Nos Siga no Mastodon Mundo MS

mund ms.com

O conhecimento é fascinante!

Escolha a categoria



O homem ainda nem colocou os pés em Marte, mas já existe à venda um guia turístico que reúne os dados mais úteis do planeta vermelho. Entre eles, as regiões onde há maior abundância de água, o relevo da superfície e e até dicas de roupas que devem ser usadas para se proteger do clima extremo.
A obra de quase 500 páginas relata parte das descobertas que a ciência fez no planeta e traz informações curiosas sobre as missões espaciais realizadas até o momento.
Os interessados nesse tipo de literatura científica podem conhecer em detalhes o Olympus Mons, o maior vulcão do Sistema Solar, com uma extensão semelhante à do Reino Unido e altura três vezes superior ao Everest.
Outro ponto que vale ser identificado é o Tharsis Planitia, um planalto elevado com planícies tão extensas como as da Europa, mas sobre uma altitude de nove quilômetros, e os Valles marineris, um imenso cânion perto do qual o Grande Canyon do Colorado (EUA) seria uma simples rachadura.
A obra, escrita pelo cientista americano William Kenneth Hartmann, compila dezenas de imagens de Marte feitas por sondas da Nasa e
localiza cada um de seus pontos curiosos em um mapa topográfico regional, além de informar os detalhes de cada um.
Enquanto a ciência ainda investiga a hipótese de que alguma forma de vida possa ser viável em Marte, já existe um consenso: a evolução de seu clima registrou uma mudança climática muito mais drástica do que a da Terra.
A obra inclui capítulos típicos de um guia turístico, entre eles o clássico "O que devo vestir?". O capítulo aborda as temperaturas típicas do ar do planeta, que oscilam entre -87 graus durante a noite ao "ameno" -25 de dia, e a do solo, que no verão pode subir até 10 graus.
Com essas condições, um uniforme espacial similar ao dos astronautas que foram à Lua poderia ser suficiente, mas as botas e as luvas teriam de ter isolamento especial, porque tudo o que for tocado terá uma temperatura muito inferior.
O guia revisa o conhecimento científico apresentado por todas as missões ao planeta vermelho, que começaram na década de 70 e foram sucedidas desde então pela participação das principais agências espaciais do mundo.



Um parque temático de US$ 600 milhões cujo mote é baseado nos ciborgues e androides famosos da ficção científica e dos filmes está sendo edificado na Coreia do Sul.
A expectativa é a de que o parque Robot Land abra as portas somente em 2013, segundo informações do jornal "Los Angeles Times".
Divulgação
Concepção artística do Robot Land, parque temático que deverá ser construído na Coreia do Sul até o ano de 2013
Concepção artística do Robot Land, parque temático que deverá ser construído na Coreia do Sul até 2013
De acordo com a publicação, o local fica por volta de uma hora a oeste de Seul, na cidade costeira de Incheon.
A previsão é que o parque tenha quatro espaços temáticos, sete atrações e oito shows. Outra expectativa é a de que o local atraia 2,8 milhões de visitantes anualmente, e que sirva tanto como maior atração turística do país quanto como uma vitrine para a indústria robótica da Coreia do Sul.
O parque deverá operar com um número de detentores de direitos autorais (como estúdios de cinema dos EUA) e outras operadoras de parque (como Legoland ou Disney), a fim de que esses forneçam temas para as atrações do parque.
Segundo o jornal, estão nos planos do parque espaços baseados em filmes como "Minority Report - A Nova Lei", "Eu, Robô" e a trilogia "Matrix".
O parque também deve abrigar uma área com robôs experimentais construídos por fabricantes como a Sony, Toyota e Honda.

Arqueólogos israelenses anunciaram o achado de moedas antigas que podem subverter as crenças largamente mantidas sobre as origens do Muro das Lamentações de Israel, um dos locais mais sagrados para o Judaísmo. O anúncio da descoberta foi feito nesta quarta-feira.



Por séculos, muito do que se pensava sobre o muro era que ele fora construído pelo rei Herodes (que detém má fama, na tradição do Cristianismo, por ser algoz nos esforços de perseguição do bebê Jesus, de acordo com a história original dessa religião).
Abir Sultan/Efe
Moedas descobertas sob o Muro das Lamentações, em Jerusalém, devem mudar a história da construção do local
Moedas achadas sob o Muro das Lamentações, em Jerusalém, devem mudar história da construção do local
Mas arqueólogos afirmaram ter encontrado moedas enterradas sob os alicerces do muro, e que foram cunhadas 20 anos depois da morte do rei Herodes, em 4 d.C. --o que demonstra que a estrutura foi completada pelos reinados sucessores.
A descoberta pode significar uma revisão nos guias turísticos para as multidões que visitam a cidade.
"Cada guia turístico baseado na história de Jerusalém responde 'Herodes' quando perguntado sobre quem construiu o muro", disse a autoridade de antiguidades de Israel, em comunicado.
"Essa partícula da informação arqueológica ilustra o fato de que a construção do muro foi um projeto enorme que levou décadas e que não foi completado durante a vida de Herodes", disse a autoridade israelense.
A autoridade disse que os historiadores acadêmicos já tinham conhecimento, a partir de fatos narrados pelo historiador judeu Flávio Josefo (37 ou 38 d.C. - 100 d.C), de que o muro fora completado pelo bisneto de Herodes.
Mas esse relato não ajudou a dissipar a história popular de que Herodes concluiu o Muro das Lamentações. As moedas foram a primeira evidência concreta para fazer uma atualização da versão de Flávio Josefo.

Entre os engenhosos gadgets estão máquinas de tatuagem, bebidas alcoólicas e armas de fogo que funcionam de verdade.



Não é só o MacGyver que consegue criar dispositivos verdadeiramente incríveis utilizando poucos materiais. Nas cadeias da vida real, muitos presos também são capazes de desenvolver os mais criativos inventos.
O surpreendente é que, apesar de boa parte dessas criações ter sido desenvolvida com o objetivo de fugir ou servir como armas, há também muitos objetos feitos pelos presos para que estes tenham mais conforto em sua estada na cadeia. Confira algumas das mais incríveis invenções desenvolvidas atrás das grades.

Vai um churrasco aí?Grelhando atrás das grades (Fonte da imagem: Sloshspot)

Enjoados da comida da cadeia, alguns detentos da Prisão de Ludwigsburg, na Alemanha, desenvolveram essa espécie de grelha multiuso. A parafernália foi construída com uma haste de aquecimento quebrada, alguns fios e folhas de estanho.
Por meio desse equipamento, eles foram capazes de fazer torradas, comidas grelhadas e até mesmo churrascos, tudo na própria cela.

Pistola de tatuagem

Pistola para tatuagens (Fonte da imagem: dpr-barcelona)
A mais famosa das invenções desenvolvidas nas cadeias é a pistola de tatuagem. Com papel de destaque em vários filmes, esses aparelhos servem principalmente para substituir a maneira um pouco mais rústica e dolorosa de se fazer tatuagens na cadeia: cortes diretos na pele feitos com lâminas de barbear.
Aqui os inventores juntaram um motorzinho a alguns fios e pilhas AA, além de aproveitar uma parte do corpo de uma caneta comum, alguns clipes e uma agulha da enfermaria. A tinta utilizada também é oriunda de uma caneta simples, o que limita a escolha das cores no desenho.
Outro modelo de pistola para tatuagens (Fonte da imagem: Marc Steinmetz)
Seja para registrar para sempre esse “momento especial” ou então para identificar a gangue da qual você faz parte, essa engenhoca deixa tudo com um ar um pouco mais profissional.

Tomando um trago

Mesmo com a proibição das bebidas alcoólicas em presídios, os detentos conseguem encontrar uma maneira de relaxar e tomar um uísque artesanal. E esses bons drinks são produzidos de maneira relativamente simples.
Rabo-quente para criação de bebidas destiladas (Fonte da imagem: Sloshspot)
Primeiro, é preciso contrabandear algumas frutas e bebidas fermentáveis para a cela. Depois, com uma espécie de aquecedor por imersão (o popular rabo-quente) feito com os fios, a tomada de algum eletrodoméstico e lâminas de barbear, a bebida sofre a sua transformação. Em seguida, a mistura é transferida para alguma garrafa. Além do uísque caseiro, o aquecedor também pode ser utilizado para esquentar outras bebidas em períodos de inverno.
Já no Brasil, a bebida é mais conhecida como “Maria Louca” e é produzida por meio da fermentação de arroz, cascas de frutas e açúcar nos próprios vasos sanitários das celas. Em seguida, a mistura é aquecida em latões e depois separada em vários recipientes.

Combatendo a solidão

Apesar das histórias de relacionamentos afetivos entre presos serem muito comuns, alguns detentos preferem combater a solidão de outra maneira. Utilizando rolos de papel higiênico, duas toalhas, plástico e algum óleo lubrificante, alguns conseguem encontrar a companhia ideal para uma noite de diversão.
Um amigo para os momentos de solidão (Fonte da imagem: Temporary Services)

Acendedor de cigarros

Os cigarros são muito populares em presídios, muitas vezes funcionando até mesmo como uma espécie de moeda corrente dentro da cadeia. Contudo, não adianta nada ter uma carteira na mão se o fogo for proibido, afinal de contas, como é que você pode acendê-lo?
Alguns detentos acharam a solução de maneira bastante eficiente, utilizando como material uma pilha AA envolvida em fita isolante e um fio com uma pequena parte desencapada no meio.
Acendendo o cigarro (Fonte da imagem: dpr-barcelona)
Basta conectar os lados positivo e negativo da bateria ao fio e encostar o cigarro na parte desprotegida para acendê-lo.

Armas de todos os tipos

Como não poderia deixar de ser, muitas das invenções desenvolvidas atrás das grades são armas, umas para simples proteção, outras extremamente letais e, se algumas pessoas conseguem desenvolver armas em casa, aqui a tarefa é ainda mais difícil. O fato é que a engenhosidade delas é realmente impressionante.

Crucifixo letal

AmpliarIndo além da proteção divina (Fonte da imagem: Sloshspot)
Além de servir aos mais fiéis como um objeto religioso, esse crucifixo também tem a função de servir como uma arma bastante eficiente na hora de uma briga. A parte mais comprida do objeto funciona como uma bainha para esconder a afiada lâmina de uma faca – que pode ser puxada a qualquer momento.

Soco-inglês

Soco-inglês capaz de fazer um verdadeiro estrago (Fonte da imagem: Marc Steinmetz)
Feito com uma lixa roubada da oficina da prisão, este soco-inglês é capaz de fazer um verdadeiro estrago na hora de uma briga. Sua fabricação é simples, bastando entortar o instrumento e encapar a parte que servirá como cabo com bastante pano. Dessa forma, o seu usuário não vai machucar a própria mão, somente o adversário.

Réplicas perfeitas

Réplicas com aparência impressionante (Fonte da imagem: Marc Steinmetz)
Já para rebeliões e outros conflitos que envolvam ameaças e reféns, alguns presidiários mostram muitas habilidades como artistas plásticos. Réplicas criadas com caixas de leite, papel machê (feito a partir de papel higiênico molhado) e tinta de canetas são capazes de enganar qualquer um a uma distância razoável.

Escopeta de verdade

Em 1984, dois presos construíram uma escopeta artesanal e conseguiram fugir de uma cadeia alemã. O corpo da arma foi feita com pedaços de ferro das camas da cela, fitas de cortinas e madeira. Para disparar a escopeta, pólvora foi extraída da cabeça de alguns fósforos, e o tiro era desencadeado por pilhas AA e o bulbo de uma lâmpada quebrada.
Escopeta capaz de fazer muito estrago (Fonte da imagem: Marc Steinmetz)
Os dois conseguiram mostrar o poder de fogo de sua invenção enquanto escapavam, destruindo completamente um painel de vidro à prova de balas.

Final Fantasy

Falando em armas, algumas das encontradas atrás das grades saíram dos video games. Um detento cumprindo pena em uma cadeia no País de Gales criou réplicas impressionantes das encontradas nos games da franquia Final Fantasy e chegou a assustar os diretores do presídio.

O Evanescence levou tempo para voltar, mas seus fãs, sem dúvida, acham que valeu a pena esperar.

O terceiro álbum dessa banda de rock com jeitão gótico, o primeiro desde "The Open Door", de 2006, estreou em outubro no topo da Billboard 200; é a segunda vez que a banda consegue tal façanha. Para a vocalista Amy Lee, única integrante da formação original, a recepção compensa o longo tempo entre um trabalho e outro, além de sua decisão de rejeitar as primeiras tentativas de fazer o disco.



Ela, porém, confessa que estava mais que preparada para reconquistar o público se por acaso ele tivesse se desencantado durante os cinco anos de silêncio.


"Eu simplesmente deixei de pensar (na banda) durante um bom tempo", diz Amy por telefone, falando de Nashville. "Eu me afastei completamente do Evanescence. Estava disposta a desencanar. Na minha cabeça, eu já tinha decidido, tipo, mesmo que levasse dez anos para eu me sentir inspirada de novo e fazer outro álbum, seria melhor esperar e fazer um trabalho bom _ mesmo que isso significasse não ter mais fãs, o que é algo muito possível; tudo bem se o povo se esquecesse da gente. Se a música fosse boa mesmo, a gente conseguiria recomeçar e estourar de novo".


"Há essa ideia de que todo mundo agora tem memória curta e que, se você não se apressar e lançar alguma coisa, não tem mais futuro na música", Amy conclui, "mas eu não acho que isso se aplique aos nossos fãs. Essa volta está sendo muito legal, principalmente depois de tanto tempo… ver o pessoal saindo da toca, aos poucos, no mundo inteiro. Sem dúvida, é muito bom, incrível mesmo, perceber que ainda tem tanta gente que curte nosso trabalho".

Esse foi o caso do Evanescence desde o início, é claro.

A californiana Amy Lee e o compositor Ben Moody fundaram o Evanescence em Little Rock, no Arkansas, em 1995, depois de se conhecerem num acampamento religioso para jovens. Baseado no sucesso local de três EPs e uma coleção de demos, o grupo assinou um contrato nacional e lançou o primeiro álbum, "Fallen", em 2003. Impulsionado pelo single "Bring Me to Life", vendeu mais de 17 milhões de cópias no mundo inteiro e ainda faturou dois prêmios Grammy.


Porém, a trajetória não foi fácil. Moody saiu quando a banda estava em turnê e foi seguido pelos outros integrantes nos anos seguintes _ aliás, Moody, John LeCompt e Rocky Gray voltaram a se reunir, em 2009, para montar um grupo muito parecido com o Evanescence chamado We Are the Fallen, que tinha Carly Smithson, a finalista do "American Idol", nos vocais.

"Aquilo não teve nada a ver comigo ou com o Evanescence", Amy desabafa. "A única coisa que me incomoda nisso tudo, de verdade, é ter que ouvir falar... 'dos integrantes originais'. Acontece que os únicos membros originais do Evanescence somos eu e o Ben. John e Rocky chegaram depois que já tínhamos gravado 'Fallen', ou seja, muitos anos depois... essa expressão só inclui o Ben e eu. Tirando esse detalhe, não tenho nenhuma opinião a dar ou comentário a fazer".

Amy não se abateu; recrutou novos músicos e viu "The Open Door" ser lançado e emplacar o topo da parada em 2006 _ mas o conflito e a pressão a desgastaram e, quando se casou com Josh Hartzler, em 2007, já estava mais que preparada para uma pausa longa.


"Eu só queria dar uma parada", ela relembra. "Eu sentia que se tivesse engatado direto outro trabalho depois da turnê de 'The Open Door', nunca teria dado conta. Na verdade, eu não sabia o que eu queria, então deixei a coisa rolar".


"Adoro a normalidade", ela prossegue. "Adoro meu marido, amo ser normal, ir ao supermercado, comprar minhas verduras, meus presentes, sair com os amigos, sem tentar fazer com que a visão que o público tem de mim seja a coisa mais importante, porque não é mesmo. Foi por isso que eu meio que larguei mão do Evanescence e fiquei sem saber se voltaria ou não".

Amy acabou voltando e começou a trabalhar nas músicas novas em meados de 2009.

"Não dá para evitar", ela diz. "Eu amo música, aí voltei a compor".

A princípio, achou que o novo material produziria "o melhor álbum de sua vida" _ mas, conforme as gravações foram rolando, assim como o trabalho com o produtor Steve Lillywhite e as composições com Will "Science" Hunt, (não confundir com o atual baterista da banda, Will Hunt), ela sentiu que algo estava errado... até que finalmente decidiu que a única coisa a fazer era voltar à estaca zero.

"Não era a música do Evanescence", ela explica. "Algumas eram bem enxutas, acústicas, e eu estava naquela fase em que tudo tinha que passar pelo eletrônico... não tinha nada a ver com a banda".

"Quanto mais eu compunha, mais ficava empolgada com as músicas, mais queria que o resto do pessoal participasse e mais queria que elas fizessem parte do nosso álbum", Amy continua, "mas, quando começamos a entrar no estúdio na época, ninguém estava se dedicando para valer. Tinha alguma coisa errada com o som".

E o que foi que deu errado quando Amy, Hunt, o guitarrista Terry Balsamo, o guitarrista Troy McLawhorn e o baixista Tim McCord entraram no estúdio?

"Acho que o que estava faltando era o rock", Amy admite. "No fundo, o Evanescence é um grupo de rock. A gente precisava daquela força toda, da agressividade do guitarrista e do baterista. Agora sim o disco é um trabalho nosso, porque captou a nova atitude e os novos elementos, mas continua sendo a gente".

Por isso o título é o nome da banda.

"Eu tinha muitas ideias para nomes de álbuns", a cantora prossegue, "mas, cada vez mais, se tratava da banda... quando mais intensa a colaboração, mais a gente sentia que era parte daquilo _ e as músicas passam esse sentimento de que a banda está tão coesa, tão unida, que não havia outro nome. Era uma questão de se apaixonar de novo por tudo isso que ela representa, com mais força".

Amy e Cia. decidiram trabalhar com um novo produtor, Nick Raskulinecz, depois de saber que ele tinha sido responsável por alguns de seus trabalhos favoritos: "Black Gives Way to Blue", de 2009, do Alice in Chains, e "Diamond Eyes", do Deftones (de 2010).

"A gente sabia o som que queria e precisava de alguém que exigisse o máximo da banda", ela resume

Amy, Balsamo e McCord compuseram o primeiro single, "What You Want", na casa dela, em Nova York.

"Eu me lembro que o Tim e o Terry estavam trabalhando naquele primeiro acorde e verso", Amy explica, "e eu achei muito bom. Na verdade, achei fantástico… aí, sentei ao piano e comecei a tocar o refrão; na mesma hora todo mundo virou, tipo: "Aí, é esse o caminho"! Na mesma hora percebi que a canção tinha muita energia, que é uma coisa de que a gente gosta".


"A mensagem também era super positiva" ela acrescenta. "Era como se eu estivesse dando força a mim mesma, lembrando que não precisava ter medo, que devia me abrir e continuar tentando, insistindo... era como se dissesse: "Não tenha medo de voltar ao mundo, não tenha medo do fracasso. Você tem que fazer aquilo que mais ama". Isso é a minha cara, era exatamente por que eu estava passando na época".

Na verdade, na maior parte do álbum Amy se mostra positiva, compondo com uma postura diferente, mais madura e mais alto astral em relação aos dois trabalhos anteriores.

"As pessoas o recebem de formas diferentes", ela reconhece. "Tem aqueles que acham que a música é mais alegre, e eu concordo plenamente. Sob muitos aspectos, é menos cheio de angústia porque não estou jogando a culpa de nada em ninguém _ que é o que eu sinto quando ouço nossas músicas mais antigas. Ao mesmo tempo, tem quem chegue me perguntando por que estou tão desiludida nesse trabalho novo, querendo saber o que aconteceu".

"Acho que, desta vez, tem um pouquinho de cada coisa", Amy diz. "Envolve muitos sentimentos, muita dor, autoaceitação, superação do medo... quero pensar mais sobre a vida e como vivê-la, além de esperança, perdão e vários temas que não eram tão legais de explorar quando eu era adolescente".

Parte desse medo, Amy confessa, tem a ver com voltar para o Evanescence depois do exílio que impôs a si mesma.

"Quando estou com a banda, é Evanescence o tempo todo… começa a fazer parte de mim", a cantora afirma. "Depois de quatro anos afastada, vivendo uma vida normal e nem pensando na banda, não sabia se ela ainda fazia parte de mim, se ainda valia a pena, se ia crescer e se transformar em outra coisa, quem eu era. É por isso que, em grande parte das letras, sou eu tentando me encontrar".


No fim das contas, Amy conclui que ainda se sente muito à vontade na banda.

"Estou sentindo um carinho enorme dos fãs e tenho muito orgulho do trabalho que fizemos", ela finaliza. "Esse álbum é o que eu sou, e eu o adoro. Sei que passo muito bem sem (a banda), mas, no momento, é uma coisa muito boa na minha vida e estou muito feliz por ter caído de cabeça nela de novo".


(Gary Graff é redator freelance e mora em Beverly Hills, no Michigan.)

The New York Times News Service/Syndicate – Todos os direitos reservados.


Uma mulher de 24 anos do Reino Unido nunca poderá tirar um cochilo por um capricho ou dormir na casa de amigos pois ela sofre de uma rara doença que a impede de respirar quando adormece. Emma Chell tem a síndrome de hipoventilação central congênita (SCCH ) que é uma falha no reflexo neurológico que controla a respiração. Para dormir ela precisa usar uma espécie de ventilador acoplado em uma máscara que envia ar para seu pulmão.
Emma passou os primeiros dois anos de sua vida no hospital enquanto os médicos tentavam descobrir por que ela de repente parava de respirar. Apenas uma em cada 200 mil crianças nascem com a doença. Emma é uma das 30 doentes com SCCH no Reino Unido, a estimativa que é que exista cerca de 200 pessoas com o mal no mundo, pois a taxa de mortalidade é extremamente alta.
A jovem sofre muito com a doença. Em entrevista ao jornal britânico Daily Mail ela relatou que sabe que nunca poderá visitar alguns lugares e, caso fique com sono longe de casa, tem que ir embora.
A infância de Emma não foi nada fácil. Quando começou a escola, ela tinha que ter um adulto para acompanhá-la em todos os momentos, tornando difícil para ela se encaixar e fazer amigos. Mas hoje ela já aprendeu a conviver com a doença.
Hoje ela tem um namorado e passa muitas noites ao lado dele. Chris Mason, 29 anos, teve que aprender a dormir ao lado de alguém mascarado. Emma acabou de terminar a faculdade de computação.

Eu era gay quando acordei e ainda sou, disse Chris Birch, 26 anos. Foto: BBC Brasil

"Eu era gay quando acordei e ainda sou", disse Chris Birch, 26 anos
Foto: BBC Brasil
Um britânico que jogava rúgbi e estava noivo diz que um derrame mudou sua sexualidade. Chris Birch, de 26 anos, tentava dar um salto mortal de costas em frente a amigos em um campo, quando caiu, quebrou o pescoço e sofreu um derrame. "Eu era gay quando acordei e ainda sou", disse ele à mídia britânica.
"Sei que parece estranho, mas quando ganhei consciência, eu imediatamente me senti diferente. Eu não estava mais interessado em mulheres. Eu era definitivamente gay. Eu nunca tinha sentido atração por homens antes - eu nunca tive nem amigos gays."
Cabelereiro
Antes do acidente, Birch diz que passava os fins de semana assistindo a programas de esportes na TV e bebendo com amigos. "De repente, eu passei a odiar tudo na minha vida antiga. Não me dava bem com meus amigos, odiava esporte e achava meu emprego (em um banco) chato", conta ele.
"Eu comecei a me preocupar mais com minha aparência, pintei o cabelo e comecei a malhar. Mudei de um skinhead de 120 kg a um homem bem cuidado de 70". Além de terminar o noivado e parar de jogar rúgbi, ele mudou de profissão: passou a ser cabeleireiro. Hoje, ele vive com o namorado em um apartamento em cima do salão onde trabalha.
Cérebro
Birch diz que seu neurologista explicou que o derrame pode ter aberto uma parte diferente de seu cérebro, explicação que é considerada aceitável pela Associação Britânica de AVC (Acidente Vascular cerebral). "Durante a recuperação, o cérebro faz conexões neurais que podem despertar coisas das quais as pessoas não tinham consciência, como um novo sotaque, língua ou talvez uma sexualidade diferente", disse o porta-voz Joe Korner.
Apesar das mudanças em sua vida, Birch diz que não se arrepende da transformação. "Acho que sou mais feliz do que nunca".

Ele postou uma foto de sua reclamação no microblog. Foto: Twitter/Reprodução

Ele postou uma foto de sua reclamação no microblog
Foto: Twitter/Reprodução

Antes mesmo do início dos shows no SWU, que este ano acontece na cidade de Paulínia (SP), o rapper Emicida mostrou-se irritado com a organização do festival.

Em sua conta do Twitter, ele mostrou aos seguidores uma foto em que é chamado de "DJ Emicida". Mais tarde, voltou ao microblog para reclamar de outra bola fora dos organizadores.
Na imagem, o nome do rapper aparece com a grafia errada, pois escreveram "Emecida", ao invés da grafia correta "Emicida". Logo abaixo, ele comentou: "swu... swu... você leu o release?!"

'Is This Love', 'Get Up, Stand Up' e 'Could You Be Loved' foram os sucessos do pai que Damian Marley cantou no SWU. Foto: Edson Lopes Jr./Terra

'Is This Love', 'Get Up, Stand Up' e 'Could You Be Loved' foram os sucessos do pai que Damian Marley cantou no SWU
Foto: Edson Lopes Jr./Terra

RENATO BEOLCHI
Direto de Paulínia
Em um dia com predominância do hip hop nos shows de Emicida, Marcelo D2, Odd Future - e antes de Snoop Dogg, Kanye West e Black Eyed Peas - coube a Damian Marley quebrar o ritmo neste primeiro dia de SWU 2011 em Paulínia no interior de São Paulo. O filho da lenda do reggae Bob Marley permaneceu no estilo que consagrou seu pai - e chegou a cantar Is This Love - para animar o público que acompanha o show no palco Consciência do festival.
Com seu reggae roots baseado em fortes batidas eletrônicas, Marley - apelidado "Jr. Gong" - abriu espaço para apresentar não apenas suas canções. Nesse clima empolgou com Liquor Store Blues, gravada em parceria com Bruno Mars.
Sem contar com a mesma empatia do público - que vibrou muito durante a apresentação anterior, de Marcelo D2, Marley apelou ao anoitecer para entreter a plateia pedindo sua interação com isqueiros.
SWU - segunda edição de casa nova
Pioneiro no Brasil no formato festival + acampamento, o SWU ganha sua segunda edição. Em 2011, o evento acontece na cidade Paulinía, interior de São Paulo (125 km da capital), entre os dias 12 e 14 de novembro.O primeiro SWU aconteceu em outubro, na cidade de Itu, e reuniu nomes como Rage Against the Machine, Queens of the Stone Age, Kings of Leon e Linkin Park.
Assim como foi em 2010, o SWU se dividirá em quatro setores: dois palcos principais - Consciência e Energia, o New Stage e a Tenda Eletrônica. Neste sábado, sobem aos palcos montados no Parque Brasil 500 nomes como Damian Marley, Snoop Dogg, Kanye West e Black Eyed Peas. Entre os representantes brasileiros ainda estão Emicida, Marcelo D2 e Copacabana Club.
O domingo será marcado por uma miscelânea musical. Os palcos principais terão Zé Ramalho, Ultraje a Rigor, Tedeschi Trucks Band, Chris Cornell, Duran Duran, Peter Gabriel e Lynyrd Skynyrd. No New Stage, vale ficar atento aos brasileiros do Sabonetes e no grupo !!! (Chk, Chk, Chk). Quem também toca por lá é o Modest Mouse e a veterana e polêmica Courtney Love com o Hole.
O dia de encerramento do SWU promete ser memorável para os fãs do rock dos anos 90. Nos palcos principais se revezerão grupos como Sonic Youth, Primus, Stone Temple Pilots , Alice In Chains e Faith No More. Para os fãs do metal, o Megadeth também marcará presença. No New Stage vale ficar atento ao trio Ash, da Irlanda do Norte e ao grupo experimental canadense Crystal Castles. A banda de pop rock Simple Plan encerra as atividades do palco.

$ok={Aceitar!} $days={7}

O "Minha Cidade em Foco" usa cookies para melhorar sua experiência. Saber mais

MKRdezign

{facebook#http://www.facebook.com/MundoMS} {twitter#http://twitter.com/MundoMSOficial} {google-plus#http://plus.google.com/+MundoMSOficial} {pinterest#http://br.pinterest.com/MundoMS/} {youtube#http://www.youtube.com/c/MundoMSOficial} {instagram#http://www.instagram.com/mundomsoficial}

Fale com o Mundo MS

الاسم

بريد إلكتروني *

رسالة *

يتم التشغيل بواسطة Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget