede social.

Em outras palavras, isso significa que o Instagram irá fazer a curadoria de um modo similar ao feito pelo Facebook News e pelo Twitter em suas linhas do tempo. A rede social era uma das únicas que ainda mostrava seus conteúdos de uma maneira cronológica.

Porém, a base de usuários do Instagram – que chega a quase 400 milhões – não precisa se desesperar antecipadamente. Segundo a empresa, o novo algoritmo está em fase de testes e, por isso, a atualização deve chegar às pessoas apenas nos próximos meses.

momentstock/Thinkstock
Mão com notas e moedas: a ideia é que ao gerar conteúdo dentro da rede os internautas eles ganhem uma porcentagem dos ganhos que seu compartilhamento gerou em cliques

Do AdNews

Correntes do tipo "o Facebook vai doar R$ 1 para cada compartilhamento que essa foto tiver" já são comuns (e até motivo de piada) na rede social, mas fora da companhia de Mark Zuckerberg existe uma iniciativa com uma proposta semelhante a esta.

A Gaption, rede social lançada no ano passado, promete mudar a dinâmica tradicional nas rede sociais, em que o engajamento gera capital para os anunciantes apenas.

O que propõe a plataforma é que o usuário que tanto movimenta esse mercado também passe a "ganhar sua fatia" nesse bolo.

A ideia é que ao gerar conteúdo dentro da rede os internautas eles ganhem uma porcentagem dos ganhos que seu compartilhamento gerou em cliques em publicidade, por exemplo.

Outra forma são as vendas no e-commerce que existe dentro do Gaption. É possível anunciar e vender produtos na própria rede social e a empresa fica com uma pequena parte do lucro.

Esse modelo vem sendo testado no site desde sua criação, em junho do ano passado, mas agora um novo recurso foi anunciado, também no sentido de ajudar seus usuários a lucrarem com seus posts.

"Gifts", como foi batizado, é um botão que permite realizar espécies de "doações" aos posts. É como se trocássemos os famosos Likes do Facebook por centavos.

Os "presentes" variam entre US$ 0,99 e US$ 9,99 e o pagamento desses valores são feitos através dos sistema da Apple e do Google e o usuário presenteado pode resgatar o dinheiro via PayPal.

O app da Gaption está disponível para download em iOS e há também uma versão beta para os usuários de Android realizarem um tese na rede social.

Divulgação/Instagram
Instagram: apps de iPhone e Android terão suporte para até cinco contas de usuário

 O Instagram anunciou hoje que terá suporte para múltiplas contas. O recurso era algo que fazia falta para alguns usuários. Outras redes sociais, como Twitter, já contavam com essa possibilidade.

A novidade chegará na versão 7.15 de acordo com a empresa. O recurso estará disponível para os usuários do app em iPhone e Android.

Esse recurso deve agradar principalmente usuários que tenham que lidar com mais de uma conta rotineiramente. Um exemplo seriam pessoas que tenham que alimentar uma conta profissional ou relacionada a uma marca.

A rede social terá um limite de cinco contas por dispositivo. Para mais informações, veja essa página (em inglês) com explicações do novo recurso.


$ok={Aceitar!} $days={7}

O "Minha Cidade em Foco" usa cookies para melhorar sua experiência. Saber mais

MKRdezign

{facebook#http://www.facebook.com/MundoMS} {twitter#http://twitter.com/MundoMSOficial} {google-plus#http://plus.google.com/+MundoMSOficial} {pinterest#http://br.pinterest.com/MundoMS/} {youtube#http://www.youtube.com/c/MundoMSOficial} {instagram#http://www.instagram.com/mundomsoficial}

Fale com o Mundo MS

الاسم

بريد إلكتروني *

رسالة *

يتم التشغيل بواسطة Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget