Nos Siga no Mastodon Mundo MS

mund ms.com

O conhecimento é fascinante!

Escolha a categoria

O Evanescence levou tempo para voltar, mas seus fãs, sem dúvida, acham que valeu a pena esperar.

O terceiro álbum dessa banda de rock com jeitão gótico, o primeiro desde "The Open Door", de 2006, estreou em outubro no topo da Billboard 200; é a segunda vez que a banda consegue tal façanha. Para a vocalista Amy Lee, única integrante da formação original, a recepção compensa o longo tempo entre um trabalho e outro, além de sua decisão de rejeitar as primeiras tentativas de fazer o disco.



Ela, porém, confessa que estava mais que preparada para reconquistar o público se por acaso ele tivesse se desencantado durante os cinco anos de silêncio.


"Eu simplesmente deixei de pensar (na banda) durante um bom tempo", diz Amy por telefone, falando de Nashville. "Eu me afastei completamente do Evanescence. Estava disposta a desencanar. Na minha cabeça, eu já tinha decidido, tipo, mesmo que levasse dez anos para eu me sentir inspirada de novo e fazer outro álbum, seria melhor esperar e fazer um trabalho bom _ mesmo que isso significasse não ter mais fãs, o que é algo muito possível; tudo bem se o povo se esquecesse da gente. Se a música fosse boa mesmo, a gente conseguiria recomeçar e estourar de novo".


"Há essa ideia de que todo mundo agora tem memória curta e que, se você não se apressar e lançar alguma coisa, não tem mais futuro na música", Amy conclui, "mas eu não acho que isso se aplique aos nossos fãs. Essa volta está sendo muito legal, principalmente depois de tanto tempo… ver o pessoal saindo da toca, aos poucos, no mundo inteiro. Sem dúvida, é muito bom, incrível mesmo, perceber que ainda tem tanta gente que curte nosso trabalho".

Esse foi o caso do Evanescence desde o início, é claro.

A californiana Amy Lee e o compositor Ben Moody fundaram o Evanescence em Little Rock, no Arkansas, em 1995, depois de se conhecerem num acampamento religioso para jovens. Baseado no sucesso local de três EPs e uma coleção de demos, o grupo assinou um contrato nacional e lançou o primeiro álbum, "Fallen", em 2003. Impulsionado pelo single "Bring Me to Life", vendeu mais de 17 milhões de cópias no mundo inteiro e ainda faturou dois prêmios Grammy.


Porém, a trajetória não foi fácil. Moody saiu quando a banda estava em turnê e foi seguido pelos outros integrantes nos anos seguintes _ aliás, Moody, John LeCompt e Rocky Gray voltaram a se reunir, em 2009, para montar um grupo muito parecido com o Evanescence chamado We Are the Fallen, que tinha Carly Smithson, a finalista do "American Idol", nos vocais.

"Aquilo não teve nada a ver comigo ou com o Evanescence", Amy desabafa. "A única coisa que me incomoda nisso tudo, de verdade, é ter que ouvir falar... 'dos integrantes originais'. Acontece que os únicos membros originais do Evanescence somos eu e o Ben. John e Rocky chegaram depois que já tínhamos gravado 'Fallen', ou seja, muitos anos depois... essa expressão só inclui o Ben e eu. Tirando esse detalhe, não tenho nenhuma opinião a dar ou comentário a fazer".

Amy não se abateu; recrutou novos músicos e viu "The Open Door" ser lançado e emplacar o topo da parada em 2006 _ mas o conflito e a pressão a desgastaram e, quando se casou com Josh Hartzler, em 2007, já estava mais que preparada para uma pausa longa.


"Eu só queria dar uma parada", ela relembra. "Eu sentia que se tivesse engatado direto outro trabalho depois da turnê de 'The Open Door', nunca teria dado conta. Na verdade, eu não sabia o que eu queria, então deixei a coisa rolar".


"Adoro a normalidade", ela prossegue. "Adoro meu marido, amo ser normal, ir ao supermercado, comprar minhas verduras, meus presentes, sair com os amigos, sem tentar fazer com que a visão que o público tem de mim seja a coisa mais importante, porque não é mesmo. Foi por isso que eu meio que larguei mão do Evanescence e fiquei sem saber se voltaria ou não".

Amy acabou voltando e começou a trabalhar nas músicas novas em meados de 2009.

"Não dá para evitar", ela diz. "Eu amo música, aí voltei a compor".

A princípio, achou que o novo material produziria "o melhor álbum de sua vida" _ mas, conforme as gravações foram rolando, assim como o trabalho com o produtor Steve Lillywhite e as composições com Will "Science" Hunt, (não confundir com o atual baterista da banda, Will Hunt), ela sentiu que algo estava errado... até que finalmente decidiu que a única coisa a fazer era voltar à estaca zero.

"Não era a música do Evanescence", ela explica. "Algumas eram bem enxutas, acústicas, e eu estava naquela fase em que tudo tinha que passar pelo eletrônico... não tinha nada a ver com a banda".

"Quanto mais eu compunha, mais ficava empolgada com as músicas, mais queria que o resto do pessoal participasse e mais queria que elas fizessem parte do nosso álbum", Amy continua, "mas, quando começamos a entrar no estúdio na época, ninguém estava se dedicando para valer. Tinha alguma coisa errada com o som".

E o que foi que deu errado quando Amy, Hunt, o guitarrista Terry Balsamo, o guitarrista Troy McLawhorn e o baixista Tim McCord entraram no estúdio?

"Acho que o que estava faltando era o rock", Amy admite. "No fundo, o Evanescence é um grupo de rock. A gente precisava daquela força toda, da agressividade do guitarrista e do baterista. Agora sim o disco é um trabalho nosso, porque captou a nova atitude e os novos elementos, mas continua sendo a gente".

Por isso o título é o nome da banda.

"Eu tinha muitas ideias para nomes de álbuns", a cantora prossegue, "mas, cada vez mais, se tratava da banda... quando mais intensa a colaboração, mais a gente sentia que era parte daquilo _ e as músicas passam esse sentimento de que a banda está tão coesa, tão unida, que não havia outro nome. Era uma questão de se apaixonar de novo por tudo isso que ela representa, com mais força".

Amy e Cia. decidiram trabalhar com um novo produtor, Nick Raskulinecz, depois de saber que ele tinha sido responsável por alguns de seus trabalhos favoritos: "Black Gives Way to Blue", de 2009, do Alice in Chains, e "Diamond Eyes", do Deftones (de 2010).

"A gente sabia o som que queria e precisava de alguém que exigisse o máximo da banda", ela resume

Amy, Balsamo e McCord compuseram o primeiro single, "What You Want", na casa dela, em Nova York.

"Eu me lembro que o Tim e o Terry estavam trabalhando naquele primeiro acorde e verso", Amy explica, "e eu achei muito bom. Na verdade, achei fantástico… aí, sentei ao piano e comecei a tocar o refrão; na mesma hora todo mundo virou, tipo: "Aí, é esse o caminho"! Na mesma hora percebi que a canção tinha muita energia, que é uma coisa de que a gente gosta".


"A mensagem também era super positiva" ela acrescenta. "Era como se eu estivesse dando força a mim mesma, lembrando que não precisava ter medo, que devia me abrir e continuar tentando, insistindo... era como se dissesse: "Não tenha medo de voltar ao mundo, não tenha medo do fracasso. Você tem que fazer aquilo que mais ama". Isso é a minha cara, era exatamente por que eu estava passando na época".

Na verdade, na maior parte do álbum Amy se mostra positiva, compondo com uma postura diferente, mais madura e mais alto astral em relação aos dois trabalhos anteriores.

"As pessoas o recebem de formas diferentes", ela reconhece. "Tem aqueles que acham que a música é mais alegre, e eu concordo plenamente. Sob muitos aspectos, é menos cheio de angústia porque não estou jogando a culpa de nada em ninguém _ que é o que eu sinto quando ouço nossas músicas mais antigas. Ao mesmo tempo, tem quem chegue me perguntando por que estou tão desiludida nesse trabalho novo, querendo saber o que aconteceu".

"Acho que, desta vez, tem um pouquinho de cada coisa", Amy diz. "Envolve muitos sentimentos, muita dor, autoaceitação, superação do medo... quero pensar mais sobre a vida e como vivê-la, além de esperança, perdão e vários temas que não eram tão legais de explorar quando eu era adolescente".

Parte desse medo, Amy confessa, tem a ver com voltar para o Evanescence depois do exílio que impôs a si mesma.

"Quando estou com a banda, é Evanescence o tempo todo… começa a fazer parte de mim", a cantora afirma. "Depois de quatro anos afastada, vivendo uma vida normal e nem pensando na banda, não sabia se ela ainda fazia parte de mim, se ainda valia a pena, se ia crescer e se transformar em outra coisa, quem eu era. É por isso que, em grande parte das letras, sou eu tentando me encontrar".


No fim das contas, Amy conclui que ainda se sente muito à vontade na banda.

"Estou sentindo um carinho enorme dos fãs e tenho muito orgulho do trabalho que fizemos", ela finaliza. "Esse álbum é o que eu sou, e eu o adoro. Sei que passo muito bem sem (a banda), mas, no momento, é uma coisa muito boa na minha vida e estou muito feliz por ter caído de cabeça nela de novo".


(Gary Graff é redator freelance e mora em Beverly Hills, no Michigan.)

The New York Times News Service/Syndicate – Todos os direitos reservados.


Uma mulher de 24 anos do Reino Unido nunca poderá tirar um cochilo por um capricho ou dormir na casa de amigos pois ela sofre de uma rara doença que a impede de respirar quando adormece. Emma Chell tem a síndrome de hipoventilação central congênita (SCCH ) que é uma falha no reflexo neurológico que controla a respiração. Para dormir ela precisa usar uma espécie de ventilador acoplado em uma máscara que envia ar para seu pulmão.
Emma passou os primeiros dois anos de sua vida no hospital enquanto os médicos tentavam descobrir por que ela de repente parava de respirar. Apenas uma em cada 200 mil crianças nascem com a doença. Emma é uma das 30 doentes com SCCH no Reino Unido, a estimativa que é que exista cerca de 200 pessoas com o mal no mundo, pois a taxa de mortalidade é extremamente alta.
A jovem sofre muito com a doença. Em entrevista ao jornal britânico Daily Mail ela relatou que sabe que nunca poderá visitar alguns lugares e, caso fique com sono longe de casa, tem que ir embora.
A infância de Emma não foi nada fácil. Quando começou a escola, ela tinha que ter um adulto para acompanhá-la em todos os momentos, tornando difícil para ela se encaixar e fazer amigos. Mas hoje ela já aprendeu a conviver com a doença.
Hoje ela tem um namorado e passa muitas noites ao lado dele. Chris Mason, 29 anos, teve que aprender a dormir ao lado de alguém mascarado. Emma acabou de terminar a faculdade de computação.

Eu era gay quando acordei e ainda sou, disse Chris Birch, 26 anos. Foto: BBC Brasil

"Eu era gay quando acordei e ainda sou", disse Chris Birch, 26 anos
Foto: BBC Brasil
Um britânico que jogava rúgbi e estava noivo diz que um derrame mudou sua sexualidade. Chris Birch, de 26 anos, tentava dar um salto mortal de costas em frente a amigos em um campo, quando caiu, quebrou o pescoço e sofreu um derrame. "Eu era gay quando acordei e ainda sou", disse ele à mídia britânica.
"Sei que parece estranho, mas quando ganhei consciência, eu imediatamente me senti diferente. Eu não estava mais interessado em mulheres. Eu era definitivamente gay. Eu nunca tinha sentido atração por homens antes - eu nunca tive nem amigos gays."
Cabelereiro
Antes do acidente, Birch diz que passava os fins de semana assistindo a programas de esportes na TV e bebendo com amigos. "De repente, eu passei a odiar tudo na minha vida antiga. Não me dava bem com meus amigos, odiava esporte e achava meu emprego (em um banco) chato", conta ele.
"Eu comecei a me preocupar mais com minha aparência, pintei o cabelo e comecei a malhar. Mudei de um skinhead de 120 kg a um homem bem cuidado de 70". Além de terminar o noivado e parar de jogar rúgbi, ele mudou de profissão: passou a ser cabeleireiro. Hoje, ele vive com o namorado em um apartamento em cima do salão onde trabalha.
Cérebro
Birch diz que seu neurologista explicou que o derrame pode ter aberto uma parte diferente de seu cérebro, explicação que é considerada aceitável pela Associação Britânica de AVC (Acidente Vascular cerebral). "Durante a recuperação, o cérebro faz conexões neurais que podem despertar coisas das quais as pessoas não tinham consciência, como um novo sotaque, língua ou talvez uma sexualidade diferente", disse o porta-voz Joe Korner.
Apesar das mudanças em sua vida, Birch diz que não se arrepende da transformação. "Acho que sou mais feliz do que nunca".

Ele postou uma foto de sua reclamação no microblog. Foto: Twitter/Reprodução

Ele postou uma foto de sua reclamação no microblog
Foto: Twitter/Reprodução

Antes mesmo do início dos shows no SWU, que este ano acontece na cidade de Paulínia (SP), o rapper Emicida mostrou-se irritado com a organização do festival.

Em sua conta do Twitter, ele mostrou aos seguidores uma foto em que é chamado de "DJ Emicida". Mais tarde, voltou ao microblog para reclamar de outra bola fora dos organizadores.
Na imagem, o nome do rapper aparece com a grafia errada, pois escreveram "Emecida", ao invés da grafia correta "Emicida". Logo abaixo, ele comentou: "swu... swu... você leu o release?!"

'Is This Love', 'Get Up, Stand Up' e 'Could You Be Loved' foram os sucessos do pai que Damian Marley cantou no SWU. Foto: Edson Lopes Jr./Terra

'Is This Love', 'Get Up, Stand Up' e 'Could You Be Loved' foram os sucessos do pai que Damian Marley cantou no SWU
Foto: Edson Lopes Jr./Terra

RENATO BEOLCHI
Direto de Paulínia
Em um dia com predominância do hip hop nos shows de Emicida, Marcelo D2, Odd Future - e antes de Snoop Dogg, Kanye West e Black Eyed Peas - coube a Damian Marley quebrar o ritmo neste primeiro dia de SWU 2011 em Paulínia no interior de São Paulo. O filho da lenda do reggae Bob Marley permaneceu no estilo que consagrou seu pai - e chegou a cantar Is This Love - para animar o público que acompanha o show no palco Consciência do festival.
Com seu reggae roots baseado em fortes batidas eletrônicas, Marley - apelidado "Jr. Gong" - abriu espaço para apresentar não apenas suas canções. Nesse clima empolgou com Liquor Store Blues, gravada em parceria com Bruno Mars.
Sem contar com a mesma empatia do público - que vibrou muito durante a apresentação anterior, de Marcelo D2, Marley apelou ao anoitecer para entreter a plateia pedindo sua interação com isqueiros.
SWU - segunda edição de casa nova
Pioneiro no Brasil no formato festival + acampamento, o SWU ganha sua segunda edição. Em 2011, o evento acontece na cidade Paulinía, interior de São Paulo (125 km da capital), entre os dias 12 e 14 de novembro.O primeiro SWU aconteceu em outubro, na cidade de Itu, e reuniu nomes como Rage Against the Machine, Queens of the Stone Age, Kings of Leon e Linkin Park.
Assim como foi em 2010, o SWU se dividirá em quatro setores: dois palcos principais - Consciência e Energia, o New Stage e a Tenda Eletrônica. Neste sábado, sobem aos palcos montados no Parque Brasil 500 nomes como Damian Marley, Snoop Dogg, Kanye West e Black Eyed Peas. Entre os representantes brasileiros ainda estão Emicida, Marcelo D2 e Copacabana Club.
O domingo será marcado por uma miscelânea musical. Os palcos principais terão Zé Ramalho, Ultraje a Rigor, Tedeschi Trucks Band, Chris Cornell, Duran Duran, Peter Gabriel e Lynyrd Skynyrd. No New Stage, vale ficar atento aos brasileiros do Sabonetes e no grupo !!! (Chk, Chk, Chk). Quem também toca por lá é o Modest Mouse e a veterana e polêmica Courtney Love com o Hole.
O dia de encerramento do SWU promete ser memorável para os fãs do rock dos anos 90. Nos palcos principais se revezerão grupos como Sonic Youth, Primus, Stone Temple Pilots , Alice In Chains e Faith No More. Para os fãs do metal, o Megadeth também marcará presença. No New Stage vale ficar atento ao trio Ash, da Irlanda do Norte e ao grupo experimental canadense Crystal Castles. A banda de pop rock Simple Plan encerra as atividades do palco.

Câmera em alta definição da Estação Espacial mostra detalhes na área entre a atmosfera da Terra e o vácuo do espaço


Fotografias da Estação Espacial mostram luzes de cidades e fenômenos na atmosfera da terra()

As imagens do universo são fascinantes. Fotos de estrelas, nebulosas e galáxias costumam encantar os olhos do público. Mas parte do fascínio humano com o espaço é a oportunidade de admirar a beleza do nosso próprio planeta visto de longe.
Recentemente, a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), vem transmitindo imagens e vídeos de tirar o fôlego, tanto em nível artístico como científico, mostrando detalhes muito difíceis de serem capturados.
Equipada com câmeras para filmagens em alta definição, a ISS pode observar desde o foco de luz de várias cidades até interações dinâmicas que ocorrem na área entre a atmosfera da Terra e do vácuo do espaço, conhecido como a “costa cósmica”.
Entre os fenômenos observados, estão o brilho de uma aurora boreal, a atividade de relâmpagos na atmosfera superior e o surgimento de nuvens noctilucentes, misteriosas formações gasosas que se formam em imensas altitudes.
Veja a seguir algumas dessas imagens que mostram a beleza e os mistérios do nosso planeta.
Fonte: Nasa
Aurora boreal  - 1 (Imagem: divulgação)
Imagem mostra luzes de aurora boreal no horizonte. Em baixo, é possível ver as luz das cidades do meio-oeste dos Estados Unidos.


Luzes de cidades - 2 (Imagem: divulgação)
Fotografia mostra Budapeste, na Hungria, e Kiev, na Ucrânia, durante a noite.


Relâmpago na atmosfera - 3 (Imagem: divulgação)
Screenshot de vídeo mostra relâmpago na atmosfera superior e o nascer do sol a partir da Estação Espacial Internacional


Península do Sinai - 4 (Imagem: divulgação)
Foto mostra a Península do Sinai com o rio Nilo e o continente Africano ao fundo.


Um Membro da Banda nos Contou:


"A banda surgiu inicialmente de uma brincadeira agente tocava só pra nos divertirmos e divertir a galera dae resolvemos montar a Banda
>>DiGiTaiS<< que receberia esse nome por uma matéria de uma revista da Banda “ Aerosmith “ na qual havia a seguinte frase...”
eles são a lenda viva do Rock n’ roll,as verdadeiras Digitais do Rock!“ essa frase marco na nossa cabeça ae resolvemos que
a banda iria se chamar digitais,fizemos alguns shows mais com pouco tempo a mudança de membros as dificuldades foram surgindo e a Banda DiGiTaiS parou,
nesse período de tempo os integrantes  da banda resolveram chamar o “ Lukinhas “ vocalista de uma banda que tbm havia parado,inicialmente tocávamos cover de outras Bandas,porém a vontade de ir mais além com os sonhos almejados fizeram como que o Lucas tivesse a idéia de construir alicerces de uma verdadeira Banda de Rock e a Banda DiGiTaiS mergulhou na
positividade e tamo ae agora a mais o menos  1 ano  embalados pelos amigos e fãs e com todo esse carinho que nos trazem,
obg galera vcs  são FHODA! \o/ "



A banda é da Cidade de Bezerros PE, e foi formada em 2010, Seu estilo de música é Pop/Rock e atualmente estão Gravando Seu CD DEMO


Confira O Video Da Banda:


Esses são os links de divulgação da Banda, Confiram:
LINKS DE DIVULGAÇÃO



Um novo estudo sugere que um vírus sexualmente transmissível comum e associado ao câncer pode causar também doenças cardiovasculares.

Para as mulheres infectadas pelo papilomavírus humano, ou HPV, a probabilidade de ter tido um ataque do coração ou derrame é de duas a três vezes maior do que para as que não possuem o vírus, de acordo com relatório publicado na segunda-feira passada na revista The Journal of the American College of Cardiology.

O HPV é conhecido por causar câncer de colo uterino, vulva, pênis, garganta e ânus. O novo estudo, porém, foi o primeiro a associá-lo a doenças cardíacas. As descobertas sobre o coração ainda não são definitivas: elas demonstram que o vírus pode estar associado à cardiopatia, mas não provam que ele seja o causador da doença.

O doutor Kenichi Fujise, autor principal do estudo e cardiologista do departamento médico da Universidade do Texas, em Galveston, afirmou que a pesquisa originou-se do empenho dele em descobrir por que algumas pessoas têm ataques do coração mesmo não possuindo fatores de risco frequentes, como colesterol e pressão arterial altos.



Aproximadamente 20 por cento dos pacientes com doenças cardíacas não possuem fatores de risco evidentes. Segundo os pesquisadores, elas devem possuir problemas ocultos que ainda não foram descobertos.

Fujise decidiu estudar o HPV por ele conseguir danificar o gene supressor de tumor p53, que geralmente protege o corpo contra o câncer e também pode ajudar a prevenir doenças arteriais. A inativação do p53 ocorre em uma variedade de tipos de câncer e o gene é considerado um tipo de guardião de genoma. A inativação do p53 também pode gerar inflamação e o espessamento das paredes arteriais.

O HPV é a infecção sexualmente transmissível mais comum nos Estados Unidos. Os cientistas estimam que metade dos homens e das mulheres sexualmente ativos foram infectados e 80 por cento das mulheres contraíram o vírus até a idade de 50 anos. Existem várias cepas do vírus, mas somente algumas causam câncer. Na maioria dos casos, o sistema imunológico da pessoa combate o vírus. A infecção persiste, causando o câncer, somente para uma pequena minoria. Há duas vacinas aprovadas que previnem a infecção por HPV.




Elas são recomendadas aos jovens antes que de se tornarem sexualmente ativos. A vacina não exerce efeito em pessoas que já estão infectadas.

Fujise estudou 2.450 mulheres, com idades entre 20 e 59 anos, que participaram de uma pesquisa nacional de saúde de 2003 a 2006. Foram retiradas células do colo uterino das mulheres para realização do teste de HPV. Elas relataram se sofriam de doenças cardíacas, o que foi definido neste estudo como nunca ter sofrido um ataque cardíaco ou derrame.


Um total de 1.141 mulheres tinham o HPV. Entre as 60 que sofriam de doenças cardíacas, 39 tinham o HPV. Os pesquisadores analisaram os dados e consideraram fatores relevantes para doenças cardíacas como fumo, pressão arterial e peso corporal. Eles descobriram que a probabilidade de as mulheres com HPV sofrerem de cardiopatia era 2,3 vezes maior do que para as mulheres sem o vírus. O risco aumentava para 2,86 vezes para as mulheres que haviam contraído a cepa do vírus causadora de câncer.

Fujise afirmou ter se surpreendido com os resultados. ''Eu acreditava na possibilidade de haver um elo fraco ou nenhum elo, mas este é forte’', afirmou.

Mesmo que outros estudos confirmem esta associação, a grande maioria das pessoas que contraem o HPV não estariam sob risco particular de contrair doenças cardíacas. Segundo Fujise, se a associação existir de verdade, a cardiopatia, da mesma forma que o câncer, provavelmente se desenvolve apenas nas pessoas com infecção persistente pelo vírus.

A doutora Lori Mosca, diretor de cardiologia preventiva do Hospital Presbiteriano de Nova York e Centro Médico da Universidade Columbia, afirmou estar ''definitivamente intrigada com a descoberta’'. O argumento biológico é bastante plausível e merece mais investigações’'. A pesquisadora não participou do estudo. Contudo, a ênfase na plausibilidade não é suficiente – a história da medicina está repleta de ideias que fazem sentido, mas se revelaram incorretas. O tipo de estudo que Fujise realizou, no qual cientistas procuram por associações em uma grande quantidade de dados, contribui com o desenvolvimento de ideias para outras pesquisas, mas não estabelece uma relação entre causa e efeito.

O fato de existir uma associação não confirma nem mesmo qual das condições surgiu primeiro. Teoricamente, a doença cardíaca pode ter surgido antes e tornado as mulheres mais vulneráveis ao HPV. Ou ainda pode haver fatores desconhecidos que predispõem algumas mulheres ao HPV e à doença cardíaca.

''Precisamos proceder com cautela’', afirmou Mosca. ''Precisamos realizar pesquisas mais rigorosas que respondam à questão de forma definitiva’'.

Segundo Mosca, muitos pesquisadores vêm estudando possíveis associações entre o câncer, doenças infecciosas e cardíacas. Até agora, porém, não houve comprovação de que as infecções causam cardiopatia, afirma.

Segundo ela, o trabalho de Fujise ''possui potencial, caso seja bem sucedido, de oferecer mais informações ao público sobre os benefícios potenciais da vacinação contra o HPV’', afirma. Porém, ela acrescentou que a descoberta é muito preliminar para ser usada como evidência em favor da vacinação.

Confira as relações de alguns famosos que duraram pouco tempo


FAMOSIDADES

 Ah o amor... Que seja infinito enquanto dure, mesmo que seja apenas por alguns dias, semanas ou meses. Depois de um casamento todo pomposo, Kim Kardashian anunciou na última segunda-feira (31) sua separação do jogador de basquete Kris Humphries, 72 dias após a união. Mas a morena não é a primeira a ser vítima de “diferenças irreconciliáveis”.
Outros famosos também viram seus casamentos se desfazerem em pouquíssimo tempo. Que diga Britney Spears, que ficou casada com um amigo de infância por apenas 55 horas. E o casamento de Thaís Fersoza e Joaquim Lopes, que terminou em plena lua de mel?
Relembrando esses e outros casos, o Famosidades preparou uma lista com alguns casamentos relâmpago do mundo das celebridades. Confira nas próximas páginas!
Arquivo/Famosidades
Arquivo/Famosidades
Setenta e dois dias foi o tempo que Kim Kardashian levou para colocar um ponto final no seu casamento com o jogador de basquete Kris Humphries. Apesar das recentes especulações sobre o divórcio, a socialite surpreendeu ao anunciar a separação, alegando “diferenças irreconciliáveis”. Kim e Kris namoraram seis meses antes da cerimônia de casamento
Arquivo/Famosidades
Arquivo/Famosidades
Mas ninguém foi mais rápida do que Britney Spears. A “princesinho do pop” conseguiu ficar casada com seu amigo de infância, Jason Alexander, por apenas 55 horas. Isso mesmo! Os pombinhos curtiam alguns dias em Las Vegas e depois de uma bebedeira acabaram subindo ao altar. Provavelmente o casamento durou menos tempo do que a ressaca!
Arquivo/Famosidades
Arquivo/Famosidades
A facilidade dos casamentos expressos de Las Vegas atraiu mais um casal famoso. O jogador de basquete Dennis Rodman e a atriz Carmem Electra celebraram a união após quatro meses de namoro. Se o casamento foi rápido, a separação foi mais ainda. Após Rodman alegar que estava completamente alcoolizado, o casal pediu a anulação do casório, que chegou em apenas nove dias
Arquivo/Famosidades
Arquivo/Famosidades
Eddie Murphy e Tracey Edmonds ficaram juntos apenas 15 dias no ano de 2008. Nem mesmo a pomposa cerimônia na ilha de Bora Bora fez com que o casal ficasse em harmonia. A união teve fim, pois a moça não quis assinar um acordo pré-nupcial que a excluía da partilha da fortuna do ator
Arquivo/Famosidades
Arquivo/Famosidades
Drew Barrymore é a rainha dos casamentos rápidos. Em março de 2001, a atriz casou duas vezes com o comediante Tom Green, porém nem mesmo o duplo enlace foi suficiente para manter o casal junto, que acabou se divorciando após cinco meses juntos. Mas vale lembrar que no passado a loirinha já tinha passado por uma experiência semelhante, quando seu casamento com Jeremy Thomas, em 1994, durou apenas 19 dias
Arquivo/Famosidades
Arquivo/Famosidades
Lisa Marie Presley teve um casamento de três meses com o ator Nicolas Cage. O casal trocou alianças em 2002, no Havaí, e três meses depois acabou se separando de forma amigável
Arquivo/Famosidades
Arquivo/Famosidades
A atriz Renée Zellweger e o cantor country Kenny Chesney casaram apenas cinco meses após de se conhecerem durante um evento no ano de 2005. Quatro meses depois de trocarem alianças em uma cerimônia secreta no Caribe, a loira pediu a anulação do casamento alegando fraude
Arquivo/Famosidades
Arquivo/Famosidades
Aqui no Brasil a moda dos casamentos de curta duração também pegou. Depois de namorarem por cinco anos, Thaís Fersoza e Joaquim Lopes ficaram casados por apenas um mês. Quando retornaram da lua de mel, o ator quis colocar um ponto final no relacionamento e logo depois assumiu um romance com Paola Oliveira. Até hoje a atriz luta para conseguir a anulação da união junto ao Vaticano, alegando que o ex tinha outra "família"
Arquivo/Famosidades
Arquivo/Famosidades
Danielle Wints terminou o casamento com Cássio Reis e assumiu um romance com o atorJonatas Faro um mês depois. A atriz engravidou e os pombinhos resolveram oficializar a união, mas três meses depois, quando a atriz estava com um barrigão de sete meses de gestação, eles colocaram um ponto final na relação
Arquivo/Famosidades
Arquivo/Famosidades
Outro casal que viveu de um romance curto mas intenso foi Daniela Cicarelli e o jogadorRonaldo. Mesmo sem ter validade legal, pois o craque já tinha sido casado anteriormente com Milene Domingues, o casamento foi uma cerimônia digna de realeza, com direito a um festão em um castelo francês. Tudo era lindo e maravilhoso, mas nem três meses depois o casal anunciou a separação sem dar maiores explicações
Arquivo/Famosidades
Arquivo/Famosidades
Fábio Jr. adora um casamento e, consequentemente, tem que gostar de uma separação. Mas o cantor bateu recorde de rapidez em seu casamento com a atriz Patrícia de Sabrit. Depois de namorarem por apenas dois meses eles subiram ao altar, porém não conseguiram sustentar a relação nem por quatro meses

$ok={Aceitar!} $days={7}

O "Minha Cidade em Foco" usa cookies para melhorar sua experiência. Saber mais

MKRdezign

{facebook#http://www.facebook.com/MundoMS} {twitter#http://twitter.com/MundoMSOficial} {google-plus#http://plus.google.com/+MundoMSOficial} {pinterest#http://br.pinterest.com/MundoMS/} {youtube#http://www.youtube.com/c/MundoMSOficial} {instagram#http://www.instagram.com/mundomsoficial}

Fale com o Mundo MS

الاسم

بريد إلكتروني *

رسالة *

يتم التشغيل بواسطة Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget