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Conheça os prédios do futuro

Grandes, belos e ecológicos, edifícios parecem sair direto dos filmes de ficção científica
Projetos se destacam hora pelo tamanho, hora pela beleza e hora pela extravagância
Projetos se destacam hora pelo tamanho, hora pela beleza e hora pela extravagância



Arquitetura futurista, estrutura ecológica e design petulante. Essas são algumas das características que definem os prédios do futuro, formações verticais que parecem ter saído da mente de um roteirista de ficção científica.
Com projetos espalhados por todo o mundo, esse edifícios são a saída encontrara pelos arquitetos para exibir o poder de gigantes multinacionais, ou resolver o continuo aumento da população nas grandes cidades, cada vez mais sem espaço.
Confira a seguir algumas dessas obras arquitetônicas impressionantes que se destacam hora pelo tamanho, hora pela beleza e hora pela extravagância.
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Dancing Towers ou Signature Towers (Dubai)
Com carater de obra faraônica, as Torres que dançam de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, vão ser a sede da empresa Business Bay. O projeto começou a ser construído em 2008, mas já foi paralisado e ainda não há previsão de retorno. As três torres foram “coreografadas” para refletir o movimento de fluidos, de acordo com a arquiteta iraniana Zaha Hadid, responsável pelo projeto e vencedora de diversas competições internacionais.
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Bosco Verticale (Milan)
Proeza incrível da arquitetura verde, a Bosco Verticale promete ser a primeira floresta vertical do mundo. A construção coberta de vida vegetal será erguida em Milão, na Itália, e protege os moradores da poluição do ar e sonora através da capacidade das plantas em gerar umidade, absorver CO2, produzir oxigênio e proteger o edifício da poluição atmosférica.
Todas estas características melhoram a qualidade do espaço e economizam dramaticamente o consumo de energia durante todo o ano. Cada um dos 27 andares do edifício terá uma varanda plantada com árvores capazes de responder ao clima da cidade - sombra será fornecida no verão, e luz do sol entrará nas casas no inverno, uma vez que as arvores estarão despidas.
A Bosco Verticale é de autoria do arquiteto Stefano Boeri.
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56 Leonard Street (Nova Iorque)
Este arranha-céu modernista e residencial terá 145 andares e será localizado na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos. O prédio é projetado pela empresa suíça Herzog & de Meuron e descrito pelo arquiteto como "casas empilhadas no céu."
O 56 Leonard Street já foi elogiado por publicações como Vanity Fair e New York Magazine, mas atualmente está embargado e com as obras paradas.
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Burj Al Alam (Dubai)
Com um elevador que chega a mais de 350 km por hora, o Burj Al Alam (Torre do mundo, em português) é um luxuoso arranha-céu que será construído na cidade de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A estrutura terá 501 metros de altura e uma especie de coroa na cobertura, com jardim suspenso e spa. Sua construção começou em 2006, mas o projetou foi paralisado devido ao atraso no pagamento das parcelas de clientes e investidores. A previsão atual para a conclusão do projeto é no final de 2012.
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Edifício COR (Miami)
O edifício COR consiste em um condomínio vertical multifuncional de estrutura metálica e vidro cercado por um exoesqueleto parecido com um queijo suíço. No topo, os orifícios circulares - às vezes individual, às vezes juntos – possuem grandes turbinas eólicas que agem em conjunto com o sistema de painéis fotovoltáicos e coletores solares para o aquecimento de água, que formam o sistema de geração de energia do edifício. O projeto, de autoria do arquiteto Chad Oppenheim, é o primeiro condomínio sustentável de Miami, nos Estados Unidos.
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Logistic City (Shenzhen)
Com impressionantes 1111 metros de altura, a torre autossustentável projetada para a cidade de Shenzhen, na China, será uma comunidade vertical com residências, empreendimentos, comercio e áreas verdes.
A altura do super arranha-céu permitirá a circulação abundante de vento que será coletado por turbinas eólicas para a geração de energia. Para manter as plantas sempre verdes, um sistema de reciclagem vai aproveitar a água da chuva para regar e cultivar as partes naturais da construção. Outro aspecto positivo é o uso de energia solar para alimentar todas as áreas comuns aos moradores.
O projeto audacioso ainda não passa de uma ideia e não há qualquer previsão de sua implantação ou do início de suas obras na cidade de Shenzhen.


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