a-ha se apresenta pela terceira vez para os fãs pernambucanos

O trio chega com a turnê do novo álbum, Cast in Steel,
Magne, Morten e Päl, o trio norueguês A-Ha
divulgação

Lembro bem, os fãs gritando o tempo inteiro, numa cidade em que nunca tínhamos tocado. Cantando junto músicas que não tocávamos sempre, algumas pela primeira vez em show. O A-Ha atraia multidões em muitas cidades do mundo, mas foi uma experiência única.” A afirmação é feita pelo guitarrista Päl Waaktaar, também chamado de Paul, da banda norueguesa A-Ha, em entrevista ao JC por telefone. Ele lembrava o primeiro show do grupo no Recife, em 3 de junho de 1991, no Geraldão. 

Os noruegueses voltaram em 2010, para uma apresentação no Classic Hall, que por pouco não acontece, devido a uma faringite que acometeu o vocalista Morten Harket (que chegou a ser atendido num hospital do Recife). O grupo retorna à capital pernambucana para tocar, quinta, no Classic Hall, trazendo o show da turnê do álbum Cast in Steel, lançado este ano – o décimo do deles.

O A-Ha é a banda mais bem sucedida do pop da Noruega: vendeu dezenas de milhões de discos em 30 anos de carreira. Em 2010, o grupo já estava com bastante tempo de estrada para que nomes como Chris Martin o incluísse o grupo entre suas influências. Porém o ‘synthpop’ do A-Ha ainda é rotulado como música para adolescentes, motivado obviamente pela histeria que acompanhava a banda nos anos 1990, uma espécie de nova beatlemania.


Um filme norueguês intitulado Beatles (2014, dirigido por Peter Flinth), baseado no romance de Lars Christensen Saabye, não por acaso tem trilha assinada por Magne Furuholmen. Conta a história de uma banda de Oslo, cuja fantasia é ser os Beatles: “Eu não tive nada com a trilha, apenas Magne trabalhou nela. Nem vi o filme. Mas o A-Ha não tem a ver com a história”, diz Päl. “Não pretendemos ser Beatles, até porque chegamos depois deles. O que ouvíamos era The Doors, Jimi Hendrix, e depois a cena punk.”

Ao contrário dos Beatles, que se separaram uma única e definitiva vez, o A-Ha está na terceira volta. E com um disco novo, Cast in Steel (Forjado em Aço), o décimo de estúdio. O guitarrista explica como se deu a nova reunião: “Nosso último disco tinha sido há alguns anos (Foot of the Mountain, 2009). De repente, liguei para Magne e disse que estava com algumas canções. Ele me convidou à casa dele para gente experimentar trabalhar algumas. Estava com algumas canções novas que serviam bem para a voz de Morten. Assinamos com um selo e o disco foi saindo, naturalmente. Depois resolvemos fazer a turnê e o Rock In Rio nos incentivou a mergulharmos novamente nessas águas”.
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