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Doodle feito pelo Google para homenagear Cora Coralina (Foto: Divulgação/Google)

O gigante das buscas costuma usar o buscador para homenagear pessoas, datas ou momentos importantes. A lembrança em sua página principal é feita por meio de Doodles, que são modificações animadas de sua marca. A divulgação é massiva, visto que o Doodle aparece no google.com.br, no Google App para Android e iPhone, na aba inicial do navegador Chrome para PC e até mesmo no teclado virtual Gboard, compatível com celulares.

O Google aproveita a visibilidade de sua presença na web para homenagear pessoas, datas especiais ou grandes conquistas; como: Dia dos pais, Machado de Assis ou Carmen Miranda. As homenagens são feitas por meio de Doodles, que deixam a logo animada e personalizada com o tema.

Quem é Cora Coralina?

A escolha da vez foi Cora Coralina, pseudônimo de Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, que hoje, 20 de agosto de 2017 estaria completando 128 anos. Cora nasceu no interior de Goiás, em 1889 e apesar de ser considerada uma das maiores escritoras do país, seu primeiro livro só foi publicado quando ela tinha 76 anos da idade.

Escritora Cora Coralina aparece em destaque no Google App e no Gboard, teclado virtual do Google (Foto: Reprodução / TechTudo)

A poetisa tinha uma vida rural simples, doceira de profissão, costumava escrever poesias sobre amor e gentileza de uma forma sutil, um reflexo da vida que tinha. O fato do início da "carreira" de Cora ter começado tão tarde, deve-se ao fato de que a poetisa relata ter passado: uma transformação chamada "Perda do medo", aos 50 anos de idade, onde deixou o nome de batismo e passou a ser chamada de Cora Coralina.

O Doodle de homenagem mostra uma senhora já com uma certa idade escrevendo um livro -fazendo referencia a idade que Cora lançou sua primeira obra- em um ambiente simples e rural, como era a vida que Cora Carolina levava em Goiás. A semeadura, o florescer e a colheita na palavra "Google" faz referência a um poema dela que diz "O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher".

Anna, que escolheu o nome Cora Coralina para publicar seus livros, morreu aos 95 anos em Goiânia e teve nove livros publicados:

“Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais” – Poesia de 1965
“Meu Livro de Cordel” – Poesia de 1976
“Vintém de Cobre - Meias confissões de Aninha” Poesia de 1983
“Estórias da Casa Velha da Ponte” – Contos de 1985
“Meninos Verdes” – Infantil de 1986 (póstumo)
“Tesouro da Casa Velha” – Poesia de 1996 (póstumo)
“A Moeda de Ouro que o Pato Engoliu” – Infantil de 1999 (póstumo)
“Vila Boa de Goiás” – Poesia de 2001 (póstumo)
“O Prato Azul-Pombinho” – Infantil de 2002 (póstumo)

© Reprodução

Independente de todos os perrengues que passamos na Terra, o universo continua repleto de beleza. Júpiter talvez seja a coisa mais bonita de todo o nosso sistema solar, e ele não tem vergonha de se mostrar. Gerald Eichstädt and Seán Doran, cidadãos cientistas/estrelas da Juno Cam, produziram uma das mais incríveis imagens de Júpiter que já vimos.

De acordo com a NASA, a foto foi capturada originalmente em 10 de julho de 2017, enquanto a sonda Juno orbitava o planeta pela sétima vez. A cerca de 16.535 km acima de Júpiter, a sonda registrou um grande foco vermelho e faixas multicoloridas.

Até a própria sonda Juno ficou impressionada pela foto:

Jupiter Side Eye 👀 See the Great Red Spot from a new point of view in this striking Jovian vista https://t.co/CTa9TS3h7J #citizenscience pic.twitter.com/Fx2O4oXwme
Continue a brilhar, Júpiter, sua bela e misteriosa bola de redemoinhos coloridos. Você pode ver toda a galeria de imagens em alta resolução da JunoCam aqui.ão da JunoCam aqui.

Rae Paoletta

Hong Kong tem uma população de cerca de 7,5 milhões de pessoas, e muito pouco espaço para acomodar tanta gente, e se tornou um dos lugares menos habitáveis do mundo. 


Essa situação levou à criação de "cubículos/caixão" que é considerado algo muito comum lá. 

As Nações Unidas condenaram estes gaiola/apartamentos do pesadelo, porque elas são "um insulto à dignidade humana", mas de acordo com a Sociedade de Organização Comunitária, para cerca de 200.000 pessoas este ainda é a única alternativa.

"Naquele dia, cheguei em casa e chorei", disse Benny Lam a National Geographic, descrevendo sua experiência fotografando as condições de vida semelhantes. Com sua coleção de fotos intitulada "Trapped" Lam pretende divulgar estas habitações sufocantes que não pertencem às luzes de néon glamourosas de Hong Kong.

"Você pode se perguntar por que devemos nos preocupar? já que essas pessoas não faz parte de nossas vidas", escreveu Lam em sua página no Facebook. "Essas são exatamente as pessoas que você encontrar todos os dias: são os garçons que lhe servem a comida em restaurantes, guardas de segurança em shoppings ou varredores de rua ou despachantes que você encontra na rua, A única diferença entre nós e eles esta em casa. Esta é uma questão de dignidade humana ".

"Cozinhar, dormir... todas as atividades ocorrem nestes pequenos espaços", disse Lam. Para criar estes "cubículos/caixão", geralmente um apartamento é ilegalmente dividido em 15 "apartamentos" de 12 metros quadrados. Como exemplo, Wong Tat-ming, de 63 anos, vive com a ajuda do governo, depois de sofrer de esclerose na perna esquerda, tornando-o incapaz de dirigir um táxi, como de costume, e agora tem que viver neste moradia de 18 metros quadrados que custa US$ 307 ($ 2.400 Hong Kong) por mês.









Mais informações: Facebook (h/t: nationalgeographic)


Se Supõe que a maquiagem seja utilizada para melhorar um pouco a nossa aparência, mas algumas pessoas têm encontrado o seu verdadeiro potencial. 

Mimi Choi de Vancouver, no Canadá é uma delas. Ela tem 31 anos e cria intensas ilusões ópticas hiper-realistas, e suas incríveis obras já conseguiram mais de 274.000 seguidores no Instagram.

Antes de descobrir a arte da maquiagem, Mimi era uma professora, e trabalhou 3 anos na pré-escola. "Eu senti que algo suprimia a minha criatividade. Ela gostava de ensinar, mas não estava completamente feliz", diz ela. "Eu precisava de um novo desafio." Depois de deixar a escola, ela começou usar seus pincéis de maquiagem em casa.

 "Eu sempre fui artística e antes eu fazia maquiagens para noivas, que gosto muito. Mas eu nunca tinha feito as coisas loucas que eu faço agora." diz a artista, Ter feito curso em uma escola de beleza ajudou muito Mimi a alcançar novos níveis de habilidade. Mas tudo decolou com a chegada do Dia das Bruxas. "Eu queria fazer algo diferente para aquele dia, então eu fui no Instagram e vi uma foto de uma mulher cujo rosto parecia estar em frangalhos."

"Eu nunca tinha experimentado este tipo de maquiagem em mim, mas eu tenho meus delineadores preto e branco e eu tentei." E o resto é história.

 Mimi cria suas obras incríveis com uma grande compreensão da perspectiva, a criação de 3 dimensões em uma superfície plana. Manipula a maquiagem como os artistas manipulam sua pintura, ela costuma colocar sombras em seu corpo para dar sensação de profundeza em sua pele.

















































































Mais informações em: Instagram (via: mmm)

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