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O vocalista do A-ha Morten Harket.

Sandro Moser

O show do grupo norueguês A-ha, na última quinta-feira (15) no Curitba Master Hall, foi uma imersão nos anos 1980. Talvez por ser a década em que tudo era possível e ainda estava por fazer e a “cultura jovem” explodiu, os 80’s são o período que mais despertam nostalgia no público brasileiro em geral, e no curitibano em especial.

Portanto, o show de pouco mais de 1h40 foi como ir uma danceteria (casas para ouvir e dançar rock na época). Uma celebração competente de uma era dourada do pop e da indústria fonográfica.

Cheguei em cima da hora e todos estávamos lá. Caras como eu que compraram os discos do A-ha nos anos 80, que dançaram ao som deles em festas americanas e, mais tarde, em clubes como o Vox. Meninos e meninas apaixonadas pelo vocalista Morten Harket. Adolescentes de trinta a cinquenta anos, que deixaram seus filhos com alguém para rebolar ao som do A-ha.

Aliás, para saber quantas pessoas cabem no Curitiba Master Hall é só pegar o borderô de ontem e diminuir por cem: eis lotação máxima. Cabe aqui uma observação quanto a casa. Desde que foi criado nos anos 1990, com todos os nomes que usou, o lugar serviu para não deixar a peteca dos concertos cair na cidade, em um período em que muitos outros espaços fecharam.

Por um longo tempo, foi a única casa a receber shows importantes. Assim todos os que gostam de música tem um punhado de noites memoráveis no Master Hall. Pela importância afetiva e histórica, a casa poderia se dar de presente um sistema de ar condicionado novo. Os tempos vindouros serão quentes e ontem com quase cheia, estava quase irrespirável lá dentro.

Isto posto, vamos ao show. Um concerto do A-há é uma sucessão de hits. Uma playlist de canções que você conhece mesmo sem querer. E apesar do mormaço, uma plateia animadíssima como poucas vezes vi, cantou em coro absolutamente todas as músicas, formando um coral de FM nostálgica.

A competência e o timing do A-ha no palco fizeram a festa rolar suave. Sem muito papo, a banda abriu com uma aula rápida de pop em três canções: “Cast In Steel”, “I’ve Been Losing You” e “Cry Wolf”. Músicas com a estrutura manuseiam à perfeição: introdução assoviável, letras simples, refrãos de arena, pontes em falsete.

Quem primeiro falou com a plateia foi o simpático tecladista Magne Furuholmen, em um português de alemão viajando em Copacabana. Morten estava mais contido, talvez já incomodado com um problema em seu retorno que tentou resolver até a última música.

O vocalista tem a pose e o olhar do garoto bonito e blasé da escola. Triste e melancólico. Nas músicas mais agitadas, canta com a mão no bolso. Único histrionismo que se permitiu em boa parte da noite. Está naquela fase da vida entre o galã maduro e o tiozinho, mas ainda tem voz e energia para comandar um show e fez muita gente suspirar em baladas como “Stay on These Roads” e “Crying in the Rain”.

Foi depois desta que Morten começou a se soltar e lembrou ao público que o filmava que esteve em Curitiba em 1989, (num show que deve ter tido mais ou menos o mesmo repertório.

Um pouco mais tarde, ele chegou a descer do palco e vou falar de perto com alguém na plateia. De onde eu estava não deu para ver direito o que rolou. (Alguém me conta?)

Karaokê

A primeira pausa foi depois da grande canção da banda “Hunting High and Low”. No final da música, Mags e Morten viraram seus microfones para a plateia cantar o refrão em fade. E o Master Hall virou um abafado e comovido karaokê

O primeiro bis teve direito a uma das músicas novas, a mais eletrônica e dançante “Under The Make Up” e o petardo “Living Daylights”, tema do filme homônimo de James Bond, de 1987, que no Brasil se chamou 007 Marcado Para A Morte.

Ainda faltava, o hit pedido em coro pela plateia sempre que a banda dava um tempo: Take on Me. Mais do que uma canção, um ícone de seu tempo como as ombreiras e o gel com glitter.

Quem já tinha visto a banda no Rock In Rio no mês passado, pode ver que a banda funciona ainda melhor em um show mais encorpado e intimista. Os muitos fãs do A-ha tiraram um atraso de quase três décadas. E mesmo quem não é muito chegado precisou admitir que os caras sabem o que fazem.

O cabelo galáctico é uma variação das cores do arco íris e das galaxias, É a moda do momento que esta fazendo homens e mulheres correrem para os seus cabeleireiros.

É claro que para manter o cabelo com essas cores há certos cuidados a serem seguidos.

"Você deve ir para o salão a cada poucas semanas para voltar a clarear áreas que estão fora do tom", diz Cassandra Cuccia, colorista no salão de beleza Marie Robinson, Mashable. "Também é importante ter cuidado e usar o mínimo de calor após a realização desse processo, porque o cabelo é muito sensível depois de toda essa luz."

O que você acha deste estilo de cabelo? Dê sua opinião, Qual o seu preferido nas fotos abaixo ?


Fonte: bia_artistry

Fonte: lysseon


Fonte: lysseon

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Fonte: lysseon

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Fuente: desconocida

Fãs veteranos e filhos curtiram ‘baile da saudade’ anos 1980 nesta terça.
Trio norueguês tocou hits e teve ‘air teclado’, como no Rock in Rio.

Cauê MuraroDo G1, em São Paulo
Morten Harket, vocalista do A-ha, improvisa palma com dancinha e anima o público do Espaço das Américas, em São Paulo (Foto: Fábio Tito/G1)

Em 1985, quando lançou seu disco de estreia, oA-ha fazia os fãs dançarem e as garotas balançarem os cabelos gritando “lindo!” para o vocalista Morten Harket.

Passados 30 anos, pouquíssima coisa mudou: os fãs estão mais experientes e meio desajeitados, mas ainda dançam (como se não houvesse nem amanhã nem 2015) e tocam teclinhas imaginárias de “air teclado” (releitura própria do “air guitar”).

E as garotas viraram senhoras com penteados um pouco mais imóveis e loiros, mas ainda gritam “lindo!”, agora acrescentando um “continua bonitão, não?” a respeito do cantor de 56 anos de idade.

Na noite desta quarta-feira (14), na passagem da turnê por São Paulo, onde fez show lotado no Espaço das Américas, o trio norueguês promoveu um aprovadíssimo baile da saudade versão anos 1980. Na plateia, casais e mais casais acompanhados dos filhos, muitos já adultos, mas também adolescentes e crianças.

Morten Harket, vocalista do A-ha, estica o microfone para o público (Foto: Fábio Tito/G1)

Músicas novas

Provando que não é museu para viver de passado (e nem o Rolling Stones ou o Guns N’ Roses), a banda até mostrou material do álbum mais recente, “Cast on steel”, lançado agora em setembro, como a faixa-título e uma versão acústica de “Under the make up”.

Mas não tem jeito: o povo quer é cantar junto os hits antigos – e o catálogo synth pop cheio de teclados do A-ha dá e sobra para segurar a apresentação de cerca de uma hora e meia.

Antes do obrigatório número de encerramento, com “Take on me”, vieram “I’ll be losing you”, “Stay on these roads”, “Crying in the rain”, “Hunting high and low”, “You are the one”, “The sun always shines on TV” e “The living daylights” – as duas últimas no bis.

Morten Harket, vocalista do A-ha, sorri para dianteda reação do público no Espaço das Américas,
em São Paulo (Foto: Fábio Tito/G1)

Calor fez Morten tirar jaqueta

Renderam coro, lágrimas e suor. Estava bastante quente por ali, a ponto de Morten Harket dispensar a jaqueta de couro marrom bem no comecinho.

Naqueles primeiros 30 minutos, o grupo, e sobretudo o cantor, sofreram com o som embolado. As versões estavam pesadas (até onde o A-ha pode ser pesado), com destaque para a guitarra de Paul Waaktaar-Savoy, e isso era bom.

Só que a voz ficava sufocada e, durante pelo menos uma meia dúzia de músicas, Harket ficou apontando na direção da mesa de som. Mas como Morten Harket é Morten Harket, tudo era feito com discrição e elegância, dava mesmo para notar.

Em dado momento, ele gesticulou insistentemente e juntou as mãos, como se estivesse rezando, não se sabe se para agradecer ou para implorar. Fato é que deu certo: alguém trouxe um microfone novo. E aí a coisa andou.

Harket é bom cantor e merece pelo menos um crédito: despertar aquela vontade incontrolável que os fãs do sexo masculino têm de se atrever nos falsetes. Os dele ainda vão muito bem, obrigado, assim como os graves.

Público se empolga com o início do show da banda norueguesa A-ha, que se apresenta no Espaço das Américas, em São Paulo, com os integrantes originais Morten Harket (vocalista), Magne Furuholmen (tecladista) e Pål Waaktaar (guitarrista) (Foto: Fábio Tito/G1)

Galã cool

Além disso, sua postura de galã cool, assim como ocorreu no Rock in Rio, mereceu elogios. Sem falar muito e com raros sorrisos, o líder sabe das coisas. Tanto é que, sempre parava em alguma das extremidades do palco, fazia pose de estátua (nórdica), fechava os olhos, abria os braços e aguardava os berros. Esperto, carregava óculos de grau no bolso direito do jeans, mas usava só de vez em quando.

Tirando a chateação inicial, o A-ha ao vivo não decepcionou quem está habituado a ouvi-los em discos de vinil e fita k-7. E a banda, que ao vivo tem reforço de um baterista, um tecladista extra e um baixista, não precisa apelar para declarações de amor recorrentes. 

Morten Harket, do A-ha (Foto: Fábio Tito/G1)

O departamento de relações públicas é chefiado pelo tecladista principal e membro fundador, Magne Furuholmen. Com conhecimentos elementares do idioma nativo, é praticamente o único a falar com o público, mas sem exageros. 

Lá embaixo, senhoras e senhores agradeciam. Mas nem só de grisalhos era feito o público. Em “Hunting high and low”, uma garotinha subiu nos ombros do pai para cantar a música inteira. Ao escutar os acordes iniciais, um fanfarrão ali perto fez graça: “Essa é da minha época”. O A-ha, que não sem motivo costumava ceder músicas para antigas propagandas de TV, virou atração “para toda a família”.

Depois do show em São Paulo, o A-ha toca nesta quinta-feira (15) em Curitiba. Na turnê pós-Rock in Rio, o trio passou ainda por Belém, Brasília, Recife e Fortaleza.

A banda norueguesa A-ha se apresenta no Espaço das Américas, em São Paulo, com os integrantes originais Morten Harket (vocalista), Magne Furuholmen (tecladista) e Pål Waaktaar (guitarrista), além de músicos de apoio (Foto: Fábio Tito/G1)

Pål Waaktaar, guitarrista do A-ha, no show no Espaço das Américas, em São Paulo (Foto: Fábio Tito/G1)

Magne Furuholmen, tecladista do A-ha, no show no Espaço das Américas, em São Paulo (Foto: Fábio Tito/G1)

Público se empolga com o início do show da banda norueguesa A-ha, que se apresenta no Espaço das Américas, em São Paulo, com os integrantes originais Morten Harket (vocalista), Magne Furuholmen (tecladista) e Pål Waaktaar (guitarrista) (Foto: Fábio Tito/G1)

Kristina Webb usa objetos reais para o seu trabalho artístico. Esta jovem artista da Nova Zelândia de 19 anos encontrou fama no seu Instagram e atualmente tem 2 milhões de seguidores. Recentemente, ele lançou seu primeiro livro "Color Me Creative", recebendo boas críticas. Desafia os jovens mais criativos com 50 projetos diferentes.

Webb Consegue esse efeito surreal dos objetos ao tirar fotos e analisa-las bem, e em seguida, combinando-os com seus trabalhos artísticos. Ela se inspira com qualquer coisa ao seu redor: um caderno azul acaba se transformando em uma piscina, perfeita para ilustração de uma sereia.












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Choi e Shine querem transformar o modo como as estruturas de serviços públicos são construídas. O projeto "Terra de Gigantes" foi proposto em 2008 e converte torres elétricas em estátuas de forma humana que decoram as paisagens islandesas. Os Arquitetos Jin Choi e Shine Thomas são as mentes por trás deste projeto de estudo experimental.

© 2008-2015 Choi+Shine Architects

"Como as estátuas da Ilha de Páscoa", escrevem Choi e Shine em seu site, "Nós projetamos estas cariátides modernas de mais de 45 metros de altura, além de se misturar com o meio ambiente, serve a sociedade, levando energia elétrica em toda parte, faça sol, chuva ou neve ".

© 2008-2015 Choi+Shine Architects

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Mais informações em: choishine.com (via: demilked)

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