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Cientistas identificam som intrigante do ponto mais fundo do mar

Fossa das Marianas: cientistas dizem ter identificado origem de som intrigante (NOAA/Reprodução)

No ponto mais profundo do oceano, chamado Fossa das Marianas, cientistas ouviram um som intrigante no início deste ano. Agora, eles acreditam ter descoberto de o que fez esse barulho.

Possivelmente, trata-se de uma nova espécie de baleia, que emite um som ouvido pela primeira vez na gravação abaixo. Ainda não se sabe a razão da emissão sonora do animal.

O clipe de áudio tem 3,5 segundos, mas contém cinco tipos de sons distintos, variando entre ruídos metálicos a biológicos. O som foi ouvido no outono de 2014 e na primavera de 2015.



O som abrange frequências de 38 Hz a 8.000 Hz, ou seja, ele é extremamente grave e muito agudo. “A parte do gemido de baixa frequência é típica das baleias, e é esse tipo de som que o torna realmente único. Não é comum encontrarmos muitos novos chamados de baleias”, de acordo com Sharon Nieukirk da Universidade Estadual de Oregon, nos Estados Unidos. A pesquisa foi publicada no The Journal of the Acoustical Society of America.

Os pesquisadores acreditam que o som não foi provocado por nenhum animal conhecido nem por terremotos os pistolas sísmicas usadas para encontrar petróleo no oceano.

O estudo indica que o som metálico ouvido na gravação se assemelha ao emitido pela baleia Minke anã (subespécie da Balaenoptera acutorostrata), cujo chamado é comparado a efeitos sonoros da saga cinematográfica Star Wars.



No futuro, a investigação continuará para encontrar os animais que fizeram o intrigante som na Fossa das Marianas, bem como para entender o motivo dessa emissão sonora.

Facebook vai lançar ferramentas para combater notícias falsas

A empresa facilitará para os usuários a marcação de artigos falsos em seus feeds e também trabalhará com parcerias para checagem de fatos

Facebook: a rede social disse que, se as empresas identificarem que uma notícia é falsa, ela será marcada como "contestada" (Reprodução)

O Facebook disse nesta quinta-feira que lançará várias ferramentas novas para evitar a disseminação de notícias falsas em sua rede social.

A empresa facilitará para os usuários a marcação de artigos falsos em seus feeds de notícias e também trabalhará com parcerias com empresas como o site de checagem de fatos Snopes, a ABC News e Associated Press, num esforço para verificar a autenticidade das histórias.

O Facebook disse que, se as empresas identificarem que uma notícia é falsa, ela será marcada como “contestada” e haverá um link para o artigo correspondente explicado o porquê.

A empresa disse que as notícias contestadas podem ser rebaixadas no feed de notícias, acrescentando que uma vez que um conteúdo for marcado, não poderá ser promovido.

O Facebook também eliminou a capacidade de falsificadores fazerem paródias com os nomes de domínio de publicações reais.

O Facebook enfrentou críticas duras por não conseguir conter notícias falsas na corrida presidencial dos Estados Unidos.

Por Reuters

Após 10 anos, ferrovia Transnordestina leva a lugar nenhum

A ferrovia passou de símbolo da promessa de um Nordeste e de um Brasil que não parariam de crescer para um catálogo de retratos de abandono

Vagão de trem na ferrovia Transnordestina em Pernambuco, dia 26/10/2016 (Ueslei Marcelino/Reuters)

Salgueiro, Pernambuco – O corte reto e metalizado traçado pela ferrovia no horizonte destaca a Transnordestina em meio à seca paisagem sertaneja, tão familiar ao agricultor Francisco Emiliano, de 58 anos, que viu a obra ser lançada em 2006 e testemunha diariamente o silêncio da linha inacabada, onde já não há mais operários trabalhando e nem passa trem algum.
Plantas crescem nos trilhos da ferrovia Transnordestina perto de Missão Velha, no Ceará, dia 25/10/2016 (Ueslei Marcelino/Reuters)

Ao longo dos 10 anos de sua atrasada obra, que já consumiu mais de 6 bilhões de reais, a ferrovia Transnordestina passou de símbolo da promessa de um Nordeste e de um Brasil que não parariam de crescer para um catálogo de retratos de abandono, tanto onde a linha está pronta, mas sem operar comercialmente, como nos canteiros de obra deixados para trás quando o dinheiro parou de entrar.
Parte da ferrovia transnordestina, no túnel de Brejo Santo, no Ceará, dia 29/10/2016 (Ueslei Marcelino/Reuters)

O futuro da ferrovia, que era um dos principais projetos de infraestrutura do país, com mais de 1,7 mil quilômetros de traçado, segue incerto.
Túnel em Brejo Santo, Ceará, parte da Transnordestina (Ueslei Marcelino/Reuters)

