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O menino de oito anos estava dentro de uma mala e seguia de Marrocos para a Espanha Foto: AFP 

Um menino de oito anos de idade foi encontrado escondido dentro de uma mala de viagem por funcionários da fronteira entre o Marrocos e a Espanha. Os oficiais encontraram o menino depois que passaram a mala pelo equipamento de raios-X e viram a criança enrolada entre as roupas.

Médicos consultaram o menino, e a mulher que estava com ele foi presa Foto: HANDOUT / REUTERS

Ao ser encontrado na mala, o menino disse "Oi, meu nome é Abou" Foto: REUTERS

Segundo o “The Independent”, uma mulher de 19 anos de idade foi identificada como a responsável pela bagagem e foi presa nesta quinta-feira. A polícia desconfiou pois ela parecia nervosa ao passar pelo setor de alfândega. Segundo as agências de notícias, ela foi presa e o menino foi examinado por médicos e entregue para a Cruz Vermelha. Agora, ele está sob custódia do serviço social do país.

As autoridades contaram que, ao perceber que tinha sido descoberta, a criança disse, em francês: “Olá, meu nome é Abou”. Eles também acreditam que ele poderia ter se sufocado dentro da mala. “Isso poderia ter tido um fim trágico”, segundo informou um membro da Guarda Civil. A polícia prendeu um homem da Costa do Marfim que seria o pai do menino, e está investigando o caso. Eles acreditam que a mulher venderia a criança.

As autoridades desconfiaram da mulher porque ela estava nervosa ao cruzar a alfândega Foto: REUTERS

Caiu como uma bomba a notícia, publicada nesta semana, sobre um site que revelava de forma ilegal os números de CPF de brasileiros a partir de seus nomes. "Revelava", assim no passado, porque a página chamada NomesBrasil deixou de funcionar.

Um dia depois de o Olhar Digital ter repercutido a existência do site, o Ministério da Justiça entrou no caso. A partir daí, levou apenas mais um dia para que o NomesBrasil deixasse de existir. Atualmente, o internauta que buscar o site encontrará apenas mensagens de que o espaço está disponível para compra.

A hospedagem era norte-americana e foi feita por meio do GoDaddy, que possui representação no Brasil. Em comunicado, a empresa já havia dito que agiria de acordo com a legislação daqui, o que em outras palavras significa que ajudaria o Ministério da Justiça a tirar o NomesBrasil do ar, caso fosse necessário.

Lançamento da Progress. Foto: Roscosmos/Reprodução

Os destroços da nave espacial russa Progress M-27M, prevista para se desintegrar na atmosfera nesta sexta-feira, poderão atingir o Brasil. Pedaços da nave também podem cair em locais como Estados Unidos, Colômbia e Indonésia. Esses dados foram calculados de acordo com a trajetória atual da Progress, que, segundo a agência espacial russa, Roscosmos, pode cair em qualquer lugar a 51.6 graus ao norte ou sul da linha do Equador.

A agência acredita que apenas pequenas partes serão capazes de alcançar a superfície da Terra e poderá ser possível ver uma "bola de fogo" no céu, dependendo das condições climáticas do local onde os fragmentos da nave caírem.

A Roscosmos divulgou ainda que os destroços da nave devem cair na Terra entre 1h13 e 4h51 da manhã do dia 8 de maio, no horário local (7h13 e 10h51 no horário de Brasília).

Em 28 de abril, algumas horas depois do lançamento da Progress M-27, que seria acoplada à Estação Espacial Internacional (ISS), a nave de transporte de material deixou de responder aos engenheiros russos e começou a ter reações incontroláveis, ficando fora de controle. As causas do problema ainda são desconhecidas, mas especula-se que uma explosão pode ter ocorrido na terceira fase de lançamento do foguete impulsionador Soyuz. A nave cargueiro levava três toneladas de suprimentos para os astronautas da Estação Espacial Internacional.

Famosos no mundo inteiro por terem sido usados para financiar guerras e conflitos na África, os diamantes de sangue continuam sendo causa do sofrimento de muitas pessoas no continente
Foto: Reprodução/dailymail.co.uk 

Nos anos 90, o lucro das vendas dos diamantes de sangue foi usado para financiar a guerra civil em Angola. O conflito terminou em 2002 contabilizando cerca de 500 mil mortes 
Foto: Reprodução/dailymail.co.uk 

Apesar de o país ter assinado um tratado em que se comprometia a comprovar que as pedras vendidas estariam “livres de violência”, os abusos nos campos de extração continuam até hoje
Foto: Reprodução/dailymail.co.uk 

Um vídeo vazado no ano passado mostra um homem agredindo um extrator com a parte não cortante de um facão. 

Denúncias de maus-tratos com cabos de fuzil, machados e outras armas são comuns, e muitas vezes acabam resultando em mortes Foto: Reprodução/dailymail.co.uk 

Os motivos para os espancamentos é a recusa dos camponeses em pagar propinas para soldados e capatazes
Foto: Reprodução/dailymail.co.uk 

O jornalista angolano Rafael Marques publicou um livro em 2011 em que detalha mais de 600 casos de tortura em apenas duas regiões do país
Foto: Reprodução/dailymail.co.uk 

Em entrevista ao Daily Mail, ele disse que os membros das comunidades temem os soldados. 

— Muitas pessoas são mortas, e outras são agredidas tanto física quanto psicologicamente Foto: Reprodução/dailymail.co.uk 

Após a publicação de seu livro, Marques foi acusado de difamação pelos generais donos das minas de diamantes da região. Ele está enfrentando processo e pode ser condenado a pagar cerca de R$ 4.800 em indenizações se for condenado
Foto: Reprodução/dailymail.co.uk 

Marques recolheu depoimentos de diversos torturados angolanos. Um homem relatou ao jornalista ter sido forçado a ficar de joelhos em cima de pedras e olhar diretamente para o sol por duas horas. Outras vítimas relataram ter presenciado assassinatos bárbaros
Foto: Reprodução/dailymail.co.uk 

Os diamantes de sangue africanos ficaram conhecidos mundialmente depois do filme homônimo de 2006, produzido pela Warner Brothers. O ator norte-americano Leonardo DiCaprio interpretou o papel principal 

Foto: Reprodução/dailymail.co.uk 

Diamantes de sangue também foram manchete de jornais em 2010, quando a modelo britânica Naomi Campbell participou como testemunha do julgamento do ex-presidente da Libéria, Charles Taylor
Foto: Reprodução/dailymail.co.uk 

Ela teria recebido uma bolsa com diamantes de sangue, supostamente a mando de Taylor, após um jantar na casa do ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela, em 1997 
Foto: Reprodução/dailymail.co.uk 

Campbell relatou ter doado os diamantes para instituições de caridade. Já Charles Taylor foi condenado a 50 anos de prisão no Tribunal de Haia por crimes contra a humanidade Foto: Reprodução/dailymail.co.uk

A cada dia, cerca de 30 mil pessoas foram forçadas a abandonar suas casas em 2014

Pessoas fogem da violência na cidade de Ramadi e tentam chegar em Bagdá REUTERS/Stringer

Segundo relatório divulgado hoje pelo NRC (Norwegian Refugee Council), conflitos e violência forçaram 38 milhões de pessoas a se deslocarem dentro de seus próprios países. Somente no ano passado, foram registrados cerca de 11 milhões de novos deslocamentos, ou cerca de 30 mil deslocamentos por dia.

“Esses são os piores dados de deslocamento forçado em uma geração, o que assinala nosso fracasso em proteger civis e inocentes”, desabafa o secretário-geral do NRC, Jan Egeland. O resultado é um recorde e equivale a soma das populações de Pequim, Nova York e Londres.

“Diplomatas globais, resoluções da ONU, negociações de paz e acordos de cessar fogo perderam a batalha contra a crueldade de homens armados que são guiados por interesses políticos ou religiosos em vez de imperativos humanos”, comenta o secretário-geral.

“Este relatório deve servir como um alerta. Temos que romper com essa tendência de milhões de homens, mulheres e crianças ficarem presas em zonas de conflito ao redor do mundo”, completou Egeland.

Volker Türk, alto comissariado assistente para proteção do Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas), o número assombroso de deslocamentos internos devido a conflitos e violência é o prenúncio de movimentos que estão por vir.

“Sabemos que mais e mais deslocados internos são forçados várias vezes a se mover dentro dos seus próprios países. Quanto mais longa a duração de um conflito, mais inseguros eles se sentem. E quando a desesperança se estabelece, muitos vão cruzar fronteiras e se tornar refugiados”, disse Türk.

E Türk complementa: “Como vimos recentemente no Mediterrâneo, por exemplo, o desespero leva as pessoas a tentarem a sorte e arriscarem a vida em perigosas travessias de barco. A solução óbvia está em um esforço conjunto para levar paz a países arrasados pela guerra”.

“38 milhões de seres humanos estão sofrendo – quase sempre em condições péssimas em que eles não têm esperança, nem futuro – e se não mudarmos nossa abordagem, os abalos provocados por estes conflitos vão continuar a nos assombrar por décadas”, concluiu Egeland.

Um trabalhador do metrô foi eletrocutado enquanto tentava remover lixos que haviam sido jogados por vândalos na linha trem. Um vídeo mostra o momento em que ele foi tentar retirar uma lata de metal que estava interferindo, mas foi surpreendido com um choque elétrico

Ele desceu com a intenção de ajudar a resolver o problema para tudo a circulação voltasse ao normal
Foto: Reprodução/ Daily Mail 

O acidente aconteceu por volta das 05h50 da manhã, quando o trem da linha número 6 empacou na lata

Ele cutucou a lata com um objeto que aparentemente entrou em mal contato com os trilhos
Foto: Reprodução/ Daily Mail 

Nesse momento surgiu uma explosão de faíscas e todas as luzes da estação começaram a piscar descontroladamente

Quando a descarga elétrica terminou, todo mundo ficou espantado, pois o trabalhador não estava ferido Foto: Reprodução/ Daily Mail 

Um porta-voz do metrô disse que eles estão investigando para descobrir quem jogou a lata na linha do trem. Casos como esses têm causado acidentes

"O lixo pode ter sido colocado lá por uma gangue que frequentemente tem causado problemas no metrô da cidade, e são chamados de 'subway conquestors'.", disse o porta-voz

O trabalhador conseguiu sair ileso desse acidente.

Um construtor que limpava as calhas de um homem idoso de graça acabou ganhando uma enorme fortuna deixada de herança pelo aposentado.

Ronald Butcher, que era descrito como um “homem privado e tranquilo”, deixou ao construtor Daniel Sharp R$ 2 milhões em seu testamento, alegando que uma amizade entre eles foi formada depois que Sharp recusou o pagamento do homem de 75 anos para limpar suas calhas.

No entanto, a família de Butcher, cujo corpo foi encontrado em sua casa após dois meses de sua morte, está disputando o direito à herança na justiça. Eles afirmam que Sharp está mentido sobre sua amizade, acrescentando que o testamento foi alterado apenas alguns meses antes da morte, em 2013, pedindo ao juiz Leslie Anderson que revogasse a alteração, fazendo com que a fortuna vá para eles.

Apesar de aceitar que Butcher estava lúcido quando alterou o testamento em 2013, a família aponta a natureza “estranha” da mudança, argumentando que isso levanta suspeitas sobre o envolvimento dos dois. Já o advogado de Sharp tenta simplificar o caso: “Ele encontrou um amigo na companhia do meu cliente, alguém com quem ele pudesse conversar. Os dois tinham interesses em comum e ele gostava de ouvir histórias sobre o filho de Sharp”.

Fonte: POP

Um jovem de 21 anos, de Lujiang, acabou desmaiando após passar 14 dias consecutivos jogando online em uma cafeteria da cidade. Ao ser resgatado por paramédicos, o chinês pediu para “ser deixado em paz e liguem um computador para mim”. O incidente ocorreu no último domingo (3/5), segundo o site “ifeng”, que publicou foto do jovem sendo atendido. 

Xia, como o jovem foi identificado, está desempregado desde que se formou em universidade no ano passado. Ele faz “bico” ajudando a mãe, que é dona de um pequeno mercado. 

Em 20 de abril, Xia disse para a mãe que queria se matricular em uma autoescola. Recebeu dela 800 iuans (R$ 396). Mas o dinheiro teve outro destino, e o jovem “se internou” na cafeteria por duas semanas. 

Registros mostram que Xia esteve jogando online de 18h a 4h, todos os dias. O dinheiro dado pela mãe acabou no quinto dia. A partir de então, o chinês usou o cartão de crédito de outras pessoas que frequentavam a cafeteria para manter o vício no game “World of Warcraft”.

Fonte: O Globo

Uma mulher roubou um ônibus escolar e dirigiu o veículo por cerca de 110 km no estado de Washington (EUA). Ela só parou após bater o ônibus em uma viatura da polícia. Em seguida, ela tentou fugir dos policiais cruzando a nado o lago que faz fronteira com o Canadá.

Segundo a polícia, a mulher roubou o ônibus em Stanwood na sexta-feira e seguiu em direção a Blaine, onde colidiu com uma viatura. Então, ela tentou nadar para o Canadá enquanto gritava: “Deus vai me salvar”, de acordo com testemunhas.

A mulher nadou cerca de 130 metros antes de se entregar. Policiais usaram uma lancha para resgatá-la. Com sinais de hipotermia, ela foi levada para um hospital antes de ser levada para a cadeia.

Fonte: G1

Não deveria ser possível descobrir o CPF de uma pessoa a partir de seu nome. No entanto, o site Nomes Brasil faz exatamente isso: você digita um nome e o site mostra o CPF da pessoa. 

Hospedado nos Estados Unidos, o site não oferece informações completas: algumas pessoas simplesmente não aparecem, e outras têm um número de CPF errado associado ao seu nome. No entanto, o fato de que alguns dos CPFs no site estejam certos é suficiente para causar preocupação.

Ilegalidade

De acordo com Gisele Arantes, advogada especializada em Direito Digital, este tipo de serviço é ilegal porque visa a divulgar dados pessoais, protegidos pela legislação e, inclusive, pelo Marco Civil da Internet. Além disso, embora o CPF por si só não tenha muita utilidade, uma pessoa que tenha o CPF de outra, junto com informações disponíveis no Facebook, por exemplo, pode cometer uma série de fraudes.

O fato de que alguns dos CPFs estejam errados levam Gisele a acreditar que não se trata de um vazamento de dados. A hipótese dela é que se trata de um "bot", um pequeno programa desenvolvido especialmente para esse fim. Esse pequeno programa se aproveitaria do fato de que os números de CPF são gerados de acordo com uma sequência lógica. Eles não são aleatórios. 

Alguns dígitos representam o estado onde a pessoa nasceu, outros representam o ano de seu nascimento, e assim por diante. O bot, então, conhecendo essa sequência lógica, geraria CPFs e jogaria os números no site da Receita Federal para recuperar os nomes de seus portadores e, em seguida, enviá-los ao site.

Investigação

Para Gisele, é essencial que haja uma investigação do Ministério Público sobre o site, para que se possa apurar de onde vêm esses dados, pois o caso pode mostrar uma falha na segurança dos dados pessoais dos cidadãos. Caso se trate de um vazamento, seria então necessário responsabilizar a pessoa que vazou os dados; caso seja um bot, então seria necessário identificar seu autor e responsabilizá-lo, bem como aqueles que tenham acessado o site e utilizado-o para fins fraudulentos.

Outro motivo para essa investigação do Ministério Público, segundo Gisele, é o fato de que ninguém sozinho pode fazer nada sobre ter seu nome e CPF no site. "Como o site afeta um direito coletivo, uma pessoa sozinha não pode solicitar a investigação. Esse pedido tem que vir do Ministério Público", explica. Uma associação de pessoas, no entanto, poderia apresentar uma denúncia ao MP e pedir ao órgão uma investigação sobre o site. "Me espanta que ninguém tenha tomado uma providência ainda", diz.

O que fazer?

Mesmo estando hospedado nos Estados Unidos, o site foi registrado por meio do GoDaddy.com, que já possui, segundo Gisele, representação no Brasil. Neste caso, bastaria ao MP entrar em contato com o Go Daddy e solicitar a que ele torne o domínio do Nomes Brasil indisponível, para evitar danos aos brasileiros. Não há, portanto, como tomar medidas individuais. O máximo que se pode fazer é protestar. Aliás, já está no ar um abaixo assinado com mais de 100 mil assinaturas reclamando e exigindo a extinção do site.

Caso o Go Daddy não tivesse representação no Brasil, a situação seria bem mais complicada. Gisele explica que seria necessário alcançar a empresa por meio de uma carta rogatória, que precisaria da assinatura do Supremo Tribunal Federal e demoraria pelo menos 2 anos, ou por meio de uma ação movida no país onde o site está hospedado. Segundo Gisele, custaria no mínimo US$ 10 mil para conseguir mover um processo pedindo a identificação dos responsáveis pelo serviço ilegal.

Essa situação, opina Gisele, é fruto de uma falha na formulação do Marco Civil da Internet. Embora o documento exija submissão à legislação nacional, ele não cria um mecanismo para que o Brasil chegue a empresas fora de seu território, o que gera situações como essa que dificultam a identificação dos responsáveis.

Ele está completamente apavorado e quase morrendo de fome. Ele não deixa que ninguém chegue perto dele. Mas tudo muda quando ele vê esta garota deitada rua.

Há algumas semanas que este cachorro andava sem direção pelas ruas de Evans Creek, nos Estados Unidos. Sempre quando algum motorista tentava se aproximar dele, o animal assustado fugia. Eles chamavam o cachorro gigante de “urso”. Mas o apelido não estava combinando tanto com a situação física do cachorro: só pele e ossos.

Amanda Guarascio e Dylan Parkinson ficaram sabendo da história do animal esfomeado. Eles foram até as montanhas para tentar salvar o “urso”. E de fato o encontraram. Ele estava sentado na beira da ladeira de uma rodovia. “Nós tentamos por várias horas atraí-lo para dentro do carro com comida, mas não tivemos muito sucesso”, conta Amanda. O cachorro, que obviamente estava precisando de ajuda, não queria ser ajudado.


Amanda e Dylan resolveram então tentar um truque. Ela se deitou no chão, fingindo que estava machucada. E foi se aproximando do cachorro centímetro a centímetro. Sempre que ele começava a rosnar, ela rolava um pouco para trás. E então mais um pouco para frente. Ela fez isso por horas. Dylan avisava os outros motoristas, para que eles não atropelassem Amanda, que estava deitada no meio da rua.


“Até que finalmente eu estava perto dele”, festeja Amanda. Urso chegou bem perto e deitou ao lado de Amanda, de modo a aquecê-la. Foi então que ela percebeu como era possível sentir a costela do cachorro em seu corpo. Mas a missão havia sido cumprida! Eles tinham conquistado a confiança do animal. “Desse momento em diante ele decidiu que não iria mais fugir”, conta a garota. “Eu precisei colocá-lo no carro e o abracei durante toda a viagem até o veterinário”.


Urso finalmente recebeu a ajuda que tanto precisava. E ainda mais importante, encontrou duas pessoas que simplesmente não queriam desistir dele, dedicando bastante tempo ao seu resgate.


Amanda e Dylan conseguiram salvar a vida de um cachorro com sua nobre iniciativa. Por várias horas mantiveram-se firme no plano de salvar o animal, sem desanimar com as adversidades. Compartilhe essa emocionante história de resgate se a atitude do casal também te impressionou.


O foguete espacial de suprimentos Progress 59 não chegará à Estação Espacial Internacional (ISS). A expectativa, nesse momento, é que dentro de aproximadamente duas semanas o foguete entre na atmosfera terrestre e caia em nosso planeta.

A Progress 59 foi lançada pela Rússia na semana passada. Sua função era de reabastecer a ISS com suprimentos. Logo após o lançamento, no entanto, a aeronave sofreu uma pane e não respondeu mais às ordens enviadas da Terra.

A Progress 59 é uma nave não tripulada. A principal hipótese para o problema é que suas antenas de navegação tenham sofrido problemas.

Um vídeo liberado na semana passada mostra que a aeronave está em órbita no espaço. A Nasa já anunciou que uma aproximação do foguete à Estação Espacial Internacional não irá acontecer, já que o foguete ainda não responde a comandos enviados.

A informação de que a aeronave deve cair na Terra foi divulgada pela própria Nasa. A questão é que objetos em órbita são puxados aos poucos em direção ao nosso planeta.
© Divulgação/Nasa Progress 47 ao lado da ISS: Progress 59 perdeu comunicação e não irá chegar à ISS 

Sem um sistema de propulsão para a correção da posição, o objeto é puxado até entrar na atmosfera terrestre. Depois disso, cai em nosso planeta.

As estimativas são que a aeronave entre na atmosfera dentro de duas semanas. Mas isso não é motivo de preocupações. O foguete é desenhado para queimar e se desfazer enquanto cai dentro da atmosfera.

Enquanto isso, a Nasa e a Força Aérea dos Estados Unidos ficarão de olho na Progress e sua descida à Terra.

Campanha do Teto: questionamentos sobre o que é notícia 

         A nova campanha da ONG Teto, (também conhecida como "Um Teto Para Meu País"), que constrói novas moradias para famílias em localidades de extrema pobreza, alfineta as "notícias fúteis" que dominam o noticiário e alertam para a pobreza no país. 

Criados pela agência Leo Burnett, os anúncios trazem imagens de moradores da comunidade Malvinas (Guarulhos, em São Paulo). Eles seguram cartazes com frases que remetem às manchetes de notícias de celebridades. 

"Cantor estaciona o carro na vaga" e "Atriz é vista atravessando a rua" são algumas das "notícias". 

Segundo a ONG, o objetivo não é questionar o que vira notícia, sim o que deixa de ser. Se há muito espaço para notícias sobre o cotidiano das celebridades, falta espaço para notícias sobre faltas de moradia, pessoas em situação de risco e extrema pobreza. 

"A pobreza e a desigualdade social são problemas evidentes da nossa sociedade. Ainda assim, poucas vezes são pauta de notícias, poucas vezes surgem nas conversas cotidianas", diz Carolina Mattar, Diretora Executiva do Teto. 

Além de chamar a atenção para a pobreza no país, o objetivo da campanha é buscar voluntários para a "Coleta", evento que pretende colocar cinco mil voluntários nas ruas de cidades como São Paulo, Campinas, Rio, Curitiba e Salvador para arrecadar recursos nos dias 22, 23 e 24 de maio. 

Em janeiro, a ONG já tinha feito uma campanha com celebridades para atrair a atenção do público. 

Confira, nas imagens acima, todas as manchetes da campanha.

Perto do coração de Nova York, uma das maiores cidades do planeta, existe um lugar bizarro que todos evitam chegar perto. Ainda que o local, teoricamente, custe bastante caro pela proximidade com Manhattan, ninguém ousa construir uma casa sequer ali. Até mesmo funcionários do governo têm medo de chegar perto, e histórias de fantasmas são contadas há décadas. 
Conheça a história macabra da Ilha Hart 
Foto: Montagem/R7 


A história da ilha começa em 1865, quando foi usada como campo de prisioneiros, durante a Guerra Civil americana
Foto: Reprodução/Google Maps 

Mais de 3.413 soldados estiveram encarcerados por lá, 235 deles morreram e posteriormente foram transferidos para um cemitério na ilha do Bronx, logo ali do lado
Foto: Reprodução/Black Sack Face 

Após o fim da guerra, a ilha ganhou um propósito menos nobre: sediar um hospital para leprosos
Foto: Reprodução/Michael Endy 


Esse foi o primeiro motivo para ninguém pisar lá, uma vez que a lepra é uma doença extremamente contagiosa e na época ainda não existia um tratamento efetivo para curá-la
Foto: Reprodução/Black Sack Face 


Em junho de 1904, o primeiro acidente envolvendo a ilha, o que deu a ela a fama de ser amaldiçoada
Foto: Reprodução/Ian Ference/The Hart Island Project 


Cerca de mil pessoas foram celebrar uma missa na ilha, para lembrar os doentes e prisioneiros mortos... e o final foi trágico
Foto: Reprodução/Inquirer 


Enquanto eles voltavam do evento religioso, um misterioso incêndio destruiu o barco e matou todos que estavam a bordo
Foto: Reprodução/World Mag 


Até os atentados de 11 de setembro, esse era o pior desastre da história da cidade de Nova York
Foto: Reprodução/Gawker 


No século 19, a ilha ainda se tornou um centro de detenção juvenil, o que explica os prédios de alvenaria quadradões no meio dela
Foto: Reprodução/BY Observer 


Mais mortes nessa época, quando jovens tentavam fugir a nado ou matavam uns aos outros em brigas     Foto: Reprodução/Black Sack Face 


Após o acidente com as vítimas, a ilha passou a acolher um centro de tratamento de drogados
Foto: Reprodução/Black Sack Face 


Até os registros oficiais deixam claro que o lugar era infernal: nenhum dos tratados saiu de lá oficialmente curado
Foto: Reprodução/Ian Ference/The Hart Island Project 


Os quartos mais pareciam prisões, enquanto os enfermeiros eram muitos deles policiais
Foto: Reprodução/Untapped Citties 


Como muitas prisões da cidade estavam cheias, a administração local enviava imigrantes e criminosos para lá com a desculpa que eram alcoólatras e lá sofriam agruras
Foto: Reprodução/Black Sack Face 


Ficavam presos em celas ou ainda eram torturados pelos enfermeiros
Foto: Reprodução/Black Sack Face 


O fato é que a esmagadora maioria dos que iam para lá morriam sem conseguir sair
Foto: Reprodução/Gawker 


Mesmo os enfermeiros e tratadores temiam a ilha, porque uma série de coincidências adiava ou impedia a transferência deles dos serviços nela
Foto: Reprodução/Hart Island Project 


Por isso Hart ficou conhecida como "Ilha da Morte"
Foto: Reprodução/News.au 


A ilha também recebeu um hospício, que não fez feio ante o histórico mortal dela
Foto: Reprodução/SBS 


Mortes, doentes que se jogavam na água em busca da fuga e incêndios jamais esclarecidos... teve de tudo na época
Foto: Reprodução/Untapped Citties 


Depois da 2° Guerra Mundial a ilha se tornou o maior cemitério estatal do mundo
Foto: Reprodução/Ian Ference/The Hart Island Project 


Desde essa época, mais de 1 milhão de pessoas já foram enterradas lá, todos indigentes
Foto: Reprodução/News.au 


Os principais enterrados por lá são bebês e sem-teto, que não possuem parentes para reclamar o corpo     Foto: Reprodução/Wikimedia Commons 


Às vezes, os próprios presos faziam os enterros massivos
Foto: Reprodução/News.au 


Nada de lápides por lá, todos os corpos são enterrados em valas comuns sem qualquer identificação
Foto: Reprodução/News.au 


Anualmente, cerca de 1500 corpos são enterrados na ilha
Foto: Reprodução/Ian Ference/The Hart Island Project 


O lugar é tão proibido e macabro que o primeiro mapa de lá só foi liberado em 2009
Foto: Reprodução/Queens Crap 


Atualmente, o Departamento Prisional de NY, que administra o lugar, muito raramente permite que alguém entre na linha
Foto: Reprodução/Queens Crap 


O motivo apontado por eles envolve a falta de estrutura da ilha: todos os prédios do lugar estão em ruínas e podem desabar, e terrenos estão cheios de corpos, que podem até estar contaminados
Foto: Reprodução/Untapped Citties 


Mas sabemos que deve ter algo por trás, como surtos de doenças e até o medo de funcionários de trabalharem por lá, devido ao medo de fantasmas
Foto: Reprodução/Ian Ference/The Hart Island Project 


Hoje, a ilha está cheia de corpos e prédios que guardam histórias macabras sobre doentes mentais, drogados, jovens infratores e assassinos. Além de milhões de mortos sem nome enterrados de qualquer jeito Foto: Reprodução/Black Sack Face

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