USP desenvolve vacina que pode significar a cura da AIDS



Cientistas brasileiros desenvolveram uma vacina que poderia prevenir o contágio com HIV.

Conhecida como HIVBr18, a vacina protegeria as pessoas de contrair o vírus causador da AIDS. Ela foi desenvolvida e patenteada por uma equipe da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. O plano inicial é testar a nova vacina ainda este ano.

Os pesquisadores disseram que, em seu estágio atual de desenvolvimento, a vacina não consegue eliminar totalmente o vírus do organismo humano. No entanto, ela é capaz de mantê-lo em uma carga viral suficientemente baixa para que a pessoa infectada não desenvolva a imunodeficiência e nem transmita o vírus para outras pessoas.

A Fundação de Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), que está patrocinando o estudo, disse que os ensaios com macacos são esperados para durar dois anos.

Os cientistas planejam testar a vacina em diversos macacos Rhesus, fornecidos pelo Instituto Butantan.

O professor Edécio Cunha Neto, disse: “Nosso objetivo é testar vários métodos de imunização para selecionar o capaz de induzir uma resposta imunológica mais forte e, portanto, ser capaz de testá-la em humanos”, em entrevista ao DailyMail.

Uma vez que os testes em macacos estiverem concluídos, os pesquisadores então, buscarão financiamento para apoiar os testes clínicos com seres humanos voluntários.

A equipe de investigação, incluindo Cunha Neto, Jorge Kalil e Simone Fonseca, estuda o projeto desde o ano de 2001.

O macaco Rhesus foi escolhido para o ensaio porque seu sistema imunitário é semelhante à dos seres humanos. Eles são muito susceptíveis ao SIV, e acredita-se que eles possam ter sido portadores de HIV antes dos vírus terem pulado a barreira e infectado seres humanos.

No início de 2013, uma equipe de cientistas dinamarqueses começou os ensaios clínicos com uma nova técnica de remoção dos vírus do HIV a partir do DNA humano, permitindo que eles sejam destruídos naturalmente pelo sistema imunológico do corpo.

Os cientistas, baseados no Hospital Universitário de Aarhus, na Dinamarca, afirmaram que seria possível curar, se todos os ensaios clínicos confirmarem a técnica, uma pessoa com HIV por valores muito acessíveis.

Atualmente, 33 milhões de pessoas estão contaminadas em todo o mundo.
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