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Além dos três novos episódios, estúdio quer lançar histórias focadas em personagens menores da série



O presidente e diretor-executivo da Walt Disney Company, Bob Iger, confirmou que o estúdio tem planos bem mais ambiciosos para o universo de Star Wars, em um enorme projeto que vai além dos três novos episódios prometidos.

Arquivo RS: em 1983, George Lucas estava às voltas com O Retorno de Jedi, desfecho da primeira trilogia Star Wars. Ele já se preocupava com o futuro da saga e como aproveitaria o tempo livre quando deixasse essa história para trás.

Iger disse, em entrevista à CNBC, que gostaria de aproveitar a chance para acabar com os boatos a respeito das novidades sobre a franquia criada por George Lucas e cujos direitos foram adquiridos pela Disney ao comprar a Lucasfilm por US$ 40,5 bilhões, em outubro de 2012.

"Tem havido especulações sobre filmes derivados que estariam em desenvolvimento e eu gostaria de confirmar que, de fato, estramos trabalhando em alguns deles", disse Iger. Ele afirma que Larry Kasdan, roteirista de Episódio V: O Império Contra-Ataca (1980) e Episódio VI - O Retorno do Jedi(1983), e o produtor Simon Kinberg, de X-Men: Primeira Classe, estão "trabalhando em filmes de personagens que não fazem parte da saga completa de Star Wars".

O primeiro desta nova leva de filmes, Episódio VII, tem previsão de estreia para 2015 e será dirigido por J.J. Abrams. "Nós ainda prevemos fazer os filmes VII, VIII e IX, ao longo de seis anos, começando em 2015", completou Iger. "Mas alguns outros também serão lançados neste período."

O presidente do estúdio, contudo, não confirmou a forte especulação de que o primeiro longa derivado será baseado no personagem Mestre Yoda, pequenino, orelhudo e verde Jedi, como havia sido noticiado pelo site AICN. Já George Lucas, que agora trabalha como consultor, teria sugerido uma produção sobre o criminoso Jabba The Hutt.


Um grupo de adolescentes estava jogando 'Call of Duty'
Foto: Reprodução

Policiais suecos invadiram uma casa onde vários adolescentes jogavam Call of Duty em Estocolmo, na Suécia, no último sábado (26), após a chamada de uma pessoa que ouviu tiros e gritos pedindo ajuda. As informações são do site UPI.

De acordo com a agência de notícias sueca TT, pedestres que passavam próximo ao apartamento ouviram barulhos que, na verdade, eram do personagem do jogo, que foi baleado várias vezes e gritava por socorro. Na sequência, as autoridades foram acionadas e mandaram 10 policiais ao local, que forçaram os jovens a saírem da casa.

Já fora do apartamento, tudo foi esclarecido e a polícia deixou o local, sem realizar nenhum registro ou detenção.



Britânica afirma que problema foi causado por uma lente de contato
Foto: The Sun / Reprodução

Uma britânica de 42 anos afirma que perdeu um olho devido a um fungo em uma lente de contato. Jacqueline Stone comprou lentes descartáveis pela internet e diz que elas causaram uma rara infecção. As informações são do site do jornal britânico The Sun.

A britânica, moradora da região de Essex, diz que usou uma vez as lentes e se sentiu desconfortável com elas. "Quando eu fui tirá-las, a esquerda ficou presa no meu olho", conta. Ela foi a um médico, que lhe deu algumas gotas de colírio. Dois dias depois, a mulher voltou ao hospital, já que ainda sentia desconforto no olho - e novamente recebeu apenas um colírio.

"Uma bolha branca de pus começou a se formar sob a minha pupila e estourou, se espalhando pelo meu olho", diz Jacqueline, que é professora de matemática. "Eu comecei a gritar. Meu filho de 15 anos chamou uma ambulância e eu recebi morfina, mas isso não acabou com a dor. Eu dei à luz duas vezes e nada se compara a isso."

Foi somente em outro hospital que Jacqueline diagnosticada com uma infecção com um fungo Fusarium - segundo os Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), esse tipo de problema é muito raro. Boa parte do olho foi destruída pela infecção, incluindo 70 nervos. Ela teve que tomar remédios fortes, que causaram vômito e até hemorragia interna.

Ela passou por 22 operações, mas os médicos acabaram por remover o olho. "Ele poderia ter me matado. Agora eu temo que o fungo volte se eu ficar doente", diz. A professora agora processa a fabricante da lente (Alcon EyeCare) e os hospitais que a atenderam e não identificaram o problema - de Broomfield e o Moorfields.

A empresa diz que investigou o caso e não achou conexão entre a infecção e o uso da lente. O Moorfields disse que vai revisar o atendimento prestado, enquanto o outro hospital afirmou que coopera com a investigação.


O presidente do Instituto Campus Party, Bruno Souza, e o diretor-geral da Campus Party Brasil, Mario Teza, comandam o encerramento da festa
Foto: Reprodução

DÉBORAH SALVES E ISMAEL CARDOSO

A sexta edição da Campus Party Brasil encerrou oficialmente na noite deste sábado com o recorde de participantes e atividades. A cerimônia no palco principal do Anhembi Parque, casa da sede neste ano, foi descontraída, com brincadeiras com participantes, palavrão e muito "uooo".

Mário Teza, presidente da edição brasileira, e Bruno Souza, presidente do Instituto Campus Party, citara, o recorde de 7.631 campuseiros de todas das 27 unidades federativas, além de mais de 20 países. Foram 5,5 mil participantes acampados, e um investimento de R$ 22 milhões. Ao todo, 400 atividades somaram mais de 500 horas de conteúdo nos sete dias da maior festa geek do planeta neste ano também foi a maior da história do evento no País.

Teza reforçou a importância de os campuseiros darem suas sugestões para a organização, e citou os palestrantes Buzz Aldrin, astronauta que pisou na Lua, e Nolan Bushnell, criador do Atari, foram escolhidos a partir das opiniões dos participantes. As sugestões para 2014 e para a Campus Party Recife - confirmada para julho deste ano na capital pernambucana - são enviadas no formulário de inscrição deste ano.

A cerimônia de encerramento da festa em São Paulo também teve premiações de concursos realizados durante a sexta Campus Party Brasil. O jogo de ping pong com smartphone premiou a dupla vencedora com dois iPhones 4S, por exemplo, e o do Firefox OS deu, além de smartphones, uma entrevista de emprego no Facebook para o criador do aplicativo que foi 1º lugar. Houve também prêmios em dinheiro e oportunidades de treinamento profissional na área de empreendedorismo.

Ao final, um rapper americano do projeto Music Changing Lives se apresentou com show de música. A primeira canção ele dedicou às vítimas da tragédia em Santa Maria (RS), no dia 27, quando 231 pessoas morreram em um incêndio em uma boate. Enquanto cantava o refrão "Deus do céu, por favor, lembre-se do meu nome", o telão do palco principal exibia os nomes das vítimas e imagens de canais de TV mostrando o trabalho de resgate no último domingo.

Campus Party Brasil 2013


A sexta edição da Campus Party Brasil, uma das maiores festas de inovação, tecnologia e cultura digital do mundo, acontece entre 28 de janeiro e 3 de fevereiro no Anhembi Parque, em São Paulo. Na Arena do evento, 8 mil pessoas têm acesso à internet de alta velocidade e a mais de 500 horas de palestras, oficinas e workshops em 18 temáticas, que vão desde mídias sociais e empreendedorismo até robótica e biotecnologia. Cinco mil desses campuseiros passam a semana acampados no local.

A 6ª edição traz ao Brasil nomes como o astronauta Buzz Aldrin, um dos primeiros homens a pisar na Lua, e o fundador da Atari, Nolan Bushnell. Em sua sexta edição em São Paulo, a Campus Party também teve no ano passado a primeira edição em Recife (PE). O evento acontece ainda em países como Colômbia, Estados Unidos, México, Equador e Espanha, onde nasceu em 1997.

Nas edições brasileiras anteriores, o evento trouxe ao País nomes como Tim Berners-Lee, o criador da Web; Kevin Mitnick, um dos mais famosos hackers do mundo; Al Gore, ex-vice-presidente dos Estados Unidos; Steve Wozniak, que fundou a Apple ao lado de Steve Jobs; e Kul Wadhwa, diretor-geral da fundação Wikimedia,que mantém a Wikipédia.


A mulher que teve o couro cabeludo arrancado quando andava de kart no Beto Carreiro World, em Penha (SC), na manhã de sábado, passou por uma cirurgia durante a noite de ontem e foi encaminhada ao CTI, de acordo com informações da assessoria de imprensa do parque. Segundo a assessoria, o último boletim médico do Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí, para onde Fernanda Breyer, 22 anos, foi levada, diz que a cirurgia foi bem sucedida, mas o quadro da paciente é grave.

Fernanda se acidentou depois que parte do seu cabelo se enroscou no motor do kart. A assessoria afirmou que foram seguidos todos os procedimentos de segurança para evitar o acidente e que antes de andarem no kart as pessoas assistem a um vídeo de orientação.

A polícia fez perícia no local para determinar as causas do acidente. Os médicos do parque fizeram o atendimento inicial e a ambulância do Beto Carreiro encaminhou a jovem ao hospital. Por meio da assessoria, o parque afirmou que sente muito pelo ocorrido e que está prestando todo o auxílio necessário à vítima e aos seus familiares.

Já pensou em Daniel Day-Lewis (embaixo, à esq), de "Lincoln", concorrendo ao Oscar de melhor ator com Jessica Chastain (em cima, segunda da esq para a dir.), de "Na Hora Mais Escura"


  • Já pensou em Daniel Day-Lewis (embaixo, à esq), de "Lincoln", concorrendo ao Oscar de melhor ator com Jessica Chastain (em cima, segunda da esq para a dir.), de "Na Hora Mais Escura"
Será que Meryl Streep, Anne Hathaway e Helen Mirren realmente precisam de uma categoria apenas para mulheres –um tipo singular de ação afirmativa– para conquistar um dos acessórios favoritos de Hollywood, um Oscar, um Emmy ou um troféu do Sindicato dos Atores?
Em uma sociedade que se inclina constantemente para a neutralidade de gênero, os prêmios "separados mais iguais" que dividem os atores em um campo e as atrizes em outro têm um cheiro de anacronismo mofado.
É verdade, a Associação para Mulheres na Ciência dá prêmios para encorajar o sucesso das mulheres em campos dominados pelo homem. Mas para marcar feitos duradouros, será que seus membros pensariam em um Prêmio Nobel de Física das Mulheres?
Em disputas de intelecto ou arte, será que gênero importa?
"Não envolve força da parte superior do corpo", observou secamente Gloria Steinem sobre as exigências para representar.
A separação de atores e atrizes está perdendo espaço na indústria. As atrizes frequentemente afastam a distinção ao chamarem a si mesmas de "atores", permanecendo ombro a ombro com seus pares masculinos.
Afinal, as recepcionistas há muito deixaram de existir nos salas de espera dos cinemas. E as autoridades de Defesa disseram recentemente que o Pentágono eliminará a proibição de mulheres em combate.
Getty Images
Há muita concorrência na vida e eu acho que somos diferentes... As mulheres certamente estão em desvantagem quando se trata de volume.
Naomi Watts, indicada ao Oscar por "O Impossível"
O Sindicato dos Atores pende para a neutralidade com seu troféu chamado o Ator, apesar de separar as honras de melhor interpretação por um ator masculino e um ator feminino.
Isso abre a porta, mas apenas levemente. Escancarem a porta para que a interpretação majestosa de Daniel Day-Lewis em "Lincoln" e a acerada de Jessica Chastain em "Na Hora Mais Escura" disputem o grande prêmio!
"É uma ótima ideia", disse Mark Andrews, o roteirista-diretor do desenho animado "Valente". "No final, todos nós somos contadores de histórias e eu não acho que, quando definimos um personagem, o gênero seja um grande fator definidor."
Em todos os outros campos premiáveis, incluindo direção, roteiro ou fotografia, todo mundo, homens e mulheres, o disputam, disse Andrews.
Isso poderia ser um progresso na teoria para os intérpretes, mas não na prática, segundo Sally Field, indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante por "Lincoln". "Se fizerem isso, não haverá mais atrizes lá (no palco)", ela disse. O percentual de papéis é muito maior para os atores. Sempre foi assim."
Naomi Watts, a indicada ao Oscar de melhor atriz por "O Impossível", concorda. "Há muita concorrência na vida e eu acho que somos diferentes", ela disse. "Sim, nós devemos ter as mesmas coisas o máximo possível (...) (mas) a vida já é uma batalha e há muitos bons papéis escritos para homens. As mulheres certamente estão em desvantagem quando se trata de volume."
A rapper Nicki Minaj, que está considerando lançar uma carreira de atriz, tem uma posição pragmática a respeito do assunto. "Você vê todas aquelas divas na plateia parecendo tão bonitas, e todas elas querem vencer umas às outras", ela disse. "É entretenimento."
Hathaway, na disputa do prêmio de atriz coadjuvante no Oscar por "Os Miseráveis", considera a divisão de gênero "uma questão incrível digna de um debate incrível". "Será que posso conceber um mundo onde representação seja um conceito sem gênero? Absolutamente. Se eu acho que acontecerá tão cedo? Não", ela disse.
Como Field apontou, o principal desafio é que as mulheres têm menos papéis de peso do que os homens. Ironicamente, isso é obscurecido pela paridade artificial no palco a cada ano, nos shows de premiação. Cinco mulheres disputam, cinco homens disputam, dois vencedores são coroados.
Getty Images
Será que posso conceber um mundo onde representação seja um conceito sem gênero? Absolutamente. Se eu acho que acontecerá tão cedo? Não.
Anne Hathaway, disputa prêmio de atriz coadjuvante no Oscar por "Os Miseráveis"
Então, qual é o problema? Uma checagem rápida dos números deixa claro: as mulheres corresponderam a um terço dos personagens nas 100 maiores bilheterias em 2011, segundo o Centro para o Estudo das Mulheres na Televisão e no Cinema, da Universidade Estadual de San Diego, na Califórnia.
Isso, apesar das mulheres corresponderem a mais da metade da população americana e, segundo a pesquisa anterior do centro, o resultado não é uma anomalia.
Nesse contexto, a líder feminista Steinem vê uma razão legítima para a manutenção dos prêmios de representação separados. Quando dois grupos desiguais são combinados, é o menos poderoso que perde, ela disse, assim como a dessegregação nas escolas americanas no século 20 levou a demissões em massa de diretores e administradores negros.
Tom O’Neil, editor do site de previsão de premiações "Gold Derby", disse que forças poderosas estão posicionadas contra quaisquer mudanças em Hollywood. Os shows de premiação tentam rotineiramente adicionar categorias movidas por celebridades, não eliminá-las, para aumentar o quociente de "glamour" do show, ele disse, assim como para mascarar o tratamento desigual da indústria às mulheres. "É criminoso", concluiu sem rodeios.
Nos bastidores das categorias de cinema e TV nas quais os sexos competem, as mulheres raramente sobem ao palco nas cerimônias de premiação. O Oscar começou em 1929, mas foi apenas em 2010 que a primeira mulher, Kathryn Bigelow, foi premiada como melhor diretora (por "Guerra ao Terror"). As estatísticas novamente deixam as coisas claras: as mulheres foram responsáveis por magros 9% dos diretores das maiores bilheterias de 2012, apontou um novo estudo da Universidade Estadual de San Diego.
Vamos dar a Sally Field, ganhadora do Oscar em duas ocasiões, a palavra final no debate. As atrizes "devem estar em uma categoria a parte porque elas SÃO uma categoria a parte", ela disse. "Elas enfrentam dificuldades próprias específicas para sobreviver neste negócio que os atores, que sejam abençoados, não enfrentam."
(Sandy Cohen e Anthony McCartney, redatores de entretenimento da "AP", contribuíram com reportagem)
Tradutor: George El Khouri Andolfato


Charlie Sheen diz em entrevista que não gosta de "The Big Bang Theory"

O ator Charlie Sheen afirmou em uma entrevista ao jornal "The Guardian" que não gosta da série "The Big Bang Theory" e que anda mais tranquilo após passar por problemas com drogas e bebidas. "Eu vejo a mudança, a evolução, da pupa para crisálida. A percepção que as pessoas têm de mim é sempre despedaçada quando me conhecem".


Sheen contou que ainda está aprendendo a lidar com seus "impulsos verbais" e que hoje pensa um pouco mais no que fala: "Noventa por cento do que eu digo é besteira, mas dez por cento é ouro. E você nunca sabe quando vai acontecer, então tem que prestar atenção sempre", brinca.


O ator de 47 anos falou para o jornal que detesta a série "The Big Bang Theory" e demonstrou desprezo por Chuck Lorre, produtor da série, que também é responsável por "Two And A Half Man".


"Você tem que pensar nas séries que a minha série (Two And A Half Man) ajudou a lançar. Sinto muito, mas The Big Bang Theory é uma m*, é uma série estúpida e fraca, que fala sobre gente fraca. Eu adoro a molecada que faz o programa, torço muito por eles porque sei com quem eles estão lidando. O fato deles ainda estarem lúcidos é um milagre. Sabe de uma coisa? Ele é um homem mau e eu me livrei dele já tem um tempo".


Sheen também contou que seu espetáculo de stand-up, que aconteceu em 2011 foi uma maneira para ganhar dinheiro rápido, mas se sentiu muito estressado com as críticas do público: "Aquilo foi uma bomba. Em um domingo eu matei a pau, na sexta-feira foi uma porcaria".


"Não sei como sobrevivi a isso, não sei como não joguei a toalha em Detroit, foi um desastre. Todo mundo ligava de outras cidades para cancelar o show, ia responder processos. Foi uma merda, sabe?", finaliza.


Programadores brasilienses criaram aplicativo em 28 horas
Foto: Bruno Santos / Terra
ISMAEL CARDOSODireto de São Paulo

Foi para provar que os geeks também amam, os programadores de Brasília Michel Carmo Lopes, 24 anos, e Flávio de Olveira Silva, 23, criaram o aplicativo Kiss Me. Programado em apenas 28 horas, os dois viraram a noite de quinta para sexta-feira e lançaram neste sábado, penúltimo dia de Campus Party Brasil, o serviço que permite que os participantes do evento se conheçam e marquem encontros.

"A gente misturou o conhecimento que já tinha com as palestras sobre start-ups. Aprendemos que para montar uma empresa tem que conhecer a 'dor' do cliente, vimos os conceitos de gamificação, para aprender a tornar o negócio lucrativo e divertido", afirmou Michel. A dupla veio para a Campus com o objetivo de ter uma iniciativa nova, mas a ideia para o app surgiu dentro do Anhembi mesmo.

"A gente viu pessoas mexendo umas com as outras e não tinham coragem de se falar. Na internet é diferente. O cara pode tomar um toco e ninguém vai saber", afirmou.

O funcionamento é simples: depois do cadastro, o usuário escolher se está interessado em homens ou mulheres, e o sistema vai mostrando fotos aleatoriamente. O usuário pode "mandar um beijo", dando uma nota para a pessoa, ou "tentar a sorte". Se tentar a sorte, a outra pessoa recebe um aviso, e pode aceitar a paquera e marcar um encontro ou "dar um toco".

Por enquanto, o serviço só funciona para quem está acessando a internet na rede interna da Campus. A dupla diz que vai avaliar a aceitação da ferramenta para ver se lança o produto lá fora também.



Campus Party Brasil 2013


A sexta edição da Campus Party Brasil, uma das maiores festas de inovação, tecnologia e cultura digital do mundo, acontece entre 28 de janeiro e 3 de fevereiro no Anhembi Parque, em São Paulo. Na Arena do evento, 8 mil pessoas têm acesso à internet de alta velocidade e a mais de 500 horas de palestras, oficinas e workshops em 18 temáticas, que vão desde mídias sociais e empreendedorismo até robótica e biotecnologia. Cinco mil desses campuseiros passam a semana acampados no local.

A 6ª edição traz ao Brasil nomes como o astronauta Buzz Aldrin, um dos primeiros homens a pisar na Lua, e o fundador da Atari, Nolan Bushnell. Em sua sexta edição em São Paulo, a Campus Party também teve no ano passado a primeira edição em Recife (PE). O evento acontece ainda em países como Colômbia, Estados Unidos, México, Equador e Espanha, onde nasceu em 1997.

Nas edições brasileiras anteriores, o evento trouxe ao País nomes como Tim Berners-Lee, o criador da Web; Kevin Mitnick, um dos mais famosos hackers do mundo; Al Gore, ex-vice-presidente dos Estados Unidos; Steve Wozniak, que fundou a Apple ao lado de Steve Jobs; e Kul Wadhwa, diretor-geral da fundação Wikimedia,que mantém a Wikipédia.

A primeira remoção no mundo de um coágulo em uma menina de três anos foi realizada na sexta-feira no hospital Regina Margherita, em Turim, na Itália. A menina teve uma isquemia na artéria basilar do cérebro. A criança, nascida em Turim e filha de pais de Bangladesh, passou mal na terça-feira, 29 de janeiro. Depois de ser internada no hospital Maria Vittoria, foi transferida para o Regina Margherita, onde recebeu o diagnóstico.

De acordo com informações da Agência Ansa, após a análise, o caso foi assumido pela equipe de neurorradiologia do hospital Molinette, liderada pelo professor Mauro Bergui, que decidiu realizar a cirurgia. Através de um cateter instalado na virilha, os médicos chegaram até o seu cérebro, onde introduziram um stent na artéria. A menina está internada na ala de pediatria universitária do hospital, onde se encontra acordada, come e começa a recuperar todas as suas funções. Ainda apresenta alguns problemas do lado direito do corpo, mas os médicos acreditam que, com o tempo, ela vai se recuperar.


Minami Minegishi em foto tirada em 2012. Cantora raspou os próprios cabelos como autopunição por ter passado a noite com jovem de outro grupo pop
Minami Minegishi em foto tirada em 2012. Cantora raspou os próprios cabelos como autopunição por ter passado a noite com jovem de outro grupo pop
Uma cantora japonesa de 20 anos, Minami Minegishi, pediu desculpas públicas, chorou e raspou o cabelo por ter passado a noite com um jovem cantor. Ídolo teen, Minegishi faz parte do grupo pop AKB48, que proíbe suas integrantes de manterem relacionamentos amorosos durante a vigência de seus contratos, uma imposição que tem por objetivo preservar sua imagem de pureza diante dos milhões de seguidores que fantasiam com essas lolitas.

Na manhã do dia 17 de janeiro, no entanto, o tabloide "Shunkan Bunshun" publicou uma foto da jovem saindo da casa do também cantor Alan Shirahama, que faz parte de outro grupo pop, o Generations. Na imagem, a cantora aparece usando um boné preto, máscara e uma grande jaqueta, provavelmente na tentativa de não ser reconhecida.

Nesta sexta-feira (1º), o criador do grupo, Akimoto Yasushi, disse que ela seria rebaixada ao posto de estagiária do grupo, como punição pelo "transtorno causado pelo escândalo".

Poucas horas depois, a cantora publicou um vídeo no YouTube, se desculpando pelo seu "mau comportamento"."Peço perdão às outras integrantes da AKB48, à minha família, aos funcionários da minha produtora pelas preocupações que possam ter tido após a leitura de um artigo que apareceu hoje", chora a cantora, apelidada de Mii-chan e que é uma das integrantes mais idolatradas do AKB48.

"Como membro sênior, é minha responsabilidade servir de exemplo para as integrantes mais jovens", disse ela, chorando. "Meu comportamento é indesculpável, impensado e sem consciência para uma pessoa que é membro sênior", disse ela.

Neste vídeo, visto mais de quatro milhões de vezes em 24 horas, Minami Minegishi acrescentou "ter decidido sozinha" castigar sua conduta "impensada e imatura" raspando a cabeça, uma imagem dura que incomodou muitos japoneses.

Com 48 integrantes, o AKB48 (derivado de Akihabara 48) é um dos grupos teen mais populares do Japão e foi criado em 2005. Em 2009 e 2010, vários singles do grupo ficaram com o primeiro lugar das paradas japonesas. Em 2012, o grupo ganhou o próprio animé e fez com que o single "Give me Five!" vendesse mais de 1 milhão de cópias na semana de lançamento. Minegishi faz parte do grupo desde sua criação, em 2005.

*Com informações da AFP




Se dever, o juro pega; se poupar, a inflação come

Quando o brasileiro fica devendo no cartão de crédito, ele pode ver a sua dívida dobrar em apenas oito meses. Já quando põe dinheiro na poupança, o tipo de aplicação mais popular, tem que esperar nada menos que 14 anos e um mês para ver o seu capital multiplicar por dois.

Mesmo depois de toda essa espera, o poupador não teria muito o que comemorar. Seu rendimento já teria sido superado, com folga, pelo aumento dos preços, que, pela taxa de inflação atual, duplicariam em menos tempo.

Considerando os juros praticados em dezembro, veja quanto tempo alguns tipos de dívida levariam para dobrar.


Tipos de dívidas

Juros (% ao ano) Juros (% ao mês) Quantos meses leva para dobrar
Cartão de crédito 192,94 9,37 8
Cheque especial 146,83 7,82 9
Empréstimo pessoal em financeiras 124,21 6,96 10
Comércio 61,22 4,06 17
Empréstimo pessoal em bancos 41,42 2,93 24

Fonte: Anefac

A linha referente ao comércio pode ser lida da seguinte forma: quando o consumidor parcela uma compra em 17 vezes, com os juros citados, ele paga o dobro pelo produto, em comparação com o preço à vista.

Poupança versus inflação
A poupança tem hoje uma rentabilidade de 5,075% ao ano (0,41% ao mês) e assim ficará enquanto o Banco Central mantiver a Selic, taxa básica de juros, nos atuais 7,25% ao ano. A instituição já disse que o juro básico continuará nesse patamar por um tempo “suficientemente prolongado”.

A taxa básica de juros em um nível baixo, quando em tempo de preços comportados, é claramente um dado favorável para a economia. No entanto, não se pode esquecer que a poupança hoje está rendendo menos que a inflação. No ano passado, o IPCA, índice oficial de preços, teve alta de 5,84%, ritmo que, se fosse mantido, faria o custo de vida dobrar em 12 anos e quatro meses.

Segundo analistas consultados pelo Banco Central, esse cenário não deve mudar muito no curto prazo. A expectativa é de que a inflação atinja 5,67% em 2013 e 5,5% em 2014.

É verdade que a situação já foi pior para os devedores. Em janeiro de 2011, por exemplo, o juro no cartão de crédito estava em 238,3% ao ano, o que fazia uma dívida dobrar em sete meses e mais que triplicar em um ano. Mas as condições do poupador também já foram melhores. Naquele mesmo ano, a poupança rendeu 7,5%, com um ganho de 0,94% acima da inflação.

Em tempo: quem ainda tem aplicação na poupança feita na época da regra antiga (até 3 de maio) conseguiu um ganho real. A rentabilidade, no ano passado, foi de 6,47%, ou 0,6% mais que a inflação, segundo cálculos da consultoria Economatica. Nos últimos dez anos, diz a empresa, o melhor momento do poupador foi em 2006, quando o ganho real atingiu 5,1%.

Juiz de Sorocaba ordena que homem apague as mensagens ofensivas sob pena de multa diária de R$ 3 mil.

Por Vinicius Karasinski





Mais uma confusão envolvendo ofensas, tribunais e Facebook veio a público. A 1ª Vara Cível de Sorocaba determinou que um usuário da rede social apague comentários considerados ofensivos feitos a uma mulher. A autora do processo entrou na justiça alegando que esse homem passou a ofendê-la no Facebook após ela ter pedido demissão da empresa em que trabalhava (os nomes das partes não foram divulgados).

De acordo com a decisão do juiz Bruno Luiz Cassiolato, a partir da intimação, o réu deve excluir todo o conteúdo ofensivo apontado no processo, sob pena de multa diária de R$ 3 mil, até o limite de R$ 9 mil. Caso o acusado volte a postar novas mensagens ofensivas, deverá pagar uma multa de R$ 1 mil por cada recado maldoso postado.


O Facebook também pode ser multado

O Facebook também deve excluir o conteúdo, ou precisará arcar com as mesmas multas já aplicadas ao réu.

De acordo com o juiz, “As alegações trazidas aos autos pela autora estão amplamente comprovadas por meio de documentos que acompanharam a petição inicial. Neles observo que o réu, por mais de 10 vezes, em datas diferentes, divulgou mensagens ofensivas contra a autora na rede social ‘Facebook’. Estas mensagens, que em tese podem até configurar crimes contra a honra, sempre constituídas com palavras de baixo calão, foram divulgadas não só no perfil do réu, mas também em perfis mantidos por amigos e familiares da autora, incluindo sua filha menor de idade”.

O acusado ainda pode entrar com um recurso contra a decisão.


Fonte: Internet Legal

Um dos maiores especialistas em antivírus do mundo, McAfee se envolveu com tráfico de drogas e espionagem internacional e hoje é acusado de assassinato.
Por Wikerson Landim

McAfee: sem medo de brincar de roleta-russa. (Fonte da imagem: Reprodução/Wired)

Se hoje um antivírus consegue identificar um malware em seu computador antes de um programa ser instalado, você deve agradecer a John McAfee. Atento a uma tendência de mercado surgida na década de 80, o fundador de uma das maiores empresas do segmento já criadas teve em sua vida momentos de glória e decadência.

Gênio brilhante em alguns momentos, lunático e dependente de drogas em muitos outros, McAfee criou em torno de si uma história digna de um blockbuster hollywoodiano. Aliás, ele tem tanta certeza disso que vendeu os direitos sobre a história de sua vida para a Warner, que deve produzir em breve um longa-metragem sobre a sua trajetória.

Mas o que há de verdade e o que há de fantasia na vida conturbada de John McAfee? Como um brilhante PhD em Matemática, fundador de uma das maiores companhias de software do mundo, foi parar no meio da selva, fortemente armado e com um exército particular à sua disposição para protegê-lo enquanto pesquisava substâncias químicas? Bem-vindo ao mundo louco de McAfee.
Uma infância complicada

É difícil precisar o ano de nascimento de John McAfee. Alguns documentos dizem que ele nasceu em 18 de setembro de 1945, enquanto outros colocam o ano como sendo 1946. Contudo, esse mistério é apenas um detalhe em sua trajetória repleta de fatos curiosos. Na infância, filho de um pai alcoólatra, apanhava com frequência junto com sua mãe.

Quando McAfee completou 15 anos seu pai se suicidou com um tiro, mas nem por isso deixou de ser um fantasma na vida de John. “Ainda penso nele todos os dias, onde quer que eu esteja. Tenho ciência de que a minha vida é uma droga”, destacou McAfee em uma longa entrevista à revista Wired.

Na época da faculdade começou a mostrar o seu talento, revelando-se um homem extremamente inteligente e com bom faro para negócios. Um dos seus primeiros empregos era o de vender revistas de porta em porta, algo que, nas palavras dele, “rendeu uma fortuna”. Seu método não era dos mais honestos, já que ele anunciava “revistas grátis” em troca do preenchimento de um simples cadastro – a conta chegava dias depois.

McAfee, suas mulheres e seu exército (Fonte da imagem: Reprodução/Wired)

Inteligência acima da média

Com o início da vida acadêmica e, consequentemente, os seus primeiros trabalhos no mundo da tecnologia, outros problemas começaram a se revelar. Se por um lado McAfee se formava com brilhantismo em Matemática, tendo a oportunidade de trabalhar como uma dos programadores da NASA, por outro começava a enfrentar os seus primeiros problemas com álcool.

Sua vida permaneceu nesta rotina durante a década de 70, mas foi nos anos 80 que a sua trajetória mudou completamente. Em apenas três anos – entre 1983 e 1986 –, sua vida foi da derrota à criação daquela que seria uma das maiores companhias de software do mercado nas décadas seguintes.

Aos 38 anos, John McAfee era diretor de engenharia da Omex. Seus problemas começaram anos antes, quando do álcool ele passou a experimentar drogas como maconha, cocaína e LSD. Em 1983, consumia cocaína em grandes quantidades, vendendo o excedente para os seus colegas de trabalho. Dormia na mesa e passava as manhãs bebendo whisky.

Na Northeast Louisiana State College, onde cursava PhD e atuava como professor auxiliar, foi expulso por dormir com uma de suas alunas da graduação. Na Univac de Bristol, no Tennessee, foi demitido após ser preso vendendo maconha. Meses depois sua esposa também o abandonou.

Um novo surto

Três anos mais tarde John McAfee reapareceu como funcionário na Missouri Pacific Railroad, uma companhia de gerenciamento de trens. Usando computadores da IBM, reinventou diversas rotinas de controle e otimizou as rotas, gerando muitos lucros para a instituição. Infelizmente seu estado sóbrio durou muito pouco.

Novamente o LSD falou mais alto em sua vida e em pouco tempo sua carreira desmoronou. Um belo dia, depois de uma noite consumindo altas doses, McAfee foi encontrado no centro de Saint Louis, sujo e tendo alucinações. Ele nunca mais voltaria a trabalhar na companhia de trens e precisou ser internado outra vez.

McAfee e uma de suas namoradas. (Fonte da imagem: Reprodução/Wired)
Nasce o antivírus McAfee

Três anos depois, em 1986, McAfee estava sóbrio de novo. E quando ouviu a notícia de que dois irmãos haviam criado no Paquistão aquilo que poderia ser considerado o primeiro vírus de computador, decidiu que alguma coisa precisava ser feita. Com pouco investimento, reuniu alguns colaboradores e fundou a McAfee Associates.

Seu plano era criar programas antivírus e distribuí-los gratuitamente a quem quisesse utilizá-los. O plano deu certo e a propaganda “boca a boca” fez com que o software chegasse às grandes empresas. Em 1991, um relatório divulgado pela revista Forbes apontou que, entre as 100 maiores empresas dos EUA, 100% delas utilizavam o software de McAfee. As companhias pagavam uma pequena taxa de licenciamento, o que rendia a ele um faturamento de US$ 5 milhões por ano.

Em 1992, ele usou seu “talento” de vendedor para promover o seu produto, espalhando na mídia um certo pânico por conta do vírus “Michelângelo”, que supostamente infectaria 5 milhões de computadores. O plano deu certo e a empresa aumentou consideravelmente o número de licenças de software. Entretanto, o “medo” não se confirmou e menos de 10 mil computadores foram infectados.

Curiosamente, no mesmo ano, a empresa decidiu abrir o seu capital na bolsa de valores. Da noite para o dia, a companhia fundada por John McAffe com pouco investimento valia US$ 80 milhões. Seu nome estava garantindo entre os grandes da indústria tecnológica nos anos 90.

McAfee: armado e perigoso (Fonte da imagem: Reprodução/Wired)

Anos 2000: o começo do fim
Depois de quase duas décadas mantendo a sua empresa entre as gigantes do mercado de software, McAfee parece ter tido uma nova recaída. Um ano antes de a McAfee Associates ser vendida para a Intel – que pagou cerca de US$ 7,7 bilhões pela companhia –, o executivo decidiu vender praticamente tudo o que tinha.

Assim, ele deu adeus aos seus carros luxuosos, às mansões que mantinha em diversas localidades nos EUA, como Hawaii, Texas, Novo México e Colorado, e até mesmo seu jato particular. De maneira surpreendente, decidiu comprar um grande terreno em meio a uma floresta de Belize, um pequeno país da América Central, e lá se refugiou em um bangalô sem acesso à internet.

Depois de conhecer a microbiologista Allison Adonizio, que fazia pesquisa com antibióticos, McAfee teve um surto. Se antes ele havia conseguido eliminar vírus virtuais, por que não conseguiria também eliminar os vírus reais? Assim, construiu um laboratório completo para Allison, que vendeu tudo o que tinha e firmou uma sociedade com ele.

(Fonte da imagem: Reprodução/Engadget)

Andando por caminhos tortuosos

Enquanto Allison se ocupava com as pesquisas, McAfee tratava de negócios e caminhava por becos e ruas sujas de Belize tirando fotos dos habitantes locais. Em um bordel chamado Lover’s, o dono apresentou a ele Amy Emshwiller, uma menina de apenas 16 anos. Menos de 30 dias depois os dois já dormiam juntos.

O detalhe é que McAfee já morava com uma mulher, que não gostou nada de ver uma nova companheira em sua casa, deixando John um mês depois. Em um relacionamento conturbado, após 30 dias a jovem Amy tentou matar McAfee, mas desistiu na hora de puxar o gatilho de uma arma. Ele então decidiu que ambos não iriam mais morar juntos, mas construiu para ela uma casa no perigoso bairro onde a jovem nasceu.

Ciente dos perigos, McAfee resolveu equipar os policiais da região com armamento pesado, munição e veículos. Não satisfeito, ele mesmo colocou uma pistola na cintura e foi às ruas conversar com traficantes. Para muitos oferecia TVs de LED em troca da promessa de que eles largariam o tráfico.

(Fonte da imagem: Reprodução/ArsTechnica)

Justiceiro excêntrico

O final de 2012 marcou o término, ao menos por enquanto, de sua aventura em Belize. McAfee armou um exército particular e decidiu que ele mesmo iria mexer com química em seu laboratório particular. Embora tenha dito que estava pesquisando antibióticos, a suspeita é de que ele estivesse produzindo metanfetamina, substância controlada e que pode provocar alucinações.

No local onde mora, ele criou uma fábrica de cigarros, uma companhia de distribuição de café e um serviço de táxi marítimo. No ano passado, o governo de Belize o acusou de montar um exército privado e traficar drogas na região. Uma força de elite local, chamada Belize Gang Supression Unit, treinada pelo FBI, invadiu a sua casa e encontrou munição pesada e muitas garrafas de substâncias químicas desconhecidas.

Solto mediante fiança, ele voltou para o seu bangalô onde morava com cinco mulheres, todas com idades entre 17 e 20 anos. Em novembro, passou a ser procurado pela polícia local sob a suspeita de ter assassinado o seu vizinho. Foragido, McAfee foi preso na Guatemala no mês de dezembro e deportado para os Estados Unidos no início deste ano.

Amy Emshwiller, a menor de idade por quem McAfee virou um justiceiro. (Fonte da imagem: Reprodução/Wired)

Futuro incerto

Aos 66 anos, não se sabe o que McAfee fará de sua vida agora que está de volta aos Estados Unidos. Embora diga que luta contra as drogas, as autoridades já confirmaram conversas dele online em que oferece entorpecentes para amigos e conhecidos. Ele diz também se preocupar com a lei, mas entre os motivos de sua saída dos EUA está um caso jurídico não esclarecido, envolvendo a morte de um aluno em sua escola de voo.

Para a polícia, ele é um homem perigoso que se tornou um dos chefes de um cartel de drogas na América Central. Para outros, que tiveram contato com ele nos últimos anos, McAfee é um homem problemático, que perdeu contato com a realidade e insistentemente tenta convencer os outros dos seus delírios.

Em seu blog oficial, McAfee alimenta histórias sobre a sua personalidade que parecem difíceis de ser verdade. Uma das alegações, por exemplo, é a de que ele é o líder de um grupo de espiões que descobriu uma célula terrorista do Hezbollah em plena América Central. O fato nunca foi confirmado, mas ele não parece se importar muito com isso. Gênio ou vilão, McAfee tem tudo para se tornar um novo “Scarface” nas telas de Hollywood.




Fonte: Who Is McAfee, ArsTechnica, Wired, Gizmodo


Desenvolvedores do projeto buscam facilitar a vida e aumentar a segurança dos ciclistas


 Quem anda de bicicleta por lazer ou por opção sabe bem os cuidados que é preciso ter para que o seu veículo esteja no mesmo lugar em que você deixou horas antes. No entanto, muitas vezes, nem correntes e cadeados são capazes de inibir o furto.

Pensando em contribuir com a segurança dos ciclistas, os designers Lee Sang Hwa, Kim Jin Ho e Yeo Min Gu desenvolveram a bicicleta Saddle Lock. Como o próprio nome já diz, o diferencial do modelo está no banco, que vem equipado por uma trava acionada por senha.

O design do banco conta com um corte especial para que ele possa ser encaixado e travado sobre a roda. Para acionar o sistema de travamento, basta apertar um botão, dobrar o banco e prendê-lo na roda traseira, dispensando qualquer outro acessório. Na hora de liberar a bike, é só inserir a senha numérica, retornar o banco ao lugar e sair pedalando. Tudo de maneira muito prática e rápida!

Por seu design diferente e funcional, a bicicleta Saddle Lock ganhou o prêmio de melhor conceito no Red Dot Award 2012.

POR FABRIZIA RIBEIRO

Apesar da queda nas ações, companhia ainda tem uma quantia considerável de dinheiro para investir em novos produtos ou adquirir empresas
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Por Wikerson Landim em 26 de Janeiro de 2013





Mesmo tendo perdido o posto de “companhia mais valiosa do mundo” – a Exxon Mobil é a nova líder –, a Apple ainda tem uma boa “gordura” para queimar nos próximos anos, caso as coisas continuem a dar errado. A empresa que em outubro do ano passado estava avaliada em US$ 622 bilhões, hoje não passa de US$ 412,7 bilhões.

Segundo uma análise publicada nesta semana pela Benzinga, a empresa liderada por Tim Cook tem em caixa hoje nada menos do que US$ 137 bilhões. Apenas a título de curiosidade, esse valor seria suficiente, por exemplo, para comprar companhias como a Visa, avaliada em US$ 106 bilhões, a Qualcomm, avaliada em US$ 110 bilhões, ou a Intel, avaliada em US$ 104 bilhões.

O valor de mercado hoje das suas principais concorrentes já é de um pouco mais da metade do valor da empresa da Maçã. A Google está avaliada em US$ 247 bilhões, a Microsoft vale US$ 233 bilhões e a Samsung tem valor de mercado estimado em US$ 230 bilhões.




Fonte: Benzinga

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