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No coração de uma floresta densa, entre colinas suaves e trilhas que parecem saídas de um conto, ergue-se o majestoso Castelo de Eltz (Burg Eltz), uma fortaleza medieval que conta mais de 800 anos de história e permanece nas mãos da mesma família — a família von Eltz — por impressionantes 33 gerações. 

Imagem: Benutzer:Francis, Mapa da região com a localização do Castelo de Eltz

Um lar que desafia o tempo
Construído já no século XII, o Castelo de Eltz ocupa uma posição estratégica sobre uma rocha, cercado pelo rio Elzbach, o que reforçava sua defesa natural desde os primórdios.  Mesmo durante períodos de conflito, como a Eltzer Fehde (entre 1331 e 1336), quando o castelo foi sitiado pelo arcebispo de Trier, ele resistiu sem sucumbir. 

Imagem: Daniel71953, O Castelo de Eltz visto do vale

Ao longo dos séculos, a fortaleza nunca foi totalmente destruída — um feito raro entre construções medievais europeias. A manutenção das suas muralhas originais e de sua estrutura gótica, românica e até barroca é testemunha da habilidade e dedicação da família que a habita.

Imagem: Gun Powder MaArmadura de torneio (cerca de 1500), em exposição no Castelo de Eltz


Arquitetura e salas cheias de memórias
O castelo não é apenas um símbolo de resistência familiar, mas também um verdadeiro labirinto vertical: são mais de 100 cômodos, distribuídos por diferentes alas.  Segundo relatos, há oito torres que se elevam em direção ao céu, escadarias internas impressionantes, salões decorados com vitrais, tapeçarias, pinturas renascentistas e mobiliário original. 


Imagem: Daniel71953, Aspecto de uma das cozinhas do Castelo de Eltz


Destaques incluem o Salão dos Cavaleiros, onde antigos membros se reuniam para festejar ou deliberar, e o Quarto de Caça, que abriga troféus, armas e relíquias que atravessaram gerações.  Além disso, há um salão com teto gótico datado de 1480 e outros ambientes com armaduras, pinturas e peças históricas cuidadosamente preservadas.

Imagem: thw1309Planta do Castelo de Eltz, com a Casa Kempenich assinalada a vermelho, a Casa Rübenach a amarelo e a Casa Rodendorf a azul


Uma herança familiar impressionante
A permanência da família von Eltz no castelo é um dos fatores mais notáveis: 33 gerações, sem interrupção, cuidando do local como se fosse parte essencial da própria identidade familiar.  Mesmo com mudanças políticas — do Sacro Império Romano-Germânico à Alemanha moderna —, a linhagem manteve firme o compromisso de preservar a estrutura original, sem abandonar suas raízes. 

Imagem: Daniel71953, Quarto

Atualmente, parte do castelo funciona como museu, aberta ao público, enquanto outras áreas continuam sendo residência da família.  Essa coexistência entre função museológica e lar familiar dá ao local uma aura única: não é apenas um monumento histórico, mas um lar vivo, onde passado e presente se entrelaçam.

Imagem: Gun Powder MaColeção de armas


A natureza como aliada
A localização do castelo — em uma colina de cerca de 70 metros de altura, cercada por bosques e pelo rio — não foi apenas estética, mas estratégica. Essa topografia ajudou a protegê-lo dos ataques ao longo dos anos, funcionando como uma fortaleza natural. Além disso, toda a paisagem ao redor reforça o sentimento de isolamento e atemporalidade: ao visitar, muitos têm a sensação de atravessar um portal para a Idade Média. 

Imagem: Daniel71953Peça exposta na câmara do tesouro


Símbolo de resistência e tradição
Mais do que uma atração turística, o Castelo de Eltz se ergue como um símbolo raríssimo de continuidade histórica familiar. Ele é a prova viva de que legado, paixão e responsabilidade podem atravessar gerações. A capacidade de preservar não só a pedra, mas também as histórias, as memórias e a cultura da família, é algo profundamente inspirador.

Imagem: Fritz Geller-Grimm, Detalhe do pátio interior

Visitar o castelo ou mesmo estudar sua história é mergulhar em um conto de resiliência, onde o tempo parece correr de forma diferente — menos acelerado, mais duradouro, quase sagrado.

Imagem: Andreas 06, Placa do Castelo de Eltz como exemplo de sinalização rodoviária


Imagem: Holger WeinandtVista geral do Castelo de Eltz

Imagem: Gun Powder Ma, Gárgula no pátio interior

Imagem: Stefan KühnGárgula

Imagem: Stefan Kühn, O Castelo de Eltz visto de oeste

Imagem: Fritz Geller-Grimm, Visto de noroeste, com a entrada em primeiro plano

Imagem: Francis, O Castelo de Eltz visto de norte


Imagem: ppmsca.00690, Aspeto do Castelo de Eltz em 1900

Imagem: Fritz Geller-Grimm, Vista exterior do Castelo de Eltz


Imagem: FanthomasPátio interior do Castelo de Eltz


Imagem: Holger WeinandtVista do Castelo de Eltz, com as ruínas do Castelo de Trutzeltz à direita

Imagem: Stefan KühnVista exterior do Castelo de Eltz

Imagem: Daniel71953, Vista exterior do Castelo de Eltz



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#CasteloEltz #HistóriaMedieval #LegadoFamiliar #HerançaHistórica #ArquiteturaAntiga #ViagemNoTempo #TurismoCultural #PatrimônioEuropeu

Em meio às elevações de Shenyang, situadas a cerca de 650 km ao nordeste de Pequim, uma cena peculiar aguarda persistentemente seus habitantes e visitantes. Mas, qual é exatamente esse lugar?

O empreendimento imobiliário State Guest Mansions transformou-se em uma cidade deserta de mansões luxuosas abandonadas em Shenyang, China.
 Imagem: JADE GAO/AFP

Assim como Burj Al Babas, na Turquia, este enclave deserto era originalmente um empreendimento ambicioso no setor imobiliário, destinado a abrigar as State Guest Mansions (Mansões para Hóspedes Estatais, em uma tradução livre) — uma coleção de residências suntuosas para a elite da sociedade chinesa, cuja construção teve início em 2010.

No entanto, as 260 propriedades e vilas, adornadas com arcos, colunas e fachadas majestosas, jamais viram um único morador, pois o Grupo Greenland, a empresa encarregada do projeto, as abandonou em 2012.

Imagem: JADE GAO/AFP

De acordo com um agricultor local, identificado apenas como Guo pela AFP, a paralisação foi atribuída à corrupção, que eventualmente resultou na interrupção do financiamento por parte do governo.

Além disso, medidas contra empreendimentos irregulares também contribuíram para congelar a construção. No entanto, a empresa se absteve de comentar as acusações.

Hoje em dia, os arredores são habitados por animais: aves e algum gado pastam nos jardins que deveriam adornar as mansões, enquanto vegetais são cultivados na região. Matilhas de cães selvagens patrulham os espaços, que ainda atraem a curiosidade de exploradores urbanos interessados nas mansões inacabadas.

Imagem: JADE GAO/AFP

Garagens servem como depósitos para os equipamentos dos agricultores locais, enquanto modestas cercas protegem o gado. "Essas residências deveriam ter sido vendidas por milhões — no entanto, nenhuma delas foi adquirida pelos ricos", relatou Guo à AFP.

Imagem: JADE GAO/AFP

Os interiores proporcionam um contraste impressionante: poeira e grafites contrastam com os pisos e colunas de mármore, lustres de cristal, tetos elaborados e móveis embutidos.

Imagem: JADE GAO/AFP

Cidades fantasmas não são uma raridade na China, conforme mencionado pela Architectural Digest — estima-se que 65 milhões de residências estejam abandonadas no país. Durante décadas, o mercado imobiliário foi um motor crucial da economia chinesa, com o governo incentivando grandes projetos.

Imagem: JADE GAO/AFP

No entanto, o envelhecimento da população e o aumento dos custos de construção desequilibraram o mercado, resultando em cidades inteiras abandonadas.

Imagem: JADE GAO/AFP

Além disso, desde 2020, o governo de Xi Jinping tem implementado medidas contra empréstimos imobiliários excessivos e especulações. Como resultado, construtoras têm abandonado projetos devido a dívidas.

Thames Town, cidade fantasma nos arredores de Xangai, na China Imagem: Huai-Chun Hsu/Creative Commons

Entre os exemplos mais conhecidos do luxo decadente das cidades fantasmas chinesas está Kangbashi, a "cidade vazia" em Ordos.

Outra perspectiva de Thames Town
 Fotografia: Huai-Chun Hsu/Creative Commons

Mas talvez o caso mais marcante seja o de Thames Town, nos arredores de Xangai, que reproduzia a arquitetura londrina — e hoje permanece praticamente desabitada.

©Getty Images

Um dos países mais naturalmente bonitos do mundo também é um dos menos visitados, mas talvez a maioria de nós nunca poderá viajar para essa nação. O lugar corre sério risco de desaparecer!

Tuvalu é um país insular no centro-oeste do Oceano Pacífico, situado no meio do caminho entre a Austrália e o Havaí. O paraíso fica num atol de corais, ou seja, num recife de corais em forma de anel que forma uma lagoa, com ilhas ao longo da borda. O país é um oásis impressionante, mas enfrenta a ameaça de desaparecer completamente da face da Terra.

Descubra mais sobre as pessoas, a cultura, o risco de devastação e muito mais sobre essa comunidade única e quase desconhecida!

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Nove ilhas
As nove ilhas que formam esse pequeno país compreendem seis pequenos atóis pouco povoados e três ilhas de recifes com praias cheias de palmeiras.

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População pequena
Há apenas cerca de 11.000 pessoas em Tuvalu, que tem uma área de menos de 26 km². No entanto, eles estabeleceram sua própria cultura e modo de vida singular.

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É o quarto menor país do mundo
Este pequeno país só não é menor que o Vaticano, Mônaco e Nauru. Tuvalu tem sua própria moeda, o dólar de Tuvalu, e também usa o dólar australiano.

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Línguas oficiais
Tuvaluanos são Polinésios e seu idioma, a língua tuvaluana, está intimamente relacionado com o samoano, de acordo com a Enciclopédia Britannica. O idioma ensinado nas escolas e amplamente utilizado, no entanto, é o inglês.

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Religião
A maioria da população pertence à Igreja de Tuvalu, ou ao que já foi a Igreja Protestante das Ilhas Ellice.

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Cultura
De acordo com o The Guardian, a atmosfera na ilha é aventureira e bem-humorada, com os moradores passeando ao longo das estradas da ilha em motocicletas, tirando cochilos nas redes à tarde e fritando peixes em fogueiras na praia à noite.

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Esportes
Os esportes desempenham um papel enorme na vida cotidiana em Tuvalu. Quando aviões não são esperados, jovens andam de bicicleta e jogam vôlei, basquete e futebol na pista de pouso.

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Um paraíso aparente
As exuberantes areias brancas em meio às águas turquesas, com coqueiros densos, fornecem um cenário deslumbrante para desfrutar de temperaturas médias diárias entre 27 e 29°C.

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Segunda Guerra Mundial
Escavações feitas pelos militares dos EUA na construção de uma pista de pouso durante a Segunda Guerra Mundial deixaram cicatrizes na terra que mais tarde foram preenchidas com areia e povoadas por casas.

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Comunidade Britânica
Tuvalu é uma nação insular independente dentro da Comunidade Britânica. Na foto podemos ver a Rainha Elizabeth II visitando o país em 1982.

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Ainda tem uma relação com a monarquia
Príncipe William e Kate Middleton também visitaram Tuvalu em 2012. Na imagem, eles estão bebendo água de coco de uma árvore plantada pela Rainha em sua visita anterior em 1982.

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A capital
A capital de Tuvalu, Funafuti, é um pequeno atol de corais onde fica o aeroporto. Em seu ponto mais alto, a cidade está apenas 4,5 metros acima do nível do mar. Aproximadamente um terço da população vive em Funafuti.

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Mergulhos
A Área de Conservação de Funafuti, na costa da capital, oferece águas calmas para mergulho de profundezas e de snorkel entre tartarugas marinhas e peixes tropicais.

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Observação de pássaros
Há também várias ilhotas desabitadas abrigando aves marinhas deslumbrantes.

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Agricultura
Os coqueiros prosperam em Tuvalu, assim como as árvores de fruta-pão, pandanus, taro (uma espécie de inhame) e bananas. Frangos e suínos são criados nas ilhas. Peixes e mariscos também são capturados para alimentação.

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Mudanças climáticas
A nação de baixa altitude foi classificada como "extremamente vulnerável" às mudanças climáticas pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

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Ameaça do aumento no nível do mar
A bela nação insular está lutando para lidar com os impactos relacionados às mudanças climáticas, em grande parte por causa do aumento do nível do mar em 5 mm ao ano desde 1993, o que está bem acima da média global.

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Danos às plantações e inundações
À medida que a água salgada sobe através do atol de coral para as ilhas, ela estraga os cultivos de taro e mandioca, plantações vitais para a população.

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Autossuficiência prejudicada
A água salgada envenena o solo fino e dificulta muito o cultivo, tornando os tuvaluanos cada vez mais dependentes de importações caras.

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Inundações
O aumento do nível do mar também está causando cada vez mais inundações durante as marés altas e nas tempestades. Inundações afetam as casas das pessoas e ameaçam o acesso à pista do aeroporto.

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Outros impactos nocivos das mudanças climáticas
Juntamente com o aumento do nível do mar, o aumento das temperaturas representa uma ameaça para a nação. As encostas dos atóis e ilhas de corais estão sofrendo erosões, o que encolhe ainda mais a já pequena faixa de terra.

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Aumento da atividade de tempestades
Com as mudanças climáticas, há uma previsão de que a gravidade dos ciclones e secas piore ainda mais, criando ainda mais erosão através das ondas.

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Aumento da atividade de tempestades
As árvores são arrastadas para o mar à medida que a ilha é atingida pelas ondas, tornando o país ainda mais frágil de ser atingido por inundações e erosão adicional.

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Branqueamento dos corais
Devido ao aumento das temperaturas, os recifes de coral perto de Tuvalu também estão sendo afetados pelo branqueamento de corais. Isso pode envenenar os peixes de recife que se alimentem de micro-algas expelidas por esses corais branqueados, o que por sua vez causa doenças graves em pessoas que comem esses peixes.

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Fornecimento limitado de água doce
Apenas a captação de chuva e os poços forneciam água doce para a população. Mas desde que o aumento do nível do mar contaminou os suprimentos de água subterrâneos, Tuvalu tornou-se totalmente dependente da água da chuva, armazenada em grandes tanques de coleta. As mudanças climáticas, ao mesmo tempo, estão aumentando a frequência de secas e a água potável está se tornando cada vez mais rara por lá.

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Restam menos de 100 anos
Alguns cientistas previram que Tuvalu poderia se tornar inabitável entre 50 a 100 anos - ou menos - se o nível do mar continuar a subir no ritmo que está.

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Sob ameaça
Muitos prevêem que Tuvalu se tornará o primeiro país a desaparecer como resultado das mudanças climáticas.

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Ainda liderando a luta contra as mudanças climáticas
Num esforço para conter a poluição e dar exemplo para as nações maiores, quatro das ilhas do país já são 97% dependentes de energia solar. O governo está trabalhando para alcançar a meta de 100% de energia renovável a partir de energia eólica e solar até 2025.

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Planos potenciais
Tuvalu está considerando construir uma ilha artificial, para dragar e recuperar terras ao sul da ilha Fongafale, elevar a terra a 10 m acima do nível do mar e construir habitações de alta densidade. É um plano que custaria US$ 300 milhões, mas que o país não tem dinheiro para colocar em prática.

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Possível evacuação como refugiados da mudança climática
No entanto, o primeiro-ministro de Tuvalu, Enele Sopoaga, rejeita essa atitude "derrotista". Ele diz que o governo está concentrado em se adaptar às mudanças nos padrões climáticos para manter o país de pé.

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Possível evacuação como refugiados da mudança climática
Fiji já ofereceu terras ao governo tuvaluano para realocar sua população para 1.200 km ao sul, mas Tuvalu não aceitou. O ex-primeiro-ministro australiano, Kevin Rudd, chegou a sugerir que daria cidadania plena aos cidadãos de Tuvalu em troca dos direitos marítimos e pesqueiros do país, mas Sopoaga rejeitou a proposta por causa do "pensamento imperial".

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Alguns estão indo para a Nova Zelândia
As gerações mais jovens estão aceitando cada vez mais a necessidade de emigração e a Nova Zelândia tem recebido tuvaluanos em número crescente.

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Muito em jogo
Grande parte da população mais idosa não quer se mudar, pois teme perder sua identidade, cultura, estilo de vida e tradições.

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