Nos Siga no Mastodon Mundo MS

mund ms.com

O conhecimento é fascinante!

Escolha a categoria

Pouco tempo antes do lançamento da versão Consumer Preview do Windows 8, a Microsoft divulgou que o botão Iniciar seria removido definitivamente do sistema, dando lugar a Start Screen. A alteração causou muita polêmica e surgiram especulações de que a Microsoft voltaria atrás, colocando o tradicional botão novamente nas versões definitivas doWindows 8. Mas ao que tudo indica, a Microsoft não voltará atrás.

        No Windows 8, botão Iniciar dá lugar à Start Screen (Foto: Reprodução)

Reller disse que a Microsoft pretende oferecer tutoriais para os primeiros momentos do consumidor junto ao novo sistema. Nestes passo a passo estarão dicas de como interagir com a nova interface Metro usando atalhos de teclado e combinações de movimento via mouse. Segundo Reller, “a ideia é orientar os consumidores em um novo sistema operacional para que eles não fiquem perdidos no primeiro encontro com o produto”.

Embora a Microsoft ignore a opinião de boa parte dos usuários, no que se refere ao botão Iniciar, algumas alternativas já estão disponíveis na Internet. Desenvolvedores independentes, por exemplo, criaram formas de trazer o botão Iniciar ao Windows 8.

Via Neowin e The Seattle Times

A partir desta terça-feira (3) a Vivo vai inaugurar sua rede HSPA+ ao público, com velocidades até três vezes mais rápidas que o atual 3G. Conhecido como 3G+ (3GPlus), a oferta valerá para todas as cidades que já tenham cobertura 3G da operadora.

Vivo inaugura sua rede HSPA+ ao público (Foto: Allan Melo/TechTudo)

A velocidade prometida pela Vivo, durante o anúncio, prevê velocidades (em condições boas, sem a rede estar sobrecarregada) entre 3Mbps e 6Mbps, com picos de até 7Mbps.

Serão feitas duas frentes de venda para este serviço. O primeiro, para smartphones, tem três novos planos com franquias de dados maiores: 500 MB, 750 MB e 2 GB. Com o plano de minutos, haverá ofertas a partir de R$ 99.

Nos planos mais baratos do 3G+, o pacote de 60 minutos e 500 MB custará R$ 99; 100 minutos com 750 MB por R$ 129; 200 minutos com 1 GB custará R$ 189; e 400 minutos com 2 GB, R$ 269.

"Um plano normal de smartphone, mais barato, com 60 minutos e 250 MB em 3G, o cliente pagará 84 reais. Com o novo plano, agora o cliente terá uma franquia de 500 MB e velocidade de 3G+ por mais R$ 15", disse o diretor executivo de Marketing da Vivo, Daniel Cardoso.

A segunda oferta valerá para a Internet móvel para tablets e modems 3G, por meio do plano Vivo Internet Brasil 10GB. Não haverá acréscimo no valor original deste pacote. Além disso, os clientes Vivo que já assinam este plano terão um upgrade automático na velocidade, de 3G para 3G+, sem custo.

COMPARATIVO DOS PLANOS (PLANO VIVO SMARTPHONE ILIMITADO)Minutos + tráfego no 3G
Minutos + tráfego no 3G+ (HSPA+)

60 minutos / 250 MB - R$ 84                 60 minutos / 500 MB - R$ 99
100 minutos / 250 MB - R$ 114             100 minutos / 750 MB - R$ 129
200 minutos / 500 MB - R$ 169             200 minutos / 1 GB - R$ 189
400 minutos / 500 MB - R$ 239             400 minutos / 2 GB - R$ 269


* Preços com base na tabela de planos "Local Ilimitado + Internet à vontade" do Rio de Janeiro. Pode haver diferenças de valores em outros estados.


Vale lembrar que para utilizar o 3G+ é necessário ter um smartphone, tablet ou modem 3G com suporte a tecnologia HSPA+. Hoje, aparelhos como o iPhone 3GS, e até Androids e Symbians mais baratos, dão suporte a esta tecnologia. Confira as especificações do seu telefone antes de fazer umupgrade no plano.

Para aderir aos novos planos, os clientes Vivo podem ligar para a Central de Atendimento Vivo pelo telefone *8486 (de um celular Vivo), 1058 (de qualquer telefone), ou pelas lojas da operadora.

A Vivo também declarou que as ofertas de planos 3G continuarão normalmente, sem alteração nos valores. A rede 3G+ já estava disponível a clientes Vivo de São Paulo, mas apenas em planos para modems móveis.


Nota de esclarecimento: Os telefones listados na matéria possuem suporte a nova tecnologia pois são capazes de usufruir de um aumento real na velocidade de transferência de dados (nos testes, durante a coletiva de imprensa, o iPhone 3GS chegou a exibir velocidades médias de 3Mbps, ao contrário do usual 1Mbps). No entanto, esses modelos não são capazes de usufruir a tecnologia HSPA+ em sua totalidade, com taxas de 7Mbps (em laboratório, disseram que a velocidade chega ao limite de 21Mbps). Apenas telefones como o Galaxy Note e o iPhone 4S usam a rede com todo o seu potencial.

