نوفمبر 2011

Rei do stalking criou anúncios passando-se pela jovem e até publicou fotos impróprias.


(Fonte da imagem: SiliconAngle)
Muita gente reage mal quando termina um relacionamento, mas algumas pessoas acabam indo longe demais. Morador de Los Angeles, Jesus Felix, de 22 anos, é uma dessas pessoas. Depois de se separar de sua ex-namorada, que tem 16 anos, o rapaz criou no Facebook nada menos que 130 páginas de fã (as fanpages, como as de empresas ou celebridades) denegrindo a imagem da jovem.
Ele criou páginas que continham dados pessoais da ex, além de postar fotos explícitas da jovem. Foram criados até alguns anúncios falsos na Craigslist, um dos serviços de classificados mais difundidos no mundo todo, em que Felix se passava pela vítima – e tudo isso apenas como “vingança” pelo fim do namoro. Segundo oTheNextWeb, foi a mãe da jovem que reconheceu a filha em algumas das páginas e denunciou à polícia.
Por ter confessado o crime, o agressor virtual escapou da pena de um ano de prisão, recentemente implantada no Estado da Califórnia para delitos similares. Agora, além de ficar cinco anos em liberdade condicional e ter que fazer 30 dias de serviço comunitário, Felix deve passar por um curso de controle da raiva e uma terapia que trata de sexo.

Entenda por que o Facebook assumiu a liderança na preferência dos usuários brasileiros e desbancou o Orkut.

Nessa terça-feira (13), o instituto de pesquisas Ibobe Nielsen divulgou uma série de dados sobre o uso de internet no Brasil. Entre os quesitos pesquisados, uma informação em especial chamou a atenção. Quando o assunto é rede social, o Orkut já não é mais o site preferido dos brasileiros.
Com 30,9 milhões de visitantes únicos, o Facebook é hoje a rede social com maior audiência no Brasil. O Orkut, líder nos últimos sete anos, vem pouco atrás, com 29 milhões de visitantes. A diferença não é significativa em termos estatísticos, mas essa é a primeira vez que outra rede social ultrapassa o Orkut no país.
As razões que levaram o Facebook a assumir a liderança são muitas e, independente de sua preferência, ao que tudo indica a rede social de Mark Zuckerberg tem potencial para crescer ainda mais. Entenda por que o Facebook pode se tornar um novo fenômeno no país.

Líder em menos tempo

 (Fonte da imagem: Facebook / Reprodução)
Embora tenham nascido no mesmo ano, o desenvolvimento do Facebook é muito mais recente do que o do Orkut. Enquanto a rede social da Google era aberta para todos os usuários, o Facebook se restringia às faculdades norte-americanas, demorando um pouco mais para se tornar conhecido por aqui.
A falta de investimentos no Orkut, aliada à maior divulgação que o Facebook vem obtendo em promoções e interação com websites fez com que muitos usuários fossem “obrigados” a manter contas nas duas redes, ampliando o público do novo líder.

Meus amigos também têm

De nada adianta entrar em uma rede social mais moderna e não encontrar os seus amigos por lá. Um dos maiores empecilhos enfrentados pelo Facebook para se tornar líder foi a ausência de um público cativo do Orkut, que não pretendia de forma alguma trocar um site pelo outro.
À medida que a base de usuários aumentou, ficou mais fácil encontrar um número maior de amigos. Hoje, se você pesquisar, deve encontrar pelo menos 70% dos seus colegas utilizando as duas redes sociais. Sendo assim, escolher em qual rede você irá interagir passa a ser uma mera questão de opção.

Jogos que falam a minha língua

Encontrar jogos em português nos consoles não é algo tão simples. Contudo, os usuários que vão em busca de games específicos, na maioria das vezes, não se importam tanto com isso. Já numa rede social, onde é maior a incidência de jogadores casuais, títulos com conteúdo em português fazem toda a diferença.
 (Fonte da imagem: Facebook / Reprodução)
Gerenciado pelo escritório brasileiro da Google, o Orkut tinha como diferencial o fato de oferecer praticamente todo o seu conteúdo em português, enquanto o Facebook adotava o inglês como idioma universal. A situação, aos poucos, está mudando e já é possível encontrar muitos jogos adaptados para a nossa língua. Com a liderança, é bem provável que o público brasileiro passe a receber ainda mais atenção por parte da companhia.

Resistência às mudanças

 (Fonte da imagem: Orkut / Reprodução)
Desbancar a liderança de uma  rede social que está incorporada ao cotidiano dos usuários há sete anos não é uma tarefa simples. Por mais que o site ofereça atrativos, uma boa fatia do público está tão acostumada com o Orkut que não pretende e nem precisa mudar para outro círculo de amizades.
Trabalhar a resistência de parte do público a essas mudanças foi um dos pontos-chave adotados pelo Facebook. Promoções exclusivas, maior integração com o Twitter e até mesmo a abertura de um escritório no Brasil foram fundamentais para o crescimento.

Comunidades vs. Curtir

A liderança do Facebook no Brasil vai ao encontro também da maneira mais atual de como os usuários compartilham conteúdo na web. Anteriormente, as comunidades eram o espaço principal para o debate e para a disseminação de informações.
Com a chegada do Twitter, a informação se tornou mais instantânea e o volume de conteúdo aumentou. Logo, dizer apenas “curtir” para um texto passou a ser a solução mais prática e rápida. Obviamente, ainda há espaço para as duas coisas. Todavia, o conceito de comunidades deixou de ser prioridade, passando a ser alvo apenas de um público mais específico.

Inclusão digital: o novo desafio

Sete anos no mundo da internet valem por mais de uma década. Muitos usuários que aprenderam a mexer com um computador nos últimos anos tiveram o Orkut como a porta de entrada para o mundo digital. Assim, é natural o apreço e a resistência que têm a deixar a ferramenta.
O Facebook terá o desafio de, em longo prazo, substituir o Orkut nesse papel. Para isso, será preciso investir em mais conteúdo em língua portuguesa e em ações específicas para um público-alvo que busca praticidade acima de tudo.

Visual menos chamativo

Enquanto o Orkut investe em temas e adota cores mais vivas em seu layout, o Facebook prima pelo branco em contraste com o azul. Para muitos usuários, esse é um fator definitivo para que a rede social da Google se torne mais interessante do que qualquer outra novidade.
O Facebook não dá mostras de querer adotar esse perfil. Pelo contrário. Modificações recentes no slideshow de imagens tornaram o visual ainda mais limpo. Será que o estilo mais sóbrio do Facebook será capaz de conquistar os usuários acostumados com uma série de temas?

Biblioteca de conteúdo

Com maior tempo de permanência na liderança, o Orkut conta hoje com uma quantidade incalculável de conteúdo em língua portuguesa, algo que vai demorar muito para ser superado pelo Facebook.
Buscar por uma informação específica no Orkut é quase como pesquisar em uma internet paralela. Já no Facebook, a pesquisa por conteúdos não é o foco principal. A informação é muito mais dinâmica e imediata, o que pode fazer com que muitos usuários se decepcionem.

Escritório no Brasil

Com predominância absoluta do público local, a Google decidiu em 2008 que o Orkut seria controlado pelo escritório brasileiro, o que fez com que a empresa investisse em ações específicas para o usuário nacional. Já o Facebook abriu seu primeiro escritório por aqui apenas neste ano.
Boa parte do crescimento momentâneo da rede se deve a essa base local. Graças a ela foi possível captar novos clientes no mercado publicitário e promover ações específicas, ampliando o interesse dos usuários para testarem um novo site.

Ações populares

Enquanto o Facebook dá os seus primeiros passos em termos de promoções no país, com prêmios oferecidos por empresas vinculadas às ações de “curtir” e sorteios integrados por intermédio de alguns aplicativos, o Orkut já provou estratégias mais sólidas com relação a isso.
Shows com duplas sertanejas e entrevistas exclusivas com cantoras como Ivete Sangalo foram grandes chamarizes de audiência, gerando identificação com as classes mais populares. Resta saber se o Facebook está disposto a investir pesado também nesse nicho de mercado.

Orkut ou Facebook? Que tal os dois?

Decidir qual rede social utilizar não é uma tarefa simples. Há vários itens para serem levados em consideração e cabe ao usuário, baseado em suas necessidades, decidir qual delas melhor se adapta ao seu perfil. Entretanto, como estamos em um período de transição, vale a pena conferir como as duas funcionam.
Para aqueles que ainda não visitaram o Facebook, vale a pena criar uma conta de usuário e conferir o potencial da rede social. Procure seus amigos, teste alguns jogos e veja como é a sua adaptação ao sistema de comunicação que agora é o preferido dos brasileiros.
Se você aposentou o Orkut por ele não atender as suas necessidades, que tal revisitar a rede social com outros olhos? Embora não seja tão dinâmico, utilizar as comunidades como uma espécie de fórum e encontrar amigos que ainda não migraram para outras redes podem ser tarefas bastante interessantes.

Pesquisa com cerca de 2.000 pessoas mostra que rede social tem forte influência no universo feminino.


Há pouco tempo, o Tecmundo divulgou uma uma controversa pesquisa que apresentava a preferência das mulheres por jogos eletrônicos a sexo ou outras atividades cotidianas. Mais recentemente, outro resultado surpreendeu as camadas masculinas da sociedade: uma a cada cinco mulheres prefere deixar as relações sexuais de lado por sete dias em vez de abandonar a conta no Facebook pelo mesmo período.
A pesquisa, realizada pela revista Cosmopolitan com uma amostragem de 2 mil mulheres, provou que algumas não conseguem ficar uma semana sem compartilhar textos ou imagens com os contatos ou acompanhar as novas atualizações dos amigos na rede social.
Com outros serviços, as respostas foram diferentes: 70% largaria o envio de torpedos por relações sexuais, enquanto apenas 43% abandonaria o computador pelo parceiro. O HuffingtonPost, que discutiu a questão com alguns médicos convidados em um programa de televisão, repetiu a pergunta do Facebook com a plateia – e também obteve algumas respostas positivas.

Cientista registra prática e constata: orgasmo traz pico de atividade cerebral.


No momento do orgasmo, o oxigênio flui em maior quantidade pelo cérebro. (Fonte da imagem: The Visual MD)
Você já parou para pensar em como funciona o cérebro feminino durante o ato sexual? O professor Barry Komisaruk, da Rutgers University, parou. Ele registrou a atividade cerebral de uma mulher durante e depois da prática na tentativa de estudar um pouco mais sobre o funcionamento do órgão.
Ao escanear o cérebro de uma mulher com uma máquina de ressonância magnética, foi possível compreender que, durante o orgasmo, a atividade no órgão é muito mais intensa do que nos períodos anteriores (antes de atingi-lo) e posteriores (após a relação sexual).
Para entender o que acontece, é preciso lembrar que o cérebro pode ser dividido em áreas de funcionamento, como sensações do corpo, visão, tato e audição. Os cientistas registraram 80 regiões diferentes a cada dois segundos, por um período total de sete minutos.
Segundo o The Star, o vermelho reproduz a menor circulação de oxigênio no cérebro, enquanto a cor amarela indica maior ocorrência do elemento, o que acontece justamente durante o orgasmo. Para Komisaruk, o objetivo do estudo é saber como o órgão reage ao ato – e buscar explicações e até tratamentos para disfunções sexuais,por exemplo.



Estudo revela que sinais de rede sem fio podem matar ou mutilar espermatozoides.



Um estudo desenvolvido por cientistas argentinos revelou que a utilização da tecnologia Wi-Fi em notebooks pode afetar a capacidade de reprodução dos homens, se usados próximos dos órgãos reprodutores. De acordo com a pesquisa, liderada por Conrado Avendaño, do Nascentis Medicina Reproductiva, em Córdoba, os sinais da rede sem fio são capazes de matar ou mutilar os espermatozoides.
Segundo a Reuters, A pesquisa consistiu em deixar uma quantidade de esperma muito próxima a um laptop conectado a uma rede Wi-Fi. Após quatro horas, 25% dos espermatozoides pararam de se movimentar e 9% apresentaram danos em sua estrutura de DNA.
Em contrapartida, em uma mesma quantia de sêmen mantido na mesma temperatura, porém longe do computador portátil, os índices de mortalidade e problemas na estrutura genérica dos espermatozoides não passaram de 14% e 3%, respectivamente.
O pesquisador acredita que a radiação eletromagnética das redes Wi-Fi é a culpada pela diminuição da qualidade do esperma. "Nossos dados sugerem que o uso de um laptop com conexão sem fio posicionado perto os órgãos reprodutores masculinos pode diminuir a qualidade do esperma humano", afirma Avendaño.

Aplicação de filme especial em monitores e telas LCD leva a tecnologia 3D aos consumidores, dispensando até mesmo o uso de óculos especiais.

A empresa japonesa Global Wave lançou recentemente uma película capaz de transformar monitores LCD comuns em telas 3D. O produto, conhecido como Pic3D, dispensa o uso de óculos especiais e, para ser utilizado, precisa ser aplicado ao monitor.
O conteúdo visualizado com a ajuda do Pic3D deve estar disponível no formato lado a lado, como muitos dos vídeos encontrados no YouTube. Além disso, um software fornecido junto com o produto ajuda a criar o efeito necessário para que imagens e vídeos armazenados na máquina possam “saltar” aos olhos do usuário.
Por enquanto, o filtro pode ser aplicado em monitores de 12,1; 15,6; 21,5 e 23 polegadas. Também estão sendo desenvolvidos modelos para as telas do iPad 2, iPhone e iPod touch. As vendas devem começar em agosto de 2011, mas a brincadeira não sai muito barata. O preço das folhas Pic3D varia de US$ 25 (iPhone) a US$ 186 (23”), de acordo com o tamanho da tela.

As TVs e monitores de LCD funcionam, mas os cientistas desconhecem como acontece um dos processos essenciais para isso.


O LCD (Liquid Crystal Display) não é em sua essência uma tecnologia tão nova. Os displays de cristal líquido estão mais presentes no nosso dia a dia do que imaginamos. Eles fazem parte de calculadoras, relógios de pulso, forno micro-ondas e rádios há muitos anos.
Contudo, essa tecnologia ganhou destaque e se popularizou a partir do momento que começou a ser empregada em televisões e monitores. Atualmente, as TVs de LCD, embora não sejam os aparelhos mais avançados, dominam esse segmento de mercado.
Em teoria, o funcionamento das telas LCD é conhecido. O Tecmundo já explicou com detalhes neste artigo e neste outro como os sinais de vídeo passam do aparelho multimídia para o televisor e assim você pode assistir a filmes, seriados, desenhos animados, partidas de futebol, entre outros – seja via sinais receptados por antena ou reproduzidos de mídias como DVDs e Blu-rays.
Porém, de acordo com o site Humans Invent, esse tipo de tela possui um segredo que ainda não foi completamente compreendido pelos cientistas e que é capaz de confundir a física moderna. Ao ler este texto, você vai conhecer qual é o grande mistério dos displays de cristais líquidos.

Como funcionam as telas LCD

Antes de nos aprofundarmos na descoberta revelada pela publicação citada acima, é importante esclarecermos, mesmo que sucintamente, como essa tecnologia funciona. Basicamente, as telas de LCD recebem o sinal de imagem decodificado e encaminham-no para os pixels – os quais utilizam uma matriz RGB para formar o espectro de cores que nós visualizamos na tela.
O display de cristal líquido consiste em duas chapas de vidro colocadas lado a lado e preenchidas com uma solução de cristal líquido (uma substância capaz de manter suas moléculas com características do estado sólido e líquido ao mesmo tempo).
A formação da imagem é iniciada quando um impulso elétrico atravessa cada um dos pixels compostos de cristais líquidos e uma luz não polarizada permanece ao fundo iluminando todo o painel. Quando essa luz passa pela substância mesomórfica, ela é polarizada e pode ter as suas distintas cores percebidas.
Simultaneamente a isso, o impulso elétrico agita as moléculas do cristal líquido, fazendo com que elas sejam obstruídas ou ganhem novas angulações. Cada posicionamento dessas partículas corresponde a uma cor diferente. Combinando essa refração da iluminação de fundo através do cristal líquido com os dados recebidos pela placa de vídeo da TV, são formados os pontos de cores dentro de cada pixel.
O agrupamento desses pontos formam os quadros de imagem (frames), que ao receberem uma transição muito rápida passam a sensação de movimento, ou seja, as cenas de filmes a que assistimos pela televisão. Para saber mais detalhes sobre o tema, confira o artigo “Como funcionam as telas de LCD, LCD de LED e Plasma”.

O mistério da tecnologia LCD

No cerne da tecnologia LCD, há um efeito que a permite reproduzir o conteúdo audiovisual que desejamos, mas que os cientistas não conseguem compreender por completo. Segundo a publicação do Humans Invent, o método pelo qual essa substância é ativada e o processo de alinhamento entre as partículas do cristal líquido são encarados como um “milagre” dos dias modernos.
Corroborando com o que explicamos anteriormente, o diretor do laboratório de desenvolvimento de sistemas de display e imagens óticas da Sharp na Europa, Dr. Harry Walton, faz uma analogia das telas de LCD com sanduíches – sendo as lâminas de vidro as fatias de pão, e o cristal líquido, o recheio.
 (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)
1. Filtro vertical em película polariza a luz quando ela entra.
2. Substrato de vidro com eletrodos de ITO. As formas desses eletrodos vão determinar o que aparece na TV quando ela está ligada. Cristas verticais são gravados na superfície juntamente com os cristais líquidos, em consonância com a luz polarizada.
3. Cristal líquido.
4. Substrato de vidro com película de eletrodo comum ITO com sulcos horizontais para se alinhar com o filtro horizontal.
5. Filtro horizontal em película para bloquear ou permitir a passagem da luz.
6. Superfície refletora para enviar a luz de volta ao telespectador.
De acordo com o cientista, as pequenas partículas do cristal líquido precisam estar devidamente alinhadas e o sistema precisa fazer com que elas estejam em uma mesma posição para que as imagens possam ser reproduzidas corretamente. Eis que chegamos a grande incógnita no funcionamento das telas de LCD, pois ninguém sabe exatamente como fazer isso.
Conforme explicitado por Walton, existem dois métodos eficientes para que as televisões de LCD funcionem. O primeiro deles é utilizado por inúmeras fabricantes, incluindo a Sharp, e consiste em uma técnica de escovação aplicada a uma finíssima camada de polímero que reveste a parte superior das camadas de vidro.
Esse polímero sofre a fricção de um pano de veludo, a partir de movimentos muito rápidos, antes que o cristal líquido seja acrescentado. Os pesquisadores não sabem se é por causa da eletricidade estática ou das pequenas ranhuras criadas por tal escovação, mas depois desse procedimento essas pequenas partículas se alinham sozinhas.
Menos utilizada, a segunda técnica possível seria o aquecimento dessa mesma camada de polímero, o que faria com que as cadeias poliméricas fossem expostas e conduzissem o alinhamento desses “cristais”. Contudo, ainda não foi desvendada em detalhes como essa relação acontece.

O método ideal

Por ser funcional, a técnica de escovação é um mal necessário, mas não é considerada a ideal. Isso porque ela acaba gerando muita poeira, o que é um enorme incômodo em ambientes que precisam ser extremamente limpos (como as linhas de produção de televisores) – sem falar na possibilidade dessa sujeira afetar outros componentes dos aparelhos em fabricação.
A Sharp desenvolveu um processo mais eficiente chamado UV2A. Em vez de utilizar pedaços de panos para esfregar as camadas de polímeros, a empresa tenta usar feixes de luz UV para criar o mesmo efeito nessas películas.
A técnica criada em 2009 é conduzida com alto nível de sigilo, não sendo detalhada pelo cientista. O que se sabe sobre essa tecnologia é que são lançados feixes de luz ultravioleta sobre o polímero, fazendo-o deslocar no sentido desses faixes incidentes.
 (Fonte da imagem: Sharp)
Com isso, quando o cristal líquido é adicionado, as suas moléculas se alinham de acordo com o direcionamento orientado pela camada polímera. Dessa forma, em teoria, os cientistas podem definir qual deve ser o direcionamento das partículas do cristal líquido.
Embora não tenha explicado esse método inovador, o colaborador da Sharp comentou que ele é capaz de aprimorar a qualidade de contraste, cores e angulação das imagens apresentadas nas TVs. A expectativa dos entusiastas é de que o UV2A seja a tecnologia que ofereça o melhor desempenho para os aparelhos comdefinição 4K e com suporte para conteúdos 3D.
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Ao que parece, os cientistas sabem como alinhar as partículas do cristal líquido na prática, mas não na teoria. Todavia, o que nos interessa como consumidores é que os procedimentos utilizados atualmente têm funcionado e nós podemos usufruir de imagens em alta definição. Claro, se os pesquisadores conseguirem desvendar esse mistério e melhorar o desempenho dos televisores, não poderemos reclamar – afinal de contas, quem sai ganhando são os telespectadores.


Ladrãozinho não é nenhum lord inglês
Ladrãozinho não é nenhum lord inglês
Um ladrão foi forçado pela polícia a escrever uma carta com um pedido de desculpas à vítima assaltada por ele.
No entanto, em vez de demonstrar arrependimento, o bandidinho de 16 anos, que não teve o nome divulgado pela polícia de Leeds, na Inglaterra, resolveu ser rude... e um tanto sincero.
“Não sei porquê estou escrevendo esta carta para você! Fui forçado pela polícia”, disse no pedido de desculpas.
“Para ser honesto, não estou chateado ou arrependido pelo fato de ter invadido sua casa. Basicamente, foi sua culpa. Você cometeu erros estúpidos”, completou, em um documento repleto de erros de ortografia em inglês.
Para o ladrãozinho, a vítima errou ao deixar a janela e a cortina abertas durante a noite.
A carta, claro, não foi entregue à vítima pela polícia que criticou a atitude do bandido adolescente, mas fez algumas ressalvas.
“O conteúdo da carta é nojento, mas atenta para a maneira fria e calculista usada pelos ladrões para escolher seu alvo”, afirmou a inspetora Melanie Jones.
*Com informações da Reuters


Steve Vickers 
Em Harare



A polícia do Zimbábue acredita que uma quadrilha nacional de mulheres esteja atacando homens sexualmente para retirar seu sêmen para o uso em rituais que supostamente trariam prosperidade.

Nesta segunda-feira, três mulheres supostamente ligadas à gangue começam a ser julgadas na capital do Zimbábue, Harare. Esse foi o primeiro caso de prisões de acusadas, mais de um ano após os primeiros relatos sobre o caso, que chocaram o país.

Uma suposta vítima, que pediu anonimato, relatou sua experiência à TV do país em julho. Ele disse ter sido atacado após aceitar uma carona de um grupo de três mulheres em Harare.

"Uma das mulheres jogou água na minha cara e elas me injetaram algo que me deu um forte desejo sexual", contou.

"Elas pararam o carro e me forçaram a manter relações sexuais com cada uma delas diversas vezes, usando preservativos", disse.

"Quando elas terminaram, me deixaram totalmente nu no meio do mato. Algumas pessoas me ajudaram a chamar a polícia, que me levou ao hospital para tratar dos efeitos dessa droga que elas haviam dado para mim, porque o forte desejo sexual continuava", afirmou.

Prostitutas ocupadas

As mulheres presas foram indiciadas por 17 acusações de ataque indecente agravado - já que a lei do Zimbábue (assim como a do Brasil) não considera estupro uma mulher forçar um homem a manter relações sexuais.

Elas foram detidas no início do mês na cidade de Gweru, a 275 quilômetros a sudoeste de Harare, após policiais terem encontrado 31 preservativos usados no carro em que elas viajavam.

As mulheres negam as acusações, dizendo que são prostitutas e que não haviam jogado fora os preservativos porque estavam muito ocupadas.

Após serem soltas sob fiança, elas foram confrontadas e ameaçadas por uma multidão. Elas dizem que têm sido forçadas a permanecer dentro de casa desde então, para evitar a atenção indesejada.

O porta-voz da polícia Andrew Phiri disse à BBC acreditar que as mulheres pertencem a uma gangue que atua em todo o país.

"Nós recebemos relatos de diferentes cidades e províncias do país, de que isso está acontecendo nas estradas", disse.

"Ainda temos de descobrir por que isso está acontecendo. Ouvimos especulações de que está ligado a rituais", afirmou.

Acredita-se que o sêmen seja usado em rituais para trazer sucesso nos negócios e há até mesmo rumores de que o sêmen tem sido vendido para outros países.

Mas o professor universitário Claude Mararikei, especialista em sociologia e cultura, afirmou à BBC que o uso do sêmen "está na área de rituais e magia, que é quase uma sociedade secreta".

"Até mesmo pesquisadores não querem entrar nessa área porque você pode não sair vivo depois de publicar qualquer coisa que descubra", disse.

Casos não denunciados

Os primeiros relatos de ataques foram alvo de curiosidade e descrença, mas homens que falaram à BBC disseram que agora estão tratando a questão com seriedade.

"Agora só ando de ônibus quando ele está cheio e não pego caronas em carros particulares, principalmente se houver mulheres dentro", afirmou um homem que não quis se identificar.

"Precisamos tomar cuidado, porque há mulheres atacando homens. Isso está mesmo acontecendo", disse.

Em Harare, uma mulher identificada como Sibongile afirma que o caso está manchando a imagem de seu gênero.

"É muito ruim que haja mulheres tão mesquinhas que querem ganhar dinheiro fácil dessa maneira", disse ela à BBC no centro de Harare.

A polícia não diz quantos casos foram denunciados.

Nakai Nengomasha, um psicólogo que está trabalhando com três homens que dizem terem sido vítimas de ataques de mulheres, acredita que há muitos casos que não foram denunciados.

"Acho que há muitos casos que não foram relatados, porque as vítimas acham que não se sentirão suficientemente homens se falarem sobre esses assuntos", disse.

"Alguns deles precisam lidar com a questão de ver o ataque como uma perda da masculinidade e de se sentirem sujos", afirmou.

Isso é algo por que passou o homem que denunciou o caso na TV, que disse ter pensado em suicídio.

"Sinto-me violado e desapontado, porque quando contei para minha mulher o que aconteceu, ela me deixou, junto com um de nossos três filhos. Espero que ela volte", disse.



A foto que levou Hersh a ser detido em 2004; à época, ele teve de pagar multa de R$ 36 mil para ser solto
A foto que levou Hersh a ser detido em 2004; à época, ele teve de pagar multa de R$ 36 mil para ser solto
O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a condenação da American Airlines por gesto obsceno do piloto americano Dale Robbin Hersh. Em 2004, ele mostrou o dedo médio a sete agentes da Polícia Federal no desembarque do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. Mas o TJ diminuiu o valor da indenização por danos morais que a empresa terá de pagar a cada agente. Em 2006, os policiais decidiram processar a empresa por danos morais e a companhia havia sido sentenciada a pagar 500 salários mínimos por danos morais para cada um deles. Agora, o valor foi revisto para 100 salários mínimos.
O gesto de Hersch foi feito enquanto o piloto tirava foto de identificação no desembarque do aeroporto, em 14 de janeiro de 2004, na frente de sua tripulação. Os agentes só perceberam quando viram a foto e então lhe deram voz de prisão. Para ser solto, o piloto teve de pagar multa de R$ 36 mil. Na época, o Brasil exigia identificação dos americanos que entravam no País alegando reciprocidade - esse era o tratamento dado a brasileiros que entravam nos Estados Unidos após endurecimento das medidas antiterror.
O valor de 100 salários mínimos ainda é considerado elevado. Mas, para os advogados Frederico Manssur, Eduardo Natal e Bruno Bergmanhs, que defenderam os agentes, é "justo". "A punição tem de ser exemplar", defende Manssur. Ele explicou ainda que a punição se dá contra a empresa, não contra o piloto, porque ele estava no Brasil na condição de preposto da American Airlines e fez o gesto na frente da tripulação.
Procurada, American Airlines informou que não tem conhecimento do acórdão, que deve ser publicado na próxima semana, e preferiu não se manifestar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Lente projetaria imagens e informação em frente ao usuário
Lente projetaria imagens e informação em frente ao usuário



Uma nova geração de lentes de contato capazes de projetar imagens na frente do usuário está um passo mais perto da realidade, depois que os cientistas testaram com sucesso o aparelho em animais.
A tecnologia permitiria a leitura de textos, como emails, através de projeções holográficas, assim como o aperfeiçoamento da visão através de imagens geradas por computador.
Os pesquisadores das Universidades de Washington, nos EUA, e de Aalto, na Finlândia, responsáveis por desenvolver a lente biônica, dizem que os primeiros testes, realizados com coelhos, não registraram efeitos adversos evidentes da invenção.
Incrementada através da implantação de centenas de pixels (o menor elemento de uma imagem digital), a lente poderia ser usada por motoristas para ver mapas através de realidade virtual, ou checar a velocidade do seu carro projetada no pára-brisa.
Na mesma linha, as lentes poderiam elevar o mundo virtual de um videogame a um nível totalmente novo.
Em outro tipo de uso, os instrumentos podem ser conectados a biossensores no corpo do usuário e prover informações, por exemplo, sobre o nível de açúcar no sangue.
Desenvolvimento
O produto final ainda precisa ser aperfeiçoado em relação ao protótipo, como a questão de uma fonte de energia confiável. Atualmente, a lente só funciona em um raio de poucos centímetros da bateria sem fio.
Além disso, os microcircuitos do equipamento possibilitam apenas um diodo emissor de luz (LED, na sigla em inglês), o tipo de tecnologia usada em computadores que transforma energia elétrica em luz.
Apesar das limitações, os cientistas reforçaram seu otimismo em relação ao experimento em um artigo na revista científica Journal of Micromechanics and Microengineering.
O coordenador das pesquisas, professor Babak Praviz, disse que o grupo já conseguiu superar um importante obstáculo, o de adaptar a lente para permitir ao olho humano focalizar um objeto gerado na sua superfície.
Normalmente, conseguimos ver com clareza apenas os objetos localizados a vários centímetros de distância.
"O próximo passo é acrescentar textos pré-determinados nas lentes de contato", disse o cientista.
Material delicado
Segundo os pesquisadores, um dos maiores desafios na fabricação da lente foi trabalhar com os materiais adequados.
Enquanto os materiais usados em uma lente tradicional são delicados, a fabricação de circuitos elétricos envolve materiais inorgânicos, altas temperaturas e produtos químicos tóxicos.
Os circuitos deste protótipo foram feitos com uma camada de metal da espessura de apenas alguns nanômetros – cerca de um milésimo do cabelo humano –, com LEDs medindo apenas um terço de milímetro.
Babak Praviz diz que equipe não é a única a desenvolver esse tipo de tecnologia.
A companhia suíça Sensimed já pôs no mercado lentes de contato inteligentes que usam tecnologia de informática para monitorar a pressão dentro do olho a fim de identificar condições para glaucoma.

Durante a fase do sono chamada REM, o cérebro processa as experiências em um ambiente com menores níveis de estresse
Durante a fase do sono chamada REM, o cérebro processa as experiências em um ambiente com menores níveis de estresse



Um dia ruim pode ser esquecido após uma boa noite de sono. É o que sugere novo estudo publicado na revista Current Biology.
Os resultados encontrados mostram que durante a fase do sono chamada REM (movimento rápido de olhos, na sigla em inglês), o cérebro processa as experiências em um ambiente com menores níveis de estresse. Assim, as emoções são processadas, mas sem as dificuldades que a memória traz à tona.
"A pessoa acorda no dia seguinte e aquelas experiências nem sempre boas já estão mais amenas", conta o líder do estudo e professor da Universidade de Berkeley, na Califórnia, Matthew Walker.
O estudo foi realizado com 35 adultos saudáveis, que foram divididos em dois grupos. Cada um deles viu 150 imagens que causavam diferentes tipos de emoção. As gravuras eram variadas, de um homem segurando uma arma, a uma cobra preparada para atacar, e enquanto isso os cérebros eram monitorados por um escâner.
Metade dos participantes viram as imagens na parte da manhã e depois novamente na parte da noite, permanecendo acordados entre esses dois momentos. Já o outro grupo viu as gravuras na parte da noite, e depois de uma noite de sono, as viram novamente de manhã.
Os que haviam dormido entre as visualizações das imagens apresentaram reações emocionais menores com relação às imagens. O escâner ainda mostrou uma grande redução na atividade da amígdala cerebral, parte do órgão que processa emoções, e isso permitiu que os pacientes pudessem ter mais controle do que sentiam.
Os pesquisadores também analisaram a atividade cerebral dos participantes enquanto eles dormiam. "Durante o sono REM, as memórias estão sendo reativadas, colocadas em perspectiva e se integrando, mas em um estado onde princípios químicos do estresse são reprimidos", disse outro pesquisador envolvido no estudo, Els van der Helm.
Os pesquisadores acreditam que a diminuição de princípios químicos no cérebro ajuda a acalmar as reações emocionais que remetem às experiências que ocorrem em dias anteriores.
Estresse pós-traumático
A descoberta ajuda a explicar porque pessoas que sofrem de estresse pós-traumático, como veteranos de guerra, têm mais dificuldades de se recuperar de acontecimentos ruins, visto que o sono desses pacientes não funciona da forma correta.
Um remédio para pressão alta tem sido prescrito para quem tem esse tipo de distúrbio, pois ele suprime compostos químicos de estresse no cérebro e deixam o sono REM mais tranquilo. Segundo os pesquisadores, há uma redução nos pesadelos e uma melhoria da noite de sono.

Especialistas de saúde precisam atentar para 'vicios ocultos, como o do trabalho, diz analista
Especialistas de saúde precisam atentar para 'vicios ocultos, como o do trabalho, diz analista



O psicólogo britânico Mark Griffiths, professor da Nottingham Trent University, vem estudando o jogo compulsivo há 25 anos e diz acreditar "enfaticamente" que o ato de jogar e apostar, se levado ao extremo, é tão viciante quanto qualquer droga.
Neste texto escrito para a BBC, ele comenta os resultados de seu trabalho:
"Os efeitos sociais e de saúde da jogatina extremada são muitos e têm muita coisa em comum com os efeitos de vícios mais tradicionais, entre eles mau humor, problemas de relacionamento, absenteísmo do trabalho, violência doméstica e ir à falência.
Os efeitos para a saúde - para jogadores e seus parceiros e parceiras - incluem ansiedade, depressão, insônia, problemas intestinais, enxaquecas, stress, problemas estomacais e pensamentos suicidas.
Se comportamentos como a jogatina podem se tornar um vício genuíno, não existe razão em teoria que impediria alguém de se viciar em atividades como videogames, trabalho ou exercícios físicos.
Pesquisas sobre jogadores compulsivos relatam que eles sofrem ao menos um efeito colateral quando passam por períodos de abstinência, como insônia, dores de cabeça, perda de apetite, fraqueza física, palpitações cardíacas, dores musculares, dificuldades de respiração e calafrios.
Abstinência
Na verdade, jogadores compulsivos aparentam sofrer mais sintomas de abstinência física quando tentam cortar o vício do que viciados em drogas.
Mas quando é exatamente que um entusiasmo saudável se transforma em um vício?
Comportamento excessivo por si só não significa que alguém seja viciado.
Eu consigo pensar em muitas pessoas que se envolvem em atividades excessivas, mas eu não as classificaria como viciadas, já que elas parecem não sofrer qualquer efeito negativo ao apresentar tal comportamento.
Em essência, a diferença fundamental entre o excesso de entusiasmo e o vício é que os entusiastas saudáveis adicionam vida às atividades desprovidas dela.
Para qualquer comportamento ser definido como viciante, é preciso que existam consequências específicas como se tornar a atividade mais importante na vida de uma pessoa ou ser o meio pelo qual o humor dela pode melhorar.
Eles podem também começar a precisar fazer mais e mais da atividade ao longo do tempo para sentir seus efeitos e sentir sintomas físicos e psicológicos de abstinência se eles não conseguem fazê-lo.
Isso pode levar a conflitos com o trabalho e com responsabilidades pessoais e muitos podem até viver recaídas se tentam largar o vício.
A maneira pela qual os vícios se desenvolvem - sejam eles químicos ou comportamentais - é complexa.
Vícios 'ocultos'
O comportamento viciante se desenvolve a partir de uma combinação de predisposição biológica e genética de uma pessoa, o ambiente social em que elas cresceram e sua constituição psicológica, como traços de personalidade, atitudes, experiências e crenças e a própria atividade.
Muitos vícios comportamentais são vícios ''ocultos''. Diferentemente do alcoolismo, o viciado em trabalho não apresenta a fala embolada ou sai tropeçando.
Mas, no entanto, o vício comportamental é um tema relativo a saúde que precisa ser levado a sério por todos os profissionais das áreas médicas ou de saúde.
Se o principal objetivo dos profissionais da área médica é garantir a saúde de seus pacientes, então ter consciência sobre o vício comportamental e os temas que o cercam deveriam ser tão importantes quanto o conhecimento básico e o treinamento.
Diversos vícios comportamentais podem ser tão graves quanto vícios em drogas."

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