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O fotógrafo Johnny Miller, da Cidade do Cabo, usou um drone para realizar seu novo projeto "Cenas desiguais", que mostra a desigualdade na África do Sul.

 "Discordâncias sobre como as pessoas vivem muitas vezes são difíceis de ver do chão. A beleza de ser capaz de voar é ver as coisas de outra perspectiva, como elas realmente são. Olhando diretamente para baixo de uma altura de várias centenas de metros faz cenas incríveis surgirem e mostrarem a desigualdade", escreveu Miller.

 Ele explica que algumas comunidades já foram "projetadas com uma separação em mente", enquanto outras cresceram "mais ou menos organicamente." Este é o resultado das políticas de apartheid, quando a segregação racial era a lei. Embora essas políticas foram retiradas há 22 anos, na verdade, "muitas dessas barreiras e desigualdades que geraram, ainda existem."










Mais informações: unequalscenes.com | Facebook | Twitter (via: demilked)

O nome do artista é Alexis, ele tem 18 anos e vive em Paris, onde pratica essa. revela que ama a arte e o desenho, e só recentemente começou a trabalhar digitalmente para melhorar a qualidade do seu trabalho.

 Normalmente ele passa 3 ou 4 horas com uma de suas criações dupla exposição. Adora criar obras de arte únicas, com muitos detalhes. Ele também tentou variar de tudo nas imagem (natureza, cidade, paisagens, etc ...) é muito difícil de obter o melhor resultado para poder trabalhar.

 Ele conta que pode passar uma hora assistindo a sua obra completa para se certificar de que não há erros. Quando ele começar uma de suas criações, sempre diz a si mesmo: "Não faça como os outros, faça algo diferente, faça algo que ninguém jamais viu", Arte moderna quando bem feita enche os olhos de quem admira.


















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Mais informações: Instagram

Reprodução
Projeto de Rodovia tem ambição de ser a maior do mundo

Diego Dias, da Quatro Rodas

Já pensou numa rodovia que pudesse ligar a Europa aos Estados Unidos? Alguém teve essa ideia maluca e publicou o projeto: é a “Trans-Eurasian Belt Development" (TEPR).

Caso a mega rodovia saia do papel, terá 20.147 quilômetros de extensão, ganhando o título de pista mais longa do mundo. Passará pela América do Norte e Ásia, com destino final na Europa.

Depois de adentrar o Alasca é que o projeto fica mais complexo, pois precisariam ser construídos pelo menos 836 quilômetros de estradas para atender o estado, já que na parte mais ocidental do Alasca não há nenhuma via, apenas um território inóspito e muitas montanhas.

Não há detalhes da parte que ligaria o Alasca à Rússia, se seria uma ponte ou um túnel, mas sabe-se que teria 88,5 quilômetros de extensão - distância que levaria uma hora para ser atravessada.

A aventura não termina por aí já que, chegando na Rússia - o maior país do mundo - há mais 9.977 quilômetros de estrada pela frente. Nesse trajeto a Trans-Eurasian Belt Development passaria por diversas cidades da Rússia, incluindo sua capital Moscou.

Próximo do destino final, o percurso continua pela Europa que soma 2.414 quilômetros, atravessando Belarus, Polônia, Alemanha, Holanda, Bélgica, França, chegando à Londres (Inglaterra). Isso dá o total de 20.147 quilômetros, muito combustível, paisagens variadas e exuberantes.

O projeto da mega rodovia Trans-Eurasian Belt Development pode passar por mudanças antes de sair do papel, o que inclui o seu orçamento que custará pelos menos alguns trilhões de dólares.

O frio nas relações entre americanos e russos também atrapalha a complexa ligação entre o território dos dois países. No entanto a Rússia espera que, apesar do alto valor investido, a mega rodovia poderia gerar lucro. E facilitaria muito a experiência de viajar de carro pelo mundo.


Susana Bates/AFP
Google: Google aumentou em 32% seu valor em relação à lista de 2015, enquanto a Apple retrocedeu 8%

Da EFE


 O Google superou a Apple na lista das marcas mais valiosas do mundo que foi publicada nesta terça-feira (data local) pela empresa de consultoria Millward Brown, ao alcançar um valor de US$ 229,198 bilhões.

O Google aumentou em 32% seu valor em relação à lista de 2015, enquanto a Apple retrocedeu 8%, para US$ 228,460 bilhões, e caiu para a segunda colocação.

"A inovação contínua, o aumento das receitas procedentes da publicidade e o crescimento do negócio na nuvem contribuíram para que o Google substitua a Apple no posto número um", afirmou em comunicado a empresa de consultoria, filial da empresa de publicidade WPP.

A Millward Brown publica desde 2006 a chamada lista BrandZ, na qual a Microsoft voltou a ficar com a terceira posição (US$ 121,824 bilhões), e a companhia de telecomunicações AT&T com a quarta (US$ 107,387 bilhões).

A Millward Brown considera que foi um ano "estável para a marcas mais potentes do mundo", dadas as "pressões econômicas mundiais", como a desaceleração da China.

A empresa de consultoria ressalta que as marcas que mais inovaram e souberam "mostrar suas inovações aos consumidores" foram Google, Amazon - na sétima posição, com um valor de US$ 98,988 bilhões - e Facebook - em quinto, avaliado em US$ 102,551 bilhões.

"As marcas que mais crescem, independentemente do setor ao qual pertençam, são as que propõem desafios e que adotam modelos e mentalidades transgressoras", expressou em comunicado o diretor da empresa de consultoria, David Roth.

"São marcas que estão fazendo cambalear os alicerces de outras categorias com inovações que vão além de produtos e tecnologias novas, por exemplo transformando a forma como se presta um serviço, melhorando a experiência do consumidor ou mudando o formato", acrescentou Roth. 

Reprodução Poppits
Pasta de dente Poppits: cápsula é feita de uma película comestível de celulose que derrete na boca.

Já pensou em quantos tubos de pasta de dente você joga fora todos os anos? Se multiplicar pela população mundial, são toneladas de resíduos plásticos.

Pensando nisso, a startup Poppits criou uma pasta de dente em cápsula que, além de ajudar o Planeta, também promete pôr um ponto final na "guerra do aperta" no tubo (aperta na ponta ou no meio?), que incomoda muita gente.

A cápsula é feita de uma película comestível de celulose, um polissacarídeo de origem vegetal, que derrete na boca ao primeiro contato.

Segundo seus criadores, a quantidade atende ao recomendado pelos dentistas, evitando, assim, o desperdício.

Para ganhar as vias comerciais, o projeto busca apoio no site de financiamento coletivo Kickstarter.


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