Vivi Seixas tinha oito anos quando seu pai, Raul Seixas, morreu vítima do consumo excessivo de álcool em agosto de 1989.

"Tenho lembranças lindas dele me ensinando sobre Elvis Presley e tocando para eu cantar", conta em entrevista ao "Guia".

Sobre Paulo Coelho, a filha caçula do "maluco beleza" diz que, "diferentemente do que as pessoas pensam, ele nunca foi amigo do meu pai, e, sim, parceiro musical" (leia abaixo a entrevista).

Prestes a completar 31 anos, Vivi é uma das mais de 50 personagens que deram seus depoimentos para compor o documentário "Raul, O Início, O Fim e o Meio", dirigido por Walter Carvalho.

"O filme é bom, porém, assim como meu pai, tem defeitos. A decadência e a morte dele ganharam um tom pesado e que resvala no 'pieguismo'", diz a atual DJ, que segue os passos do pai na música, influenciada pela forma com que ele mesclava vários estilos.

"Gosto de misturar as vertentes da house music, sem ficar presa em uma só. Preparei um set com algumas músicas como 'Mosca na Sopa', 'Carimbador Maluco' e 'Rock das Aranhas'. Todas com uma pegada mais moderna".

Além de Vivi e das outras duas filhas de Raul, amigos e parceiros --como Caetano Veloso, Marcelo Nova, Tom Zé e Paulo Coelho-- e quatro grandes companheiras também participam do filme, com declarações que ajudam a apresentar uma imagem da lenda do rock nacional.



ABAIXO, LEIA O BATE-PAPO COM VIVI SEIXAS:

Divulgação


Lenda do rock nacional Raul Seixas e sua filha caçula Vivi Seixas, que adorava a barba do pai quando criança
Lenda do rock Raul Seixas e sua filha caçula Vivi Seixas (foto), que adorava a barba do pai quando criança


Guia Folha - Qual sua avaliação sobre o documentário?
Vivi Seixas - O filme é bom, porém, assim como meu pai, tem defeitos. Com mais de duas horas de duração, o documentário ficou excessivamente longo. A decadência e morte dele ganharam um tom pesado e que resvala no "pieguismo" --o diretor leva a empregada Dalva a revisitar o apartamento onde ele faleceu. Na verdade, ele priorizou diversas cenas com esse caráter mais subjetivo, como a dança de Elvis Presley feita por um amigo de infância de Raul ou quando vemos, por exemplo, o ator Daniel de Oliveira revelando que seu filho se chama Raul, ou até quando o jornalista Pedro Bial canta uma das músicas do ídolo.

Abordou fielmente a vida do seu pai?
A obra de Raul é maior do que caberia em apenas um filme. Há mais a ser falado, mostrado... Principalmente, em relação à criação musical.

Qual a parte que mais te emociona ou te marca no filme?
A parte final me fez lembrar quando eu estive em São Paulo no apartamento da rua Frei Caneca, três meses antes da morte dele. Fomos juntos a uma padaria pela manhã, juntos, e chorei quando ele pediu um chope. Mesmo sem saber exatamente da sua doença, eu pressenti que alguma coisa estava muito errada.

Ainda tem contato com amigos e parceiros de seu pai, como Paulo Coelho?Paulo Coelho, diferentemente do que as pessoas pensam, nunca foi amigo do meu pai, e, sim, parceiro musical. Como o próprio Paulo já declarou, eram "inimigos íntimos". Mantenho contato, sim, com os amigos Rick Ferreira, Claudio Roberto, Sylvio Passos e Marcelo Nova.

Qual a música de seu pai que você mais gosta?
"Ângela" e "Lua Cheia": duas músicas que ele compôs pra Kika, minha mãe. Ela foi realmente a grande paixão do meu pai e a única que trabalhou sua obra durante todos esses anos. Pena que ela não suportou as crises de alcoolismo dele. Eu tinha 5 anos, e ele ficava constantemente internado.

O Raul tem essa fama de doido, maluco beleza. Mas como ele era em casa? Como era seu relacionamento com ele?
Diferente da fama era uma pessoa extremamente educada, caseira e amorosa. Tenho lembranças lindas dele me ensinando sobre Elvis Presley e tocando para eu cantar.

Quando ele morreu você era pequena. Como foi assimilar a perda?
Como para qualquer criança, foi difícil para mim, mas o que me ajudou muito --e ajuda até hoje-- é ter a voz dele para eu escutar quando quiser. Isso ameniza muito a saudade.

Em relação à sua profissão: como começou? Vai tocar em alguma casa em SP? Quais os planos?
Depois de muitos anos me questionando, em 2004, resolvi assumir o meu lado musical, completamente diferente do meu pai. A house music é a minha forma de expressão. Mas nenhuma festa marcada em São Paulo. Mas adoraria tocar no D- Edge [clube da zona oeste de São Paulo].

A música de seu pai influencia no seu trabalho de DJ?
Como homenagem a Raul, preparei um set com algumas músicas como "Mosca na Sopa", "Carimbador Maluco" e "Rock das Aranhas". Todas com uma pegada mais moderna. O que me influencia é a forma que meu pai tinha de misturar vários estilos. Do baião ao tango, do rap ao forró. Gosto de misturar as vertentes da house music, sem ficar presa em uma só.

Ouça o trabalho de Vivi Seixas e as versões "metamorfoseadas" no MySpace.


ASSISTA AO TRAILER DE "RAUL, O INÍCIO, O FIM E O MEIO":




Por Redação Link

SÃO PAULO – As piadas de 1º de abril do Google são um hábito anual da empresa, que se dedica a criar as ideias mais estranhas da internet. Veja as bricadeiras deste ano:

Coleção do YouTube em DVD:

Barra de cereais do Google:

Gmail em código Morse:

Google Maps em 8-bit para o Nintendinho

Modo multitarefa do Chrome coloca dois mouses na tela:

Google vai desenvolver carros de corrida para a Nascar que dirigem sozinhos
Modo de busca “realmente avançado” 

Para você buscar “palavras quase, mas não inteiramente diferentes” da que você procura, “gírias que rimam com”; e reduzir os resultados de acordo com a tipologia, com a imagem de fundo e que serão atualizadas nas “próximas 24 horas”, entre outras opções.



Google vai usar cangurus para mapear o interior da Austrália no Street View
Google Analytics agora vai detectar o tráfego de fora da Terra 


Programa do Google ajuda a adaptar sites aos telefones com tecla giratória




BBC Brasil
"Inundação em Veneza"

Medições mais recentes feitas por meio de imagens de satélite mostram que Veneza continua a afundar, embora a uma lenta velocidade de 2 milímetros por ano.

A famosa cidade dos canais, localizada no nordeste da Itália, registrou um afundamento significativo no último século devido à constante extração de água subterrânea.

A prática foi interrompida e estudos realizados na década passada mostraram que a tendência havia sido revertida.

No entanto, pesquisas recentes conduzidas por uma equipe dos Estados Unidos e da Itália revelaram que a cidade ainda está afundando, e até mesmo se inclinando levemente para o leste.

Outro fator levado em consideração foi o aumento do nível das águas da Lagoa Veneziana em cerca de 2 milímetros por ano, o que faz com que, no total, o aumento do nível do mar em relação à cidade seja de 4 milímetros por ano.

Planejamento

Veneza já é regularmente atingida por inundações. Tais enchentes, no entanto, devem passar a ser controladas com maior eficiência após a instalação de um novo sistema de barreiras cuja construção deve ser finalizada em 2014.

De acordo com Yehuda Bock, da equipe de cientistas do Instituto de Oceanografia Scripps, da Califórnia, o grande benefício trazido pelas novas informações será o impacto na maneira com a qual o governo poderá se planejar para defender a cidade.

'Trata-se de dados cruciais que eles precisam lever em consideração', avalia.

O cientista atuou na pesquisa em Veneza ao lado de colegas da Universidade de Miami e da empresa italiana Tele-Rilevamento Europa, especializada em medições de movimento sísmico por meio de sensores espaciais.

Como ferramentas, a equipe utilizou uma combinação de GPS e radares de satélite para mapear como Veneza e a lagoa vêm se movendo ao longo do tempo.

Receptores de GPS científicos podem mostrar movimento com bastante precisão de detalhes. Tais dados são então usados para 'localizar' as mudanças relativas de altura em diferentes pontos da região descritos por meio de imagens de radar.

'O GPS fornece o movimento absoluto em relação à Terra, o que é importante para medir o afundamento. Já o radar basicamente nos mostra como pontos em uma região de movem com relação uns aos outros. Colocando os dois lado a lado, obtemos milhares de pontos no solo que estão ligados a um ponto de referência absoluto', explica Bock.

Tendência

A análise indicou que durante a primeira década do século 21 a cidade estava afundando a uma taxa média de 1 a 2 milímetros por ano, e na Lagoa Veneziana alguns pontos chegaram a afundar entre 3 e 4 milímetros por ano.

Ninguém pode realmente afirmar como esta tendência deve se comportar no futuro, mas se as taxas atuais de afundamento da cidade e de elevação do nível do mar se mantiverem, Veneza poderá afundar até 80 milímetros em relação à altura média da água na lagoa nos próximos 20 anos.

No entanto, o novo sistema de barreiras deverá conseguir enfrentar esse problema.

No longo prazo, Veneza sempre estará vulnerável a problemas, segundo a equipe de Bock. Processos geológicos em grande escala estão pressionando o terreno sobre o qual está a cidade.

'Veneza está sempre se movendo', disse Bock à BBC.

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil

Brasília - O Brasil chega aos 30 anos de uso da energia nuclear com recorde de produção de 15,644 milhões de megawatts-hora (MWh), registrado no ano passado, e a possibilidade de, com a conclusão de Angra 3, em 2016, ter 60% do consumo de energia elétrica do estado do Rio de Janeiro abastecido pela fonte nuclear. Hoje, as duas usinas nucleares em funcionamento no país, Angra 1 e Angra 2, geram o equivalente a 30% do que é consumido no estado.

Na avaliação do presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro, o uso da fonte nuclear para geração de energia trouxe ao país maturidade tecnológica na área, abrindo o campo de trabalho e colaborando para a formação de engenheiros nucleares de padrão internacional. 'A principal vantagem que tivemos foi o aprendizado', avaliou.

Para Othon Pinheiro, hoje, não se pode prescindir da fonte nuclear de energia que, na sua opinião, não pode ser descartada da matriz energética nacional. 'É muito importante na geração de eletricidade, porque nós temos, hoje, no Brasil, 80% da população vivendo nas cidades. A sustentabilidade das cidades passa pela energia elétrica, da forma mais econômica e racional possível'.

Ele, inclusive, refuta o posicionamento de ambientalistas, que fazem oposição ao uso da energia nuclear, defendendo que, 'se tratada de forma adequada, é uma fonte de energia limpa e não deve ser descartada da matriz energética nacional'.

Othon Pinheiro lembrou da característica estratégica da energia nuclear, por ser opção em caso de problemas na oferta de energia elétrica devido a questões climáticas, já que a matriz energética é majoritariamente hidrelétrica. 'Precisamos da [fonte de energia] eólica, da solar. Seria bom se elas trabalhassem sozinhas. Mas a gente precisa das térmicas, para acionar em casa de problema da natureza. Energia é como ação [da Bolsa de Valores]. Por melhor que seja, a gente tem que comprar uma cesta de papéis para garantia do investimento'. Para o presidente da Eletronuclear, o país não pode descartar nenhuma fonte de energia renovável.

Ele defende a geração de energia nuclear por considerá-la de baixo impacto ambiental e por questões de custo. Pinheiro ressalta que, dentre as térmicas, como as que produzem energia a partir do carvão, óleo combustível ou gás, a usina nuclear é a que tem menos custo. Além disso, ele lembra que o Brasil tem uma grande reserva de urânio, sendo 'falta de imaginação' não aproveitar esse potencial.

Angra 1, a primeira usina nuclear a entrar em funcionamento no país, foi interligada ao sistema elétrico nacional no dia 1º de abril de 1982. E, mesmo contestando a real necessidade do Brasil lançar mão dessa fonte de energia tão controversa, o físico Luiz Pinguelli Rosa, ex-presidente da Eletrobras, acredita que a geração de energia nuclear constitui um fato histórico. 'A gente não pode se arrepender da história. Ela é como é', disse Pinguelli à Agência Brasil.

Diretor da Coordenação de Programas de Pós-Graduação de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, Pinguelli, no entanto, enfatiza que geração de energia a partir da fonte nuclear não pode ser vista como imprescindível para o país. Para ele, a energia produzida pelas usinas Angra 1 e 2 poderia ser compensada por outras fontes de energia renováveis. 'Por hidrelétricas mesmo. Até agora, não haveria problema'.

Ele relembra o acordo nuclear bilateral, firmado entre o Brasil e a Alemanha, em 1975, que previa a construção de oito reatores, definindo que nem tudo correu bem em relação à energia nuclear no Brasil. 'Acho que o acordo com a Alemanha foi malsucedido do ponto de vista brasileiro'. Os custos elevados e as seguidas crises econômicas fizeram, no entanto, com que apenas duas usinas fossem construídas no país até agora.

Pinguelli, por outro lado, concorda com Othon Pinheiro sobre o ganho tecnológico que a geração nuclear propiciou ao Brasil, embora a um custo muito elevado. 'Criou-se uma competência na engenharia nuclear. Os dois reatores que o Brasil tem funcionando têm boa performance técnica'. O físico destacou, ainda, como avanço tecnológico o aprendizado relativo ao enriquecimento do urânio. 'Acho que esse é o ponto, tecnologicamente, mais elevado, promovido pela Marinha de Guerra'.

Edição: Lana Cristina

Agência Brasil - Todos os direitos reservados.


Atenas aderiu à Hora do Planeta
Foto: Reuters


Cidades em todo o mundo desligaram luzes durante sessenta minutos neste sábado para a Hora do Planeta. O evento, criado pela ONG ambientalista WWF, ocorreu às 20h30 no horário local de cada país.

Na Austrália, onde a campanha contra a poluição causada por combustíveis fósseis foi concebida, o famoso porto da cidade ficou no escuro. De acordo com os organizadores, o evento já quebrou recordes de adesão no sudeste da Ásia. Na China, monumentos como a Grande Muralha e o estádio Ninho de Pássaro, criado para a Olimpíada de Pequim em 2008, tiveram as luzes apagadas.

De acordo com a embaixada dos Estados Unidos em Seul, na Coreia do Sul, mais de 74 mil edifícios apagaram as luzes. Em 2011, mais de 5 mil cidades participaram da campanha, criada em 2007 pela WWF. Este ano, Líbia e Iraque também se juntam ao evento.

O correspondente da BBC em Sidney, Phil Mercer, diz que astronautas da Estação Espacial Internacional afirmaram que também apagariam as luzes durante uma hora.

Segundo a WWF, 131 cidades brasileiras aderiram oficialmente ao evento em 2012, incluindo 27 capitais. Horas antes, a diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, fez um comunicado aos participantes da campanha em todo o mundo, dizendo que a Hora do Planeta é "uma oportunidade para mostrar comprometimento e um momento de reflexão sobre o planeta.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, afirmou em um comunicado em vídeo que a ONU participaria do evento e que "desligar as luzes é um símbolo de compromisso com a energia sustentável para todos".

Ele também pediu a adesão de governos e organizações. "Precisamos alimentar nosso futuro com energia limpa, eficiente e acessível. Agindo juntos, podemos criar um futuro mais brilhante", disse.

Em seu perfil no Twitter, o ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela também manifestou apoio à campanha.

Críticos dizem que a campanha é ineficiente contra o uso de combustíveis fósseis, já que concentra esforços em uma ação pontual. A WWF, no entanto, diz que a Hora do Planeta é um ato simbólico que ajuda à reflexão e à conscientização sobre as mudanças climáticas.

Apagar as luzes é símbolo de luta pelo planeta, diz participante


Ponte Estaiada Octávio Frias de Oliveira, em São Paulo, é vista com as luzes apagadas durante a Hora do Planeta de 2011
Foto: Thiago Teixeira/Agência Estado



Acender as velas e servir um prato especial. Essa é a programação para o sábado do jornalista ambiental Rogério Luiz Silva, que vai participar da Hora do Planeta pela terceira vez. Para o capixaba, o ato de apagar as luzes por uma hora é uma celebração. "É a hora em que podemos reforçar nosso vínculo com o planeta", diz.

Neste sábado, 31, a World Wildlife Fund (WWF) - promove a Hora do Planeta 2012. O movimento propõe que as pessoas apaguem as luzes durante 60 minutos - das 20h30min às 21h30min - não para economizar energia, mas com o objetivo de chamar atenção para causas em prol do planeta Terra. A ação ocorre há 5 anos em cerca de 135 países.

Morador de um prédio em Vila Velha no Espírito Santo, Rogério conta que, desde que aderiu à causa proposta do WWF, divulga a ação no meio jornalístico e durante as aulas de educação ambiental que ministra para alunos do ensino fundamental e médio. No entanto, diz lamentar a baixa adesão que percebe no prédio em que mora. "Nossa sociedade é amplamente ligada à eletricidade. Para algumas pessoas é muito difícil desligar a televisão ou outro aparelho eletrônico. A juventude sempre está conectada, talvez por isso seja tão difícil chegar até eles", afirma.

Ainda assim, o jornalista acredita que as luzes apagadas durante uma hora são o símbolo de uma luta pelo planeta. "Muitos acham que esse pouco nada vale, mas acredito que, se cada um fizer a sua parte, podemos fazer um mundo melhor. Sempre digo que as pessoas parecem estar conectadas a um fio de eletricidade invisível, como se nunca pudessem ser desligadas. Isso precisa ser diferente", diz.

Para Rogério, a Hora do Planeta é um momento para repensar não apenas o uso de energia, mas todos os problemas ambientais. No sábado, ele promete fazer um jantar romântico para a esposa. À luz de velas, a ocasião vai celebrar a conexão do casal com o planeta, além de fortalecer laços muitas vezes perdidos por conta da agitação do dia a dia. "Vou passar o dia me preparando para isso. Quando chegar a hora, sentaremos à mesa. O clima vai parecer com a época em que não havia eletricidade, quando o consumismo não era tão grande e o contato das pessoas era constante", diz.

À luz de velas também no hotel
O Word Trade Center São Paulo (WTC_SP) também se prepara para os 60 minutos sem energia elétrica. Composto pela Torre de Escritórios, Sheraton São Paulo WTC Hotel, D&D Shopping, WTC Convention Center e WTC Business Club, o complexo participa da iniciativa apagando as luzes das fachadas e áreas públicas.

Segundo o gerente de propriedades da Jones Lang LaSalle no WTC-SP, Maurício Savassa, os hóspedes do hotel Sheraton também serão convidados a participar de um jantar à luz de velas. "Desligamos a iluminação da fachada, do hall de elevadores e iluminação de áreas comuns. Convidamos as pessoas a fazerem o mesmo na área privativa. Desde 2008, temos tido perto de 100% de adesão", conta.

No sábado, todos os funcionários vão usar bottons comemorativos ao evento. Na Torre de Escritórios, serão distribuídas lanternas de dínamo, que não utilizam baterias poluidoras. Essa é uma ação voltada à reflexão sobre o meio ambiente. "Buscamos motivar a compreensão sobre a importância de se pensar sobre as mudanças climáticas, o aquecimento global e ações mais sustentáveis", diz. Essa é a quarta vez que o complexo participa da iniciativa. Além das ações internas, as mídias sociais do WTC-SP estarão adaptadas à temática da Hora do Planeta.



Cidades brasileiras participam da Hora do Planeta


Rio adere à Hora do Planeta, apagando as luzes de monumentos como o Cristo Redentor



O Monumento às Bandeiras, em São Paulo, apagou suas luzes para a Hora do Planeta



O Monumento às Bandeiras, em São Paulo, com as luzes acesas antes da Hora do Planeta



O Obelisco de São Paulo, no Parque Ibirapuera, antes de apagar as luzes para a Hora do Planeta



O Obelisco de São Paulo se manteve no escuro por sessenta minutos para a Hora do Planeta



Ponte Estaiada, em São Paulo, com suas luzes apagadas



Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, também apagou as luzes por sessenta minutos neste sábado



A cidade de Salvador, na Bahia, também participou do ato simbólico



Farol da Barra em Salvador, na Bahia, foi um dos monumentos que teve suas luzes apagadas na Hora do Planeta



As luzes da ponte Hercílio Luz, principal cartão postal de Florianópolis, foram apagadas na noite deste sábado, 31 de março, durante a Hora do Planeta



Foi a quarta vez que a capital catarinense aderiu ao movimento para alertar sobre o aquecimento global e os problemas ambientais



Além da ponte, a centenária figueira da Praça XV, no centro da cidade, e o monumento Sesquicentenário da Polícia Militar também tiveram as luzes apagadas



Além de Florianópolis, São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, outras capitais brasileiras aderiram ao movimento neste sábado





Modelo lembra MacBook Air da Apple mas não incorpora idéias e recursos interessantes para sua categoria
Foto: Mário Nagano/ZTOP





A Dell - sem fazer muito barulho e indo direto aos finalmentes - trouxe para o Brasil o seu primeiro modelo ultrabook: o Dell XPS 13 Ultrabook. O modelo vai ser lançado oficialmente no dia 2 de abril.

Como o próprio nome sugere, o XPS 13 Ultrabook é um modelo leve e fino equipado com uma tela LCD/LED de 13,3 polegadas cujo visual lembra vagamente o Asus Zenbook UX31 que, por sua vez lembra mais ainda o MacBook Air da Apple. De qualquer modo, é injusto chamar o XPS 13 de "cópia", já que ele incorpora idéias e recursos bem interessantes para um portátil da sua categoria.

Kate Winslet, protagonista do filme "Titanic", disse em entrevista à MTV que sente vontade de vomitar quando ouve a música de Celine Dion "My Heart Will Go On" --que ficou famosa por integrar a trilha sonora do longa e, inclusive, ganhou o Oscar de melhor canção original em 1998

A atriz britânica disse que a música a persegue desde que o filme foi lançado, há 15 anos. "Ela me assombra", afirmou. "Eu queria poder dizer: 'Escutem! É a música da Celine Dion!'. Mas não. Eu fico ali sentada, com uma cara séria, revirando os olhos internamente", contou.

Winslet disse ainda que as pessoas gostam de surpreendê-la com a canção em hotéis, restaurantes e bares.

Recentemente, participou de um "talk-show" na Itália em que um músico tocou, no piano, o tema de sua personagem, Rose. Ela contou que pediram para ela cantar a música. "Eles falavam: 'Vá lá, vai ser engraçado!'. Não, não vai ser engraçado. Nem um pouco. Não vou cantar", disse.

Segundo Winslet, a música não é a única coisa a persegui-la. Ela afirmou que ouve piadas sobre o "Titanic" toda vez que sobe em um barco. "Eu já aviso: 'Se você tem alguma piada, conte-a agora e vamos seguir em frente'."

Paul Hackett/Reuters 
A atriz Kate Winslet na estreia do filme "Titanic 3D", em Londres

A cantora britânica Adele, 23, faz um sacrifício e tanto para manter as madeixas volumosas.

Para conseguir manter o cabelão armado, ela chega a passar até dois meses sem lavar os fios com xampu.

"Eu só lavo com água", contou à revista "Glamour". "Ontem à noite eu passei xampu pela primeira vez em dois meses!"

A entrevista foi publicada antes da cantora ficar famosa, mas foi redescoberta agora pela "Us Magazine".


Luke MacGregor - 21.fev.12/Reuters

A cantora britânica Adele, que não lava os cabelos com xampu para mantê-los volumosos

"Pânico" (Band) e "Saturday Night Live" (RedeTV!) irão disputar a audiência de domingo à noite, mas terão pelo menos dois patrocinadores em comum.

Tanto Skol quanto Guaraná Antarctica compraram cotas de patrocínio dos dois programas, só que pagaram bem mais para ter suas marcas no programa de Sabrina Sato e companhia.

A Skol comprou a maior cota do "Pânico" por R$ 114 milhões, enquanto o Guaraná Antarctica pagou R$ 63 milhões.

Já no programa a ser comandado por Rafinha Bastos, todas as cotas foram vendidas por R$ 6,4 milhões.

Vale lembrar que esses valores são de tabela (sem descontos) e foram estabelecidos pelas próprias emissoras.

A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta sexta-feira (30).

A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.
Fotomontagem

Rafinha, do "Saturday Night Live", e Bola, do "Pânico"

A vítima de um ataque com ácido no Paquistão, Fakhra Younus, que passou por dezenas de cirurgias para tentar corrigir os danos em seu rosto cometeu suicídio em Roma, onde fazia tratamento.

A ex-dançarina de 33 anos pulou da janela do sexto andar do prédio onde morava no dia 17 de março e o corpo chegou no Paquistão para o sepultamento no domingo (25) em Karachi, reiniciando a polêmica a respeito do caso.

Fakhra foi supostamente atacada pelo marido, Bilal Khar, um ex-parlamentar paquistanês e filho de um político importante do país.

Eles foram casados durante três anos até que Fakhra o deixou, alegando abuso físico e verbal. Ela contava que tinha ido para a casa da mãe e, enquanto dormia em uma noite do ano 2000, Khar entrou na casa e teria despejado ácido em seu rosto.

Khar foi julgado e absolvido das acusações, mas muitos no Paquistão acreditam que ele usou suas ligações com o poder para poder escapar de uma condenação, algo que seria comum no Paquistão.

A morte de Fakhra ocorreu menos de um mês depois de uma cineasta paquistanesa Sharmeen Obaid-Chinoy ter conquistado o primeiro Oscar concedido ao país, o prêmio de melhor documentário de curta-metragem, com o filme de 52 minutos Saving Face, que conta justamente o drama das mulheres atacadas com ácido no Paquistão.

TERCEIRO CASAMENTO

Fakhra Younus era uma adolescente e dançarina na área de prostituição da cidade de Karachi quando conheceu o marido Bilal Khar, filho de Ghulam Mustafa Khar, ex-governador da província do Punjab.

Bilal Khar, na época com mais 30 anos, iniciou então com Fakhra seu terceiro casamento.

Em uma entrevista concedida à televisão paquistanesa logo após o suicídio de Fakhra, Khar novamente negou ter atacado a ex-mulher e sugeriu que outro homem, com o mesmo nome, teria cometido o crime. Khar também afirmou que Fakhra cometeu o suicídio porque não tinha dinheiro, e não devido aos ferimentos no rosto.

Em uma de suas últimas entrevistas, concedidas em fevereiro, Fakhra afirmou que paquistaneses poderosos tratam cidadãos comuns com brutalidade e "não sabem o quanto eles tornam dolorosa a vida dos outros".

Fakhra vivia na Itália e o governo italiano pagava pelo tratamento dela, além de dar dinheiro para que vivesse no país e pudesse manter o filho de outro relacionamento na escola.

"A parte mais triste é que ela percebeu que o sistema no Paquistão nunca iria dar alívio (a ela). Ela estava totalmente decepcionada (com o fato) de que não havia justiça para ela", disse Nayyar Shabana Kiyani, ativista da organização paquistanesa de defesa das mulheres The Aurat Foundation.

DIREITOS HUMANOS

O departamento de direitos humanos do partido paquistanês PPP também se manifestou depois do suicídio de Fakhra.

A coordenadora central do departamento, Nafisa Shah, disse ao jornal "Pakistan Observer" na terça-feira (27) que a morte de Fakhra é o reflexo do estado do sistema de Justiça criminal do Paquistão, que não identificou e nem puniu os responsáveis pelo ataque.

"Como, 12 anos depois, o principal acusado, responsável por desfigurar Fakhra Younus, está usufruindo de liberdade absoluta, é uma questão que temos que fazer", disse.

O criador e diretor da empresa de vendas on-line Amazon, Jeff Bezos, disse ter encontrado os motores de propulsão que levaram ao espaço a missão Apollo 11 --a primeira incursão do homem à Lua.

Em seu blog, Bezos diz que uma equipe de cientistas patrocinados por ele achou os cinco motores de propulsão com ajuda de técnicas avançadas de sonar. Eles estavam 4,3 mil metros abaixo da superfície do oceano Atlântico.

Bezos, que é bilionário, dedica-se à pesquisa de assuntos relacionados a missões espaciais. Ele disse ter planos para retirar pelo menos um dos motores do fundo do mar, mas não revelou nenhum detalhe sobre como eles foram achados.

Ele também não divulgou como foi comprovado que os equipamentos de fato pertencem à missão Apollo 11.

Muitos equipamentos de missões espaciais do passado estão no fundo do mar, e são difíceis de serem localizados.

Nasa - 20.jul.1969/France Presse

Foto do astronauta Edwin "Buzz" Aldrin de 20 de julho de 1969, quando a Apollo 11 e seus tripulantes chegaram à Lua


Os motores F-1 achados pela equipe de Bezos foram usados no foguete gigante Saturn V, que conduziu o módulo da Apollo 11 da Terra até o espaço. Eles queimaram por algum tempo após o lançamento e depois se desacoplaram do módulo, caindo no Atlântico.

'MARAVILHA MODERNA'

Ao anunciar a descoberta em seu site dedicado ao assunto --o bezosexpeditions.com o empresário disse que os F-1, usados originalmente em 1969, ainda são uma "maravilha moderna". Eles tinham potência de 32 milhões de cavalos de potência e consumiam quase três toneladas de combustível por segundo.

"Eu tinha cinco anos de idade quando assisti à Apollo 11 na televisão e, sem nenhuma dúvida, foi uma grande motivação em minhas paixões por ciência, engenharia e exploração", escreveu Bezos.

"Nós ainda não sabemos em que condições estes motores podem estar --eles atingiram o oceano em alta velocidade e ficaram por mais de 40 anos na água salgada. Por outro lado, eles são feitos de material resistente, então teremos que esperar para ver."

NASA

Caso consiga recuperar um dos F-1, Bezos disse que vai pedir permissão da Nasa --que ainda é proprietária dos equipamentos-- para expor o material em um museu em Seattle, a sua cidade natal.

Um porta-voz da Nasa disse que a agência espacial americana está muito "animada" com a descoberta, mas que ainda não recebeu nenhuma informação oficial por parte de Jeff Bezos.

Alguns equipamentos das missões da Apollo 11 --como o módulo principal de comando tripulado pelos astronautas Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins-- estão em exibição permanente no Museu Nacional de Ar e Espaço Smithsonian, em Washington.

O bilionário americano --criador da Amazon, uma das mais bem-sucedidas empresas da internet-- é conhecido por sua paixão por assuntos relacionados à exploração espacial. Em 2000, ele fundou uma empresa de viagem espacial, a Blue Origin, que recebeu financiamento da Nasa para desenvolver voos comerciais à órbita do planeta.

LUIZA BANDEIRA
DE SÃO PAULO
A superbactéria KPC, resistente à maior parte dos antibióticos, avançou nos hospitais desde o surto de 2010.

No Distrito Federal, principal foco das infecções naquele ano, as notificações de casos aumentaram 68% de 2010 (426) para 2011 (715). Segundo a Secretaria de Saúde do DF, 56 pessoas morreram.

No Espírito Santo, eram sete os casos confirmados em 2010. Em 2011, o número subiu para 37, nos três primeiros meses deste ano, 15. Nove pessoas morreram.

Santa Catarina tinha registrado três casos até outubro de 2010, quando, por causa do surto, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pediu aos Estados que enviassem dados sobre KPC. Depois disso, houve 43 casos e três mortes.

Como a KPC normalmente atinge pessoas com doenças graves, não é possível dizer que todas as mortes foram causadas pela superbactéria.

Outros Estados que em 2010 não tinham relatado casos à Anvisa também já têm registros. No Ceará, foram 103 casos suspeitos no ano passado. Neste ano, já há 45. Duas pessoas morreram.

Segundo a Anvisa, o primeiro caso de infecção hospitalar causada por KPC no Brasil foi registrado em 2005.

A superbactéria existe em hospitais porque nesses ambientes há uso frequente de antibióticos, o que favorece o aumento da resistência. Entre as recomendações para evitá-la estão o isolamento de pacientes infectados e o controle da higiene hospitalar.

Minas Gerais, São Paulo e Goiás também registraram casos em 2010. Em Minas, houve uma ligeira queda no números da infecção (12 em 2010, 11 em 2011).

São Paulo, que registrou 70 pessoas infectadas em 2010, não forneceu dados do ano passado. Goiás também não informou dados de 2011.
Editoria de Arte/Folhapress



PREVENÇÃO

A Secretaria de Saúde do DF afirmou que dá cursos para profissionais de hospitais. Segundo a pasta, apesar do aumento no número de casos, houve queda em alguns locais, o que mostraria que não há uma endemia.

A coordenadora de controle de infecção de Santa Catarina, Ida Zoz, disse que o treinamento de funcionários para evitar a contaminação foi reforçado e que o aumento de registros pode ter ocorrido porque a notificação dos casos foi reforçada em 2010.

Espírito Santo e Ceará também dizem que pode ter havido subnotificação antes de 2010. Segundo a Anvisa, nenhum Estado registrou surtos neste ano ou em 2011.

$ok={Aceitar!} $days={7}

O "Minha Cidade em Foco" usa cookies para melhorar sua experiência. Saber mais

MKRdezign

{facebook#http://www.facebook.com/MundoMS} {twitter#http://twitter.com/MundoMSOficial} {google-plus#http://plus.google.com/+MundoMSOficial} {pinterest#http://br.pinterest.com/MundoMS/} {youtube#http://www.youtube.com/c/MundoMSOficial} {instagram#http://www.instagram.com/mundomsoficial}

Fale com o Mundo MS

الاسم

بريد إلكتروني *

رسالة *

يتم التشغيل بواسطة Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget