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Grupo fará apresentações em Barcarena e Paragominas.
Distribuição de ingressos foi encerrada nesta quarta (30).

Do G1 PA
Vocalista Morten Harket foi cercado por fãs no desembarque no aeroporto internacional de Belém (Foto: Tarso Sarraf / O Liberal)

A banda norueguesa A-ha, que tocou na noite de encerramento do Rock in Rio no último domingo (27), desembarcou na tarde desta quarta-feira (30) em Belém. O grupo se hospedou em um hotel de luxo no centro da cidade, de onde devem se deslocar para os shows agendados em Barcarena e Paragominas.

O grupo toca no Pará como parte da programação de uma mineradora que opera no estado. Inicialmente fechadas para colaboradores, as apresentações foram abertas para o público atendendo a demanda popular. O ingresso para cada show foi um kit escolar, e o que for arrecadado com as apresentações será doado para comunidades carentes.

A secretária Daniele Bentes estava entre as dezenas de fãs que acompanharam a chegada dos músicos no aeroporto internacional de Belém. "Meu pai é muito fã do a-ha e eu cresci ouvindo a banda. É muita emoção, queria muito que ele estivesse aqui, pena que ele não pode porque está trabalhando. Mas eu trouxe aqui o disco dele para eles autografarem. Jamais imaginei que um dia eles viriam aqui em Belém. Pensei 'eu tenho que ir', e foi uma coisa muito louca, mas na última hora consegui ingresso para Paragominas. Acho que o show vai ser maravilhoso, mas só o fato de estarem aqui já acho ótimo."

Serviço: A banda A-ha se apresenta no dia 1º de Outubro em Barcarena e no dia 3 em Paragominas. A distribuição dos ingressos está encerrada. Os portões abrem às 17h30 nos dois dias de shows. Não haverá venda de bebidas alcóolicas durante as apresentações.

Fãs demonstraram carinho pelos músicos(Foto: Tarso Sarraf / O Liberal)

Fãs pediram autógrafos na saída do desembarque do A-ha (Foto: Tarso Sarraf / O Liberal)

Discos do cantor inglês e da banda da Noruega são mais vendidos no iTunes.
Sam Smith também lidera ranking de faixas com 'I'm not the only one'.

Do G1, em São Paulo
A-ha toca no Palco Mundo antes de Katy Perry (Foto: Alexandre Durão/G1)

Os discos "The lonely hour", de Sam Smith, e "25: The Very Best", do A-ha, estão entre os mais vendidos na iTunes Store do Brasil nos primeiros dias após o Rock in Rio 2015.

Na segunda (28) e terça-feira (29), a banda norueguesa liderou o ranking, seguida pelo cantor inglês. Na quarta-feira (29), o álbum deSam Smith foi o mais vendido, com o A-ha em 3º lugar.

Os discos não são lançamentos recentes. A coletânea do A-ha saiu em 2010 e o disco de Sam Smith é do início de 2014. Eles subiram nas vendas na loja digital da Apple após os shows dos artistas no Rock in Rio. Foi o primeiro show do cantor no país. A banda tocou no festival 24 anos depois de bater recorde de público no Rock in Rio 1991.

A música "I'm not the only one", que abriu o show de Sam Smith no Rock in Rio (leia mais), liderou o ranking de vendas de faixas da iTunes Store na quarta-feira. Smith também entrou na lista com "Stay with me" em 6º lugar. "Firework", de Katy Perry, ficou em 9º lugar, e "Take on me", do A-ha, em 13º.

Entre os outros discos que subiram nas paradas após o festival estão "Good girl gone bad" (2007), de Rihanna, em 5º lugar em venda na quarta-feira, e "Prism" (2013), de Katy Perry, em 6º lugar.

Sam Smith toca antes da Rihanna no Palco Mundo, no sábado (26) (Foto: Luciano Oliveira/G1)

'Completamente triste', escreveu a autora no Twitter nesta quinta-feira (1º).
Caio Cesar tinha 27 anos e foi atingido por bala na véspera.

Do G1, em São Paulo
O soldado Caio Cesar Ignácio Cardoso de Melo era dublador de Harry Potter (Foto: Reprodução/Youtube)

A escritora britânica J.K. Rowling, autora de "Harry Potter", lamentou nesta quinta-feira (1º) a morte do policial militar e ex-dublador do protagonista dos filmes baseados na série de livros. "Completamente triste em saber que Caio César, voz de Harry Potter no Brasil, morreu aos 27 anos. Meus pensamentos estão com a família", escreveu ela em seu perfil no Twitter.


O soldado da UPP Fazendinha Caio Cesar Ignácio Cardoso de Melo foi baleado durante um patrulhamento de rotina no Campo do Sargento, no Rio de Janeiro, e morreu na tarde desta quarta-feira (30).

Ao ser atingido, ele patrulhava a região e foi surpreendido por criminosos, segundo a UPP, por volta das 11h. O soldado chegou a ser levado para o hospital Getúlio Vargas, mas não resistiu.

O corpo do policial militar foi sepultado por volta das 17h no Cemitério Nossa Senhora do Belém, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, compareceu ao enterro.


Os Hamsters são um dos animais mais adoráveis que você pode ter, e também é bem fácil de cuidar, por isso, não é de se admirar que eles são tão populares. Nas Fotos logo abaixo você vai ver alguns dos mais bonitos hamsters da Internet, 

Provavelmente, muito do charme dos hamsters é devido às suas enormes bochechas onde armazenam comida para levar de volta para suas tocas quando vivem na natureza selvagem. Eles podem ter até o dobro do tamanho do seu rosto.

Antes de ter um hamster, certifique-se de pesquisar bem sobre suas manias: são mais ativos ao amanhecer e entardecer, e podem morder se acordado durante o dia. Uma vez que eles são frágeis os mesmos podem morder quando assustados enquanto não se acostumam com os seres humanos, as crianças devem ser supervisionadas por adultos quando estiverem brincando com um hamster. 

Fonte: Julian Rad

Fonte: Muchogatos



Fonte: vladmacaru


Fonte: Matt G


Fonte: Julian Rad

Fonte: drocks27



Fonte: Lina D.



Em 2008, o brasileiro Nilton Renno ficou paralisado quando viu uma das primeiras fotos enviadas pela sonda Phoenix, enviada pela Nasa a Marte no ano anterior. Uns pontinhos inesperados apareceram na imagem, o que Renno acreditava ser gotículas de água.

Ele era um dos pesquisadores que lideravam o projeto e estava, na verdade, em busca de poeira. Acabou desvendando, sem querer, a presença de água salgada no planeta vermelho. A informação foi confirmada nesta semana pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter, que também faz parte do projeto da Nasa, mas é liderada por outro grupo de pesquisadores.

Nascido em São José dos Campos, interior de São Paulo, Renno se formou em engenharia civil na Universidade de Campinas (Unicamp) e se mudou para os Estados Unidos para cursar o doutorado no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Ele começou a se interessar pelos mistérios marcianos quando era professor na Universidade do Arizona. Desde 2002, pesquisa e leciona na Universidade de Michigan.

DW Brasil: Em 2008, durante a missão Phoenix, você foi o primeiro a notar as gotículas de água nas fotos enviadas pela sonda que acabara de pousar em Marte e foi bastante contestado por colegas na época. Como se sente agora, depois da confirmação feita pela Nasa da existência de água líquida no planeta vermelho?

Nilton Renno: Euestoumuito feliz. Procuro não me envolver muito emocionalmente com as pesquisas, porque, como pesquisadores, trabalhamos com muitas hipóteses que levam tempo para serem comprovadas. Mas o anúncio recente deixa toda a comunidade científica ansiosa.

Na época da missão Phoenix, eu era pesquisador na Universidade do Arizona, que trabalhava com a sonda que pousou em Marte a serviço da Nasa. Eu coordenava, na realidade, a equipe de ciências atmosféricas. O objetivo era estudar os ventos e medir a poeira na atmosfera marciana.

Mas numa das primeiras fotos que a sonda nos mandou, aparecia uns glóbulos estranhos, como umas gotas. Eu reparei naquela imagem e sugeri que aquilo pudesse ser água. Ninguém concordou comigo, afinal, nunca havia sido encontrada água fora da Terra. Mas, à medida que a pesquisa andou, ficou comprovado que, quando a Phoenix pousou, ela expôs o gelo, que derreteu e espirrou aquela água salgada na perna da espaçonave. E foi isso que apareceu na foto.

Você integra o grupo de pesquisa do robô Curiosity, o laboratório ambulante que vasculha o planeta desde 2012. É possível enviá-lo para vasculhar a área apontada pela Mars Reconnaissance Orbiter?

Não, isso não é possível. A área em questão está muito distante do Curiosity. Seria preciso enviar um novo equipamento, que pousaria mais perto. Um próximo passo seria enviar uma sonda que recolhesse amostras do planeta para serem avaliadas aqui na Terra. Mas essa seria uma missão caríssima, de muitos bilhões de dólares. Porque, até agora, todos os robôs enviados a Marte nunca foram programados para retornar.

A busca agora é por evidências de vida. Seria incrível se conseguíssemos encontrar bactérias marcianas.

© Fornecido por Deutsche Welle

E quais seriam os riscos de uma missão dessa dimensão?

É preciso muito cuidado para evitar qualquer tipo de contaminação, evitar a entrada na Terra de alguma bactéria desconhecida, por exemplo. Temos um grupo que discute esse tema, inclusive com a participação do Centro Aeroespacial Alemão (DLR). Mas ainda não há previsão para esse tipo de missão, que recolha amostras em Marte e traga o material para ser analisado aqui na Terra.

Como Marte passou a fazer parte do seu cotidiano?

O assunto começou a me interessar mais durante o meu doutorado, que defendi em 1992 no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Meu tema era ciência atmosférica do sistema solar. Logo na sequência, eu fui trabalhar na Universidade de Arizona porque aquele era o melhor lugar para fazer voo de planador, uma paixão minha desde a adolescência.Eu voava de planador sobre o Arizona e via aqueles redemoinhos se formando o tempo todo lá embaixo, e pensava como acontecia aquele levantamento da poeira, ou dust devil, segundo o termo em inglês. Eu desenvolvi, então, uma teoria que foi comprovada. Um professor meu amigo viu aquela teoria e me chamou para fazer parte do grupo de estudos de Marte, porque esse fenômeno também acontece lá. E nós conseguimos demonstrar que a teoria também podia ser aplicada para descrever esse levantamento de poeira lá em Marte.

A origem disso tudo foi a minha paixão por voar de planador.

Ruínas do hospital Beelitz-Heilstätten, em Berlim

James Cave, do Brasil Post

Não é difícil imaginar como seria o mundo se o hospital Beelitz-Heilstätten, cujas ruínas ainda estão de pé em Berlim, nunca tivesse existido para curar Hitler.

Mas em 1916, durante a Primeira Guerra Mundial, foi exatamente o que aconteceu. Vários soldados nazistastambém foram tratados no hospital durante a Segunda Guerra – e depois foi a vez das forças soviéticas, de 1945 até a queda do Muro de Berlim, em 1990.

O hospital foi construído em 1898 como um sanatório, cujo objetivo era abrigar pessoas com tuberculose, na época uma doença fatal.

Uma pequena parte do enorme complexo ainda é usada para reabilitação neurológica, segundo o Atlas Obscura.

Mas o resto foi abandonado, com exceção de tours eventuais. As ruínas das alas psiquiátrica e cirúrgica deixam muito claro porque a revista Condé Nast Traveler elegeu o lugar um dos mais assustadores do planeta.

Veja o porquê nas fotos: você vai ficar de cabelos em pé.

Piano abandonado nas ruínas do hospital que tratava soldados nazistas durante a Segunda Guerra

K.H.Reichert/Flickr
O hospital Beelitz-Heilstätten foi responsável por curar Hitler durante a Primeira Guerra Mundial ~

Paul/Flickr
Sala abandonada do hospital Beelitz-Heilstätten, na Alemanha

Paul/Flickr
Fachada do hospital Beelitz-Heilstätten, responsável por curar Hitler durante a Primeira Guerra Mundial

Paul/Flickr
As ruínas das alas psiquiátrica e cirúrgica do hospital Beelitz-Heilstätten de Berlim

Norbert Löv/Flickr

© Fornecido por Notícias ao Minuto

Informações do site Re/code repreoduzidas pela Exame revelam que o Twitter estaria trabalhando em uma forma de aumentar a capacidade atual de 140 caracteres por postagem. A empresa também estaria estudando alterações no formato como estes 140 caracteres são contados, excluindo, por exemplo, links e identificadores de usuários da rede social.

Os detalhes, contudo, não foram divulgados pelo Twitter.


O tatuador JonBoy se mudou de Chicago para Nova York há cinco anos atras, mas sua história não é nada normal. Jonboy foi conhecer as tatuagens através de seu avô, que estava na Marinha, mas ele foi para a escola para algo totalmente diferente: "Eu fui para o Seminário, e eu estava sendo preparado para ser um pastor"







































Hoje Seus clientes incluem Kendall Jenner e Irlanda Baldwin. "Para mim, é mais que uma honra fazer tatuagens" Diz JonBoy 

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