As dúvidas persistem mesmo depois da aguardada medida provisória das concessões, publicada no mês passado, que cria mecanismos para devolução negociada de contratos à União, para serem relicitados, e da promessa de mais dinheiro do governo federal anunciada na última terça-feira..
Crianças brincam nos vagões de trem na ferrovia Transnordestina, em Salgueiro (PE), dia 26/10/2016(Ueslei Marcelino/Reuters)

O projeto ainda precisa de bilhões de reais para ser concluído. Além disso, a obra está sob a mira do Tribunal de Contas da União (TCU) pela legalidade do contrato que deu à concessionária controlada pela CSN o direito de tocar e gerenciar o projeto, por questões licitatórias e eventual disparidade de valores.
Vigas da construção da ferrovia da Transnordestina, dia 29/10/2016 (Ueslei Marcelino/Reuters)

O que se vê atualmente no percurso por onde passariam vagões carregados, principalmente de minérios e grãos, é um legado de desolação e desemprego no sertão castigado por uma estiagem que já dura cinco anos.
Homem anda de moto pelo trecho inacabado da ferrovia Transnordestina, no Ceará, dia 25/10/2016(Ueslei Marcelino/Reuters)

“Até agora, a obra parou aqui. Depois continua só a estrada carroçal (de terra). Se estivesse pronta ia ser bom demais. Ia chegar combustível mais barato, emprego para o povo. Está tudo parado. Tem muito desempregado por aí”, conta Emiliano.
Trecho de obra não concluída da ferrovia Transnordestina em Custódia, Pernambuco, dia 26/01/214(Ueslei Marcelino/Reuters)

O agricultor, pai de sete filhos, mora perto da cidade de Missão Velha (CE), de 34 mil habitantes, e trabalha cuidando de cerca de 80 cabeças de gado em uma propriedade às margens dos trilhos da Transnordestina.
Construção da ferrovia transnordestina em Salgueiro, Pernambuco, dia 26/10/2016 (Ueslei Marcelino/Reuters)

Emiliano vigia o gado em um local a apenas algumas dezenas de metros do chamado Marco Zero, onde as obras foram lançadas dez anos atrás pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Vagões de trem na ferrovia Transnordestina, na cidade de Salgueiro, em Pernambuco, dia 26/10/2016 (Ueslei Marcelino/Reuters)

E é ali mesmo, pouco depois do Marco Zero, que o trecho pronto da ferrovia que vem de Pernambuco termina abruptamente.
Crianças em cima de trem na ferrovia Transnordestina, em Pernambuco, dia 26/10/2016 (Ueslei Marcelino/Reuters)

Dormentes, trilhos e brita vão sendo deixados para trás até que a obra passa a ser apenas uma estrada de terra batida, usada hoje para pastagem de animais e como atalho para motos e carros que circulam na região.
Trecho inacabado da ferrovia Transnordestina em Missão Velha, no Ceará, dia 25/10/2016 (Ueslei Marcelino/Reuters)

A reportagem da Reuters percorreu cerca de 300 quilômetros do projeto, quase metade da extensão já concluída, bem como locais onde a obra estagnou, no Ceará e em Pernambuco, ouvindo relatos de pessoas afetadas direta ou indiretamente pelo projeto que voltou à pauta em Brasília, no momento em que o governo federal tenta encontrar uma solução para esta e outras concessões de logística que enfrentam graves problemas para seguir adiante.
Igreja de São Luix Gonzaga, no caminho da ferrovia Transnordestina, em Custódia, Pernambuco, dia 27/10/2016 (Ueslei Marcelino/Reuters)

O Ministério da Integração Nacional acenou com injeção de mais 430 milhões de reais para a retomada das obras da ferrovia. Desse valor, segundo anunciado na terça-feira, cerca de 153 milhões serão liberados pelo Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) “e permitirão a retomada das obras”.



O ministério não informou, no entanto, prazos para isso até o fechamento desta reportagem.

Do total anunciado, outros 150 milhões de reais “estão condicionados à comprovação da execução dos serviços ao longo de 2017”.

O restante será desembolsado pela estatal Valec, sócia minoritária do projeto, no ano que vem. A pasta não deu nenhum detalhe sobre como a verba será aplicada.

A liberação desses recursos teria ocorrido depois que a TLSA se comprometeu a apresentar em 50 dias “um plano de trabalho com informações sobre a aplicação dos recursos e as metas para dar mais impulso à execução dos serviços em 2017”, afirmou o ministério.

O projeto da Transnordestina, no entanto, ainda precisa de pelo menos mais 5 bilhões de reais.

Fontes do governo avaliam que pode ser difícil encontrar quem esteja ainda disposto a apostar na ferrovia, levando em conta que governo de Michel Temer está menos disposto a ser sócio de grandes empreendimentos.

Apesar da repactuação financeira da Transnordestina com a TLSA estar sobre a mesa, uma fonte do governo que participa diretamente das discussões e outras três autoridades do governo federal dizem que o mais provável é que ocorra a chamada devolução negociada, ou “amigável”, da concessão. A TLSA é controlada pela CSN.

Se essa for de fato a saída, a União retomaria a concessão da ferrovia para tentar oferecê-la posteriormente ao mercado em leilão, seguindo as regras da MP das concessões.

Uma possibilidade para tentar viabilizar o interesse de investidores seria reduzir o traçado originalmente previsto, mas segundo a fonte que participa diretamente das discussões há dentro do governo dúvidas sobre se existe carga suficiente nas regiões atendidas pela ferrovia para atrair esse investimento.

“Não tem lógica”

As obras da ferrovia, que a esta altura deveriam estar em grande parte prontas, já custaram cerca de 6,27 bilhões de reais, segundo a estatal Valec, sócia minoritária do projeto.

Porém, o trabalho está longe de terminar, já que apenas 52 por cento das obras previstas foram concluídas.

O objetivo público da ferrovia era ter uma capacidade para transportar 30 milhões de toneladas de carga por ano, principalmente minérios e grãos, segundo dados da TLSA.

Para se ter uma ideia do que isso significa, em 2015, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a malha paulista da Rumo (ex-ALL), que liga o Centro-Oeste ao principal porto do país, Santos, transportou cerca de 4,7 milhões de toneladas de carga.

Para alguns especialistas, porém, o potencial de carga para a nova Transnordestina pode ser bem menor do que sua capacidade.

“Se chegasse a 5 ou 6 milhões de toneladas transportadas por ano seria muito”, disse o diretor-executivo do Movimento Pró-Logística, Edeon Vaz Ferreira. O grupo reúne entidades de diversos setores, como agropecuário e industrial.

Atualmente, estão concluídos cerca de 600 quilômetros de trilhos, de um traçado de 1.753 quilômetros, segundo a TLSA.

A diferença entre os quilômetros e o percentual de conclusão leva em conta a execução de pontes, viadutos e trabalhos preparatórios do solo para o assentamento dos trilhos.

O atual contrato da Transnordestina, no entanto, prevê a entrega da ferrovia em janeiro de 2017.

Pelo projeto atual, a ferrovia partiria de Eliseu Martins, no interior do Piauí, em direção a Salgueiro, em Pernambuco, de onde se dividiria em dois grandes braços em direção aos portos de Pecém (CE) e Suape (PE).

Questionada sobre o futuro da obra, a TLSA afirmou que a liberação dos 430 milhões de reais permitirá a “retomada imediata das obras de forma sustentável ao longo de 2017”, e a criação de cerca de 5 mil empregos.

Porém, a empresa acrescentou que segue negociando com o governo para “consolidar o plano definitivo que possa garantir a conclusão do projeto”.

Com a repactuação financeira e a retomada do ritmo na obra,a empresa afirma que conseguiria concluir o trecho entre Eliseu Martins e Pecém em 30 meses “e a ligação até o porto de Suape em mais 14 meses”.

A CSN encerrou setembro com dívida líquida de 25,8 bilhões de reais e tem vendido ativos para reduzir o endividamento.

Uma das críticas de técnicos ouvidos pela reportagem, e que pode ajudar a explicar por que os trechos prontos da ferrovia não estão em operação, diz respeito ao fato das obras da Transnordestina terem começado pelo interior e não pelos portos.

Sem conexão com os terminais portuários, os trilhos prontos não têm para onde levar cargas.

“Isso é mais do que atípico, não tem lógica. Se tem um porto, você a 50 quilômetros dele já tem carga e pode começar a operar. Esse tipo de procedimento demonstra outro problema, que é a falta de um planejamento mais consistente”, disse o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e ex-diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) Luiz Afonso Senna.

“Você tem formas de construir e agregar cada trecho para já começar a deixá-lo operacional”, acrescentou.

A TLSA afirma que estuda iniciar uma possível nova frente de trabalhos a partir de Pecém, em direção a Missão Velha.

“O modelo de construção idealizado foi desenvolvido para possibilitar o menor deslocamento de matéria-prima (dormentes e brita) por meio do lançamento de três frentes simultâneas a partir de Salgueiro, vértice dos três segmentos, possibilitando um menor custo do projeto”, disse a empresa.

Segundo a professora do mestrado de Geografia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Tânia Bacelar, a Transnordestina precisaria avançar mais rumo ao oeste para se encontrar com a ferrovia Norte-Sul e obter mais carga.

“A Norte-Sul será a espinha dorsal do sistema nacional. A Transnordestina está no meio do caminho ainda”, disse a economista.

Em meio a críticas e questionamentos, o ex-diretor da ANTT avalia que muito dinheiro já foi investido na Transnordestina e terminá-la é essencial.

“Não pode haver uma obra daquele porte parada, com o que já foi investido, com a relevância econômica que tem para a região”, disse.

“Temos no Brasil os chamados elefantes brancos, esse ainda não é um elefante adulto, mas precisamos achar uma solução por meio de um modelo concessão que pare em pé”, afirmou ele.

A estimativa total de investimentos necessários subiu de 7,5 bilhões de reais, previstos em 2012, para os atuais 11,2 bilhões, orçamento em fase de validação pela ANTT, segundo a concessionária.

Na mira do TCU

O projeto da Transnordestina está sob a lupa do TCU há meses, e seus técnicos estão examinando pelo menos três aspectos do empreendimento.

Um deles diz respeito à legalidade do próprio contrato que deu à concessionária controlada pela CSN o direito de tocar e gerenciar o projeto.

O Ministério Público de Contas do TCU afirma que não houve licitação para a concessão do projeto à TLSA e ainda desconfia de eventual disparidade entre os valores já investidos e extensão já concluída da obra.

“A construção de 1.753 quilômetros de ferrovia e a exploração desse novo objeto no contrato de concessão da Malha Nordeste deu-se sem prévia licitação, com violação aos comandos contidos no artigo 175 da Constituição Federal e de diversos comandos da Lei 8.987/1995”, como consta do processo que tramita no TCU sobre o caso.

O ministro do TCU Augusto Sherman afirmou em julho, no processo aberto no tribunal sobre a Transnordestina, que um dos financiadores da obra, o Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), teria observado disparidade entre a execução física e a financeira.

A Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), que administra o fundo, confirmou à Reuters que, “na última liberação de recursos do FDNE para o projeto da Ferrovia Transnordestina, o Banco do Nordeste (agente operador do FDNE) verificou haver defasagem de comprovações das execuções física, financeira e contábil do projeto”.

E por isso, em 2014, a Sudene notificou a concessionária condicionando a aprovação de novo pedido de desembolso à comprovação da conformidade das execuções “em patamares compatíveis com os recursos efetivamente liberados pelo FDNE”.

Questionada sobre isso, a TLSA afirmou que, considerando o orçamento mais recente, de 11,2 bilhões de reais para o total da obra, já foram gastos o equivalente a 56 por cento disso, percentual próximo aos 52 por cento atribuídos à execução física da construção.

“Desta forma, não há descompasso entre os valores aplicados na obra e a sua correspondente execução física, fato já reconhecido pelo TCU quando da derrubada da liminar que suspendia novos aportes no projeto”, disse a TLSA, em resposta encaminhada à Reuters.

A comprovação da execução física da ferrovia também é uma prioridade do TCU, que deve fazer no ano que vem uma análise da obra com o uso de geotecnologia, informaram técnicos do tribunal.

A TLSA atribui ao atraso no repasse de recursos públicos as dificuldades com a obra.

Trilhos secos

Enquanto o imbróglio em torno do financiamento do restante da ferrovia se desenrola, a população das regiões no entorno das obras amarga a falta de trabalho.

Nela se inclui Daniel Alves, de 29 anos, morador de Missão Velha (CE) e desempregado há quase seis meses. Ele trabalhava nas obras da ferrovia na região desde praticamente o início.

“Trabalhei na obra da ferrovia desde 2007. Mas quando parou, fiquei sem trabalho. Estou parado, esperando, tem promessa da obra voltar. Dizem que para voltar estão esperando as chuvas, porque sem água não funciona a obra”, contou.

Segundo a TLSA, em outubro havia 829 funcionários mobilizados na obra da ferrovia. Em 2010, no pico dos trabalhos, eram cerca de 11 mil.

Outro desempregado em Missão Velha é Joel Bertoso, de 21 anos, amigo de Alves e colega dele antes da interrupção das obras.

“Tinha gente demais aqui na região trabalhando na obra. Muitos foram para outros Estados plantar, o emprego que tinha aqui era esse”, disse Bertoso.

A agricultura é alternativa de trabalho imediata para todos que vivem no semi-árido, mas como o Nordeste vem de uma sequência de cinco anos de seca – no Ceará, a pior desde 1910, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) – e tampouco foram concluídas todas as obras da transposição do São Francisco, falta água e é difícil sobreviver da terra.

Encruzilhada do Nordeste

Distante quase 100 quilômetros de Missão Velha, a cidade de Salgueiro, um pólo regional em Pernambuco de quase 60 mil habitantes, encravado no cruzamento das rodovias BR-116 e BR-232, também espera pela Transnordestina e pela transposição do São Francisco.

“Tivemos um grupo de hotéis de Recife que chegou a adquirir terreno aqui no município, mas me disseram que só vão construir quando a ferrovia estiver pronta”, disse o prefeito de Salgueiro, Marcones Libório de Sá (PSB).

Segundo o prefeito, havia ainda estudos da Gerdau para investir na cidade, bem como conversas para atrair uma central de distribuição de combustíveis da Petrobras .

“Mas sem a ferrovia essas coisas não têm sentido.”

A própria fábrica de dormentes e brita instalada em Salgueiro para abastecer a Transnordestina parou de produzir no final do ano passado, aumentando a conta dos desempregados do projeto e da região.

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, após um apogeu de mais de 5,7 mil vagas líquidas criadas entre 2009 e 2010, o município de Salgueiro acumulou uma perda também líquida de cerca de 8,2 mil postos de trabalho formais entre 2011 e setembro deste ano.

A falta de conclusão da obra jogou um balde de água fria em quem investiu em Salgueiro contando com o aquecimento da economia local.

“A situação é muito difícil. O pessoal que trabalhava nessas obras hoje está desempregado e não tem outra alternativa. A cidade praticamente parou e não há outra alternativa de investimento, haveria se a ferrovia estivesse funcionando”, disse Francisco Aílton, de 54 anos, gerente de um hotel em Salgueiro, que viu o movimento cair cerca de 60 por cento de 2014 para cá.

Enquanto isso, a pouco mais de 10 quilômetros do hotel de Aílton, a família de Raimundo José da Silva convive com um muro de aço formado por mais de 60 vagões da Transnordestina, estacionados nos trilhos que cortam sua propriedade ao meio. Muitos deles estão carregados de brita e dormentes que nunca chegaram ao destino.

“A carga está aqui. Eles levavam quando precisavam, quando estavam trabalhando. Mas parece que agora está parado”, disse Silva, que teve de pedir à TSLA para separar o comboio em duas partes para poder levar o gado para pastar do outro lado de sua propriedade.

Por Leonardo Goy, da Reuters

A Justiça abriu caminho para que o fim de semana tenha 3 dias?

E se o fim de semana durasse até 2ª-feira? Uma decisão do TST trouxe à tona a discussão sobre negociação do descanso semanal remunerado

(opolja/Thinkstock)

 Uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho no fim de novembro sobre cálculo de horas extras dos bancários trouxe à tona um sonho de muitos profissionais: fim de semana com 3 dias de descanso.

De acordo com o que determinou o TST, o número de dias de repouso semanal remunerado pode ser ampliado por acordo coletivo, como decorrência da autonomia dos sindicatos.

Essa parte específica da tese jurídica fixada pelo tribunal, apesar de se tratar de uma discussão mais ampla e complexa sobre o cálculo do pagamento de horas extras apenas dos bancários, passa a valer também para outros casos, como exige a organização dos recursos repetitivos.

“Os sindicatos podem fixar normas específicas e muito mais próximas da realidade das suas respectivas categorias do que a Lei (CLT ou Constituição) que regem relação de trabalho de maneira genérica”, diz Rodrigo Bruno Nahas, sócio diretor da Nahas Advogados.

Ou seja, é, sim, possível negociar para ajustar semana útil de trabalho, mas a liberdade de negociação dos direitos trabalhistas não é total, ou seja, não pode piorar as condições estabelecidas pela regra geral: jornada com limite de 44 horas semanais e máximo de 10 horas por dia.

Na prática, segundo Luiz Guilherme Migliora, sócio da área Trabalhista do Veirano Advogados, já existia a possibilidade de fim de semana de três dias.

“Sempre foi permitido ajustar, por acordo coletivo ou individual, a extensão de jornada por até mais duas horas por dia em alguns dias, com redução em outros, respeitado o limite de 44 horas por semana”, afirma.

Assim, é válido, por exemplo, negociar que você (caso seja acordo individual) ou que sua categoria (via sindicato) trabalhe de segunda a quinta-feira por 10 horas e apenas 4 horas na sexta, para cumprir as 44 horas semanais.

Já o fim de semana de três dias inteiros só seria possível, sem ferir a regra geral, caso a jornada semanal seja de 40 horas: trabalhando dez horas por dia durante quatro dias.

“Para trabalhar mais de dez horas por dia, tem que ter motivo e tem que ser feito por acordo coletivo. Para algumas categorias é permitida a jornada de 12 horas de trabalho por 36 de descanso. Sempre isso deve ser feito por negociação com o sindicato”, explica Luiz Guilherme Migliora, sócio da área Trabalhista do Veirano Advogados.

Ele lembra que, por exemplo, seria impossível conseguir estender o expediente para 12 horas para um trabalho manual repetitivo. “É preciso que o acordo tenha razoabilidade. Aumentaria muito a chance de erro num expediente tão longo. Mas, por exemplo, se é um cuidador de idoso, não há esse problema”, afirma.

Aos que já preparam uma investida sindical ou individual, calma. Migliora não acredita que haja uma grande leva de ajustes a partir de agora. “Não interessa aos empregadores estender demais as jornadas e perder produtividade. É melhor te empregados trabalhando 8 horas por dia por 5 dias do que 10 horas por dia por 4 dias. Vai depender muito também das atividades”, diz Migliora.

O que estava em discussão no caso dos bancários

O cálculo de horas extras dos bancários é que era a questão principal a ser julgada pelo TST. São dois os tipos de jornada da categoria: 6 horas diárias em geral ou 8 horas diárias para funções de gerência, fiscalização, chefia e equivalentes, cargos de confiança, desde que recebam adicional de um terço do salário.

A CLT prevê que o divisor para cálculo de horas extras dos bancários é de 180 horas para jornada de 6 horas e 220 horas para quem faz 8 horas ao dia. Ou seja, o que passar disso no mês é considerado hora extra. Considerando nesse caso o sábado como um dia de descanso não remunerado, como prevê o artigo 224 da CLT.

Estava em vigor uma Súmula (124) do TST que previa que, no caso de acordo individual ou coletivo determinando que o sábado do bancário seja dia de descanso remunerado, o divisor para o cálculo de horas extras passava a ser de 150 horas para jornada de 6 horas diárias e de 200 horas para jornada de 8 horas diárias.

“A nova decisão do TST passou a desconsiderar o sábado como descanso remunerado, aplicando de forma categórica o divisor 180 e 220, independentemente de celebração de ajuste individual expresso entre empresa e empregado ou ajuste coletivo”, explica o sócio diretor da Nahas Advogados.

O divisor, decidiu o TST, corresponde ao número de horas remuneradas pelo salário mensal, independentemente de serem trabalhadas ou não. A inclusão do sábado como dia de repouso semanal não altera o divisor, segundo o TST, porque não há redução do número de horas semanais, trabalhadas e de repouso.

Por que o espaço está arruinando a visão dos astronautas

Cientistas americanos podem ter descoberto porque mais da metade dos astronautas da Nasa voltaram à Terra com problema de visão

Última caminhada espacial do ano (Nasa)

Cientistas podem ter encontrado a causa de uma síndrome que afeta 70% dos astronautas da Nasa. Um estudo da Universidade de Miami, nos EUA, explica por que muitos desses profissionais retornam à Terra com problemas de visão após missões de longa duração no espaço.

Chamada de deficiência visual por pressão intracraniana, a condição provoca o achatamento dos globos oculares. Com isso, a pessoa tem dificuldade de ver objetos mais distantes e pode até perder a visão.

Os pesquisadores acreditam que a visão embaçada dos astronautas está relacionada ao líquido cefalorraquidiano que envolve o cérebro e a medula espinhal. Segundo eles, o fluido está se acumulando em locais indevidos do cérebro e esmagando os globos oculares dos astronautas.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas analisaram exames cerebrais feitos por sete astronautas antes e depois de passarem meses na Estação Espacial Internacional. Depois, eles compararam esses exames com os de nove astronautas que fizeram viagens curtas pela Nasa.

Os pesquisadores notaram que os astronautas que fizeram viagens de longa duração tinham mais líquido cefalorraquidiano dentro das cavidades do crânio que prendem os olhos do que os profissionais que fizeram viagens curtas.

Na Terra, esse fluido serve para amortecer o cérebro e a medula espinhal quando uma pessoa está sentada, de pé ou deitada. Contudo, de acordo com os cientistas, o sistema não consegue entender de imediato a falta de mudanças de pressão na postura do astronauta devido à microgravidade do espaço. Por isso, o líquido é distribuído de maneira incorreta.

“A pesquisa fornece, pela primeira vez, evidências quantitativas obtidas de astronautas de curta e longa duração que apontam para o papel primário e direto do líquido cefalorraquidiano nas deformações globais observadas em astronautas com síndrome de deficiência visual”, explica Noam Alperin, um dos autores do estudo, em um comunicado.

A pesquisa foi apresentada na reunião anual da Sociedade Radiológica da América do Norte em Chicago, nos EUA. Como ela ainda precisa passar por uma revisão independente, ainda não é possível confirmar se seus resultados estão 100% corretos.

Contudo, para Noam Alperim, identificar a origem da deficiência visual por pressão intracraniana é importante para que a visão dos astronautas não sofra danos irreversíveis. “À medida que o globo ocular se torna mais achatado, os astronautas podem se tornar míopes.”
Histórico da síndrome

A primeira vez que a Nasa identificou a síndrome foi em 2005. Na época, a agência descobriu que o astronauta John Phillips começou a ter dificuldades para ver após seis meses em órbita. Os exames revelaram que a parte traseira de seus olhos estavam se tornando mais lisas e o nervo óptico estava inflamado.

Várias teorias sobre a causa da síndrome surgiram desde então. A principal está relacionada com a redistribuição de fluidos vasculares, como sangue e linfa, na microgravidade. Segundo a Nasa, pouco mais de dois litros desses líquidos deslocam-se das pernas dos astronautas para suas cabeças quando estão no espaço. Para os cientistas, isso poderia significar que o acúmulo dos fluídos pode ter aumentado a pressão do cérebro e afetado os olhos.

Os cientistas estavam confiantes que poderiam ter descoberto a causa da síndrome quando um estudo no ano passado mostrou resultados bem confusos. Os pesquisadores notaram que a pressão intracraniana cai durante períodos de gravidade zero. Eles observaram isso quando mediram os sinais vitais de quatro pessoas durante um voo parabólico, que atinge gravidade zero por cerca de 25 segundos.
Viagem a Marte

Segundo a Nasa, os cientistas querem encontrar uma solução para a síndrome antes que a primeira missão a Marte – que está programada para 2030 – aconteça. Uma viagem ao planeta vermelho pode levar pelo menos três anos, ou seja, cinco vezes mais tempo do que uma viagem para Estação Espacial Internacional.

Michael Barratt, astronauta e ex-chefe do programa de pesquisa humana da Nasa, disse ao jornal Washington Post que a deficiência visual por pressão intracraniana é apenas o primeiro sinal de como a microgravidade afeta o corpo humano.

Barratt não está sozinho. Também em entrevista ao Washington Post, o médico da agência espacial americana Richard Williams disse que a falta de conhecimento sobre a condição é a maior ameaça contra a ciência. Para ele, a única maneira de obter mais informações sobre o assunto é enviando mais pessoas ao espaço. “Quanto mais tempo permanecemos no espaço, mais vamos aprender.”

Já pensou em viajar em uma réplica do Titanic?

JÁ PENSOU EM VIAJAR EM UMA RÉPLICA DO TITANIC?

© Divulgação

O navio foi encomendado e construído na China

Se você já assistiu ao clássico "Titanic" inúmeras vezes, se emocionou em todas e se imaginou sendo o Jack ou a Rose, seu sonho pode estar próximo de se tornar realidade. Já pensou viajar em uma réplica do Titanic? O navio original pode até ter afundado em 1912, mas a empresa de navegação australiana Blue Star Line promete trazer o transatlântico de volta aos sete mares em 2018.

A embarcação, encomendada e construída na China, terá capacidade para 2,4 mil passageiros a bordo, além de ter quatro metros a mais do que o navio original. Os botes salva vidas também serão aumentados em relação ao de 1912 que, por não ter a quantidade suficiente na época, resultou na morte de mais de 1,5 mil pessoas. Serão 800 quartos e nove decks divididos entre primeira, segunda e terceira classes.

Motivos não vão faltar para você se sentir onde Jack e Rose viveram uma intensa paixão. Os ambientes do Titanic II serão uma réplica exata do original, incluindo uma sala do telégrafo, mas, desta vez, com navegação guiada por GPS e com sistemas de comunicação modernos. O projeto é de autoria do magnata da mineração australiana Clive Palmer, que, curiosamente, não assistiu ao filme de sucesso.

Enquanto os valores do investimentos são mantidos em sigilo, ansiedade e curiosidade tomam conta dos apaixonados pela história. A dica é ficar atento às próximas divulgações das datas de compra dos bilhetes.

A embarcação original afundou em 1912

Marte: 'Crânio' misterioso aparece em imagem da NASA

© Fornecido por New adVentures, Lda.

A imagem do que parece ser o crânio de um dinossauro foi capturada em solo marciano pela sonda da NASA Curiosity Rover, relata o jornal britânico Express.Segundo a publicação, o blogueiro Scott Waring, que postou a foto no site Ufo Sightings Daily, diz que se trata de "uma fotografia de Marte de um bilhão de pixels" com "muitos detalhes". Waring acredita que a imagem mostra "um crânio alienígena".


Além disso, ele também identificou dois "rostos", nenhum dos quais pode ser considerado "humano", embora um deles "tenha algumas semelhanças com antigas esculturas maias".

Depois de analisar vários dados obtidos pela sonda espacial, o ufologista está convencido de que o Planeta Vermelho já foi ocupado pelas mesmas formas de vida da Terra. Em outras ocasiões, a NASA desacreditou os ufólogos e os chamados teóricos da conspiração que identificam faces em imagens extraterrestres, dizendo simplesmente que a forma peculiar de algumas rochas de Marte se deve ao acaso da erosão. (Sputnik)

A humanidade só tem mais mil anos de existência, alerta Stephen Hawking

(Foto: reprodução)

O físico Stephen Hawking tem previsões pouco otimistas para o futuro da humanidade que justificam a necessidade de começarmos a colonizar Marte e outros planetas. Segundo ele, a extinção da raça humana não deve demorar mais do que 1 mil anos para acontecer.

A declaração foi dada durante um discurso na universidade de Oxford, no Reino Unido, no qual ele afirmou que a humanidade não deve sobreviver mais um milênio se não encontrar uma forma de “escapar do nosso frágil planeta”. “Precisamos continuar a ir para o espaço pelo futuro da humanidade”, ele afirma, lembrando aos estudantes para que “continuem olhando para as estrelas, e não para seus pés”.

Aos 74 anos, Hawking é um pessimista em relação ao futuro da raça humana e já deu várias declarações reafirmando seu ponto de vista. Entre as ameaças que ele já citou estão o desenvolvimento de armas biológicas como vírus geneticamente modificados ou guerras nucleares. Até mesmo a evolução da inteligência artificial já foi apontada um risco em potencial.

Se Hawking estiver certo, no entanto, é bom a humanidade começar a agir rápido, porque até o momento a única opção viável de planeta colonizável é Marte, pela proximidade e similaridades com a Terra. Mesmo assim, o planeta vermelho ainda é extremamente hostil e tem diversas formas diferentes de matar os seres humanos que lá pisarem.

A NASA tem trabalhado para descobrir outros possíveis planetas fora do nosso Sistema Solar que seriam mais parecidos com o nosso mundo. Não é uma missão fácil, já que mesmo as estrelas mais próximas da Terra estão a anos-luz de distância, fazendo com que a viagem até elas possa demorar décadas com a tecnologia atual.

Soma-se a isso o fato de que os planetas que orbitam estas estrelas precisam estar a uma distância muito específica, chamada de “Zona Cachinhos Dourados” (nós não inventamos isso). O conceito se refere ao ponto em que o planeta não está longe o bastante do astro para que sua água congele, nem perto o bastante para evaporar, mantendo uma temperatura amena ideal para a existência de água líquida.

Isso não quer dizer que planetas ideais não existam. Recentemente, o programa Kepler da NASA descobriu o Proxima B, um exoplaneta de tamanho similar ao da Terra orbitando na Zona Cachinhos Dourados de Proxima Centauri, a 4,2 anos-luz de nós, o que é pouco em escala espacial, mas ainda é distante demais para uma viagem. Ainda assim, é a melhor esperança até o momento.

Ilustrador de moda armênio cria incríveis vestidos com objetos cotidianos

O ilustrador de moda Armênio Edgar Artis cria belos desenhos de vestidos com objetos do cotidiano em sua casa.


Ele pode criar um vestido ou uma saia com Nutella, qualquer que seja. E não parece estar ficando sem ideias no momento.

A sua conta do Instagram foi viral e já tem 400.000 seguidores, por isso, se você não for um deles, você pode começar a seguir.












Todas as imagens são do instagram do próprio artista Edgar Artis

Mais informações: Instagram (via: deMilked)

Maior hotel do mundo tem mais de 7.000 quartos e fica na Malásia

Um dos destinos mais paradisíacos de que se tem notícia é, sem dúvida, a Malásia. Lá, existe o maior e mais colorido hotel do mundo, o Genting Highlands Resort, First World Hotel, em Pahang Darul Makmur. A região é conhecida como a “Las Vegas” da Ásia.

© Foto: Divulgação

Com um total de 7.351 acomodações, o hotel conta com restaurantes, parque temáticos, shoppings centers, praças de alimentação e uma pequena floresta tropical visível logo na entrada. Assim como a cidade norte-americana, neste local há um cassino que oferece jogos 24 horas por dia, além de pista de boliche e serviços como um passeio de gôndola na encosta da montanha.

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O maior hotel do mundo

Para quem deseja se hospedar nesse local, não se preocupe, o valor cabe bem no bolso. As acomodações começam em US$ 15 (algo como R$ 50), sendo que, de acordo com o “Booking.com”, é possível achar suítes mais simples por R$ 40. No entanto, se deseja um pouco mais de luxo, os quartos chegam a R$ 400.

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O First World Hotel afirma já ter recebido, nos últimos dez anos, mais de 40 milhões de hóspedes. Além disso, os números desse local são surpreendentes. Nele trabalham 2.000 funcionários, 40 toneladas de roupa são lavadas diariamente na lavanderia, 20 mil ovos de galinha são consumidos todo dia nos restaurantes do hotel, além de 15 mil garrafas de água e 3.000 maçãs.

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