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© Fornecido por AFP (Arquivo) Policiais no aeroporto internacional de Bangcoc

Uma chinesa que tentou na última quinta-feira abandonar a Tailândia depois de engolir um diamante no valor de 278.000 dólares foi operada para a retirada da pedra preciosa, antes de ser apresentada a um juiz, indicou nesta segunda-feira a polícia tailandesa.

A mulher de 39 anos havia roubado na quinta-feira um diamante no valor de 10 milhões de bahts em uma joalheria de Bangcoc e o trocou por uma pedra falsa.

Depois tentou pegar um voo no aeroporto de Bangcoc, mas a polícia a deteve antes. Outro cidadão chinês que viajava com ela também foi detido.

"Já saiu do hospital e está bem agora", explicou à AFP o coronel de polícia Mana Tienmuangpak, que indicou que a mulher será apresentada nesta segunda-feira ao tribunal de Nonthaburi, cidade próxima a Bangcoc.

A operação foi realizada porque, apesar de fornecer à mulher vários laxantes, o diamante não havia sido expelido.

AFP 

Divulgação/NASA
Plutão mostra uma diversidade de relevos e uma complexidade de formações geológicas jamais observados 

NASA/AFP, da AFP

Novas imagens de Plutão, transmitidas nos últimos dias pela sonda espacial New Horizons, revelam uma diversidade e complexidade de relevos desconcertantes, jamais observada no sistema solar, disseram neste sábado pesquisadores da Nasa

"Se um artista tivesse representado este Plutão antes da missão da New Horizons - que obteve sua aproximação máxima do planeta-anão em 14 de julho - provavelmente teríamos achado que estava alucinado, mas a realidade é esta", disse o principal cientista do programa, Alan Stern, do Southwest Research Institute (SwRI). 

"Plutão nos mostra uma diversidade de relevos e uma complexidade de formações geológicas jamais observados no sistema solar".

Geologicamente, "a superfície de Plutão é tão complexa como a de Marte", avaliou o geólogo Jeff Moore, um dos membros da missão. 

As últimas imagens revelam, ao que parece, dunas e caminhos de nitrogênio sólido descendo das regiões montanhosas para uma rede de vales. 

As imagens também trazem vastas zonas montanhosas com um relevo caótico, que recorda algumas regiões de Europa, uma das luas geladas de Júpiter. 

Podem haver gigantescos blocos de gelo flutuando em um vasto depósito, mais denso, de nitrogênio sólido, que se encontra em uma planície batizada de "Sputnik Planum". 

O mistério das dunas 

Estas novas imagens mostram partes de Plutão com a maior densidade de crateras já observada no planeta-anão, próximas a planícies congeladas, mais recentes geologicamente e quase sem crateras. 

"Se forem efetivamente dunas que observamos em Plutão será realmente surpreendente, já que a atmosfera do planeta-anão é demasiado fina para produzir ventos", disse Bill McKinnon, da Universidade Washington de St Louis, um dos cientistas da missão. 

"Ou Plutão teve uma atmosfera mais densa no passado ou ocorrem outros processos que não conhecemos; isto é um quebra-cabeça". 

As novas imagens também revelam que os vapores atmosféricos em torno de Plutão, que se elevam a até 130 km de altitude, são formados por muito mais camadas do que acreditavam os cientistas. 

A névoa que circunda o planeta cria um esplendor que ilumina sua superfície ao entardecer. 

Plutão está situado no cinturão de Kuiper, um grande depósito de detritos além da órbita de Netuno, e é bombardeado por asteroides regularmente. 

A New Horizons vai continuar a transmitir dados coletados até o final de 2016. A sonda está atualmente a 12,5 milhões de quilômetros além de Plutão, mergulhando no Cinturão de Kuiper.

Madeline Stuart: com mais de 460 mil fãs no Facebook e 75 mil no Instagram, Maddy se tornou inspiração para muitas pessoas com necessidades especiais 

Sydney - Primeira modelo adulta com Síndrome de Down e um dos símbolos da inclusão social de deficientes, a australiana Madeline Stuart vai realizar um grande sonho: desfilar na Semana da Moda de Nova York. 

Aos 18 anos, ela desfilará no próximo domingo pela marca FTL Moda, que tem a temática da inclusão em seu DNA, e se tornará a segunda pessoa com Síndrome de Down nas passarelas da 'Big Apple', depois da atriz Jamie Brewer. 

Mas, para Maddy, como é carinhosamente chamada, a grande aspiração de sua vida não era simplesmente ser modelo, ela queria através disso atingir algo mais altruísta.

"Ela ama moldar, e a apoio em seu sonho, mas para mim e para ela se trata de espalhar o amor e educar as pessoas", comentou à Agência Efe Rosanne Stuart, mãe e assessora da jovem. 

Há pouco mais de um ano, a mãe ouviu a sequência de palavras "mamãe, eu, modelo" serem ditas por Madeline, que tem limitações na fala. Bastou isso para ela passar a se dedicar ao sonho da filha. 

Agora, Maddy é o rosto da marca de maquiagem Glossigirl, enquanto a EverMaya batizou uma de suas bolsas de "THE MADELINE" e se comprometeu a destinar todo o valor arrecadado com o produto à Sociedade Nacional de Síndrome de Down dos Estados Unidos (NDSS). 

Podia parar por aí, mas o talento e o carisma de Maddy mereciam mais, e ela foi indicada aos prêmios "Orgulho da Austrália" e "Jovem Australiano do Ano", e em breve receberá o prêmio "Modelo do Ano" do Melange 2015, em San Francisco. 

Com mais de 460 mil fãs no Facebook e 75 mil no Instagram, Maddy se tornou inspiração para muitas pessoas com necessidades especiais não só no seu país, mas em todo o mundo. 

Suas conquistas a transformaram em embaixadora honorária da inclusão social e ela luta para derrubar preconceitos no duro mundo da alta costura. 

"Maddy ama pessoas e quer que todos sejam iguais. Ela faz esporte todos os dias da semana e eu a levo a todos os lugares. Ela quer participar de tudo. Até paraquedismo e esqui aquático ela já fez. Quero que a sociedade veja o que ela me ensinou e que o mundo seja melhor. Acredito nisso e criei minha filha assim", afirmou Rosanne. 

Ontem, antes de ir a Nova York, Madeline participou da noite de premiação do Festival de Curtas-metragens "Focus on Ability" (Foque na Habilidade) em um teatro de Sydney com um vestido longo tomara que caia branco e prateado. 

Maddy, que emagreceu 20 quilos para encarar a nova profissão, não é diferente de outras meninas da sua idade 

. Aplaudida com entusiasmo na cerimônia, ela não conseguiu esconder o nervosismo e ansiedade que proporcionam toda esta novidade.

Da EFE

© Foto: Joedson Alves/AP

A Secretaria-Geral da Presidência da República informou hoje (12) que pediu à Polícia Federal para investigar a empresa que prestaria serviços de buffet no evento Dialoga Brasil, em Teresina, ontem (11), durante visita da presidenta Dilma Rousseff. Segundo a nota, informações publicadas horas antes do evento, em rede social, poderiam colocar em risco a segurança da presidenta da República, com possível caracterização de incitação a crime contra a sua pessoa.

Uma funcionária do buffet La Trufel, contratado pela Presidência da República, fez uma postagem controversa no Facebook. Ela dizia que “hoje, a nossa presidente Dilma está em Teresina, e vou ter o 'prazer' de fazer o evento para ela e toda equipe. Queria saber dos meus colegas se alguém tem algum pedido especial, afinal é uma oportunidade única”.

A publicação foi respondida por internautas com mensagens de ódio, inclusive com sugestões de envenenamento da presidenta. A assessoria da Secretaria-Geral disse que a mensagem foi vista pela equipe de monitoramento das redes sociais da Presidência, e o serviço foi suspenso duas horas antes do evento.

"Repudiamos qualquer forma de incitação a crime ou a atentado contra qualquer pessoa", diz a nota.

A Advocacia-Geral da União vai avaliar as medidas cabíveis para eventual responsabilização penal e civil dos envolvidos.

Até o fechamento desta matéria, a Agência Brasil não conseguiu contato com o buffet La Trufel nem com a funcionária que fez a publicação.

Editor Stênio Ribeiro

Agência Brasil 

© Fornecido por Deutsche Welle

O livro Der totale Rausch (O delírio total, em tradução livre), de Norman Ohler, leva no título um jogo de palavras usando a referência da "guerra total", expressão que ganhou fama em 1943 durante discurso proferido por Josef Goebbels em Berlim.

Com ele, Ohler tenta descrever o apetite dos líderes nazistas por um "delírio total" – o uso compulsivo de drogas não só por soldados, mas também pelos mais altos nomes do Terceiro Reich, como o próprio Hitler.

"Os soldados alemães usavam Pervitin, um produto que contém metanfetamina, o que é hoje conhecido como crystal meth. Hitler aplicava esteroides na corrente sanguínea. E, mais tarde, usou Eukodal, produto farmacêutico que se aproxima da heroína", conta o jornalista e escritor à DW.

Deutsche Welle: Como nasceu a ideia do livro?
Norman Ohler: Um DJ berlinense me disse uma vez que os nazistas tomavam grandes quantidades de drogas. Eu nunca tinha ouvido falar sobre isso antes. Mas o fato despertou meu interesse, achei que tinha um fundo de verdade e passei a frequentar o Arquivo Federal da Alemanha e os Arquivos Nacionais americanos em Washington e no estado de Maryland.

A primeira coisa que quis ver foram as anotações pessoais do médico de Hitler, Theodor Morell. Para a minha surpresa, essas anotações eram bastante elaboradas, descrevendo como ele havia tratado Hitler ao longo dos anos, inclusive coisas como "injeção como sempre" e "Eudokal", que é um forte opioide.

Era a mesma droga tomada pelos soldados?
Não, os soldados usavam Pervitin, um produto alemão patenteado em 1937 e que contém metanfetamina, o que é hoje conhecido como crystal meth. Até 1939, esse produto esteve livremente disponível em forma de remédio. Em Berlim, ela se tornou uma das drogas preferidas, como beber café para despertar o ânimo. As pessoas tomavam grandes quantidades de Pervitin. A companhia queria que ela se tornasse rival da Coca-Cola. Assim, as pessoas a ingeriam e ficavam eufóricas – um estado de espírito que combinava com o humor geral da população antes da guerra.

E como a droga foi descoberta pela Wehrmacht?
As Forças Armadas alemãs perceberam que existia uma droga no mercado que poderia ser de interesse dos soldados, já que Pervitin mantém acordado por um longo período de tempo. Durante os primeiros dias, nem é preciso dormir. Foi usado pela primeira vez quando a Alemanha invadiu a região dos Sudetos e a Polônia, e em seguida quando a Alemanha atacou a França, em 1940, uma estratégia de guerra relâmpago. Antes do ataque, as forças nazistas encomendaram 35 milhões de comprimidos de Pervitin para os soldados na frente francesa.

Pervitin foi muito usado pelos nazistas. Hitler não o utilizava, ele aplicava esteroides na corrente sanguínea. E, mais tarde, usou Eukodal, produto farmacêutico que se aproxima da heroína. Hitler adorava Eukodal. Especialmente no outono de 1944, quando a situação militar deteriorou, ele usou essa droga forte para fazê-lo eufórico, mesmo que não parecesse estar nenhum pouco nesse estado de espírito.

Os generais lhe diziam: "Precisamos mudar nossa tática. Precisamos acabar com isso. Vamos perder a guerra." E ele não queria escutar nada disso. Ele tinha o seu médico, Dr. Morell, que lhe dava medicamentos que o faziam se sentir invulnerável e senhor da situação.

Isso era sabido na Alemanha?
Ninguém sabia o que o médico dava a Hitler. Ele não contou a ninguém, e Hitler, com certeza, também não. Mas muitas pessoas suspeitavam que estava acontecendo alguma coisa estranha. Houve algumas tentativas de fazer com que Morell revelasse o que estava dando a Hitler, mas ele recusou. Era um segredo entre dois homens.

Mas os soldados tomavam abertamente Pervitin?
Que os soldados estavam tomando Pervitin não era nenhum segredo. A princípio, a Wehrmacht não percebeu que se tratava de uma droga; pensavam que era como tomar café. Mas, em 1941, isso foi proibido e declarado uma droga ilegal. Nas Forças Armadas, no entanto, a distribuição continuou em segredo, mas os registros da campanha contra a Rússia não são tão claros como os da guerra contra a França, onde é possível ver quantas pílulas foram distribuídas. Falei com um oficial militar médico que esteve em Stalingrado, que disse que Pervitin ainda era distribuído ali, mas que, basicamente, não fez nenhuma diferença.

Outras Forças Armadas também tomaram drogas semelhantes?
Eles acabaram descobrindo sobre as drogas alemãs, e os britânicos usavam anfetaminas. Basicamente, os alemães usaram crystal meth, e os britânicos utilizaram speed. Muito dos soldados americanos que se juntaram ao esforço de guerra entraram naquele cenário belicoso através do Reino Unido, onde recebiam anfetamina.

Os americanos tomavam a droga para poder concorrer com aqueles soldados alemães enlouquecidos. Isso fez escola entre os militares americanos: se você olhar para a Guerra da Coreia, em 1950, ela foi marcada pela anfetamina, e todos os pilotos estavam dopados.

O LSD, por exemplo, foi inventado por um químico suíço, e o serviço de inteligência americano tentou usá-lo, também com base em experimentos alemães no campo de concentração de Dachau, onde um médico chamado pelo nome de Plötner usava mescalina para desenvolver novas técnicas de interrogatórios. Quando os americanos libertaram o campo de concentração, eles levaram esses estudos e os usaram no Projeto Alcachofra, utilizando-os na década de 1950 para descobrir quem era agente soviético ou não.

Qual foi para você a maior surpresa durante os muitos anos de pesquisa para esse livro?
Achei o abuso de drogas por parte de Hitler como a parte mais surpreendente.

Autor: Dagmar Breitenbach (ca)

O avião de pequeno porte usado para as gravações de “Mena”, o novo filme de Tom Cruise, caiu nos Andes Colombianos, na última sexta-feira (11), e duas pessoas morreram no acidente. O astro não estava no bimotor no momento do acidente.
© Divulgação FAMOSIDADES

As vítimas foram identificadas como o colombiano Carlos Berl e o norte-americano Alan Purwim, presidente da Helinet Aviation e um dos pilotos mais experientes de cinema em Hollywood.
Segundo as autoridades, o bimotor enfrentou mau tempo após a decolagem, em Santa Fé, e caiu próximo à cidade de San Pedro de los Milagros. O voo tinha destino final Medellín, segundo o jornal “The Guardian”.
No longa, Cruise será Barry Seal, um piloto norte-americano que trabalhou para o traficante colombiano Pablo Escobar e, depois, se tornou um informante da agência antidrogas dos Estados Unidos (DEA).


Confira algumas fotos do acidente abaixo:





© Fournis par RFI

Vários paíseus europeus manifestaram neste sábado (12) solidariedade em favor dos refugiados. Milhares de pessoas foram às ruas em Londres e na Dinamarca, para pedir uma melhor recepção dos migrantes que chegam à Europa. Já a França anunciou a criação de novos centros de acolhimento. Em Berlim, uma vigília com velas acontece nesta noite. 

Em Londres, manifestantes pediram ao governo conservador de David Cameron uma política de acolhimento mais generosa para os migrantes que buscam asilo na Europa, atravessando o Mediterrâneo, os Bálcãs e a Europa central. Jeremy Corbyn, recém-eleito líder do partido Trabalhista, participou do protesto e fez um apelo por mais “compaixão” por parte do governo.

Sob pressão internacional, Cameron anunciou recentemente a recepção de 20.000 refugiados sírios a mais durante cinco anos. Mas para um manifestante londrino questionado pela AFP, o número é “patético”.

Na Dinamarca, 30.000 pessoas foram às ruas de Copenhague e em outras cidades para protestar contra o endurecimento da legislação dinamarquesa para a imigração. Nesta semana, o país bloqueou temporariamente o tráfego ferroviário para impedir a passagem de migrantes.

Mais abrigos na França

Na França, o governo se prontificou a receber 24.000 refugiados até o ano que vem. Na quarta-feira, o primeiro-ministro Manuel Valls vai anunciar o número exato de novos locais de abrigo para migrantes. Paris também anunciou um reforço da “contribuição” aos organismos da ONU que se ocupam dos milhões de refugiados nos países vizinhos da Síria.

Uma vigília a luz de velas acontece nesta noite em Berlim, em favor dos migrantes. Segundo autoridades regionais, a estação ferroviária de Munique deve receber só neste sábado pelo menos 10.000 refugiados. A chanceler Angela Merkel fez um apelo para que as mulheres refugiadas aprendam alemão e não fiquem isoladas em suas comunidades de origem, a fim de facilitar a integração.

Leitores do Portal G1 participaram de enquete para escolher destaques do festival.
Queen com 'Love of my life' (1985) e Coldplay em 2011 foram bem votados.

Do G1, em São Paulo
O show do trio norueguês A-ha para 198 mil fãs, no Maracanã, no Rock in Rio de 1991, foi eleito o momento mais marcante em 30 anos de festival, em enquete com votos dos leitores do G1. A banda retorna ao evento para tocar logo antes de Katy Perry no último dia de Rock in Rio, em 27 de setembro.

O show do A-ha teve 27,5 % dos votos e ganhou por pouco de uma das cenas mais memoráveis da primeira edição do Rock in Rio. O segundo lugar ficou com o trecho do show do Queen, em 1985, quando a plateia cantou "Love of my life" com a banda. Eles ficaram com 25,41%. Freddie Mercury (1946-1991) botou seus fãs para cantarem a balada. O Queen, com Adam Lambert no lugar de Mercury, fecha o primeiro dia do Rock in Rio 2015.

A medalha de bronze ficou com o Coldplay: 12,03%. Em 2011, o vocalista Chris Martin pichou a palavra Rio no palco, com um coração no lugar da letra "o". Ele também cantou trecho de "Mas que nada".

O quarto posto na lista ficou com o Guns N' Roses em sua estreia no festival, em 1991, antes de o grupo americano se consagrar como um dos principais nomes da história do Rock in Rio. Axl e companhia computaram 11,43%. Jared Leto na tirolesa, durante show do 30 seconds to Mars em 2013, completou o top 5 com 9,89%.


Neste ano, a edição brasileira será nos dias 18, 19, 20, 24, 25, 26 e 27 de setembro de 2015, na Cidade do Rock, no Rio (Parque dos Atletas, Av. Salvador Allende), em área com mais de 150 mil metros quadrados. Todos os ingressos estão esgotados.

Entre as atrações estão Rihanna, Katy Perry, Queen com Adam Lambert, System of a Down, Slipknot, Metallica, Rod Stewart, Faith no More, John Legend, Korn, Deftones, Steve Vai, Seal, Elton John, Mötley Crüe, Royal Blood e Queens of the Stone Age.


(Foto: Reprodução)

Poucos lugares no mundo atraem mais aficionados por vida extraterrestre inteligente como o deserto de Nevada, nos EUA. É de lá que surgem as principais histórias de avistamento de objetos não identificados sobrevoando a superfície da terra, e o próprio governo norte-americano confirma que em nenhum outro lugar do país há tantos relatos sobre atividades alienígenas. 

Talvez o local tenha uma aura de mistério graças à sua rota, que permeia a base militar Área 51, localizada a duas horas e meia de Las Vegas, e famosa por histórias relacionadas a óvnis e extraterrestres. 
Com o objetivo de aproveitar a fama do local e atrair mais visitantes, as autoridades locais decidiram batizar a rodovia estadual 375, que corta parte do deserto de Nevada e permeia a polêmica base militar, de "estrada dos extraterrestres". 

A rodovia é acessível pela rota 93, que atravessa uma paisagem de aspecto marciano, trajeto perigoso e que exige reserva de combustível, graças à escassez de postos de gasolina. Todo o trajeto é cravejada de placas que alertam presença de gado e de "aeronaves que voam em baixa altitude", o que alerta todos sobre a proximidade da base militar norte-americana. 
O principal destino dos turistas que viajam ao local é a cidade de Rachel, no condado de Lincoln. Embora tenha oficialmente menos de 50 habitantes, ela é considerada por muitos como a capital mundial do óvnis. Na cidade também está localizada o bar e hotel Little A'Le'Inn, um dos primeiros estabelecimentos com temática alienígena hollywoodiana dos EUA.

O local foi inclusive eleito pelo estúdio de cinema 20th Century Fox para promover o filme Independence Day quando foi lançado. Além da decoração extravagante, um detalhe acrescenta mais tempero a fantasia dos turistas que visitam o local: medidores de radiação estão sempre a vista, já que nos anos 50 o governo dos EUA realizou mais de mil testes nucleares no local.


Área 51

O governo só liberou informações oficiais sobre quais atividades de fato eram realizadas na base militar de Nellis, a famosa área 51, situada no deserto de nevada, em 1994 e ainda com severas restrições. Até a revelação das funções do local, muitas especulações surgiram e, por ser um campo secreto de provas e treinamento da força aérea norte-americana, pode ser a causa da maioria das histórias aparições de naves, aviões e objetos voadores não identificados. O famoso avião espião U-2, por exemplo, foi desenvolvido dentro da área 51. 

Apesar disso, alguns entusiastas seguem acreditando que, na realidade, o local é um centro de pesquisa sobre alienígenas, para onde, inclusive, teriam sido levados os restos de uma suposta nave espacial que teria sido encontrada em 47 próximo à cidade de Roswell, no Novo México.

E é exatamente essa crença que embala viagens e movimenta o comércio local. Embora a base, em si, seja um local hostil para turistas, com acesso restrito. Cerca de 20 quilômetros à oeste da cidade de Rachel, uma placa de advertência virou cartão postal dos turistas. 
No aviso, o exército dos EUA proíbe o acesso de pessoas não autorizadas sob pena de até uma ano de prisão e multa de US$ 5 mil. Um equipe da BBC que tentou invadir a base em 2012 acabaram detidos sob a mira de incontáveis fuzis.

Embora seja um local famoso por aparições extraterrestres, hoje em dia o que move a atividade financeira do local é apenas o folclore e cultura norte-americana que exalta a presença de alienígenas com formas grotescas e cartunizadas na superfície terrestre, como a loja de souveniers abaixo, que vende até capacetes de alumínio para evitar o controle da mente.

Na verdade, é como se o roteiro turístico fizesse parte de uma grande parque temático de diversões que embarca na aura mística que cerca a Área 51. Ainda não há aparições alienígenas e comprovações científicas de atividades extraterrestres, pelo menos por enquanto. 

Via: BBC

Ground Zero nova-iorquino é agora lugar de homenagem.

Por Alfredo Leite

Era hora de almoço em Portugal quando, de repente, tudo mudou. O mais mortífero e – já o podemos dizer a esta distância – espetacular dos ataques terroristas de que há memória atingiu o coração da capital do Mundo. E a cidade que nunca dorme mergulhou num pesadelo que haveria de durar meses sem fim. Passados 14 anos dos atentados de 11 de setembro de 2001, que tiraram a vida a perto de três mil pessoas, a cidade está recomposta, mas diferente. O Mundo também.

No muito que há para ver e fazer na cidade mais visitada dos EUA passou a ser obrigatório cumprir o roteiro do 11 de Setembro. A começar pelo ‘ground zero’, a zona de impacto dos aviões contra o antigo World Trade Center. Aqui os escombros deram lugar ao Memorial do 11 de Setembro. São dois lagos quadrados com quedas de água que ocupam o local onde se erguiam imponentes as torres gémeas e onde se cravou na pedra o nome de todas as vítimas mortais do atentado.

É difícil imaginar que este local tranquilo e com um silêncio só quebrado pela queda das águas foi palco da tão grande tragédia que o Mundo assistiu em direto pela televisão. Nesta zona do memorial há também o Museu do 11 de Setembro, uma estrutura subterrânea que reúne o mais completo espólio relacionado com o ataque da al-Qaeda contra os Estados Unidos no seu território e sobre as vidas dos homens e das mulheres que perderam a vida nos ataques.

Filmes inspirados no 11 de Setembro Não é o único local de Nova Iorque que guarda as memórias daquela manhã de horror. Ali bem perto, no número 209 da imensa Broadway fica a Capela de São Paulo. Apesar de se localizar a 70 metros do lugar onde os aviões embateram nas torres, a capela foi o único imóvel da zona que permaneceu intacto. Para muitos um ‘milagre’ sem explicação, e que por isso passou a ser lugar de peregrinação. No seu interior guardam-se muitas recordações daquele dia e lembram-se as vítimas.

Tal como na vizinha Liberty Street, a rua da Ladder 10, o quartel de bombeiros engolido pelos destroços das torres onde morreram seis bombeiros. Hoje é um mural de homenagem aos soldados da paz que tombaram no 11 de Setembro.

O elogio dos bombeiros

Se há ícones de Nova Iorque, os bombeiros são um deles. Depois dos atentados de 11 de Setembro de 2001, que mataram 343 soldados da paz, passaram a ser ainda mais. Na cidade onde se escutam dia e noite as sirenes estridentes de camiões com escadas ‘Magirus’, é agora frequente ver transeuntes a saudar as viaturas em marcha acelerada. E nas ruas é frequente assistir a manifestação de carinho para os homens e mulheres que foram, talvez, o símbolo maior dos ataques.

Cidade continua a bater recordes de visitantes

Não é exagerado dizer que Nova Iorque é a cidade que quase todos querem conhecer e isso talvez explique os números. Em 2015 a cidade atingiu um número recorde de 55 milhões de visitantes de todo o Mundo. É muito, mas nada que satisfaça os seus responsáveis, que já anunciaram querer chegar mais além em 2016.

Ground Zero nova-iorquino é agora lugar de homenagem. Por Alfredo Leite Pergunta CM Já visitou o Memorial do 11 de Setembro? SIM NÃO Era hora de almoço em Portugal quando, de repente, tudo mudou. O mais mortífero e – já o podemos dizer a esta distância – espetacular dos ataques terroristas de que há memória atingiu o coração da capital do Mundo. E a cidade que nunca dorme mergulhou num pesadelo que haveria de durar meses sem fim. Passados 14 anos dos atentados de 11 de setembro de 2001, que tiraram a vida a perto de três mil pessoas, a cidade está recomposta, mas diferente. O Mundo também. No muito que há para ver e fazer na cidade mais visitada dos EUA passou a ser obrigatório cumprir o roteiro do 11 de Setembro. A começar pelo ‘ground zero’, a zona de impacto dos aviões contra o antigo World Trade Center. Aqui os escombros deram lugar ao Memorial do 11 de Setembro. São dois lagos quadrados com quedas de água que ocupam o local onde se erguiam imponentes as torres gémeas e onde se cravou na pedra o nome de todas as vítimas mortais do atentado. É difícil imaginar que este local tranquilo e com um silêncio só quebrado pela queda das águas foi palco da tão grande tragédia que o Mundo assistiu em direto pela televisão. Nesta zona do memorial há também o Museu do 11 de Setembro, uma estrutura subterrânea que reúne o mais completo espólio relacionado com o ataque da al-Qaeda contra os Estados Unidos no seu território e sobre as vidas dos homens e das mulheres que perderam a vida nos ataques. Filmes inspirados no 11 de Setembro Não é o único local de Nova Iorque que guarda as memórias daquela manhã de horror. Ali bem perto, no número 209 da imensa Broadway fica a Capela de São Paulo. Apesar de se localizar a 70 metros do lugar onde os aviões embateram nas torres, a capela foi o único imóvel da zona que permaneceu intacto. Para muitos um ‘milagre’ sem explicação, e que por isso passou a ser lugar de peregrinação. No seu interior guardam-se muitas recordações daquele dia e lembram-se as vítimas. Tal como na vizinha Liberty Street, a rua da Ladder 10, o quartel de bombeiros engolido pelos destroços das torres onde morreram seis bombeiros. Hoje é um mural de homenagem aos soldados da paz que tombaram no 11 de Setembro. O elogio dos bombeiros Se há ícones de Nova Iorque, os bombeiros são um deles. Depois dos atentados de 11 de Setembro de 2001, que mataram 343 soldados da paz, passaram a ser ainda mais. Na cidade onde se escutam dia e noite as sirenes estridentes de camiões com escadas ‘Magirus’, é agora frequente ver transeuntes a saudar as viaturas em marcha acelerada. E nas ruas é frequente assistir a manifestação de carinho para os homens e mulheres que foram, talvez, o símbolo maior dos ataques. [ver vídeo] Vídeo mostra construção do memorial do 11 de Setembro

Documentário mostra construção do memorial do 11 de Setembro


Cidade continua a bater recordes de visitantes Não é exagerado dizer que Nova Iorque é a cidade que quase todos querem conhecer e isso talvez explique os números. Em 2015 a cidade atingiu um número recorde de 55 milhões de visitantes de todo o Mundo. É muito, mas nada que satisfaça os seus responsáveis, que já anunciaram querer chegar mais além em 2016.

Minúsculos


Já imaginou visitar um novo país e conseguir conhecer todas as suas maravilhas em um único dia? 

O site de viagens KAYAK elencou os cinco países europeus que de tão pequenos podem ser explorados em apenas 24 horas.

Vaticano e Mônaco estão entre as regiões selecionadas. 

Vale lembrar, no entanto, que o levantamento não considerou o tempo de percurso de avião até os países e foi feito com base na extensão territorial de cada região.

Veja nas imagens 5 países tão pequenos para você conhecer em um dia.

Andorra
Andorra possui paisagens incríveis de montanha, arquitetura medieval e ótimas estações de esqui.

O país está localizado entre a Espanha e a França e chama a atenção por sua rede de hotéis, restaurantes, oportunidades de compras, passeios e também pela agitada vida noturna. Andorra não tem aeroporto, mas fica a menos de 3 horas de carro de Barcelona, na Espanha.

Liechtenstein
Considerado um micro país, Liechtenstein está localizado entre a Áustria e a Suíça e é um dos países mais ricos do mundo.

A região também é conhecida pela produção de vinhos e queijos de boa qualidade.
Liechtenstein possui arquitetura gótica e também moderna e uma ótima infraestrutura.

Luxemburgo
Luxemburgo é um país com pouco mais de 80 quilômetros de extensão, muito próximo da França e localizado no que os europeus chamam de “Europa Romântica”. 

Trata-se de uma região bastante agradável e com clima ameno. Entre as atrações, a Catedral de Notre-Dame, a ponte Adolphe, a Gëlle Fra e o Palácio Grão-ducal valem a pena conhecer.

Mônaco
Está entre os menores países do mundo e possui menos de dois quilômetros quadrados.

A região é famosa sediar o Grande Prêmio de F1. 

O Palácio do Príncipe de Mônaco e o Museu Oceanográfico são algumas das atrações imperdíveis por lá.

Vaticano
O Vaticano é considerado um país e está localizado no interior da Itália, dentro da capital, Roma. 

Com diversas atrações turísticas, como o Museu e Capela Sistina e a Basílica de São Pedro, o país atrai uma multidão de turistas o ano todo.

Natureza em fúria
Ilhados: vista aérea de área residencial totalmente inundada após passagem do tufão Etau, no Japão, em 10 de setembro de 2015 .

As águas tomaram conta da cidade de Joso, ao norte de Tóquio, no Japão, nas últimas 24 horas. Chuvas diluvianas trazidas pelo tufão Etau deixaram vários bairros residenciais praticamente ilhados.

Pelo menos 100 mil pessoas receberam ordens de evacuação, mas nem todo mundo atendeu ao chamado. Nas áreas mais afetadas, muitos moradores precisaram subir no teto de suas casas para serem resgatados por helicópteros.

As equipes de bombeiros também precisaram socorrer dezenas de motoristas obrigados a abandonar seus carros que ficaram praticamente submersos. Até o momento, uma pessoa morreu, nove estão desaparecidas e cerca de vinte se feriram gravemente.

Nesta quinta-feira, a Agência Meteorológica do Japão emitiu avisos de emergência ante o risco de deslizamentos de terra e mais inundações para 5 milhões de pessoas nas províncais de Tochigi e Ibaraki, ao norte e nordeste de Tóquio.

Em média, o Japão recebe de 20 a 30 tufões ou tempestades tropicais todos os anos; o tufão Etau foi o 18ª, segundo a BBC.

Veja no vídeo abaixo, feito pela agência AP, o resgate dramático de uma família ilhada em Joso: 

Uma pessoa em cima de um carro e outra agarrada a um poste aguardam a chegada de um helicóptero de resgate em uma estrada transformada em rio após passagem de tufão. 

Vista aérea mostra áreas residenciais inundadas pelo rio Kinugawa após passagem do tufão Etau em Ibaraki, no Japão, em 10 de setembro de 2015 .

Pessoas observam uma rua que cedeu com a forte enchente causada pelo tufão Etau em uma área residencial de Ibaraki, no Japão, em 10 de setembro de 2015.

Um homem segura uma bandeja de pertences enquanto atravessa uma estrada totalmente inundada pelo rio Omoigawa, na província de Tochigi, Japão.

Uma mulher é resgatada por helicóptero do teto de sua casa durante uma forte enchentes que castiga províncias no Japão.

Uma mulher é colocada sobre uma maca depois de ser resgatada por um helicóptero de uma área inundada pelo rio Kinugawa, em Ibaraki, no Japão.

Pessoas aguardam por socorro nos tetos dos carros em uma estrada inundada pelo rio Kinugawa, em Ibaraki, no Japão.

Um homem é carregado por bombeiros em uma área inundada pelo rio Kinugawa, após passagem do tufão Etau em Ibaraki, no Japão.

Um homem caminha em uma área residencial inundada pelo rio Kinugawa , após passagem do tufão Etau, em Ibaraki, Japão.

© Copyright British Broadcasting Corporation 2015 Serviço de caronas pagas do Uber é alvo de projetos de leis em diversas cidades do país 

Esta quarta-feira será um dia de apreensão para a empresa Uber nos dois principais mercados que atua no Brasil.

Vereadores de São Paulo votarão pela segunda vez um projeto de lei que veta o uso do aplicativo de mesmo nome na cidade. E espera-se que o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, sancione um projeto semelhante já aprovado pelo Legislativo municipal.

Mas não é só nestas cidades que o serviço enfrenta contratempos. Um levantamento da BBC Brasil mostra que já existem projetos de lei que buscam banir o Uber em 15 capitais e no Distrito Federal.

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Hoje, a empresa está presente em apenas quatro capitais - Belo Horizonte e Brasília, além de Rio e São Paulo. Em todas, existem projetos de lei contra o serviço prestado pelo Uber.

Mas vereadores de outras 13 capitais brasileiras - Vitória, Maceió, Curitiba, Salvador, Recife, Manaus, Goiânia, Cuiabá, Aracaju, Natal, João Pessoa e Campo Grande - decidiram se antecipar a uma eventual chegada da empresa.

Nestas cidades, foram apresentados projetos de lei que vetam o transporte individual e remunerado de passageiros por prestadores que não sejam autorizados pelo poder público, ou seja, ratifica a exclusividade desta atividade aos taxistas.

Segundo a lei federal nº 12.468 de 2011, é privativa destes profissionais "a utilização de veículo automotor, próprio ou de terceiros, para o transporte público individual remunerado de passageiros, cuja capacidade será de, no máximo, sete passageiros".

"O sindicato de taxistas de Maceió nos procurou, fomos atrás de informações e chegamos à conclusão que era uma proposta justa. Já temos uma frota suficiente e que em momentos fica ociosa, quando não estamos na alta temporada do turismo. A chegada do Uber poderia ser um desastre", diz o vereador Galba Netto (PMDB), autor do projeto de lei na capital alagoana.

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"Estamos evitando um problema no futuro, porque a chegada do Uber poderia ser um desastre."

Ainda existem projetos de lei que inviabilizam a operação da empresa em ao menos outras nove cidades.

É o caso de Campinas, São José do Rio Preto, Americana, Barueri e Cotia, no Estado de São Paulo, Teófilo Otoni, em Minas Gerais, Jaboatão dos Guararapes e São Lourenço da Mata, em Pernambuco, e Serra, no Espírito Santo.

E o número de locais onde o Uber não poderá operar pode crescer exponencialmente em pouco tempo. Deputados estaduais do Espírito Santo, Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso e Bahia já apresentaram projetos para isso em suas respectivas Assembleias Legislativas.

Procurado pela BBC Brasil, o Uber diz em nota que, por motivação política, legisladores querem proibir uma inovação "em nome da proteção de interesses corporativos".

A empresa também afirma que o serviço prestado por ela é "completamente legal no Brasil" e amparado pela lei federal 12.587 de 2012, que delimita os serviços de transporte, "fazendo uma separação entre serviço público individual (o táxi) e o serviço privado individual de transporte (que é o que os motoristas parceiros do Uber fazem)".

"Toda legislação existente hoje é voltada para o serviço de táxi, e não existe ainda uma regulação do serviço individual de transporte. Um serviço sem regulação não é ilegal, pelo contrário", afirma a empresa.

"Em alguns locais, o Legislativo demonstrou ter uma grande vontade de banir a tecnologia em vez de abrir um debate amplo com a sociedade para verificar como é possível usar esse tipo de novidade para melhorar a vida das pessoas e da cidade."

'Ilegalidade'
© Copyright British Broadcasting Corporation 2015 Taxistas cariocas fecharam avenida para protestar contra aplicativo 

Desde sua chegada ao país, em maio de 2014, o Uber vem gerando polêmica em diversas cidades e provocando protestos de taxistas.

No Rio de Janeiro, o projeto de lei 122/2015 já foi aprovado em duas votações pelos vereadores e aguarda desde o dia 25 a sanção ou veto do prefeito. O prazo de 15 dias para a apreciação de Paes se esgota nesta quarta-feira.

Na semana passada, ele disse que provavelmente dará seu aval à nova lei: "O nosso caminho é o da sanção. A não ser que tenha alguma irregularidade ou inconstitucionalidade".

Caso isso ocorra de fato, o Rio, primeira cidade onde o serviço foi lançado no país, será a primeira a proibi-lo.

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Em São Paulo, os vereadores apreciam nesta quarta-feira o projeto de lei 349/14, que foi aprovado na primeira votação, no fim de junho, por 48 votos a favor e 1 contra.

"A aprovação do projeto acabará com uma ilegalidade de uma empresa que, em vez de dialogar com o poder público, decidiu passar por cima de todo mundo. Isso servirá de exemplo para o resto do país", diz o vereador Adilson Amadeu (PTB), autor da proposta.

"Também não existe qualquer possibilidade de regulamentarmos esta atividade. Qual é a necessidade de ter mais carros na praça se já temos condição de atender á população?"

Ser for aprovado pelos vereadores paulistanos, o projeto seguirá para o prefeito Fernando Haddad. O secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, disse em entrevista coletiva em junho que o serviço é "clandestino".

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Até mesmo a presidente Dilma Rousseff se pronunciou sobre a questão em uma coletiva de imprensa no início deste mês, quando disse se tratar de uma questão complexa, pois o Uber "tira emprego de muitas pessoas".

"Depende de regulamentação de cada Estado, porque não é a União que decide isso. Ele tira taxista do emprego. Acho que tem que ter posição ponderada", afirmou a presidente.

'Questão complexa'
A declaração de Dilma ecoa as reclamações de taxistas, para quem o serviço representa uma concorrência desleal. Nas cidades onde o Uber já atua, os profissionais da categoria dizem que o número de corridas diárias caiu desde a chegada do serviço.

Também criticam o fato dos motoristas do Uber não precisarem de alvará para atuar ou terem de seguir as regras aplicadas a taxistas.

Segundo a empresa, equiparar o serviço de seus motoristas parceiros ao de taxistas é um "erro".

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"O táxi tem a prerrogativa de atender um usuário em qualquer circunstância. No caso da Uber, o único modo de se conseguir um carro é pelo aplicativo, sendo que é preciso estar cadastrado, com seus dados e cartão de crédito. São serviços diferentes e complementares."

A posição da companhia ganhou força com a publicação de um estudo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, autarquia vinculada ao Ministério da Justiça, para o qual não existem "elementos econômicos que justifiquem a proibição de novos prestadores de serviço de transporte individual".

"O mercado de caronas pagas é operacionalizado por meio de aplicativos de smartphones, logo tende a operar exclusivamente no segmento de transporte individual porta a porta, ou seja, não concorre com os espaços dedicados aos pontos de táxi e nem circula pelas vias públicas em busca de passageiros", diz o economista-chefe do órgão, Luiz Alberto Esteves, que assina o estudo.

"Para além disso, elementos econômicos sugerem que, sob uma ótica concorrencial e do consumidor, a atuação de novos agentes tende a ser positiva."

O Uber cita o exemplo dos Estados Unidos. Segundo a companhia, em janeiro de 2014, existia apenas uma regulação para empresas de mobilidade urbana compartilhada, na Califórnia.

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"Hoje, já existem mais de 50 jurisdições nos EUA que têm regulações deste tipo, sem contar Cidade do México e Puebla no México, Calcutá e Telangana na Índia; Filipinas, o primeiro país com uma regulação federal e também Toronto, no Canadá."

Quando perguntada se poderá questionar na Justiça a validade dos projetos de lei atualmente em discussão, a empresa diz que não quer "especular" quanto a isso neste momento.

Mas afirma que "qualquer projeto de lei que vise limitar a liberdade de empresa no Brasil e que vise proibir a tecnologia é um ato anulável por definição" e que estas "garantias constitucionais devem ser asseguradas".

A empresa dz que cabe ao Judiciário "analisar mais detidamente questões complexas e disruptivas como as que envolvem o modelo de negócios da Uber, e esclarecer eventuais dúvidas a respeito da legitimidade das leis que enderecem esses assuntos".

"Continuaremos a trabalhar junto ao poder público para demonstrar os benefícios e buscar uma legislação que fomente a inovação e o empreendedorismo."

Usuário olha para página inicial do Google 

Brian Womack, da Bloomberg

A Google Inc. começará a testar um serviço de entrega de alimentos frescos e compras de supermercado em duas cidades dos EUA no final deste ano, intensificando a concorrência com a rede varejista on-line Amazon.com Inc. e com a startup Instacart Inc. 

O teste começará por São Francisco e alguma outra cidade, disse Brian Elliott, gerente-geral do Google Express, que já entrega mercadorias aos clientes, inclusive alimentos secos. A Whole Foods Market Inc. e a Costco Wholesale Corp. estarão entre as parceiras da Google no novo serviço, disse ele. 

“Para muitos de nossos vendedores que têm tido sucesso com isso, nós não estamos representando uma loja completa atualmente”, disse Elliott, em entrevista. “É um incentivo para nós e para o vendedor ajudar os clientes a terem a loja toda entregue a eles”.

A Google está investindo em serviços de entrega para residências e empresas com o objetivo de atrair mais tráfego para seus sites. A jogada coloca a empresa em concorrência mais direta com a Amazon, que lançou o serviço AmazonFresh em diversas cidades dos EUA. Em abril, um relatório mostrou que a gigante do comércio eletrônico oferecia o menor custo entre as rivais em Nova York. A venda on-line de alimentos é um setor de US$ 10,9 bilhões nos EUA e o mercado deverá crescer 9,6 por cento ao ano até 2019, segundo um relatório de dezembro da IbisWorld. 

Alimentos frescos 

A Google está também expandindo as entregas para o dia seguinte na região Centro-Oeste dos EUA para mais de 25 milhões de clientes potenciais em lugares como Indiana, Wisconsin e Ohio. A empresa on-line já oferece serviços em Manhattan e Chicago com a Walgreen Co., a Kohl’s Corp. e outras empresas varejistas. 

O teste com alimentos frescos, como frutas e vegetais, faz parte de um distanciamento da empresa em relação às entregas feitas a partir de armazéns, o que pode aumentar a complexidade do procedimento e requer refrigeração, disse Elliott. A decisão de dar mais opções aos clientes deverá ajudar a aumentar os lucros e as vendas da empresa, disse ele. 

“Se tenho que pagar para que alguém transporte o produto do ponto A ao ponto B, quanto maior o tamanho da cesta, mais receita eu tenho para compensar esse custo”, disse ele.

Uma jovem que é considerada uma "hacker" perigosa está causando polêmica pois utiliza-se de sua beleza para assim poder invadir os computadores de suas vítimas.
Nas redes sociais ela usa o nome "SexyCyborg" e foca bastante na região de seus seios para atrair os homens e assim poder hackiar seus computadores.
Ela também utiliza-se de fotos íntimas, com saltos altos e seu corpo bem a mostra na qual afirma que muitos caem sem ao menos saber o que realmente se passa.
Ela também usa seus hackings em suas sandálias que podem monitorar tudo que as pessoas digitam nos seus teclados, como senhas e outras informações pessoais de suas vítimas.
Sendo assim, o alerta está ai, tomem cuidado. Nem tudo é o que parece ser.





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