Nos Siga no Mastodon Mundo MS

mund ms.com

O conhecimento é fascinante!

Escolha a categoria


Segundo o jornal britânico The Sun, médicos da China ficaram perplexos após constatarem que uma criança de um ano está grávida. 
A pequena Kang Mengru foi levada a um hospital depois de chamar muita atenção por onde passava, por causa de sua barriga que não parava de crescer. 
Chegando ao local, os médicos constataram o crescimento de um feto na barriga do bebê, um caso muito raro de um gêmeo parasita. 
Apenas 100 casos como o de Kang foram documentados no mundo todo até hoje. A menina agora aguarda uma cirurgia para a remoção do feto.
Os médicos identificaram como uma rara condição que se chama fetus in fetu e que acontece quando um embrião absorve o outro durante as primeiras semanas de gravidez.
O que costuma acontecer é que a nova criança fica reduzida a alguma parte humana. Neste caso de Kang, o bebé dela é um feto completo, tal e qual um novo bebé.
Menina irá ser sujeita a cirurgia para remoção do feto
Agora irão fazer uma cirurgia para remover o bebé parasita.
Fetus in Fetu trata-se de uma gestação de gémeos, onde ocorre a malformação de um deles.
O feto mal formado desenvolve-se, no entanto, dentro do outro irmão.
Quando os embriões se começam a desenvolver, ainda como células, algumas serão boas e outras sairão com defeito. As células anómalas não têm hipótese de chegar ao final da gestação, em casos normais. O corpo da mãe, ou do irmão, acaba por absorver e destruir essas células, correspondentes a um corpo defeituoso.
Mas nesta situação de fetus in fetu, as células que estão boas envolvem as células deficientes. Estas células, ao invés de serem destruidas, conseguem sobreviver tornando-se parasitas das células boas e formam um novo feto. Este feto com problemas, passa-se assim a desenvolver dentro do interior do irmão, completamente formado por células boas.
O gémeo bom passa então a ter dentro de si um gémeo parasita, sem condições de poder viver sem ajuda externa. Ele depende do irmão gémeo bom para ser alimentando.
Depois de nascerem, o bebé com problema não ultrapassa um certo nível de crescimento, enquanto o gémeo normal pode continuar a crescer naturalmente e sem qualquer problema. Normalmente, nestes casos, executa-se uma cirurgia para remoção do gémeo parasita. Este corpo estranho normalmente acaba por morrer pois não costuma ter cérebro, coração ou cabeça. Tem poucos orgãos e nalguns casos, poderá ter orgãos partilhados com o irmão.
Desde o início do século XX, há menos de 100 casos conhecidos até o momento.

J.J. Abrams, 45, pode ser considerado mais um "nerd" que deu certo. De garoto não popular na escola, se tornou o criador de séries de enorme sucesso como "Lost" e "Alias".

Agora, ele volta ao cinema com "Super-8", que diz ser uma soma de suspense, comédia e história humana. "Como acontecia nos filmes de [Steven] Spielberg nos anos 70."

A menção a Spielberg não é gratuita. Ele é o produtor do filme e uma espécie de mentor do diretor.

J.J. conversou com a Folha e jornalistas europeus em Londres. Ele conta como começou a filmar, sobre a relação com o pai e sobre o cinema atual. "É muito difícil fazer filmes num momento como esse em que os filmes já nascem como blockbusters, mesmo que não tenham qualidade."

David Shankbone/Creative Commons 
J.J. Abrams no baile de gala da revista "Time"; diretor fala sobre "Super-8", que estreia hoje 

Folha - Você era um adolescente que também gostava de super-8 [formato de filme em 8 milímetros]. Quão autobiográfico é o filme?

J.J. Abrams - Eu claramente sou o garoto gordinho, que gosta de fazer filmes. Ao mesmo tempo, não tenho muita segurança e era um pouco retraído como o Joel. Também gostava de explodir coisas. Então era um pouco de cada um dos três garotos do filme.

Como você começou a fazer filmes?

Eu tinha 8 anos quando visitei os estúdios da Universal. Vi como eram feitos os filmes e pensei que eu também poderia fazer. Na época, meu pai tinha uma câmera, o que facilitou as coisas.

Nunca fui o cara mais popular da escola, o mais esperto, então pensei que poderia me transformar em alguém se fizesse filmes. Eu participei de um festival com um desses filmetes e foi lá que eu conheci o [Steven] Spielberg.

Por falar nisso, como foi trabalhar com ele como produtor?

Foi excitante e ótimo. Ele tem um instinto inacreditável e ideias sensacionais. O envolvimento dele foi de total apoio.

"Super-8", com histórias mais humanas e estilo do cinema dos anos 70, é uma espécie de manifesto nestes tempos de filmes de super-herois em 3D?

Eu não sabia quando "Super-8" seria lançado. Não sabia se seria entre "Piratas do Caribe" e "Transformers", em meio a sequências e recomeços de histórias. É muito difícil fazer filmes num momento como esse em que os filmes já nascem como blockbusters, mesmo que não tenham qualidade.

Qual a inspiração para esse filme?

A primeira inspiração foi revisitar aquele época da minha vida, a adolescência, que foi realmente estranha, especial, pura, engraçada.

Aí, liguei para o Spielberg e disse: você quer fazer um filme chamado Super-8 que é sobre garotos querendo fazer filmes, da forma como eu e vocês queríamos? Ele topou.

Uma das coisas de que gosto naquele época é que tudo era analógico. Você tinha que esperar para ver o resultado das coisas. Não era apenas filmar e estava pronto. Era preciso mandar o filme revelar. E isso tomava tempo.

Você tinha também que editar fisicamente, cortando os pedaços dos filmes e remontando. Se queria colocar uma música, tinha que pegar sua bicicleta e ir até uma loja de discos para comprar um.

Hoje tudo mudou. Bastam cliques. Nem do dinheiro físico você precisa mais. Eu compro músicas que nunca ouço. Eu adoro a era digital, mas sinto falta de muitas coisas, de muitas experiências, dos objetos físicos.

Ao ver "Super-8", é impossível não lembrar de "Conta Comigo" (filme de Rob Reiner, de 1986, que também mostra a transformação de adolescentes).

Eu não quis apenas refazer filmes como "ET" ou "Conta Comigo", mas fui influenciado, é claro. Há também outras influências, de cineastas europeus como Jean Vigo, [François] Truffaut. O Spielberg me falava: não haveria cinema americano sem esses filmes franceses, sem esse sentimentalismo, essa emoção.

Sentimentalismo tem sempre uma conotação negativa, mas não fico nem um pouco incomodado com isso.

Queria fazer um filme em que as crianças fossem apenas crianças.

Qual será a audiência para esse filme? Jovens? Adultos que eram adolescentes nos anos 70, época em que o filme se passa?

Não tenho ideia. A ambição desse filme é ser uma comédia, um drama familiar, um triller. Quis combinar isso tudo, como Spielberg fazia. Quero que as pessoas se identifiquem com os personagens e talvez chorem, se divirtam. É para todo mundo, para jovens, para pessoas com 40 anos.

Em seus filmes e séries de TV, sempre aparece a figura de um pai problemático. É algo que tem a ver com sua própria vida?

Eu e meu pai temos uma boa relação agora, mas quando eu era criança, era um pouco difícil. Porque, nos EUA, nos anos 70, os pais não se envolviam tanto nas criação dos filhos como hoje. Meu pai era o típico pai daquela época. Um pouco ausente.

Mas a história da relação do pai e filho neste filme é algo que eu sempre quis explorar. Sempre achei muito interessante essa ideia de alguém que perde a mãe, com quem tem afinidade, e acaba ficando com o pai, com quem precisa construir um relacionamento.

Por que vocês envolveram o filme em tanto segredo, até proibiram os atores de falar sobre o enredo?

Eu quero que as pessoas assistam ao filme como algo novo, não que saibam tudo sobre a produção, os atores etc. Prefiro que as pessoas tenham grandes expectativas do que já saibam de tudo.


SÃO PAULO (Reuters) - A nostalgia percorre cada fotograma de "Super 8", a nova aventura saída da imaginação do diretor e roteirista J.J. Abrams - o celebrado criador da série "Lost".
Ambientada em 1979, numa época em que não existiam ainda os telefones celulares, a história evoca, desde o título, também o passado do próprio cinema, emprestando o nome das câmeras que antigamente eram quase tão populares quanto as agora onipresentes digitais


Filme de época, ficção científica, suspense com ecos de drama familiar e romance adolescente, alguns momentos de filme de terror - parece muita coisa, e é, para definir o cruzamento de gêneros que aqui se propõe.
Isto sem contar o largo passeio pelas referências cinematográficas de J. J. Abrams - que vão de "O Dia em que a Terra Parou" (1951) aos filmes do aqui produtor Steven Spielberg - como "Contatos Imediatos do Terceiro Grau" (1977) e "E.T. - O Extraterrestre" (1982) - , fazendo uma rápida escala em "Conta Comigo" (1986). Mas, na mistura, é que o diretor mostra a que veio.
Charles (Riley Griffiths) é um pré-adolescente gordinho e cheio de energia que sonha em ser cineasta - e tem até uma certa semelhança física com Orson Welles. No momento, ele está empenhado em fazer um filme sobre zumbis para colocar num festival. Todo o esquema de produção é caseiro.
Ele conta com amigos do peito como Cary (Ryan Lee), Preston (Zach Mills) e Joe (Joel Courtney) para atuar e trabalhar na equipe técnica. Só falta convencer a loirinha mais bonita da escola, Alice (Elle Fanning, de "Um Lugar Qualquer"), para ser a estrela.


Trailer de "Super 8"

Contando com a jovem atriz, a turma põe-se a filmar uma sequência noturna às escondidas, na estação de trem. Tudo corre bem até que presenciam um estranho acidente: uma caminhonete vem em alta velocidade sobre os trilhos, procurando chocar-se contra o trem que está chegando.
A ideia dos meninos era só aproveitar a parada do trem como pano de fundo para uma cena romântica. O acidente, espetacular, põe todos eles para correr. A câmera fica no chão, filmando um material que logo mais se tornará objeto de uma intensa disputa.
Quem lançou a caminhonete contra o trem é um professor dos garotos, o dr. Woodward (Glynn Turman), que lhes conta uma estranha história sobre um extraterrestre. Pouco depois, a cidadezinha assiste à chegada de vários pelotões de tropas, que tomam conta do trem acidentado e de toda a situação.
Duas tramas paralelas prosseguem a partir daí. Uma delas gira em torno do suspense sobre o segredo do conteúdo do trem e o significado de um estranho cubo colhido na estação por Joe. A outra é o conflito entre o pai de Joe, o xerife-assistente Jackson (Kyle Chandler), e o pai de Alice, Louis (Ron Eldard), uma situação que complica o princípio de romance entre os dois adolescentes. A história tem a ver com a morte da mãe de Joe num acidente na fábrica em que também trabalhava o pai de Alice.
A primeira parte, quando os garotos encenam o filme e presenciam o desastre - uma sequência genuinamente eletrizante - é a melhor, inclusive repleta de humor. Quanto mais se define o mistério, em torno de um extraterrestre com estranhos hábitos alimentares, para dizer o mínimo, a história perde parte de sua energia.
É uma aventura que provavelmente tem mais impacto sobre pré-adolescentes, que têm tudo para se reconhecerem na simpática turma aqui retratada, que em todos os momentos decide tomar a responsabilidade com as próprias mãos. Vale por isso. Como ficção científica, "Super 8" não tem nada de novo e é, na verdade, um tanto trash.
Elle Fanning, do alto dos seus 13 anos, está se tornando não só belíssima, mas também uma ótima atriz. Mais um orgulho no clã que já deu ao mundo Dakota Fanning (que atuou com Spielberg em "Guerra dos Mundos"). (Neusa Barbosa, do Cineweb)

.


Acabar com a privacidade na internet? A rede mundial não esquece, não perdoa e vai estar sempre lá.

A Google recebeu recentemente algumas críticas pela política de “nomes verdadeiros” na rede social Google+ – muitos usuários tiveram a conta no site suspensa (e em alguns casos em outras páginas da empresa também) porque não usavam nomes reais.
O vice-presidente sênior da divisão social da Google, Vic Gundotra, disse que a política tem como objetivo dar um tom positivo, “como quando um restaurante não permite que as pessoas entrem sem camisa ”.
Gundotra, em entrevista a um blog de tecnologia, afirmou que a política não é contra nomes falsos, mas contra quem o escreve de maneiras estranhas (com letras de ponta cabeça, por exemplo), ou usam obviamente um pseudônimo, como “Deus, ou pior”.
Entendo o argumento da política de “nomes verdadeiros”, que torna as pessoas responsáveis pelo que dizem, e acrescenta um ambiente mais profissional para a rede. Permitir o uso de pseudônimos em mídias sociais leva inevitavelmente a um pouco de caos e descrédito.
Mas, se não tivermos anonimato na internet, não temos nada.
Há muitas razões para preservar o anonimato na rede. Por exemplo, há aquelas pessoas que querem mudar o mundo por meio de ativismo político e social, mas também há quem não quer morrer por expressar pontos de vista. Há que queira o pouco de privacidade que existe no mundo moderno. Há que queira usar a internet sem ser assediado, perseguido, perturbado.
Mas esta é a razão mais válida de todas: a internet nunca esquece.
É fácil argumentar contra a política dos “nomes verdadeiros” quando você confronta a internet com os limites do cérebro humano. Mas online não somos limitados por eles.
Pense desta maneira: na vida real não se pode dizer coisas ruins anonimamente. Então, na vida real é preciso assumir a responsabilidade pelo que dizemos. Mas há muitos limites em quantas dessas coisas que você fala realmente afetam sua vida: as pessoas perdoam, esquecem, mudam para longe e nunca mais olham para trás.
Na internet, não é bem assim. Se você disser algum ruim e se isso de alguma forma estiver ligado ao seu nome verdadeiro, todos que encontrar nos próximos 60 anos estarão a um clique de distância de saber que "pessoa horrível" você é. O tempo não cura na internet, o tempo sequer existe na internet.
Então, as pessoas que acham que acabar com o anonimato na internet é algo bom devem dar uma boa olhada na rede e perceber que ela é bem diferente do cérebro humano.
(Sarah Jacobsson Purewal


Li Lin e Li Juan foram presos por vender suas três crianças - dois meninos e uma menina - e usar o dinheiro em jogos na Internet.

Um casal chinês foi preso depois de vender seus três filhos para comprar créditos de jogos online, segundo a rede de TV americana ABC.

Segundo relatos, Li Lin e Li Juan teriam se conhecido em um internet café em 2007. Um ano depois, tiveram seu primeiro filho. Em 2009, veio o segundo - uma menina. Nesse ponto, eles decidiram vendê-la para sustentar o vício online.


A venda foi fechada por 3 mil yuans - cerca de 715 reais. Tempos depois, eles venderam seu primeiro filho por dez vezes mais, ou 30 mil yuans (cerca de 7.150 reais).

Mais tarde, eles tiveram outro garoto, que foi vendido pelo mesmo valor.

Na prisão, o casal alegou que não sabia haver uma lei contra vender filhos para arranjar dinheiro para jogos. Questionados sobre se sentiam falta dos filhos, eles responderam: "Não queríamos criá-los, apenas vendê-los por algum dinheiro."


Medida foi tomada não por pirataria, mas por falta de licença para funcionar.

Duas de cinco lojas falsas da Apple que apareceram na cidade de Kunming, na China, foram fechadas pelo governo chinês - mas não porque estavam claramente violando leis de propriedade intelectual. De acordo com a Reuters, os dois estabelecimentos estavam operando sem licenças de funcionamento.
As outras três restantes - que se apropriaram de muitas características das lojas oficiais da Apple, como painéis, uniformes dos funcionários e até mesmo fazendo com que seus colaboradores realmente acreditassem que estavam trabalhando para a empresa de Cupertino - continuam abertas. Por enquanto.

Esses “tributos” à estética da Apple foram descobertos por um blog de uma norte-americana que se identifica como BirdAbroad. E as lojas não estavam, como muitos suspeitaram, vendendo Hackintoshes, iPhones do mercado negro ou cópias baratas do iPad - um negócio muito popular e lucrativo na China. Em vez disso, esses locais comercializam produtos legítimos da Apple, cobrando o preço normal de mercado.

A Apple tem quatro revendedoras oficiais na China - duas em Pequim e outras duas em Xangai. As Apple Stores chinesas são, inclusive, as lojas mais movimentadas e com maior geração de receita da Apple, ultrapassando até a famosa loja da 5.ª Avenida, em Nova York. A companhia provavelmente deve construir outras ou poderia considerar a possibilidade de tornar os estabelecimentos de Kunming parte das 13 revendedoras oficiais.
Entretanto, dado que as Apple Stores fajutas não estão tentando simplesmente vender os produtos da Apple, mas procurando reproduzir a experiência dos clientes em uma loja real, há muitas chances que a companhia não permita que esses locais permaneçam com as portas abertas por muito tempo.


Produzido na China, o aparelho, que tenta “imitar” o futuro smartphone da Apple, já pode ser encontrado em sites e lojas no Brasil.

E o produto pirata chegou antes do original. Já tem gente ganhando dinheiro na China e no Brasil com um celular que tenta imitar um aparelho que não foi sequer lançado (o iPhone 5 deve ser anunciado pela Apple em setembro ou outubro).
Disponível em lojas na China e em sites brasileiros, o chamado hiPhone 5 procura adotar o design da nova versão do celular da Apple (com base nos rumores sobre como como esse celular será, claro). No mercado chinês ele custa 30 dólares. Por aqui, está cotado a cerca de 200 reais em sites como o Mercado Livre.
Saiba mais sobre o produto na Macworld Brasil.


Duas abas foram adicionadas: uma mostra as atualizações que fazem referência ao usuário e a outra exibe as interações dos internautas que ele segue.

O Twitter liberou dois novos recursos para a rede social, conforme anunciado nesta quarta-feira (10/08) em seu blog oficial. Segundo a empresa, agora o usuário poderá ser notificado quando alguém classificar como “favorito” uma de suas mensagens ou quando retuitá-la. Também será possível visualizar quais atualizações foram as mais interessantes – ou “inspiradoras” – para os internautas que ele segue.
A primeira função é acessada ao se selecionar a aba com o nome do perfil. O objetivo é que o usuário possa ver o que acontece no Twitter que tenha relação com a sua conta. Ou seja: retuites de suas mensagens, novos seguidores, mensagens direcionadas, entre outras interações.
O segundo recurso é utilizado a partir da aba Activity Bar (Barra de Atividade). Nele, é possível observar as mesmas coisas que a função anterior exibe, mas referentes aos internautas que o usuário segue. A companhia aposta que, assim, será muito mais fácil explorar a rede social, já que boa parte das informações estará reunida em uma mesma página.
ActivityBar
Barra Activity - uma dos novos recursos.
As novidades substituem as abas “Mentions” e “Retweets”. Às 19h30 desta quarta-feira, as funções ainda não haviam chegado à versão em português do portal. No modelo em inglês, porém, já estavam funcionando normalmente em alguns dos perfis de jornalistas do IDG Now.


Primeiro-ministro David Cameron pretende discutir a ideia com setores do governo; ataques estariam sendo planejados por meio desses serviços.

O governo inglês já considera desligar temporariamente serviços de redes sociais como o Twitter e de chat como o BlackBerry Messenger em um esforço polêmico para tentar conter a recente onda de protestos violentos no país, de acordo com informações da agência Reuters.
“Estamos trabalhando com a polícia, os serviços de inteligência e a indústria para ver se seria correto impedir que as pessoas se comuniquem por meio desses serviços e sites quando sabemos que eles estão sendo usados para planejar violência, tumultos e criminalidade”, afirmou o primeiro-ministro do país, David Cameron, durante uma reunião de emergência no parlamento em razão das revoltas.
Conforme já noticiamos, a Research In Motion (RIM), fabricante do BlackBerry, se comprometeu a atuar junto à polícia inglesa para controlar os violentos protestos que têm se espalhado por Londres, Birmingham e Liverpool desde o último sábado (6/8). A promessa surgiu pouco após a denúncia de que as ações estavam sendo coordenadas a partir de smartphones BlackBerry, fabricados pela empresa. Apesar disso, como as mensagens trocadas por sua rede costumam ser criptografadas, é possível que a companhia tenha dificuldade para entregá-las às forças do Reino Unido.
No início deste ano, autoridades do Egito tomaram uma atitude parecida, quando desligaram alguns serviços de Internet e telefonia celular durante protestos contra o então presidente do país, Hosni Mubarak. Na época, a ação foi chamada de opressiva.
Conflito na Inglaterra
Os distúrbios já chegaram a várias áreas da capital inglesa, de Hackney, Peckham e Clapham a Croydon e Ealing – isso depois de atingir os bairros de Tottenham e Brixton no último fim de semana. A inflamada reação teve início depois que um homem, supostamente armado, foi morto pela polícia do país.
Um enorme depósito da Sony, localizado em Enfield, e utilizado pela empresa para distribuir CDs e DVDs no Reino Unido, foi incendiado pelos manifestantes. As autoridades estão em busca de pessoas que trocaram mensagens ameaçadoras via BlackBerry Messenger, Twitter e Facebook.


Segundo New York Times, o líder Kim Jong-il formou um "exército de hackers" em jogos MMO para conseguir financiar seu governo.

Quanto dinheiro você conseguiria acumular a partir da prática de gold farming (que consiste em fazer dinheiro com bens virtuais) em games? Se você governa a Coreia do Norte e tem acesso a equipes inteiras, aparentemente pode conseguir cerca de 6 milhões de dólares.
E parece que o ditador Kim Jong-il se encaixa em todos esses pré-requisitos: o New York Times informa que o líder da Coreia do Norte usou jogos MMO (multiplayer massivo online) para financiar seu governo. De acordo com fontes da polícia de Seul, capital da Coreia do Sul, o governo da Coreia do Norte tem recebido “comissões” de um grupo hacker que conseguiu 6 milhões de dólares em dinheiro de verdade, enquanto o “financiamento sujo” do gold farming possui um valor estimado de bilhões de dólares (virtuais). 
Aparentemente, o ditador norte-coreano recorreu ao gold farming em MMOs como outro meio estranho para levantar dinheiro, uma vez que as Nações Unidas (ONU) restringiram o comércio da Coreia do Norte com outros mercados, além de emitir sanções sobres os programas nucleares do país.
Vale notar que esquemas e redes envolvendo gold farming são incrivelmente comuns em muitos locais na Ásia – mas também são mais uma atividade ilegal que Jong-il usa para levantar dinheiro, além do “tráfico de drogas, falsificações, venda de armas e outras atividades ilícitas.”


Enquanto rival ganha seção com "Angry Birds" e "Sudoku", site de Zuckerberg oferece tela maior, stream separado e lista de jogos favoritos.

Pouco depois de o Google+ anunciar uma seção de jogos online, é a vez do Facebook divulgar, em seublog oficial, algumas melhorias para a sua bem-sucedida área de games.
Agora, a rede social de Mark Zuckerberg terá um stream separado para games, trazendo as atividades de seus amigos nos jogos, além de suas pontuações e conquistas, tudo isso em um registrador próprio.
Outra novidade é que você agora pode clicar em uma “notícia” de jogos dos seus amigos e começar a jogar o game imediatamente. Segundo o site, os usuários agora também podem controlar essas notícias para cada app individual em suas Configurações – podendo mostrar que está jogando um game, mas não outro, por exemplo.
Tela maior e favoritos
A partir dos próximos dias os gamers casuais da maior rede social do mundo poderão curtir jogos como CityVille, ZooWorld e Monster World em uma tela maior. O Facebook afirma que assim os usuários terão uma “experiência mais imersiva”.
E quem joga muitos games no site agora poderá marcar seus favoritos em sua página inicial. Como explica o site, para adicionar um favorito bastará clicar no menu próximo ao Bookmark. Além disso, os usuários também podem editar as configurações a partir desse mesmo menu.
facebookbettergames201101.jpg
Usuários agora podem curtir games em tela maior no Facebook

Segundo números da empresa NPD, comercialização sofreu queda de US$961 milhões para R$707 milhões; vendas digitais cresceram e devem "salvar" o ano.

As notícias das vendas de game nos EUA em julho são boas para o meio digital, mas ruins para as lojas físicas. A venda total de games em lojas este mês caiu 26% em relação ao mesmo período do ano passado, uma queda de 961 milhões de dólares para 707 milhões de dólares.

“Não há como negar o fato de que as vendas de games em lojas físicas teve seu pior resultado (em julho) desde outubro de 2006”, afirma a analista da empresa de pesquisas NPD Group, Anita Frazier.

Por outro lado, afirma Anita, as vendas no varejo caíram apenas 4% no acumulado deste ano. A analista também prevê que a temporada de final de ano deve zerar essa diferença ou trazer para um número mais modesto, como 2% negativos.

Curiosamente, os consoles foram os que mais contribuíram para essa queda, e não por causa de seus preços, que a NPD chama de “nivelado” em comparação ao ano passado – as vendas de consoles simplesmente caíram de modo geral.

Como sempre, o comunicado de imprensa da Microsoft incluiu vendas do Xbox 360 (2770 mil no mês, ficando em 1º lugar), enquanto a nota da Sony deixou de lado as vendas menores do PS3 e, em vez disso, destacou o aumento de 18% na comercialização de acessórios para o console. A Microsoft afirma que o Xbox 360 foi o mais vendido no país pelo quinto mês seguido, “vendendo mais unidades nos EUA do que qualquer outro console nos últimos 13 meses”, e alega que o aparelho está “a caminho de ter o seu melhor ano” em termos de vendas.

Parece que o Xbox 360 e o PS3 foram os que mais contribuíram para a venda de consoles, jogos e acessórios, enquanto as outras plataformas (leia-se tudo da Nintendo e o PSP) caíram no acumulado do ano e em relação ao mesmo período de 2010.

A NPD ainda tira o chapéu para as vendas digitais, dizendo que cresceram de modo “impressionante” e notando ainda que o crescimento desta área “combinado com um leve declínio ou padrão nas vendas físicas deve fazer com que 2011 tenha um resultado melhor do que 2010.”

O título mais vendido no período foi “NCAA Footbal 12”, para Xbox 360 e PS3.

Jobs afirmou que a Apple está colocando tudo na nuvem, o famoso iCloud. Foto: AP



Jobs já afirmou que a Apple está colocando tudo na nuvem, o famoso iCloud meses atrás
Foto: AP

O problema de dos rumores é sempre o mesmo: cada um diz uma coisa. Nesta sexta-feira, os sites MacRumorsAppoliciousBusiness Insider e TipB replicaram uma notícia do site japonês Kodawarsian de que a Apple prepara o lançamento do próximo iPhone para 7 de setembro, uma quarta-feira. Inicialmente, o MacRumors, aparentemente o primeiro a dar a "notícia", disse que o evento seria dia 8 de setembro, mas depois o site se corrigiu afirmando que se tratava do horário japonês, logo, nos Estados Unidos, seria dia 7.
Ainda de acordo com o MacRumors, o site japonês acompanha os lançamentos da gigante de Cupertino há algum tempo e já esteve certo sobre rumores no passado. Neste caso, vale lembra que setembro de fato é um mês em que a Apple costuma fazer anúncios, mas normalmente relacionados à música, como o iTunes e o iPod.
Mashable, outro site de tecnologia, dá conta de outro rumor, de que o iPhone 5 seria lançado ao lado de uma versão mais barato do iPhone 4 baseado no iCloud. O novo dispositivo, que poderia se chamar iPhone Cloud, teria uma redução substancial em seu armazenamento flash.
O rumor é uma cortesia, explica o Mashable, de Trevor Sheridan, autor do blog Applenapps.com e que teria falado com três fontes independentes que já lhe teriam dado informações privilegiadas sobre o Lion antes do lançamento.
Segundo Sheridan, o iPhone Cloud lembraria um iPad só que pequeno, e seria vendido por US$ 400, podendo sair até de graça por algumas operadoras e seus contratos. Com iOS5, o iCloud faria backup de todo o smartphone, inclusive dos aplicativos. A pergunta que fica diante desse rumor é: o iCloud já é tudo isso? Os usuários teriam banda de dados suficiente para tornar esse smartphone viável?
Pensando no histórico da Apple, faria sentido lançar uma versão mais barata do iPhone 4 junto da sua quinta versão. Afinal, foi o que a Maçã fez com o iPhone 3GS, praticamente em liquidação atualmente na AT&T: US$ 49. Sheridan, citando os dados de analistas da iSuppli, afirma que a memória flash é cerca de 15% do custo de um iPhone 4. Mantendo uma memória interna de 8 GB, por exemplo, a Apple teria em mãos um produtos realmente muito barato para colocar no mercado.
Por enquanto, e como sempre, é esperar para ver o que Steve Jobs e sua equipe está aprontando.

Aplicativo permite acessar conversas antigas, criar novas e manter conversas em grupo. Foto: Divulgação


Aplicativo permite acessar conversas antigas, criar novas e manter conversas em grupo
Foto: Divulgação

O Facebook lançou nesta terça-feira o Facebook Messenger, um aplicativo para iPhone e Android que possibilita ao usuário trocar mensagens e textos em tempo real através da rede social.
O aplicativo, que já está disponível no Android Market e também na iOS App Store, é resultado direto da compra da Beluga em março deste ano. O Facebook Messenger é o primeiro aplicativo que a empresa desenvolveu e lançou fora do aplicativo oficial do Facebook, diz o site Mashable.
Segundo o blog oficial da empresa, o software é simples e uma vez que os usuários entram no Messenger com seu login e senha do Facebook, são redirecionados para uma tela com todas as conversas e mensagens recentes da rede social. Os usuários também podem acessar conversas antigas ou criar uma nova. As mensagens também podem ser enviadas através do Facebook Messenger ou por SMS.
O aplicativo permite ainda que os usuários mandem fotos para seus amigos e iniciem conversas em grupo.
O Mashable destaca como um dos elementos-chave do aplicativo o seu sistema de alertas. O usuário pode escolher receber um alerta quando chegarem mensagens novas ou então, desativar o sistema. Ele também poderá atrasar os alertas em uma hora ou até às 8h da manhã do dia seguinte.

O Facebook apresentou uma aplicação de Messenger para smartphones que permite enviar mensagens gratuitas, mesmo que o receptor não tenha conta na rede social
Inicialmente apenas disponível nos EUA para dispositivos Android e iPhone, sendo que uma versão para BlackBerry está prevista «para breve», a aplicação gratuita funciona para o envio de mensagens para uma pessoa ou para um grupo.
Num texto publicado no blogue oficial da rede social a responsável pelo serviço, Lucy Zhang, revela a aplicação foi criada para«simplificar a forma como funcionam as mensagens».
Segundo Lucy Zhang o Messenger móvel do Facebook «é uma aplicação separada» da rede social, através da qual os utilizadores podem enviar mensagens, como se estivessem no Facebook, mas sem estarem ligados à rede social.
Caso a pessoa que o utilizador pretende contactar não tenha conta no Facebook, a mensagem é enviada por SMS.
Apesar de inicialmente a aplicação estar apenas disponível nos EUA, esta deve começar a ser disponibilizada noutros países brevemente.

$ok={Aceitar!} $days={7}

O "Minha Cidade em Foco" usa cookies para melhorar sua experiência. Saber mais

MKRdezign

{facebook#http://www.facebook.com/MundoMS} {twitter#http://twitter.com/MundoMSOficial} {google-plus#http://plus.google.com/+MundoMSOficial} {pinterest#http://br.pinterest.com/MundoMS/} {youtube#http://www.youtube.com/c/MundoMSOficial} {instagram#http://www.instagram.com/mundomsoficial}

Fale com o Mundo MS

الاسم

بريد إلكتروني *

رسالة *

يتم التشغيل بواسطة Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget