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Faces selvagens é uma nova série de fotos mostrando seres humanos em seu lado animal.

O projeto foi inspirado por animais em cativeiro, presos em suas jaulas no zoológico, como resultado da angústia mental de ficarem presos por longos períodos de tempo nas jaulas. 

"Eu sempre fui perturbado com o quão silencioso majestosos animais selvagens devem se sentir ao viver em um jardim zoológico, longe de qualquer habitat natural que emula seus ambientes nativos" diz o artista.

Os Estados Unidos possui tanta terra, o suficiente para fornecer ambientes mais propícios ao animais, onde não haveria cercas por dezenas de milhas. Talvez esta serie de fotos abra os olhos daqueles que não percebem o quão primitivo a vida de um animal selvagem em cativeiro realmente é.













Mais informações: Kickstarter | Instagram | Facebook

Quando Prince lançou seu primeiro álbum de estúdio em 1978, poucas pessoas poderiam imaginar que era o início de uma discografia que durou quase 40 anos e alcançou 50 discos.

No entanto, em 1977, um ano antes do jovem músico se tornar uma estrela, Prince era um jovem tímido de 19 anos que foi chamado de Prince Roger Nelson não mais.

Mas como você pode ver nessas fotos curiosas tiradas em frente da loja de música Schmitt loja de música antiga e sede em Minneapolis, embora o artista mudou muito ao longo dos anos, algo permaneceu constante: a sua elegância.

Estas fotos foram tiradas pelo fotógrafo Robert Whitman, e alguns acabaram usando pela primeiro dossiê de imprensa de Prince. Ele explicou em Wenn: "Eu não sabia nada sobre isso, era tímido e eu estava nervoso. Eu não tinha idéia do que estava fazendo, eu o fiz se ajoelhar ao lado de móveis horríveis e fazer bolhas. Eu estava tentando tudo o que eu poderia pensar. "Mas Whitman lembrou:" Eu sabia que eu ia fazer algo grande quando eu toquei seu tema Soft & Wet em seu estúdio. Eu tive arrepios. "






Mais informações: Robert Whitman (via: Wenn)

Likoper/Thinkstock
"Ao impor o limite de dados, elas querem tirar algumas pessoas da internet, que não vão conseguir pagar”, diz especialista


A oferta de pacotes de internet fixa com franquia de dados poderá encarecer o serviço e limitar o acesso dos usuários no país. Segundo o especialista em propriedade intelectual e direito digital Maurício Brum Esteves, as operadoras querem impor limites de navegação porque precisam reduzir o uso da internet no Brasil.

“Elas constataram que as pessoas têm utilizado mais a internet, que está ficando sobrecarregada. Ao impor o limite de dados, elas querem literalmente tirar algumas pessoas da internet, que são aquelas pessoas que não vão conseguir pagar.”

Para Esteves, a necessidade de estabelecer limites de navegação para os usuários é resultado da falta de investimentos no setor. “Na medida em que não se investe e as pessoas demandam mais, é natural que a banda fique sobrecarregada e é natural que se precise impor um controle”.

Na última semana, o debate sobre a possibilidade de as operadoras de telecomunicações passarem a oferecer internet fixa com limite de dados para navegação ganhou força entre os consumidores, especialmente nas redes sociais.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) entende que as empresas não são proibidas de estabelecer limites para a navegação, mas proibiu ontem (22) as operadoras de oferecer planos com franquia, por tempo indeterminado, até que a questão seja analisada “com base nas manifestações recebidas pelo órgão”.

Esteves avalia que a limitação de dados não seria problema se o consumidor tivesse a opção de contratar uma quantidade grande de dados por um valor razoável. Mas, na opinião do especialista, a franquia oferecida pelas operadoras será “irrisória e caríssima”.

“O problema é que a limitação de dados vai acabar sendo cara e vai ser uma forma de limitar os consumidores”, acrescentou.

O professor Marco Aurélio Campos Paiva, que dá aulas de telecomunicações e redes no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás, considera que a adoção de franquias para a internet fixa é um retrocesso, principalmente porque vai estabelecer uma limitação digital para os usuários.

“Caso seja adotado pelas empresas, será um grande prejuízo não só pela questão financeira para o usuário, como na própria tecnologia, porque vamos ficar limitados digitalmente”, avaliou.

Outra consequência, segundo Paiva, será a limitação de acesso de estudantes a cursos de ensino a distância, que dependem da internet. “Para o aluno pode ser um fator limitante, ele precisa fazer as aulas online, precisa fazer download de arquivos, exercícios. Vai aumentar o seu consumo, e dependendo da banda que ele tenha, o pacote será gasto muito rapidamente”, destacou.

Para o professor, as empresas pretendem adotar a franquia de dados por causa da falta de infraestrutura de telecomunicações adequada no Brasil. “Nossa estrutura de telecomunicações ainda é muito limitada, as operadoras investiram pouco. Se tivéssemos toda uma infraestrutura de telecomunicações melhor, ou seja, fibra óptica cortando o país de Norte a Sul, Leste a Oeste, não teríamos essa limitação”, analisou.

Já o presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude, diz que a oferta de pacotes de internet com franquia vai possibilitar que o consumidor faça uma adequação da quantidade de dados contratada com o seu consumo. “Há quem consome muito, outros que consomem pouco. Então, está na hora de ter essa tarifação por pacotes, como vemos em vários países.”

Tude avalia que o crescimento do consumo de internet no Brasil é um dos fatores para que as operadoras adotem um novo modelo de vendas. “A banda larga fixa está virando o serviço principal das empresas e o consumo de dados está crescendo muito, com um aumento de quase 50% por ano. Então, não dá para manter o preço com esse aumento”, disse. O consultor lembra que quando o governo lançou o Plano Nacional de Banda Larga, em 2010, foi possível oferecer pacotes a preços populares porque havia uma cota de dados associada ao plano.

Em nota, a operadora Vivo, que pretende começar a oferecer pacotes com franquia, explicou que o volume de tráfego da rede cresce exponencialmente no Brasil e no mundo. “Cada byte que circula na rede consome capacidade e tem custo que compõe o valor das mensalidades dos planos praticados ao cliente, hoje aplicados de forma igual para todos, seja qual for o volume de dados consumido por mês”. A empresa nega que pretenda implantar o modelo de franquia para restringir o acesso a serviços de streaming ou de qualquer outro tipo.

Consumidores

Para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), as operadoras não apresentaram justificativas técnicas para inclusões ou reduções de franquias de dados nos novos planos. “Ao adotarem essas medidas, as operadoras elevam seus preços sem justa causa, detém vantagem excessiva nos contratos, limitam a competição e geram aumento arbitrário de lucro”, disse o pesquisador em telecomunicações do instituto, Rafael Zanatta.

A entidade ingressou com uma ação civil pública contra as operadoras Claro, Net, Oi e Telefônica. O objetivo é impedir a suspensão do serviço de internet, que, segundo o Idec, é uma importante ferramenta de acesso à informação, reconhecido como direito fundamental e essencial para o exercício da democracia e da cidadania, “não devendo, portanto, prevalecer as alterações desejadas pelas operadoras”.

Para a Proteste Associação de Consumidores, mesmo que as empresas ofereçam aos consumidores ferramentas para medir o consumo e saber quando a franquia está acabando, como determinou a Anatel, isso não é suficiente. “A questão não é o direito de ser avisado sobre a proximidade do esgotamento da franquia, o problema é adotar a franquia, que a Proteste julga indevida porque viola leis existentes”, disse a coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci.

A Proteste também entrou com uma ação judicial para impedir as operadoras de limitarem o acesso à internet por meio de franquia, tanto em celular, tablets e outros dispositivos móveis quanto em conexões fixas e lançou uma petição online contra o limite de uso de dados de internet dos serviços de banda larga fixa, que já tem mais de 150 mil assinaturas.

Uma petição online no site da Avaaz contra o limite na franquia de dados da banda larga fixa já alcançou 1,6 milhão de assinaturas e a página do Movimento Internet Sem Limites já tem mais de 460 mil seguidores em sua página do Facebook.

© Reprodução

Que tal tentar algo mais rústico nas próximas férias? Casas na árvore são a diversão de toda criança, mas podem também ser sinônimos de relaxamento para os que procuram aventura sem precisar se mexer muito.

Para quem procura se aproximar da natureza, arquitetos e designers do mundo inteiro estão apostando em construções inusitadas no topo das árvores para complementar – ou até mesmo formar – os quartos de hotéis de luxo. Em vez das paredes de madeira e da escadinha de corda para subir, essas estruturas têm múltiplos andares, piscinas e até aquecedor embutido. De encantadoras casas de carvalho no País de Gales a quartos na beira da praia na Indonésia, conheça alguns desses luxuosos quartos:Onde fica: Nova Zelândia

Kaikora
Preço da diária: US$ 285,00

Escape para a mágica Ilha do Sul, na Nova Zelândia, para encontrar uma abundância de vida selvagem e paisagens de tirar o fôlego. À beira de praias intocadas pelo homem e de picos de montanhas nevadas, o Hapuku Lodge and Treehouses tem o cenário perfeito para relaxar.

© Reprodução
BILPIN
Onde fica: Austrália
Preço da diária: US$ 374,00

Que tal ficar se hospedar nas Montanhas Azuis na Austrália? Essa casa na árvore oferece uma experiência em meio à floresta tropical localizada entre dois parques nacionais do país.

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PHUKET
Onde fica: Tailândia
Preço da diária: US$ 297,00

As vilas com piscinas privativas ficam no meio da floresta tropical da região de Kamala, na Tailândia. No resort, existem inúmeras maneiras de relaxar, como no restaurante de frutos do mar, na adega ou no spa, recebendo uma massagem ou um shiatsu.

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CREWKERNE
Onde fica: Inglaterra
Preço da diária: US$ 168,00

Em meio à região de Somerset, no sudoeste da Inglaterra, essa hospedagem aconchegante oferece uma estadia cercada de natureza, com um estilo de decoração escandinavo.

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SECLUDED INTOWN
Onde fica: Atlanta, Estados Unidos
Preço da diária: US$ 357,00

Localizada no coração de Atlanta, essas casas na árvores ficam escondidas entre o verde. A melhor sensação é acordar com o cantar dos pássaros, tudo dentro dos limites da cidade.

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CHALÉS RECANTOS DA FONTE
Onde fica: Minas Gerais, Brasil
Preço da diária: US$ 88,00

Conhecida como uma vila europeia no Brasil, Monte Verde é uma cidade com clima de montanha em Minas Gerais. O clima de alpes suíços fica ainda melhor no alto dessa casa na árvore rodeado de mata verde.

© Reprodução
CASA BARTHEL
Onde fica: Florença, Itália
Preço da diária: US$ 289,00

Essa casa de madeira faz parte da residência de um artista, com vista para a paisagem toscana a 20 minutos do Duomo e uma hora de Siena.

© Reprodução
TREE HOTEL
Onde fica: Suécia
Preço da diária: US$ 438,00

Para escapar da correria do dia a dia, esse moderno eco-hotel tem quartos de madeira de reflorestamento e uma sauna. Desenhada por alguns dos melhores arquitetos da Escandinávia, cada quarto tem uma personalidade única.

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LIVING ROOM TREEHOUSES
Onde fica: País de Gales
Preço da diária: US$ 236,00

Passeie pelos misteriosos vales desse pequeno país e se hospede nessas aconchegantes casas na árvore de carvalho.

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FUNKY GLASS HOUSE
Onde fica: Bali, Indonésia
Preço da diária: US$ 80,00

Com o oceano como cenário, essa casa na árvore fica apenas a três minutos da praia de Bali.

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ARTISTA FALECEU NESTA QUINTA-FEIRA (21)

Morreu nesta quinta-feira (21), aos 57 anos, o cantor Prince. O corpo do astro foi encontrado na casa onde morava em Minnesota, nos Estados Unidos, e agora a polícia investiga as circunstâncias e a causa da morte. Segundo o site "TMZ", o artista tratava uma forte gripe desde o início deste mês.

Relembre, nas páginas a seguir, a trajetória de Prince no mundo da música!

© Divulgação
Nascido em 7 de junho de 1958, Prince Roger Nelson tornou-se um fenômeno mundial nos anos 1980

© Twitter
Prince era filho de músicos. Seu pai usava o nome artístico de Prince Rodgers, o que inspirou seu nome de batismo

© Twitter
Seu interesse pela música surgiu junto com a irmã Tika, e no início dos anos 1970, o artista já começou a participar de bandas

© Divulgação
O músico-instrumentista despontou no mundo artístico pop com o hit "Purple Rain", lançado em 1984. A obra, aliás, é considerada até hoje como uma das maiores de todos os tempos

© Divulgação
Ícone pop, o artista 'abraçou' como sua marca registrada técnicas streaming on-line, para garantir maior liberdade artística e alcance de público

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Multifacetado, o veterano também ficou conhecido por seu jeito extravagante de se vestir e suas coreografias marcantes

© Divulgação
Suas músicas combinavam jazz, funk e disco

© Instagram
Prince também ganhou destaque com as canções "Kiss" e "Raspberry Beret"

© Instagram
O cantor ganhou sete prêmios do "Grammy" e entrou no ranking do "Rock and Roll Hall of Fame", em 2004

© Instagram
O compositor também teve destaque nos anos 1990 quando quando e escreveu a palavra "escravo" em sua bochecha para protestar contra as condições contratuais do selo da gravadora Warner

 SLIDES © Instagram
Um dos maiores hitmakers do mundo, Prince foi casado por duas vezes. O primeiro relacionamento foi com a dançarina Mayte Garcia, de quem se separou em 2000. Já o segundo foi Manuela Testolini, de quem se divorciou em 2006

© Divulgação
O cantor lançou 39 álbuns de estúdio, quatro deles no período de 2014 e 2015. São eles: “Plectumelectrum”, “Art oficial age,” “HITnRUN Phase One” e “HITnRUN Phase Two”

© Divulgação
Polêmico, o artista solicitou a retirada de seu catálogo de músicas de várias plataformas na internet, em julho de 2015

© Niki Boon Photography Crianças brincam na natureza

Vivendo sem internet, TV e outros aparatos tecnológicos em uma gigantesca propriedade na área rural da Nova Zelândia, a fotógrafa Niki Boon registra o cotidiano da sua família em séries fotográficas desde 2014. O resultado são imagens estonteantes de suas crianças convivendo com a natureza e em meio a brincadeiras offline.

Em seu site, ela diz que fotografa não apenas como um registro físico da infância de seus filhos, mas também como reflexão sobre seu próprio passado como criança. O lugar de liberdade que a infância representou a Boon seria agora passado para seus filhos.

Em vez de usar tablets e celulares, as crianças aparecem brincando livremente com animais da fazenda ou se esbaldando na terra.

© Niki Boon Photography Menino brinca com ovelha no campo

© Niki Boon Photography Criança brincando na lama
Ela diz acreditar que seus filhos estão vivendo exatamente no lugar a que pertencem, cobertos de lama, correndo e vivendo em meio a natureza.

© Niki Boon Photography Crianças brincam com TV 

© Niki Boon Photography Crianças comem melancia e riem

Formada em fisioterapia, Boon também passou a infância brincando em uma fazenda na Nova Zelândia. Afirma querer mostrar em suas fotografias a vida como ela é.

© Niki Boon Photography Crianças brincando com barco

© Niki Boon Photography Crianças brincam com galinhas na fazenda

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