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Pizza: donos de pizzaria usam o WhatsApp para trocar informações sobre o negócio

Saulo Pereira Guimarães, de EXAME.com

  Os donos de pizzaria descobriram uma nova ferramenta para trocar informações sobre a venda de pizzas. Trata-se do WhatsApp, aplicativo que permite o envio gratuito de mensagens a partir de smartphones e tablets.

A ideia de usar o app surgiu no ano passado, quando 40 empresários participaram em Las Vegas da Expo Pizza, evento grande do setor. Antes da viagem, eles decidiram criar um grupo no WhatsApp para discutir os preparativos. Como a ideia deu certo, foi mantida de pé mesmo depois do passeio.

"O grupo funciona como uma ferramenta de trabalho supereficaz para gente", afirmou em entrevista a EXAME.com Carlos Zoppettic, vice-presidente da Associação Pizzarias Unidas (APU).

350 mensagens por dia

Composta por cerca de 80 empresários que são donos de mais de 300 pizzarias, a APU é a entidade por trás do grupo no WhatsApp. Além de vice-presidente da associação, Zoppettic também é também moderador do grupo.

Por dia, o espaço registra uma média de 350 mensagens trocadas entre todos os integrantes da APU. Segundo Zoppettic, indicações de funcionários, cotações de equipamento e ingredientes e medição de movimento nas lojas são alguns dos assuntos discutidos no grupo.

Como o espaço é dedicado à atividade profissional, saudações, piadinhas ou imagens pessoais não são bem-vindas. "O resultado está indo além das nossas expectativas. É algo que chegou e vai ficar para sempre", afirmou Zoppettic.

Pedidos

Embora já tenham adotado o WhatsApp para discutirem o negócio, os donos de pizzaria não pensam em usar a ferramenta para receber pedidos.

"Só eu tenho 5 mil clientes cadastrados na minha loja. Isso torna difícil receber pedidos via WhatsApp, por enquanto", explica Zoppettic.

Além dos donos de pizzarias, os médicos também têm grupos no WhatsApp.

Conforme EXAME.com noticiou em julho de 2014, uma rede formada durante a Copa do Mundo reúne mais de 70 doutores via app. Por meio da ferramenta, eles trocam informações sobre acidentes com grande número de vítimas.

Na semana passada, o WhatsApp alcançou a marca de 700 milhões de usuários em todo o mundo.


Gabriela Ruic, de EXAME.com Siga-me


Armados e perigosos


São Paulo – O Departamento de Estado dos Estados Unidos conta com um programa no qual oferece milionárias recompensas por informações de pessoas que tenham se envolvido em ataques terroristas em qualquer lugar do planeta. E, em seu site oficial, exibe ainda uma lista com os nomes daqueles que são, atualmente, os mais procurados.

Entre os mais famosos estão, por exemplo, Abu Bakr al-Baghdadi, líder do violento grupo Estado Islâmico (EI), e Abubakar Shekau, o chefe dos nigerianos do Boko Haram. Confira nas imagens estes e outros terroristas que integram a relação produzida pelos EUA.




Ayman Zawahiri

Zawahiri é, atualmente, o terrorista cujas informações são mais valiosas para os Estados Unidos. Segundo o Departamento de Estado do país, pistas que possam levar até o seu paradeiro podem render 25 milhões de dólares.

Nascido em 1951 no Egito, ele é um dos fundadores do grupo Jihad Islâmica Egípcia e teria sido um dos mais importantes conselheiros de Osama bin Laden. Acredita-se que ele seja hoje parte da rede Al Qaeda.

Foi denunciado por supostos envoolvimentos em diferentes atentados como um realizado em 1998 contras embaixadas dos EUA na Tanzânia e no Quênia. 224 pessoas morreram e mais de cinco mil ficaram feridas.



Abu Du’a
Também conhecido como Abu Bakr al-Baghdadi, Du’a teria nascido no Iraque em 1971 e é atualmente o grande líder do violento grupo Estado Islâmico (EI), que domina partes da Síria e do Iraque. O valor da recompensa por informações de Baghdadi pode ir até 10 milhões de dólares.




