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Após polêmica, ministra da ecologia da França, Ségolène Royal, pediu desculpas publicamente após ter feito críticas ao produto Nutella, dizendo que o produto “destrói o planeta”.

Durante uma entrevista ao Canal+, na segunda-feira, 15, Royal fez criticas severas à marca e pediu que os consumidores parassem de consumir o produto.

“Nós temos de replantar muitas árvores por conta do massivo desmatamento, que contribuiu para oaquecimento global. Nós deveríamas parar de comer Nutella, por exemplo, porque ela é feita de óleo de palma”, disse a ministra.

Houve uma grande repercursão após a declaração, até mesmo o ministro do ambiente da Itália, Luca Galletti, disse para a francesa “dexar os produtos italianos em paz”.

A ministra usou seu perfil no Twitter para se desculpar.


 Foto: Youtube

Um usuário de um site de vendas na Alemanha, com codinome de (Der Juli), chamou a atenção após colocar a venda 16 objetos cortados pela metade no leilão online. Entre os objetos estão metade de uma cama, Iphone 5 e até mesmo um carro. Ele explica que se trata da divisão de bens após o término de um namoro de 12 anos.

  Foto: Youtube

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 Foto: Youtube

Em um vídeo publicado no Youtube, o usuário ainda manda mensagem para a ex namorada. Assista:


A lista de objetos inclui também: meia caixa de correio, meio aparelho DVD, meio aparelho de telefone, meio sofá, meio armário, meio aparelho de TV, entre outros.


 Foto: Youtube

Os valores dos objetos foram fizados em 1 euro e apenas o carro teve o maior lance até agora, que foi de 55 euros.

(Foto: Reprodução/Ebay.de)

(Foto: Reprodução/Ebay.de)

  Foto: Youtube

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Conheça Kimberley Motley, a ex-miss e advogada que resolveu largar o conforto dos EUA para morar sozinha em Cabul e defender quem nunca teve defesa: meninas afegãs

POR Karin Hueck
Quem vê Kimberley Motley circulando de vestido florido e bolsa de pano no Rio de Janeiro, confortável entre caipirinhas e canapés de camarão, tem dificuldade de imaginá-la em seu ambiente de trabalho. A americana é advogada em Cabul, a capital do Afeganistão, onde passa nove meses do ano sozinha, morando em uma casa trancada por um portão de ferro e que apenas em dias bons conta com água corrente e luz elétrica. O dia a dia ela passa nas cortes, como a única advogada ocidental do país. Defende todos os estrangeiros que se veem metidos em problemas legais por lá - e não são poucos. Começou trabalhando com americanos, e hoje é a advogada oficial das embaixadas italiana, francesa e inglesa. Mas não foi isso que a tornou conhecida nos últimos dez anos. Kimberley ficou famosa por salvar afegãos - afegãs, principalmente - de encrencas.

Kimberley foi parar no Afeganistão em 2003, na primeira vez em que saiu dos EUA, como parte de um programa de educação do governo americano. A ideia era passar apenas alguns meses servindo de apoio legal para as bases militares, mas ela decidiu ficar por lá. Abriu um escritório de advocacia, avisou o ex-marido e os dois filhos pequenos (que hoje em dia são três, dois deles adolescentes) que não voltaria tão cedo para casa e se tornou residente de Cabul. Seu escritório era voltado para o lucro: a ideia era cobrar (bem) caro pelos serviços que prestava. Ela não esperava entrar no mundo das causas humanitárias, mas acabou tropeçando em tantas injustiças nos tribunais afegãos que foi isso que aconteceu. Sem querer, entrou em contato com alguns dos processos jurídicos que mais indignam o mundo ocidental: condenações de mulheres estupradas por parentes ou julgamentos de meninas vendidas para se casarem com homens com o triplo de suas idades. Kim não conseguiu ficar insensível aos problemas, e resolveu usar seus conhecimentos para ajudá-las. "Era uma questão de humanidade. Eu estava lá e podia fazer isso. Não tinha como não ajudar", diz. Encurralada, ela assumiu o papel de heroína.

Para ser respeitada, tento imitar o comportamento de um homem

A justiça afegã é falha e repleta dos problemas que se espera encontrar em uma nação que acabou de sair de uma guerra. Acusados de crimes vão para a cadeia sem julgamento, são julgados sem estar presentes, seus advogados de defesa não têm acesso ao processo a não ser que paguem propina, e mesmo quem trabalha no setor jurídico desconhece as leis. Em um país no qual a maioria das mulheres sequer pode sair de casa sem a autorização expressa de um membro do sexo masculino da família, os tribunais de justiça acabam dominados exclusivamente por homens. Nesse ambiente, Kimberley parece um alienígena. Além de usar apenas roupas ocidentais e não cobrir a cabeça com um lenço ("Para ser respeitada, tento imitar o comportamento de um homem"), a americana compra briga, aponta o dedo e até encosta nos homens que enfrenta nas cortes. É um gesto simples, porém cheio de significado: no Afeganistão, uma mulher pode ser condenada por adultério apenas por ficar no mesmo ambiente de um homem que não for seu parente. Kim não está nem aí. "É uma besteira", diz sobre essas leis. Prova disso é que dirige seu próprio carro e, na maioria dos dias, dispensa seguranças para andar por Cabul.

Kim anda sem véu e dirige o próprio carro

A advogada acredita que não é tão corajosa assim - mesmo depois de sobreviver a um ataque talibã contra um hotel em Cabul em março de 2014, no qual teve de ficar escondida por cinco horas e onde 13 pessoas morreram. Diz que aprendeu a lidar com situações adversas ainda na infância, que passou na periferia de Milwaukee, em Wisconsin, na única família inter-racial do bairro. (O pai é negro americano e a mãe é refugiada norte-coreana. Ambos se conheceram quando o pai serviu na aeronáutica na Guerra da Coreia.) Trabalhou desde cedo também: sua mãe a mandava para o campo cultivar verduras e grãos que deveriam durar até o inverno - assim como ela fazia na Coreia -, o que deixava Kim profundamente constrangida diante dos amigos de escola. Como cresceu em um bairro perigoso, aprendeu desde cedo os trejeitos da rua e o jeito escrachado, pose que manteve ao longo dos anos e que, ela jura, a ajuda a sobreviver no país machista em que trabalha. Até hoje, usa muitas gírias e palavrões para se comunicar.

Assim, é difícil conciliar a imagem da Kim durona com a da Kim que venceu o posto de Mrs Wisconsin (a versão dos concursos de Miss para casadas) em 2004. Desafiada por um amigo numa aposta, ela se inscreveu na disputa sem sequer saber passar maquiagem: "eu nem estava me esforçando!" - e acabou vencendo. Em 2004, disputou o Mrs America também e, desde então, se sente à vontade entre vestidos de gala, acessórios cintilantes e biquínis - tanto que pediu para ser fotografada para a SUPER usando apenas o duas-peças. Optamos pelas fotos que ilustram esta reportagem.

Murro em ponta de faca

Sahar Gul era uma menina de 12 anos quando foi vendida por um irmão para se casar com um homem de 30. Assim que se mudou, foi obrigada pelo marido e a sogra a se prostituir para ajudar nas contas do lar, o que recusou. Como castigo, acabou trancada num quarto e torturada: bateram nela com barras de ferro, queimaram-na com cigarros, arrancaram suas unhas. Quando tentou fugir e pedir ajuda para os vizinhos, eles a devolveram para o marido. Foram meses de tortura antes que sua própria família estranhasse o sumiço e conseguisse resgatar a menina. Kimberley pegou o caso e resolveu levá-lo até a Suprema Corte. Pediu indenizações e prisões para o marido, a sogra e o irmão que havia vendido a menina. "Foi a primeira vez que uma vítima de violência doméstica no Afeganistão foi representada na Justiça", diz Kim. Sahar ganhou a causa. Em um país onde maridos detêm direitos absolutos sobre suas mulheres, e onde não é raro que homens espanquem as esposas até a morte ou cortem seus narizes e orelhas em defesa da honra da família, o caso de Sahar não é pouca coisa. Hoje a menina vive num abrigo e frequenta a escola, embora viva aterrorizada que o ex-marido, recém-libertado da prisão, volte para matá-la.

Esse é apenas um de muitos casos igualmente tenebrosos (leia mais um no boxe ao lado) que renderam fama a Kimberley. Apesar de não falar uma palavra em pachto e não topar pagar qualquer forma de corrupção, ganhou 90% dos casos que assume. Em troca, conquistou visibilidade internacional (foi graças a eles que Kim recebeu o convite para falar no TED Global em outubro, no Rio de Janeiro, onde conversamos com ela). O alcance fora do Afeganistão é importante, porque a advogada ainda não sabe como vai ser a vida na hora em que as tropas americanas saírem do país no final de 2014. Ela pensa em trabalhar em outras jurisdições, e já pega casos na África e outros países da Ásia. Sonha também em ficar uma temporada no Brasil: "quem sabe consigo fazer algo de bom por aqui?" A julgar pelo estilo praiano, adaptada à vida carioca ela já está.

A solução que não foi

Gulnaz estava limpando a casa da família em 2009 quando o marido de sua prima a agarrou. Asadulla amarrou a adolescente, a ameaçou de morte e a estuprou lá mesmo. Foi assim que a menina engravidou. Quando procurou a polícia para denunciar o crime, acabou presa por adultério ainda que não fosse casada - seu estuprador que era. Ficou 18 meses na cadeia, onde deu à luz uma filha e só conseguiu sair de lá quando Kimberley Motley resolveu assumir o caso. A advogada lutou por meses nos tribunais e organizou um abaixo-assinado internacional, até que Gulnaz recebesse o perdão do presidente Hamid Karzai, em 2011. A menina foi inocentada e encaminhada para um abrigo de mulheres. Tudo parecia bem, e a história de final feliz circulou o mundo. Gulnaz e Kimberley viraram heroínas nacionais. Mas não acabou por aí. Logo ficou claro que Gulnaz não podia deixar o abrigo sem autorização de sua família, que, por sua vez, não queria nem saber da menina por causa da "desonra" do estupro. Na prática, ela estava presa de novo e - solteira e com uma filha pequena - sem lugar na sociedade afegã. Assim tomou uma decisão incompreensível para o resto do mundo: casou-se com seu estuprador e aceitou virar sua segunda esposa. Inacreditavelmente, o marido, que havia passado dois anos na cadeia, se viu como a parte lesada nesse arranjo. "Ela estava abandonada, se eu não tivesse uma consciência e me casado com ela, ainda estaria na rua. Foi muito duro para mim", disse Asadulla a um documentário inglês. Já ela é pragmática: "ele me desonrou, mas pelo menos assim a minha filha vai ter um pai". Sem ter como se salvar, Gulnaz mantém as esperanças para a filha.

Disclaimer: Essa matéria faz parte do Arquivo da Revista Superinteressante, e pode conter dados muito antigos que podem não condizer mais com a atualidade.

Se você já se sentiu culpado por dar aquela desculpa esfarrapada para fugir de um encontro, provavelmente esta mulher lhe fara se sentir um pouco melhor. De acordo com uma história publicada pelo The Mirror, Anna Gray, 29 anos, chegou a admitir que até fingiu sua própria morte para evitar sair com um cara.

A moça enviou a sua história à publicação explicando que ela tinha visto algumas vezes um rapaz que ela conheceu online, só que chegou um ponto em que ela não estava mais afim dele. No entanto, o homem não percebeu as dicas que ela estava dando e continuava insistindo em vê-la.

“Ele continuou mandando mensagens para mim e chegou um dia em que ele me enviou um texto dizendo: ‘Eu acho que precisamos nos encontrar esta noite! Eu estarei na sua casa daqui 30 minutos’”, revelou.

Para escapar, Anna fingiu ser sua irmã afirmando que ela estava no hospital com uma “doença grave”. Quando ele continuou persistindo na ideia de visitá-la, ela então soltou a bomba de que havia morrido.

Com o coração partido, o cara nunca mais respondeu. No entanto, Anna revelou que alguns meses depois, o homem em questão lhe enviou uma “mensagem horrível” após avistar o seu perfil em outro site de namoro. “Não posso culpá-lo por isso”, finalizou.

Fonte: POP

Com dificuldades de encontrar um marido, uma mulher de 40 anos decidiu apostar em uma forma curiosa na tentativa de achar um pretendente. Wina Lia publicou um anúncio em que coloca a casa à venda e se oferece como “noiva” do futuro comprador.

Lia publicou o anúncio no site Rumahdijual.com. Em entrevista à imprensa local, ela admitiu que está à procura de um companheiro. Ela destacou que só quer encontrar um homem sério que esteja disposto a se casar com ela.

A casa de 523 metros quadrados fica em Yogyakarta, na ilha de Java, na Indonésia, e foi colocada à venda por 999 milhões de rúpias indonésias (quase R$ 240 mil).

Fonte: G1

Homem observa erupção do Sinabung, em Tiga Serangkai(Foto:divulgação) 

Mais de 10.000 habitantes de zonas vizinhas ao vulcão Sinabung, no oeste da Indonésia, foram retiradas de suas casas desde o início de junho por causa das violentas erupções. Todos as pessoas foram alojadas em prédios públicos ou templos em Kabanjahe, uma cidade próxima na ilha de Sumatra. 

Ontem, o Sinabung registrava uma importante atividade vulcânica, projetando cinzas, pedras e fumaça a três quilômetros de distância, declarou uma fonte da estação de observação do Monte Sinabung, que fica a 2.500 metros de altitude. 

Segundo a fonte, pode levar semanas até o vulcão voltar a se acalmar. Em fevereiro de 2014, uma erupção do Sinabung causou a morte de 16 pessoas. Sinabung é um dos 129 vulcões ativos na Indonésia, um arquipélago situado no chamado “cinturão de fogo do Pacífico”. 

O vulcão Merapi, o mais ativo do país e localizado na ilha de Java, a 2.900 metros de altitude, registra desde 2010 uma série de erupções que já causaram a morte de 350 pessoas. As imagens do vulcão de longe mostram a chamada nuvem piroclástica, fenômeno natural que arrasta cinzas em um fluxo de gás a até 1500°C e podendo atingir grandes velocidades.

Da France Presse


A antológica cena de Marilyn no filme "O pecado mora ao lado", de Billy Wilder, em 1955(Foto:divulgação) 

Do Portal Metrópole

Um oficial aposentado da CIA de 78 anos de idade, Normand Hodges, fez uma série de confissões surpreendentes desde que foi internado no Hospital Sentara Geral. Ele afirma que cometeu 37 assassinatos para o governo americano entre 1959 e 1972, incluindo a atriz e modelo Marilyn Monroe.

Sr. Hodges, que trabalhava para a CIA por 41 anos como um agente com habilitações de segurança de nível superior, alega que ele foi muitas vezes empregado como um assassino pela organização, para assassinar indivíduos que podiam representar uma ameaça à segurança do país.

Treinadopor um franco-atirador e um especialista em artes marciais, o sr. Hodges diz que também tem uma experiência significativa com métodos menos convencionais de infligir danos aos outros, como venenos e explosivos.

Mr. Hodges jura que se lembra vividamente de cada um dos assassinatos que cometeu para a CIA. Ele afirma que todos os 37 dos assassinatos cometidos no solo americano foram ordenados por seu comandante, major James “Jimmy” Hayworth.

O homem idoso alega que cometeu seus assassinatos entre agosto de 1959 e março de 1972, num momento em que ele diz que “a CIA tinha sua própria agenda”. Ele diz que ele era parte de uma célula operacional de cinco membros que realizou assassinatos políticos em todo o país.

A maioria de suas vítimas era ativistas políticos, jornalistas e dirigentes sindicais, mas ele também afirma que matou alguns cientistas e artistas cujas ideias representavam uma ameaça para os interesses dos Estados Unidos.

Mr. Hodges diz que Marilyn Monroe permanece única entre as suas vítimas, já que ela é a única mulher que ele assassinou. Ele afirma que não se lamenta, no entanto, ele diz que ela se tornou uma “ameaça para a segurança do país” e teve que ser eliminada. “Tivemos evidências de que Marilyn Monroe não só tinha dormido com Kennedy, mas também com Fidel Castro”, afirma M. Hodges “Meu comandante, Jimmy Hayworth, me disse que ela tinha que morrer, e que tinha que parecer um suicídio ou overdose. Eu nunca tinha matado uma mulher antes, mas eu obedeci as ordens. Eu fiz isso para a América! Ela poderia ter transmitido informações estratégicas para os comunistas, e não podíamos permitir isso! Ela tinha que morrer! Eu só fiz o que tinha que fazer!”, narra.

Marilyn Monroe morreu em 5 de agosto de 1962, há 52 anos. O sr. Hodges afirma que ele entrou em seu quarto enquanto ela dormia e lhe injetou uma dose maciça de hidrato de cloral (um poderoso sedativo), misturado com Nembutal (a curta ação barbitúrico), causando sua morte.

A testemunha mais importante na história depois de o próprio sr. Hodges, é seu suposto comandante, major James Hayworth, que morreu de um ataque cardíaco em 2011. Dois dos outros três “assassinos da CIA” identificados pelo sr. Hodges também estão mortos, e o último, o capitão Keith McInnis, desapareceu em ação em 1968 e é dado como morto.



O assassinato de Marilyn Monroe

O livro The Murder of Marilyn Monroe: Case Closed (Em tradução livre: O Assassinato de Marilyn Monroe: Caso Concluído) trouxe à tona mais uma polêmica sobre a morte da atriz, mas continua com dúvidas sem resposta. A obra, assinada pelos jornalistas investigativos Jay Margolis e Richard Buskin, afirma que a atriz não se suicidou, mas sim foi assassinada com uma injeção letal numa ação orquestrada por Robert Kennedy.

Segundo a obra, a intenção era silenciar Marilyn para que não revelasse seu romance com Bobby e seu irmão John Kennedy, então presidente dos Estados Unidos. O temor surgiu depois de Bobby ter descoberto a existência de um diário, onde a atriz detalhou a relação com os dois.

Segundo a obra, Bobby teria contado com a ajuda do ator Peter Lawford, e do psiquiatra de Marilyn, dr. Ralph Greenson. Segundo os autores, o livro traz depoimentos de testemunhas oculares e outras entrevistas.

O livro cita uma confissão que teria sida feita por Lawford num acesso de culpa: ‘Bobby Kennedy estava determinado a calá-la, independentemente das consequências. Foi a coisa mais louca que já fiz e eu estava louco o suficiente para deixar que isso acontecesse”.

Segundo o livro, o assassinato teria sido supostamente testemunhado pelo enfermeiro James C. Hall, que chegou na casa do astro de cinema e viu o dr. Greenson aplicando uma injeção no coração da atriz.

Depois de um romance com JFK, Marilyn teria se encantado por Bobby. Apaixonada, ela teria ouvido de Bobby uma promessa de casamento. No entanto, quando Bobby começou a se afastar, a atriz passou a ameaçá-lo, dizendo que daria uma entrevista coletiva para revelar seus casos com os irmãos Kennedy e todos os segredos perigosos que sabia sobre a família.

E disse que tinha escrito tudo num pequeno diário, que mantinha escondido.

Nervoso, o irmão do presidente teria ido à casa da atriz na tarde do dia 04 de agosto de 1962 para encontrar o diário. Os dois brigaram e a atriz teria ameaçado Bobby com uma faca. Ele foi embora e retornou no mesmo dia à noite, com dois seguranças, e só saiu por volta da 10h30 da noite.

Mais tarde, a governanta da atriz, Eunice Murray, que teria se incomodado com os latidos incensantes do cachorro da atriz, pediu ao filho que fosse ver o que estava acontecendo. Norman Jefferies encontrou Marilyn deitada sobre a cama, com a cabeça caída para fora e chamou uma ambulância, suspeitando de overdose. Os enfermeiros chegaram e ainda tentaram uma massagem cardíaca para reanimá-la, mas não tiveram sucesso.

Após a morte, o livro afirma que os Kennedy teriam até subornado testemunhas para que nada fosse revelado. The Murder of Marilyn Monroe: Case Closed chegou às livrarias americanas no dia 3 de junho.

Países nórdicos lideram ranking da organização Save the Children. Brasil aparece na 77ª posição, sendo o índice de mortalidade de recém-nascidos 50% mais alto em áreas de favela que no restante do país

Um relatório anual divulgado pela ONG Save the Children nesta segunda-feira (04/05) aponta a Noruega como o melhor país para ser mãe. Na 16ª edição do Mothers’ Index, foram analisados 179 países com base em cinco indicadores, relacionados à saúde materna, educação, renda e ao status das mulheres.

A Noruega é seguida no ranking por Finlândia, Islândia, Dinamarca e Suécia. Entre os dez melhores países para a maternidade, a Austrália é o único não europeu, na nona posição. A Alemanha aparece em oitavo lugar, atrás de Holanda (sexta) e Espanha (sétima).

Já o último colocado é a Somália, precedida pela República Democrática do Congo e a República Centro-Africana. O Brasil aparece na 77ª posição.

Segundo Carolyn Miles, diretora executiva da Save the Children, os dados recentes mostram que, além do bem-estar econômico, é fundamental investir em políticas financeiras para garantir a felicidade materna. “Na Noruega, eles têm riqueza, mas também investem essa riqueza em aspectos como mães e filhos, como prioridade”, diz.

Os dados também mostram que as chances de uma criança sobreviver numa cidade em desenvolvimento são influenciadas pela distância cada vez maior entre ricos e pobres. 


“Estudos recentes no Brasil e na Índia indicam que o índice de mortalidade de recém-nascidos chega a ser 50% mais alto em favelas quando comparado ao de áreas sem favelas”, destaca o relatório.

O índice anual da Save the Children também aponta uma disparidade global em termos de mortalidade infantil. Entre os dez países no topo do ranking, uma em cada 290 mães perde o filho antes dos cinco anos de idade, enquanto nos dez piores países, a proporção é de uma a cada oito mães.

Fonte: DW

De acordo com a imprensa chinesa, por algum motivo, o comprador de um carro decidiu pagar o seu novo automóvel, no valor de R$ 280 mil, com 4 toneladas de moedas.

Um caminhão foi necessário para levar o pagamento com 680 mil moedas – destas, 660 mil eram no valor de 1 yuan – até uma concessionária na província de Liaoning, totalizando os R$ 280 mil necessários para pagar o veículo.

Para se ter uma ideia do tamanho do trabalho que esse cliente deu para a concessionária, dez funcionários do estabelecimento demoraram mais de uma hora para retirar os 1.320 pacotes do caminhão. Agora imagine para contar todo esse dinheiro!

Fonte: POP

Quatro turistas foram presos na Malásia sob acusação de “comportamento indecente” ao posarem nus para fotos no Monte Kinabalu, localizado no estado malaio de Sabah, poucos dias antes de um terremoto de 6 graus que matou ao menos 18 pessoas.

Os detidos estavam em um grupo de 10 turistas que tiraram a roupa na montanha, considerada sagrada pelos malaios. No fim de semana, o vice-ministro-chefe de Sabah, disse acreditar que o “desrespeito” dos peladões estaria por trás da tragédia. 

Tan Sri Joseph Pairin afirmou, em reportagem do “Malay Mail Online”, que o terremoto é a “confirmação” de que o monte é sagrado e que a Humanidade não pode negligenciá-lo. 

“Há quase certamente uma conexão. Temos que tomar isso como uma lembrança de que crenças e costumes locais não devem ser desrespeitados”, declarou Pairin. 

Entre os detidos está uma britânica de 24 anos. Ela foi presa ao tentar embarcar para Kuala Lumpur, capital do país, de acordo com o “Telegraph”. Dois canadenses e um holandês também foram presos.

Os membros da tribo Kadazan Dusun acreditam que o Kinabalu é a tranquila moradia de espíritos.

Fonte: O Globo


Luis Quiles 
1 – A monetização exagerada de atletas profissionais


Sequência de imagens de um artista espanhol tem o objetivo de abrir os olhos da sociedade sobre a prática do fanatismo exagerado na atual vida moderna cotidiana.

(IMAGENS ACONSELHÁVEIS PARA ,MAIORES DE 16 ANOS)

o artista espanhol Luis Quiles selecionou alguns aspectos e comportamentos traduzindo-os em ilustrações claras, objetivas e extremamente impactantes. Quiles explora ao extremo seu lado artístico ao retratar temas controversos e polêmicos como corrupção, violência, opressão, sexismo, entre outros.

O artista transmite suas mensagens através de uma arte que, por ser impactante, trabalha com fortes emoções humanas como o medo, a repulsa e a excitação. Sua obra, em primeiro momento, pode causar diversos tipos de sensações e reações. Mas basta um olhar mais apurado para que as ilustrações causem questionamentos nas pessoas e as façam pensar sobre os assuntos abordados, instigando assim, opiniões favoráveis ou contrárias.

2 – A alimentação barata – e estimulada – do fast food
3 – Religiões que ajudam com a fome e a pobreza
4 – Os estereótipos de gênero
5 – A opressão da mulher sobre o homem também existente
Luis Quiles 
(TRADUÇÃO) Com isso eu vou controlar sua vida.

6 – A geração Y – ou “geração notificação”
7 – Os efeitos da guerra
8 – A manipulação da juventude através do crime e da guerra
9 – O poder do dinheiro
10 – Os tubarões do dinheiro nos negócios
11 – A mania das redes sociais
12 – A infeliz existência da homofobia
13 – A mania de drogas prescritas

14 – O ativismo de bolsa
15 – O debate sobre a sexualidade e a religião
16 – A impossibilidade de expressar sua opinião sem consequências. Grande parte da sociedade que não aceitam opiniões divergentes.
Fonte: EliteDaily

Um asteroide estaria em rota de colisão com a Terra, e é grande o suficiente para destruir a humanidade.

Esta é a afirmação radical de uma comunidade online de teóricos bíblicos que dizem que a vida como a conhecemos será dizimada entre 22 e 28 de setembro deste ano. Apesar da falta de conhecimento técnico do grupo, a previsão tornou-se tão popular que a Nasa foi obrigada a descartar a teoria publicamente.

“A Nasa não tem conhecimento de nenhum asteroide ou cometa que esteja atualmente em rota de colisão com a Terra, então, a probabilidade de uma grande colisão é muito pequena", disse um porta-voz da agência espacial. "Na verdade, para sermos mais claros, nenhum objeto grande é suscetível de atingir a Terra, a qualquer momento, nos próximos cem anos", completou.

De acordo com os teóricos, os governos das nações mais importantes do mundo estão cientes do que vai acontecer. Eles acreditam que eles estejam mantendo a informação em segredo para evitar pânico em massa e dar tempo para que ricos e famosos preparem-se para o evento.

O portal Inquisitr relata que o profeta, autoproclamado Reverendo Efrain Rodriguez, fez a previsão original depois de afirmar ter recebido uma mensagem de Deus. De acordo com a 'mensagem', Rodriguez diz que o asteroide atingiria uma área próxima a Porto Rico provocando terremotos e tsunamis. De acordo com o líder religioso, seria o suficiente para devastar a costa leste dos EUA, México, América Central e do Sul. Ele alertou que a Nasa deve emitir um alerta "para que as pessoas possam ser realocadas das áreas que serão afetadas".

Diversos perfis online que apoiam a teoria do apocalipse, estão compartilhando mensagens sobre o evento, que representaria uma catástrofe climática. Alguns citam uma reunião entre o ministro francês, Laurent Fabius, e o Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, em maio de 2014, tenha sido mais uma prova do grande desastre global que estaria próximo para ocorrer, de acordo com declarações publicadas no Huffington Post.

No encontro, Fabius comentou sobre um ‘caos climático’ que poderia acontecer dentro de 500 dias. No entanto, tratava-se da conferência climática das Nações Unidas, que ocorrerá em novembro, na França. Mesmo assim, as teorias conspiratórias apenas aumentaram.

Apesar da teoria ser cientificamente infundada, há muito tempo, cientistas dizem que essas rochas espaciais representam uma grande ameaça para a Terra. Em setembro, o professor e cientista Brian Cox afirmou que corremos o risco de sermos dizimados por um asteroide e as autoridades não levam a ameaça a sério.

Cox, lembrou que, há alguns meses, um asteroide quase entrou na órbita da Terra, passando a ‘apenas’ 61.637 km do nosso planeta. O chamado 2014 EC possuía o tamanho aproximado de um ônibus e poderia ter causado grande estrago.

A NASA estuda e monitora, atualmente, cerca de 1.400 asteroides que, possivelmente, podem ser uma ameaça real para nós. De acordo com os relatórios, nenhum deles estarão em rota de colisão com o planeta em setembro deste ano.

Fonte: DailyMail Foto: Reprodução 

Segundo 'Telegraph', ele morreu no domingo (7).
Famoso por Drácula, ele também viveu Saruman em 'O senhor dos anéis'.

O lendário ator britânico Christopher Lee, famoso por interpretar Drácula e o maligno Saruman em "O senhor dos anéis" e em "O Hobbit", morreu no domingo (7), aos 93 anos, informa nesta quinta-feira (11) o jornal "The Telegraph".

De acordo com a publicação, ele estava internado havia três semanas em um hospital de Londres, na Inglaterra, para se tratar de insuficiência cardíaca e respiratória. O "Telegraph" diz ainda que a esposa de Lee optou por adiar o anúncio da morte porque queria, antes, avisar os familiares.

O agente de Lee disse, em comunicado, que a família "não deseja fazer comentários".

Christopher Lee nasceu em Londres em 27 de maio de 1922. Seus primeiros trabalhos como ator são dos anos 1940, mas foi na década seguinte que ele se tornou uma estrela.

Do período, destacam-se "A maldição de Frankenstein" (1957), o seu Drácula em "O vampiro da noite" (1958) e "A múmia" (1959). Com a popular produtora britânica Hammer Film Productions, especializada em longas de terror, repetiu o papel de Drácula em filmes lançados nos anos 1960 e 1970.

'Sou mais que um vilão'

A imagem de vilão, contudo, parecia incomodá-lo. "Por favor, não me descrevam como uma 'lenda do horror'. Eu deixei isso para trás", afirmou em entrevista ao "Telegraph".

Outro papel marcante foi o do vilão Scaramanga em "007 contra o homem com a pistola de ouro" (1974). Curiosamente, Lee era primo de Ian Fleming, escritor que criou James Bond.

Nos últimos 15 anos, Christopher Lee foi apresentado a uma nova geração de fãs. Além de trabalhar em "O senhor dos anéis", apareceu em outra franquia que está entre as mais populares da história do cinema: "Guerra nas estrelas" ("Star wars", no original), como Conde Dookan.

Trabalhou ainda em filmes do cultuado cineasta americano Tim Burton, como "A lenda do cavaleiro sem cabeça" (1999), o remake de "A fantástica fábrica de chocolate" (2005), na pele do pai de Johnny Depp, e "Sombras da noite" (2012).

Conhecido por sua voz muito marcante, Lee também dublou inúmeros filmes, inclusive de Tiim Burton. Deu voz a personagens de "A noiva cadáver" (2005) e "Alice no país das maravilhas" (2010), entre outros.

De cadeira de rodas, Lee chega a Berlim em 7 de
fevereiro deste ano (Foto: Philipp Mertens/Geisler-
Fotopres/Picture Alliance/AFP)

Atuou na 2ª Guerra

Em 2001, Christopher Lee foi nomeado Comandante da Ordem do Império Britânico por seus serviços como ator. Em 2009, foi nomeado Cavaleiro por seus serviços como ator e filantropo.

Em 2011, ao receber um prêmio pelo conjunto da obra no Bafta, considerado o Oscar britânico, declarou que jamais se aposentaria.

"Eu odeio ser um ídolo. Como dizia o querido [ator] Boris [Karloff], não vou pendurar as chuteiras até morrer", declarou na ocasião.

Christopher Lee também atuou da divisão de operações especiais da Grã-Bretanha na 2ª Guerra Mundial.

"Eu fiz parte do Serviço Aéreo Especial [SAS, na sigla original], mas nós somos proibidos – seja no passado, no presente ou no futuro – de falar sobre quaisquer operações específicas. Vamos dizer apenas que eu estava nas Forças Especiais e deixar por isso mesmo", lembrou certa vez.

Christopher Lee deixa a esposa, Birgit, conhecida como Gitte, com quem era casado desde 1961, e uma filha, Christina.

Fã de heavy metal

Ao longo da carreira, Christopher Lee explorou seu lado cantor e lançou discos, EPs e singles. Gostava muito de heavy metal.

O mais recente trabalho foi o EP "Metal knight", lançado em 2014. "Associo o heavy metal à fantasia pelo tremendo poder que transmite", explicou em um comunicado na época do lançamento.

"Metal knight" tinha quatro canções e três versões alternativas das mesmas. Duas delas eram originais do musical "O homem de La Mancha": "I, Don Quijote" e "The impossible dream". "Don Quixote é o personagem de ficção mais heavy metal que conheço", explicou Lee.

As outras faixas eram "The Toreador March", da ópera "Carmen", de George Bizet, e "My way", popularizada por Frank Sinatra.

Em dezembro de 2013, Lee havia se tornado o intérprete mais idoso com uma canção nas paradas dos Estados Unidos. A música se chamava "Jingle hell", espécie de paródia da natalina "Jingle bells".

Christopher Lee em cena de 'O Senhor dos anéis: A sociedade do anel' (Foto: Divulgação)

Christopher Lee: como Scaramanga em '007 contra o homem com a pistola de ouro' (1974), em 'A mansão da meia noite' (1983) e em 'Triage' (2009) (Foto: Divulgação/MGM)

O ator Christopher Lee, durante jantar de gala Cinema pela Paz em Berlim, em fevereiro de 2015 (Foto: Markus Schreiber/AP)

Christopher Lee espera enquanto sua mulher, a ex-modelo Gitte Lee, ajusta a insígnia de 'Comandeur de L'Ordre des Arts et Lettres', com a qual ele foi condecorado pelo embaixador francês na Inglaterra em dezembro de 2011 (Foto: Adrian Dennis/AFP)

Christopher Lee e sua mulher, a modelo holandesa aposentada Gitte Lee, na premiação do Bafta em Londres, em fevereiro de 2011 (Foto: Carl de Souza/AFP)

O ator Christopher Lee (esq.) posa com o diretor Tim Burton após receber prêmio da Academia de Cinema Britânico (Bafta), em Londres, em fevereiro de 2011 (Foto: Carl de Souza/AFP)

Christopher Lee se apresenta em dezembro de 1987 como ilusionista com a atriz alemã Marie-Theres Relin como ajudante em um evento de caridade realizado no Circo Krone, em Munique, Alemanha (Foto: Uwe Lein/AP)

Os atores Christopher Lee (esq.) e Vincent Price riem enquanto jogam xadrez durante gravações de 'O Ataúde do Morto-Vivo', em dezembro de 1968, na Inglaterra (Foto: Bob Dear/AP)

Christopher Lee e a atriz suíça Ursula Andres (dir.), em foto de novembro de 1973 (Foto: AFP)

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