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A imagem foi criada no Photoshop por ex-animador da Disney e as etapas foram gravada em time-lapse

Aaron Blaise, um dos animadores da Disney por trás do filme O Rei Leão, fez um desenho em homenagem a Cecil, o leão que foi caçado e morto mês passado por um dentista americano. A imagem mostra Cecil no céu observando seus filhos na Terra, em referência à cena do próprio filme sobre a vida de Simba. Blaise também fez um vídeo em time-lapse mostrando as etapas de criação no Photoshop (assista abaixo).

“Como muitas pessoas ao redor do mundo, eu fiquei extremamente comovido pela tragédia recente em torno da caça e matança do amado leão conhecido como Cecil”, escreveu Blaise em seu site. “Quando ouvi a notícia sobre Cecil me inspirei para criar uma imagem em tributo a ele. Não é muito, mas espero que a imagem faça as pessoas refletirem."

O time-lapse acaba com uma frase original de O Rei Leão em que Mufasa, pai de Simba, diz: "Olhe para as estrelas. Os grandes reis do passado olham para baixo acima de nós através dessas estrelas."

Cecil foi morto em 6 de julho, aos 13 anos de idade, como resultado de caça esportiva no Parque Nacional de Hwange, no Zimbábue. Walter Palmer, o dentista americano acusado de ter caçado ilegalmente, chegou a assumir que o tinha matado, mas disse que as licenças de caça necessárias estavam em ordem.

O leão era especialmente famoso no país pois passou praticamente toda sua vida monitorado por cientistas da Universidade de Oxford que estudavam a conservação de leões no Zimbábue. O jornal The Guardian, inclusive, o caracterizou como ”um dos mais famosos leões em toda a África e a estrela do Parque Nacional de Hwange."

O caso gerou repercussão mundial, como um baixo-assinado no site da Casa Branca pedindo que Palmer fosse extraditado, mensagens de artistas nas redes sociais e até protestos na faixada da casa de Palmer em Minnesota, Estados Unidos.

Blaise trabalhou no estúdio de animação da Disney por 21 anos, ajudando a criar filmes animados como Aladin e A Bela e a Fera, e foi nomeado ao Oscar de melhor filme de animação por Irmão Urso, em que trabalhou como codiretor. Em seu site, ele afirma que passou a maior parte da adolescência desenhando, pintando e fotografando a vida selvagem.

Blaise não trabalha mais para a Disney, mas continua postando seus desenhos de animais em seu site pessoal. “Criar imagens das incríveis criaturas com quem nós compartilhamos nossa Terra é para mim o maior prazer que eu poderia desejar para minha carreira”, ele escreve.

Assista ao vídeo abaixo:


Fonte: Mashable e Exame


Aos 81 anos e com problemas de saúde, Rubén Aguirre, ator que deu vida ao Professor Girafales da série "Chaves", disse estar "razoavelmente bem" após uma internação, em agosto do ano passado.

"Não estou totalmente bem, ando em uma cadeira de rodas, não posso caminhar, não tenho força nas pernas", disse em entrevista à rede de TV hispânica Telemundo, exibida na terça-feira (4).

"Não temo a morte. Temo estar morrendo. Isso sim me dá muito medo", acrescentou.

Além dos problemas de locomoção, Aguirre sofre de diabetes e cálculos na vesícula.

Reprodução/Twitter/jirafalesruben
Ruben Aguirre e sua mulher, Consuelito

Em junho, ele divulgou uma carta para denunciar o "desinteresse" de seu sindicato, a ANDA (Associação Nacional de Atores do México) em relação ao seu tratamento.

Ao texto, ele deu o título "E agora... Quem poderá me defender?", em referência à célebre frase do personagem Chapolin Colorado, que assim como Chaves foi interpretado por Roberto Bolaños.

"Creio que já era tempo de alguém denunciar que muitos companheiros executivos da ANDA não estão cumprindo com seu dever. Vieram apenas há duas semanas, já não se deve mais nada, pagaram tudo", disse o ator.

Na época, o desabafo comoveu o filho de Bolaños, Roberto Gómez Fernández, que chegou a oferecer ajuda financeira ao ex-colega do pai. Ao canal, Aguirre contou que o mesmo não aconteceu com outros atores do elenco da série.

"Nem Carlos [Villagrán, o Quico], nem Maria Antonieta [de las Nieves, a Chiquinha], nem Edgar [Vivar, o Sr. Barriga], nem ninguém se aproximou para me apoiar, mas eu os entendo."


Pode parecer inusitado, mas Silvio Santos e Edir Macedo serão sócios. De acordo com informações do colunista Daniel Castro, do site Notícias da TV, as emissoras Record, SBT e RedeTV! estão se unindo para a criação de uma empresa para negociar a venda de seus sinais para a TV por assinatura.

A ideia é que, no começo, essa empresa cobre das operadoras pelo carregamento dos canais digitais das três redes. Posteriormente, poderiam ser lançados canais exclusivos para assinantes - algo que já acontece a Globosat, a Turner e a Discovery Communications.

A empresa se chama Newco e ainda não saiu do papel. Em julho, Record, SBT e RedeTV! comunicaram ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) a criação da joint venture (associação entre diferentes empresas em uma nova empresa). As três redes terão partes iguais, porém, a remuneração será de acordo com o valor de cada uma delas estipulado pelas operadoras.

Segundo o site, as três redes pediram a aprovação da sociedade em rito sumário, mais rápida, sem a análise aprofundada de impacto no mercado. Entretanto, a Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA) e a Sky apresentaram contestações e querem que o processo siga em rito ordinário. Caso isso aconteça, a joint venture pode levar anos para ser aprovada. Como argumento para fundamentar o pedido, a ABTA e da Sky dizem que a junção das três redes pode acarretar no aumento dos preços das mensalidades de TV por assinatura.

Essa argumentação se deve ao fato de que, como explica a reportagem do site, Record, SBT e RedeTV! avaliam que, juntas, terão mais força para cobrar das operadoras de TV paga. Hoje, elas cedem de graça seus canais e consideram que isso não é justo, uma vez que são responsáveis por cerca de 20% da audiência no cabo e no DTH (TV paga via satélite).

No Cade, as redes argumentaram que a nova empresa não acarretará uma "sobreposição horizontal" no mercado, já que atuam em um mercado distinto do da Newco. São empresas de radiodifusão, que vivem de publicidade, enquanto a nova empresa atuará no segmento de TV paga.

Por questões legais, as três emissoras não podem se manifestar oficialmente à imprensa durante a tramitação do processo.

© Reprodução/YouTube/Nasa Lua: imagens capturadas pela Nasa mostram lado escuro da Lua

A Nasa divulgou imagens incríveis da Lua, mostrando o seu lado escuro totalmente iluminado. Essa porção da Lua é impossível de ser vista da Terra.

As imagens foram feitas por um satélite que está orbitando entre o nosso planeta e o Sol. Por conta dessa posição, ele pode capturar o lado escuro da Lua completamente iluminado pela estrela.

O satélite Dscovr está trabalhando para a Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos EUA. Ele está equipado com uma câmera de apenas quatro megapixels – que fez as imagens em questão.

As fotos foram capturadas a uma distância de 1,6 milhão de quilômetros da Terra – ou 1 milhão de milhas. 

Usando diversas fotos diferentes, a Nasa foi capaz de compilar um vídeo. Nele, a Lua aparece ultrapassando a Terra. Veja o incrível vídeo abaixo.

A Lua orbita a Terra sempre com o mesmo lado virado para cá. Por conta disso, existe um lado que nunca é visto diretamente do nosso planeta – esse lado é chamado de lado escuro da Lua.

De acordo com cientistas, 41% da superfície do nosso satélite natural não pode ser vista por nós. Tudo o que vemos durante as noites, portanto, são somente 59% da Lua.

As imagens foram realizadas no mês passado, mas liberadas somente agora pela agência espacial americana.

© KAZUHIRO NOGI Pai e filha lembram o 70ª aniversário do ataque nuclear a Hiroshima, em 6 de agosto de 2015. 

Setenta anos depois do lançamento da bomba atômica sobre Hiroshima, houve uma mudança na visão da sociedade norte-americana sobre essa decisão. Em 1945, cerca de 85% dos norte-americanos apoiavam o uso da bomba nuclear, enquanto hoje justificam aquela ação um total de 56%, segundo uma pesquisa do Pew Research Center que compara cifras atuais com um levantamento do Gallup feito pouco depois do bombardeio. Hoje, 34% dos norte-americanos se opõem àquele bombardeio que levou ao fim do conflito na região do Pacífico.

Os protagonistas da mudança de opinião são os jovens entre 18 e 29 anos. Um total de 47% deles aprova o uso das bombas atômicas contra o Japão em 1945 enquanto 70% dos maiores de 65 anos consideram que a resposta nuclear foi adequada.

Apesar de mais da metade dos norte-americanos entender hoje a decisão tomada por seu Governo há 70 anos, as pesquisas revelam ao longo do tempo a progressiva rejeição ao uso de armas nucleares. O apoio majoritário ao ataque a Hiroshima e Nagasaki em 1945 caiu para 63% em 1991, e agora baixou para 56%.

As pesquisas também refletem a divisão política em torno da bomba atômica. A grande maioria dos eleitores republicanos (74%) considera justificável o lançamento enquanto entre os democratas esse apoio se reduz a 52%.

Entre os japoneses — que tradicionalmente manifestam sua desaprovação ao lançamento da bomba atômica —, somente 14% expressa aprovação. Uma redução em relação a 1991, quando 29% dos cidadãos do país asiático se declaravam a favor da decisão.

Em 1995, a metade dos entrevistados considerava que deveria ter sido encontrada outra maneira de pôr fim ao conflito no Pacífico. Ainda assim, 73% dos norte-americanos não se mostraram favoráveis a que seu Governo pedisse desculpas oficialmente a Tóquio e somente 20% defenderam essa iniciativa, segundo um levantamento do Pew Research.

Quando o Japão se rendeu, muitos norte-americanos achavam que o imperador Hirohito deveria ser executado por crimes de guerra. No entanto, o general MacArthur convenceu o presidente Truman e o general Eisenhower de que acabar com o imperador japonês o tornaria um mártir, e ele passaria a ser uma figura cultuada. Washington “perdoou” o imperador japonês — outros membros do Executivo foram condenados à morte —, como parte de uma estratégia de democratização e normalização diplomática com o país que seria um dos futuros e mais sólidos aliados dos Estados Unidos no cenário asiático.

© Fornecido por Deutsche Welle

Autoridades japonesas, diplomatas internacionais e sobreviventes participaram nesta quinta-feira (06/08), em Hiroshima, de uma cerimônia que marcou os 70 anos do lançamento da primeira bomba nuclear, nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial.

O sino da paz soou às 8h15 (hora local), no momento exato em que a bomba atômica lançada pelo bombardeiro B-29 Enola Gay, da Força Aérea americana, detonou sobre o centro da cidade, matando 40 mil pessoas instantaneamente. Até o fim daquele ano, o número de mortos chegou a 140 mil, em consequência da radiação.

Cerca de 50 mil pessoas compareceram à cerimônia no Parque do Memorial da Paz, em Hiroshima, incluindo a embaixadora americana no Japão, Caroline Kennedy e representantes de cerca de cem países.

Após o memorial, líderes de grupos de sobreviventes se reuniram com o primeiro-ministro, Shinzo Abe, e pediram a remoção de uma nova legislação que permite aos militares japoneses, pela primeira vez desde o fim da 2ª Guerra, se envolverem em conflitos no exterior.

Abe, que em seu discurso durante a cerimônia defendeu a abolição das armas nucleares, sustentou que a nova legislação é essencial para a segurança do país. Pesquisas indicam que a maioria dos japoneses é contra a medida, que envolve uma reinterpretação da Constituição japonesa, que renuncia à guerra, estabelecida no período pós-guerra quando o país estava sob ocupação americana.

A detonação da bomba atômica ainda é um dos temas mais debatidos da Segunda Guerra Mundial. Muitos defendem que ela foi necessária para pôr fim à guerra no Pacífico e salvar milhares de outras vidas vidas, enquanto outros sustentam que o Japão teria se rendido de qualquer forma, sem que houvesse a necessidade de destruir Hiroshima e, três dias mais tarde, Nagasaki. 

Ainda hoje, sobreviventes estão sob tratamento nos hospitais da Cruz Vermelha japonesa em razão dos efeitos de longa duração da radiação, principalmente casos de câncer.

70 anos após Hiroshima, asiáticos aumentam investimento em armas nucleares

Os sinos tocaram nesta quinta-feira (6) em Hiroshima às 8h15 locais, exatamente 70 anos após o lançamento da bomba atômica por um caça americano, no primeiro ataque nuclear da história, que levou o Japão à capitulação e encerrou a Segunda Guerra Mundial. Sete décadas depois, a proliferação de armas nucleares está em queda no Ocidente e em alta no próprio continente asiático.

A Ásia é hoje o continente com maior crescimento do investimento em armas nucleares, embora ainda detenha uma minoria delas (400 das 15.850 que existem no mundo). Rússia e Estados Unidos são os líderes em quantidade de armas deste tipo, mas os dois países vêm reduzindo seus arsenais há pelo menos 20 anos. Já China, Coreia do Norte, Índia e Paquistão estão desenvolvendo novos sistemas de armas nucleares, segundo o instituto de pesquisa sueco Sipril.

A China possui hoje um dos programas nucleares mais secretos entre as potências. Não se sabe ao certo o número de armas de que o país dispõe, mas estima-se que seja ao redor de 260 ogivas, o que faz o país se aproximar da França que, com 300 dispositivos, é o terceiro país com a maior quantidade de armas nucleares depois de Rússia e Estados Unidos.

Em uma entrevista ao jornal Libération, o diretor da Agência Internacional de Energia Atômica, Yukiya Amano, disse que “para o Ocidente, o programa nuclear do Irã constitui a principal ameaça”, mas “do ponto de vista do Oriente, o problema é a Ásia”.

Cerimônia em Hiroshima
© Fornecido por…

Na cerimônia desta quinta-feira (6), uma jovem e um estudante golpearam o grande sino com uma viga de madeira na hora exata do bombardeio, em meio ao silêncio da multidão no Parque Monumento da Paz de Hiroshima, cidade de 1 milhão e 200 mil habitantes convertida em símbolo do pacifismo.

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, e representantes de 100 países estavam entre as 55 mil pessoas que compareceram à cerimônia. Abe disse que o Japão tem a missão de criar um mundo sem armas nucleares.

Em 6 de agosto de 1945, um caça B-29 lançou sobre a cidade uma bomba de urânio, dotada de uma força destrutiva equivalente a 16 quilotoneladas de TNT. O número de mortos é estimado em 140 mil. Três dias depois foi a vez de Nagazaki ser bombardeada.

Das cinzas à reconstrução – o renascimento de Hiroshima, Relembre a história.
© UIG via Getty Images/Getty Images; Photodisc/Getty Images
No dia 6 de agosto de 1945, a cidade de Hiroshima sofreu o primeiro ataque com armas nucleares da História. A seguir, vemos como Hiroshima se reergueu das ruínas.

A bomba, jogada pelo avião militar B-29 americano Enola Gay, destruiu quase 80% da cidade. Confira estas imagens que marcam a reconstrução e renascimento da cidade

© Universal History Archive/UIG via Getty images

1945
Foto aérea mostra o momento da detonação da bomba, apelidada de 'Little Boy', na manhã do dia 6 de agosto

© United Nations/AP Photo
1945
Um relógio encontrado nas ruínas indica o momento preciso da explosão: 8h15

© UIG via Getty Images/Getty Images

1945
Uma fotografia aérea mostra a destruição na cidade de Hiroshima após a bomba atômica. Tudo em um raio de 13 km do local da queda da bomba foi aniquilado

© Universal History Archive/Getty Images

1945
Após a queda da bomba em Hiroshima as estatísticas sugerem que aproximadamente 80 mil pessoas foram instantaneamente mortas. Este número subiu para 140 mil com os efeitos da exposição à radiação

© Photo12/UIG via Getty Images

1945
Uma imagem da Força Aérea americana mostra a área devastada pela bomba, indicada pela superfície negra dentro do círculo

© AP Photo

1945
Um militar americano vasculha os escombros causados pela explosão na prefeitura de Hiroshima

© UIG via Getty Images/Getty Images

1945
O clarão da detonação foi tão intenso que imprimiu o contorno dos objetos nas superfícies em torno deles

© Charles P. Gorry/AP Photo

1946
Novas casas começam a ser construídas nas ruínas da cidade de Hiroshima no dia 11 de março de 1946. Estas casas, com apenas um andar térreo, eram parte do programa de reconstrução do governo japonês. No fundo, árvores e prédios que resistiram à explosão

© Picture Post/IPC Magazines/Hulton Archive/Getty Images

1946
Uma reportagem de agosto de 1946 na revista Picture Post, intitulada 'Depois da Bomba Atômica: um impressionante renascimento', mostrando a reconstrução da cidade depois do bombardeio. A reportagem destaca a construção de casas (acima) e a plantação de lavouras (abaixo)

© Charles P. Gorry/AP Photo

1946
Uma foto aérea da cidade, em 20 de julho de 1946, mostra algumas casas e muita terra arrasada 

© Charles Gorry/AP Photo

1947
O presidente de Hiroshima, Tetsu Terada, participa de uma cerimônia de plantação de árvores em agosto de 1947 no local da detonação da bomba

© Charles Gorry/AP Photo

1947
Uma ponte reconstruída no norte da cidade de Hiroshima, em 16 de julho de 1947, vira um marco do renascimento da cidade

© Universal History Archive/UIG via Getty Images

1947
O imperador Hirohito acena para a multidão em visita a Hiroshima em 1947

© AP Photo

1948
Um sobrevivente da bomba atômica reza no monumento aos trabalhadores de correio em Hiroshima, próximo ao epicentro da explosão, em 7 de agosto de 1948

© AFP/Getty Images

1948
A foto ainda mostra uma impressionante destruição três anos após o bombardeio de Hiroshima

© AP Photo

1949
Um morador da 'Nova Hiroshima' cuida da sua plantação de milho próxima do local da explosão em 5 de agosto de 1949. Pode ser visto ao fundo o Memorial da Paz de Hiroshima

© George Sweers/AP Photo

1951
Integrantes da Força Aérea americana, que foram honrados pelos moradores de Hiroshima no sexto aniversário do bombardeio, brincam com crianças em 6 de agosto de 1951

© Asahi Shimbun/AP Photo

1952
A principal rua comercial de Hiroshima no dia 2 de agosto de 1952 indica os sinais de pujança da cidade outrora devastada

© John Chillingworth/Picture Post/Hulton Archive/Getty Images

1955
Uma cena urbana de Hiroshima em julho de 1955, dez anos depois do bombardeio atômico 

© AP Photo

1955
Uma cerimônia foi realizada no local exato da detonação no décimo aniversário do bombardeio de Hiroshima

© Three Lions/Getty Images

1955
Imagem do Museu da Paz em Hiroshima

© ullstein bild/ullstein bild via Getty Images

1958
Imagem mostra como a cidade se recuperou com velocidade da devastação

© J. Russell Gilman/Archive Photos/Getty Images

1965
O Memorial da Paz de Hiroshima

© AP Photo

1968
Vista aérea de Hiroshima

© Max Desfor/AP Photo

1970
Foto do dia 4 de agosto de 1970 – 25 anos depois da bomba

© AP Photo

1970
Uma multidão compareceu à cerimônia em memória das vítimas 25 anos depois

© AP Photo

1975
Casal em uma colina de Hiroshima, em 1975 

© Sadayuki Mikami/AP PHoto

1980
Visitantes aparecem no Memorial da Paz de Hiroshima em dezembro de 1980

© Koji Sasahara/AP Photo

1990
Pombas são soltas no Memorial da Paz no 45º aniversário da explosão da bomba atômica

© Junji Kurokawa/AP Photo

2005
Uma vista aérea da região do rio Motoyasu em 26 de julho de 2005

© Tomohiro Ohsumi/Bloomberg News

2008
A planta industrial da Mazda em 17 de setembro de 2008

© KYODO/Newscom/Reuters

2013
Pombas são soltas no Memorial da Paz no dia 6 de agosto

© Shizuo Kambayashi/AP PHoto

2013
Crianças caminham diante do Memorial da Paz

© ISSEI KATO/Newscom/Reuters

2015
Fumiaki Kajiya, 76 anos, sobrevivente da bomba e professor aposentado observa o centro da cidade no dia 27 de março de 2015

© Photodisc/Getty Images

2015
Uma vista do anoitecer na moderna Hiroshima

E se a sua cidade fosse alvo da bomba atômica de Hiroshima?
© Foto: Reprodução 
Uma ferramenta interativa desenvolvida pela ONG Public Radio Internationak mostra a extensão dos danos da bomba atômica em diferentes cidades do mundo. 

O mundo lembra nesta semana aniversário de 70 anos dos trágicos bombardeios qu atingiram as cidades de Hiroshima e Nagasaki, no Japão, em 6 e 9 de agosto de 1945, momentos finais da 2ª Guerra Mundial.

De acordo com informações prestadas pelo Atomic Archive, um site dedicado ao estudo da chamada Era Nuclear, na qual a fabricação de armas nucleares foi extensivamente difundida, os bombardeios foram responsáveis por 66 mil mortes em Hiroshima e 39 mil em Nagasaki.

O total de pessoas afetadas pelas bombas bateu a marca de 135 mil na primeira explosão e 64 mil na segunda. 60% das mortes imediatas em Hiroshima aconteceram em decorrência de queimaduras causadas pela explosão, enquanto que esta foi também a causa de morte de 95% daqueles afetados em Nagasaki.

A intensidade dos bombardeios pode ser medida com estes números históricos. Contudo, para ilustrar melhor a gravidade do episódio, o site da ONG Public Radio International (PRI) desenvolveu uma interessante ferramenta capaz de mostrar como seria o cenário de uma cidade no mundo que fosse hoje alvo da mesma bomba usada pelos Estados Unidos em Hiroshima.

Testamos a ferramenta, cujo uso é fácil e intuitivo, mas as informações estão disponíveis apenas em inglês, e os resultados foram assustadores. Na cidade de São Paulo, os efeitos da explosão seriam sentidos também em locais como Guarulhos, Osasco, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul.

90% das pessoas localizadas num raio de cerca de 800 metros da explosão morreriam imediatamente, enquanto que 80% daqueles que estivessem a pouco mais de um quilômetro do local também morreriam pela explosão. Tudo ao redor estaria destruído por conta de incêndios de alta intensidade.

© Wikimedia Commons 

Hiroshima: em 2015, o mundo lembrará o aniversário de 70 anos dos bombardeios nucleares em Hiroshima e Nagasaki, no Japão 

Segundo a PRI, os dados usados na composição da ferramenta foram compilados a partir de registros históricos mantidos pelo Atomic Archive e que incluíram relatórios produzidos por cientistas do Manhattan Project, o projeto de pesquisa dos EUA que produziu as bombas atômicas usadas no Japão.

Deutsche Welle

O Grupo Especial de Atividades Subaquáticas da Guarda Civil espanhola suspendeu nesta quarta-feira (05/08) a busca submarina pela campeã de mergulho em apneia Natalia Molchanova, que desapareceu no último domingo próximo às Ilhas Baleares, no Mar Mediterrâneo. A Guarda Civil, porém, continuará monitorando a região à procura da atleta russa de 53 anos.

Os mergulhadores acreditam que correntes oceânicas possam ter levado o corpo da atleta para outra área. O trabalho de busca na superfície continua até o próximo domingo. A Guarda Civil espera que o corpo de Molchanova possa vir à tona nos próximos dias.

Molchanova desapareceu no último domingo durante um mergulho sem pé de pato em uma profundidade de 30 a 40 metros na costa do município de Formentera. Ela se separou do grupo e, provavelmente, foi levada por uma forte corrente marítima.

"A causa do desaparecimento de Natalia é desconhecida, mas ela estava fazendo o que amava. A paixão de Natalia pelo mergulho em apneia ardia profundamente dentro dela, fazendo-a dedicar a vida a isso", afirmou o comunicado divulgado pela família de Molchanova e pela Associação Internacional para o Desenvolvimento da Apneia (Aida).

A atleta russa é a mergulhadora em apneia com o maior número de medalhas do mundo. Ela acumulou mais de 40 recordes e 23 títulos mundiais na modalidade, que consiste no mergulho sem equipamentos de respiração, utilizando apenas o ar presente nos pulmões.

A atleta é recordista mundial em sete disciplinas de mergulho livre reconhecidas pela Aida, entre elas apneia constante, apneia estática e imersão livre.

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