Sirajuddin Haqqani
Nascido em 1973 no Afeganistão, Haqqani é procurado por ter participado de atentados como a tentativa de homicídio do então presidente afegão Hamid Karzai em 2008 e o ataque a um hotel em Cabul no qual seis pessoas foram mortas.

Acredita-se que ele é o líder de um grupo chamado Rede Haqqani. Alinhada com o Taleban, esta rede de insurgentes foi fundada por seu pai em 1980 e tem como objetivo estabelecer a sharia, a lei islâmica, no Afeganistão. A recompensa por seu paradeiro é de até 10 milhões de dólares.



Mullah Omar

Omar é afegão e um dos líderes do Taleban. Segundo o Departamento de Estado dos EUA, teria abrigado Osama bin Laden e outros membros da rede Al Qaeda nos anos anteriores aos ataques de 11 de setembro. O valor da recompensa por informações de Omar é de até 10 milhões de dólares.



Hafiz Mohammad Saeed

Saeed é líder do grupo Jamaad-ud-Dawa, que está na ativa no Paquistão e deseja impor a sharia, a lei islâmica, no país. Ele é ex-professor de engenharia e suspeita-se que tenha sido a mente por trás dos ataques de 2008 em Mumbai no qual mais de 160 pessoas morreram. A recompensa por informações que levem até Saeed pode chegar até 10 milhões de dólares.



Yasin al-Suri

Al-Suri nasceu em 1982 na Síria e exerce atividades de cunho administrativo da rede Al Qaeda no Irã. Segundo o governo dos EUA, é o responsável pela movimentação de líderes e membros do grupo entre o Paquistão e a Síria.

Além disso, organiza e realiza a manutenção das rotas usadas por combatentes em viagens da Turquia para território sírio e em outros países ocidentais. O valor da recompensa por informações de seu paradeiro é de até 10 milhões de dólares.



Nasir al-Wahishi

Al-Wahishi é um dos líderes da rede Al Qaeda na Península Árabe. De acordo com informações do Departamento de Estado dos EUA, é ele o responsável pela aprovação dos próximos alvos de ataques terroristas, recrutamento de novos combatentes e distribuição de recursos entre os centros de treinamento. O valor da recompensa por al-Wahishi é de até 10 milhões de dólares.



Muhsin al-Fadhli

Nascido em 1981 no Kuwait, al-Fadhli trabalha no “departamento financeiro” da rede Al Qaeda no Irã e é um de seus líderes. É ainda responsável pelo financiamento de atividades do grupo e pelo planejamento, facilitação e execução de atos terroristas.

Além de procurado por autoridades dos EUA, que podem pagar até 10 milhões de dólares como recompensa por informações que levem até ele, al-Fadhli é ainda procurado na Arábia Saudita e no Kuwait. Fez parte do pequeno círculo de terroristas da Al Qaeda que tomaram ciência dos ataques do 11 de setembro antes que os mesmos fossem realizados.




Abubakar Shekau

Líder do grupo Boko Haram, Shekau nasceu em Yobe, Nigéria. Seu objetivo é lutar pela imposição da sharia, a lei islâmica, no país e, para tanto, há anos realiza sangrentos ataques especialmente no norte nigeriano. O valor da recompensa por seu paradeiro pode chegar até 10 milhões de dólares.

Jonathan Leibson/Getty Images

Facebook: nova rede da empresa será privada e para empresas


Victor Caputo, de EXAME.com Siga-me

 O Facebook anuncia oficialmente hoje que está trabalhando em uma versão da rede social para o ambiente de trabalho. Ela será chamada de Facebook at Work.

De maneira geral, o Facebook at Work será uma versão fechada do Facebook. Empresas ao redor do mundo poderão criar suas próprias redes sociais, nas quais apenas empregados autorizados poderiam participar.


Facebook at Work: aplicativo especial para a rede privada será lançado


Facebook at Work: visual é extremamente similar ao Facebook e não deve gerar confusão


Facebook at Work: usuário poderá alternar entre sua conta pessoal e a profissional

“Quando entrei no Facebook, usávamos muito e-mail. Mas isso foi diminuindo com o tempo e passamos a usar o próprio Facebook como ferramenta para comunicação interna”, disse a EXAME.com Lars Rasmussen, diretor de engenharia do Facebook.

Rasmussen define o Facebook at Work como “uma rede social privada”.

As primeiras imagens da nova ferramenta mostram que o visual é extremamente parecido com o Facebook normal. “Um dos grandes benefícios do Facebook at Work é que os usuários não precisam aprender nada novo, já que ele funciona exatamente como o Facebook”, afirma Rasmussen.

Ambiente de testes


Nos últimos quatro anos, funcionários do Facebook vinham fazendo uso de uma rede privada. Era uma espécie de embrião do Facebook at Work. Foi somente no último ano, no entanto, que foi colocada em prática a ideia de que aquilo poderia ser um produto.

Desde então, algumas empresas serviram como cobaias para o Facebook. O foco foi em companhia de tamanho médio a grande. Setores diferentes foram escolhidos para ver como a tecnologia se sairia de maneira geral.

“Como a ideia é de uma rede social particular, nosso interesse era em testar o Facebook at Work em médias e grandes empresas. Não fazia sentido testar em ambientes muito pequenos”, afirmou Rasmussen.

Dentro do Facebook at Work estarão todas as ferramentas já conhecidas pelos usuários. Será possível usar o chat ou criar grupos (mas somente com pessoas que façam parte da mesma rede privada que o usuário).

Uma das barreiras no momento é que não será possível usar uma conta do Facebook at Work nos apps independentes (como o Messenger). Tudo deverá ser feito dentro do próprio app do Facebook at Work que será disponibilizado para smartphones.

Sou da paz

Ao contrário do que se acreditava anteriormente, o movimento do Facebook não tem como intenção competir com empresas como a Microsoft ou o Google dentro de empresas – ao menos por enquanto.

O Facebook at Work não terá funcionalidades de edição de texto ou de planilhas compartilhadas – como o Google Docs ou programas do pacote Office, da Microsoft.

A novidade do Facebook tampouco atinge o LinkedIn, uma rede social voltada ao público profissional. Não é possível fazer contatos com funcinários de outras empresas, que é parte do apelo do LinkedIn.

O Facebook at Work continua em testes. De acordo com Rasmussen, ele deve ser lançado ao mercado ainda em 2015, mas não existe data certa.

Por enquanto, o Facebook at Work funciona de graça. “Aqui no Facebook nós pensamos o produto, sem pensar em monetização. Queremos que ele se espalhe e que as pessoas tenham a oportunidade de usá-lo. Por conta disso, ainda não pensamos se em algum momento ele terá anúncios ou se cobraremos uma mensalidade. Isso fica para o futuro”, afirmou Rasmussen.

Dan Kitwood/Getty Images
Anonymous: após atentado ao Charlie Hebdo, grupo de hackers vem atacando radicais islâmicos por meio da internet

Saulo Pereira Guimarães, de EXAME.com


 Radicais ligados ao Estado Islâmico e hackers do grupo Anonymous estão usando a internet para travar uma guerra nos últimos dias. O estopim do conflito foi o atentado ao semanário francês Charlie Hebdo, realizado no último dia 7.

Após o ataque, o Anonymous criou a Operação Charlie Hebdo e prometeu vingança por meio de uma nota oficial. Além do documento, o grupo também divulgou na internet um vídeo por meio de seu canal francês.

No filme, os hackers afirmam: "Atacar a liberdade de expressão é atacar o Anonymous". Veja aqui o vídeo em inglês:



Ontem, os hackers realizaram a primeira investida contra os radicais islâmicos. Por meio de uma sobrecarga de acessos, eles tiraram do ar o site ansar-alhaqq.net. De acordo com a Wired, a página é ligada a jihadistas franceses.

Estados Unidos

A internet também vem sendo usada por radicais islâmicos. Um exemplo disso foi o ataque ontem às contas do Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) no Twitter e no YouTube.

Segundo o Business Insider, a ação foi realizada por um grupo denominado CyberCaliphate (CiberCalifado, em inglês). No ataque, os radicais islâmicos usaram os canais do órgão militar americano para divulgar mensagens de apoio ao Estado Islâmico.

