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Segundo estudo, ao invés de melhorar os relacionamentos, rede social faz com que algumas pessoas ajam de maneira contraproducente e se sintam ainda mais inferiores


Estadão.com.br


Na teoria, o Facebook poderia ser ótimo para pessoas com baixa autoestima. Afinal, partilhar ajuda a melhorar seus relacionamentos. Mas na prática, pessoas com baixa autoestima parecem agir de maneira contraproducente, bombardeando seus amigos com comentários negativos sobre suas vidas e tornando-se menos agradáveis aos olhos dos outros, sugere um novo estudo que será publicado no Psychological Science.




Reprodução
Pessoas com baixa autoestima podem guardar para si os comentários negativos feitos no Facebook





"Achamos que o Facebook poderia ser um lugar para fortalecer relacionamentos", diz Amanda Forest, co-autora do estudo. Pessoas com autoestima baixa frequentemente se sentem desconfortáveis em partilhar relacionamentos cara a cara, e com a rede social podem fazer isso de forma remota.



Em um estudo, os autores perguntaram a estudantes como se sentiam com a rede social. As pessoas com baixa autoestima achavam que o Facebook fornecia oportunidades para se conectar com outras pessoas, e consideravam um lugar seguro.



Os pesquisadores investigaram o que eles realmente escreviam na rede e perguntaram pelas últimas dez atualizações e frases que eram vistas pelos demais como "fulano está chateado porque roubaram seu telefone".



Cada frase foi avaliada como positiva ou negativa. Para cada frase, um avaliador, usuário do Facebook, relatou se gostou do que a pessoa escreveu ou não.



As pessoas com baixa autoestima eram mais negativas do que aquelas com autoestima em alta - e o avaliador gostou menos delas. Numa pesquisa anterior, os autores tinham apontado que praticamente metade dos amigos do Facebook são, na verdade, estranhos ou conhecidos - não amigos próximos.



Os autores também descobriram que as pessoas com autoestima baixa conseguem mais respostas dos seus amigos quando postam comentários altamente positivos, comparados aos negativos. As pessoas com alta autoestima têm mais respostas quando escrevem itens negativos - talvez porque isso seja algo raro entre eles.



Pessoas com baixa autoestima podem se sentir seguras fazendo divulgações pessoais na rede - mas podem não estar ajudando a si próprios. "Se você está conversando com alguém pessoalmente e diz algo, você recebe indicações de que a pessoa não está gostando disso", dizem os autores. Mas quando as pessoas têm uma reação negativa a um comentário no Facebook, elas parecem guardá-la para si próprias. "No Facebook, você não vê a maior parte das reações", dizem eles.


Segundo uma revisão de 400 pesquisas, no início da década de 1990 menos de 1% da população encontrava parceiros por esse meio, já em 2005, 37% se conheceram pela rede


Estadão.com.br
A paquera pela internet já superou outras formas de encontro nos Estados Unidos e perde apenas para o encontro através de amigos, mostra uma nova pesquisa. De acordo com uma revisão de 400 estudos, no início da década de 1990 menos de 1%  da população encontrava parceiros por esse meio. Em 2005, 37% se conheceram pela rede.
Buscar uma 'alma gêmea' pode encorajar aproximações não realistas, diferente do encontro ao vivo - Petr David Josek/AP
Petr David Josek/AP
Buscar uma 'alma gêmea' pode encorajar aproximações não realistas, diferente do encontro ao vivo
"A revolução digital no romance é um benefício para os solitários, fornecendo acesso a parceiros potenciais", dizem os autores. "Os encontros virtuais são definitivamente uma guinada nos relacionamentos", diz Harry Reis, um dos coautores do estudo, da Universidade de Rochester.
Mas esses encontros têm suas armadilhas. Comparar dezenas e centenas de possíveis candidatos pode encorajar uma mentalidade na qual as pessoas se tornam extremamente julgadoras e exigentes, focando exclusivamente em uma estreita lista de critérios de atratividade ou interesse. E corresponder-se por computador por meses antes do encontro cara a cara pode criar expectativas não realistas.
Outro estudo, feito em 2010 com mais de seis mil usuários de um site de encontros, descobriu que homens olhavam três vezes mais perfis do que as mulheres. Os homens também foram aproximadamente 40% mais chance de começar um contato com uma mulher após visualizar o perfil do que elas.
Os autores alertam que enfatizar a busca por uma "alma gêmea" pode encorajar aproximações não realistas, ou destrutivas. "Essas pessoas podem querer terminar o relacionamento quando qualquer problema aparece", diz.A paquera pela internet já superou outras formas de encontro nos Estados Unidos e perde apenas para o encontro através de amigos, mostra uma nova pesquisa. De acordo com uma revisão de 400 estudos, no início dos anos 1990 menos de 1%  da população encontrava parceiros por esse meio. Em 2005, 37% se conheceram pela rede.
"A revolução digital no romance é um benefício para os solitários, fornecendo acesso a parceiros potenciais", dizem os autores. "Os encontros virtuais são definitivamente uma guinada nos relacionamentos", diz Harry Reis, um dos coautores do estudo, da Universidade de Rochester.
Mas esses encontros têm suas armadilhas. Comparar dezenas e centenas de possíveis candidatos pode encorajar uma mentalidade na qual as pessoas se tornam extremamente julgadoras e exigentes, focando exclusivamente em uma estreita lista de critérios de atratividade ou interesse. E corresponder-se por computador por meses antes do encontro cara a cara pode criar expectativas não realistas.
Outro estudo, feito em 2010 com mais de seis mil usuários de um site de encontros, descobriu que homens olhavam três vezes mais perfis do que as mulheres. Os homens também foram aproximadamente 40% mais chance de começar um contato com uma mulher após visualizar o perfil do que elas.
Os autores alertam que enfatizar a busca por uma "alma gêmea" pode encorajar aproximações não realistas, ou destrutivas. "Essas pessoas podem querer terminar o relacionamento quando qualquer problema aparece", diz. 


Por Murilo Roncolato
Irlandês que enxerga o mundo por aparelho que transforma cores em sons estará na Campus Party
Neil Harbisson deve se apresentar na Campus na quarta, 8, às 19h. FOTO: Enrique Calvo/Reuters
SÃO PAULO – A Campus Party 2012 anunciou mais um palestrante que deve pisar no palco principal do evento no Anhembi. Neil Harbisson, que fará uma palestra nesta quarta-feira, 8, é um artista britânico que usa um equipamento acoplado à cabeça que o ajuda a contornar as consequências da acromatopsia, doença rara que o faz ver tudo em preto e branco. Com o auxílio mecânico, Harbisson se tornou um ciborgue e passou a defender os direitos de ciborgues na Inglaterra.
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Harbisson tem 29 anos, nasceu na Irlanda, cresceu na Catalunha e vive hoje em Londres. Em 2004, ao lado de seu professor, designer especialista em ciberarquitetura, Adam Montandon, apresentou o Eyeborg, um aparelho que relaciona cores a frequências sonoras e permite que quem o use consiga identificar a coloração de objetos.
Em 2010, Neil fundou a Cyborg Foundation, localizada em Barcelona, que tem por objetivo atender pessoas com interesse em se tornarem ciborgues (contornando problemas mecânicos com a ajuda de aparelhos), incentivar pesquisas na área e ser uma entidade de defesa dos direitos para utilizadores da técnica.
Neil não credita a existência de um aparelho à sua condição de ciborgue, mas sim a união entre o software e seu cérebro.
O artista já esteve presente nas edições da Campus México e Equador e falará aos brasileiros em uma palestra na quarta-feira, às 19h. Para quem não estiver presente no Anhembi, será possível acompanhar a palestra pela TV online do evento, a Campus Live.
A Campus Party 2012 começou nesta segunda-feira, 6, e deve ir até o próximo domingo.


Mortos passam de 300 - 135 só na Ucrânia, o país mais afetado


Gilles Lapouge -correspondente em Paris
PARIS - Faz frio na Europa. A TV nos lembra disso dez vezes por dia. Boletins meteorológicos caem sobre nós a cada meia hora, Os mortos passam de 300 - 135 só na Ucrânia, o país mais afetado. Há aeroportos, portos e estradas fechadas por todo o continente.
Ferry navega no rio Danúbio, em Alsogod, no norte de Budapeste, Hungria - Efe
Efe
Ferry navega no rio Danúbio, em Alsogod, no norte de Budapeste, Hungria
Em Estrasburgo os termômetros registraram -10°C. Um horror! Além disso, com o vento, a sensação térmica era ainda mais baixa. Bem, retomemos nosso sangue-frio. O frio é intenso. Na Europa Oriental, na Bulgária, as temperaturas noturnas atingiram os -30°C.
Mas são coisas que acontecem. A história nos ensina. Em 1684, o Tâmisa congelou a ponto de uma feira instalar-se sobre o rio. Em 1795, a cavalaria francesa capturou a frota holandesa, que ficou encurralada no gelo.
Na minha adolescência, lembro-me de invernos tragicamente frios (-20°C, às vezes -25°C). Mas não fazíamos um drama por isso.
Íamos à faculdade, alegres como os pardais. O que não significa que éramos mais resistentes que os jovens de 2012. Simplesmente, a TV ainda não existia. Portanto ninguém dizia que estávamos congelados. E como não tínhamos imaginação, não percebíamos que estávamos congelados. E a vida era bela.
Mas voltemos aos tempos atuais. A onda de frio é desagradável, mas ela age, sobretudo, como "reveladora". O que ela nos ensina? Em primeiro lugar, que na sociedade moderna, muito mais agradável que as sociedades antigas, sem falar nas sociedades da Idade Média, os homens desaprenderam que a vida às vezes é sofrimento.
O pânico que toma conta da Europa permite avaliar a trajetória das sociedades desde o século passado. Primeira lição: as sociedades modernas estão mais bem organizadas, elas se responsabilizam por cada cidadão, mas ao mesmo tempo, e contraditoriamente, são mais frágeis. Ontem, os humanos tinham seu destino nas mãos. Faziam provisões de lenha para o inverno. E se auxiliavam mutuamente. Hoje, cada indivíduo está muito mais só do que ontem, e no entanto, mais dependente dos outros, da sociedade.
Exemplo: quando os caminhos estão bloqueados por causa do gelo, um vilarejo inteiro fica à beira de um ataque de nervos. No passado, esse mesmo vilarejo era autossuficiente.
O frio tem um outro mérito. Ele nos revela outra coisa. O que ele nos ensina? Que em Paris, Sófia, Varsóvia, há seres humanos que morrem quando o termômetro cai abaixo de zero, porque eles não têm uma casa.
Em tempos normais, quando faz calor, esses milhões de mendigos, sem-teto, estendem a mão para os transeuntes para ter o direito de não morrer. Mas quando o gelo está presente, eles morrem. Essa é a pedagogia do gelo, da neve: ela ensina aos dirigentes que num país tão rico como a França, pelo menos 3 milhões de pessoas não têm onde se alojar. / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO



'Beatles: História, Arte e Legado' pretende analisar a influência da banda na sociedade



estadão.com.br


SÃO PAULO - A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC) abriu inscrições para um curso de extensão sobre a história e carreira dos Beatles. Intitulado "Beatles: História, Arte e Legado", o curso faz parte do Departamento de Letras da Universidade.



Divulgação


Aulas serão ministradas na Unidade Gávea, no Rio


Segundo informações do site oficial da PUC, o curso "pretende abordar, por intermédio de relatos e análises de épocas, toda a história, a evolução artística e a influência cultural e midiática do conjunto na vida da sociedade pós-moderna"

As aulas serão ministradas na Unidade Gávea, entre os dias 4 de abril e 27 de junho, todas as quartas, das 19h às 22h. A inscrição no curso é livre, mas possui vagas limitadas.

Maiores informações sobre matrículas e valores da mensalidade estão disponíveis na página do curso no site da PUC-Rio.

Em 2011, a canadense Mary-Lu Zahalan Kennedy tornou-se a primeira pessoa do mundo graduada em um mestrado sobre o quarteto de Liverpool. O curso "Beatles, Música Popular e Sociedade", oferecido pela Universidade de Hope Liverpool, aborda o impacto que a banda proporcionou sobre aspectos culturais, musicais e até comportamentais de toda a sociedade.





O competidor não resistiu e morreu depois da prova . Foto: AFP
O competidor não resistiu e morreu depois da prova
Foto: AFP




Um maratonista de 26 anos morreu ao cruzar a linha de chegada da meia maratona de Hong Kong, neste domingo. O atleta, que teve o nome omitido pelas autoridades, chegou a ser levado ao hospital, mas não resistiu.
Identificado apenas pelo sobrenome Lau, o maratonista caiu no chão ao cruzar a linha de chegada dos 21 km da prova. Outros competidores prestaram socorro antes do atleta ser levado para o hospital.
O evento em Hong Kong reuniu cerca de 70 mil participantes, número recorde, com a realização de três provas: A corrida de 10 km, a meia maratona e a maratona, com 42 km.
A maratona foi vencida pelo etíope Dereje Abera, em disputa muito apertada com o queniano Eliud Cheptei. Os dois completaram a prova em 2h11min27s, com ligeira vantagem para o etíope. Apenas 1s depois chegaram os quenianos Cosmas Kyeva e Julius Maisei, que também tiveram 1s de frente sobre o compatriota George Ngetich.
Na prova feminina, a vitória foi da etíope Misiker Demissie, que quebrou o recorde do percurso com o tempo de 2h30min12s e teve vantagem confortável sobre sua compatriota Shitaye Gemechu.
Também esteve presente o "maratonista mais velho do mundo". O britânico de origem indiana Fauja Singh, de 100 anos, terminou a prova de 10 km em apenas 1h34m. Porém, o feito não será oficializado pelo Livro dos Recordes, já que ele não tem um documento que comprove sua idade.
Com informações da Gazeta Esportiva


Efe




Efe/Carnegie Institution of Washington
Ilustração do planeta GJ 667Cc, que tem 4,5 vezes a massa da Terra

Uma equipe internacional de cientistas descobriu um astro que orbita na área habitável de sua estrela, a 22 anos-luz da Terra (cada ano-luz equivale a 9.460 bilhões de quilômetros), com mais possibilidades de ter água e vida que qualquer outro exoplaneta, segundo anúncio na publicação "Astrophysical Journal Letters".

Com um período orbital equivalente a 28 dias terrestres, o planeta GJ 667Cc, que tem no mínimo 4,5 vezes a massa da Terra, gira ao redor de seu sol na zona onde a temperatura não é nem quente nem fria demais para que exista água em estado líquido em sua superfície.

"Este planeta reúne as melhores condições para manter água em estado líquido e é, portanto, o melhor candidato a abrigar vida tal qual nós a conhecemos", explicou Guillem Anglada-Escudé, chefe da equipe que trabalhou na pesquisa pelo Carnegie Institution for Science, em Washington, nos Estados Unidos.

A órbita na qual está reúne as condições nas quais poderia existir água, sem necessidade de cumprir outros requisitos como acontece com alguns planetas descobertos que, por exemplo, precisariam de uma atmosfera com muitos gases estufa.

Os pesquisadores encontraram evidência de pelo menos um e possivelmente outros dois planetas orbitando a estrela GJ 667C.

O estudo indica que a estrela pertence a um sistema triplo e tem uma composição diferente do Sol, com concentração muito inferior de elementos mais pesados que o hélio como o ferro, o carbono e o silício.

Segundo os pesquisadores, isto indica que a existência de planetas habitáveis pode dar-se em uma maior variedade de ambientes do que se acreditava anteriormente.

A equipe descobriu que o sistema também poderia conter um planeta gigante de gás e outro astro maior que a Terra com um período orbital de 75 dias. No entanto, são necessárias novas observações para confirmá-lo.


Você pode nunca ter ouvido falar de Fernanda Andrade, mas, a partir desta sexta-feira (3/2), seu nome será mais conhecido tanto por aqui, sua terra natal, quanto nos EUA, onde vive desde os 11 anos. Ela é a protagonista de 'A Filha do Mal', filme de terror de baixo orçamento que tem chamado bastante atenção pela internet. Prestes a completar 28 anos, Fernanda atuou em algumas séries e filmes pequenos americanos. Definitivamente, 'A Filha do Mal' é seu maior papel até agora.
Fernanda falou com o MSN por telefone direto de Los Angeles, onde vive, sobre o terror. Escalada somente um mês antes de voar para Bucareste, onde 'A Filha do Mal' foi filmado, ela conta que não teve muito tempo para se preparar. No filme, ela vive Isabella, cuja mãe está presa em um hospital psiquiátrico. Quando Isabella tinha oito anos, a mãe matou três pessoas durante um ritual de exorcismo. Era ela a possuída e, desde então, nunca mais voltou ao normal. A jovem embarca numa jornada entre sessões de exorcismo na Europa, acompanhada de padres, a fim de descobrir o que acomete sua mãe e, principalmente, se ela pode sofrer do mesmo mal.

"Quando eu era mais nova, minha mãe nunca me deixou ver filmes de terror, então não assisti a muitos", explica a atriz. Ela admite que um filme que a inspirou neste papel foi 'O Exorcismo de Emily Rose', mas ela faz questão de mostrar um ponto diferencial de 'A Filha do Mal': "este filme mostra um lado diferente do exorcismo, tem um ângulo mais real, de documentário". Aproxima-se mais, portanto, do recente 'O Ultimo Exorcismo' nessa utilização de câmeras documentais.
"Fiz pesquisas sobre casos de exorcismo e usei muito minha imaginação", continua Fernanda. Uma das referências foi o livro 'Memórias de um Exorcista', que o diretor William Brent Bell ('Stay Alive - Jogo Mortal') lhe deu a fim de ajuda-la neste trabalho. "Foi muito bom para eu entender o processo do exorcismo. Além disso, vi na internet vários vídeos e entrevistas com padres que fizeram exorcismo", explica.

Nos bastidores

Não é difícil aparecerem histórias de fatos sinistros ocorrendo nos bastidores de filmes de terror. Nas filmagens de 'O Exorcista' (1973), por exemplo, um dos cenários pegou fogo misteriosamente. Além disso, nove pessoas envolvidas com o longa morreram durante sua produção. No caso de 'A Filha do Mal', nada tão dramático ocorreu, mas Fernanda se lembra de um momento bem tenso. "Na cena do exorcismo de Rosa, filmamos no porão sob uma mansão de Bucareste. Lembro de ter sentido algo muito ruim naquele lugar, fiquei mal o dia inteiro", lembra a atriz.

No filme, Fernanda não apenas investiga casos do gênero, mas sente na pele, literalmente, esse tipo de drama, na cena exclusiva abaixo:
Durante as filmagens, a atriz contou com a ajuda de dublês e contorcionistas para fazer esta cena em particular. Além disso, ela sempre tomava cuidado com a questão e energia. Afinal, fazer um filme sobre exorcismo não é um passeio no parque. "O clima nas filmagens era pesado sim, mas a gente tentava sempre se divertir", explica. "Meu pai sempre fala: 'carrapato não pega em mármore'. Durante as filmagens, tentei pensar que eu era mármore para que o carrapato não pegasse em mim!", brinca a atriz. "Todos os dias lidamos com a dualidade entre o bem e o mal, de formas mais leves. Tentava sempre ficar calma, na paz".


Londres

  • Adele em premiação da MTV na Califórnia (28/08/2011)
    Adele em premiação da MTV na Califórnia (28/08/2011)

A cantora britânica Adele voltará aos palcos pela primeira vez após a operação que fez na garganta na cerimônia do prêmio Grammy, que será realizado no dia 12 de fevereiro em Los Angeles, nos Estados Unidos.

"Vou cantar no Grammy. Faz tanto tempo que não faço isso que tinha começado a esquecer que era cantora. Estou com muita vontade. Até breve", escreveu nesta terça-feira a artista de 23 anos em sua conta no Twitter.

O álbum da cantora, "21", foi o mais vendido nesse século no Reino Unido. Adele realizou uma delicada operação nas cordas vocais nos EUA, motivada por uma hemorragia, e ao que tudo indica já está recuperada.

Além de cantar na 54ª edição do Grammy, no qual foi indicada para seis categorias, a cantora deverá cantar na cerimônia de entrega do prêmio britânico Brit, que será realizado em 21 de fevereiro em Londres.

A artista está concorrendo a três prêmios no Brit. Em sua curta carreira, Adele lançou dois discos, "19", em 2008, e "21", em 2011, que já vendeu 3,7 milhões de cópias no Reino Unido.



Com quase 100 milhões de visualizações no YouTube, o vídeo oficial de Ai Se Eu Te Pego fez da música a canção brasileira mais acessada da história do site - e o sétimo vídeo musical mais visto do planeta. 
A música está no topo do maior site de venda digital do mundo, o iTunes, em muitos países europeus e latino-americanos, e começa a entrar nos EUA (Teló já gravou uma versão em inglês a pedido de sua gravadora).

Além da versão na língua do Tio Sam, a faixa também pode ser ouvida em italiano, espanhol, hebraico, polonês, e ganhou versões acústicas, em libras e de funk carioca.
Dessa vez surgiu na rede um mashup de Ai Se Eu Te Pego com o hit dos anos 80 Take on Me, do grupo norueguês A-ha. O vídeo traz a melodia da canção gringa com a letra dmaior hit pop nacional, na voz de Teló. Ouça:



Uma pesquisa encomendada por uma empresa britânica sugere que as mulheres são melhores que os homens na hora de estacionar os carros.
A pesquisa, encomendada pela rede de estacionamentos NCP observou 2,5 mil motoristas em 700 estacionamentos espalhados pela Grã-Bretanha durante um mês.
O estudo mostrou que as mulheres podem até precisar de mais tempo para estacionar, mas têm mais probabilidade de deixar o carro centralizado na vaga.
BBC
Mulheres estacionam melhor que homens, indica estudo
Mulheres estacionam melhor que homens, indica estudo
O estudo também descobriu que as mulheres são melhores na hora de encontrar espaços e mais precisas na hora de alinhar o carro antes de iniciar cada manobra.
Por outro lado, os homens mostraram mais habilidade em dirigir para frente nos espaços das vagas e demonstraram mais confiança. Menos homens optaram por reposicionar o carro depois de entrar na vaga.
Pontuação e impaciência
A pesquisa levou em conta sete fatores, entre eles a velocidade na hora de encontrar um espaço apropriado para estacionar, velocidade nas manobras, a habilidade de entrar no espaço com o carro em marcha a ré ou de frente, entre outros.
Em uma pontuação que poderia chegar a 20 pontos, as mulheres conseguiram alcançar, em média, 13,4 pontos e os homens chegaram aos 12,3 em média.
A primeira categoria analisada pela empresa foi a habilidade de encontrar uma boa vaga e os homens ficaram atrás das mulheres. Os pesquisadores afirmam que a impaciência dos homens faz com que, com frequência, eles não percebam as melhores vagas ao passar muito rápido pelos estacionamentos.
Mas, a velocidade das manobras na hora de estacionar foi um quesito que deixou as mulheres para trás. Em média, homens precisaram de 16 segundos para estacionar, enquanto que as mulheres precisaram de 21 segundos.
E, no quesito de maior importância para a avaliação geral, a centralização do carro na vaga, os homens marcaram menos pontos. Apenas 25% deles conseguiram centralizar o carro na vaga, contra 53% das mulheres.
O teste foi criado pelo professor de autoescola Neil Beeson, que também tem um programa sobre o assunto em um canal de televisão britânico, ITV.
"Fiquei surpreso com os resultados, pois, de acordo com minha experiência, homens sempre aprenderam melhor e geralmente tinham uma performance melhor nas lições. No entanto, é possível que as mulheres tenham guardado melhor as informações", disse.
"Os resultados também parecem acabar com o mito de que os homens têm uma noção espacial melhor do que as mulheres", acrescentou.
Em entrevistas com motoristas, os pesquisadores descobriram que homens e mulheres acreditam que acertar o ângulo logo na primeira vez, na hora de estacionar, é o mais difícil - 50% dos entrevistados acham que este é o grande problema.
Em segundo lugar ficou colocar o carro no centro da vaga, algo considerado difícil por 30% dos pesquisados, que empatou com saber quando parar no fundo da vaga (30% dos entrevistados) e, por fim, 7% acham difícil saber quando entrar na vaga de frente ou usando a marcha a ré.

Cathal McNaughton - 24.jan.12/Reuters 
Frank Buckley dentro de sua casa feita de tijolos de dinheiro 

Para expressar a sua revolta com a especulação imobiliária, um dos fatores por trás da crise econômica, um artista irlandês criou uma casa com mais de um bilhão de euros em notas que saíram de circulação.

O dinheiro, transformado em um sólido tijolo de notas retalhadas, é material não para uma simples instalação, mas para a casa onde o artista dublinense Frank Buckley reside durante a semana.

A casa foi construída na Glass House, um edifício de escritórios vazio que se converteu em uma relíquia do estouro da bolha imobiliária irlandesa. No lobby, uma senhora entrega um maço de notas a uma menina de 15 anos.


"Vá e compre umas balas e doces para você", diz a senhora, enquanto entrega à jovem um bloco de 50 mil euros.

"Eu devia ter trazido a minha bolsa para cá - faria uma fortuna."

Buckley convida espectadores para dentro de sua casa na esperança de suscitar um debate sobre a dívida irlandesa e sobre o significado da moeda.

Como tantos outros de seus amigos e conhecidos, Buckley foi vítima da crise. No auge da bolha especulativa, com a ajuda de crédito barato, o artista comprou uma casa.

Queria se mudar para a nova residência com seus dois filhos e a esposa, que havia acabado de se mudar do Zimbábue com outros quatro filhos seus.

"Pedi muito dinheiro emprestado, o que foi incentivado. Assumo a responsabilidade, mas foi muito fácil tomar o empréstimo", conta.

"Estávamos no meio dessa bolha, a confiança estava alta, éramos intocáveis e no espaço de duas ou três semanas veio a conta."

Ladeira abaixo
Buckley não tem renda fixa e em poucos meses passou a dever suas parcelas da hipoteca.

Sob pressão do ponto de vista financeiro, viu o casamento desmoronar e mudou sozinho para um minúsculo galpão no fundo do quintal, de onde viu os oficiais de Justiça se apossarem de seus móveis.

Ao mesmo tempo, o artista via seus amigos passarem igualmente por dificuldades financeiras. Um de seus melhores amigos, que trabalhava no setor de construção e perdeu tudo, se suicidou.

Certo dia, absorto enquanto olhava para um bloco de notas de euro fora de circulação que havia comprado de um amigo para usar como confete no seu casamento, Buckley começou a questionar o valor real do dinheiro.

"Pensei, meu Deus, o que é que esse papel está fazendo com a gente?"

O artista diz que queria jogar luz sobre o absurdo da crise econômica na Irlanda, por isso fez pinturas das notas rasgadas e moedas, que foram exibidas no fim do ano passado.

Em seguida veio a ideia de construir uma casa.

Buckley ligou para um agente da área de construção que tinha visto uma resenha de seus trabalhos. Ele concordou em encaminhar a proposta ao proprietário do edifício, que concordou.

Em seguida, o artista conseguiu convencer a Casa da Moeda a lhe emprestar os tijolos de notas fora de circulação, que serão devolvidas e destruídas ao fim da exposição.

Moradia
Originalmente construída como galeria, a casa é hoje completamente funcional. Tem sala de estar, quarto e banheiro, com uma ducha que lançará notas de dinheiro.

Por fora, a casa é de tijolo amontoado e madeira doada por uma loja de material de construção da região.

As notas de euro são usadas como reboco para as paredes internas e o chão. Buckley diz que elas se revelaram um bom isolante térmico, de forma que a casa precisa de pouco aquecimento.

A casa tem móveis e, no futuro, deve receber microondas, fogão, máquina de lavar pratos e outros eletrodomésticos. Tudo para o conforto de Buckley, que mora no local durante a semana, retornando para seu pequeno galpão no quintal da família no fim de semana.

Desde que foi aberta ao público, na segunda-feira, a casa já recebeu mais de 300 visitantes. Mas apesar do sucesso, Buckley diz que uma instalação sobre a crise econômica irlandesa tem um lado triste.

Ele lembra a reação de uma jovem visitante diante de um bloco de notas fora de circulação. "Se eu pudesse usar esse dinheiro, sairia do país", ela disse. E para Buckley, "isso é muito triste".

Via: BBC


Dilma Rousseff se encontrou com o astro de Hollywood Sean Penn em sua visita ao Haiti. O ator foi nomeado novo embaixador itinerante do país caribenho


Roberto Stuckert Filho/PR

Enquanto cumpria sua agenda internacional, a presidente Dilma Rousseff (64) se encontrou com Sean Penn (51), na capital do Haiti, em Porto Príncipe. O ator e diretor recebeu o título de embaixador itinerante do país.
Sean Penn foi homenageado pelo seu trabalho humanitário pela reconstrução do país após o terremoto de janeiro de 2010. O ator é criador da ONG J/P Haitian Relief Organization, que ajuda os desalojados e as vítimas do tremor, e, também em 2010, se uniu à Organização Panamericana de Saúde para ajudar a combater o cólera, doença que matou mais de sete mil haitianos e contagiou 500 mil.
Além do Haiti, Dilma também visitou Cuba. No próximo mês, ela deve ir à Alemanha.



  • Leslie Carter (à direita) posa ao lado do irmão Aaron Carter e do Backstreet Boy AJ (16/08/06)
    Leslie Carter (à direita) posa ao lado do irmão Aaron Carter e do Backstreet Boy AJ (16/08/06)
A irmã do Backstreet Boy Nick Carter, Leslie Carter, morre aos 25 anos, informou o site E! Online, nesta quarta-feira (1º). As causas da morte não foram divulgadas.

Em comunicado, a família confirmou a morte ocorrida nesta terça-feira e pediu privacidade. "Nossa família está sofrendo agora e é um assunto privado. Estamos profundamente tristes pela perda de nossa amada irmã, filha e neta Leslie Carter".

Leslie era casada e tinha uma filha, Alyssa Jane, que nasceu em abril de 2011. A irmã de Nick também era cantora e a música "Like Wow!" fez parte da trilha sonora de "Shrek", em 2001.

Autópsia em irmã de Aaron Carter é inconclusiva


A autópsia realizada em Leslie Carter foi considerada inconclusiva. "Não havia sinais visíveis de trauma", disse o legista. A cantora, irmã de Nick e Aaron Carter, morreu e deixou um filho de dez meses

A autópsia realizada na manhã desta quarta-feira, 1º, em Nova York, em Leslie Carter (1986-2012) foi considerada inconclusiva.
"Não havia sinais visíveis de trauma", disse o legista Richard Mackowiak ao site E! Online"Estamos aguardando o relatório toxicológico para determinar a causa da morte", completou.
"O corpo foi liberado para a família", acrescentou Mackowiak. Ele destacou que o resultado dos exames toxicológicos, o qual deve ficar pronto em até seis semanas, não será divulgado por "discrição da família".
A irmã de Nick (32) e Aaron Carter (24) morreu aos 25 anos de idade e deixou um filho de dez meses.

Site aponta overdose de remédios como causa da morte 

de Leslie Carter



Causa da morte de Leslie Carter, irmã de Aaron e Nick Carter, mais plausível é overdose. Segundo site, ela era viciada em medicamentos prescritos


Embora a autópsia no corpo de Leslie Carter (1986-2012) tenha sido inconclusiva, a causa de sua morte vem sendo apontada como overdose de remédios. Irmã de Aaron (24) e Nick Carter (32), Leslie faleceu na última quarta-feira, 1º, aos 25 anos de idade.
Segundo o site TMZ, a irmã dos Carters era viciada em remédios prescritos e vinha tentando controlar o seu vício. Por esse motivo, ela deixou sua residência no Canadá para viver com membros de sua família em Nova York – onde morreu.
Dentro da casa, a família tomou cuidado para não deixar nenhum remédio à vista de Leslie. No entanto, em um dos momentos em que ela ficou sozinha na casa, acabou encontrando alguns medicamentos. “A família havia deixado Leslie sozinha em casa por cerca de uma hora e, ao retornarem, encontraram ela inconsciente”, relatou uma fonte.
“Estamos profundamente tristes pela perda de nossa amada irmã, filha, neta, Leslie Carter”, diz o comunicado da família enviado à imprensa. 
Enquanto os legistas aguardam os resultados dos exames toxicológicos que foram realizados no corpo, cujos resultados demoram de quatro a seis semanas para serem concluídos, Nick Carter anunciou que irá continuar com os planos de turnê com os Backstreet Boys. “Cantar para mim é catártico. Tenho dedicado isso à minha irmã, porque ela gostava de me ver no palco”, declarou Nick.



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