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A cantora Madonna, 53, fez piada com o episódio do buquê de hortênsias. No Festival de Veneza, ela desdenhou de um arranjo que ganhou de um fã.
Ela publicou nesta segunda-feira, em seu canal do YouTube, um vídeo fazendo graça com o assunto e pedindo desculpas ao fã.
Madonna diz: "Continuo odiando hortênsias! E sempre vou odiá-las!"
E para quem ainda quer saber, ela prefere rosas.
Leia a tradução do vídeo
Você não tem ideia quantas noites perdi pensando como te magoei.
Palavras não podem expressar como estou arrependida.
Pensar que eu posso ter te causado dor.
Meu coração explode de tanta tristeza.
Preciso saber se você vai me perdoar.
Se eu pudesse voltar atrás, voltaria, mas eu não posso, o que me resta?
Fico apenas com o fato de que eu odeio hortênsias! E sempre vou odiá-las!
Somos um país livre! Então, vão se foder, eu gosto de rosas!


Para Janice Favuzza, memorial inaugurado hoje será espécie de cemitério. Pelo menos 20 mil pessoas participam de cerimônia em Nova York.

Cristina Indio do BrasilEspecial para o G1, em Nova York
Janice Favuzza 300x400 (Foto: Cristina Índio do Brasil)Janice Favuzza perdeu o irmão na queda de uma
torre do WTC (Foto: Cristina Índio do Brasil/G1)
"Nunca vamos esquecer". Este é o sentimento das famílias das vítimas dos atentados de 11 de setembro, que lotam o local da cerimônia de 10 anos dos ataques terroristas, em Nova York.
Janice Favuzza, que perdeu o irmão Bernard na queda da torre Norte, disse que teme por um outro atentado. A vida dela mudou depois dos ataques. "Não ando mais de metrô nem de avião", relatou.
O irmão trabalhava no 104º andar de uma das torres no WTC, na empresa Cantor Fitzgerald. Para Janice, o local onde foi construído o memorial representa também um cemitério. "Muita gente ficou aqui. Os corpos não foram encontrados" , disse.

De acordo com os organizadores, cerca de 20 mil pessoas participam da cerimônia, que contou com rápidos discursos do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, seu antecessor, George W. Bush, e do prefeito de Nova York, Michael Bloomberg.


Vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden comandou a cerimônia. 'Nenhum memorial preencherá o vazio deixado em nossos corações', disse.

Raquel KrähenbühlEspecial para o G1, em Washington
A cerimônia no memorial do Pentágono neste domingo (11) foi reservada a familiares das 184 vitimas do ataque terrorista ao prédio do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

O vice-presidente Joe Biden, que comandou a cerimônia junto com o secretário de Defesa, Leon Panetta, fez um pronunciamento longo e bastante sensivel. “Eu sei o que é receber aquela ligação do nada quando a coisa mais querida do seu coração se foi.” Biden se referia a ligação que recebeu quando sua mulher e sua filha, ainda bebê, morreram em um acidade de carro há decadas. “Nenhum memorial, nenhuma cerimônia e nenhuma palavra vai preencher o vazio deixado em nossos corações por aqueles que morreram”, lamentou.
Pentágono (Foto: Charles Dharapak/AP)Vítimas do voo 77, que atingiu o Pentágono, foram lembradas neste domingo (11) (Foto: Charles Dharapak/AP)

Ele também fez uma homenagem aos bombeiros, policiais e outras pessoas que arriscaram suas vidas para salvar outras, destacando o heroísmo dos passageiros e da tripulação do voo 93 da United, que tentaram tomar o controle do avião para evitar um desastre maior (o possível alvo dos sequestradores era o Capitólio, mas o avião acabou caindo em Shanksville, na Pensilvânia).

Segundo o vice-presidente, o país não vai descansar enquanto a Al-Qaeda não estiver destruída e “cada vez que a nação é atacada, o país ataca de volta”. Ele encerrou seu pronunciamento pedindo que Deus proteja as tropas americanas.

Panetta abriu as cerimônias, depois da execução do hino nacional por uma orquestra e coral militar, falando que nenhuma palavra pode amenizar a dor que os parentes ainda sentem. Ele fez uma homenagem especial às tropas que lutam nas duas guerras que sucederam os atentados. “Os Estados Unidos nunca esquecerão o custo humano pago por este geração, incluindo os mais de 6.200 soldados que perderam suas vidas desde o 11 de setembro.”

Depois dos pronunciamentos, militares colocaram um buquê de flores brancas em cada um dos 184 bancos do memorial, que representam cada vítima. Eles estão organizados em fileiras por ordem de idade (a mais nova das vítimas era uma menina de 3 anos, e a mais velha, um capitão da marinha aposentado de 71 anos). São 125 bancos direcionados para o Pentágono, indicando que aquela pessoa estava dentro do prédio. Os demais bancos, 59, estão voltados para o outro lado, indicando que aquela vítima estava no avião
.


Segundo emissora NBC, três mensagens foram postadas na página.
País relembra os 10 anos dos atentados terroristas de 11 de setembro.

Do G1, em São Paulo
A página da Casa Branca no site de relacionamentos Facebook recebeu mensagens de ameaça neste domingo (11), dia que os Estados Unidos relembra os 10 anos dos ataques terroristas de 11 de setembro, informou a rede americana NBC em seu site.
A reportagem traz uma cópia da página com as mensagens, que dizem: "Voltaremos, EUA, um só dia, 11/9/2011", "Nós iremos a você Casa Branca logoooooooo" e "Nós voltaremos em 11/9/2011 para matar todos vocês".
A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, disse na sexta-feira que a rede terrorista al-Qaeda está por trás dos relatos de uma possível ameaça "específica, crível, mas não confirmada" aos EUA, principalmente em Nova York e Washington.
Um internauta, cujo nome escrito em árabe parece ser "Abur al-Muthanna al-Maqdissi", postou vários comentários em inglês e a frase que diz "Voltaremos...", acompanhada de uma montagem fotográfica de Osama bin Laden e de um avião a ponto de se chocar contra o World Trade Center.
Um porta-voz do Serviço Secreto, Edwin Dono Van, indicou à AFP que uma equipe da polícia de elite está investigando as mensagens.
"Toda vez que recebemos informações sobre uma mensagem (de ameaça) no Facebook ou Twitter, temos uma equipe encarregada que a examina, avalia a periculosidade e determina qual é a resposta. É o que está acontecendo agora", afirmou Dono Van.
*Com informações da agência France Presse.
Segundo reportagem da rede NBC, página da Casa Branca no Facebook recebeu ameaças neste domingo (11) (Foto: Reprodução)Segundo reportagem da rede NBC, página da Casa Branca no Facebook recebeu ameaças neste domingo (11) (Foto: Reprodução)


Memorial que relembra mortos é inaugurado no Marco Zero, em Nova York.
Familiares das quase 3 mil vítimas leram nomes durante cerimônia emotiva.



Do G1, em São Paulo
O presidente norte-americano, Barack Obama, e o seu antecessor, George W. Bush, deixaram de lado as disputas políticas e participaram juntos, neste domingo (11), das homenagens às 2.983 pessoas que morreram nos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001. No aniversário de dez anos do maior ataque já realizado contra os Estados Unidos, Nova York realizou uma cerimônia para relembrar a data e as vítimas do terrorismo.
A cerimônia começou às 8h35 no horário local (9h35 de Brasília). Foi a primeira vez que este tipo de homenagem ocorreu no 'Marco Zero', local onde ficavam as torres gêmeas e, agora, foi construído um memorial às vítimas do 11/9 que abrirá a partir de amanhã para o público em geral (neste domingo, apenas familiares tiveram acesso).
O presidente Barack Obama e o ex-presidente George W. Bush (junto a suas esposas) participam de homenagem a vítimas do 11 de Setembro  (Foto: AP)O presidente Barack Obama e o ex-presidente George W. Bush (junto a suas esposas) participam de homenagem a vítimas do 11 de Setembro (Foto: AP)
Ao chegar, Obama e Bush, acompanhados de suas mulheres, se detiveram diante das fontes construídas no local exato onde ficavam as torres destruídas. Depois dirigiram-se ao local onde estavam as famílias das vítimas e as autoridades locais, entre elas o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, para saudá-los pessoalmente.
Pouco depois, às 08h46, Nova York observou o primeiro minuto de silêncio para marcar o momento exato quando, há 10 anos, o primeiro dos dois aviões sequestrados atingiu uma das torres do World Trade Center, começando os ataques do 11 de Setembro.
As homenagens marcaram ainda os momentos dos choques dos outros três aviões e a queda de cada uma das torres. Às 10h28 (locais), foi feito o sexto e último momento de silêncio, marcando o desabamento do prédio norte do WTC.
Logo em seguida à abertura das homenagens, foi iniciada a leitura, por familiares, do nome das vítimas dos atentados, um a um. Esse foi um dos momentos-chave das homenagens. Sinos soaram em toda a cidade.
Ao longo da cerimônia, apresentações musicais intercalaram o silêncio e a leitura de nomes de vítimas. O violoncelista Yo-Yo Ma foi o primeiro a se apresentar. Em seguida, James Taylor e Paul Simon cantaram.
ObamaEm seu discurso, Obama citou a religião ao relembrar os ataques. "Deus é nosso refúgio e nossa força, uma ajuda muito presente nas dificuldades", disse o presidente, durante uma breve introdução, citando um salmo. Além dele, Bush fez um breve discurso.
As famílias conheceram pela primeira vez o memorial do 11 de Setembro, um espaço paisagístico de três hectares construído no local das torres gêmeas do World Trade Center.
Imensas fontes com cascatas internas têm gravados os nomes das vítimas.
Alerta
Autoridades de Nova York e Washington estão em alerta máximo contra o que descreveram como "possíveis, mas não confirmadas" ameaças de um plano da al-Qaeda para atacar os EUA novamente uma década depois da queda das torres gêmeas do World Trade Center após o choque dos aviões.
Em Manhattan, particularmente, a segurança está muito rígida. Policiais inspecionam veículos nas ruas da cidade e em pontes e túneis que levam a Nova York.
Pentágono
Centenas de pessoas, lideradas pelo vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o secretário de Defesa, Leon Panetta, fizeram neste domingo um minuto de silêncio noPentágono em homenagem aos mortos naquele local nos atentados de 11 de setembro de 2001.
Ao todo, 184 pessoas morreram quando o voo AA77, o terceiro sequestrado pelos terroristas da al-Qaeda, colidiu contra um dos setores do prédio do Departamento de Defesa às 9h37 no horário local (10h37 de Brasília).
A banda de música da Marinha interpretou o hino 'Amazing Grace' após o minuto de silêncio absoluto em lembrança dos mortos.
Entre os presentes no espaço criado em memória das vítimas, um simples parque com 184 bancos - um para cada óbito do Pentágono -, estavam inúmeras personalidades políticas, como o presidente da Câmara de Representantes, John Boehner.
PensilvâniaCentenas de pessoas se reuniram neste domingo em Shanksville, no estado americano da Pensilvânia, para prestar um minuto de silêncio em homenagem às vítimas do voo 93 da companhia United Airlines, que foi sequestrado por membros da rede al-Qaeda e caiu na cidade no dia 11 de setembro de 2001, matando todas as 44 pessoas a bordo, entre elas os quatro sequestradores.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, depositou flores no local onde aconteceu a queda do avião, em Shanksville. O voo 93 foi o único que não chegou ao destino traçado pelos terroristas - neste caso o Capitólio, em Washington.
Os passageiros, que sabiam o que havia ocorrido minutos antes em Nova York por terem conversado com familiares por telefone, entraram na cabine do piloto, onde estavam os terroristas, e sacrificaram as próprias vidas para evitar um desastre maior.
O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, e os ex-presidentes George W. Bush e Bill Clinton participaram no sábado da cerimônia de inauguração de um monumento às vítimas.
"A decisão deles custou suas vidas", mas em troca "hoje há americanos que estão vivos graças ao que eles decidiram fazer, e por isso lhes somos eternamente gratos", declarou Bush, que era o presidente na época dos atentados.



Por Redação da Computerworld

Publicada em 27 de julho de 2011 às 18h48

Operadora vendeu mais de 1 milhão de aparelhos em junho e apresentou melhor desempenho que as líderes Vivo e Claro.

A disputa pela segunda posição no ranking em telefonia móvel no País continua acirrada.  A TIM empatou com a Claro em junho, com 25,55% de participação de mercado. A TIM voltou a vender mais que as concorrentes em junho, superando a marca de mais de 1 milhão de novos acessos móveis ativados [1.036.351], segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Em números absolutos, a TIM totalizou 55.524.929. A diferença para a Claro é agora de pouco mais de 9 mil assinantes. Com a venda de 744,8 mil novos aparelhos, a Claro chegou a 55.534.398 dispositivos em uso.
A  Vivo ganhou em junho 667.785 novos assinantes, totalizando 64.049.114 milhões de acessos, ou 29,47% do total.
De acordo com a Anatel, os resultados colocam o Brasil com mais de 217, 3 milhões de acessos no Serviço Móvel Pessoal, e teledensidade de 111,6 acessos por cem habitantes. Foram habilitados 2,3 milhões de celulares no mês.
Trajetória da disputaO empenho da TIM vem ganhando músculos desde o mês de abril, quando liderou o crescimento do setor, com 880 novas habilitações, reduzindo a diferença para a vice-líder para 221.447 celulares.
A Claro recuperou-se no mês seguinte, em maio, ampliando a distância da sua concorrente em 256,3 mil aparelhos à frente. A operadora saltou do patamar de 511.802 em vendas para 795,1 mil.
Embora a Claro tenha mantido a performance no patamar de mais de 700 mil novos assinantes, a TIM continuou crescendo e superou a casa do milhão em vendas no mês de junho.
Os resultados do mês de julho podem definir a segunda colocação do ranking da telefonia móvel no País.


Por Cauê Fabiano para o IDG Now!

Publicada em 28 de julho de 2011 às 08h00

Desenvolvedor da empresa oferece mil dólares caso famosos insatisfeitos com Android e iOS não tenham experiência melhor com a plataforma móvel da Microsoft.

Você trocaria seu dispositivo Android ou seu iPhone por um celular com Windows Phone? Se você for uma celebridade, pode não só fazer o teste como também ser pago caso não goste da experiência – e com dinheiro da Microsoft!
De acordo com o site Techie Buzz, Brandon Watson, desenvolvedor e evangelista da Microsoft, foi o responsável pela ideia, e está disposto a desembolsar mil dólares se os usuários escolhidos não ficarem satisfeitos com o Windows Phone, versão Mango. Tudo começou quando Scott Adams (criador das famosas tirinhas do Dilbert) escreveu um longo post em seu blog, relatando suas frustrações com a plataforma do Google, principalmente em relação à baixa autonomia de bateria do aparelho (que não foi especificado). 
O desenvolvedor da Microsoft, então, comentou no blog do cartunista, e explicou a oferta. "Como seus leitores têm uma grande probabilidade de fazerem parte de nossa base de desenvolvedores, que tal fazermos um acordo com um de nossos celulares? Teste o Windows Phone [...] com o novo Mango OS e, se não gostar mais do que suas experiências com iPhone, farei uma doação de 1.000 dólares para uma instituição de caridade de sua escolha". A mesma proposta foi extendida a apresentadora do CNET, Molly Wood, que também descarrilhou sua raiva em cima de seu Droid X.  
Via Twitter, o desenvolvedor da companhia de Redmond confirmou que ambos os famosos aceitaram o desafio - e parece estar bem confiante. "[Dispositivo Windows Phone 7] chegando em breve para uma celebridade da internet usuária de Android perto de você. Mais alguém se habilita?" escreveu em seu perfil na rede de microblog.  


Por IDG News Service / EUA

Publicada em 29 de julho de 2011 às 08h00


Segundo dados da Nielsen de junho, sistema da Google está em 39% dos aparelhos nos EUA; RIM e HTC dividem segundo lugar em fabricação.

O Android está aumentando sua distância para o iOS como o sistema operacional líder de smartphones nos EUA, mas a Apple continua no topo da montanha quando o assunto é a participação entre as fabricantes desses aparelhos, de acordo com números referentes a junho da empresa de pesquisas Nielsen.
Enquanto 39% dos smartphones do mercado americano rodam o sistema da Google, 28% deles possuem o iOS. Por outro lado, o controle da Apple sobre o iOS significa que todo iPhone vendido conta ponto na conta da Apple como fabricante, enquanto que os aparelhos Android são fabricados por uma variedade de empresas como HTC, Motorola, Samsung, entre outras.
Entre as maiores fabricantes de smartphones, há um empate pelo segundo lugar entre a RIM (do BlackBerry) e a HTC (com aparelhos Android e Windows Mobile), cada uma com 20% do mercado.
Tenha em mente que a participação no mercado de fabricantes é diferente de participação no mercado de sistemas operacionais: os números do Android não incluirão tablets Android, enquanto que os números iOS não levam em contam a (muito maior) população de donos de iPad e iPod Touch.
E também é importante lembrar que, enquanto o “melhor e mais novo” aparelho Android parece ser lançado a cada mês, a última atualização do iPhone foi feita em junho de 2010, e está disponível apenas em duas operadoras dos EUA, AT&T e Verizon.


Por PC World/US

Publicada em 05 de setembro de 2011 às 09h00


“Nós a compramos não só por causa das patentes, afirmou o CEO da gigante. "A Motorola, de fato, tem dispositivos excelentes”.

A compra da Motorola Mobility pela Google, no fim das contas, não foi só por causa das patentes. A gigante, como especulado anteriormente, está interessada no mercado de hardware, e deverá investir pesado no setor.
Como já se sabe, a Samsung tem se mobilizado para o caso de alguma eventualidade, e seu temor não parece precipitado. Crê ser possível que a companhia de Mountain View passe a priorizar os Androids da casa, em vez de tratar todas as parceiras com isonomia, o que prejudicaria os dispositivos que possui da plataforma.
“Nós a compramos não só por causa das patentes”, admitiu Eric Schmidt, CEO da empresa, na última quinta-feira (1/09). “A Motorola, de fato, tem produtos excelentes”, completou.
É verdade que o portfólio de patentes da fabricante é valioso – mais de 24.500 registros. Mas não faz sentido despender 12,5 bilhões de dólares só para isso. Seu catálogo de dispositivos também será bem aproveitado pela companhia de Mountain View.
É lógico que a Google não jogará fora tudo o que a Motorola já produziu, pelo contrário: fará bom uso de cada linha de aparelhos já lançada. Está de olho no sucesso que a Apple obtém graças à sua abordagem de entregar no mesmo pacote hardware e software. Assim consegue controlar cada aspecto do produto que comercializa.

Veja o caso do Android. Apesar do sucesso, sua fragmentação – diversas versões do mesmo SO para diversos dispositivos – é um pesadelo para os desenvolvedores. Por vezes, um aplicativo que funciona bem em um smartphone, não roda tão bem em outro. Quem sai insatisfeito, no final, é o usuário, que não tem nada a ver com isso.
Agora, tendo a Motorola como um de seus braços, a Google poderá produzir aparelhos dentro da sua própria casa – smartphones, tablets – e garantir a perfeita sincronia entre o hardware e a plataforma. Faz sentido e a única coisa que Schmidt fez foi confirmar o que já se esperava.
Voltado à questão da parceria da Google com as outras fabricantes? Será que elas continuarão louvando o negócio acordado ou começarão a se mover para evitar possíveis transtornos? A segunda opção é a mais provável. Paradas elas não vão ficar.
(Ed Oswald)

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