De acordo com nota divulgada pelo CENTCOM, a invasão durou cerca de 30 minutos e não comprometeu as redes militares do órgão. Também não houve vazamento de dados confidenciais.

França

Ainda ontem, a agência de notícias EFE informou que hackers haviam redirecionado os sites do Conselho Geral do Departamento de Lot (localizado no sul da França) e de escolas de ensino médio francesas para páginas de ideologia islâmica radical. O ataque foi atribuído ao grupo tunisiano Fallaga Team.

Na semana passada, o hacker argelino L'APoca-Dz já havia invadido sites de 5 cidades francesas que ficam perto de Paris e publicado mensagens de apoio ao Estado Islâmico. Por meio do ataque, o hacker expressou seu apoio ao atentado contra o Charlie Hebdo.

Na última quarta (dia 7), os irmãos Cherif e Said Kouachi invadiram a redação da publicação satírica e mataram 12 pessoas - deixando 11 feridos. Cherif e Said foram mortos pela polícia na sexta (dia 9). O ataque terrorista é considerado o mais grave na França em 50 anos.


(Foto: Divulgação)

O site do Walmart, o Walmart.com, promove nesta quarta-feira (14) um leilão com lotes de eletrônicos e eletrodomésticos com descontos de até 70%. A lista inclui computadores, celulares, tablets, impressoras e videogames.

A má notícia é que os produtos estão divididos em 100 lotes e não poderão ser vendidos separadamente. Os itens arrematados ainda deverão ser retirados no depósito da loja em Cajamar (interior de São Paulo) e somente alguns deles serão vendidos com garantia.

De acordo com a Superbid, responsável pelo leilão, os produtos são provenientes de compras cancelados pelos clientes e têm lances iniciais de R$ 1.600 (sete peças), podendo chegar até R$ 8.700 (66 peças).

Para participar do leilão, é preciso se cadastrar no site da Superbid e dar lances até às 14h30 de hoje, seja pela internet ou pessoalmente, na sede da leiloeira, no Jardim Paulista, em São Paulo.

Via UOL


Mapa Wi-Fi
(Foto: Olhar digital)

Pela primeira vez, o governo de Cuba vai liberar o acesso à internet sem fio aos cidadãos do país via Wi-Fi. Apenas 3,4% dos lares cubanos contam com internet e quase todos precisam conectar seus dispositivos a cabos para acessar a rede. Mas a partir do próximo mês haverá Wi-Fi para a população.

A distribuição começará na segunda maior cidade do país, Santiago de Cuba, através da estatal Etecsa, segundo a AFP. A partir daí pode ser que a tecnologia seja espalhada.

A taxa cobrada será a mesma da internet convencional: US$ 4,5 por hora. Um valor altíssimo para os padrões locais, uma vez que o cubano recebe, em média, menos de US$ 20 por mês.

A recém-anunciada abertura das relações diplomáticas entre Cuba e Estados Unidos deve ajudar a aumentar a distribuição de internet pelo país. No fim do ano passado, o presidente Barack Obama chegou a afirmar que a Casa Branca já estava trabalhando para isso.

Ricardo Borges/Folhapress 

Uma pesquisa conduzida na Universidade Estadual de Ohio apontou que homens que publicam muitos autorretratos nas redes sociais podem apresentar sinais de narcisismo e psicopatia.

"Não é surpresa que homens que postam muitas 'selfies' e gastam tempo editando suas fotos são mais narcisistas, mas é a primeira vez que isso é confirmado por um estudo científico", disse Jesse Fox, principal autora do artigo e professora de comunicação na universidade americana.

De acordo com a pesquisa, a pessoa narcisista é aquela que acredita ser melhor e mais atraente do que os outros, mas que possui uma "insegurança escondida". Já a psicopatia se caracteriza como a falta de empatia e consideração pelos outros e por tendências comportamentais impulsivas.

Fox submeteu 800 homens com idades entre 18 e 40 anos a um questionário sobre a postagem de 'selfies' na internet que abordava a frequência com que publicam e se utilizam ou não um editor de fotos, entre outros pontos.

Nova tendencia nas praias Cariocas, o "Pau de Selfie" faz sucesso entre turistas e moradores locais

Os entrevistados também responderam perguntas sobre comportamentos sociais e auto-objetificação –a valorização excessiva da aparência em detrimento de outros aspectos da personalidade.

