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O governador da Califórnia irá aprovar lei que proíbe o uso de sacos plásticos descartáveis


Fred Dufour/AFP

Sacolas descartáveis: o estado será o primeiro a ter essa medida nos EUA

Los Angeles - O governador da Califórnia, Jerry Brown, anunciou que vai aprovar uma lei que proíbe o uso de sacos plásticos descartáveis, o transformará seu estado no primeiro a dar esse passo nos Estados Unidos.

Os legisladores locais aprovaram a lei, que deverá entrar em vigor antes do final de setembro.

"Trata-se de um compromisso, que leva em conta as necessidades do meio ambiente, da economia e dos comerciantes", afirmou o governador.

As sacolas descartáveis desaparecerão do comércio de venda de alimentos e medicamentos a partir de 1º de julho de 2015, dos pequenos mercados e lojas de bebidas a partir de 1º de julho de 2016.

Esses locais poderão oferecer bolsas de papel ou recicláveis a um preço de 10 centavos de dólar.

Pesquisa da Fiocruz apontou que menos de 5% dos entrevistados permaneceram no tratamento até o último mês

Cristina Indio do Brasil, da

Marcelo Camargo/ABr



Rio de Janeiro - A Pesquisa Nacional sobre o Uso de Crack – Quem São os Usuários de Crack e/ou Similares do Brasil? Quantos São nas Capitais Brasileiras?, realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), verificou que 20% dos que frequentam as chamadas cracolândias são mulheres. O trabalho ouviu 32.359 pessoas, sendo que 24.977 responderam ao questionário nos próprios domicílios e 7.381, nos próprios locais de uso da droga.

Além de responderem os questionários, os usuários fizeram testes de HIV e hepatite, que indicaram que, entre as mulheres, 8,17% eram portadoras do HIV, índice que, nos homens, chegava a 4,01%. Com hepatite C, as mulheres representaram 2,23% dos infectados e os homens, 2,75%.

Segundo um dos coordenadores do trabalho, o médico Francisco Inácio Bastos, do Laboratório de Informação em Saúde (LIS), pertencente ao Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), o perfil das mulheres pesquisadas é muito negativo.

“Até para mim, que sou acostumado a trabalhar nessa área, nunca tinha visto uma população feminina tão maltratada e tão magoada. Agressão física, abuso sexual, nenhuma assistência pré-natal. Quando me perguntam o que me chocou mais como médico, eu digo que foi ver pessoas em uma situação tão precária, precisando tanto de ajuda”, contou à Agência Brasil.

A pesquisa apontou que menos de 5% dos entrevistados permaneceram no tratamento até o último mês. Para o coordenador, ficou claro que a porta de entrada dos usuários de crack no sistema de saúde não é via tratamento da dependência química, mas por meio dos cuidados gerais de saúde, como curativos, tratamento de dente e da boca. O médico acrescentou que, no caso das mulheres, seria natural que o contato com o sistema de saúde ocorresse por necessidade de realizar o pré-natal, mas não é isso o que ocorre.

“No momento das entrevistas, 10% das mulheres relataram que estavam grávidas. O que não quer dizer que tiveram o filho, porque algumas perderam e outras abortaram. Quando se vai para o padrão desejável em termos de pré-natal, que são sete consultas, menos de 5% delas fizeram pré-natal regular”, disse.

O coordenador defendeu que os governos deveriam fazer um plano integrado para tratamento do abuso de substâncias químicas vinculado à rede geral de saúde e não apenas aos centros de dependência química. “A grande via do usuário grave se inserir no sistema de saúde é via sistema de saúde geral, são as UPAs [unidades de Pronto-Atendimento], são os programas de Saúde da Família, porque, para o tratamento de dependência química, a proporção que continua é muito baixa. É uma conclusão triste”, explicou.

O Icict também está fazendo uma análise da criminalidade na ausência de programas de apoio aos usuários de crack, para complementar o trabalho. Francisco Inácio Bastos disse que, o que se notou de diferença no tratamento de usuários foi o resultado obtido com a adoção de programas específicos, porque nos locais em que foram implementados houve queda de violência. “Houve uma redução global da taxa de criminalidade e houve uma vinculação dos usuários com programas gerais de saúde”, disse.

A pesquisa foi feita entre o segundo semestre de 2011 e o primeiro semestre de 2013 nas 26 capitais de estado e no Distrito Federal, dividida em três abordagens. A primeira com avaliações em todas as capitais, a segunda nas nove regiões metropolitanas e a última nas cidades pequenas e de médio porte. Agora, o instituto está lançando o livro digital sobre a pesquisa, que pode ser obtido no site do Icict.

O estudo é o primeiro a relatar que uma vacina produziu uma "imunidade durável" contra Ebola, protegendo quatro de quatro macacos por 10 meses



Carl de Souza/AFP
As descobertas oferecem uma primeira dica de qual vacina em desenvolvimento será efetiva e de que forma

NOVA YORK - Uma vacina experimental contra Ebola, similar à desenvolvida pela GlaxoSmithKline, foi bem-sucedida por pelo menos cinco semanas em macacos de laboratório, mas precisa de uma vacina adicional para estender a sua proteção para 10 meses, de acordo com um estudo publicado neste domingo.

As descobertas oferecem uma primeira dica de qual, se alguma, vacina contra Ebola em desenvolvimento será efetiva e de que forma.

Johnson & Johnson e NewLink Genetics também estão entre as firmas acelerando os esforços para fornecer vacinas e tratamentos para o Ebola, enquanto a pior epidemia do vírus atinge o oeste da África, matando mais de 2 mil pessoas.

Os resultados do novo estudo sugerem, por exemplo, que a vacina da GSK sendo testada em voluntários saudáveis vai proteger contra a infecção do Ebola em curto prazo, mas talvez não seja suficiente para uma proteção mais longa.

O estudo, publicado no Nature Medicine, é o primeiro a relatar que uma vacina produziu uma "imunidade durável" contra Ebola, protegendo quatro de quatro macacos por 10 meses.

A vacina usa um adenovírus de chimpanzé, muito próximo ao de um humano, que trata infecções respiratórias, no qual os cientistas emendaram um gene de Ebola.

O adenovírus infecciona as células do animal vacinado, fazendo-o absorver o gene e produzir proteínas de Ebola. Com isso, o sistema imunológico consegue atacar as proteínas do vírus do Ebola quando a infecção ocorre.

A vacina em estudo é similar às que estão sendo desenvolvidas pela GSK, que começou testes de segurança em humanos na última terça-feira, e pela J&J, que pretende começar testes de segurança no começo de 2015.

Uma terceira vacina experimental de Ebola usa um sistema diferente, um patógeno chamado vírus da estomatitie vesicular (VSV). A versão desenvolvida pela Agência de Saúde Pública do Canadá, e licenciada para a NewLink Genetics, deve ser testada em voluntários saudáveis neste outono. A Profectus BioSciences também está desenvolvendo uma vacina dessas.

Ponto de maior aproximação do asteróide conhecido como 2014 RC irá estar a cerca de um décimo da distância da Lua

Irene Klotz, da

Getty Images

Ilustração de um asteróide próximo da Terra: NASA afirmou que o asteróide não representa uma ameaça

Cabo Canaveral - Um asteróide recém-descoberto do tamanho aproximado de uma casa passará relativamente perto da Terra no domingo, aproximando-se dos satélites de comunicação que circundam o planeta, disseram cientistas.

A NASA afirmou que o asteróide, conhecido como 2014 RC, não representa uma ameaça, embora em seu ponto de maior aproximação irá estar a cerca de um décimo da distância da Lua, ou a cerca de 40 mil quilômetros da Terra.

Os satélites de comunicação e meteorológicos geralmente ficam em órbita a cerca de 36 mil quilômetros acima do planeta.

“Embora este objeto celestial não pareça ameaçar a Terra nem os satélites, sua aproximação cria uma oportunidade única para os pesquisadores observarem e aprenderem mais sobre os asteróides”, informou a NASA em um comunicado divulgado na terça-feira.

Com um diâmetro aproximado de 18 metros, o asteróide 2014 RC estará tênue demais para ser visível a olho nu, mas astrônomos amadores podem conseguir um vislumbre seu enquanto passa voando, disse a agência espacial.

O 2014 RC tem um diâmetro um pouco menor que os 20 metros do asteróide que explodiu sobre Chelyabinsk, na Rússia, no ano passado.

A onda de choque da explosão, que se estimou ter tido 30 vezes mais energia que a bomba atômica de Hiroshima, estraçalhou janelas e danificou edifícios. Mais de mil pessoas ficaram feridas pelos estilhaços de vidro e destroços.

No mesmo dia da explosão de Chelyabinsk, outro asteróide grande chegou a 27.630 quilômetros da Terra – ou seja, ele poderia ter atingido os satélites de comunicação e meteorológicos.

O mais recente visitante celestial ao planeta foi avistado em 31 de agosto pelo programa de monitoramento espacial Catalina Sky Survey, perto da cidade de Tucson, no Estado do Arizona, e confirmado na noite seguinte pelo telescópio Pan-STARRS 1 no Havaí.

O ponto máximo de aproximação do asteróide será sobre a Nova Zelândia às 15h18 (horário de Brasília) do domingo, disse a NASA.

Atualmente a NASA acompanha mais de 11 mil asteróides em órbitas que passam relativamente perto da Terra.

O avião caiu cerca de 22 quilômetros ao norte de Port Antonio, na costa nordeste de Jamaica - segundo um funcionário do governo jamaicano



Larsen Hakon Mosvold/AFP

Avião: Havana aceitou a entrada em seu espaço aéreo de caças norte-americanos

       As autoridades norte-americanas continuam em busca do avião monomotor que caiu na sexta-feira no litoral da Jamaica, com pelo menos três pessoas a bordo, em um acidente que gerou uma rara coordenação entre Cuba e Estados Unidos.

A guarda costeira dos Estados Unidos assegurou neste sábado que haviam três pessoas no monomotor e que se supõe que não haja sobreviventes. Na sexta-feira foi confirmada a presença de dois ocupantes.

A guarda costeira disse que está ajudando as autoridades jamaicanas nas buscas do avião, um monomotor Socata TBM-700.

Um porta-voz do legislador de Nova York Joseph Morelle informou na sexta-feira que um empresário do setor imobiliário, Larry Glazer, e sua esposa se encontravam a bordo do monomotor que partiu de Rochester, em Nova York, e que deveria aterrizar em Naples, na Flórida.

Invés de aterrizar na Flórida, o avião continua voando sem responder a chamados e atravessou o espaço aéreo das Bahamas e de Cuba até cair perto da Jamaica.

O avião caiu cerca de 22 quilômetros ao norte de Port Antonio, na costa nordeste de Jamaica, segundo um funcionário do governo jamaicano.

A rede de televisão NBC News, citando fontes oficiais que não foram identificadas, informou que o piloto da aeronave aparentemente ficou inconsciente e caiu sobre os controles do avião.

Apesar de os Estados Unidos e Cuba não manterem relações diplomáticas, Havana aceitou a entrada em seu espaço aéreo de caças norte-americanos, informaram fontes oficiais cubanas.

"Durante todo o tempo (depois que o avião parou de responder aos chamados), nos comunicamos com as autoridades americanas, que foram informadas das medidas tomadas em relação a este incidente", afirmou o comunicado cubano.

As operações de busca devem ser reforçadas com um barco americano.

Modelos atuais criam distorção nos estudos de distribuição

José Eduardo Mendonça, do

Klemens Bottig/Wikimedia Commons

Sapo em folha: foram reunidos dados disponíveis de 733 anfíbios na África Subsariana

            ma equipe internacional de pesquisadores descobriu que a maioria das espécies ameaçadas se torna “invisível”, quando se usam modelos modernos para prever sua distribuição com a mudança do clima.

Os cientistas utilizaram anfíbios africanos, e constaram que mais de 90% das espécies listadas como ameaçadas pela Lista Vermelha da União Internacional de Conservação da Natureza acabam sendo omitidas por estes modelos.

Foram reunidos dados disponíveis de 733 anfíbios na África Subsariana. Destes, 400 têm muito poucos registros para sem usados na modelagem de distribuição em escala continental.

O estudo, das Universidades de York, na Inglaterra, e Copenhague, na Dinamarca, e do Centro de Monitoramento Mundial do Programa Ambiental da ONY, em Cambridge, na Inglaterra, foi publicado hoje na Diversity and Distributions.

Segundo Philip Platts, de York, e principal autor da pesquisa, “métodos modernos de previsão de distribuição das espécies deixam de fora aquelas raras e ameaçadas. Isto porque estas espécies, quase por definição, têm poucos dados de sua distribuição espacial para serem modeladas por ferramentas padrão. Examinamos se sua ausência faz diferença no estabelecimento de prioridades de conservação, agora ou em climas futuros.”

A capital norte-coreana tem sido transformada por Kim Jong-un em uma vitrine de seu regime, com prédios novos e até clube de hípica

Atahualpa Amerise, da

Reprodução/ Vimeo

Pyongyang: algo está mudando rápido na velha capital norte-coreana

Pyongyang - O jovem Kim Jong-un está transformando a capital norte-coreana em vitrine do regime.

Ruas com trânsito, novos edifícios e, inclusive, um exclusivo clube de hípica fazem parte da nova imagem de uma cidade que até agora estava estacionada no passado.

As guardas de trânsito de Pyongyang, que ficaram famosas por orientarem o tráfego por horas em ruas vazias, têm tido mais trabalho do que nunca nestes dias.

Sobre o asfalto das ruas, os carros particulares, táxis e caminhonetes vão, pouco a pouco, ganhando terreno daquele que ainda é o meio de transporte mais utilizado no país: a bicicleta.

A posse de um veículo ainda é algo proibitivo para os habitantes que dependem do salário estatal - cerca de 5 mil wons de média, o equivalente a US$ 50 no câmbio oficial -, mas as elites sociais emergentes da capital desfilam pela cidade em táxis ou em seus Pyeonhwa, um automóvel de fabricação local, nos casos mais modestos.

Uma minoria mais poderosa tem o privilégio de ultrapassar com seu BMW ou Mercedes Benz os bondes e ônibus articulados.

Não é estranho ver veículos dessas marcas nos restaurantes mais seletos e nos novos - embora modestos - shoppings do centro da cidade.

Algo está mudando rápido na velha Pyongyang, a cidade de mais de três milhões de habitantes que o regime exibe com orgulho no exterior como a grande vitrine de seu modelo socialista ortodoxo, que parou na Guerra Fria e desde então luta para sobreviver.

Dezenas de embarcações retiram, sem parar, areia do rio Taedong, enquanto milhares de operários transferem as cargas de sua margem para diversos pontos da metrópole.

"É que agora estão acontecendo muitas obras e são necessários materiais", explicou para a Agência Efe uma dos guias que acompanham um reduzido grupo de jornalistas internacionais em Pyongyang.

Kim Jong-un chegou ao poder em dezembro de 2011 e, desde então, finalizou o megacomplexo de torres residenciais da rua Changjon, o Teatro do Povo, o maior hospital pediátrico da cidade e um novo edifício do museu dedicado à Guerra da Coreia (1950-1953), entre outros.

O Primeiro de Maio Rungrado, o maior estádio de futebol do mundo, está sendo modernizado, e a remodelação do complexo multiuso Chejuk foi concluída meses atrás. O esporte, de acordo com os especialistas, é um dos pontos fortes de Kim Jong-un para revelar ao mundo a melhor face de um regime que isola seus cidadãos em uma bolha e que, segundo a ONU e organizações internacionais, comete graves violações dos direitos humanos.

Outras novas inaugurações foram o parque aquático de Munsu e o novo clube de equitação de Mirim em 2013, instalações que são proibitivas para o norte-coreano comum, pois as entradas equivalem a quatro vezes o valor do salário médio mensal.

Em todo caso, os motores, o concreto e o asfalto não são os únicos indícios de mudança em Pyongyang.

Em comparação com a monotonia estética de pessoas com roupas de aparência pobre e antiga brilham nas ruas os elegantes saltos, vestidos e acessórios de boa parte das mulheres jovens.

"Comprei por aqui, no centro. Minhas amigas têm bolsas parecidas, porque estão na moda", comentou Kim Hae-mi, de 25 anos, quando foi perguntada a respeito de sua bolsa preta Prada - um produto claramente falsificado - que escolheu hoje "porque combina com os sapatos".

Assim como muitas outras meninas da cidade, Hae-mi passeia em dupla com uma amiga embaixo de uma sombrinha para evitar que o sol queime seu rosto e estrague sua maquiagem.

No entanto, assim que nos afastamos de Pyongyang, vemos que a imagem muda.

Na periferia rural, as moças com sombrinhas desaparecem para dar lugar a hordas de descamisados de todas as idades que trabalham precariamente no campo e carregam cargas pesadas nos ombros ou em velhos carrinhos de mãos.

Por poucos quilômetros, ficaram de fora da vitrine socialista da Coreia do Norte.



Que as gigantes de tecnologia ganham muito dinheiro, todo mundo sabe. Mas quanto custam as casas das pessoas que as criam e administram? O site Business Insider foi atrás das cifras e listou as 30 propriedades mais caras do setor. Listamos aqui 7 mansões de bilionários famosos, das mais baratas às mais caras. Confira:

Larry Page - CEO e cofundador do Google

Valor estimado da propriedade: US$ 12 milhões (R$ 27 milhões)

São dois lotes que equivalem a 47 mil m². Um deles conta com seis suítes que ocupam 8 mil m². No outro, uma casa verde de 6 mil m² construída com materiais orgânicos e pintura de baixa volatilidade.


Sergey Brin - Cofundador do Google

Valor estimado da propriedade: US$ 15 milhões (R$ 33,7 milhões)

A cobertura duplex fica em Manhattan e ocupa cerca de 3.5 mil m². São quatro quartos, uma varanda grande, diversos espaços ao ar livre e um banheiro de pedra calcária que é aquecido.


Erich Schmidt - Presidente executivo do Google
Valor estimado da propriedade: US$ 21,4 milhões (R$ 48,1 milhões)

O ex-CEO do Google mora numa casa de mais de 7.000 metros quadrados, em Montecito, Califórnia. Antes, a construção era lar da comediante Ellen DeGeneres. Bastante protegido, o espaço tem uma casa principal com quatro quartos, uma quadra de tênis e uma fonte de azulejos coloridos.


Jeff Bezos - Fundador e CEO da Amazon
Valor estimado da propriedade: US$ 26,8 milhões (R$ 60 milhões)

Bezos gosta de investir em imóveis. Atualmente, ele é dono de uma casa em Washington, três apartamentos em Manhattan e uma casa em Beverly Hills. A mais cara de todas é supostamente a mansão localizada na mesma rua de Tom Cruise, que tem um quarto principal com varanda privada, garagem para seis carros e até suítes para os empregados.


Mark Zuckerberg - Fundador e CEO do Facebook

Valor estimado da propriedade: US$ 44,7 milhões - (R$ 100,5 milhões)

Quando descobriu que as casas vizinhas poderiam ser comercializadas com promessas como “more ao lado de Zuckerberg”, o CEO do Facebook não pestanejou: comprou as quatro moradias vizinhas e, mais tarde, outras três. Segundo informações, a intenção de Zuck não é construir um palácio e sim alugar as casas de volta para as famílias, em uma espécie de investimento. O lar do CEO tem uma lagoa natural, piso aquecido e uma cozinha inteligente.


Bill Gates - Cofundador e acionista da Microsoft

Valor estimado da propriedade: US$ 120,6 milhões (R$ 270 milhões)

A mansão de Gates tem até uma página na Wikipédia! Conhecida como Xanadu 2.0, a casa tem 66 mil m² e levou sete anos para ser construída. Como não podia deixar de ser, o espaço "respira" tecnologia. A piscina tem um sistema de música debaixo d’água e há alto-falantes escondidos sob o papel de parede da casa. Visitantes podem controlar detalhes como temperatura, música e iluminação por um dispositivo vestível, como uma pulseira.


Larry Ellison - Cofundador e CEO da Oracle

Valor estimado da propriedade: entre US$ 300 milhões e US$ 600 milhões (R$ 675 milhões a R$ 1,3 bilhão)

O campeão da lista é dono de 98% de uma ilha havaiana. O negócio foi fechado em 2012 e deu a Ellison um poder gigante. Ele é dono de cada quarto de hotel, 9 casas e até a companhia aérea Air Island, que transporta passageiros entre as ilhas. A ideia do executivo é nobre: chamada Lanai, a ilha deve ser um modelo de vida ambientalmente saudável.

Junto com o iPhone 6 e o iWatch, a Apple pode revelar um novo iPad na terça-feira. E a apresentação pode até contar com Bono Vox e a banda U2


Maurício Grego, de

Mark Metcalfe/Getty Images

The Edge e Bono Vox: ninguém confirma, mas há indicios de que o U2 estará no evento da Apple

          Tudo indica que o evento da Apple na próxima terça-feira vai ser uma apresentação bombástica, com muitas novidades. Além do iPhone 6 e do iWatch, é possível que a empresa revele novos modelos do iPad. E há indícios de que a banda U2 pode participar.


A capacidade de inovar da Apple vem sendo questionada desde a morte de Steve Jobs. E a empresa vai fazer tudo o que puder para mostrar que ainda é líder em inovação. Assim, podemos esperar um belo espetáculo na terça-feira.

O evento da Apple acontece em Cupertino, no Vale do Silício, não muito longe da sede da empresa. Começa às 14h (horário de Brasília) com cobertura ao vivo de EXAME.com.

Usualmente, a Apple faz dois eventos separados no segundo semestre. No primeiro, em setembro, apresenta os novos modelos do iPhone. O outro encontro, em outubro, tem foco no iPad.

Mas o bem informado analista de mercado Ming-Chi Kuo, da KGI Securities, diz que neste ano será diferente. Ele afirma que Tim Cook e sua equipe vão apresentar novos modelos do iPad já na terça-feira.

Num relatório obtido pelo site Apple Insider, Kuo diz que “só o iPad Air 2 trará aperfeiçoamentos importantes”, dando a entender que o iPad mini 2014 vai ser similar ao modelo atual.

Segundo Kuo, o iPad Air 2 vai ter nova tela antirreflexiva. Será muito bem vinda, já que os reflexos na tela do iPad realmente incomodam. O processador será o A8, que também deve estar no iPhone 6. Haverá um sensor de impressões digitais Touch ID como o do iPhone 5s, outro item que estará também no iPhone 6.

Kuo diz, ainda, que a Apple vai oferecer, pela primeira vez, uma opção de acabamento dourado no iPad. Ele diz que o novo iPad mini também “pode“ ter um sensor Touch ID. Mas se mostra pouco confiante em que isso vá mesmo acontecer.

Desaceleração

O mercado tem dado menos atenção aos tablets ultimamente. Agora que há tantos smartphones com tela de 5 polegadas ou mais, menos gente se sente motivada a comprar um novo tablet.

O ciclo de atualizações desses gadgets é mais longo que o dos smartphones, o que tem feito as vendas se desacelerarem. E, para completar, os notebooks seguem firmes como opção número um para quem precisa de um teclado para trabalhar.

Nesse cenário, talvez a Apple tenha avaliado que um evento focado no iPad poderia ser decepcionante, afetando negativamente sua imagem.

Nesse caso, é uma boa decisão mostrar os novos iPads no lançamento do iPhone 6, quando as chances de impressionar o público são maiores.

Bono Vox e o U2


Nesta semana, surgiu a suspeita de que a banda irlandesa U2 pode ter alguma participação no evento da Apple na terça-feira. Houve uma filmagem na Irlanda, em que um ator aparecia usando um smartphone enquanto uma música do U2 tocava nos alto-falantes.

O cantor Julian Lennon (filho de John Lennon), que é amigo de Bono Vox, disse, na Espanha, que o pessoal do U2 estava gravando um comercial para a Apple. O U2 já teve uma parceria com a Apple antes. Houve até uma edição especial do iPod com o tema U2.

Para completar, Jimmy Iovine, executivo da Beats que agora trabalha para a Apple, já produziu dois discos do U2 e tem boas relações com a banda. Seria a pessoa ideal para retomar a antiga parceria.

Com todas essas evidências, a notícia correu o mundo na quinta-feira. Depois disso, um agente do U2 deu uma entrevista ao jornal britânico The Indepentent dizendo que não estava sabendo de nenhum envolvimento da banda com o lançamento da Apple.

A matéria com a entrevista foi publicada, mas foi removida do site do jornal pouco depois, o que só aumentou as suspeitas de que realmente existe algo entre a Apple e o U2. Há quem diga que um novo álbum do U2 virá pré-carregado no iPhone 6.

De qualquer modo, com ou sem Bono Vox e companhia, o evento de terça-feira promete. Acompanhe nossa cobertura ao vivo a partir das 14h (horário de Brasília).


(Foto: reprodução)

A época de faculdade geralmente é determinante para traçar o futuro das mentes mais jovens. Muitas vezes, nem tanto pelos estudos, mas pelos contatos adquiridos e ideias que surgem nestes espaços. Abaixo está a lista que mostra como os maiores bilionários da indústria de tecnologia (segundo o ranking da Bloomberg) aproveitaram este período. Confira:

Bill Gates (Microsoft) - Universidade de Harvard (desistiu)
O maior bilionário da indústria de tecnologia não é formado em nenhum curso. Ele frequentou por dois anos a universidade, sem muitos planos de estudo, mas acabou se unindo a Paul Allen na fundação da Microsoft, e largou a universidade para se dedicar à empresa com o apoio de seus pais.

Larry Ellison (Oracle) - Universidade de Illinois (desistiu) e Universidade de Chicago (desistiu)
Na falta de um curso superior, Larry Ellison, fundador e CEO da Oracle, se inscreveu em dois. Não concluiu nenhum. Na primeira vez, largou no segundo ano após não fazer os exames devido à morte de sua mãe adotiva; na segunda oportunidade, conheceu o design de computadores após passar apenas um trimestre em Chicago, estudando matemática e física.

Mark Zuckerberg (Facebook) - Universidade de Harvard (desistiu)
O criador do Facebook, que já tinha conhecimentos de programação após alguns cursos antes de chegar à universidade, utilizou seu tempo em Harvard para conhecer as pessoas com quem fundaria a rede social. Originalmente, estudava psicologia e ciência da computação, mas acabou largando o curso para se dedicar à empresa.

Larry Page (Google) - Universidade de Michigan
Um dos fundadores do Google, Page é o primeiro bilionário de tecnologia no ranking da Bloomberg que concluiu seu curso. Ele conseguiu um diploma de bacharel em ciência da computação na Universidade de Michigan. De quebra, ele também ostenta um mestrado na mesma área em Stanford, onde conheceu seu colega Sergey Brin, com quem criou a empresa.

Sergey Brin (Google) - Universidade de Maryland
Assim como seu colega Larry Page, conseguiu um bacharelado em ciência da computação e foi para Stanford atrás de seu mestrado. Diferente de seu parceiro, no entanto, também se inscreveu de um doutorado na mesma área, mas acabou desistindo para perseguir o sucesso do Google.

Jeff Bezos (Amazon) - Universidade de Princeton
O criador da Amazon entrou na respeitada Universidade de Princeton com o objetivo de estudar física, mas acabou mudando de ideia e concluiu o curso de bacharel em engenharia elétrica e ciência da computação.

Steve Ballmer (Microsoft) - Universidade de Harvard
Conheceu seu colega Bill Gates em Harvard, mas optou por um caminho diferente e permaneceu na universidade até o fim do curso. Lá, conseguiu o título de bacharel em economia e matemática. Em 1980, largou o MBA em Stanford para se unir a Gates na Microsoft.

Ma Huateng (Tencent) - Universidade de Shenzhen
O único chinês a entrar no top 10 de bilionários de tecnologia também optou por um caminho mais tradicional e concluiu seu bacharelado em ciência da computação na Universidade de Shenzhen. Em seguida, criou a Tencent, gigante chinesa de internet, que tem como braços mais famosos para ocidentais o app de bate-papo WeChat, concorrente do WhatsApp.

Paul Allen (Microsoft) - Universidade do Estado de Washington (desistiu)
Outro dos fundadores da Microsoft, também não concluiu seu curso antes de começar a correr atrás de seus próprios negócios. Ele frequentou a universidade por dois anos antes de se tornar um programador na empresa que criaria o Windows.

Michael Dell (Dell) - Universidade do Texas (desistiu)
Dell começou o negócio de montagens de computador ainda na universidade, onde seguia o caminho da medicina. No entanto, pouco tempo depois, largou seu curso para tocar o que se tornaria a empresa gigante que hoje carrega seu sobrenome.


(Foto: Divulgação)

Calico, a startup do Google voltada para saúde e bem-estar, anunciou ontem uma parceria com a empresa farmacêutica AbbVie em busca de novos tratamentos para doenças como câncer e Alzheimer.

O acordo prevê a abertura de um centro de pesquisas em San Francisco com foco na descoberta e aceleração de medicamentos. No total, será investido US$ 1,5 bilhão (R$ 3,4 bilhões) no projeto. Inicialmente, cada uma das companhias desembolsará US$ 250 milhões.

Confira o papel de cada uma das empresas na parceria:

Calico 

Fundada no final de 2013, a startup do Google será responsável por fornecer a equipe de cientistas que trabalharão no laboratório;
Durante os primeiros 5 anos, o foco da parceria é nas pesquisas. A partir daí, serão mais 10 anos de desenvolvimento;
50% dos lucros obtidos;

AbbVie 

Criada no mesmo ano que a parceira, a farmacêutica é conhecida por produzir drogas que auxiliam no tratamento de doenças como o mal de Parkson e vai supervisionar o desenvolvimento de medicamentos e a possibilidade de comercializá-los;
50% dos lucros obtidos;

O investimento em áreas da saúde não é novidade para o Google. Por meio da Calico, a companhia já deixou claro que seu objetivo é retardar cada vez mais a morte, utilizando tecnologia para ocupar lacunas deixadas pela medicina tradicional.

Recentemente, a gigante anunciou também parceria com o laboratório Novartis para criação de uma lente de contato inteligente que ajuda no controle da diabetes. O dispositivo usa as lágrimas do paciente para medir a quantidade de glicose no sangue.

Via The Verge e Calico

Hwang e Lee estiveram expostas a substâncias cancerígenas como o benzeno e a radiação; ambas morreram por leucemia

Por Agências
Fábrica da Samsung. FOTO: Reuters

SEUL – Um tribunal de apelação de Seul confirmou nesta quinta-feira, 21, que a Samsung é a responsável pela morte por leucemia de duas antigas funcionárias de suas fábricas de semicondutores na Coreia do Sul, que deverão ser indenizadas.

A decisão ratifica uma sentença de 2011 que considerou “plausível assumir a correlação entre o trabalho e a leucemia, apesar de não haver como verificar médica ou cientificamente como adquiriram a doença”.

A sentença ordenou o pagamento de indenização aos familiares das duas trabalhadoras, de sobrenome Hwang e Lee, no primeiro reconhecimento oficial da relação entre as mortes por leucemia na multinacional e a exposição a substâncias cancerígenas em suas unidades.

“Durante seu trabalho, Hwang e Lee estiveram expostas a substâncias cancerígenas como o benzeno e a radiação”, segundo a decisão do tribunal de apelações de Seul.

Hwang, que trabalhou dois anos em uma das fábricas da Samsung, morreu em 2007 com 23 anos de leucemia mielóide aguda, e Lee, operária da linha de produção da empresa durante uma década, morreu do mesmo tipo de câncer em 2006 com 30 anos.

Em 2009 um órgão público de compensação tinha decidido que a Samsung não era obrigada a indenizá-las, e a família das jovens recorreu.

A decisão de hoje não reconheceu a responsabilidade da Samsung por outras três vítimas de leucemia ao interpretar que é pouco provável que tenham sido expostas a substâncias tóxicas.

Em todo caso, a associação SHARP, que representa os afetados, desejou que a sentença de hoje “possa abrir as portas para que outras vítimas consigam o reconhecimento de acidentes de trabalho”, disse um de seus porta-vozes.

No final de 2012 a associação estimou que haja 160 vítimas diretas – entre elas 60 mortos – e em 2013 começou a negociar possíveis indenizações com a Samsung.

A empresa sempre defendeu que os estudos epidemiológicos que contratou não mostraram correspondência entre o trabalho e os casos de câncer, embora nestes momentos as negociações continuem e tenha oferecido pagar indenizações em alguns casos.

/EFE

O antes e depois do elenco de Os Batutinhas.

Lembra daquele grupo de meninos que detestava garotas até que um deles se apaixona? O elenco do filme Os Batutinhas, de 1994, se reuniu para registrar cenas do filme. A ideia foi da produtora 22 Vision, de Los Angeles (EUA). A produção das imagens, feitas por Bradford Rogne, é assinada por Brian Pocrass, com co-produção de Joey Lauren Koch. O figurino é de Erin Micklow.


Zachary Mabry e Kevin Jamal Woods (Porky e Stymie).


Bug Hall e Travis Tedford (Alfafa e Batatinha).



Alfafa e Batatinha prontos para o show de talentos.


Brittany Ashton Holmes (Darla)









A Movkpak é uma mochila que se transforma em skate elétrico. Ela alcança até 24 km/h e consegue rodar 14 km sem recargas.


Saulo Pereira Guimarães, de

Movpak/Kickstarter

Movpak: estrutura de alumínio aeronáutico e prancha de kevlar fazem parte de gadget de 7,7 kg

 Uma mochila que se transforma em skate elétrico foi criada pela startup brasileira Movpak. Batizada com o mesmo nome da empresa, a invenção levantou só hoje mais de 50 mil reais no site de financiamento coletivo Kickstarter.

Segundo Hugo Dourado, cofundador da Movpak, a ideia da mochila-skate surgiu durante uma viagem entre a Holanda e a Bélgica. Lá, ele viu um grande estacionamento de bicicletas e decidiu criar um produto que levasse as pessoas de espaços como aqueles aos seus locais de trabalho.

Após dois anos de desenvolvimento, a Movpak está pronta. Ela tanto pode ser usada como uma mochila comum quanto como um meio de transporte, já que conta uma prancha de kevlar com rodinhas que, quando posta na horizontal, transforma a mochila num skate.

Apoiada numa estrutura de alumínio aeronáutico, essa prancha se movimenta com a ajuda de um motor ligado a uma bateria. Ela fica na parte de dentro da mochila e tem carga suficiente para fazer a Movpak rodar 14 quilômetros com velocidades de até 24 quilômetros por hora.

Para controlar a velocidade do veículo, o usuário conta com um controle sem fio que se comunica com a prancha por Bluetooth. Segundo Dourado, qualquer pessoa consegue aprender a usar o gadget em 10 minutos.

"A Movpak é capaz de percorrer 100 quilômetros com um gasto de 6 centavos", afirmou ele em entrevista a EXAME.com. O gasto seria resultante das recargas da bateria da mochila-skate, que demoram cerca de duas horas.

A Movpak conta ainda com funções adicionais. Um exemplo disso é a entrada USB, que permite a recarga de tablets e celulares. O peso de 7,7 quilos ainda assusta, mas Dourado afirma que versões mais leves já estão em desenvolvimento.

Lançado hoje no Kickstarter, o projeto de financiamento coletivo da Movpak já havia faturado mais de 25 mil dólares (cerca de 58 mil reais) até as 17h. Dourado está animado com o sucesso e já planeja novas versões do produto para o futuro.

"Queremos mostrar que o Brasil produz mais do que só samba e futebol", afirmou ele. Veja aqui o vídeo de divulgação da Movpak (está em inglês):

Piora do surto do vírus no mundo está mobilizando pesquisas sobre a doença mortal

Ben Hirscher, da

Dominique Faget/AFP

Ebola: objetivo da empresa é desenvolver vacina para proteger contra as cepas Zaire e Sudão do ebola

          Cientistas irão acelerar testes de outra vacina contra o ebola, desta vez da Johnson & Johnson, em mais um sinal de que a piora do surto do vírus no mundo está mobilizando pesquisas sobre a doença mortal.

A J&J disse nesta quinta-feira que seus novos testes clínicos da vacina, que incluem a tecnologia da empresa de biotecnologia dinamarquesa Bavarian Nordic, iriam começar no início de 2015.

O movimento ocorre após a decisão de início dos testes em humanos de uma vacina da GlaxoSmithKline neste mês e planos de testar uma outra desenvolvida por cientistas do governo canadense, que foi licenciada para a NewLink Genetics.

Não se esperava que os testes em humanos da J&J com a vacina começassem antes do final de 2015 ou início de 2016.

O objetivo da J&J a longo prazo é desenvolver uma vacina que possa proteger contra as cepas Zaire e Sudão do ebola, bem como uma condição relacionada chamada doença de Marburg. Mas o programa foi simplificado em face do surto.

"Por causa da emergência, decidimos focar o esforço no ebola Zaire, que é o surto do Oeste Africano, e é por isso que podemos acelerar o programa significativamente", disse o vice-presidente científico da companhia, Paul Stoffels, à Reuters.

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