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Sky lançou disco "Night time, my time" no final de 2013. Foto: Capitol/Divulgação

O apresentador Danilo Gentli recebeu em seu programa da última terça-feira (10), a cantora americana Sky Ferreira. Durante a conversa, Sky, que veio ao Brasil divulgar seu disco Night time, my time, foi surpreendida por uma pergunta inusitada de Danilo. "Você acha que as pessoas gostam de você por causa das suas músicas ou pelos seus peitos?" perguntou o apresentador. A brincadeira se deu pelo fato de Sky aparecer nua na capa de seu álbum. Constrangida, a cantora respondiu rindo: "Tenho certeza que pela música, mas os peitos ajudam se você for um pervertido".

A notícia chegou até a repercutir em sites musicais internacionais, como o Pitchfork, que definou como grosseira a atitude de Gentili.

Sky Ferreira nasceu nos Estados Unidos, mas é de descendência brasileira. Night time, my time é seu primeiro álbum de estúdio. Ela participou recentemente da Bangerz Tour, de Miley Cyrus, como atração de abertura.

Confira a entrevista da cantora no The noite, e clipe de You're not the one:








Um mundo de dispositivos conectados torna possível que bandidos tenham entrada permanente à sua casa


Mais ameaças virtuais: até 2020, 26 bilhões de dispositivos diferentes poderiam estar conectados à internet

Londres - Chegar em casa e encontrar um ferro de passar quente e roupas em brasas. Em breve, isso pode deixar de ser um sinal de esquecimento e significar que você foi hackeado.

Nos próximos anos, seu smartphone poderá trancar sua casa, ligar o ar acondicionado, checar se o leite está vencido ou até esquentar seu ferro de passar.

Uma grande notícia, exceto pelo fato de que toda essa conveniência também poderia possibilitar que criminosos abram suas portas, espiem sua família ou levem seu carro conectado ao esconderijo deles.

“À medida que essas tecnologias se tornam mais sofisticadas, elas abrem um espectro mais amplo de ameaças”, disse Gunter Ollmann, diretor de tecnologia da IOActive, empresa de segurança de tecnologia em Seattle.

Um mundo de dispositivos conectados torna possível “que os bandidos tenham entrada permanente à sua casa”.

O que a indústria chama de “internet das coisas” foi anunciado como a próxima onda de riquezas tecnológicas. Até 2020, uns 26 bilhões de dispositivos assim poderiam estar conectados à internet, frente a 3 bilhões hoje, estima a empresa de pesquisa Gartner.

É quase quatro vezes o número de smartphones, tablets e PC que estarão em uso.

A visão é conectar quase tudo: carros, geladeiras, lâmpadas e até privadas. Esqueceu-se de dar a descarga? Há um aplicativo para isso.

O problema é que a segurança de dados não costuma ser um grande foco para fabricantes de privadas, refrigeradores ou monitores para bebês.

Brechas de segurança nesses dispositivos poderiam permitir que bandidos interrompam a vida no lar, compilem dados pessoais valiosos ou até usem informações roubadas para extorquir dinheiro das vítimas, disse Ollmann.

Privada robótica sequestrada

A Trustwave, uma companhia de Chicago que ajuda clientes corporativos a combater o crime cibernético, sequestrou uma conexão Bluetooth que controla as privadas fabricadas pelo Lixil Group do Japão.

Isso poderia permitir que hackers levantem ou abaixem a tampa ou até jorrem um jato de água no bumbum do usuário, disse a Trustwave.

Até mesmo algumas empresas de tecnologia criaram dispositivos com proteção insuficiente. O grupo de Ollmann conseguiu penetrar em um sistema de automação de casas da Belkin International, fabricante de acessórios para celulares e roteadores Wi-Fi.

A caixa WeMo da Belkin é colocada sobre tomadas para controlar lâmpadas, ventiladores, cafeteiras e outros aplicativos através de um aplicativo de smartphone.

A IOActive descobriu uma forma de controlar esses interruptores, transformando-os em espíritos galhofeiros que poderiam ligar aquecedores e ferros de passar – um risco de incêndio e um desperdiço de eletricidade.

A Belkin disse que descobriu as vulnerabilidades e resolveu o problema antes mesmo de a IOActive descobri-las em um dispositivo mais antigo.

À medida que as tecnologias de automação do lar se espalham, os fabricantes de aparelhos devem educar os compradores quanto à segurança, disse John Yeo, diretor da Spiderlabs, unidade de pesquisa da Trustwave.

Isso incluiria salientar a importância de mudar as senhas predefinidas em tais dispositivos, que podem permitir que mesmo hackers relativamente inexperientes obtenham acesso.

As empresas que produzem a próxima geração de eletrodomésticos inteligentes não estão falando muito a respeito.

A Samsung Electronics, que fabrica máquinas de lavar roupa que podem ser monitoradas pelos usuários através dos smartphones, disse por e-mail que “leva a segurança dos seus produtos muito a sério” e monitora os riscos. A companhia não quis fazer mais comentários.

Embora não haja muitos hackers criminosos que almejem tais dispositivos atualmente, isso mudará quando existir uma forma confiável de ganhar dinheiro explorando-os, disse Sebastian Zimmerman, membro do Chaos Computer Club, coletivo alemão de hackers que faz campanha para aumentar a conscientização sobre a segurança e a privacidade.

Mercado negro
A maioria dos criminosos ignorou os celulares, disse ele, até que os aplicativos de banca móvel forneceram um modo de obter informações sobre contas e tornaram-nos alvos mais lucrativos.

“Depende do caso de negócios”, disse Zimmerman. “Assim que você encontrar aplicativos interessantes para explorar eletrodomésticos, tenho certeza de que as pessoas farão isso”.

“Há todo um pano de fundo para um mercado negro” onde os criminosos lucram ao assumir o controle de telefones e computadores, disse David Emm, pesquisador de segurança na empresa de softwares de segurança Kaspersky Labs.

“Veremos cada vez mais outros aspectos da nossa vida sendo levados a isso”.

Modelo já está disponível na rede autorizada em quatro cores: Preto Global, Branco Summit, Amarelo Lemon Peel, Cinza Ashen


Chevrolet Camaro conversível: conta com capota de lona totalmente rebatível







Depois de revelá-lo em setembro de 2013, durante o Salão de Frankfurt, a Chevrolet traz ao Brasil a variante conversível do Camaro. O modelo chega ao País com preço de R$ 239.900, mais caro do que na carroceria coupé, que sai por R$ 222.096.




Relembrando as características do modelo, vale mencionar que o Camaro conversível conta com capota de lona totalmente rebatível. O processo de abertura do teto leva 20 segundos e só pode ser feito com o carro parado, com o câmbio posicionado em “P” (Parking).

Por dentro, ele apresenta o sistema Heads-Up Display (HUD), trazendo informações sobre o funcionamento do carro. Além disso, é equipado com o sistema MyLink, oferecendo conexão Bluetooth, sistema de reconhecimento de voz, navegador e câmera de ré.

O modelo conta com motor 6.2 V8, que entrega 406 cavalos de potência e 56,7 mkgf de torque. O bloco conta com comado de válvulas continuamente variável e sistema de desligamento dos cilindros AFM (Active Fuel Management).

Para entregar toda a potência para as rodas traseiras, o Camaro conta com uma transmissão sequencial/automática de seis velocidades GR6, trazendo o conforto do modo automático e a esportividade na troca de marchas por meio de borboletas atrás do volante.

O novo Chevrolet Camaro conversível já está disponível na rede autorizada em quatro cores: Preto Global, Branco Summit, Amarelo Lemon Peel, Cinza Ashen.


Brasil e Croácia enfrentaram-se na primeira partida brasileira na Copa de 2006 – Getty Images/Shaun Botterill

Por Miguel Icassatti

A Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 começou para mim às 10h45 de hoje, 12 de junho de 2014. A essa hora saí de casa, no Jardim Paulista, rumo ao Itaquerão, para o jogo de abertura Brasil x Croácia – é a segunda vez que assisto a um jogo de abertura de Copa, aliás, e a segunda vez que este jogo é Brasil x Croácia.

Na primeira vez, em 2006, eu era um torcedor e cheguei a Berlim sem ingresso. Tive que morrer com 300 euros (o preço oficial era 65 euros) para conseguir um ingresso com um cambista, na porta do Estádio Olímpico de Berlim. Ele, o cambista, era brasileiro, claro.

Mas Deus também é brasileiro – e nasceu no Pari, e não no Belém – e eu explico por que acredito nisso: naquela hora em que comprava o ingresso do cambista, me perdi de um dos meus amigos. Estávamos em três.

Ao sair para procurá-lo, segui em direção à entrada do metrô, caminho pelo qual havíamos seguido. Faltava pouco mais de 15 minutos para o jogo começar. Enquanto eu trotava até a porta da estação, vi jogado no chão, na sarjeta, um ingresso.

Peguei-o, coloquei no bolso lateral de minha bermuda cargo e continuei trotando. Uns 200 metros adiante, na porta da estação de metrô, pude ver: era, sim, um ingresso para aquele jogo que estava prestes a começar.

Eu quase não acreditei.

De repente eu tinha dois ingressos na mão.


O que fiz, lógico, foi repassá-lo ali mesmo a um gringo – alemão, provavelmente – pelo mesmo valor que paguei: 300 euros.

Resumo da ópera: assisti ao jogo, só encontrei meu amigo no fim daquele dia e torrei uns 50 euros em cerveja, ao beber com uns croatas num pub perto do estádio.

Brasil x Croácia, de novo

Mas como eu dizia, este é meu segundo Brasil x Croácia. Par vir ao estádio, decidi ir de carro até a estação Anhangabaú e de lé tomar o metrô para Itaquera.

Eu vinha dirigindo bem pela Avenida Nove de Julho, até que, no túnel sob o Anhangabaú, o trânsito travou.

Pude ver, do lado de lá do túnel, no contra-luz, que nenhum carro saia do túnel. Pensei estar vendo algo como bandeiras, cabeças e o buzinaço não me deixava entender o que se passava.

O fluxo voltou, mas muito lentamente e puder ver que estava rolando uma manifestação. Por sorte, o CET, a polícia e até uns motoqueiros do exército intervieram e fizeram a coisa andar, ainda que lentamente.

Consegui pegar um retorno logo no fim do túnel e voltei para a estação do metrô.

Em 28 minutos eu desembarcava na estação Corinthians – Itaquera.

No vagão, puder ouvir sotaques de diversos lugares do Brasil: interior de São Paulo, Bahia, paulistano… E vi mexicanos, peruanos, colombianos e franceses. Todos numa boa.

“Lutem! Lutem por seu povo!”

Além daquele gol do Kaká, o que mais me marcou no Brasil x Croácia da Copa de 2006 foi o grito de guerra da torcida croata. Se o Brasil não saía do carnavalesco e bobinho “Leleleô, leleô, leleô, lelêo Brasil”, que não quer dizer absolutamente nada, os gringos gritavam, em um tom bélico, quase gutural, e com os punhos cerrados, a seguinte expressão:

“Uboj! Uboj! Za Narod Suoj”.

“Essa expressão quer dizer ‘Lutem! Lutem por seu povo!’”, disse-me há pouco na arquibancada o torcedor Zonimir Zuzu, de Bjeldvaz, interior da Croácia. “É um hino que passa um sentimento de esperança para o nosso povo, que se sente representado realmente por aqueles 11 caras em campo”.

Nunca é demais lembrar que a Croácia, assim como as demais repúblicas que formavam a ex-Iugoslávia, passou por uma guerra que dizimou milhares de pessoas, no início dos anos 90.

Zuzu, que esteve também naquele jogo em Berlim pela Copa de 2006, lembra-se que a Croácia jogava melhor que o Brasil, até que saiu o gol de Kaká. “No segundo tempo ficamos cansados e não conseguimos reagir. Espero que isso não aconteça de novo.”

A segurança foi reforçada no local com dezendas de viaturas da Polícia Militar e homens do Batalhão de choque

Agência Brasil /EBC

Ativistas ligados a movimentos black bloc insistiram que a manifestação mudasse o rumo em direção ao evento da Fifa, o que acabou acontecendo

No Rio de Janeiro, manifestantes que realizam um protesto contra a Copa do Mundo conseguiram chegar até a beira da praia em Copacabana, onde acontece a Fifa Fan Fest, evento oficial da Fifa que reúne cerca de 20 mil pessoas. A segurança foi reforçada no local com dezendas de viaturas da Polícia Militar e homens do Batalhão de choque.

Os manifestantes, que haviam se concentrado na estação de metrô Cardeal Arcoverde, seguiriam para a Avenida Atlântica, perto da praia, onde estão concentrados os torcedores na Fifa Fan Fest. Os policiais estão evitando atuar entre os manifestantes, limitando-se a ficar no entorno do protesto.

Parte dos ativistas ligados à Frente Independente Popular pretendia seguir até o centro aberto de mídia, instalado no Forte de Copacabana, local onde está concentrada boa parte da imprensa internacional. Porém, outros ativistas ligados a movimentos black bloc insistiram que a manifestação mudasse o rumo em direção ao evento da Fifa, o que acabou acontecendo.

No início da partida de abertura da Copa, entre Brasil e Croácia, torcedores do Fifa Fan Fest vibravam e os manifestantes vaiavam.

Tecnologia foi desenvolvida por equipe liderada pelo cientista Miguel Nicolelis.
Paraplégico é Juliano Pinto, de 29 anos; treinamento foi na AACD.


Após muito suspense, um paraplégico deu um "chute simbólico" em uma bola de futebol na abertura da Copa do Mundo do Brasil utilizando o exoesqueleto, equipamento desenvolvido pela equipe do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis. O chute foi na Arena Corinthians, nesta quinta-feira (12).

O voluntário era Juliano Pinto, 29 anos, que tem tem paraplegia completa de tronco inferior e membros inferiores.. 



A cena foi muito rápida. Três integrantes do projeto "Andar de Novo", entre eles Miguel Nicolelis (agachado), apareceram com o voluntário, que estava em pé e já utilizava o exoesqueleto. Ele deu um passo com a perna direita e movimentou a bola, recolhida por um ator mirim, caracterizado de árbitro de futebol.

Inicialmente, a equipe de cientistas havia divulgado que o voluntário caminharia alguns passos para dar o simbólico "chute inaugural" do campeonato. Segundo o Comitê Organizador da Copa do Mundo, o "pontapé inicial" foi fora do campo de jogo, para não prejudicar o gramado por causa do peso do equipamento.

Após a demonstração, Nicolelis postou em seu twitter a frase "We did it!!!!", que quer dizer, "nós fizemos isso", na tradução do inglês. Em comunicado de imprensa, Nicolelis informou que “foi um grande trabalho de equipe e destaco, especialmente, os oito pacientes, que se dedicaram intensamente para este dia. Coube a Juliano usar o exoesqueleto, mas o chute foi de todos. Foi um grande gol dessas pessoas e da nossa ciência”.

Mais de 156 pesquisadores de vários países integraram um consórcio responsável pela investigação científica, encabeçado pelo brasileiro Miguel Nicolelis, professor da Universidade Duke, nos Estados Unidos, e do Instituto Internacional de Neurociências de Natal – Edmond e Lily Safra (IINN-ELS).

O princípio envolvido no funcionamento do exoesqueleto é a chamada "interface cérebro-máquina", que vem sendo explorada por Nicolelis desde 1999. Esse tipo de conexão prevê que a "força do pensamento" seja capaz de controlar de maneira direta um equipamento externo ao corpo humano.

No caso do exoesqueleto do projeto "Andar de novo", uma touca especial vai captar as atividades elétricas do cérebro por eletroencefalografia. Quando o voluntário se imaginar caminhando por conta própria, os sinais produzidos por seu cérebro serão coletados pela touca e enviados a um computador que fica nas costas da veste robótica.

O computador decodifica essa mensagem e envia a ordem aos membros artificiais, que passarão a executar os movimentos imaginados pelo paraplégico. Ao mesmo tempo, sensores dispostos nos pés do voluntário enviam sinais para a roupa especial. A pessoa, então, sente uma vibração nos braços toda vez que o robô tocar o chão. É como se o tato dos pés fosse transferido para os braços, naquilo que Nicolelis chama de "pele artificial".

Testes
Juliano Pinto, de 29 anos, que é paraplégico, deu um "chute simbólico" em uma bola de futebol na abertura da Copa do Mundo, na Arena Corinthians. Ele utilizou o exoesqueleto, equipamento desenvolvido pela equipe do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis (Foto: Reginaldo Castro/Estadão Conteúdo)

A equipe do projeto está no Brasil desde março, trabalhando em um laboratório montado dentro da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), instituição parceira do "Andar de novo". Segundo nota divulgada pela assessoria de imprensa do projeto, oito pessoas da AACD já testaram o equipamento e, no dia 28 de maio, todos os "objetivos científicos, clínicos e tecnológicos" foram concluídos.

Em 16 de maio, Nicolelis já havia anunciado em sua conta no Facebook a conclusão dos testes com voluntários. "Depois de meses de treinamento, os últimos dois voluntários andaram com a ajuda do exoesqueleto e puderam desfrutar da sensação de andar de novo", escreveu o neurocientista. O pesquisador batizou o exoesqueleto de "BRA-Santos Dumont I".

Críticas

Antes de chegar a esse patamar de estudo, Nicolelis publicou em revistas científicas renomadas vários resultados envolvendo mecanismos da interface cérebro-máquina. Em um dos artigos mais recentes, um macaco foi capaz de controlar, só com a "força da mente", dois braços virtuais ao mesmo tempo. Mas, até o momento, os resultados dos testes do exoesqueleto em humanos ainda não foram publicados.

Segundo a assessoria de imprensa do projeto, os resultados finais serão apresentados nos próximos meses, por meio de publicações em revistas especializadas. Em entrevista à revista científica americana "Science" publicada na semana passada, Nicolelis afirmou que a apresentação no estádio do Corinthians era para a comunidade científica, mas para o público. "A demonstração para a comunidade científica virá em artigos, mais tarde", completou o brasileiro.

Uma das principais críticas que a comunidade científica tem sobre o "Andar de novo" é o fato de ele captar a atividade cerebral por meio de eletroencefalografia. Anteriormente, Nicolelis pretendia usar eletrodos implantados diretamente no cérebro. Questionado pela revista "Science" sobre essa mudança, o pesquisador respondeu que mudou de ideia depois de observar que os resultados de grupos que exploraram essa tecnologia eram "medíocres".

"Vimos que tínhamos um novo algoritmo para a eletroencefalografia que poderia fazer mais do que pensei no início", disse o neurocientista. Ele acrescentou que os implantes de eletrodos realmente funcionam melhor no caso da movimentação dos braços, mas não para locomoção.

De acordo com Nicolelis, essa demonstração é apenas o primeiro passo da pesquisa, que deve continuar a ser desenvolvida para que o exoesqueleto se torne uma alternativa viável de mobilidade para pessoas paralisadas. "Isso é apenas para aumentar a conscientização para o fato de que temos de 20 a 25 milhões de pessoas paralisadas ao redor do mundo, e que a ciência, se devidamente financiada e apoiada, pode fazer alguma coisa. Se começarmos agora – e esse é apenas um chute inicial simbólico – podemos conseguir fazer alguma coisa nos próximos anos." 



Não poderia ser diferente: a Copa do Mundo domina os trending topics (assuntos mais comentados) no Twitter.

O principal ponto de discussão, pelo menos enquanto a bola não rola, é a apresentação do trio Jennifer Lopez, Pitbull e Claudia Leitte, que cantou a música oficial da Copa “We Are One”.

O nome dos três cantores estão entre os trending topics –mas não só deles.
Como já ficou claro durante o lançamento da tal música, o pessoal não gosta da tal música e criticou bastante. E, tal qual como no lançamento, os nomes de Shakira e da música oficial da Copa passada, “Waka Waka”, também estiveram entre os assuntos mais citados.
Para colocar uma cereja neste bolo, o termo ‘playback’ também está nos trending topics devido à apresentação.
Veja alguns dos tuítes sobre o assunto:


os gringo gastam dinheiro pra vim pra cá ver um playback de bosta e um monte de gente feia dançando como se estivessem no carnval

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trio do playback

Cerimônia no Itaquerão, em São Paulo, decepciona e vira piada mundial

A festa de abertura da Copa do Mundo, no Itaquerão em São Paulo (Foto: Sérgio Luz)

Não foram só os brasileiros que ficaram decepcionados com a abertura da Copa em São Paulo. No mundo inteiro, a imprensa comenta os pontos fracos da cerimônia no Itaquerão.

Os veículos reclamam, principalmente, do excesso de números de dança e fazem piadas com a apresentação de J.Lo, Claudia Leitte e Pit Bull, que fizeram playback. Confira:

“Se você está no Brasil e sabe dançar, entre em contato com a organização e eles vão arrumar um lugar pra você na cerimônia de encerramento” – BBC

“Eles ainda estão dançando. Imagine a cerimônia de abertura das Olímpiadas de Londres, em 2012, mas com pelos menos 90% de pessoas a menos. Ou fogos de artifícios. Ou banda. Ou qualquer coisa realmente impressionante” – BBC

"A bola abriu. Claudia Leitte, intérprete da música oficial, surgiu de dentro dela. Ela estava cantando sozinha até que, do meio do nada, J.LO e um homem chamado de Pitbull surgiram debaixo da órbita para se juntarem a ela. Eles ficarão ali por um tempo” – The Guardian

“Está tudo muito bonito, mas eu não consigo parar de pensar que teria sido melhor se eles tivessem colocado o Neymar em campo pra fazer duas horas de embaixadinhas, apenas. Ao invés disso, eles continuam dançando” – The Guardian

“Agora tem uns barcos em campo. O foco é a Amazônia. Um garoto está sendo carregado no ar dentro de um barco de madeira e está dando um show fingindo que rema” – The Guardian

“A cerimônia de abertura da Copa confirma que tem mais conexão de internet em um barco no Amazonas do que na Arena Corinthians. Nem o Tinder Funciona” – El Mundo

“Tem umas garotas de rosa pulando em uma cama elástica. Na tribuna as pessoas desistiram de buscar uma interpretação” – El Mundo

A produtora Barbara Arvanitidis foi atingida por estilhaços de bomba.
Um homem foi detido durante o confronto entre a PM e manifestantes.



Jornalista da CNN é ferida em manifestação em São Paulo(Foto: Darlan Alvarenga/G1)



Uma jornalista da CNN ficou ferida durante um confronto entre manifestantes e policiais militares em um protesto contra a Copa do Mundo em São Paulo , na manhã desta quinta-feira (12). A confusão começou cerca de 10 minutos após o início do ato, pouco depois das 10h. Outros quatro jornalistas também ficaram feridos.

De acordo com uma mensagem postada na rede social Instagram pelo correspondente esportivo e âncora da CNN Alex Thomas, a produtora Barbara Arvanitidis pode ter quebrado o braço. Ela foi atingida por estilhaços de bomba de efeito moral. 


As duas jornalistas da CNN estavam cobrindo um
protesto contra a Copa do Mundo (Foto: Rodrigo
Paiva/ Estadão Conteúdo)

"Sabemos que ela foi lesionada e socorrida para atendimento médico", disse ao G1 o delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Luiz Mauricio Souza Blazeck. O caso será registrado no 52 DP, na Vila Carrão. A Polícia Civil irá apurar se ela foi ferida por algum artefato da PM ou dos manifestantes.

Segundo reportagem da TV Globo, a repórter correspondente da CNN Shasta Darlington também ficou levemente ferida no protesto. Ela e Arvanitidis, que teve que ser retirada do local de maca, estavam na Rua Apucarana, nas imediações da Estação Carrão.

A CNN divulgou uma nota sobre o ocorrido às duas jornalistas, informando que Shasta sofreu "um pequeno corte no braço e Barbara foi atingida no pulso". "A correspondente da CNN no Brasil, Shasta Darlington, e a produtora da rede, Barbara Arvanitidis, foram levemente feridas enquanto cobriam um protesto realizado na manhã desta quinta-feira, em São Paulo. Os manifestantes marchavam em direção ao estádio-sede da abertura da Copa do Mundo em São Paulo em um protesto contra os custos para a realização do evento, em meio à vasta pobreza no País. Durante a manifestação, a polícia disparou bombas para dispersar os manifestantes e a equipe da CNN foi atingida por estilhaços", informou a rede americana.
Assistente de câmera do SBT também ficou ferido
por estilhaços (Foto: Darlan Alvarenga/G1)

Outros jornalistas feridos

O assistente de câmera do SBT, Douglas Barbieri, também foi atingido por estilhaços de bomba. Ele foi ferido no rosto, mas seguia trabalhando na cobertura do evento, com curativos.

Já o jornalista argentino, Rodrigo Abd, da agência de notícias Associated Press, se machucou na perna durante o confonto. Abd disse que tentou correr durante a confusão e sentiu uma pancada na perna.

Segundo a GloboNews, outro jornalista de uma equipe de televisão francesa também foi ferido por um disparo de bala de borracha na perna.

Correria e bombas

Pouco depois da confusão inicial, a polícia voltou a jogar bombas para desbloquear a Rua Apucarana. Houve correria nas ruas laterais. Uma das bombas atingiu o pátio de um prédio residencial. Moradores do condomínio brigaram com os manifestantes.

O grupo não atendeu ao pedido da PM para se afastar da Radial Leste, via que será a principal ligação das delegações com a Arena Corinthians. A PM jogou bombas de gás e de efeito moral para tentar dispersar o grupo.m manifestante foi detido pela PM. 


Um homem foi detido pela PM. Ele resistiu às ordens da Polícia Militar para desbloquear a rua e foi levado para base da PM no Centro Educacional Paulistano de Motociclistas (Cepam). Segundo a Defensoria Pública, o homem detido durante o protesto desta quinta foi atingido por duas balas de borracha. Ele vai afirmar que sofreu agressão dos policiais no 52º DP, no Tatuapé, onde o caso será registrado.

Um manifestante, que foi revistado e liberado pela polícia, afirmou ao G1 que é contra a Copa porque o futebol é um esporte do povo e que está sendo elitizado. Ele comentou que o ato foi muito mal organizado.

O ato contra a Copa foi convocado através de página no Facebook. O evento teve mais de 214 mil convidados e, até a manhã desta quinta, havia 10,2 mil confirmados. Pouco antes do tumulto, havia cerca de 20 manifestantes nas imediações da Estação Carrão.

Ilhas artificiais poderiam ajudar a China a ancorar suas reivindicações e potencialmente desenvolver bases para controlar as águas


Barcos de pesca deixam o porto de Ilan, no nordeste de Taiwan, rumo às ilhas Senkaku, no Mar da China

Manila - Areia, cimento, madeira e aço são as mais novas ferramentas do arsenal territorial daChina, que está tentando, literalmente, remodelar o Mar da China Meridional.

Navios chineses carregados de materiais de construção lotam regularmente as águas perto das disputadas Ilhas Spratly, realizando um trabalho que fará com que novas ilhas surjam do mar, de acordo com pescadores filipinos e funcionários na área.

Segundo eles, os esforços da China são reminiscências da recuperação territorial estilo resort das Ilhas Palm, de Dubai.

“Estão criando ilhas artificiais que nunca existiram desde que o mundo é mundo, como as de Dubai”, disse Eugenio Bito-onon, 58, prefeito de um trecho esparsamente povoado das Spratly chamado Kalayaan, ou “liberdade” em tagalo.

“A construção é massiva e ininterrupta. Isso conduziria ao controle total do Mar da China Meridional”, disse Bito-onon no dia 28 de maio, citando os pescadores.

As ilhas artificiais poderiam ajudar a China a ancorar suas reivindicações e potencialmente desenvolver bases para controlar as águas que contêm algumas das rotas marítimas mais movimentadas do mundo.

A China, que afirma que a área está dentro de seu território demarcado no “mapa de nove linhas” da década de 1940, teve sucesso em assumir o controle do Scarborough Shoal das Filipinas em 2012 e pressionou o Vietnã no mês passado com equipamentos de exploração de petróleo em águas reivindicadas por seu vizinho.

“A última jogada da China é ter controle de facto – senão de jure – sobre as águas adjacentes, o Pacífico Ocidental”, disse Richard Javad Heydarian, cientista política e conferencista no Ateneo da Universidade de Manila.

“A única questão é se e como a China conseguirá isso. Ela pode precisar avaliar medidas mais coercivas para isso, dada a resistência crescente dos outros países reivindicadores”.

Reivindicação da China

A China considera que as Ilhas Spratly – que chama de Nansha – são parte de seu território, disse Hong Lei, porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China, aos repórteres em 6 de junho.

“Tudo o que a China fizer em qualquer uma das ilhas ou atóis está dentro dos seus direitos soberanos, e os filipinos não têm nada a ver com isso”, disse Hong.

A recuperação, por parte da China, do disputado recife sul de Johnson, a cerca de 385 milhas náuticas de Scarborough Shoal, começou em fevereiro e “temos quase certeza de que será uma base” para a China, disse o secretário de Defesa filipino Voltaire Gazmin, no dia 15 de maio.

O Ministério de Defesa disse em maio que foi observado um grande navio extraindo areia nas proximidades.

Os filipinos observaram atividades perto de dois outros recifes, conhecidos como Gaven e Cuarteron, disse o presidente Benigno Aquino aos repórteres, no dia 5 de junho.

“Novamente nos incomodam, parece haver desenvolvimentos, entre eles uma movimentação de navios”, disse Aquino.

Ter ilhas compatíveis com pistas de voo poderia ajudar a China caso ela decida replicar no Mar da China Meridional a zona de identificação de defesa aérea que possui no Mar da China Oriental.

A China declarou a zona em novembro sobre ilhas onde disputa a soberania com o Japão.

Statu Quo

Construir uma estrutura no recife de Johnson South pode ser uma contravenção a uma declaração de 2002 entre a China e a Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).

A Declaração de Conduta não-vinculativa solicita que as partes se abstenham de “habitar ilhas, recifes, baixios e outras formações que atualmente estejam desabitados”. A China segue estritamente a declaração, de acordo com Hong.

A China e a Asean concordaram em julho do ano passado em iniciar negociações para um código vinculante, embora as discussões tenham avançado pouco.

Os filipinos levaram a disputa a um tribunal das Nações Unidas, um processo que não é reconhecido pela China.

Bito-onon, o prefeito de Kalayaan, é a favor da mediação porque as Filipinas, aliadas dos EUA, são insignificantes militarmente em comparação com a China.

“Você não pode enfrentar uma arma com um bolo”, disse ele em Puerto Princesa, na Ilha Palawan, referindo-se a uma faca parecida com um machete. “Seria uma loucura”.

Ataques tiveram como vítimas páginas da patrocinadora Hyundai, de governo estadual e da agência de inteligência do país


Homem trabalha na decoração de rua para a Copa do Mundo
São Paulo - Hackers estão reclamando autoria por uma série de ataques contra sites brasileiros voltados à Copa do Mundo de futebol, incluindo páginas da patrocinadora Hyundai, de governo estadual e da agência de inteligência do país.
"Tivemos dias agitados nos últimos dias e há mais por vir", disse nesta quarta-feira um hacker chamado Che Commodore e que afirma ser membro do coletivo de hackers Anonymous.

"Companhias e instituições que trabalham com um governo que nega direitos básicos a seu povo para promover um evento esportivo privado, exclusivo e corrupto serão alvos", disse ele, recusando informar sua real identidade.

Hackers têm usado o ataque DDoS, sigla em inglês para Negação Distribuída de Serviço, contra alguns sites governamentais, patrocinador e companhias parceiras da organização da Copa do Mundo, afirmou ele. Ataques que alteram a aparência de sites, conhecidos como "defacements" também foram promovidos.

Um ataque DDoS ocorre quando um site é tirado do ar ao ser inundado por múltiplas requisições de dados.

O site do governo do Mato Grosso, onde Chile e Austrália jogam na sexta-feira, foi atacado na tarde de domingo, afirmou uma representante do governo.

No mês passado, hackers invadiram o serviço de email do Ministério de Relações Exteriores e acessaram dezenas de documentos confidenciais que incluíram uma lista de dignatários estrangeiros que planejam assistir às partidas da Copa.

Um porta-voz do Ministério da Defesa afirmou que afirmou que um "aumento na atividade de hackers" foi detectado, mas nenhum ataque a sites do governo federal foram reportados até agora.

Uma rede de hackers publicou nesta semana uma lista de 27 sites que afirma terem sido atacados.

Um representante da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) afirmou que o site do órgão saiu do ar momentaneamente no sábado para manutenção e negou que o acesso à página tenha sido cortado como resultado de um ataque. "Totalmente falso", disse ele.

A montadora sul-coreana de veículos Hyundai, cujo site aparece na lista de alvos, também negou que foi atingida por um ataque contra seu site.

Especialistas em segurança da computação alertaram nesta semana para fraqueza da defesa digital do Brasil. William Beer, analista de segurança eletrônica da Alvarez & Marsal, afirmou que agora é muito tarde para melhorá-la.

"Apesar das pessoas começarem a perceber que há problemas, vários sites provavelmente já estão sendo atacados e estão infectados", disse ele à Reuters. "Agora não é questão de se, mas de quando eles serão derrubados."

McDonald's e GoPro se destacam com campanhas que mostram a bola no pé dos anônimos apaixonados pelo esporte


Campanha GOL do McDonalds para a Copa: anônimos com habilidades quase milagrosas com a bola no pé

São Paulo - O desfile de estrelas mundiais do futebol em filmes de alto orçamento não contaminou os novos comerciais do McDonald's e da marca GoPro para a Copa do Mundo.

Entre as várias campanhas pré-competição, as duas empresas se destacaram por apostar emanúncios que mostram um futebol sem pedrigree. O foco foi para os anônimos, enquadrando as faces daqueles que são apaixonados pelo esporte em seu cotidiano.

No vídeo "GOL", do McDonald's, cinco desconhecidos desfilam habilidades surpeendentes com a bola no pé. A meta é fazer a bola passar por situações que parecem impossíveis à primeira vista (mas são verdadeiras, ainda que muito trabalhosas, segundo o making of).

A criação da campanha é agência DDB Chicago, com produção da Smuggler. Assista:



Por sua vez, a GoPro continuou a tradição de registrar ângulos insólitos de atividades esportivas na campanha "Brasil - For The Love". O comercial, divulgado esta semana, promove uma imersão nas peladas e partidas em campinhos, com destaque para a Rocinha, no Rio de Janeiro.

As imagens mostram (bem de perto) os pés e as jogadas dos amadores em quadras, na praia e em campos de terra. O vídeo de dois minutos faz também um mergulho na torcida durante um jogo no estádio do Pacaembu, em São Paulo.

O áudio é em português, com legendas em inglês. Assista:



Aproveite e veja também o making of do vídeo do McDonald's:


Uma nova-iorquina de 11 receberá US$ 30 mil do Google por ter vencido um concurso de criatividade da companhia. Audrey Zhang desenhou um purificador de água com o logo do Google, criando um intrincado e criativo doodle.

Todo ano a gigante de buscas promove o Doodle 4 Google, que desafia crianças a dar ideias que tornariam o mundo um lugar melhor. Na edição deste ano houve mais de 100 mil inscrições.



O valor recebido por Audrey servirá para custear seus estudos, o Google ainda premiou sua escola com US$ 50 mil e, como a ideia da garota tinha a ver com água, uma ONG que trata do tema em escolas em Bangladesh receberá outros US$ 20 mil.

Ator australiano fará o papel do pirata Barba Negra na nova adaptação cinematográfica de 'Peter Pan'


Hugh Jackman durante uma coletiva de imprensa sobre o filme 'Prisioneiros' (Vittorio Zunino Celotto/Getty Images)

O ator Hugh Jackman postou nesta segunda-feira no Instagram uma foto em que aparece careca e barbudo, look adotado para viver o pirata Barba Negra na nova adaptação cinematográfica de Peter Pan. “Barba Negra nasceu”, escreveu na legenda da foto.

Os seguidores do ator na rede social logo reagiram, alguns com espanto, outros com sarcasmo, comparando a atual aparência de Jackman com o personagem Heisenberg, alter ego de Walter White na série Breaking Bad, interpretado por Bryan Cranston.

Essa não é a primeira vez que Jackman muda a aparência para assumir um papel no cinema. O astro já ganhou quilos de músculos para o personagem Wolverine na franquia X-Men e desinchou para viver o faminto Jean Valjean em Os Miseráveis.

Escrito pelo britânico J.M. Barrie, Peter Pan teve diversas adaptações cinematográficas, sendo uma das mais famosas a dirigida por Steven Spielberg: Hook: A Volta do Capitão Gancho, de 1991.

A nova versão terá direção de Joe Wright (Desejo e Reparação) e roteiro de Jason Fuchs (A Era do Gelo 4). Além de Hugh Jackman, também estão confirmados no elenco: Amanda Seyfried, Rooney Mara e Garrett Hedlund. A estreia está prevista para julho de 2015 nos Estados Unidos.




Os sites "Pescaria Urbana", "Oliveira Shopping", "Poucas Horas e "Poucas Horas Clube" (estes dois fora do ar) foram incluídos esta semana na lista de não recomendados pelo Procon-SP, que já soma 388 endereços. Os fornecedores a serem evitados receberam queixas dos clientes, foram notificados e não responderam ou não foram encontrados - inclusive pelo rastreamento feito no banco de dados de órgãos como Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR - responsável pelo registro de domínios no Brasil.

A falta de entrega do produto adquirido é a principal reclamação contra as lojas virtuais fraudulentas, além de irregularidades na prática do comércio eletrônico. Segundo o Procon-SP, alguns casos das empresas listadas são encaminhados para o Departamento da Polícia que combate os crimes eletrônicos e ao Comitê Gestor da Internet (CGI), que controla o registro de domínios no Brasil. Porém, muitos sites continuam em atividade, por isso o órgão alerta para a importância de evitá-los.

Antes de comprar, o Procon recomenda que o consumidor busque informações a respeito do fornecedor para não cair em armadilhas. Confira algumas dicas:

- Procure no site a identificação da loja (razão social, CNPJ, telefone e outras formas de contato além do e-mail);

- Prefira fornecedores recomendados por amigos ou familiares;

- Desconfie de ofertas vantajosas demais;

- Não compre em sites em que as únicas formas de pagamento aceitas são o o boleto bancário e/ou depósito em conta.

- Leia a política de privacidade da loja virtual para saber quais compromissos ela assume quanto ao armazenamento e manipulação de seus dados;

- Imprima ou salve todos os documentos que demonstrem a compra e a confirmação do pedido (comprovante de pagamento, contrato, anúncios, etc.);

- Instale programas de antivírus e o firewall (sistema que impede a transmissão e/ou recepção de acessos nocivos ou não autorizados) e os mantenha atualizados em seu
computador;

- Nunca realize transações online em lan houses, cybercafés ou computadores públicos, pois podem não estar adequadamente protegidos.

Via: Blog do Procon-SP

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