A conclusão foi que a publicação excessiva de fotos está relacionada ao narcisismo e à psicopatia. Os que se preocupam em editar suas fotos antes de postá-las não revelam sinais de psicopatia, pois são menos espontâneos, mas tendem mais à auto-objetificação.

Segundo a pesquisadora, os resultados não significam, necessariamente, que quem posta muitas fotos de si mesmo é narcisista e psicopata. Os dados analisados estão dentro da normalidade de comportamento social, apesar de ultrapassarem os níveis médios dessas características para a maioria das pessoas.

PÚBLICO FEMININO
O estudo não levou em conta as mulheres porque os dados comparados recebidos por Fox, compilados por uma revista, não incluíam o público feminino.

"Nós sabemos que a auto-objetificação leva a um monte de coisas terríveis, como depressão e distúrbios alimentares em mulheres", disse Fox.

"Como o uso de redes sociais é cada vez maior, todo mundo está mais preocupado com sua aparência. Isso significa que o problema pode se tornar ainda maior", continuou. Para ela, a auto-objetificação traz mais impactos para o público feminino.

A pesquisadora está conduzindo um novo trabalho para sugerir que as informações confirmadas por sua pesquisa também se aplicam às mulheres.

Vincenzo Pinto/AFP


Praça de São Pedro, no Vaticano: Roma "revisou e potencializou todas as medidas de segurança"

Da EFE

Roma - O alerta terrorista sobre o Vaticano é "máximo", mas "não houve nenhuma novidade sobre ameaças" precisas após os atentados em Paris, informou nesta segunda-feira o chefe da unidade de polícia de operações especiais de Roma, Diego Parente.

Em meio a informações divulgadas na Itália sobre um possível atentado terrorista no Vaticano, Parente garantiu que esse alarme "ainda não foi confirmado", mas o alerta é mantido.

Após os ataques terroristas ocorridos em Paris, o chefe de operações especiais da capital italiana ressaltou que Roma "analisou e potencializou todas as medidas de segurança", mas explicou que as precauções já "tinham aumentado" antes dos incidentes.

Parente enfatizou que foram considerados "todos os alvos sensíveis", lugares dos quais Roma "está cheia", e as medidas foram tomadas "sem privilegiar uns em relação aos outros", e sim de forma global.

Segundo ele, a capital reforçou o dispositivo de segurança no bairro do Gueto Romano e em redutos judeus, assim como em "embaixadas, monumentos, lugares de culto e redações de jornal e televisão".

O ministro do Interior italiano, Angelino Alfano, declarou que em seu departamento "não consta" nenhuma informação sobre um possível ataque ao Vaticano.

"Em nossas relações com os departamentos de segurança de outros países, verificamos informações (sobre um possível ataque ao Vaticano) tiradas de algumas fontes de informação e nós não temos conhecimento", ressaltou em um programa de rádio da imprensa local.

Entre o que procede ou não, o ministro disse que "infelizmente", o Vaticano "tem sido frequentemente citado nas mensagens do autoproclamado Califado, e a bandeira negra sobre a cúpula da Basílica de São Pedro não é um sinal difícil de se interpretar".

O ministro se referia a uma fotomontagem que se espalhou pelas redes sociais em outubro do ano passado. Para Alfano, não é "algo simbólico". Por isso, o Ministério do Interior italiano não subestima nenhum indício ou hipótese, "nem sequer as aparentemente mais efêmeras".

O porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, desmentiu que o Estado tenha recebido "sinais de risco específico dos serviços de segurança de outros países".

"Ao contrário do foi divulgado por algumas fontes de informação, não é verdade que a Santa Sé tenha recebido sinais de risco específico dos serviços de segurança de outros países", disse na sala de imprensa vaticana.

Lombardi disse que é mantida "a atenção e uma prudência razoável", mas insistiu que "não há sinais de motivos concretos ou de risco específico".

Por isso, pediu para não fomentar o que chamou de "preocupações infundadas" que, segundo disse, poderiam "inutilmente alterar a vida, o clima de trabalho e inclusive os interesses de tantos peregrinos e turistas que visitam o Vaticano diariamente".

Apresentador se encontrou com dono do SBT na noite de sexta-feira
Parece que a rivalidade fica só na televisão mesmo. Na vida real, Luciano Huck e Angélica, ambos contratados da Rede Globo, são fãs da família Abravanel, de Silvio Santos, dono do SBT. Tanto que o apresentador, de férias, não se conteve e postou duas fotos ao lado dos amigos na noite desta sexta-feira (09).

Em sua conta do Instagram, Luciano fez selfie e comentou: "noite mais do que especial...familia incrivel. Nos divertimos. @angelicaksy @patriciaabravanel @fabiofaria55 @rebecaaabravanel @guilhermemussi @danielabeyruti Silvio Santos & Iris". Em outra foto, em que Silvio está entre ele e sua mulher Angélica, Luciano repete que a noite foi especial e acrescenta: "vou dormir feliz".

Pelo sorrisão de Seu Silvio, ele também curtiu o encontro!



Fotos: @lucianohuck/Instagram/Reprodução

Ao comentar os acontecimentos, cantora usou hashtags com nome do álbum novo, o que gerou críticas de sesu seguidores
Os ataques na França dominaram os noticiários mundiais, e algumas celebridades quiseram dar seu apoio ao povo francês nesse momento difícil. Uma delas foi a cantora Madonna, que desde quinta-feira (8), dia do ataque à revista Charlie Hebdo, comenta o assunto em seu Instagram. No entanto, após ser acusada de querer se autopromover com a tragédia, ela decidiu parar de taggear o nome do seu álbum, Rebel Heart, nas fotos sobre o assunto.

Tudo começou no próprio dia 8, quando a primeira foto, com a frase "Je Suis Charlie" (Eu sou Charlie), uma espécie de "lema" que virou bandeira da tragédia, foi acompanhada pela legenda "Temos que respeitar TODAS as religiões! Mas também devemos respeitar a vida humana!! Matar em nome de D*us é ideia do homem, não de D*us! #livingforlove ❤️#rebelheart". 


Foto: @madonna/Instagram/Reprodução

Apenas um posicionamento de Madonna, não fossem as hashtags - nomes do álbum e de uma das músicas dele. Primeiro um fã questionou "por que ela censurou a palavra 'Deus'?". Logo depois outros começaram com as críticas, com mensagens como "Bem dito! Essa hastag é cafona, mas tudo para promover seu álbum, certo? #nosoumaisfã".

Houve quem saísse em defesa da rainha do pop. "Você nunca foi fã se acredita mesmo que ela está usando essa tragédia para promover seu disco".
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No mesmo dia, ela postou fotos de manifestantes com cartazes "Je Suis Charlie". E a legenda "Estamos vivendo tempos tenebrosos. Ignorância dá origem à intolerância e medo. Só podemos combater a escuridão com a luz! Somos todos Charlie! #revolutionoflove ❤️#rebelhearts" 



Foto: @madonna/Instagram/Reprodução

Dessa vez, teve seguidor que foi direto ao ponto: "por favor tire a hashtag do álbum". Outros ficaram mais ofendidos. "Você é nojenta, se promovendo com uma tragédia".

No dia seguinte, Madonna publicou a foto de um olho com a bandeira da França chorando e decidiu atender aos pedidos dos fãs para não alimentar mais polêmicas e não usou o nome Rebel Heart. 
 


Foto: @madonna/Instagram/Reprodução

"Amo essa foto de Mario Testino. Ela diz tudo. #jesuischarlie ❤️#livingforlove", diz a legenda.

Ops, mas o nome de uma das músicas ainda está lá. Quase, Madonna.

"Essência" da planta teria causado intoxicação

 

As sete pessoas foram submetidas e exames e logo receberam alta do hospital Foto: Maj. Will Cox/ Georgia Army National Guard

Um grupo de sete pessoas, entre 24 e 64 anos de idade, foi parar em um hospital da cidade italiana de Rimini após comer uma "torta de maconha".

De acordo com as vítimas, uma espécie de "essência" da planta para preparar o doce, é o que pode ter causado intoxicação alimentar. No entanto, os médicos não souberam definir a causa exata do mal-estar.

As sete pessoas foram submetidas e exames e logo receberam alta do hospital.

A torta de maconha foi comida por completo.

Com informações da ANSA.

O cantor ficou em pânico



Chris Brown se apresentou em uma boate em San Jose, na Califórnia, na madrugada deste domingo (11) e se viu no meio de uma grande confusão.

Segundo o site TMZ, o cantor estava se apresentando, por volta da 1h20, quando o barulho de tiros foram ouvidos e há informações que cinco pessoas que estava no show saíram feridas e foram levadas para o hospital.

Ainda de acordo com o site, Chris não se machucou mais ficou bastante assustado e em pânico.

Algumas pessoas foram levadas para a delegacia, mas não se sabe ao certo se alguem foi detido.




Manifestantes usaram criatividade, ironia e emoção em cartazes na marcha histórica que reuniu pelo menos 3,7 milhões de pessoas nas ruas da França, em repúdio aos ataques terroristas que deixaram 17 mortos na capital francesa.

Em Paris, as referências ao Charlie Hebdo, que perdeu seus principais cartunistas, foram muitas - a maior parte das manifestações eram inspiradas no já mundialmente conhecido "Je Suis Charlie" (na tradução do francês "Eu sou Charlie").

Outras seguiam o humor ácido das charges da pubicação. Veja os cartazes abaixo:


Esse homem, por exemplo, prendeu em seu boné diversas frases: eu sou Charlie, eu sou judeu, eu sou católico... "eu não gosto de idiotas". E termina: sou livre para pensar, tenho orgulho de ser francês (Fernando Diniz/Terra)




Essa mulher também fez referência ao Charlie Hebdo com um lápis e a frase "arma de criação em massa", um trocadilho com a expressão "arma de destruição em massa" 
 


Um lápis quebrado com uma poça de sangue foi o cartaz levado por este homem à praça da República, em Paris. Abaixo, a data do ataque terrorista contra a redação do Charlie Hebdo




Essa jovem desenhou um lápis apontando para o céu, em homenagem aos cartunistas mortos




"Eu sou Charlie" foi escrito em francês e em árabe, para simbolizar a união de diferentes culturas
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"Eu sou Charlie, judeu, policial, muçulmano, mas sobretudo republicano", diz outro cartaz




Com a bandeira de Portugal, esse homem levou cartaz em português para a marcha




Em uma intervenção bem humorada, a rua Charlot virou Charlie

Afp.com / ADEK BERRY


Mergulhadores indonésios são vistos durante operações para buscar destroços do avião da AirAsia, no mar de Java, no dia 9 de janeiro de 2015

Da AFP

Jacarta - Mergulhadores indonésios encontraram, neste domingo, a caixa preta do avião da AirAsia, que caiu no mar matando 162 pessoas, informou o ministério do Transporte.

No entanto, as caixas permanecem no fundo do mar porque estão presas sob os destroços da fuselagem do aparelho, acrescentou a fonte.

"Os mergulhadores da Marinha no barco do estado de Jadayat conseguiram encontrar um instrumento muito importante, a caixa preta do [voo] QZ8501 da AirAsia", disse Tonny Budiono, um alto funcionário do ministério.

As caixas pretas contendo as gravações cruciais na aeronave acidentada, estão a uma profundidade de 30 a 32 metros, destacou em um comunicado.

Na segunda-feira, os mergulhadores tentarão mudar a posição dos destroços para tentar chegar à caixa preta.

"Contudo, se estes esforços falharem, a equipe, então, vai erguer o corpo principal [da aeronave], usando a mesma técnica com balões utilizada anteriormente para erguer a cauda", prosseguiu Budiono.

A cauda da aeronave, trazendo a logomarca vermelha da AirAsia, foi retirada da água no sábado, usando balões gigantes e um guindaste.

Depois de duas semanas de buscas infrutíferas pelas caixas pretas, devido ao mau tempo, autoridades reacenderam as esperanças de encontrá-las, neste domingo, ao reportar a detecção de fortes sinais eletrônicos pelos três navios envolvidos nas buscas no Mar de Java, segundo S.B Supriyadi, diretor da Agência Nacional de Busca e Resgate.

Participam das buscas embarcações de Estados Unidos, China e de outros países.

Estes sinais foram localizados a menos de um quilômetro de onde a cauda do avião foi achada, mas Supriyadi explicou que as fortes correntes da região atrapalharam o trabalho dos mergulhadores militares e eles tiveram de interromper seus esforços antes de tentar chegar até o ponto localizado a 30 metros de profundidade.

Mais cedo, Supriyadi explicou a jornalistas que um objeto que se acredita ser o corpo principal do avião também tinha sido detectado perto da fonte dos sinais. Segundo o funcionário, a maior parte dos corpos deve estar presa na cabine, portanto, chegar até esta parte dos destroços era uma prioridade máxima.

Segundo a Agência Meteorológica indonésia, foi uma forte tempestade que ocasionou a queda do A320-200 durante seu voo entre a cidade indonésia de Surabaya e Cingapura.

Mas a resposta só poderá ser dada quando as caixas pretas forem analisadas. Ao contrário do que esperavam os especialistas, os gravadores de bordo não se encontravam na cauda do avião.

Os esforços de resgate, que envolvem navios americanos e chineses, resgatou até o momento 48 corpos.

Cerca de 1 milhão de pessoas são esperadas na marcha da República em Paris neste domingo.

Líderes mundias estão em lá para a marcha, como o britânico David Cameron, a alemã Angela Merkel e o espanhol Mariano Rajoy.

'Paris hoje é a capital do mundo", afirmou o presidente francês, François Hollande, antes do início da marcha.

A segurança será reforçada e os metrôs ao longo dos percursos, fechados.

Manifestação acontece após ataque ao jornal 'Charlie Hebdo', assassinato de um policial e sequestro de reféns em um mercado judaico nesta semana. Essa série de eventos deixou 17 mortos

12h51

Em outras cidades da França, mais de 350 mil pessoas participam de outras marchas.

12h49

Após marchar por 200 metros, os líderes pararam e fizeram um minuto de silêncio pelas vítimas.

12h45



Líderes mundiais marcham em Paris (Reprodução/Globo News).


12h42

Familiares das vítimas dos ataques caminham segurando cartazes com o nome das pessoas que foram mortas.

12h37

O esquema de segurança inclui 2.200 policiais e soldados nas ruas. Atiradores de elite no topo dos prédios e guardas à paisana vigiam a multidão. 

12h36

Líderes da Itália, Turquia, Reino Unido, Espanha, Israel e Palestina caminham lado a lado, com os braços unidos.

12h31

Antes de começar a marcha, a multidão cantou a Marselhesa, o hino nacional da França, e bradaram gritos como "Viva a França!"

12h29

Por volta das 15h25 em Paris (12h25 em Brasília), começa a marcha, com os líderes mundiais à frente.
12h28

Os participantes caminharão da praça da República à praça da Nação e terão dois itinerários disponíveis, um de 3 km e outro de 3,5 km.

12h26

O presidente francês, François Hollande, a chanceler alemã Angela Merkel e outros líderes mundiais se preparam para iniciar a marcha. Eles estão à frente da multidão que fará a passeata pelas ruas de Paris.

12h13

O premiê britânico, David Cameron, postou a seguinte frase em seu Twitter: "Nos manifestaremos juntos em defesa de nossos valores e das vítimas de 'Charlie Hebdo'"

12h10

Apesar de estarem no mesmo local, O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente palestino, Mahmoud Abbas, posaram para os fotógrafos separadamente.

12h07

Inimigos também estarão juntos hoje em Paris, é o caso de Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina e Benjamin Netanyahu, premiê israelense e de Sergei Lavror, chanceler russo e Petro Poroshenko.

12h05

Quase 50 chefes de Estado estão presentes em Paris para a manifestação, entre eles o premiê Britânico, David Cameron, a chanceler alemã, Angela Merkel, o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy e o premiê italiano, Matteo Renzi.

12h04



Place de la Republique (Praça da República) totalmente tomada para Marcha que acontece em Paris em homenagem a vítimas dos ataques desta semana. 1 milhão de pessoas são esperadas no ato (Bertrand Guay/AFP)

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