Nos Siga no Mastodon Mundo MS

mund ms.com

O conhecimento é fascinante!

Escolha a categoria

Biólogo de Harvard e vencedor de dois prêmios Pulitzer, Dr. Edward O. Wilson sugere plano radical de conservação para enfrentar "holocausto biológico" iminente

Marina Maciel, do

Getty Images

Floresta: plano inclui criar cadeias de corredores ininterruptos de vida selvagem

           Um dos biólogos mais importantes do mundo surpreendeu ao propor à revista do Instituto Smithsoniano uma estratégia de conservação audaciosa, no final de agosto.

Dr. Edward O. Wilson, biólogo de Harvard e vencedor de dois prêmios Pulitzer

Segundo Dr. Edward Osborne Wilson, influente cientista de 85 anos da Universidade de Harvard, para prevenir a “extinção em massa de espécies”, precisamos destinar metade do planeta exclusivamente para a proteção dos animais.

Duas vezes vencedor do Prêmio Pulitzer e autor de mais de 25 livros, Dr. Wilson acredita que estamos enfrentando um “holocausto biológico”, causado pelos seres humanos.

De acordo com ele, a sexta extinção em massa será tão devastadora quanto a extinção dos dinossauros, a menos que os humanos compartilhem o mundo com as outras 10 milhões de espécies de uma forma mais igualitária.

A tese também é defendida pela jornalista Elizabeth Kolbert no livro The Sixth Extinction, trabalho de fôlego que dá uma perspectiva histórica do papel do ser humano no planeta. Metade para os animais, metade para nós.

O plano de conservação de Wilson, apelidado de “Half Earth”, inclui a criação de cadeias de corredores ininterruptos de vida selvagem, alguns deles grandes o bastante para abrigar “parques nacionais de biodiversidade”, idealizados para impedir o desaparecimento de espécies.

Tais medidas ajudariam os animais a reagir aos efeitos das mudanças climáticas por meio da migração e também evitariam isolamento em ilhas sem conexão com outros habitats, afirmou na entrevista.

Empresas de internet se unem ao movimento Internet Slowdown para mostrar como a internet poderá ser caso não exista neutralidade da rede nos Estados Unidos


Victor Caputo, de

Andrew Harrer/Bloomberg
Netflix: empresa participa de protesto pedindo neutralidade da rede nos EUA

 Hoje, dia 10 de setembro, empresas como Twitter, Netflix e Mozilla se unem para mostrar como seria se a internet fosse mais lenta. A iniciativa é de apoio ao movimento Internet Slowdown (desaceleração da internet, em português). O protesto tem como objetivo brigar pela neutralidade da rede nos Estados Unidos.

Durante o dia, diversas páginas da internet mostrarão ícones de carregamento, em alusão a como seria a internet se fosse muito lenta. Boa parte dos sites, no entanto, não deixará seus serviços mais lentos na prática. A rodinha será apenas uma forma de chamar a atenção dos internautas.

A manifestação vem contra uma legislação aprovada pela corte americana em janeiro. Ela prevê que as provedoras de internet não precisam tratar os dados de forma neutra. Ou seja, alguns poderiam ser transmitidos com prioridade.

Na teoria, isso faria com que serviços que consomem mais banda tenham prioridade na transmissão de dados. O movimento Internet Slowdown e seus apoiadores discordam. Para eles, isso abriria uma brecha para que as provedoras façam cobranças financeiras das empresas por internet de alta velocidade.

O Netflix anunciou a decisão de participar do Internet Slowdown em seu Twitter. “Se você odeia este símbolo, junte-se ao Netflix e defenda a neutralidade da rede no dia 10 de setembro”, publicou a conta oficial do serviço de streaming de vídeos.



Um porta-voz do Twitter afirmou à BBC que a rede social apoia o movimento. “Nós não pretendemos adicionar um banner à nossas páginas, mas vamos participar de outras maneiras”, disse o representante.

Outras empresas que participam do protesto são Foursquare, Vimeo, Grooveshark, Kickstarter e Reddit.

O caso brasileiro

Há alguns meses, os brasileiros ouviram falar muito sobre neutralidade da rede. O ponto foi um dos mais discutidos do Marco Civil da Internet.

O Marco Civil da Internet foi sancionado pela presidente Dilma Rousseff no dia 23 de abril deste ano. Nele, está previsto que todas as informações devem trafegar pela rede com a mesma velocidade.

Peter Thiel, cofundador do PayPal, anunciou uma "nova era" para a economia americana nas próximas décadas

Ligia Aguilhar, do

Justin Sullivan/Getty Images

Sede do Google em Mountain View, no Vale do Silício, Califórnia

            Investidor conhecido pelo faro certeiro para negócios de internet, Peter Thiel, cofundador do sistema de pagamentos online PayPal, subiu na terça-feira, 09, ao palco do TechCrunch Disrupt - principal evento mundial para startups ligadas ao setor de tecnologia - e anunciou uma "nova era" para a economia americana nas próximas décadas.

E o principal centro dessa mudança será o polo de tecnologia Vale do Silício.

Thiel fala com conhecimento de causa. Além de ajudar a criar o PayPal - parte do grupo eBay -, foi um dos primeiros investidores do Facebook. Já colocou dinheiro em outros êxitos, como o LinkedIn e o Yelp.

No Brasil, seu fundo Valar Ventures já apostou na Oppa, que vende móveis pela internet, e Descomplica, que oferece cursos online para o Enem.

Parte integrante dessa comunidade tecnológica, ele diz que não vê motivo para mudar de lugar tão cedo: "Depois da crise de 2008, o Vale do Silício se tornou o lugar aonde ir.

Não quero fazer muito barulho em cima disso, mas (o Vale do Silício) é o lugar aonde se deve ir nos próximos 10 ou 20 anos", afirmou ontem, durante o TechCrunch Disrupt, em São Francisco.

Thiel aproveitou a apresentação no TechCrunch para tuitar pela primeira vez. Seu primeiro tuíte não usou nem metade dos 140 caracteres.

Tratou apenas do título e um link para comprar seu novo livro, que já está à venda na Amazon: Zero to One: Notes on Startups, or How to Build the Future (Do Zero a Um: Notas sobre Startups, ou Como Construir o Futuro).

Na obra, ele fala que o progresso pode ser obtido em qualquer indústria e afirma que o próximo Bill Gates será quem conseguir criar um tipo de negócio completamente novo.

Questionado sobre o que observa em uma startup antes de investir, Thiel disse que analisa o histórico dos empreendedores envolvidos e evita investir de imediato antes de "sentir" a consistência da empresa.

"Vejo há quanto tempo (os empreendedores) trabalham juntos e se vão desistir no primeiro sinal de problema", disse.

Brasil

A delegação brasileira presente na área de startups do TechCrunch Disrupt é uma das maiores do evento - são 30 expositores, selecionados pelo Sebrae e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex).

No pavilhão de startups, que fica logo na entrada do evento, empresas de diversos países dividem espaço. Há delegações de Coreia do Sul, Japão, Argentina e Holanda, entre outras.

O desafio das empresas, no meio de tantos outros negócios, é fazer uma ideia ganhar destaque.

A gestora de projetos da Apex, Flavia Egypto, diz que, embora seja difícil conseguir um investidor no evento, fazer contatos é essencial para "garimpar" interessados para futuras rodadas de investimento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Segundo estudo, utilização de certos soníferos e tranquilizantes pode aumentar sensivelmente o risco de se desenvolver a doença

AFP/Arquivos, da

Sebastien Bozon/AFP

Mulher com Alzheimer em um asilo

Paris - A utilização de certos soníferos e tranquilizantes da família das benzodiazepinas por longos períodos pode aumentar sensivelmente o risco de se desenvolver o Mal de Alzheimer, revela um estudo franco-canadense publicado nesta quarta-feira.

Durante seis anos, os pesquisadores analisaram 1.796 casos de Alzheimer reportados em um programa canadense de assistência médica e compararam os dados com informações de 7 mil pessoas do mesmo sexo e idade, mas com boa saúde.

No estudo, publicado no site do British Medical Journal (thebmj.com), os pesquisadores concluíram que o consumo de benzodiazepinas durante mais de três meses está associado a um risco maior de sofrer de Alzheimer, que pode chegar a 51%.

O risco está associado à duração do tratamento e a utilização de benzodiazepinas cujo efeito é mais prolongado.

Os autores do estudo, entre os quais pesquisadores do francês Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica (INSERM) e da Universidade de Montreal, destacaram que os resultados "reforçam a suspeita de um vínculo direto" entre o consumo de benzodiazepinas e o Mal de Alzheimer, que ainda precisa ser confirmado.

As benzodiazepinas constituem "incontestavelmente ferramentas preciosas para tratar ansiedade e insônia temporárias", mas os tratamentos devem ser de curta duração e "não superar os três meses", destacam os especialistas.

Os resultados do estudo vão na mesma direção das advertências lançadas pelas autoridades de saúde de vários países sobre a utilização de benzodiazepinas, especialmente em pessoas mais velhas, devido aos efeitos secundários de ordem cognitiva.

Segundo a agência francesa de segurança de medicamentos (ANSM), 11,5 milhões de franceses consumiram ao menos uma vez a benzodiazepina no ano de 2012, entre os quais 7 milhões por ansiedade e 4,2 milhões transtornos do sono.

Os consumidores tinham, em média, 56 anos e quase 2/3 eram mulheres. Entre o grupo feminino, um terço estava acima dos 65 anos.

Apesar de apontadas como aliadas para os negócios, plataformas de relacionamento são ignoradas pelos CEOs das maiores companhias do mundo, aponta estudo


Luísa Melo, de

David Paul Morris/Bloomberg

Zuckerberg: entre os líderes do Fortune 500, só ele participa de 5 redes sociais

          Apesar de estudos indicarem que presidentes de companhias conectados a redes sociais transmitem uma boa imagem e podem conseguir melhores resultados para seus negócios, a maioria dos líderes empresariais ainda está offline.

Segundo uma pesquisa do site CEO.com e da empresa de dados e inteligência Domo, divulgada neste mês, 68% dos executivos que estão no comando das maiores companhias do mundo (listadas no índice Fortune 500) não interagem em nenhuma plataforma.

O levantamento levou em conta as redes sociais mais significativas atualmente: Twitter, Facebook, LinkedIn, Google+ e Instagram.

Entre os adeptos às redes sociais, dois terços participam ativamente de apenas uma. Destes, 73% escolheram o LinkedIn.

Entre todos os 502 presidentes listados (o número não é redondo porque a KKR e a Whole Foods, que fazem parte do Fortune 500, possuem co-CEOS), apenas Mark Zuckerberg, presidente do Facebook, é engajado em todas as cinco redes.

Os perfis foram consultados pelos pesquisadores no dia 26 de junho.

Perfil do CEO internauta

O senso comum de que o Twitter é mais usado pelas gerações mais jovens e o Google+ pelos veteranos, não vale para os presidentes de empresa.

Em média, os executivos "tweetters" são 5 anos mais velhos do que aqueles mantém conta na rede social do Google. Rupert Murdoch, dono da News Corporation, por exemplo, posta regularmente no Twitter e tem 83 anos. Veja na tabela:

Rede social Idade média dos CEOs 

Twitter 56,7
Facebook 55,5
LinkedIn 56,2
Google+ 51,9
Instagram 52,4

Quanto mais jovem é CEO, porém, maior parece ser a sua capacidade de interagir em diversas plataformas de relacionamento. Entre os engajados em apenas uma rede, a idade média é de 57,9 anos, enquanto a dos que atuam em duas é de 52,6 anos. Já entre os que participam de quatro ou mais ferramentas, a idade média cai para 42,1 anos.

Twitter

Dos 502 executivos pesquisados, 42 têm conta no Twitter. Destes, 69% participam ativamente (o que significa que eles tiveram postagens registradas a até 100 dias anteriores ao estudo). No ano passado, 28 CEOs usavam a ferramenta.

Quase metade dos presidentes que foram considerados usuários ativos na rede não postam mais do que uma vez por mês. Menos de um quarto deles tuítam diariamente. A média geral é de 0,48 tuítes por dia.

O CEO mais atuante na plataforma, Jack Salzwedel, da American Family, posta em média 4,82 mensagens por dia.

Somados, os seguidores de CEOs que têm conta no Twitter, são 3,6 milhões. Porém, 11,5% deles são perfis falsos.

O campeão de seguidores na rede é Warren Buffet, que é acompanhado por 844.731 internautas. O número é quase 10 vez maior do que a média geral, de 87.827 seguidores.

Facebook


Do total de presidentes de empresas listadas no Fortune 500, 8,3% estão presentes no Facebook. No ano passado, essa fatia era de 7%.

Entre eles, seis possuem fan pages oficiais, 21 têm contas semi-privadas e 14 usam perfis privados.

O mais seguido deles, como não poderia deixar de ser, é Mark Zucherberg, que tem mais de 29 milhões de seguidores.

LinkedIn

Curiosamente, a porcentagem de presidentes de empresa conectados ao LinkedIn caiu do ano passado para cá. Em 2013, 27,7% estavam na rede, enquanto neste ano a fatia é de 25,4%.

Dos que participam da rede, 19 são "influenciadores" e 9 deles ingressaram na plataforma no último ano. Os mais acompanhados por outros usuários são Meg Whitman, da HP; Jamie Dimon, do JP Morgan; Jefrey Inmelt, da GE e Arne Sorenson, da Marriot International. Todos eles têm mais de 100.000 seguidores.

Entre aqueles que não são influenciadores, 34% possuem mais de 500 conecções. No ano passado, só 18% deles tinham essa quantidade de contatos.

Google+

Apenas 8 comandantes de companhias do índice Fortune 500 usam o Google+. Isso representa uma fatia de 1,6% que, apesar de pequena, ainda é maior do que a registrada em 2013, de 1%.

Do total, só 15% dos presidentes consideram a rede útil para o trabalho.

Instagram
Entre os CEOs, 2,6% têm conta no instagram. A maioria, segundo a pesquisa, posta fotos pessoais. O único que a usa para promover a empresa é Michael Rapino, que dirige a LiveNation.

Desde o início do ano, as ações da companhia acumulam ganhos de 26%


Marcelo Poli, de

Divulgação/Apple

Apple está entrando num importante ciclo de novos produtos, segundo o Morgan Stanley

        As ações da Apple registravam valorização de 4%, ultrapassado novamente o patamar de 100 dólares por papel, após a apresentação do iPhone 6 e o iPhone 6 Plus.

Com a alta, o valor de mercado da companhia chegava a 605 bilhões de dólares. Desde o início do ano, as ações da Apple acumulam ganhos de 26%.

Nos últimos dias, as movimentações diárias com os papéis da Apple ficaram abaixo da média, com muitos investidores evitando fazer apostas até que fosse conhecidos os detalhes dos produtos.

Fôlego extra


Recentemente, as ações da companhia ganharam fôlego após Katy Huberty, analista do Morgan Stanley, recomendar a compra. Em seu relatório, a analista destaca que Apple está entrando num importante ciclo de novos produtos, com dois novos modelos de iPhone e com o iWatch, o relógio inteligente que a empresa está desenvolvendo.

Katy também lembra que, quando o iPhone 5 foi lançado, a Apple pagou 2 bilhões de dólares em dividendos e não fez recompra de ações.

Segundo o Morgan Stanley, a expectativa para este ano fiscal é de um pagamento de dividendos da ordem de 11 bilhões de dólares, além da recompra de 30 bilhões de dólares em ações.

Se o Twitter não parar de suspender os perfis associados ao grupo extremista, EI alerta que irá trazer a batalha virtual contra a rede social para o mundo real


Gabriela Ruic, de

REUTERS/Stringer

Militantes do Estado Islâmico: série de tuítes publicados no inicio da semana por perfil associado ao grupo ameaçava funcionários do Twitter

          As próximas vítimas dos extremistas do Estado Islâmico (EI) podem não ser reféns do grupo, mas funcionários do Twitter. De acordo com informações do site The Vocativ, um perfil associado ao EI publicou uma série de tuítes nos quais incentivava que “lobos solitários” atacassem funcionários da rede social de microblogs em São Francisco (EUA) e na Europa.

A razão para a ameaça está na forma rígida com a qual o Twitter vem tentando silenciar perfis relacionados ao grupo extremista. Segundo o jornal The Daily News, dezenas de contas na rede social já foram suspensas por conta de publicações que divulgavam ações do EI.

Conforme o The Vocativ, o perfil que publicou as mensagens, @dawlamoon, pertenceria a um pequeno grupo baseado em Jerusalém que já havia se manifestado como apoiador do EI. A conta, que tinha três mil seguidores, foi suspensa na manhã desta segunda-feira.

“A administração do Twitter deve ter em mente que, se eles não pararem a sua campanha no mundo virtual, iremos levar a guerra para o mundo real”, dizia um dos tuítes.

Um porta-voz da rede social, em entrevista ao site Mashable, contou que, por conta das intimidações, uma investigação interna foi aberta “com o auxílio de autoridades legais”. A rede social, contudo, não revelou se aumentou a segurança em seus escritórios por conta das ameaças.

Twitter x EI

Uma análise feita pela empresa Research Future mostrou que o Twitter enfrenta dificuldades em acompanhar a quantidade de perfis associados ao Estado Islâmico que surgem todos os dias. Até o dia 3 de setembro, quando o grupo degolou outro jornalista americano, Steven Sotloff, 27 mil contas que publicavam conteúdo favorável ao EI encontravam-se ativas.

A probabilidade de que até o fim do ano ocorra o fenômeno meteorológico diminuiu desde junho



Eitan Abramovich/AFP

Seca provocada pelo El Niño na Colômbia: El Niño provoca secas e inundações


Genebra - A probabilidade de que até o fim do ano ocorra o fenômeno meteorológico "El Niño", que provoca secas e inundações, diminuiu desde junho, anunciou nesta segunda-feira a Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência da ONU baseada em Genebra.

Esta probabilidade e de 55-60% entre setembro e novembro e de 70% para o período entre novembro e fevereiro, segundo a OMM.

Em junho, a organização avaliou a possibilidade entre 75% e 80% para o período outubro-dezembro.

"As anomalias de temperatura nos oceanos ao longo da linha do Equador diminuíram nos últimos dois meses", o que explica estes novos dados, segundo um boletim da OMM.

O "El Niño" tem um grande impacto no clima mundial, lembra a OMM.

Este fenômeno, consequência do aumento da temperatura do oceano Pacífico, ocorre, segundo esta organização, com uma frequência de entre dois e sete anos. O último episódio remonta a 2009-2010.

Uma conferencia sobre o "El Niño" será realizada em novembro em Guayaquil (Equador), co-patrocinada pela OMM.

As mudanças climáticas, ao contribuir para o aumento da temperatura nos oceanos, afetam a intensidade e a frequência do "El Niño".

O grupo francês Carmat realizou o segundo implante de um coração artificial, confirmando informações da semana passada



Franck Fife/AFP

Coração artificial: a primeira operação deste tipo ocorreu em 2013 em Paris


Paris - O grupo francês Carmat anunciou nesta segunda-feira o implante em um paciente de um coração artificial, o segundo realizado na França, confirmando informações da imprensa na semana passada.

Segundo os meios de comunicação, cirurgiões franceses realizaram o implante de um coração artificial Carmat, uma bioprótese de alta tecnologia, em um paciente da cidade de Nantes (oeste).

Uma primeira operação similar ocorreu no fim de 2013 em Paris.

"Carmat (...) confirma hoje ter realizado a metade do teste de factibilidade de sua bioprótese cardíaca", indica o grupo em um comunicado, sem fornecer mais informações sobre o implante.

"Os critérios de êxito supõem - entre outros - a sobrevivência 30 dias depois do implante e a recuperação funcional de órgãos vitais", acrescenta.

O Carmat indica que dois novos pacientes serão selecionados para futuros testes.

A primeira operação deste tipo ocorreu no dia 18 de dezembro de 2013 em um hospital de Paris.

O paciente, Claude Dany, um homem de 76 anos que sofria de uma grave insuficiência cardíaca, faleceu 75 dias depois da operação devido a uma falha técnica da prótese.

Segundo o jornal Libération, esta segunda operação foi realizada pela equipe do professor Daniel Duveau, que participou da primeira cirurgia.

Segundo livro, identidade do assassino teria sido identificada a partir de material genético presente em um xale de uma de suas vítimas

Hannah Murphy, da

Hulton Archive/Getty Images

Ilustração de 1888 mostra a polícia descobrindo um dos corpos das vítimas de Jack, o estripador, em Londres


Londres - Jack, o estripador, um assassino em série que aterrorizou Londres nos anos 1880, foi finalmente identificado a partir de material genético presente em um xale ensanguentado de uma de suas vítimas, de acordo com um novo livro.

O autor Russell Edwards identifica o imigrante polonês Adam Kosminski, de 23 anos, como o célebre serial-killer, acusado dos violentos assassinatos de pelo menos cinco mulheres em 1888.

Em seu livro "Naming Jack the Ripper", que será lançado na terça-feira, um empresário do norte de Londres, liga Kosminski aos crimes através do DNA encontrado em um xale apreendido por um policial na cena do crime do quarto assassinato cometido por Jack, o de Catherine Eddowes.

O xale, que nunca foi lavado e foi mantido em segurança por descendentes do policial, foi comprado por Edwards em um leilão em 2007.

Com a ajuda de especialistas em genealogia que encontraram os descendentes de Eddowes e Kosminksi e auxiliados pela atual tecnologia de reconhecimento por DNA, Edwards afirma ter sido possível confirmar a autenticidade do xale e atribuir os assassinatos a Kosminski.

Jack, o estripador, ganhou fama com uma série de assassinatos na região leste de Londres no final do século XIX. Seus alvos eram prostitutas do então empobrecido distrito de Whitechapel.

De acordo com o livro, Kosminski, que havia imigrado com sua família da Polônia para a região leste de Londres antes dos assassinatos, era conhecido pela polícia como um potencial suspeito.

Ele foi internado em um manicômio em 1891 e morreu devido a uma gangrena posteriormente. A teoria de Edwards é a mais recente tentativa de descobrir a identidade do assassino cuja história deu origem a uma série de livros e filmes e que continua fascinando interessados até hoje.

Em 2002, a autora de romances policiais Patricia Cornwell pensou ter descoberto o DNA de Jack, o estripador, ligando-o ao artista britânico Walter Sickert, que gostava de pintar cenas mórbidas, algumas com cenas de violência contra mulheres.

DHIEGO MAIA



Três adolescentes de Bertioga, no litoral norte de São Paulo (103 km da capital), estão internadas em um hospital de Santos por suspeita de reações provocadas pela vacina contra o HPV (papilomavírus humano).

A vacina, administrada a adolescentes entre 11 e 13 anos, protege contra lesões do colo de útero que podem se desenvolver e virar câncer.

As meninas receberam a vacina entre quarta (3) e quinta-feira (4) na Escola Estadual William Aureli. Depois, elas relataram ter sentido dor de cabeça, vermelhidão no corpo e perda de sensibilidade nas pernas.

"A reação é de 15 em 15 minutos. A minha filha não está conseguindo andar, não sente os movimentos e nem um 'beliscão' nas pernas. Mas algumas vezes melhora", diz a diarista Fabíola de Freitas, 34, sobre a filha, Mariana, 12.

Assim que tomou a segunda dose da vacina, a menina desmaiou a caminho de casa e desde então está hospitalizada.

A diarista afirmou à Folha que registrou um Boletim de Ocorrência em uma delegacia de Bertioga e acionará a Justiça para reparar os danos causados à filha.

Outra adolescente que sofreu uma reação adversa após tomar a vacina é Natália, de 13 anos.

"Ela não anda direito desde sábado (6). Não tem forças para ficar em pé e nem caminhar", afirma a mãe, Darci dos Santos.

A terceira adolescente, segundo a Folha apurou, é a única que consegue andar.

As três menores não têm previsão de alta hospitalar porque ainda não se sabe o fator que provocado a perda momentânea dos movimentos.

Outras oito adolescentes que receberam a vacina na mesma escola de Bertioga também relataram esses sintomas. Elas foram internadas no pronto-socorro da cidade, mas já receberam alta.

EFEITOS ADVERSOS

A Prefeitura de Bertioga afirmou que ainda não é possível associar os sintomas relatados à imunização.

"O lote com as doses que foram administradas nas adolescentes estava com prazo de validade em dia e era mantido em refrigeração", afirmou a assessoria.

Renato Kfouri, presidente da Associação Brasileira de Imunizações, também diz que não é possível estabelecer relação de causa e efeito entre a vacina e a perda de sensibilidade nas pernas.

De acordo com a bula da vacina, efeitos adversos relacionados à vacina foram relatadas por 1% dos indivíduos participantes de estudos. Os mais comuns são dor e inchaço no local da aplicação e febre.

Doenças como síndrome de Guillain-Barré (que pode provocar alterações de sensibilidade e paralisias) e falência ovariana, além de sintomas como convulsões e desmaios também já foram associados à vacina, mas esta relação ainda não foi demonstrada em grandes estudos.

Um relatório recente sobre o perfil de segurança da vacina nos EUA, onde ela foi aplicada em 67 milhões de pessoas desde 2009, concluiu que efeitos adversos ocorreram em 0,03% da população.

"Nos casos de Bertioga, há uma relação temporal entre a vacina e as reações,mas isso não é suficiente para afirmar que a vacina causou esses problemas", diz Gustavo Gusso, diretor clínico da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade.

Ele lembra, porém, que a vacina é um produto novo e podem ocorrer reações desconhecidas ou imprevisíveis.

"Pode ter sido um erro de aplicação, um problema com o lote ou até mesmo um relato coletivo de pessoas impressionadas com a vacina", afirma Kfouri. "É preciso avaliar todas as possibilidades."

INVESTIGAÇÃO

Diretora de imunização da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Helena Fato classificou os casos como "isolados".

Segundo ela, 320 mil vacinas do mesmo lote que as adolescentes de Bertioga tomaram foram distribuídas para outras localidades do Estado, sem nenhuma anormalidade registrada. A vacinação não será suspensa.

"O problema não é do lote [de vacinas]. Se tivesse sido, haveria uma repetição de reações em outros pontos do Estado", lembra.

A diretora ainda afirmou que uma comissão de especialistas acompanha o quadro de saúde das adolescentes internadas e que a condição clínica delas não pode ser classificada como grave porque "a perda dos movimentos não é constante e nenhuma das adolescentes está na UTI".

A Prefeitura de Bertioga deverá instaurar uma sindicância para apurar o caso.

"Nós finalmente estabelecemos os contornos que definem o superaglomerado que podemos chamar de lar", disse o pesquisador e astrônomo R. Brent Tully

A via láctea sobre os pináculos na austrália, por Michael Goh

Via Láctea ('Milky Way"): ela fica na borda do superaglomerado de galáxias Laniakea 

A Via Láctea faz parte de algo maior. Muito maior.

Usando o telescópio Green Bank da agência americana National Science Foundation's, uma equipe de astrônomos identificou um superconglomerado de galáxias, do qual faz parte o nosso próprio "endereço" no universo. 

Eles batizaram esse gigantesco conjunto de Laniakea - que, em idioma havaiano, significa "imenso céu". 

Essa descoberta, que enriquece os conhecimentos científicos acerca da nossa vizinhança espacial, além de reconhecer ligações entre grupos de galáxias já identificadas anteriormente, é tema da reportagem de capa desta quinta-feira, 04, da revista científica Nature. 

"Nós finalmente estabelecemos os contornos que definem o superaglomerado que podemos chamar de lar", disse o pesquisador R. Brent Tully, astrônomo da Universidade do Havaí, à publicação especializada. 

"Não é diferente de descobrir pela primeira vez que sua cidade natal é, na verdade, parte de um país muito maior que faz fronteira com outros países", comparou. 

A Via Láctea fica na borda do superaglomerado Laniakea - um conjunto que tem 500 milhões de anos-luz de diâmetro e massa de 100 milhões de bilhões de sóis. 

No total, 100 mil galáxias fazem parte dessa estrutura. De acordo com os cientistas, todas as galáxias de um mesmo superaglomerado são interligadas entre si por uma rede de filamentos. 

Esse trabalho de cartografia cósmica só foi possível porque a equipe de astrônomos mapeou, usando o Green Bank e outros radiotelescópios, as velocidades da galáxias. 

Com isso, os cientistas conseguirem definir a região do espaço ocupada pelo superaglomerado.

A galeria, que fica na cidade de São Petersburgo, explicou que as fotografias serão expostas sem alteração na mostra Não Delete, parte da campanha Fear Google



Tullio M. Puglia/Getty Images

Jennifer Lawrence: a exposição reúne imagens encontradas no Google e mostram celebridades em seus momentos mais vulneráveis e privados, invadidos por hackers ou paparazzis


Miami - A Galeria de Arte Contemporânea Cory Allen, na Flórida, anunciou nesta quinta-feira que exibirá as fotografias que vazaram recentemente de atrizes como Jennifer Lawrence e Kate Upton nuas.

A galeria, que fica na cidade de São Petersburgo, explicou em comunicado de imprensa que as fotografias serão expostas sem alteração alguma na mostra "Não Delete", que faz parte da campanha "Fear Google", do artista XVALA.

A mostra reúne sete anos de compilação de imagens encontradas no Google pelo artista. "Elas mostram celebridades em seus momentos mais vulneráveis e privados que foram roubados por hackers ou paparazzis", explicou XVALA.

"Compartilhamos nossos segredos com a tecnologia, e quando fazemos isso nossa privacidade se torna acessível aos outros", disse sobre a exposição.

A mostra, segundo o porta-voz da galeria, "busca gerar um debate sobre a privacidade na era digital".

XVALA afirmou no comunicado que "na cultura atual, todo mundo quer saber tudo sobre todos. A privacidade de uma pessoa se transformou em um assunto de todos os demais".

"O comentário por trás deste espetáculo é um reflexo do que somos hoje", disse Allen.

A exposição, que estará aberta a partir de 30 de outubro, incluirá imagens de Scarlett Johanson nua e Britney Spears careca. As imagens já fizeram parte da exposição "Fear Google" de 2011.

Há poucos dias, as redes sociais viveram um autêntico rebuliço após o vazamento na internet de fotos privadas, hackeadas da nuvem, de famosas nuas ou em poses sensuais.

A lista de famosas que teria sofrido este ataque virtual inclui, além de Jennifer Lawrence e Kate Upton, Ariana Grande, Rihanna, Victoria Justice, Kim Kardashian, Lea Michelle, Mary Kate Olsen e Kirsten Dunst.

Buscador concordou em reembolsar pais pelo valor gasto por seus filhos enquanto jogavam em dispositivos móveis



Getty Images

Criança joga em smartphone: acordo do Google foi similar ao estabelecido com a Apple em janeiro


              O Google concordou em reembolsar pelo menos 19 milhões de dólares a pais para compras feitas por seus filhos enquanto jogavam em dispositivos móveis, em acordo firmado para resolver acusações de que esse serviço foi cobrado de forma injusta.

Por vezes, crianças colocam centenas de dólares na conta de cartão de crédito de seus pais sem permissão, informou a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês), ao anunciar o acordo nesta quinta-feira.

O acordo foi similar ao de 32,5 milhões de dólares estabelecido com a Apple em janeiro.

A FTC afirmou que a gigante da internet concordou também em modificar a política de cobrança para assegurar que os pais saibam, e concordem, das compras feitas por seus filhos.

Em março, o Google disse ter implementado mudanças que deixavam claro quando dinheiro real - ao contrário do virtual- era gasto e acrescentou permitir que o usuário optasse por ter de colocar uma senha a cada compra, como forma de afastar cobranças indevidas por parte de crianças.

Cortes exclusivos do gado Shorthorn serão servidos nas unidades do Pobre Juan até o dia 14 de setembro


Luciana Carvalho, de

Luciana Carvalho / EXAME.com

Shoulder Steak: servido com legumes grelhados na parrilla e salsa com ervas frescas

        Com uma carne muito macia e marmorizada, o gado Shorthorn é muito popular fora do Brasil, porém é raro por aqui. Se depender do restaurante Pobre Juan, não será preciso viajar para experimentar essa iguaria gastronômica.

Top Sirloin, do restaurante Pobre Juan
Top Sirloin: carne levemente grelhada acompanhada de purê de cenoura aromatizado com jamin e farofa de pistache 

Desta sexta-feira até o dia 14 de setembro, a casa especializada em carnes premium oferece cortes exclusivos dessa espécie em todas as unidades do Brasil (São Paulo, Brasília, Curitiba, Alphaville, Campinas, Recife, Rio de Janeiro e Salvador). Para garantir a experiência, é preciso fazer reserva, para o almoço ou para o jantar.

Bife de Chorizo, do Pobre Juan
Bife de Chorizo: servido com mousseline de batata e jus de rôti

De origem britânica, a raça Shorthorn está mais adaptada a climas temperados e é bem presente em países como Inglaterra, Estados Unidos, Uruguai, Argentina e Canadá. No Brasil, somente as regiões mais frias permitem uma boa criação desse tipo de gado de corte, devido à sua intolerância ao clima tropical.

Gado Shorthorn
O gado Shorthorn não é comum no Brasil devido ao clima tropical, ao qual os animais não se adaptaram bem

Para servir o público carnívoro, o Pobre Juan separou 50 animais jovens criados soltos e ao ar livre nas pastagens nativas do Rio Grande do Sul. Os bois, então, foram levados a São Paulo, para receber uma dieta especial por 130 dias e, depois, a carte passou por processo de maturação de 21 dias.

Os cortes feitos com exclusividade para o restaurante são o Ojo Prime (420g – R$91,40) e o Pobre Juan (Corte especial de bife ancho, muito macio e marmorizado - 330g – R$ 87,90).

Outros pratos de Shorthorn são o Chorizo (300g – R$ 69,40), com opção de harmonização com vinho indicado pelo sommelier da casa, com o acréscimo de R$ 16,50 (a taça), o Porterhouse (900g – R$ 149,90, para compartilhar – especial do contrafilé e filé mignon separados por osso), o Ancho (380g – R$ 78,90), o Shoulder (380g – R$ 67,40), o Bife de Tira (350g – R$ 90,40), o Vacio (300g – R$ 71,90) e o Top Sirloin (350g – R$68,40).

$ok={Aceitar!} $days={7}

O "Minha Cidade em Foco" usa cookies para melhorar sua experiência. Saber mais

MKRdezign

{facebook#http://www.facebook.com/MundoMS} {twitter#http://twitter.com/MundoMSOficial} {google-plus#http://plus.google.com/+MundoMSOficial} {pinterest#http://br.pinterest.com/MundoMS/} {youtube#http://www.youtube.com/c/MundoMSOficial} {instagram#http://www.instagram.com/mundomsoficial}

Fale com o Mundo MS

الاسم

بريد إلكتروني *

رسالة *

يتم التشغيل بواسطة Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget