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O alpinista cearense Rosier Alexandre escalando o Everest: o alpinista cearense relatou que ao descer do helicóptero viu um "cenário de guerra" 

Carmen Pompeu, do Estadão Conteúdo
especial para AE, do Estadão Conteúdo

            O alpinista cearense Rosier Alexandre foi resgatado por helicóptero do campo 1 do Monte Everest a 5,9 mil metros nesta segunda-feira, 27. 

A assessoria de imprensa do projeto Sete Cumes, comandado por Rosier, informou que o "tempo limpo" no Nepal, permitiu que os helicópteros fizessem várias viagens para resgatar os montanhistas no Everest, presos após os terremotos

O alpinista ligou para família no Ceará anunciando o resgate às 3h37min (horário de Brasília) desta segunda. 

Rosier já está com o filho Davi Saraiva que também faz parte do projeto. Eles passam bem e se encontraram no campo base do Monte Everest, onde procuravam equipamentos que foram abandonados após a avalanche. 

O alpinista cearense relatou que ao descer do helicóptero viu um "cenário de guerra". 

Agora Rosier e Davi seguem em caminhada para Gorak Shep, um vilarejo próximo ao Everest. 

Lá devem permanecer os próximos dias. Mais cedo, por volta da uma hora da madrugada desta segunda-feira (horário de Brasília), Davi Saraiva fez contato com a família, através de telefone. 

Numa ligação rápida, ele salientou que estava bem fisicamente, apenas com pequenas escoriações. 

Contratempos 

No domingo, o alpinista postou por volta das 16h30 (horário de Brasília) em sua página no Facebook que estava em condições difíceis após os terremotos no Nepal. 

"Decidimos agrupar a equipe no campo 2 do Monte Everest. O campo 1 foi atingido intensamente enquanto nós estávamos escalando", relatou. 

A mensagem destaca que o campo base no Monte Everest "foi destruído". Ele também informou que a médica da expedição, a americana Eve Girawong, morreu na avalanche que atingiu o campo base. 

"Nosso coração está com a família de Eve. Ela era muito amada e uma grande adição a nossa equipe. Sentiremos sua falta", escreveu o alpinista. 

No texto na rede social, o cearense também descreveu as dificuldades enfrentadas pelo grupo isolado no Everest. "Estamos com pouca comida, sem baterias e temos que descer. Não há rota pelo Khumbu Ice Fall", escreveu. 

O alpinista havia explicado que uma equipe de montanhista foi destacada para procurar um possível caminho de descida, mas "Voltou sem sucesso de passagem" e não seria feita nova tentativa do tipo. 

"Neste momento nossa única opção é descer de helicóptero. Nosso plano é descer para o campo 1 amanhã (segunda-feira) cedo e aguardar um bom clima para o resgate através de helicóptero. Assim vamos nos reunir com os outros membros sobreviventes da nossa equipe." 

No final da postagem, Roiser relaciona os nomes dos sobreviventes de sua equipe: "Todos os nossos sobreviventes Everest 2015 estão bem. 

Aqui está uma atualização em seus locais atuais: No Everest Acampamento 2: Alan Arnette, Andrea Cordona, Ankur Bahl, Haley Ercanbrack, Joe Ashkar, Karl Nesseler, Koei Kasamatsu, Louis Carstens, Masayuki Hatakeyama, Rosier Alexandre, Vibeke Andrea Sefland, Billy Nugent, Conan Bliss, Fred Alldredge, Garrett Madison; em Gorak Shep: Davi Souto Saraiva, Ronald Nissen, Michael Churton e Randall Ercanbrank".

J. K. Rowling: "estou doando para a Oxfam, por favor, unam-se a mim" 

Da REUTERS

Londres - Governos, agências de ajuda humanitária e celebridades intensificaram nesta segunda-feira as ações para busca de recursos de ajuda aos sobreviventes de um terremoto que deixou muitos mortos e feridos no Nepal, ao mesmo tempo que aumentam as dificuldades no país por causa da falta de comida, água e abrigo. 

Mais de 3.700 pessoas morreram e pelo menos 6.500 ficaram feridas quando o terremoto de magnitude 7,9 abalou o Nepal no sábado, derrubando casas e provocando avalanches no Himalaia. 

O governo do Nepal apelou por ajuda externa para lidar com as consequências do pior terremoto a atingir esse país do sul da Ásia desde 1934, quando 8.500 morreram. 

"Coração no #Nepal hoje. Conheci pessoas maravilhosas lá há 4 semanas. Estou doando para a Oxfam, por favor, unam-se a mim", tuitou a autora da série Harry Potter, J. K. Rowling. 

Especialistas em ajuda recorreram ao Twitter para estimular pessoas bem-intencionadas a enviar dinheiro para grupos de ajuda humanitária de reputação, em vez de se apressaram com doações de produtos não desejados ou outro tipo de auxílio. 

De acordo com o Serviço de Acompanhamento Financeiro das Nações Unidas, 5,7 milhões de dólares foram entregues até agora, sendo a Grã-Bretanha a maior doadora, seguida pelos Estados Unidos e Japão. 

O Banco de Desenvolvimento Asiático disse nesta segunda-feira que estava oferecendo uma doação de 3 milhões de dólares para tendas, assistência médica, alimentos e água potável. O banco também anunciou a entrega de cerca de 200 milhões para os esforços de recuperação. 

A Organização Mundial da Saúde, que informou que os hospitais da capital, Katmandu, ficaram sobrecarregados por causa da quantidade de vítimas de prédios destruídos, disse ter liberado 175 mil dólares em fundos e apelou por ajuda de milhões de dólares. 

Médicos estariam tratando dos sobreviventes nas ruas, disse a OMS. 

A Grã-Bretanha, que enviou médicos e equipes de busca e salvamento para o Nepal no fim de semana, anunciou um pacote de ajuda de 7,5 milhões de dólares. 

O Comité Emergencial para Desastres, uma aliança das 14 principais instituições de caridade do Reino Unido lançou um apelo por dinheiro, na sequência de chamados feitos pela Christian Aid, Handicap International e Internews, entre outras organizações de ajuda. 

À medida que a escala do desastre ficou mais clara no fim de semana, os trabalhadores humanitários e outros especialistas estimularam o público a ficar atento às lições aprendidas depois de outras grandes catástrofes, como o terremoto de 2010 no Haiti e o tsunami do Oceano Índico em 2004. 

"Maneiras de NÃO ajudar #TerremotoNepal: doar a novas instituições de caridade que aparacem de repente (normalmente fraude), coletar coisas para enviar, tentar ir você mesmo", tuitou Laura Seay, cientista política do Colby College. 

"Depois do terremoto no Haiti, doações de americanos bem-intencionados tomaram espaço na pista do aeroporto, impedindo a passagem de suprimentos básicos", disse.

Homem usa telefone durante terremoto no Nepal: tecnologia é uma aliada na busca por sobreviventes 

            Já são 1400 mortos no terremoto de magnitude 7,8 graus que atingiu o Nepal na manhã deste sábado, segundo estatísticas mais recentes. A maior parte das vítimas está no vale central do país, onde fica a capital, Katmandu, mas o desastre também deixou 34 mortos na Índia e 13 na China, países que sentiram o tremor. 

Para ajudar as pessoas que estão preocupadas com a situação de parentes, amados, amigos e colegas que estão na região, o Facebook e o Google adaptaram dois recursos já existentes, o Facebook Safety Check e o Google Person Finder, para o desastre no Nepal. 

Nesta manhã, o Facebook lançou o "Nepal Earthquake: Facebook Safety Check". Se a rede social perceber que você pode estar na área afetada, mandará uma mensagem perguntando seu estado. 

Você pode responder pelo botão "I'm safe" e avisar seus contatos que está a salvo. O recurso também mostra quantos amigos estão no local do desastre e envia notificações quando algum deles disser que está bem. 

Mark Zuckerberg comentou a criação da ferramenta em um post no Facebook. "Quando desastres acontecem, as pessoas têm que saber que suas pessoas queridas estão bem. É em momentos como esse que poder se conectar realmente importa".


Já o Google criou o "Person Finder: 2015 Nepal Earthquake", uma espécie de banco de dados sobre as pessoas afetadas. Há duas opções possíveis na ferramenta: "Estou procurando por alguém" e "Eu tenho informações sobre alguém". No momento, o site já tem 2100 registros que estão sendo seguidos. 

O "Person Finder" foi um recurso criado pelo Google em 2010, após o terremoto que devastou o Haiti, e é usado em várias situações de desastre, assim como o "Facebook Safety Check".


Sala de aula: em pé, os alunos tiveram um engajamento 12% maior em atividades de classe. Isso equivale a 7 minutos a mais de atenção e participação durante uma aula de uma hora 

Filipe Serrano, de EXAME.com

 Uma pesquisa feita nos Estados Unidos com 300 crianças entre 7 e 10 anos indica que ficar de pé durante as aulas pode ajudar a melhorar o aprendizado. 

Os pesquisadores acompanharam os alunos do ensino fundamental durante um ano, e analisaram o desenvolvimento de dois grupos. Um deles tinha aulas em pé, em mesas verticais, e outro, sentado. 

Os resultados mostram que, em pé, os alunos tiveram um engajamento 12% maior em atividades de classe. Isso equivale a 7 minutos a mais de atenção e participação durante uma aula de uma hora. 

“Mesas verticais podem reduzir problemas de comportamento e aumentar a atenção de estudantes”, diz o pesquisador Mark Benden, que liderou os estudos na universidade Texas A&M Health Science Center. “É uma forma de oferecer um método diferente para completar tarefas acadêmicas e que quebra a monotonia de ficar sentado.” 

Para calcular a participação dos alunos em sala de aula, os pesquisadores mediram ativades como responder a questões dos professores, levantar a mão para fazer perguntas e participar ativamente de discussões.

Pânico no Nepal 

       Um terremoto de magnitude 7,8 devastou o Nepal na madrugada deste sábado. Até o momento, quase 900 mortes foram registradas em diferentes locais do país e também nos países vizinhos Tibete, Bangladesh e deixou rastros também na Índia e na China. A expectativa é que as fatalidades decorridas deste desastre continuem a subir. 

Os tremores causaram também uma avalanche no Monte Everest, a maior montanha do mundo. Estima-se que oito montanhistas que estavam no acampamento base e preparando para a escalada tenham morrido. Outros 30 constam entre os feridos. 

De acordo com autoridades locais, o terremoto foi o maior a atingir o Nepal desde um incidente de magnitude 8,4 que ocorreu nos idos de 1934. Na ocasião, o número de mortes ultrapassou a marca de 10 mil. 

A seguir, veja imagens chocantes que mostram a devastação no Nepal e países vizinhos.


Terremoto no Nepal 

Primeiras imagens do acampamento na base do Monte Everest após terremoto. Até o momento, 8 mortes foram registradas no local.

Pessoas procuram vítimas em meio aos escombros.

Pessoas e equipes de resgate vasculham escombros em busca de sobreviventes em Katmandu.

Pessoas se reúnem em torno de casa destruída.

Prédio destruído em Katmandu, capital do Nepal, após terremoto de 7.9 pontos

Equipes de resgate retiram mulher ferida em meio aos escombros de prédio em Katmandu.

O número de mortos no terremoto no Nepal continua a subir e pode ultrapassar a marca de 900. Do total, 20 morreram na Índia, seis no Tibete e duas em Bangladesh

Homem com cabeça ferida é rodeado de pessoas.

Menino sorri após ser resgatado de escombros.

Na cidade de Siliguri, indianos ficam em frente a casa derrubada pelo terremoto que atingiu o Nepal, mas que assolou também outros países.

Menino ferido é levado para hospital, em Siliguri, Índia, devido a terremoto que atingiu Nepal e que deixou rastros em países vizinhos.

Equipes de resgate usam macas e vasculham os escombros para achar sobreviventes e corpos no Nepal.

Katmandu foi devastada pelo terremoto. Na imagem, carro é visto soterrado por destroços de prédio destruído.

Pessoas buscam vítimas em meio aos destroços de templo na praça Bashantapur Durbar, Katmandu.

Pense mais rápido: ao ficar em pé, o fluxo de ideias se desenvolve melhor 

Você está com dificuldades para se concentrar no trabalho ou na escola? A solução é simples: fique em pé. Pelo menos essa foi a conclusão a que chegaram alguns pesquisadores da Universidade A&M do Texas, nos EUA.

Uma pesquisa feita por eles revela que ficar em pé pode ajudar a resolver dois dos principais problemas deste século, o déficit de atenção e a obesidade.

A descoberta foi baseada em um estudo com 300 estudantes da segunda até a quarta série, que foram observados ao longo de um ano escolar. 

Eles utilizaram mesas que dão a possibilidade de as crianças ficarem em pé, ao invés de permanecerem sentadas durante toda a aula. Os resultados preliminares mostram que os estudantes que fizeram a aula em pé estavam 12% mais engajados que os outros.

O professor da Universidade A&M do Texas e chefe da pesquisa, Mark Benden, conta que, além de melhorar o lado cognitivo do ser humano, estudar ou trabalhar em pé também ajuda a queimar 15% mais calorias. 

“Ficar em pé reduz problemas relacionados à concentração e aumenta a atenção das pessoas, pois quebra a monotonia de trabalhar ou estudar sentado”, relata Benden em entrevista para o site da universidade.

Foto: Reprodução/Imgur
O Desafio Kylie Jenner tomou conta das redes sociais. Não é para pouco, já que não vemos beições todos os dias no Facebook e Twitter. O resultado é horrendo e assustador: bocas mutantes prontas para devorar a todos. Muito feio demais, e a tendência é piorar mais...

Foto: Reprodução/Daily Mail
Foi a rapper Blac Chyna quem começou essa nova onda, provavelmente. Ela publicou essa foto no Instagram e nem fez questão de explicar nada: só colocou um emoticon de lábios e pronto

Foto: Reprodução/Daily Mail
Depois publicou essa imagem sugestiva, que mostra o que seria um produto para lucrar com o próprio bocão
Foto: Reprodução/Daily Mail
Blac é rival de Kylie Jenner, a modelo que começou a coisa toda: boca gigante, que causou inveja em adolescentes por todo o mundo

Foto: Reprodução/Daily Mail
A treta oral entre as duas iniciou uma onda de gente iniciando o Desafio Kylie Jenner, com resultados desastrosos

Foto: Reprodução/Daily Mail 
Essa adolescente publicou no Twitter que "estragou tudo", sem entender que não havia muito para estragar, já que ninguém tem notícias do método ter dado certo em algum momento

Foto: Reprodução/Daily Mail
Essa outra também não gostou muito do resultado e ficou assustado pelo resultado final

Foto: Reprodução/Imgur
O resultado é obtido através de um método doloroso: colocar os lábios em um copo e sugar até conseguir algo próximo do vácuo


Foto: Reprodução/Imgur 
Depois é só tirar e aí está um par de lábios gigantescos e explosivos novinhos em folha

 Foto: Reprodução/Daily Mai
Um monte de adolescentes foram na onda e não se tem notícia que algum deles curtiu o resultado finall

Foto: Reprodução/Daily Mail
O efeito tende a ser passageiro, mas as sequelas podem ser bem duradouras

Foto: Reprodução/Imgur
Alguns vasos sanguíneos podem simplesmente estourar nessa operação

Foto: Reprodução/Daily Mail
Os resultados são perturbadores e compartilhados continuamente em todas as redes sociais 

Foto: Reprodução/Daily Mail
"Nunca me senti tão idiota e estranha", contou uma adolescente com os lábios mais esquisitos que qualquer um já viu

Foto: Reprodução/Daily Mail
"Eu quis ser Kylie, mas só fiquei ridícula", afirmou outra adolescente

Foto: Reprodução/Daily Mail
Ao mesmo tempo, começou uma campanha contra a prática, que basicamente xingou as que destruíram os próprios lábios

Foto: Reprodução/Daily Mail
"Parem com isso, essa é a coisa mais ridícula que já surgiu no mundo

Foto: Reprodução/Daily Mail
Outras apelaram para a saúde e questionaram se as participantes "não sabem que estão destruindo os próprios vasos sanguíneos"

Foto: Reprodução/Daily Mail
Mas o fato é que todas querem ser Kylie Jenner, a meia-irmã de Kim Kardashian


Foto: Reprodução/Daily Mail 
Ela nem tem esse bocão todo, mas causou inveja e admiração em muitas fãs

Foto: Reprodução
Ela ganhou muitas fãs ao mostrar lábios carnudos em algumas fotos, que logo foram contestadas

Foto: Reprodução/Instagram
A primeira vítima dessa onda foi Brittany Forster, de 24 anos, que desavisada, resolveu fazer crescer os próprios lábios

Ela comprou um produto chamado CandyLipz e começou a intervenção na própria boca


Foto: Reprodução/Instagram 
Depois de dois minutos de terríveis dores, que fizeram seus olhos lacrimejarem, a jovem conta que removeu o aparelho

Foto: Reprodução/Instagram
Ela ficou estarrecida. Sua boca estava enorme, com aspecto incahdo que lembrou o de contusões de pessoas quando elas são surradas


Foto: Reprodução/Instagram 
A jovem, que agora vive em Sydney, ficou tão chocada que começou a achar que ficaria com cicatrizes permanentes


Foto: Reprodução/Instagram 
"Eu tirei, olhei no espelho e disse oh meu deus o que foi que eu fiz? Não, não, não, isso não pode estar acontecendo", disse Brittany ao Daily Mail da Austrália


Foto: Reprodução/Instagram 
— O folheto de instruções do produto não diz que todas essas coisas podem acontecer, como hematomas, inchaço





Foto: Reprodução/Instagram 
A moça até postou um vídeo online após o incidente, no qual seus dois melhores amigos estão tentando consolá-la


Foto: Reprodução/Instagram 
Ela não conseguiu deixar de pensar que seus rosto parecia com o das pessoas que acabaram de tomar uma surra


CandyLipz Foto: Reprodução/Instagram
Os desenvolvedores do produto dizem que o inchaço é "muito normal" e as marcas melhoram no prazo de 7 dias. A empresa forneceu os seguintes imagens que demonstram os efeitos da 

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