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Um escravo ajudou a criar o famoso uísque Jack Daniel's

Divulgação
Uísque Jack Daniel's: marca mudou a versão da sua origem

 O famoso uísque Jack Daniel's, criado em 1875 pela Jack Daniel Distillery, no Tennessee (EUA), teve a ajuda essencial de um escravo negro.

Essa é a nova história oficial que a marca começou a contar sobre sua origem.

A história, até então, era que Jack Daniel, ainda um adolescente, aprendera o processo de destilação e instruções de receita com um pastor e merceeiro de Lynchburg chamado Dan Call. 

Agora, a marca revelou que o verdadeiro conselheiro de Daniel era um dos escravos de Call, chamado Nearis Green.

Essa versão da história já existia há muito tempo, mas era tratada apenas como uma lenda.

De acordo com o New York Times, a marca começou a falar do legado real de Nearis Green em suas redes sociais e no tour oficial pela destilaria no Tennessee - que atrai mais de 250 mil visitantes todos os anos.

O novo "storytelling" da Jack Daniel's é uma mudança e tanto para um dos uísque mais populares do mundo.

Antes, a marca sempre explorara a "aura branca" de sua fundação, centrada na descendência de Daniel e seus pais: colonos galeses, escoceses e irlandeses.

Reprodução
Foto mostra americanos no Tennessee na produção do uísque. No centro da foto: Jack Daniel e, ao seu lado, um provável filho do ex-escravo Nearis Green.

Nos EUA, os escravos negros dos estados sulistas sempre tiveram papel essencial nas destilarias. Além de trabalharem à força, eles dominavam as técnicas de partes complicadas do processo.

Não é incomum que famosas receitas de destilados tenham sido aperfeiçoadas ou desenvolvidas por negros - e depois indevidamente apropriadas por fazendeiros brancos. 
Estratégia de marketing

A transformação do mito na história oficial pela Jack Daniel's não deixa de ser, também, uma estratégia de marketing.

A marca, visando os millenials (e, assim, um novo amplo mercado consumidor), pode estar atenta às questões raciais, que estão no centro do debate nos Estados Unidos e têm atraído os mais jovens. 

Ao jornal NYT, Peter Krass, autor do livro "Blood and Whiskey: The Life and Times of Jack Daniel", disse que, nos anos 1980, a marca tentou se conectar aos yuppies. 

Agora, tenta se ligar aos millenials, muito atentos às questões sociais de "justiça". 
História

Mas a marca garante que é uma questão apenas de colocar sua história a limpo.

Também, o legado de Green ainda está sendo levado com cautela dentro da empresa. 

Ainda não se sabe como, nos próximos anos, esse novo "storytelling" será divulgado e usado. 

A versão sobre a participação direta de Nearis Green é antiga.

No livro "Jack Daniel’s Legacy", de 1967, o autor Ben A. Green (sem relações com Nearis Green), cita uma fala do pastor Call, que pedira a Green para ensinar tudo o que sabia ao pequeno Daniel:

"Tio Nearis é o melhor fazedor de uísque que eu conheço", teria dito na ocasião.

Em 1865, com o fim oficial da escravidão nos EUA (ratificação da 13ª emenda à Constituição Americana), Nearis Green foi liberto, mas continuou a trabalhar ao lado de Call.

Daniel teria começado a trabalhar em seu uísque em 1866 (ano que aparece nos rótulos da bebida até hoje) e empregou dois filhos de Green.

Mas a abertura oficial da destilaria, tendo Call como sócio, só aconteceu em 1875. 





Por que os chefões da tecnologia cobrem a câmera do laptop?

Thinkstock/michal-rojek
Notebook: Mark Zuckerberg e o diretor do FBI colam fita adesiva no computador. E talvez você também devesse

Ana Carolina Leonardi, da Superinteressante

O que era coisa de gente paranoica agora virou regra entre experts da tecnologia. Essa semana, Mark Zuckerberg postou uma foto comemorando o número de usuários do Instagram - 300 milhões de usuários acessam o app todo dia. Mas, no fundo da imagem, o protagonista era o computador do fundador do Facebook.

Reprodução
Vários usuários do Twitter notaram que, em cima da câmera do MacBook de Zuckie, tem um pedaço de fita adesiva. Na lateral, onde ficam os microfones embutidos do computador, mais um bocado de fita isolante.

Antes de ser CEO de uma das maiores redes sociais do mundo, Zuckerberg se divertia como hacker na faculdade. Se ele, melhor informado que nós, reles mortais, aderiu ao adesivo, será mesmo que é uma ideia tão paranoica?

O diretor do FBI acha que não. James Comey disse, em uma coletiva de imprensa esse ano, que viu "uma pessoa mais inteligente que ele" cobrir a câmera. Por isso, foi lá e fez o mesmo.

Motivos para se preocupar com isso não faltam. O Ghostnet, grupo de hackers chineses, invadiu 2 mil câmeras em 103 países. Outras 73 mil webcams foram atacadas em 2013.

Como eles fazem isso? Depende do seu tipo de câmera. As mais vulneráveis são as que tem conexão sem fio com o computador. Elas tem seu próprio endereço de IP e se conectam via Wi-Fi. Sem uma senha forte, fica fácil ter acesso às imagens da webcam - e a maioria dos usuários se esquece de trocar a senha padrão do produto.

As câmeras mais antigas, conectadas por USB e as mais novas, embutidas no laptop, são menos vulneráveis, mas podem ser acessadas através de malware - o famoso vírus de computador, que pode ser adquirido com aquele episódio de série corrompido que você baixou por torrent ou no clássico anexo de email asfotosdafestaficaramotimas.exe.

Essas webcams vêm acompanhadas de luzes de LED, que avisam quando a câmera está ligada - se ela pisca aleatoriamente sem uso, pode ser um sinal de invasão. Se isso acontecer em um computador que tem o Windows como Sistema Operacional, vale a pena fazer o seguinte: reiniciar o computador e esperar 10 minutos para ver se a luz volta a piscar. Nesse caso, inicie o Gerenciar de Tarefas, clique na aba Processos e procure o nome "winlogon.exe". Se ele aparecer mais de uma vez, corra para desconectar a internet e faça uma varredura com um antivírus em todo o sistema.

Em algumas situações, porém, isso pode não adiantar:o próprio FBI já provou que é possível invadir e hackear a câmera sem ativar o LED.

Pior: você mesmo pode estar convidando esse tipo de vulnerabilidade para dentro de casa. Sistemas que automatizam e integram diferentes eletrodomésticos em casa, como o Amazon Echo, só respondem tão bem aos comandos de voz porque escutam, literalmente, tudo o que você fala. Tem gente dizendo até que teve momentos ~calientes~ indo parar em site pornô porque teve a câmera da SmarTV da sala hackeada.

A internet está cheia de "manuais para iniciantes" para invadir webcams, e os motivos variam desde diversão até ciúmes no relacionamento. Esse tutorial ensina a esconder vírus em anexos aparentemente inocentes, instalar softwares de controle remoto do computador alheio e tomar o controle da câmera. Já para evitar ser flagrado sem saber, o conselho do mesmo site é um só, nada tecnológico e completamente offline: use fita adesiva.

Dificilmente você, usuário normal, tem tanto a perder com um ataque hacker que escuta e vê o que é feito em frente ao computador quanto Zuckerberg e Comey, que tratam de segredos comerciais e de estado nos seus escritórios e casas. Mesmo assim, ninguém que acabar com a vida pessoal comentada em fóruns de hackers porque teve a infelicidade de ser pego na tentativa de alguém de exibir suas proezas tecnológicas. Se não pode vencê-los, cole plástico em cima deles.

As linhas que dividem ricos e pobres captadas por drones

O fotógrafo Johnny Miller, da Cidade do Cabo, usou um drone para realizar seu novo projeto "Cenas desiguais", que mostra a desigualdade na África do Sul.

 "Discordâncias sobre como as pessoas vivem muitas vezes são difíceis de ver do chão. A beleza de ser capaz de voar é ver as coisas de outra perspectiva, como elas realmente são. Olhando diretamente para baixo de uma altura de várias centenas de metros faz cenas incríveis surgirem e mostrarem a desigualdade ", escreveu Miller.

 Ele explica que algumas comunidades já foram "projetadas com uma separação em mente", enquanto outras cresceram "mais ou menos organicamente." Este é o resultado das políticas de apartheid, quando a segregação racial era a lei. Embora essas políticas foram retiradas há 22 anos, na verdade, "muitas dessas barreiras e desigualdades que geraram, ainda existem."










Mais informações: unequalscenes.com | Facebook | Twitter (via: demilked)

Retratos de dupla exposição juntando dois mundos em um

O nome do artista é Alexis, ele tem 18 anos e vive em Paris, onde pratica essa. revela que ama a arte e o desenho, e só recentemente começou a trabalhar digitalmente para melhorar a qualidade do seu trabalho.

 Normalmente ele passa 3 ou 4 horas com uma de suas criações dupla exposição. Adora criar obras de arte únicas, com muitos detalhes. Ele também tentou variar de tudo nas imagem (natureza, cidade, paisagens, etc ...) é muito difícil de obter o melhor resultado para poder trabalhar.

 Ele conta que pode passar uma hora assistindo a sua obra completa para se certificar de que não há erros. Quando ele começar uma de suas criações, sempre diz a si mesmo: "Não faça como os outros, faça algo diferente, faça algo que ninguém jamais viu", Arte moderna quando bem feita enche os olhos de quem admira.


















Versão PNG



















Mais informações: Instagram

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